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Produzir a montagem do espetáculo teatral musical intitulado "Timão, o musical para um bando de loucos". A peça fará a estreia e temporada de dois meses na cidade de São Paulo.
Timão, o musical para um bando de loucos” é um espetáculo que narra a épica jornada do Sport Club Corinthians Paulista através dos olhos e corações de sua apaixonada torcida. Do lampião que iluminou sua fundação em 1910 aos holofotes da era moderna, esta produção teatral entrelaça a história do clube com as vidas de seus torcedores, criando um mosaico vibrante da cultura brasileira. O espetáculo se desenrola como um álbum de memórias vivas, onde cada página virada revela um capítulo crucial da saga corintiana. Dos primeiros títulos da década de 1920 à glória do quarto centenário de São Paulo, o público é transportado através do tempo, sentindo a emoção de cada conquista como se estivesse nas arquibancadas. Momentos icônicos ganham vida no palco: a rivalidade com Pelé, a primeira invasão corintiana no Maracanã, e o fim da seca com o gol histórico de Basílio. Entre as cenas de glória esportiva, vislumbramos a vida dos torcedores - casamentos, aniversários, nascimentos e até velórios, todos tingidos com as cores preto e branco da paixão corintiana. A narrativa avança, celebrando a democracia corinthiana, os títulos nacionais que eletrizaram o país, e a conquista internacional que levou a Fiel ao outro lado do mundo. O espetáculo culmina com a realização do sonho da Libertadores, a inauguração da Neo Química Arena, e o reconhecimento do time feminino, as "Brabas", simbolizando a evolução e a inclusão. Mais do que uma cronologia de vitórias, “Timão, o musical de um bando de loucos“ é uma ode à paixão que move milhões. Através de música envolvente, coreografias eletrizantes e performances emocionantes, o espetáculo captura a essência do que significa ser corintiano - uma mistura de fé inabalável, orgulho ferrenho e amor incondicional. "Timão, o musical para um bando de loucos” é uma celebração da cultura popular brasileira, um testemunho da força da comunidade, e um tributo àqueles para quem o Corinthians não é apenas um time, mas um modo de vida. É uma jornada emocional que promete fazer o público rir, chorar e, acima de tudo, sentir o pulsar do coração corintiano.
Objetivo geral: O projeto tem como objetivo principal realizar uma temporada de (02) dois meses no município de São Paulo do espetáculo musical intitulado "Timão, o musical para um bando de loucos". Na contrapartida: realizar oficinas e ensaio aberto. Objetivo específico: Realizar 32 apresentações do espetáculo teatral musical, na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade média de 600 lugares para o público em geral, a partir de 12 anos de idade, com o potencial de atender 19.200 espectadores. A Contrapartida será oferecida a 500 beneficiários, respeitando-se o artigo 32 da IN nº11 de 30/01/2024, conforme descrição abaixo. I- Realizar quatro oficinas de produção cultural, com 09 horas de duração (3 encontros de 3 horas cada) atendendo 125 alunos cada, entre estudantes, professores da rede pública de ensino, abordando os temas da produção cênica dos espetáculos teatrais. II - Realizar um ensaio aberto A comprovação da realização desses encontros se dará através de lista de presença de participação, registros fotográficos e videográficos e nas cartas convites enviados às instituições beneficiárias do projeto, evento gratuito.
