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PRONAC 2410924Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

BRODERAGEM - CIRCULAÇÃO

ALESSANDRO GUIMARAES PEREIRA
Solicitado
R$ 493,2 mil
Aprovado
R$ 493,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
SAO PAULO
Início
2024-12-16
Término
2025-08-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "BRODERAGEM" é um espetáculo de teatro-dança que busca promover a democratização do acesso à cultura nas periferias de São Paulo, com um foco especial na representatividade de corpos negros e LGBTQIAPN+. A proposta inclui a realização de 12 apresentações gratuitas em Centros Educacionais Unificados e Teatros Distritais da cidade. O espetáculo utiliza diversas linguagens de dança, como ballet, jazz, funk e dança contemporânea, em uma narrativa que subverte estereótipos sobre masculinidades negras e afetividade entre homens. Através de uma proposta artística que combina coreografia e teatralidade, "BRODERAGEM" evidencia o afeto, o desejo e a resistência de corpos marginalizados, provocando reflexões sobre questões sociais urgentes. Além das apresentações, o projeto oferece oficinas gratuitas de teatro-dança, com o objetivo de engajar a comunidade e ampliar o impacto social.

Sinopse

"Broderagem" é uma celebração da força e da vulnerabilidade. Quatro homens negros e LGBTQIAPN+ sobem ao palco para subverter estereótipos e revelar o poder transformador do afeto entre corpos que resistem à invisibilidade e à objetificação. Com coreografias que mesclam ballet, jazz, funk e dança contemporânea, este espetáculo convida o público a testemunhar um diálogo de desejos, impulsos e ancestralidade, numa jornada onde os corpos se libertam das imposições sociais e encontram seu próprio caminho de expressão. Venha sentir, questionar e se emocionar com uma obra que transcende as barreiras e evidencia a beleza e complexidade das masculinidades negras.

Objetivos

Objetivo Geral: Fortalecer a representatividade e a inclusão de corpos negros LGBTQIAPN+ dentro das periferias da cidade de São Paulo, proporcionando visibilidade e valorização às diversidades por meio de práticas artísticas de teatro-dança. OBJETIVO ESPECÍFICO: PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULOPercorrer 3 Centros Educacionais Unificados (CEUs) da cidade de São Paulo, no período de 1 mês, realizando 2 apresentações do espetáculo, aos finais de semana, em cada unidade selecionada.Percorrer 2 Teatros Distritais da cidade de São Paulo, no período de 1 mês, realizando 3 apresentações do espetáculo, aos finais de semana, em cada unidade selecionada.Atingir o número de 150 espectadores, de todas as idades, em cada apresentação realizada nos espaços selecionados. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIALOferecer 1 oficina de teatro-dança, gratuita e com duração máxima de 1h30, para espaço selecionado, totalizando, portanto, 5 oficinas.Atingir o número de 30 participantes, de todas as idades, em cada oficina realizada.

Justificativa

O projeto se destaca pela sua contribuição ao processo de valorização e difusão da cultura negra LGBTQIAPN+ periférica, provocando reflexões sobre a inserção de homens negros e gays nas comunidades da cidade de São Paulo, lugares marcados pela exclusão e homofobia. Este produto cultural é proprietário e parte da soma de experiências individuais que, em diversas instâncias, acabam fazendo parte de uma narrativa coletiva, dada a não exclusividade de uma realidade marcada por formas explícitas e não explícitas de opressão. Seus idealizadores, homens negros e gays de origem marginal, intentam facilitar o acesso da população que frequenta espaços públicos, como CEUs e Teatro Distritais, a uma fonte de cultura que contempla a diversidade, possibilitando que, por meio do espetáculo de artes cênicas, se inicie um processo, para aqueles que se identificarem com a abordagem, de autorreflexão sobre suas próprias vivências e lutas. Além disso, o projeto também possibilita que, devido a execução do espetáculo em espaço público, todos, independente de raça, gênero, classe social e orientação sexual, tenham contato positivo com as narrativas minoritárias, contribuindo para a diminuição de preconceitos e discriminações nessas regiões. Neste sentido, no que tange ao Artigo 1° do Pronac, o espetáculo "BRODERAGEM", apresenta interface direta com os seguintes Incisos: Inciso I: Facilitar o acesso às fontes da cultura e garantir o exercício dos direitos culturais.Inciso II: Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais.Inciso III: Apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores.Inciso IV: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, destacando as narrativas de corpos marginalizados.Inciso IX: Priorizar o produto cultural originário do Brasil, promovendo a valorização da cultura nacional a partir de suas raízes periféricas e diversas. Já no que diz respeito ao Artigo 3° da mesma legislação, o espetáculo de artes cênicas (teatro-dança) infere diretamente no Inciso II, alínea c.

