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O Projeto Orquestra de Câmara da Fiocruz, propõe a continuidade de ações sociocultural e educacional com vistas a ampliar o acesso e o conhecimento da música de concerto. O projeto contempla o curso de formação musical de jovens em situação de vulnerabilidade social, aulas preparatórias para o THE (Teste de Habilidade Específica) para os integrantes da OCF, manutenção de uma Camerata, apresentações musicais, promoção de oficinas, curso de formação de luthier, visitas a universidades de música e a realização de concertos didáticos para escolas públicas e outros espaços públicos.
a) Curso de Formação de Músicos: A OCF oferece um curso de formação musical e orquestral, inteiramente gratuito, com duração de 3 anos (neste projeto consta o recorte de 2 anos), para cerca de 30 jovens, com aulas de teoria musical, instrumental, prática orquestral e apresentações em concertos externos, entre eles os concertos nas escolas e outros. O curso contempla 1.150 horas anuais de aula individual instrumental (violino, viola de arco, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal e clarinete), 86 horas anuais de teoria musical e 154 horas anuais de prática orquestral. b) Formação e Manutenção da Camerata: Os alunos com nível técnico mais avançado formam a camerata, que recebe ensaios semanais para apresentações e objetiva a motivação ao aperfeiçoamento técnico através de um repertório diferenciado. c) Preparação específica para THE: O projeto oferece preparação específica para os alunos que pretendem prestar exame para ensino superior de música mediante aulas de reforço para o Teste de Habilidade Específica (THE), requisito para o ingresso nas Universidades Públicas de Música. d) Oficinas: O projeto oferece também a realização de oficinas com instrumentistas reconhecidos que tem como objetivo ampliar conhecimento de técnicas, trocar experiências e motivar a qualificação da performance musical. O público-alvo são estudantes de música, mediante pré-inscrição conforme especificidades e exigências estabelecidas no material de divulgação. Estão programadas 2 oficinas por ano com profissionais reconhecidos. Serão ofertadas também 2 oficinas, por ano, sobre acessibilidade e meio ambiente. e) Concertos nas Escolas: Este serviço é oferecido gratuitamente para todas as instituições de ensino público localizadas no município de Petrópolis/RJ mediante agendamento. Consiste na realização de concertos de música clássica de aproximadamente uma hora de duração em diversas escolas de ensino público da cidade de Petrópolis. Durante a atividade também são apresentados os instrumentos, biografia sobre compositores e contextualização sobre as obras do repertório apresentado. A iniciativa faz parte do processo de formação dos alunos através da realização de diversos concertos musicais em escolas públicas municipais e estaduais. O objetivo principal é oferecer uma melhor capacitação profissional aos integrantes da orquestra, através da realização de concertos regulares. O segundo propósito é estimular a formação artística da plateia, levando a música instrumental e seus compositores a um público que, geralmente, não possui muitas oportunidades de participar dessas apresentações.f) Ensaios abertos, concertos, apresentações e recitais variados: Essa atividade é voltada para o público em geral. Serão ofertados concertos gratuitos em locais públicos que podem ou não contar com a participação de outros grupos orquestrais, ou artistas. Anualmente serão realizados dois recitais, um de cordas e um de sopros, para valorização da performance individual de cada aluno. Além disso, bimestralmente haverá ensaios abertos, nos quais o público poderá experimentar o processo de construção de cada música pelos alunos e regente.g) Concertos em comunidades tradicionais: Será oferecido 01 concerto por ano em comunidades tradicionais, seguido por roda de conversa de forma a promover troca cultural entre os alunos da Orquestra e os moradores a comunidade tradicional.h) Festivais: Os festivais de música são uma grande oportunidade de troca de conhecimentos entre os diversos grupos e de aprimoramento técnico. A Orquestra participa de dois formatos de festivais: 1.) Além da apresentação do grupo há atividades formativas como oficinas, masterclasses de instrumentos e performance musical; 2.) A participação da Orquestra se dá apenas com uma apresentação, como é o caso dos Festivais de Inverno promovidos nas cidades da região serrana do Rio de Janeiro. Em ambos os casos é possível desenvolver a motivação e incremento do trabalho técnico individual de cada aluno ao se prepararem para essas atividades.i) Visitas às Universidades: As visitas às universidades são uma atividade de sensibilização dos adolescentes para o ingresso nas Universidades Públicas. Durante a visita os estudantes conhecem o Campus da faculdade de música, de forma a conhecer e vivenciar um pouco da rotina universitária e participam de oficinas e masterclasses e assistem palestras nas quais os alunos recebem informações sobre os processos de ingresso na instituição.j) Curso de Formação em Luthier: Curso com aulas presenciais 1 vez por semana com 3 horas de duração, totalizando 100 horas anuais, que será realizado por 2 anos. O curso será aberto ao público externo. Ao todo, serão 6 vagas, pois é um curso que depende de total atenção ao aluno, não sendo possível termos turmas muito cheias. 5 vagas serão reservadas para alunos do curso de formação de músicos da OCF e 1 para aluno(a) de projeto social de Orquestra.
