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PRONAC 2411026Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Livro que dá razão ao Estado do Brasil

JOSE ABIMAEL DA SILVA
Solicitado
R$ 237,6 mil
Aprovado
R$ 237,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Natal Rio Grande do Norte

Resumo

Reeditção so"O Livro que dá razão ao estado do Brasil", cujos autores são Diogo Moreno de Campos (1566-1617) e João Teixeira Albernaz (1602-1649) dão conta de mapas que tratam das Capitanias do Brasil, e descrições dos territórios do Século XVII, constituindo-se na terceira edição no país, bem como audiobok.

Sinopse

O Livro dá razão ao Estado do Brasil é uma obra de Diogo de Campos Moreno, ilustrado por João Teixeira Albernaz, contendo mapas coloridos e texto em portugûes arcaico, manuscrito editado no inicio do século XVII. O livro aborda temas como mapas antigos, história do Brasil no período pré-colonizador e mapas do Brasil até 1800.

Objetivos

Objetivo Geral Reeditar o "Livro que dá razão ao Estado do Brasil" com a finalidade de dar conta da situação dos Forte e Fortalezas no ´seculo VII, instalados na costa brasileira pelos portugueses, notadamente os da costa nordestina. Dando conta da situação material e patrimonial de cada um deles. Através da publicação é possível observar a degradação que tais bens sofreram ao longo do tempo. Objetivos Específicos: . Destinar oitenta livros para escolas da rede pública do ensino do Rio Grande do Norte; . Disponibilizar para venda cento e sessenta exemplares a preços menores; . Ampliar o acesso a livros históricos e raros;

Justificativa

Em outubro de 1855, Sua Majestade o Imperador D. Pedro II doou ao Instituto Histórico e Geográfico um precioso manuscrito, contendo vinte e duas cartas geográficas a cores, compreendendo províncias da costa do Brasil, incluindo o Espírito Santo. Esse documento, cópia fiel do original desenhado pelo "Cosmógrafo de Sua Majestade" portuguesa, João Teixeira Albernaz, em 1612. É considerado como "o mais antigo atlas especial, hoje conhecido, de um território americano". Em 1955, ao completar, precisamente, um século em que foi feita a doação do Imperador, o Arquivo Público do Estado de Pernambuco editou um volume de apreciação crítica, com introdução e notas de Hélio Viana, do aludido "Livro que dá Razão". A última edição data de 1968 e comemorativa ao Centenário V Centenário do nascimento de Pedro Álvares Cabral, fac-símile do original manuscrito do séc. XVII, localizado no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Depois dessa, a nossa edição constitui-se a num resgate edição vai propiciar e dar ao conhecimento de nossa história e geografia do período pré-colonizador, pois traz mapas de 1501 -1532, e ainda detalha como e quais eram os equipamentos que guarneciam O Forte dos Reis Magos e as características primitivas do que conhecemos hoje como Natal e a Capitania do Rio Grande, notadamente. Para além do seu valor histórico cultural, através do audiobook, vamos oportunizar o acesso ao conhecimento de tal obra, a pessoas com Deficiência Visual. O uso do mecanismo de Incentivo a projetos culturais foi a forma que encontramos para poder dar cabo a tal projeto. E, atende aos seguintes artigos da lei nº 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Livro CAPA: 60x44cm, 4x0 cores Tinta Escala em Couche Mate (Fosco) 170g, CONTRACAPA: 60x44cm, 4x0 cores Tinta Escala em Couche Mate (Fosco) 170g, PAPELÃO-CAPA: 54.7x38cm, sem impressão em Papelão Rígido 30 - 2,5mm 2400g, PAPELÃO CONTRA: 54.7x38cm, sem impressão em Papelão Rígido 30 - 2,5mm 2400g, MIOLO: 3 fls, 53.7x37cm, 1x0 cor Tinta Catálogo em Offset 180gh, MIOLO: 4 págs, 53.7x37cm, 1 cor Tinta Catálogo em Offset 180g, MIOLO: 22 fls, 53.7x37cm, 4x0 cores Tinta Escala em Offset 180g, MIOLO: 28 págs, 53.7x37cm, 4 cores Tinta Escala em Offset 180g, MIOLO: 53,7X64: 6 fls, 64x46cm, 4x0 cores Tinta Escala em Offset 180g, MIOLO: 74X37: 2 fls, 64x46cm, 4x0 cores Tinta Escala em Offset 180g. - Lombada:15mm, Corte/vinco, Colar Capa, Colado, Laminação Fosca. Quantidade : 1.000 exemplares