Especificação técnica

Espaço* Caixa com pernas e linóleo preto.* Vara de cenário.Iluminação* Mesa e rack (20 canais usados), 5 PCs de 1000W, 8 elipsoidais, 8 PAR 64 foco 1.* 01 máquina de fumaça.Som* Aparelho reprodutor de CD ou mesa com entrada USB ou cabo P2.* Amplificadores, caixas de som apropriadas para o espaço.* Um microfone sem fio.Necessidades técnicas* Ensaio e montagem no espaço espaço cênico no dia anterior da apresentação;* Tempo de montagem: 3 horas* Tempo de desmontagem: 1 hora* Tempo de chegada ao espaço: 6 horas antes do espetáculo Tempo de duração de cada espetáculo: 60 minutos.

Acessibilidade

Como medidas de acessibilidade física, decidiu-se realizar as apresentações em espaços de teatro que possuem as estruturas necessárias para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, tais como: rampas de acesso;corrimão;assento reservado para cadeirantes.

Democratização do acesso

O projeto será altamente democratizado, uma vez que: todos os seus ingressos serão distribuídos gratuitamente ao público;A circulação visa atingir públicos de todas as idades;Algumas imagens da apresentação e dos seus bastidores “making-off” serão gravadas para posterior distribuição em plataformas de mídia audiovisual online.