Objetivo Geral: Contribuir para a redução das iniquidades sociais no acesso à música de concerto, por meio de um curso de formação musical de jovens e difusão musical através das atividades da Orquestra de Câmara da Fiocruz, que incluem apresentações musicais, curso de formação de luthier e oficinas em um ciclo continuado de 3 anos de formação, porém para o projeto apresentado a este Ministério, estamos considerando os custos e entregas de apenas 2 anos de atividades da OCF. Objetivos Específicos: a) Garantir a manutenção de 30 vagas preenchidas por jovens da rede pública de ensino para o exercício de atividades artístico-musicais de orquestra de câmara distribuídas em 03 níveis de aprendizagem; b) Manter e desenvolver a Camerata da Orquestra de Câmara da Fiocruz, como estratégia pedagógica para desenvolvimento dos alunos de nível mais avançado; c) Promover, apoiar e facilitar o ingresso dos integrantes do projeto em cursos de graduação no campo da música, com particular referência aos critérios de admissão no ensino universitário público; d) Promover a divulgação da música orquestral, ampliando o acesso à música de concerto e sensibilizando na formação de plateia, por meio da realização das seguintes apresentações anuais: 10 apresentações para a rede pública de ensino, 04 em eventos públicos (somente da OCFe/ou em parceria com outros artistas, ou colab), 02 apresentações para instituições que atenda preferencialmente pessoas com deficiência e 01 apresentação em comunidades tradicionais; e) Promover e realizar atividades anuais de aperfeiçoamento e qualificação dos integrantes da OCF e/ou de outros projetos sociais, a saber: 02 de instrumentos, 01 acessibilidade, 01 de meio ambiente; f) Promover a participação da OCPF em 02 festivais por ano, que podem ser apenas de música instrumental ou de outros gêneros musicais. g) Promover a realização anual de 2 recitais. h) Promover a realização anual de 1 concerto de final de ano. i) Promover anualmente 3 visitações a universidades de música. j) Promover uma formação de mestres em lutheria para alunos e não alunos da orquestra.