O Sport Club Corinthians Paulista, em seus 114 anos de história, transcendeu o papel de mero clube de futebol, tornando-se um fenômeno sociocultural de proporções nacionais. O projeto de um espetáculo musical baseado na trajetória do clube, narrada pela perspectiva de sua apaixonada torcida, oferece uma oportunidade única de explorar a intersecção entre esporte, cultura popular e identidade coletiva. Este projeto promete não apenas entretenimento de alta qualidade, mas também profunda relevância cultural, social e artística. Ao colocar o torcedor no centro da narrativa, o espetáculo propõe uma abordagem inovadora que ultrapassa a cronologia esportiva, mergulhando nas emoções, desafios e triunfos que definem a experiência da "Fiel Torcida". A "Fiel", uma das torcidas mais apaixonadas e leais do Brasil, reflete o profundo vínculo emocional entre torcedores e clube. Centrar o espetáculo nas histórias desses torcedores propõe uma exploração poderosa da identidade corintiana e, por extensão, de aspectos fundamentais da rica e diversa cultura brasileira. A diversidade notável da torcida corintiana, abrangendo diferentes classes sociais, etnias, gêneros e gerações, oferece um rico mosaico de histórias pessoais. Entrelaçadas com a trajetória do clube, essas narrativas proporcionam um panorama ímpar da sociedade brasileira, explorando: - Mudanças sociais e econômicas no Brasil ao longo do século XX e início do XXI - A evolução da cultura popular urbana, especialmente em São Paulo - O papel do futebol na formação da identidade nacional O Teatro, como expressão artística, possui o poder de dar vida a essas histórias de maneira envolvente e emocionante, permitindo: - Criar uma conexão emocional imediata com o público - Explorar nuances e complexidades das experiências individuais - Transformar histórias pessoais em reflexões universais sobre paixão, identidade e pertencimento Este projeto transcende o mero entretenimento, configurando-se como uma obra de relevância artística, histórica e social. Promete emocionar, educar e inspirar, criando um espaço de reflexão sobre identidade, comunidade e paixão. A realização deste espetáculo musical justifica-se como um projeto cultural de grande importância, contribuindo para o enriquecimento do panorama artístico brasileiro, enquanto preserva e celebra um aspecto vital de nossa cultura popular. É uma oportunidade única de transformar a paixão coletiva em arte, criando uma experiência emocionante e memorável.
Este espetáculo se enquadra no segmento musical de grande porte. A equipe artística será composta por 20 atores - 6 músicos em cena, a equipe de criação artística terá 9 profissionais, a equipe técnica terá 18 integrantes , a equipe de produção contará com 14 profissionais e a equipe de comunicação será composta por 7 integrantes, além de diversos prestadores de serviços atuantes em diversas áreas da cadeia econômica e produtiva, gerando 93 empregos diretos e diversos empregos indiretos.
Declaramos que o projeto “Timão, o musical para um bando de loucos”, atende ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, pois será realizado em teatros que proporcionam condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999. Acessibilidade física: rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, local demarcado para cadeirantes e monitores contratados para o atendimento ao público PNE. Acessibilidade de conteúdo: Garantimos que a acessibilidade de conteúdo será integral, para todos os produtos (principal e contrapartida) em todas as sessões e, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo). Deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras em todas as sessões Deficiente visual: áudio descrição gravada com a explicação antes do início da apresentação, contextualizando a apresentação; descrição do ambiente e uma breve sinopse do espetáculo Contrapartida social: Deficientes auditivos - Haverá a presença de intérprete de libras nas oficinas. Deficientes visuais – Monitores contratados como guias para garantir a participação do público. Daremos ciência da obrigatoriedade nas medidas de acessibilidade em todo o material de comunicação e divulgação do projeto.
Democratização de Acesso: Para democratização de acesso, este projeto oferece gratuidade em todas as ações de contrapartida. - Oficina de Produção Cultural, com 9 horas de duração (3 encontros de 3 horas cada) totalizando 500 vagas; - 1 ensaio aberto, preferencialmente para estudantes, professores da rede pública de ensino, entidades e instituições educacionais e sociais. A forma de distribuição do produto cultural se dará através da doação de cota de ingressos gratuitos à estudantes e professores da rede pública de ensino. O plano de distribuição do projeto prevê: - I - 10% distribuição gratuita promocional para os patrocinadores; - II - 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - III - 10% para distribuição gratuita em ações de divulgação do projeto; - IV - 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente.