Acessibilidade

Acessibildidade Física: O lançamento do livro dar-se-a em espaço com mediadas de acessibilidade, tais como: rampa de acesso, banheiros e corrimões. Acessibilidade de Conteúdo: No Lançamento do livro todo o cerimonial terá tadutor de Libras, bem como leitura de texto sobre a então Capitania do Rio Grande. Na contracapa do livro um QRCode que direciona para a descrição do livro imagens e explicação do textos explicativos (audiobook)

Democratização do acesso

O produto cultural vai ser distribuido da seguinte forma: 80 livros será distribuidos gratuitamente em bibliotecas comunitárias e públicas do Rio Grande do Norte, Universidades da rede pública e privada. 80 exemplares será destinados ao patrocinador; 80 exemplares para ações de divulgação; 80 exemplares para distribuição gratuita com caráter social; 160 exemplares serão comercializados ao preço de R$40,00 (3% salário mínimo) e 400 exemplares serão comercializados por R$225,00.

Ficha técnica

José Abimael da Silva - Editor Responsável pela edição do livro e sua distribuição. Enquanto Editor é responsável pelo texto final para gravação de audiobook. Nascido em Várzea (RN), em 13 de maio de 1963. Ainda garoto, veio morar em Natal. O primeiro trabalho foi como vendedor de discos. Em seguida, tornou-se bancário do Unibanco. E, confessa, era um trabalho que não o agradava. Em paralelo, sempre gostou de ler e colecionar livros. Nos idos de 1980, contrariando todas as regras de ascensão profissional, à época, pediu demissão, pegou todo o dinheiro que tinha e alugou uma cigarreira, que ficava na Rua Vigário Bartolomeu, ao lado do Edifício 21 de Março, no centro da cidade de Natal. Nesta época, só existiam dois sebos em Natal, o de Jácio e o Cata Livros, além de poucas livrarias. Iniciou o empreendimento com seus próprios livros. O nome "Sebo Vermelho" nada mais foi do que inspirado na única tinta que ele dispunha para dar uma cara nova à cigarreira/sebo. E assim nasceu um projeto de vida que já ultrapassa 30 anos. Ao comprar a biblioteca de Clodomil Cabral da Trindade o negócio pegou fôlego e ser sebista não era mais o suficiente. Iniciou o ofício de editor com uma das publicações mais polêmicas da área cultural, o jornal “A Franga”, para contrapor o jornal cultural oficial, “O Galo”. Depois, veio o primeiro livro reeditado em parceria com a Editora Clima “Poetas do Rio Grande do Norte” de Ezequiel Wanderley. Obra extremamente importante para a nossa história literária que chegou a ser resenhada no Jornal do Brasil, como o livro de poesia do mês. Todavia, o posto de primeiro livro publicado pela Editora Sebo Vermelho foi do poeta e escritor Anchieta Fernandes, “Écran Natalense – Capítulos da História do Cinema em Natal”. Hoje, ja editou mais de 630 títulos através da Coleção João Nicodemos de Lima. Danielle Cristina Vasconcelos de Brito - Produção Executiva Doutora em Ciências Sociais (UFRN), Mestre da Universidade de Coimbra em Política Cultural Autárquica, Especialista em Gestão Cultural, pela Universidade Rural de Pernambuco, Graduada em Administração de empresas pela Universidade Católica de Pernambuco (1983) e Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2004), Foi Coordenadora Técnica na elaboração do Plano Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, Consultoria na elaboração do Plano Municipal do Natal. Como pesquisadora fez uma avaliação da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura (2000-2012), também investigamos os investimentos destinados ao Maracatu de Baque Solto, após o recebimento do título de Patrimônio Cultural Brasileiro. No mesmo percurso adentramos na pesquisa sobre implementação dos Planos de Salvaguarda dos bens patrimoniais brasileiros Festa de Sant´Ana de Caicó e Maracatu Cambinda Brasileira. Por isto, entendemos que através destes estudos podemos avaliar as políticas públicas para o patrimônio cultural.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.