Embora as políticas, programas e ações governamentais busquem incentivar e promover o pleno exercício dos direitos culturais, a valorização e fortalecimento da cultura e da produção nacional, os processos de descentralização cultural no país são relativamente recentes, e a grande maioria dos polos culturais ainda se encontram fortemente concentrados em poucas áreas do país. Em funcionamento desde fevereiro de 2013, a Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí (OCPIT) passa por uma transição, sendo agora reconhecida como Orquestra de Câmara da Fiocruz (OCF). Apesar da mudança de nome, a orquestra continua ocorrendo no Palácio Itaboraí, uma edificação tombada, pertencente a Fiocruz. Este projeto sociocultural é direcionado prioritariamente a jovens de famílias social e economicamente fragilizadas do município de Petrópolis, contribuindo significativamente para o desenvolvimento desses jovens, promovendo inclusão social, cidadania, redução da desigualdade social e capacitação profissional. A OCF se justifica pela oportunidade oferecida aos alunos e professores para realizar um curso de formação musical, com processo de aprendizagem baseado em três pilares: aulas teóricas, prática orquestral e aula instrumental individual, de forma a promover formação social-cultural-musical ampla e consistente, com abordagem profissionalizante. Mais do que promover o acesso à formação musical, dificilmente alcançável de outra forma, este projeto visa desenvolver autoestima, responsabilidade, criatividade e talento viabilizando a abertura de novas perspectivas de futuro, com possível inserção na universidade e/ou no mercado profissional. Por outro lado, o projeto também se justifica por ampliar o acesso e o conhecimento da música orquestral no Município, principalmente no âmbito das escolas públicas, por meio das apresentações artísticas e didáticas realizadas pela OCF e Camerata, além de fomentar uma profissão muito antiga e já em extinção que é o ofício de luthier, a partir do curso de formação. Trata-se, portanto, de um projeto de democratização e ampliação do acesso à arte e à cultura, que está plenamente alinhado com o propósito da Lei Rouanet, que desenvolve ações socioculturais de interesse público e comunitário. Com a Lei Rouanet será possível ampliar e intensificar as ações da Orquestra de Câmara da Fiocruz, contribuindo para a sua manutenção e sustentabilidade. Por todo o exposto, o projeto se enquadra plenamente nas finalidades da Lei n° 8.313 de 23 de dezembro de 1991, conforme os seguintes incisos do Artigo 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - Todos os produtos previstos pelo projeto são gratuitos: o curso, oficinas e apresentações, e em todas as divulgações e apresentações haverá alusão à gratuidade. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - A OCF valoriza e promove o desenvolvimento dos jovens e o trabalho dos músicos profissionais do município; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores _ Por meio dos concertos didáticos nos quais o regente expõe a respeito do contexto histórico dos compositores e das obras. Os Concertos Didáticos se desenrolam de maneira pedagógica através da exposição de cada instrumento em separado, revelando a sonoridade de cada um, da contextualização das obras do repertório, destacando certos elementos musicais facilmente perceptíveis e da cronologia do repertório. O repertório a ser apresentado é organizado cronologicamente a partir dos grandes momentos da história universal, levando informações sobre história da música. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro _ Por meio da inclusão de pelo menos 30% compositores brasileiros no repertório das apresentações e concertos VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória _ mediante a construção do repertório no processo de formação e mediante a realização de apresentação para tornar acessível a música de concerto que é um bem cultural de valor universal E para o cumprimento de suas finalidades, a OCF se enquadra nos seguintes objetivos do Art.3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos
Impacto Ambiental a)Tratamento dos materiais didáticos e/ou de divulgação; b) Diminuir consumo de material descartável - aquisição de garrafinhas para alunos e equipe pedagógica; c) Oficina sobre meio ambiente, tratando de reciclagem, a partir da construção de instrumentos feitos de sucata, 01 oficina por ano; d) O descarte de banners será feito por meio de doação a projetos de reciclagem; e) O programa dos concertos realizados em ambiente aberto, nos quais é difícil mensurar o público presente, será ofertado por meio de QRcode; Sobre Deslocamentos: O projeto prevê inicialmente deslocamentos para as cidades do Rio de Janeiro, Teresópolis, Areal e Juiz de Fora. Nessas localidades, serão realizadas apresentações musicais, participação em festivais e visitas a universidades. Ressaltamos que os locais mencionados poderão ser revistos durante a fase de pré-produção, conforme a necessidade e conveniência do projeto. Sobre compras de materiais permanentes: Cabe ressaltar que quaisquer equipamentos ou materiais permanentes a serem adquiridos pelo projeto, serão doados para a Fiocruz, sob os cuidados e uso permanente da OCF, ao final das atividades.Sobre Anexos: Foi juntado orçamentos para compras de equipamentos, devido à escassez de fornecedores para locação na região de Petrópolis, e memorial descritivo para algumas rubricas da planilha orçamentária. Além de plano pedagógico das atividades formativas.
