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Circulação da "Exposição Tecno Barca - Viagens de uma década pelo Rio Amazonas", pelas cidades de São Luís (MA), Belém (PA) e Canaã dos Carajás (PA) por um período de 06 semanas em cada cidade proporcionando além da visitação às obras, oficinas artísticas, sessões de cineclube e roda de conversa com os artistas integrantes da exposição.
A Exposição Tecno Barca- Viagens de uma década pelo Rio Amazonas apresenta uma proposta expográfica que busca a experiência multissensorial do visitante, num espaço de encontros e intercâmbios artísticos com comunidades ribeirinhas da região amazônica amapaense. Composta por 30 obras (20 fotografias, 9 vídeos e 1 instalação sonora) de artistas atuantes em diversas regiões do Brasil, que, ao longo dos últimos 11 anos (2012 a 2023) participaram da Residência Artística Tecno Barca no Arquipélago do Bailique, situado entre o oceano atlântico e o rio amazonas no litoral do Amapá. Serão realizadas atividades complementares como: Mostra de cinema amazônico, com exibição de 10 produções audiovisuais da Amazônia, 01 roda de conversa, 03 oficinas artísticas e 01 visita guiada semanal para alunos e professores de escolas públicas em cada cidade. Insira o conteúdo de todos os produtos do projeto que necessitam de um breve resumo em relação ao seu assunto, por exemplo: seminários, palestras, livros, espetáculo de circo, peça teatral, espetáculo de dança, performance, classificação indicativa etária. Exposição Tecno Barca: Apresenta uma proposta expográfica que busca a experiência multisensorial do visitante, num espaço de encontros e intercâmbios artísticos com comunidades ribeirinhas da região amazônica amapaense. Composta por 20 obras (10 fotografias, 9 vídeos e 1 instalação sonora) de artistas atuantes em diversas regiões do Brasil, que, ao longo dos últimos 11 anos (2012 a 2023) participaram da Residência Artística Tecno Barca no Arquipélago do Bailique, situado entre o oceano atlântico e o rio amazonas no litoral do Amapá. Oficina: Confecção de Indumentárias Ecossustentáveis Público alvo: Adolescentes e adultos Carga horária: 8h Utilizar a palha do milho como matéria prima para a produção de indumentárias. A palha de milho é um material natural sem destinação, descartado em feiras da cidade de Macapá (AP). O objetivo da oficina é potencializar o uso de materiais orgânicos para o artesanato, a fim de que se torne um produto que possa gerar uma fonte de renda. A oficina mostrará a preparação da palha de milho, o tingimento e como essa matéria prima pode ser utilizada na confecção de flores e adornos para cabeça, pescoço e orelhas. Oficina de Biojoias Público alvo: Adolescentes, adultos e idosos Carga horária: 8h Pretende oferecer ferramentas práticas e teóricas para que os participantes desenvolvam iniciativas empreendedoras a partir da ótica da biodiversidade e sustentabilidade. Além de gerar retorno financeiro, é uma atividade que trabalha com recursos naturais da floresta como sementes, folhas, caroços, fibras e outros materiais orgânicos que beneficiados com técnicas específicas ganham alto teor estético e sustentável. Oficina: Memórias em caixas Público alvo: Adolescentes, adultos e idosos Carga horária: 8h Esta proposta de oficina é inspirada na obra “Boite-en-valise” do artista Marcel Duchamp e é um desdobramento de estudos relacionados a exposições itinerantes que venho realizando em âmbito privado. Busco com esta prática diálogos com comunidades e transeuntes em geral sobre memórias, museus, exposições e artefatos de memórias. Cine Clube: Será realizado em centros culturais de São Luis, Belém do Pará e Canaã dos Carajás composto por 10 filmes com temáticas amazônicas, sendo 9 curta metragens e 1 longa metragem. Classificação: 14 anos. Rodas de Conversa: O papel da Arte Educação nos desafios socioculturais e ambientais da Amazônia contemporânea urbana e ribeirinha Duração: 2 horas A roda de conversa contará com a participação de artistas amazônidas que apresentarão suas experiências de arte e vida no contexto social da capital e interior do Amapá. Visando a partir dessas realidades estabelecer diálogos e trocas de experiências com pessoas aliadas às causas desses grupos sociais.