Equipe técnica: Dramaturgia: Claudia Barral Direção: Fernando Nitsch Elenco: Ailton Graça, Dani Nega e mais 18 atores Figurino: Marcela Donato Direção Musical: Marcelo Pellegrini Cenário: Renato Theobaldo Figurinos: Fabio Namatame Iluminação: Cesar Pivetti Video Mapping; André Grynwask Produção: Edinho Rodrigues Currículos Cláudia Barral Formada em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia, com passagem pelo GITIS – Academia Russa de Artes de Moscou – onde esteve em residência para o curso "Os Fundamentos do Método de Stanislavsky", em 2003. Cláudia atua em diversos campos da produção literária, como dramaturga, roteirista e poetisa. Na sua produção em dramaturgia destacam- se "O Cego e o Louco" (Prêmio Copene 2000, com versão roteirizada para a TV Cultura em 2007), "Cordel do Amor sem Fim" (Prêmio Funarte 2004, Indicação ao Prêmio FITA 2013), "O Terceiro Sinal" (texto comemorativo para o aniversário de 70 anos da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, em 2007), “Hotel Jasmim” (Prêmio Dramaturgia Feminina Heleny Guariba, 2014 e vencedor do Edital de Pequenos Formatos do CCSP, em 2016), Madame Blavatsky – Amores Ocultos” (Sesc em Casa, 2020). Cláudia colaborou, ainda, com a dramaturgia de espetáculos como Os Figurantes (2009), direção de Cacá Carvalho e “Erêndira”, texto de Gabriel Garcia Marques adaptado por Augusto Boal e com direção de Marco Antônio Rodrigues. Claudia colabora pedagogicamente como professora convidada da especialização em dramaturgia na pós-graduação da Escola Superior de Teatro Célia Helena (SP) e, por duas vezes, conduziu a Oficina "Fundamentos da Dramaturgia", a convite do Sesc de São Paulo. Publicações em poesia incluem os livros O Coração da Baleia (Ed. P55, 2011) e Primavera em Vão (Ed. Penalux, 2015). Outras publicações incluem O Cego e o Louco e outros textos (Ed. Cidade da Bahia,1998), Cordel do Amor sem Fim (Ed.Funarte, 2003) e Hotel Jasmim (Ed. Centro Cultural São Paulo, 2017) Seus textos contam com diversas montagens, filmagens e leituras encenadas por todo território brasileiro e em países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, Peru e Itália e Estados Unidos. Fernando Nitsch Diretor, ator, professor e dramaturgo. Formado pelo Teatro-escola e pós- graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Como diretor, seus últimos trabalhos foram em: O Mar, de Federico Roca; Saudade é uma brecha no vazio do tempo, de Clovys Torres; Liberdade liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel; Ensaio sobre a Lucidez, adaptação da obra de José Saramago, de Marcos Barbosa; e o Julgamento secreto de Joana D'arc de Aimar Labaki, no teatro Oficina. Atuou em espetáculos de grupos relevantes da cidade de São Paulo como o Grupo Folias e Cia Elevador de Teatro Panorâmico. Em televisão protagonizou a série Gigantes do Brasil, personagem Martinelli, que estreou no History Channel, em 2016. Participou ainda das séries Coisa mais linda, da Netflix, Assédio, da Globo, e O Doutrinador, do canal Space entre outros. Diretor artístico do tour da arena Corinthians e da visita guiada do estádio do Mineirão. Professor de roteiro da Talklab.Vocalista da banda N3ur4l. Ailton Graça O paulista Aílton Graça nasceu em 1964 e fez cursos de dramaturgia, interpretação, direção, técnicas circenses e oficinas de cenário, figurino e vocal. Apaixonado por Carnaval, comenta desfiles de escolas de samba pela Rede Globo de São Paulo e é presidente