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PRONAC 2410946Iniciado prazo para apresentar prestação de contasMecenato

Apresentação das Tribos Muirapinima e Munduruku em Juruti 2025.

MANA PRODUCOES COMUNICACAO E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 860,6 mil
Aprovado
R$ 860,6 mil
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 6,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04913711000108Banco do Estado do Pará 3S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

58.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-10-16
Término

Resumo

Confeccionar indumentárias, fantasias, cenários e alegorias para as apresentações cênicas das Tribos Muirapinima e Munduruku em Juruti, Pará. O projeto tem como foco central as apresentações culturais, que incluem danças, músicas e rituais indígenas, proporcionando um espetáculo vibrante que resgata, preserva e promove as tradições da região.

Sinopse

No Festival Folclórico das Tribos Indígenas de Juruti, as tribos Munduruku e Muirapinima protagonizam um espetáculo grandioso que mistura tradição, arte e história. Através de danças coreografadas, músicas tribais, rituais simbólicos e performances cênicas, celebram seus mitos, lendas e a profunda conexão com a natureza e o modo de vida ribeirinho. As apresentações são enriquecidas por fantasias detalhadas, cenários temáticos e alegorias imponentes, retratando elementos da cultura indígena, como a caça, o plantio, a vida comunitária e os rituais de passagem, imergindo o público no universo cultural dessas tribos. A Tribo Munduruku destaca-se pelo uso do vermelho e amarelo, que simbolizam sua força, coragem e conexão com a terra. Já a Tribo Muirapinima utiliza o vermelho e azul, refletindo sua energia combativa e sua ligação espiritual com as águas. Essas cores, além de estéticas, reforçam a identidade e os valores de cada tribo, sendo fundamentais para suas apresentações. Além disso, as danças folclóricas, como o carimbó, são executadas com vestimentas coloridas que simbolizam a ligação com a terra, os rios e os elementos naturais. Com ritmos e movimentos inspirados por histórias ancestrais, mitos e lendas, as coreografias transmitem saberes e valores essenciais para a identidade tribal e o cotidiano ribeirinho. A música, com instrumentos tradicionais como flautas, tambores e chocalhos, conecta as gerações, contando histórias de resistência e celebração. O público do Festival Folclórico das Tribos Indígenas de Juruti é diversificado, abrangendo todas as faixas etárias, desde crianças até idosos, o que propicia um ambiente acolhedor e familiar. As apresentações das tribos mirins, realizadas por crianças, são particularmente emocionantes, pois elas desempenham um papel crucial na representação de suas culturas e na transmissão de valores e tradições desde a infância. A faixa etária predominante inclui adultos jovens e de meia-idade, com uma significativa participação de famílias locais e turistas. Em relação à classe social, o evento atrai tanto comunidades ribeirinhas, incluindo moradores das áreas rurais e urbanas de Juruti, quanto visitantes provenientes de diferentes regiões do Pará e de outras partes do Brasil. Essa composição resulta em um público que reflete uma ampla diversidade socioeconômica, evidenciando o caráter inclusivo e representativo do festival. Em essência, o festival é uma celebração vibrante da diversidade, sabedoria e resiliência dos povos da Amazônia. Cada apresentação reforça a importância de preservar essas tradições e o modo de vida ribeirinho, fundamentais para a identidade indígena e o legado cultural brasileiro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL 1) Realizar as apresentações cênicas das Tribos Mundurukus e Muirapinima em Juruti, por meio da dança, performances artísticas e cênicas, além de manifestações musicais e rituais que refletem as ricas tradições culturais das comunidades indígenas. OBJETIVOS ESPECIFICOS: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS1) Realizar 20 ensaios gratuitos de música e dança em Juruti, voltados para moradores interessados em cantar e dançar ao ritmo dos cantos tribais.Todos os eventos (ensaios) são inteiramente gratuitos e com alta adesão da comunidade que tem carência de oferta de atividades culturais no município. 2) Confeccionar 400 fantasias/vestimentas, sendo 200 para tribo Munduruku e 200 para TriboMuirapunima. Essas fantasias serão entregues inteiramente gratuitas para crianças, adolescentes e jovens da comunidade que participam dos ensaios. 3) Produzir 7 indumentárias para utilização dos principais personagens das apresentações: Apresentador, Porta Estandarte, Guardiã Tribal, Tuxaua, Levantador, India Guerreira e Pajé, sendo 7 para cada tribo, totalizando 14 indumentárias. Todas as indumentárias também serão entregues de forma totalmente gratuitas. 4) Produzir 4 cenários para as apresentações cênicas, sendo um de alegoria de lenda Amazônica e um de ritual indígena x 2 tribos (associações)= 4 cenários.