Geral Realizar a circulação da "Exposição Tecno Barca - Viagens de uma década pelo Rio Amazonas", pelas cidades de São Luís (MA), Belém (PA) e Canaã dos Carajás (PA) no período de agosto a novembro de 2025 por um período de 06 semanas em cada cidade, proporcionando além da visitação às obras, oficinas artísticas, sessões de cineclube e roda de conversa com os artistas integrantes da exposição. Específico Oferecer 04 semanas de visitação da exposição em cada cidade;Realizar 03 oficinas, cada uma com 8h, sendo elas: Biojóias, Confecção de Indumentárias Eco Sustentáveis e Memórias em caixas;Realizar 4 sessões do cine clube cine catraia, exibindo 9 curta metragens e 1 longa metragem Realizar 1 roda de conversa com duração de até 2 horas, sobre a temática "O papel da Arte Educação nos desafios socioculturais e ambientais da Amazônia contemporânea urbana e ribeirinha";Atingir uma média de 2 mil visitantes no período de visitação em cada cidade;Atingir uma média de 90 participantes nas oficinas, sendo 30 vagas em cada cidade;Realizar a contrapartida social de 1 visita guiada por semana em cada cidade, sendo voltada para estudantes e professores de escolas públicas;
Como é sabido, a Lei Rouanet é responsável pelo fomento à cultura nacional, sendo assim, a Exposição Tecno Barca - Viagens de uma década pelo Rio Amazonas" pleiteia recursos de Incentivo Fiscal para circulação pelas cidades de São Luís (MA), Belém (PA) e Canaã dos Carajás (PA) proporcionando além da visitação às obras; oficinas artísticas, sessões de cineclube e roda de conversa com os artistas integrantes da exposição. O projeto é importante para toda população local, pois difunde o conjunto das manifestações culturais da região amazônica, além de promover o acesso às ações integradas voltadas para o desenvolvimento cultural, educacional e artístico ampliando para outras capitais amazônicas o trabalho de 20 artistas brasileiros e estrangeiros que há 10 anos vem participando da Residência Artística Tecno Barca, no Arquipélago do Bailique, no litoral do Amapá. Por fim, apontamos que os resultados a serem atingidos trarão uma repercussão positiva aos participantes e idealizadores, como também aos órgãos públicos envolvidos. Além de impactar os cidadãos, impulsionando a cadeia produtiva local de cultura e educação em diferentes regiões do Norte do país. A proposta apresentada, está alinhada às finalidades expressas no Art. 1° da Lei 8.313/1991, Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art. 3º da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8.313, atenderá, o seguinte objetivo: II: fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) circulação do projeto de forma gratuita por estados da Região Norte e Nordeste.
A proponente Associação Gira Mundo é atuante na totalidade do projeto e participará ativamente desde a pré-produção, contratação dos profissionais, fiscalização de todas as atividades e acompanhamento do projeto em sua integralidade, trabalhando incansavelmente por seu sucesso. Ao longo dos seus 17 anos de existência vem alicerçando seu trabalho junto a setores e agentes atuantes nas áreas da educação, artes, meio ambiente, saúde e comunicação social nas regiões nordeste, sudeste e mais especificamente desde 2012 no norte do país, no Estado do Amapá. Desde 2012 realiza a Residência Artística Tecno Barca no Arquipélago do Bailique (AP) (premiada nos editais Rede Nacional Funarte de Artes Visuai 2011, Prêmio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente 2012 e Editais 03/2020 e 09/2020 da SECULT-AP com recursos da Lei Aldir Blanc). Em setembro de 2022 realizamos o Festival Tecno Barca Por uma Amazônia Viva, levando 3 dias de programação cultural para as Vilas Progresso e Jaranduba em prol das comemorações do Dia da Amazônia que foi celebrado juntamente com outros 8 Festivais de Música simultâneos nas cidades de Macapá, Belém, Manaus, São Luís, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. A Associação Gira Mundo realizou no período de 01 a 15 de novembro a quinta edição da residência artística Tecno barca em 8 comunidades do Bailique (AP) com 10 artistas oriundos dos estados do Amapá, Pará, Ceará, São Paulo e Minas, firmando parcerias com as escolas públicas da região para onde foram levadas oficinas artísticas, exposição em um barco e sessões de cine clube com produções audiovisuais da Amazônia. Em 2023 realizou sexta edição da Tecno barca residência e festival de artes em 3 comunidades ribeirinhas da região do Curuá, no Arquipélago do Bailique, alcançando um público de mais de 2 mil pessoas em atividades de oficinas, apresentações artísticas e cine clube. As últimas edições do projeto contaram com o apoio do Instituto Unibanco e ICS (Instituto do Clima e Sociedade). Nosso intuito é estimular o movimento de ações e fortalecimento comunitário a partir das periferias do Brasil, entendendo a importância da formação de redes com fazedores de cultura, movimentos sociais e instituições com perfil de atuação socioambiental regional, nacional e internacional de forma a intensificar a circulação de oportunidades de desenvolvimento humano e social consciente, crítico e propositivo junto aos cidadãos e coletivos envolvidos, onde todos tenham garantido seus direitos e lugares de fala, escuta e participação ativa.