da escola de samba mais antiga do Carnaval de São Paulo, a Lavapés, fundada em 1937 no Glicério, que agora se chama Lavapés Pirata Negro e ganhou um novo espaço no bairro do Jabaquara. Os trabalhos de Aílton no teatro incluem A Vida que Pedi, Adeus, Os Intocáveis e Diálogo Noturno com um Homem Vil, texto do dramaturgo suíço Friedrich Dürrenmatt, quando dividiu o palco com Celso Frateschi, sob direção de Roberto Lage. Na TV, entre outras novelas da Rede Globo, integrou o elenco de América, Avenida Brasil, Totalmente Demais, O Sétimo Guardião, Império (na qual viveu a personagem Xana Summer), Salve-se Quem Puder e das séries Carcereiros e Cidade Proibida. Em 2020, participou do especial da Rede Globo levado ao ar no Dia da Consciência Negra, Falas Negras. O ator participou também da nova série do Globoplay, Rota 66, inspirada no livro homônino de Caco Barcellos, ainda sem data de estreia. No cinema, Aílton Graça atuou em filmes como Carandiru, Querô – Uma Reportagem Maldita, A Guerra dos Rocha, Meu Tio Matou um Cara, Até que a Sorte nos Separe, Deus Não Erra e M8 – Quando a Seus mais recentes trabalhos na telona são Galeria Futuro, O Pai da Rita e Correndo Atrás – que fez parte da Seleção Oficial do Pan African Film Festival, do Festa del Cinema di Roma e do African Film Festival New York. Recentemente, Aílton pôde ser visto na novela das 21 horas, da Rede Globo, Travessia, escrita por Glória Perez. O ator deu vida ao professor de história Monteiro, casado e pai de adolescentes. Em agosto deste 2023 o Aílton Graça recebeu o Prêmio de Melhor Ator no Festival de cinema de Gramado com a cinebiografia Mussum, O Filmis, em que interpreta o inesquecível artista. O longa, inspirado no livro Mussum Forévis – Samba, Mé e Trapalhões, de Juliano Barreto, e tem direção de Silvio Guindane. Ainda em 2023 o talento começou a gravar a minissérie PABLO & LUISÃO, na Rede Globo, com estreia prevista para outubro/2024. Atualmente grava a nova novela das 19hs na Rede Globo, “Volta por Cima”, sucedendo “Família é Tudo”. Neste projeto o Ailton Graça viverá um empresário muito bem sucedido. Dani Nega É atriz, MC, compositora e ativista do movimento negro e LGBTQI+. Mestra de cerimônia com voz suave, precisa e irônica. Uma metralhadora poética que honra a sigla R.A.P. em suas duas versões: ‘rhythm and poetry’ no inglês ou ‘revolução através da palavra’ em sua apropriação brasileira. Atua como parceira junto a importantes grupos de teatro como “O Crespos”, “Coletivo Negro” e “Núcleo Bartolomeu de Depoimentos”. Com esse último ganhou o Prêmio Shell de melhor trilha sonora com o espetáculo “Terror e Miséria no Terceiro Milênio” onde assina direção musical. Dani Nega tem um trabalho musical em parceria com o produtor/músico/performer Felipe Julian ( Craca). A dupla foi premiada no 28˚ Prêmio da Música Brasileira como melhor Albúm Eletrônico e atualmente se apresente em vários pontos culturais pelo Estado de SP e festivais fora de SP.Depois de longa e frutífera parceria com o DJ Craca, lança seu primeiro álbum solo autoral. Dani vem abordando em suas letras temas como racismo, violência urbana, e apropriação cultural, do seu ponto de vista singular. O novo trabalho traz ainda elementos autobiográficos e um retrato de seu dia a dia na cidade, trabalhando, criando e vivendo afetos como mulher negra, artista. Cesar Pivetti Assina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Entre 1988 e 1990, fez