1. Curso de formação de músicos: O curso de formação destinado a alunos de escolas públicas, que prevê a manutenção de 30 vagas por 2 anos de projeto, numa abordagem multidisciplinar com 6 horas por semana. O projeto pedagógico se encontra em anexo. 2. Oficinas: Serão realizadas oficinas de aprimoramento musical, acessibilidade e meio ambiente com 2 horas de duração, com 40 vagas por oficina. Estas oficinas serão oferecidas aos alunos e abertas a outros projetos sociais e ao público interessado. Em anexo se encontra o projeto pedagógico delas. 3. Formação da Camerata: A Camerata, sub-grupo da Orquestra, é uma estratégia pedagógica para o aperfeiçoamento dos alunos mais avançados. Seus integrantes são selecionados levando em consideração do desenvolvimento e aprimoramento técnico de cada um. Esse grupo de alunos, formado por até 15 jovens, tem ensaios semanais de uma hora e meia de duração, nos quais o regente irá explorar um relatório mais rebuscado e avançado tecnicamente. As músicas preparadas pela Camerata serão apresentadas nas apresentações usuais da Orquestra. 4. Curso de Formação de Luthier: O objetivo desta proposta é oferecer aos participantes uma oportunidade única de desenvolver habilidades manuais e artísticas, promovendo a autoestima, disciplina, e o desenvolvimento profissional em uma área de alta especialização. Ao longo do curso, os participantes terão a chance de construir um instrumento de qualidade. Sendo 100 horas anuais, durante 2 anos, com 6 vagas. O projeto pedagógico se encontra em anexo. O PLANO PEDAGÓGICO DETALHADO DOS ITENS 1,2 E 4 SE ENCONTRAM EM ANEXO.
Consoante a Lei nº 13.146/2015 e com a Instrução Normativa N° 11 de 30/01/2024, no seu artigo 27, a proposta contempla diversas medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde ocorrerão os concertos, cursos, oficinas e apresentações terão acessibilidade garantida. As medidas de acessibilidade que serão observadas no espaço para atendimento a pessoas com limitação de locomoção incluem: Acesso por meio de rampas, corrimãos, elevadores, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeirantes ou cão-guia. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Apresentações: Todas as apresentações contarão com intérprete de libras de forma a assegurar a participação de deficiente auditivo. Também está prevista a realização de 4 apresentações, 2 por ano, exclusivamente para organizações de público que atenda diretamente pessoas com deficiência. Além disso, haverá espaços reservados perto e/ou em cima do palco para facilitar que deficientes auditivos possam sentir a vibração da música. Concertos para PcD Intelectual: Os concertos didáticos destinados às pessoas com deficiência intelectual, serão realizados de maneira lúdica e interativa, visando uma explicação com uma linguagem mais simplificada e de fácil entendimento. Material audiovisual: Todo o material de divulgação audiovisual terá uma versão com audiodescrição, legenda descritiva e janela de libras. SENSIBILIZAÇÃO EM ACESSIBILIDADE: Oferecer oficinas de sensibilização a respeito dos conceitos de acessibilidade e inclusão e suas aplicações de forma a preparar o corpo técnico e alunos da orquestra.
A DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 29 DA IN 11/2024: Cumpre informar que o objeto central do projeto promove a democratização e a ampliação do acesso a bens culturais na medida que viabiliza a fruição da música orquestral, tanto por meio de cursos de formação, quanto pelas apresentações, oficinas e demais atividades. Todas as atividades do projeto são gratuitas e com foco nas camadas da população menos assistidas ou excluídas de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, ou quaisquer outras circunstâncias. Além disso, a orquestra mantém uma relação com a Prefeitura de Petrópolis que apoia os projetos disponibilizando espaços públicos para os concertos, permitindo que a música orquestral alcance um público ainda maior e mais diversificado, gerando um maior acesso a experiências culturais enriquecedoras. Está previsto um público de 6.556 pessoas atingidas por todas as atividades do projeto, durante os 2 anos de sua execução. Conforme orienta o Art. 29 da IN nº 11/2024, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 30 DA IN 11/2024: Conforme previsto no Artigo 30 da IN 11/2024, o projeto contempla as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Realização: Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde / Fiocruz sob a coordenação geral do Sr. Felix Rosenberg, diretor do Fórum. Gestão Cultural: Sociedade de Promoção da Casa de Oswaldo Cruz – SPCOC. A SPCOC será o proponente, e realizará por meio do seu corpo funcional a gestão cultural. A SPCOC é uma associação sem fins lucrativos, que, desde 1987, promove cultura, ciência e saúde, apoiando iniciativas socioculturais da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), uma instituição de referência nacional e internacional.Corpo técnico do Projeto: Coordenador Técnico e Regente: Celso Augusto é mestrando em Processos Criativos em Música pela UNIRIO (desde 2022), pós-graduado em Regência Coral pelo CBM-RJ (2013) e bacharel em Música (piano) pela UFSM (2004). Foi regente assistente da Orquestra Jovem de Santa Maria (2005-2007), Orquestra Infanto-juvenil de Santa Maria (2006-2007), coro Vox in Via (2008-2012), Orquestra Tocante (2008-2012) e coro da Escola Alemã do Corcovado (2009). Lecionou piano no Curso Extraordinário de Música (UFSM, 2004-2007) e no Instituto de Artes Tocando em Você (2008-2011). Foi professor de Teoria Musical Avançada e Canto Coral no projeto OCPIT – Fiocruz (2013). Regente do Coro Coruja (2017-2020), Coro da ASASTEL (2017-2022) e Coro da Igreja Presbiteriana de Jardim América (2017-2023). Atualmente, é regente titular e coordenador técnico da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí. Professor de Clarinete: Victor Hugo começou seus estudos musicais aos 11 anos, com flauta doce no projeto Bem Me Quer Paquetá. Participou de masterclasses e festivais como o Festival de Inverno de Campos do Jordão (2016) e o Festival Internacional de Música de Pelotas (5ª, 6ª e 7ª edições). Apresentou-se em salas como Sala São Paulo, Sala Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com orquestras como a OSUFRJ, Orquestra Sinfônica Cesgranrio, Orquestra Jovem de Paquetá, Orquestra Petrobrás Sinfônica, OSN e OSB. Finalista do concurso Devon & Burgani (2015), vencedor do concurso para solistas da OSUFRJ (2015), do VI concurso de Música de Câmara do Festival Villa Lobos (2016) e do concurso para jovens solistas da OSN (2017). Participou do festival Ilumina (2018), atuando no quinteto de Mozart com Tai Murray. Recentemente, fez curso de aperfeiçoamento em performance em Buenos Aires com Mariano Rey. Bacharel em clarineta pela UFRJ, orientado por José Batista Jr. e Cristiano Alves. Professor de Contrabaixo: Luiz Felipe Galdino, graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Católica de Petrópolis e está cursando Bacharelado em Regência Orquestral pela UFRJ. Foi contrabaixista da Orquestra de Câmara da Universidade Católica de Petrópolis (2008-2018) e do Conjunto Anima e Cuore (2013-2017). Participou de festivais como o 24° e 25° Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (2013-2014) e o 12° e 13° Festival Vale do Café (2014, 2016). Foi professor de contrabaixo da Ação Social pela Música no Núcleo Vale do Cuiabá (2016-2019) e leciona na OCPIT desde 2013. Coordenador do Projeto de Música da Escola de Ensino Integral Padre Quinha (2022) e maestro do mesmo projeto desde 2022. Maestro do Projeto Orquestra Petrópolis - POP desde 2023. Participou da Caravana Sinos Teresópolis (2023) com os maestros Roberto Duarte e André Cardoso. Professor de Flauta: João Gabriel, graduando em Música - Bacharelado em Flauta Transversa pela UNIRIO. Atuou como primeiro flautista da Orquestra de Câmara da UCP de 2002 a 2010 e da AFS - Academia Filarmônica de Sopros. Foi Professor de Flauta Transversa e Flauta Doce da Escola de Música da Universidade Católica de Petrópolis (2009-2011) e Professor de Flauta Doce e Musicalização do IMCP (Instituto dos Meninos Cantores de Petrópolis) (2010-2012). Atualmente é Professor de Flauta Transversal e Teoria Musical da OCPT (Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí) desde 2013.Professora de Violino: Sarah Xabudé, licenciada em Música pela UFRJ (2017-2022), onde estudou com a Profª Mestre Gabriela Queiroz. Foi monitora de violino e musicalização infantil (2017-2019) e do curso de formação musical básica para adultos (2021). Participou do grupo de pesquisa “Musicultura-Maré” e apresentou projetos em eventos acadêmicos. Fez parte do projeto de extensão “O piano na música de Câmara” (2020) e da Orquestra de Câmara do Palácio Itaboraí (2014-2016). Participou do circuito de apresentações do Sesc Pulsar como segundo violino do conjunto de câmara. Atualmente, é aluna da violinista Monique Cabral. Professora de Violino: Helena Caldeira, formada em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Participou de duas edições do Festival Eurochestries - uma em Québec – Canadá (2018) e outra na França (2019) - como violinista da Camerata de Esquina, grupo de música de câmara do qual faz parte há 5 anos. No Brasil, participou de festivais em Juiz de Fora – MG (2015), Belém - PA (2016), Londrina - PR (2017), Gramado - RS (2018), Campos do Jordão (2022) e ainda participou como jovem convidada na XI Semana de Música de Câmara do Rio de Janeiro (2022). Professora de viola de arco: Renata Jordão, bacharelanda em viola pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é formada em Regência de Orquestra pela UFRJ, e em violino pela Academia de Música de Wemmel- Bélgica. Professora Suzuki de violino com formação em cursos creditados pela SAA, nos Estados Unidos e América Latina. Trabalha como professora de violino, musicalização infantil e teoria musical. 2016—2017 – Trabalhou como professora de crianças e adolescentes em Festivais Suzuki cediados em Perú (2016-2017) e em El Salvador (2016); 2014—2015; Trabalhou junto à Orquestra Ribeiro Bastos- São João del Rei- MG; 2013 – Diretora Musical do Projeto Nova Sinfonia e Coordenadora das Escolas de Música e Cidadania provenientes da ONG “Agência do Bem; 2012 – 2013—Integrante (violinista) da “Orchestre Solidaire Résonance”sob a direção de Diego Miguel-Urzanqui – Barcelona; 2005 – 2007 – Centro Cultural Cartola: Fundou e atuou como Diretora, educadora/professora de violino e coordenadora do projeto “Orquestra de Violinos do Centro Cultural Cartola” Professor de Violoncelo: Maicon Schmidt, licenciando em música pela Universidade Católica de Petrópolis. Ele tem vasta experiência como professor de música, atuando na escola ABA (2009-2020), no projeto ASM (2015-2021), no projeto Cidadania Sinfônica de Charbel (2018-2022), e na escola de música do IPAE desde 2022. Além disso, ele é violinista, violoncelista e contrabaixista, com participações em diversos cursos e festivais de música, incluindo o XX Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga e a oficina de música CINVES. Assistente Social: Nina Mayer, formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela atuou em projetos de pesquisa e extensão na universidade. Desde 2016, trabalha na gestão executiva de um projeto, onde planeja ações, monitora resultados, acompanha a frequência e rendimento dos alunos, e fortalece a relação entre família, escola e comunidade. Nina realiza visitas domiciliares, atendimentos individuais, e reuniões em grupo com a equipe pedagógica e discente. Ela também articula com profissionais de diversas secretarias para encaminhamentos e aborda assuntos específicos dos alunos, além de visitar escolas para compreender, junto à coordenação pedagógica, as dificuldades de aprendizagem dos estudantes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.