EXPOSIÇÃO:Medidas do espaço Altura: 3 metros (mínimo) Largura: 5 metros (mínimo) Profundidade: 10 metros (mínimo) Descrição de materiais 10 Esteiras de palha (tamanho 1 metro cada) 5 bancos de madeira (altura 30 cm) 10 redes de tecido (largura 2 metros cada) 10 Rádios portateis 10 armadores de rede de madeira ou metal 20 metros de corda para redes Rider de sonorização 10 Rádios portáteis 1 caixa de som 2 computadores 2 projetores de vídeo 20 metros de extensões 5 adaptadores Rider de Iluminação Luz ambiente
PRODUTO: EXPOSIÇÃO EM SÃO LUIS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras para as visitas guiadas e Legendagem dos vídeos que serão disponibilizados na internet; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição das obras. - Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços reservados e identificados para portadores de deficiência e idosos assistirem as atividades culturais do Projeto; ACESSIBILIDADE PARA AUTISTAS: A equipe de monitores receberá um treinamento para lidar com pessoas autistas durante as visitas da exposição, buscando formas de uma comunicação bastante objetiva, simples e sensível às demandas desses visitantes. PRODUTO: EXPOSIÇÃO EM BELÉM ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras para as visitas guiadas e Legendagem dos vídeos que serão disponibilizados na internet; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição das obras. - Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços reservados e identificados para portadores de deficiência e idosos assistirem as atividades culturais do Projeto; ACESSIBILIDADE PARA AUTISTAS: A equipe de monitores receberá um treinamento para lidar com pessoas autistas durante as visitas da exposição, buscando formas de uma comunicação bastante objetiva, simples e sensível às demandas desses visitantes. PRODUTO: EXPOSIÇÃO EM CANÃÃ DOS CARAJÁS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras para as visitas guiadas e Legendagem dos vídeos que serão disponibilizados na internet; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição das obras. - Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços reservados e identificados para portadores de deficiência e idosos assistirem as atividades culturais do Projeto; ACESSIBILIDADE PARA AUTISTAS: A equipe de monitores receberá um treinamento para lidar com pessoas autistas durante as visitas da exposição, buscando formas de uma comunicação bastante objetiva, simples e sensível às demandas desses visitantes.PRODUTO: OFICINAS ARTÍSTICAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras durante as oficinas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: AUDIODESCRIÇÃO - Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaços reservados e identificados para portadores de deficiência e idosos assistirem as atividades culturais do Projeto; ACESSIBILIDADE PARA AUTISTAS: A equipe de apoio aos oficineiros receberá um treinamento para lidar com pessoas autistas durante a atividade, buscando formas de uma comunicação bastante objetiva, simples e sensível às demandas desses participantes. PRODUTO: CINE CLUBE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) PRODUTO: RODAS DE CONVERSA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Utilização da #PraCegoVer nas postagens das redes sociais; (esta é uma forma de acessibilidade para os deficientes visuais nas redes sociais, basta fazer a postagem usando esta hashtag e a descrição, em texto, do que contém na imagem, o deficiente visual aciona seu aplicativo de áudio descrição e ouvirá toda a descrição do que contém na imagem.) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras durante as rodas de conversa
