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Esse projeto consiste na realização do espetáculo teatral adulto "O Âncora", do dramaturgo brasileiro Leandro Muniz. A construção da dramaturgia revela as camadas do comportamento humano através do colapso do personagem do âncora de televisão, que não aguenta mais ser portador de notícias terríveis. O texto aborda temas sensíveis como genocídio da população negra, feminicídio, perseguição de pessoas LGBTQUIAPN+, perseguição de jornalistas e fake news; e expõe o quão cruel é a sociedade. Com muita ironia, o espetáculo gera reflexão acerca desses temas e questiona diretamente o lugar de privilégio.
Produto Principal: Espetáculo teatral "O Âncora" SINOPSE: Um prestigiado âncora de telejornal tem como rotina dar notícias nada acolhedoras, como a crise climática, abismo social, homofobia, racismo, machismo entre outros acontecimentos da vida contemporânea. Consumido pela quantidade de trajédias que noticia, sobrecarregado com trabalho e vida pessoal, se encontra a beira de um colapso. Com humor crítico, o texto procura desconstruir com sarcasmo o homem que deveria levar credibilidade à família brasileira, mas que está culpado por viver cercado de privilégios, e finalmente resolve decretar o fim da hipocrisia que virou a sua vida. Ele aponta sua língua afiada e desabafa descontrolado, expondo a sua vida e os bastidores da política em cadeia nacional. Esse mote é uma janela humorística para o personagem passear por tudo o que o aflige, desde seu relacionamento falido, à proliferação das fakenews que abalou a credibilidade do jornalismo e impulsionou veículos extremamente duvidosos, passando pelo seu inconformismo com a visão distorcida que o público tem sobre quem ele realmente é. Classificação Indicativa: 14 (quatorze) anos. Produto derivado: Ciclo de 3 (três) debates acerca do tema do espetáculo. (contrapartida social) DEBATE: Os debates gratuitos contarão com a presença de integrantes da equipe artística do espetáculo e um jornalista convidado. A partir do tema central - jornalismo responsável - serão abordados subtemas como Fake News, comportamento passivo-agressivo, privilégios. O público poderá participar através de perguntas que enriquecerão a discussão do assunto.
Objetivo Geral: O presente projeto se propõe a realizar o espetáculo "O Âncora" na cidade de São Paulo, trazendo para o público além de entretenimento de qualidade, uma rica reflexão acerca de temas sensíveis e centrais na nossa sociedade; e ainda estender a reflexão sobre o assunto com 3 palestras gratuitas com profissionais do jornalismo, mais elenco e direção. Objetivos Específicos: 1- Executar o espetáculo teatral O Âncora. a) Realizar um total de 24 apresentações do espetáculo, sendo três apresentações semanais em teatro a ser confirmado, com capacidade para aproximadamente 300 pessoas. 2- Realizar 3 (três) debates gratuitos com um profissional do telejornalismo e participação do elenco (contrapartida social); 3- Oferecer políticas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, cegas e neurodivergentes em todas as sessões.4- Oferecer 08 sessões do espetáculo e todas as 03 sessões de debate com intérprete de Libras para acesso da pessoa surda.5- Disponibilizar 10% de ingressos gratuitos para população de baixa renda através de parceria com escolas, universidades públicas e projetos socias; 6- Disponibilizar 20% dos ingressos a preços populares (com valor não superior a 3% do salário mínimo vigente);7- Disponibilizar pelo menos 500 ingressos gratuitos para universidades ou escolas públicas (contrapartida social); 8- Disponibilizar 2 ônibus para alunos de escolas públicas que residam em periferias, fornecendo lanche (contrapartida social); 9- Atender um público total estimado de 7 mil pessoas.