Justificativa

Durante as apresentações artisticas, a competição se destaca como um dos principais elementos, envolvendo as tribos Munduruku e Muirapinima em disputas amistosas que celebram suas ricas tradições culturais. Essas competições incluem danças, músicas e rituais, permitindo que cada tribo exiba sua singularidade e herança. Essa saudável rivalidade não apenas fortalece a identidade cultural das tribos, mas também oferece aos espectadores uma oportunidade valiosa de conhecer e apreciar a diversidade da cultura indígena, promovendo um entendimento mais profundo e um respeito por suas tradições e modos de vida. Os espetáculos das tribos oferecem uma experiência intensa da cultura indígena de Juruti. Com uma programação rica e variada, o público pode assistir gratuitamente a performances que misturam tradições ancestrais e têndencias. Danças, músicas e rituais celebram o legado indígena, convidando as pessoas a se conectarem com suas raízes e a valorizarem a história de seus antepassados. Esses espetáculos são mais do que entretenimento — são uma poderosa ferramenta para preservar e divulgar a cultura popular de Juruti, reforçando a importância da igualdade, da cidadania e da inclusão social por meio do reconhecimento e do respeito às tradições indígenas. O evento envolve diretamente a comunidade local, especialmente os povos indígenas, que atuam como principais protagonistas. Os artistas, dançarinos, artesãos e líderes das tribos são responsáveis por transmitir suas tradições, saberes e expressões culturais. Além disso, gera oportunidades para outros membros da comunidade nas áreas de produção, turismo e comércio. Essa movimentação econômica substancial impulsiona a demanda por serviços de hospedagem, alimentação e transporte, beneficiando pequenos empreendedores e estimulando o comércio local. Assim, as apresentações das Associações Tribo Muirapinima e Tribo Mundurukus contribuem significativamente para o desenvolvimento econômico do município. Em suma, a aprovação do projeto pela Lei Rouanet não é apenas um reconhecimento da importância dos espetáculos, mas também um passo crucial para fomentar a economia, a educação, a arte, a cultura e a coesão social em Juruti. Trata-se de um investimento no futuro da comunidade, na preservação de suas identidades e na promoção de um desenvolvimento sustentável que respeite e celebre suas raízes. O evento é uma verdadeira ode à cultura indígena, uma manifestação vibrante de resistência e um convite para que todos reconheçam a beleza e a profundidade das tradições que moldam a identidade do povo amazônico. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II -promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII -estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91 que serão alcançados com o projeto, II - fomento à produção cultural e artística,mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação edifusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artescênicas ou congêneres.

Especificação técnica

não se aplica.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: No aspecto arquitetônico, o local é equipado com rampas de acesso e banheiros adaptados, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida transitem de forma segura e confortável. Essas adaptações visam assegurar que todos possam aproveitar plenamente o evento. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Para visitantes com deficiência visual, são disponibilizados recursos de audiodescrição, que permitem uma melhor compreensão das apresentações e dos elementos culturais em exibição. Essa iniciativa facilita a imersão no contexto das danças e rituais apresentados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Para garantir a inclusão de visitantes com deficiência auditiva, o festival conta com intérpretes de Libras, assegurando que a comunicação e a interação com o público sejam efetivas. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAL Serão realizados eventos culturais exclusivos e direcionados ao público de deficiencia intelectual como autistas e pessoas com síndrome de down com a presença de monitores e pessoas que possam ofertar segurança e o devido acolhimento durante a experiência.

Democratização do acesso

No sentido de atender a legislação atual, o Proponente se compromete a: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;No âmbito das tribos Munduruku e Muirapinima, o projeto prevê a disponibilização, na internet, tanto dos registros audiovisuais da última apresentação realizada quanto do ensaio técnico das tribos. Essa ação assegura a difusão e a valorização das expressões culturais tradicionais, permitindo que a comunidade em geral tenha acesso a esse conteúdo de forma gratuita e ampliada.As crianças participam de um processo de formação artística, com aprendizado de músicas e danças. Esse percurso culmina em apresentações públicas, cujos registros audiovisuais serão disponibilizados gratuitamente na internet, por meio do YouTube. Além disso, o ensaio realizado pelas crianças também serão disponibilizados online, caracterizando atividades paralelas que permitem ao público acompanhar o processo de aprendizado. O projeto inclui ainda um evento dedicado especialmente ao público infantil, com atividades de desenho, pintura, dança, música e brincadeiras, possibilitando contato direto com múltiplas linguagens artísticas e fortalecendo a formação cultural desde a infância.Dessa forma, o projeto integra ações de formação artística e de difusão cultural, contemplando tanto a valorização da identidade das tribos quanto o incentivo à participação e protagonismo das crianças em processos artísticos e culturais. fortalecendo a formação cultural e artística desde a infância.