A Exposição Tecno Barca é totalmente gratuita, e por ser um projeto realizado com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de cada cidade, ações que fomentem o desenvolvimento local. As ações do projeto buscam impactar 03 diferentes capitais do Norte do país de forma a expandir o seu alcance na região amazônica, impulsionando a visibilidade para as problemáticas socioambientais da região e a expansão de redes de fomento à produção artística e educacional por meio da parceria com artistas, produtores locais e comunidade escolar. Todas as atividades serão oferecidas de forma gratuita, possibilitando dessa forma diminuir barreiras econômicas no acesso aos bens culturais resultantes do projeto por onde a exposição passar.Serão realizados contatos e convites para a comunidade escolar das proximidades dos espaços onde a exposição será absorvida nas 03 cidades, buscando envolver no projeto estudantes, suas famílias, professores, gestores e trabalhadores das escolas públicas de ensino médio, cursos técnicos e EJA. Adotaremos as seguintes medidas previstas no art. 24 da IN nº 1/2022 do Ministério da Cidadania: II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, sarau e eventos presenciais, acompanhando com libras e audiodescrição; III- permitir a captação de imagens das atividades ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
1-Nome: Wellington Dias Função no projeto: Coordenador Geral, Curador e Diretor de Produção Currículo resumido (2500): Artista Pesquisador, Produtor Cultural, Curador e Professor no curso de Teatro da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, em Manaus. Mestrado e Bacharelado em Direção Teatral no RITCS School of Arts/Erasmus Hoggeschool University em Bruxelas-Bélgica. Bacharel em Artes Cênicas na UNIRIO. Idealizador e Curador da Residência Artística Tecno Barca desde 2012 no Arquipélago do Bailique no litoral do Amapá, intercambiando artistas brasileiros e estrangeiros junto às comunidades ribeirinhas da região e já foi agraciada com os seguintes prêmios: Rede Nacional Funarte de Artes Visuais 2011, Prêmio Samuel Benchimol de Empreendedorismo Consciente do Banco da Amazônia e Ministério da Indústria e Comércio Exterior (2012), além dos editais 09 e 03/2020 da SECULT/AP e Lei Aldir Blanc. Coordenador Geral da Exposição TECNO BARCA BAILIQUE na Casa do Artesão em Macapá (2023). Coordenou a TECNO BARCA VI (2023) com apoio do Instituto Unibanco e a Tecno Barca V (2022) com apoio do ICS (Instituto Clima e Sociedade). Curador e Produtor da Exposição Multimídia Itinerante Tecno Barca no Museu Sacaca em Macapá-AP e Casa Viva-SP (2019). Curador e Produtor da Exposição Grupo Dart na Biblioteca Pública Elcy Lacerda em Macapá-AP (2013). Participou como artista da Residência Artística CASA COMUM, uma coprodução entre o diretor brasileiro Renato Rocha e o estúdio de arte digital londrino SDNA e 10 artistas da Amazônia brasileira financiada pelo British Council (2021). Foi Diretor Teatral dos espetáculos “Fissura Pueri” (2016), “Inadapted” (2017) e “Being” (2017) em Bruxelas, na Bélgica com temporadas no Bronks Theater, Erasmus Anderlecht e Zinneke Space, respectivamente. Realizou a performance ROLO no MAXXI MUSEO NAZIONALE DELLE ART DEL XXI SECOLO, em Roma- Itália à convite do Transnational Dialogue: Europa, China e Brasil (2014) e na Mostra (re) fluxus performances pós almoço no II Seminário Internacional Corpo Cênico na UNIRIO (2013). Participou do 1º Festival Circuitos Integrados Coproducciones de Arte en Cruce (2016) com os registros da performance “A liberdade passeia de carroça” em Buenos Aires (Argentina) realizada no Fórum Social Mundial 2009 nas ruas de Belém do Pará. Realizou a gravação de “Two poems concrets by Paulo Leminski” em parceria com o etnógrafo Jamie Duncan para a revista eletrônica Modern Poetry in translation- Inglaterra (2014). Em 2018, participou como artista da Residência e Festival Corpus Urbis- 4ª edição no Oiapoque (AP) com patrocínio do Rumos Itaú Cultural. 2- Nome: Rayane Penha Função no projeto: Curadora do Cine Clube Currículo resumido (2500): Mulher negra amazônida. Sou jornalista e cineasta amapaense. Diretora e roteirista dos documentários “Carta sobre o nosso lugar mulheres do Vila Nova” para o Canal Futura, “Utopia” disponível na Todesplay, “Essa Terra é meu Quilombo”, roteirista e diretora do curta de animação “Sementes do Araguari", vencedor do edital da Amazônia Criadora da WWF. Assistente de roteiro de duas séries documentais do Núcleo Criativo da Visionária Filmes do Pará. Diretora do clipe “Oriki” do rapper Pretogonista. Roteirista e diretora do longa de ficção “Chamado da Floresta", projeto vencedor do Lab Negras Narrativas 2020. Roteirista integrante do projeto Segundo Ato