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Montagem do musical "O AMOR IMPOSSÍVEL DO VALENTE ASSIS", de Luis Pimentel, com direção de Menelick Carvalho.
José de Assis Valente Filho nasceu de família pobre. Seus pais – José de Assis Valente e Maria Esteves Valente – teriam deixado o futuro gênio da MPB aos cuidados de uma família de Santo Amaro da Purificação. Ele contava que trabalhou muito – o trabalho infantil era comum no Nordeste do início do século passado –, mas teve a felicidade de despertar, ainda muito jovem, a paixão pela poesia (especialmente pelo seu conterrâneo Castro Alves). A infância de menino criativo foi dedicada, portanto, aos versos e ao desenho (paixão que mais tarde ele abandonou). Ainda na Bahia trabalhou em circo – como declamador de poemas – e fez um curso profissionalizante no Liceu de Artes e Ofícios, aprendendo a confeccionar dentaduras (esse ofício foi importantíssimo para a sua sobrevivência, nos anos em que a música se tornou mais difícil). Em 1927, Assis Valente desembarca no Rio de Janeiro. Arranja logo emprego como protético e começa a publicar alguns desenhos em jornais e revistas da época, sobretudo ilustrações e caricaturas. A paixão pela poesia o leva a compor. Bem-aceito no universo musical, emplaca canções nas vozes disputadas de Orlando Silva e Carmem Miranda. Por Carmem ele desenvolve uma paixão platônica, que o acompanha até o final dos dias e o faz sofrer muito. Artista inquieto e de personalidade agitada, além de compor obras importantíssimas da música brasileira também criou um conjunto musical, o Bando da Lua, e um grupo carnavalesco, os Camisas Listradas. Depois de viver o glamour de ser o compositor preferido da pequena notável, Assis Valente teve que enfrentar a angústia de ver a cantora partir para os EUA e de o seu nome sofrer um pequeno abalo junto ao público, depois disso. De sexualidade “indecisa”, segundo alguns contemporâneos seus, Assis Valente se casa, em 1939, com Nadyli da Silva Santos (segundo alguns relaltos, “para evitar comentários maldosos sobre as suas preferências sexuais”) e tem com ela uma filha, Nara Nadyli. Não apazigua o espírito, como esperava, a separação conjugal vem logo em seguida, e, em 1941, tenta o suicídio pela primeira vez, saltando do Morro do Corcovado, numa tentativa frustrada por haver a queda sido amortecida pelas árvores.
OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e temporada do musical "O AMOR IMPOSSÍVEL DO VALENTE ASSIS", de Luis Pimentel, com direção de Menelick Carvalho na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar 32 apresentações e 2 ensaios abertos do espetáculo no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 1.000 espectadores 7 Palestras gratuitas com 100 participantes totalizando um total de 700 pessoas.
Nosso drama musical "O AMOR IMPOSSÍVEL DO VALENTE ASSIS" está ancorado em um recorte passional vivido por um compositor dos mais importantes da nossa galeria de bambas do samba. Seus tormentos pessoais, paixões reprimidas, pulsões afetivas, conflitos entre as responsabilidades do lar e as seduções da rua boêmia. Um bom volume de musicais brasileiros vem trilhando o filão biográfico como uma opção local às vertentes dos modos de contribuir para a evolução do gênero. Essas opções tomam naturalmente como tema o samba e a história de seus protagonistas, oscilando entre a profissionalização, o preconceito, a formação industrial da cultura, a modernização da cidade, a marginalização das camadas pobres da população, a fixação, formação e resistência da cultura negra no espaço urbano carioca. JUSTIFICATIVA O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 2 ensaios abertos gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 250 participantes Realizar debate com Diretor e elenco após o ensaio aberto
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 7 Palestras gratuitas com 100 participantes totalizando um total de 700 pessoas. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
MENELICK DE CARVALHO- DIRETOR ARTÍSTICO È diretor teatral, ator e professor de Artes Cênicas, graduado em Direção Teatral pela UFRJ, e mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO. Dentre os espetáculos que dirigiu recentemente, destacam-se as montagens das óperas “O Elixir do Amor” (2024) e “Pagliacci” (2023) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro; suas encenações de “Carmen”, em 2019 no Festival de Música Erudita do Espírito Santo, e em 2015 no Palácio das Artes; e o premiado musical americano "Yank!" (2017 e 2018). Desde 2013, é professor do Bacharelado de Interpretação do Instituto CAL de Artes Cênicas, lecionando as disciplinas Interpretação, Literatura Dramática e História do Teatro, sendo, desde 2009, o coordenador do Núcleo de Teatro Musical da mesma instituição. Foi assistente de direção nas principais Casas de Ópera do Brasil, em mais de 60 espetáculos