Ficha técnica

MANÁ PRODUÇÕES (PROPONENTE) – Responsável pela gestão administrativa / técnico-financeira. Executará as atividades de planejamento, direção e gestão. Há 6 anos a Maná Produções é a proponente do projeto junto ao governo federal. A Maná é uma das principais produtoras do país com forte atuação em projetos no sudeste e no norte. ANDRÉ LUIS GUIMARÃES – Diretor geral das Tribos Muirapinima e MundurukuPublicitário, responsável pela realização de alguns dos principais eventos do País como, Parada Glbt –SP, 1º. De Maio das centrais sindicais de SP,Festival Folclórico de Parintins, diretor artístico de projetos como o Presépio Gigante de Parintins no Natal Iluminado de São Paulo em 2088, Árvore de natal da CocaCola SP com os artistas de Parintins, shows de Jota Quest, Calypso, Alceu Valença, Dandy e Júnior,Daniel entre outros mega 1º. De Maio da cidade de São Paulo das centrais Sindicais, Exposição Pelé – 70anos, Vitória – 15 anos de Ayrton Senna entre outros. TRIBO MUNDURUKUS - Trata-se de uma a ssociação sem fins lucrativos, com sede na cidade de Juruti - PARÁ, que vem atuando desde 1993 na área de cultura com ênfase na herança cultural indígena e no resgate, preservação evalorização da cultura Amazônica.Na medida em que suas ações visam a promover a auto-estima da população, em especia l as crianças ejovens, a AFTM trabalha com a convicção de que as políticas de ação afirmativa beneficiam a população como um todo. EDVANDER BATISTA - Diretor Artístico - Cursou Jornalismo pela Uninorte (incompleto) e Direito pela UFPA(Incompleto)Já foi secretário municipal de cultura. Um dos fundadores da ASSOCIAÇÃO FOLCLÓRICATRIBO MUNDURUKUS já atuou em diversas áreas dentro da instituição, um dos principais compositores,folclorista, pesquisador e membro do Conselho de Artes desde o início da associação. Faz parte doconselho de arte do BOI BUMBÁ CAPRICHOSO (Parintins –AM) desde de 2003, pesquisador e compositorde várias toadas de sucesso pelo Boi Caprichoso. JIM JONES BATISTA – Coordenador Geral -Membro do Conselho de arte - Formado em História pelaUniversidade Vale do Acaraú (UVA);Um dos fundadores da ASSOCIAÇÃO FOLCLÓRICA TRIBO MUNDURUKUSjá atuou em diversas áreas dentro da instituição, compositor, membro do conselho de artes há 17 anos,foi Apresentador, Diretor de eventos e Presidente da Instituição. AIEZER DUARTE FILHO – Direção Artística (Diretor de Arte/Historiador) Bacharel e Licenciado pleno emCiências Sociais com ênfase em Antropologia –UFPA, e Pós graduado em Filosofia e Arqueologia – UFPA;Ocupou a função de diretor de arte da triboMuirapinima de 2000 a 2006 e há nove anos é diretor de arte da tribo Mundurukus; compositor, foi vencedor do festival da canção de Juruti, faz parteda comissão de arte da tribo mundurukus, trabalhou como sociólogo junto à secretária municipal decultura, atua ainda como comentarista para as emissoras de TV durante a cobertura do festival. ALLANY CASSIUS CRUZ DOS ANJOS – Diretor de Arena- Formado em Licenciatura Plena em Dança pelaUFPA – Produtor artístico e cultural, Diretor de Arena e coreografo oficial da Tribo Mundurukus há 12anos. Há 15 anos é professor de dança flamenca na Academia de Dança Ana Hunger em Belém-PA. IEZEN ROCHA – Levantador de Cantos Indígenas (Cantor) Técnico em Administração de empresas, ArtistaPlástico, Músico, Cantor e Compositor, Instrumentista e Produtor musical. É o Interprete dos CantosIndígenas da Tribo Mundurukus desde 1999. Já Gravou e produziu 18 CDs. Atuou ainda como Levantadorde toadas do Boi TIRA PROSA em Fonte Boa-AM, Cantor do Festival do Boi de Maraã-AM. Em 2012participou como Cantor do Festival dos Botos em Santarém-PA pelo BOTO ROSA. Participou ainda devários Festivais de música na região como compositor, cantor ou jurado, como FECANI em Itaquatiara-AM, Manaus-AM, Boa Vista-RR e Porto Trombetas-PA. Em 2015 foi integrado a Marujada de Guerra do BOI BUMBA CAPRICHOSO, em Parintins-AM fazendo participando dos trabalhos para o Festival Folclóricode Parintins. TRIBO MUIRAPINIMA - Associação Folclórica Cultural e Recreativa Tribo Muirapinima foi fundada no dia 17 de junho de 1995, suas cores são vermelho e azul. A tribo surgiu da dança do fogo, um grupo de dança indígena do Colégio Américo Lima, sob a coordenação da fundadora Aurecília Andrade. FRANCIVAN CARDOSO NUNES ARTÍSTICO: MAKOY CARDOSO - Artesão, Figurinista e Cenografo- Membro do Conselho de Artes - Associação Folclórica Boi-BumbáCaprichoso; Artista de Tribos E Tuxauas - Associação Folclórica Boi- Bumbá Caprichoso;Artista de Tribos,Tuxauas E Itens Individuais- Festribal De Juruti- Pa;Artista de Figurinos - Escola De Samba MocidadeAlegre;Figurinista e Cenógrafo -Escola De Samba Gaviões Da Fiel;Figurinista e Cenógrafo - Escola De Samba Império De Casa Verde.

Providência

ABERTO O PRAZO PARA APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.

2026-01-31
Locais de realização (1)
Juruti Pará