Tendo como base os Artigos 1o, Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e 3o inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; o uso do Mecanismo de Incentivo se faz fundamental para viabilizar a concepção e realização do espetáculo, incentivando empresas privadas a contribuírem com o setor cultural, dando amplo acesso não só ao publico comum, como à população de baixa renda e ainda proporcionando a geração de empregos a um considerável número de profissionais, fortalecendo o setor cultural. Após sucesso de temporada experimental no teatro Poeira no Rio de Janeiro e também no CCBB de São Paulo, vimos a força e comunicabilidade do espetáculo, reforçando nossa vontade de levá-lo para uma temporada maior na cidade de São Paulo. O espetáculo tem narrativa envolvente e faz o público refletir sobre a responsabilidade da mídia, a ética jornalística e o efeito das notícias na sociedade. "O Âncora" não é apenas uma história sobre um indivíduo, mas um espelho da nossa realidade, onde a busca pela verdade e o dever de informar colidem com a desilusão, gerando um profundo desgaste emocional. Através da jornada psicológica enfrentada pelo personagem central, são suscitadas questões importantes da atualidade como: fake news, racismo, homofobia, sobrecarga de trabalho (burnout), dentre outros temas sensíveis que atravessam o nosso cotidiano. O projeto tem o intuito de ampliar o espaço para discussão e reflexão da temática, através de debates mediados por jornalista com experiência em telejornalismo.
Produto Principal - Espetáculo teatral. O produto cultural apresentado aqui é um espetáculo com 70 (setenta) minutos de duração e apresentações presenciais em teatros equipados para receber público comum e público com necessidades especiais. O produto tem como material de apoio cenário, luz e som, além de programas impressos em papel couchê no formato de livreto com 4 páginas. Também inclui programa em áudio ampliando a acessibilidade. Produto derivado - Debates gratuitos com objetivo de contrapartida Social. O produto cultural apresentado aqui é um debate com três apresentações presenciais gratuitas e duração de aproximadamente 60 (sessenta) minutos. Todas as apresentações terão intérprete de Libras, ampliando o acesso. Serão realizados no mesmo local do espetáculo após a récita. Além disso a produção oferecerá dois ônibus para transporte de alunos de universidade pública, que sejam domiciliadas em comunidades periféricas, proporcionando que assistam tanto ao espetáculo quanto à palestra.
O projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade: 1) Realização de 1 oficina de treinamento e capacitação, visando a acessibilidade atitudinal e preparando a equipe para atender à pessoas surdas, cegas, cadeirantes e pessoas neurodivergentes. 2) Acessibilidade física: 2.1) Teatro preparado em sua estrutura com rampas de acessibilidade, banheiros acessíveis e espaço na platéia para acomodação de cadeirantes; 2.2) Assentos especiais para pessoas com sobrepeso e/ou obesidade; 2.3) Pessoas neurodivergentes: a) Sala ou espaço para acolher pessoas com transtorno do espectro autista. b) equipe capacitada para acolher pessoas neurodivergentes. c) abafadores de ouvido para pessoas com transtorno do espectro autista em todas as sessões; 2.4) Realização de análise qualificada de viabilidade técnica em todos os teatros escolhidos para cumprimento das acessibilidades; 3) Acessibilidade de conteúdo: 3.1) Pessoas cegas: Programa com versão em áudio do conteúdo do programa do espetáculo; 3.2) Pessoas surdas: Espetáculo com intéprete de Libras experiente na tradução de eventos culturais em 8 sessões do espetáculo. Todos os 3 (três) debates terão intérprete de Libras. 3.3) Programa do espetáculo com QR Code na capa para disponibilização das alternativas de acessibilidade; 5) Divulgação prévia de todas as medidas de acessibilidade, visando incentivar o acesso; 6) Relatório com comprovação de todas as ações de acessibilidade.
O projeto prevê as seguintes ações de Democratização de Acesso: 1) Concessão de meia-entrada para jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) em todos os ingressos comercializados; 2) Concessão de Meia-entrada para estudantes em 40% dos ingressos comercializados; 3) Concessão de meia entrada para idosos em todos os ingressos comercializados; 4) 20% do total de ingressos comercializados a preços populares (equivalente a 3% do salário mínimo vigente) 5) 10% do total de ingressos em caráter gratuito com destinação social, sendo 500 ingressos gratuitos destinados a alunos do esnino público; 6) Três debates gratuitos com elenco e equipe criativa mediados por um profissional do jornalismo para ampliar conhecimento acerca do tema. 7) Locação de 2 ônibus para transportar pessoas de baixa renda inscritas em projetos sociais ou de escolas/universidades públicas.