líricos, acompanhando nomes como André Heller-Lopes, Livia Sabag, Julianna Santos e Antonio Karnewale. Na Cia dos Atores, atuou como diretor assistente de Gustavo Gasparani no espetáculo “Julius Caesar - Vidas Paralelas” (2023 e 2024), após também ter sido seu assistente no musical brasileiro “Vozes Negras” (2023). MAURO LEITE - FIGURINOS Formado em Belas Artes pela URFJ e em Estilismo pela Faculdade SENAI CETIQT. Durante muito tempo fez figurinos para espetáculos teatrais e de ballet. Por 34 anos, foi parceiro profissional da artista plástica, figurinista, cenógrafa e carnavalesca Rosa Magalhães, maior premiada na história da Sapucaí. Com Rosa, Mauro aprendeu muito e diz que o principal foi poder valorizar o tempo de pesquisa e liberdade de criação. Ele já passou por diferentes e importantes escolas de samba, como Tradição, Salgueiro, Imperatriz Leopoldinense, União da Ilha, Império Serrano, Vila Isabel, Mangueira, São Clemente e Portela. “Sempre fui apaixonado por moda, principalmente pelo aspecto mais criativo e pela possibilidade de inovação e renovação”, revela. Uma das histórias de maior sucesso da parceria entre Rosa e Mauro, foi na Imperatriz em 1999. Com uma riqueza estética e delicadeza, a ala das baianas desfilou com fantasias de borboletas, marcando o carnaval que deu início a série de tricampeonatos da Imperatriz (1999, 2000 e 2001). VICTOR ARAÇÃO - CENÓGRAFO Bacharel em Cenografia e Indumentária pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Victor realizou projetos em diversas áreas como cinema, teatro, shows e eventos, assinando trabalhos como o musical off-broadway “YANK!”, indicado a 9 categorias no prêmio CENYM e vencedor de 4 delas, o filme “A Balada da Nobre Senhora” estrelado por Camila Amado e dirigido por Hsu Chien e foi também Cenógrafo Residente do “Reder Circus” de Frederico Reder, trabalho esse que gerou também uma parceria contínua com mais de 4 anos junto a cenógrafa e produtora Gisele Batalha e tem como produção mais recente o filme “Meu Amigo Real” a ser anunciado. Entre seus trabalhos mais recentes estão a peça “Orfãos” com direção de Fernando Philbert indicada ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Cenografia e os musicais “Seu Neyla”, “Elas, Brilham”, “Bob Esponja”, “Funny Girl”, “Querido Evan Hansen” e “Elvis, A Musical Revolution” todos ao lado de Natália Lana como Cenógrafo Assistente, e o musicais “GayCard”, “O Inspetor Geral”, “Stranger Sings” e a “Turnê 2024 – Luccas Neto” onde assina a cenografia. WAGNER CAMPOS - ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversosrecitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, “A Música do Nordeste do Brasil”, “A Música do Norte do Brasil”, “A Música do Sudeste do Brasil” e “A Música do Sul do Brasil”, publicados entre os anos de 2002 a 2004, “A Viola do Samba Chula”, “A Guitarra, a Viola”, “Achegas para a História do Violão” publicados em 2004 e 2005 e “Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Cursos Theatre Lighting: Design & Technology, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Realizou projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, Carlos Augusto Nazareth, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Sérgio Britto, entre outros Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019. PROPONENTE: SPIRA PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Jaciguay Guilherme de Almeida) JACIGUAY GUILHERME DE ALMEIDA – ATOR E COORDENADOR É o responsável pela produção dos espetáculos “As Armas e o Homem”, de Bernard Shaw, direção de Cláudio Torres Gonzaga (1995); “Seria Trágico... Se Não Fosse Cômico”, de Frederich Dürrenmatt, direção de Luiz Arthur Nunes (1996/98); “Bonifácio Bilhões”, texto e direção de João Bethencourt – Indicada para o Prêmio SHELL de Melhor Ator (Rogério Cardoso) e Autor (1997); “Um Maridão Na Contramão”, de Ray Cooney, direção de João Bethencourt (2000); “O Santo e O Bicheiro”, texto e direção de João Bethencourt (2000); “Bonifácio Bilhões”, de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2001/SP); “O Doente Imaginário”, de Molière, tradução de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2002); “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes, direção de João Bethencourt (2005); “Amor Perfeito”, de Denise Crispun, com direção de Beto Brown (2008); “O Especulador”, de Honoré de Balzac, direção de José Henrique (2009); “A Varanda de Golda”, de William Gibson, direção de Ary Coslov (2011/2012); “O Canto do Cisne”, de Anton Tchékov, direção de José Henrique Moreira (2013/14); “Fazendo História”, de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues (2014) – Indicado ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Ator para Xando Graça; “Tem um Psicanalista na Nossa Cama”, de João Bethencourt, direção de Gláucia Rodrigues e “Gays Modos de Amar” de Flávio Braga (2021/2022).
PROJETO ARQUIVADO.