estagio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Desde então, cria até hoje lindos quadros vivos através de suas pinturas com luz em inúmeros espetáculos. Em 2017, junta-se à Lighting Designer Arquitêtonica Carina Tavares e criam a A2 Lighting Design. Renato Theobaldo Cenógrafo com vasto currículo relacionado à cenografia para espetáculos teatrais, óperas e exposições temáticas. “Madame Blavatsky”, de Claudia Barral; “Rock Para Menores” de Marcio Macena e João Rodrigo Ostrowsky; “Poesia e Melodia”, compilação de textos inéditos de autores negros contemporâneos mixados às músicas de Luiz Melodia; “Naufrégio”, de Federico Rocca e Marcio Macena; “O Homem Fal(h)o, de Gabriel Pernambuco; “Deboche”, de Mila Ribeiro; “Rainha”, de Guilherme Gonzales; “Segundaokê”, de Cristiane Werson; “Hedda Gabler”, de Henrik Ibsen; “Vidros Arriados”, de Antônio Ranieri; Silencio.doc”, de Marcelo Varzea; “A carruagem de Berenice”, de Camila Appel, musical infantil em parceria com Zeca Baleiro que assina a trilha; “Coisas estranhas acontecem nesta casa”, de Pablo Diego Garcia; “Pedras Azuis”, Alguém pra chamar de Seu” – onde também assina o texto. “O beijo no asfalto” e “Boca de ouro”, ambos de Nelson Rodrigues, “Ela está chegando”, de Paulo Coronato. “O Rato”, adaptação da obra de Paulo Tatit, “Os quatro amigos engenhosos”, baseado na obra “I 4 amici ingegnosi” da cultura popular Italiana. Executou cenários para mais de 30 espetáculos e pocketshows musicais. Fabio Namatame Formado em Publicidade e Artes Plásticas. Já recebeu diversos prêmios por seus trabalhos, dentre eles Shell, Apetesp, APCA e Mambembe. Criou diversos cenários e figurinos para montagens teatrais, óperas e musicais, destacando-se: O GUARANI -direção Carlos Alberto Sofredini; CASA - direção Denise Stoklos Nova York; SEXO DOS ANJOS - direção Flávio de Souza; NÃO TENHA MEDO DE VIRGINIA WOLF -direção e texto Elias Andreato; CIÚME - direção de Marília Pêra; MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS- direção de Regina Galdino; DESMEDÉIA - direção e concepção Denise Stoklos; APARECEU A MARGARIDA - direção Aderbal Freire Filho; INTIMIDADE INDECENTE - direção Regina Galdino; CORAÇÃO BAZAR - direção José Possi Neto; TURISTAS E REFUGIADOS -direção de Renata Mello; MAR DE GENTE direção de Ivaldo Bertazzo; O MISTÉRIO DE IRMA VAP direção de Marília Pêra, dentre vários outros, além dos Musicais: MY FAIR LADY direção de Jorge Takla; WEST SIDE STORY direção de Jorge Takla; O REI E EU direçao de Jorge Takla; EMOÇÕES BARATAS direção de José Possi Neto; EVITA – direção de Jorge Takla; CABARET direçao de José Possi Neto; CANTANDO NA CHUVA direção pelo americano Fred Hanson. André Grynwask Projeções/Videografia/Videomapper. Sócio proprietário da empresa Um Cafofo que cria obras mesclando arte e tecnologia usando como suporte o audiovisual, o videomapping e a trilha sonora. Contribuições recentes para as artes cênicas: “Fóssil”, de Marina Corazza e dir. Sandra Corveloni - SESC Pompéia/2020; “Alladin”, com dramaturgia e dir. de Carla Candiotto - por este trabalho recebeu a indicação no prêmio CTBIJ - de Teatro para Crianças/RJ na categoria Projeções Cênicas -Teatro Clara Nunes/RJ e Teatro Porto Seguro/SP - 2019; “Casa Submersa”, de Kiko Marques com a Velha Companhia - SESC Pompéia/2019. Entre 2021 e 2022 cria vídeo mapping para os espetáculos “Tectônias” e “Terremotos”, ambos executados no Teatro do Sesi – SP.
Periodo para captação de recursos encerrado.