Proponente: Curumim Produções Artísticas LTDA, responsável legal e Coordenação geral de produção: Anna Sophia da Rocha Miranda de Carvalho Em artes Anna Sophia Folch, foi estudante de teatro na Casa de Cultura Laura Alvim, cursou Letras com pós em roteiro na PUC-Rio e é atuante na cena cultural há vinte anos. Foi idealizadora e produtora geral dos espetáculos teatrais "O Método Gronholm"com direção de Lázaro Ramos; "12 anos ou a Memória da Queda" com direção de Tatiana Tibúrcio; "O âncora" escrito e dirigido por Leandro Muniz. No cenário musical, produziu o album fonográfico "Nu" de Angelo Paes Leme e o videoclipe "Nós Dois" dirigido por Walter Lima Junior; produziu também oficinas culturais de Walter Lima Junio e Diogo Monteiro. No cinema dirigiu e escreveu o longa metragem "Walter" com estreia prevista para 2025. Anna também é atriz e já trabalhou em diversas produções audiovisuais e de teatro. Destacam-se a novela "Ciranda de Pedra" e "Lado a Lado" na Rede Globo; "Surtadas na Yoga" de Fernanda Young para o GNT; Detetives do Prédio Azul no Gloob. No teatro também atuou nos espetáculos "A Confissão", "Relações Aparentes" e "Método Gronholm". Dramaturgia e Direção artística: Leandro Muniz. Leandro é roteirista, dramaturgo, diretor e músico. No cinema escreveu os longas “Meu passado me condena”, “Meu Passado me Condena 2”, “Um tio quase perfeito”,” Um tio quase perfeito 2”, “Uma Quase Dupla”, "Minha irmã e eu” e “Os Aventureiros”, além de outras colaborações em roteiros e trilhas sonoras. Na TV e no streaming escreveu programas e séries como “Lady Night” , “Cangaceiro do Futuro” (Netflix) , “Filhos da Pátria”, “Escolinha do Professor Raimundo”, “Amor & Sexo”, “Domingão do Faustão”, “Junto & Misturado” (Rede Globo), “Vida de Jogador” (Star +), Comédia MTV, entre outros. No teatro, escreveu e dirigiu as premiadas peças “Sucesso”, “A vida não é um musical – o musical” e “Relationships”, apresentada na Off Broadway em Nova York e em Los Angeles. Atualmente está em cartaz como diretor com “Vocês Foram Maravilhosos” com Marcos Veras. Direção e Atuação: Alex Nader Alex começou no teatro aos 11 anos, estudou com Domingos Oliveira, Hamilton Vaz Pereira, Moacir Chaves, Fabio Barreto, entre outros, e se profissionalizou em 1998. Formou-se em Cinema pela Unesa em 2003, desde então vem trabalhando com renomados diretores no Teatro, TV e Cinema. No Teatro destaca-se “Caranguejo Overdrive”, vencedor dos prêmios Cesgranrio, Shell e APTR nas categorias Texto e Direção; “Navalha na Carne”, uma Homenagem para Tônia Carrero; “A Paz Perpétua”, com Direção de Aderbal Freire Filho; “Répétition”, com direção Walter Lima Jr., e “Não sobre Rouxinóis”, com direção de João Fonseca e Vinícius Arneiro. Na TV seus últimos trabalhos foram a novela “Quanto mais vida melhor”, na TV Globo; as séries “Amar é para os fortes”, na Amazon; “Arcanjo Renegado” e “A Divisão”, ambos para a Globoplay. No Cinema seus principais trabalhos são os longas “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte; “Macabro”, de Marcos Prado; e “Motorrad”, de Vicente Amorim. Atualmente interpreta o protagonista da série "DNA do Crime" na Netflix. Direção de produção: Radamés Bruno Iniciou carreira em 1984, como ator e produtor, em Campinas, SP, para onde levou os maiores nomes (nacionais e internacionais) do teatro, música, dança, exposições, etc. Assessor da Secretaria de Cultura de Campinas, jan/jun 2021; Diretor Executivo da Orquestra Sinfônica de Campinas, jul 2018/ago 2019, Assessor Especial, Adjunto Secretaria de