Ficha técnica

Direção e Criação: ALESSANDRO AGUIPE é ator, dançarino, palhaço e produtor. Formado pelo TUCA – Teatro da Universidade Católica de São Paulo em 2009. Em 2023, concluiu o curso Superior em Tecnologia em Marketing e, em 2024, a Especialização em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado. Integrou entre 2009 e 2016 o Teatro da Mafalda, sendo contemplado pela produção do projeto ESPALHAÇOS - UMA CIRCULAÇÃO DO RISO pelo PROAC 11/2015. Desde 2012, vem estudando as linguagens do corpo a partir das danças contemporâneas, brasileiras, balé e jazz sobre outro ponto de vista. Participou durante o ano de 2014/2015 do projeto educacional de formação e leitura “Ônibus – Biblioteca”, onde produziu e atuou nos espetáculos "Rolezinho Literário: Palhaço e Poesia" e "1,2,3, clássicos”, ambos de palhaçaria. No mesmo ano, integrou no Instituto Brincante o curso de formação de Jovens Brincantes voltado para artista – educadores, onde participou também como dançarino no espetáculo PAI de Antônio Nóbrega. Em 2017 criou o Núcleo Artístico Vagal em meio à necessidade de produzir e criar parcerias e intercâmbio com outros artistas e outras linguagens, com o objetivo de estimular as potencialidades LGBTQIAP+, ampliando o debate sobre questões acerca das identidades étnico racial, de gênero e interseccionalidade. No mesmo ano, o Núcleo Vagal produziu o solo “Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos”, uma adaptação do conto de Plínio Marcos, que fez uma breve temporada no espaço cultural Mora Mundo – Casa de Todas as Casas. Atuou como artista educador do PROGRAMA DE INICIAÇÃO ARTISTICA – PIÁ na edição de 2021. Atualmente, é produtor e diretor do Núcleo Vagal, tendo em seu repertório o espetáculo “Broderagem” (2020), que trabalha linguagens da dança, circo e teatro, a performance “Mão Amiga, ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que seja no vestiário” (2021), além de dirigir e criar o projeto “BOY-OH-LAS”, contemplado pela 18a edição do Programa VAI. Movimento Suspeito (2023) e Movimento Suspeito – ATO 1. Além disso, compartilha seu conhecimento através de oficinas de teatro em equipamentos públicos tais como Centro Cultural de Juventude Ruth Cardoso em São Paulo e Centro Cultural da Diversidade, e atualmente ministra workshop de teatro. Em 2024 foi convidado para integrar como ator e performance à obra Gravidade do artista multidisciplinar Carlos Motta Coreógrafo: FELIPE ASSUNÇÃO (DRT 46742/SP) é bailarino, coreógrafo, professor especialista em Dança e Consciência Corporal pela Estácio de Sá. Natural de Guaratinguetá (SP), iniciou seus estudos na dança aos 16 anos em São Bernardo do Campo (SP).Ao longo desse tempo vêm aprimorando seus conhecimentos em Jazz Dance, Balé Clássico, Dança Contemporânea e Heels. Integrou o elenco do Raça Cia de Dança (2011), dançando o balé “Cartas Brasileiras” de Roseli Rodrigues, sob a direção de Edy Wilson, da Anacã Cia de Dança (2017-2020) e atualmente integra o elenco do Grupo Divinadança de São Paulo, sob a direção de Andrea Pivatto. Participou de diversos workshops com grandes nomes do jazz brasileiro e internacional. Se especializou na Broadway Dance Center, Steps on Broadway e Peridance em New York em 2015 e 2017, sendo neste último ano, convidado a passar duas semanas com a Synthesis Dance Company de Tracie Stanfield. Participou como bailarino em diversos eventos como ´Noites Macabras´ no parque aquático Wet’n’Wild e ‘Cidade do Terror’, coreografando em 2015 o show “A Guerra” para este último. Fez parte do elenco da Comissão de Frente da Dragões da Real (2015). Criador do projeto Conexão das Artes – CDA, como forma de estudar como a dança pode se conectar com múltiplas linguagens. Trabalha pesquisando a dança Jazz, no que nomeou como ‘Jazz Consciente’ e como podemos tensionar e perturbar as matrizes que estão no corpo de quem pratica essa dança tradicionalmente. Além de sua pesquisa acadêmica, ministra aulas de dança e oficinas em estúdios na Grande São Paulo e no ABC. Foi o primeiro Artista Orientador da linguagem de jazz dance no Programa de Qualificação em Artes do POIESIS do Governo do Estado de São Edital nº 29/2024/SMC/CFOC/SFA – 20ª EDIÇÃO DO PRÊMIO ZÉ RENATO PARA A CIDADE DE SÃO PAULO Paulo (2020 e 2022) e Artista educador do Programa de Iniciação Artística – Piá (2022 e 2024) da Prefeitura de São Paulo para crianças de 5 a 14 anos. No entanto sua vasta experiência em grupos, culminou na necessidade de pesquisa de seu primeiro solo autoral, por isso desde 2020 segue como artista independente junto do Núcleo Vagal (@nucleovagal__) onde desenvolve essa pesquisa artística além de colaborar com outras obras como: “Broderagem” (2020), a performance “Mão Amiga, ninguém solta a mão de ninguém, mesmo que seja no vestiário” (2021), “BOY-OH-LAS” (2022) e seu primeiro solo autoral “Um solo para chamar de meu” (2022). Em 2023, estreou sua obra mais recente juntamente ao Núcleo, “Movimento Suspeito” (2023), uma performance artística de cunho estético performativo, realizada na rua que se deu em decorrência das pesquisas anteriores sobre raça e gênero, nesta obra atuou como intérprete, coreógrafo e figurinista. Assistente de Coreografia: GUSTAVO AMBRÓSIO (DRT 44902/SP) é bailarino, coreógrafo e professor de balé e dança contemporânea. Natural de São Paulo, iniciou seus estudos na dança aos 14 anos. Ao longo dos anos, Gustavo aprimorou seus conhecimentos em Balé Clássico, Dança Contemporânea e Jazz Dance. Formou-se em Balé Clássico pelo Método Vaganova (2009 a 2015) na Escola Balé Jovem de São Vicente, sob a direção de Geyssa Alencar e Sabrina Olimpio. Premiado como Melhor Coreógrafo no festival Passo de Arte Seletiva São Paulo I em 2017 com a obra "1.8.0 posso ajudar?" e como Melhor Bailarino no festival Fesadan Santos em 2014. Entre 2018 e 2020, foi bailarino da Anacã Cia de Dança, dirigida por Edy Wilson, participando das obras "Eternos" e "Renascimento Shogun". Integrou o Núcleo Vagal, onde atua até o momento, sendo dirigido por Alessandro Aguipe, participou como artista intérprete e coreógrafo da obra "Broderagem" (2020). Participou da Cia BTM em 2021 sob a direção de Fran Ribeiro, na obra "Ancestralidade Ebí". Após participar de diversas temporadas de "O Quebra Nozes" (2014, 2021, 2022 e 2023), entrou para a Cisne Negro Cia de Dança e desde 2022, sob a direção de Dani Bittencourt, participou das obras "Lampejos, uma degustação visual" de Andressa Miyazato, "Trama" e "Calunga" de Ruy Moreira, "Passion" de Edith Buttingsrud Pedersen e "Ziggy" de Mário Nascimento. Sua formação complementar inclui cursos no Curso de Férias Anacã (2018, 2019 e 2020) com professores renomados como Edy Wilson, Milton Kennedy, Denise Cerqueira, Henrique Lima e Kênia Genaro, além do YAGP Summer Course (2016) com Catarina Moreira (Portugal), Pedro Carneiro (Portugal) e Carlos dos Santos Jr. (Brasil). Como professor de balé clássico e dança contemporânea lecionou em diversas instituições, incluindo a Escola Balé Jovem de São Vicente (2015/2017), Escola Ballet Coppélia (2020/2023), Studio Alart (2019), Estúdio Anacã (2020), Atrium Centro de Artes (2023/2024/Atual) e Studio Corpore Sano (2024/Atual). Elenco principal: Alessandro AguipeFelipe AssunçãoGustavo Ambrosio Elenco Coadjuvante:a contratar Gerente de Produção: BÁRBARA FERREIRA é especialista em marketing e comunicação com ampla experiência no uso dessas áreas como ferramentas de transformação social. Desde 2018, atua na criação de estratégias que combinam storytelling impactante com análise de métricas para orientar decisões e alcançar resultados significativos. Com passagens por empresas como Simbi e SalvoVidas.com, ela se destacou na gestão de conteúdos multilinguagem, organização de eventos e campanhas digitais, além de ter um papel ativo na co-fundação de um cursinho popular voltado para a democratização do ensino superior em comunidades vulneráveis. Equipe Técnica, Equipe Jurídica e Administrativa e demais fornecedores serão contratados posteriormente;

Providência

PROJETO ARQUIVADO.