Cultura de Campinas - jan 2017/ago 2019; Produção e programação do Teatro Brasil Kirin, Iguatemi Campinas, 2013 a 2017, Campinas/SP; Produtor associado da Exposição O Fantástico Corpo Humano, Estado.SP, 2013; Produtor executivo e coordenador da Mostra Artística da Teia–Encontro Nacional de Pontos de Cultura e Economia Solidária, Bienal de São Paulo-2006; Produtor do projeto Tivoli ao Vivo, 2005/2008, Sta Bárbara D’Oeste; Produtor Local do Projeto Conexão Cultural Pq D Pedro Shopping, Campinas, 2004/2008; Produtor executivo da Mostra Artística, do Fórum Cultural Mundial, 2004, São Paulo, SP; Produtor de viagem do Grupo Galpão e do Grupo de Dança1º ato, Belo Horizonte/MG, 1999/2005. Direção de produção dos seguintes espetáculos: Todas As Coisas Maravilhosas, direção de Fernando Philbert, com Kiko Mascarenhas, 2019; O Topo da Montanha de Katori Hall, com Lázaro Ramos e Taís Araújo, direção de Lázaro Ramos, 2016/2017, 2018/ 2019; O Jornal de Rolling Stone, direção Kiko Mascarenhas e Lázaro Ramos – 2017/2018; A Menina Edith e A Velha Sentada, texto, direção e músicas Lázaro Ramos, 2018; O Camareiro de Ronald Harwood, com Tarcísio Meira e Kiko Mascarenhas, direção de Ulisses Cruz, 2015/2016, entre outros. Produz shows de Roberto Carlos, desde 1998, no interior de São Paulo. Direção de movimento: Valéria Monã É bailarina, atriz, coreógrafa e preparadora corporal. Iniciou sua carreira no grupo de dança Afro Mosca vinculado a umprojeto social do município de São João de Meriti. Depois de anos de estudo, Valéria foi indicada para dar aulas em uma escola da rede estadual, onde trabalha até hoje como animadora cultural. Fundou e comanda o primeiro grupo de dança afro primitiva do Rio de Janeiro, na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Atualmente, está à frente da Companhia Valéria Monã, no espaço Rampa. Como atriz e coreógrafa integra a Companhia dos Comuns, um grupo de teatro composto somente por atores negros e atuou nas peças ‘A Roda do Mundo’, ‘Bakulo’, ‘Candaces- a reconstrução do fogo’, entre outras. No momento, ela se apresenta no espetáculo Contos Negreiros do Brasil. Ao lado do ator e diretor de teatro Hilton Cobra (Cobrinha), Valéria também ministra oficinas de aspectos culturais e religiosos de matriz africana para composição de personagens. Segundo ela, essas oficinas são uma “espécie de cartilha negra”, que tem por objetivo trazer referências, explorar a estética e o domínio do corpo negro para as cenas. Cenário e Iluminação: Paulo Denizot. Trabalha há 20 anos no mercado cultural brasileiro. Realizou inúmeros trabalhos nas áreas de teatro, shows, dança, exposições, óperas, oficinas de iluminação artística e programas para tv e internet.Designer com formação livre em artes no curso de fundamentação e aprofundamento na Escola de Artes Visuais do Parque Lage- EAV e técnico em fotografia. Vencedor do prêmio Fetaerj na categoria melhor iluminação com a peça “Acorda amor”. Foi indicado aos Prêmios de melhor iluminação CBTJ em 2019 com a peça “Kalú e a Lua”, ao Prêmio Cenym com “Um beijo em Franz Kafka” e ao Prêmio Shell em 2020 com a peça “Histórias Veladas”. Figurino: Evelyn Cirne. Bacharel e Artes Cênicas/Indumentária/figurino pela UFRJ.Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Figurino, Cenografia e Direção de Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro musical, teatro, cinema e oficina. Premiada pela Funarte, através do Edital Arte em Arte em Toda Parte, com a Oficina de Figurino Teatral - 5 Pilares Para Começar.
PROJETO ARQUIVADO.