da Netflix Brasil. Fui uma das coordenadoras e produtora executiva de um projeto de jornalismo investigativo para o Fundo Brasil de Direitos Humanos no Amapá. Jornalista colaborativa da Agência Amazônia Real, coordenei a comunicação do coletivo Utopia Negra Amapaense e estou diretora presidente da Associação Cultural Gira Mundo, que atua com educação, cultura e ativismo ambiental com populações ribeirinhas da Amazônia. Experiências: Netflix- Screenwriter: setembro de 2022 - março de 2023 (7 meses), São Paulo, Brasil. Roteirista integrante do programa "Segundo Ato" da Netflix Brasil Catraia Filmes- Cineclubista: julho de 2014 - março de 2023 (8 anos 9 meses) Idealizadora e realizadora do Cine Catraia, cine clube itinerante realizado em comunidades ribeirinhas do Amapá. Atualmente está migrando para ser um Festival de cinema fluvial. O Cine Catraia começou sendo realizado em um porão de um barco que rodava as comunidades ribeirinhas. Coordenação de comunicação da residência artística Tecno Barca Bailique- Residência artística em comunidades ribeirinhas do arquipélago do Bailique, no Amapá (agosto de 2022 - fevereiro de 2023- 7 meses). Coordenação de campanha e comunicação da Campanha Bosque Firme no Bailique de incidência política pelo arquipélago do Bailique no Amapá. junho de 2022 - dezembro de 2022 (7 meses). Coordenação de Comunicação agosto de 2022 - setembro de 2022 (2 meses) Coordenação de comunicação do Festival Nossa Amazônia realizado pela Associação Gira Mundo em parceria com o instituto Mapinguari de Sociobiodiversidade. Jornalista freelancer novembro de 2020-Setembro de 2022 (1 ano 11 meses) no Amazônia Real para Produção de reportagens investigativas na região amazônica. Utopia Negra Amapaense- Coordenadora de comunicação-junho de 2020 - setembro de 2022 (2 anos 4 meses)- Coordenação de comunicação do Coletivo antirracista Utopia Negra Amapaense. Governo do Estado de Pernambuco: Parecerista edital de audiovisual agosto de 2022 - agosto de 2022 (1 mês). Parecerista do Grupo de Assessoramento Técnico na análise, Julgamento e Defesa Oral dos Projetos Culturais inscritos no Edital Audiovisual 2021/2022- Macapá, Amapá, Brasil. Nexo Jornal: Jornalista junho de 2021 - março de 2022 (10 meses)- Macapá, Amapá, Brasil. Programa de diversidade racial do Nexo Jornal. Modefica: Jornalista freelancer- outubro de 2021 - fevereiro de 2022 (5 meses)- Macapá, Amapá, Brasil. Produção de uma grande reportagem sobre os danos socioambientais e climáticas do arquipélago do Bailique no Amapá, para a revista Modefica. https://www.modefica.com.br/bailique-no-escuro-sem-agua/ Visionária Filmes- Assistente de roteiro- março de 2020 - março de 2021 (1 ano 1 mês). Belém, Pará, Brasil. Assistente de roteiro de duas séries documentais do Núcleo Criativo da produtora Visionária Filmes do Pará. Fundo Brasil de Direitos Humanos Jornalista multimídia- fevereiro de 2018 - outubro de 2019 (1 ano 9 meses)- Macapá e Região, Brasil. Jornalista no projeto de jornalismo investigativo para o Fundo Brasil de Direitos Humanos no Amapá. Amora Filmes- Assistente de direção cinematográfica. junho de 2019 - agosto de 2019 (3 meses)- Macapá/AP. Assistente de direção do longa metragem de ficção "Amanda". Canal Futura- Produtora de televisão- abril de 2019 - julho de 2019 (4 meses)- Pesquisa cinematográfica e produção de campo no case Amapá para a série "Futura Profissão" do Canal Futura. Castanha Filmes- Assistente de direção- agosto de 2018 - abril de 2019 (9 meses)- Amapá. Assistente de direção cinematográfica na produtora Castanha Filmes no projetos "Montanha Dourada" telefilme documental e "Super Panc-me" telefilme de ficção. IORI Comunicação Assistente de produção executiva- julho de 2018 - outubro de 2018 (4 meses)- Macapá-AP. Canal Futura/Televisão- abril de 2017 - julho de 2017 (4 meses)- Amapá. Roteiro e direção do curta metragem documental "Carta sobre o nosso lugar mulheres do Vila Nova" para o Canal Futura. IORI Comunicação- Assistente de produção executiva- agosto de 2016 - novembro de 2016 (4 meses) Macapá-AP. Assistente de produção executiva na campanha eleitoral para prefeitura de Macapá em 2016 com a produtora IORI COMUNICAÇÃO POLÍTICA. ARTISTAS 1- Nome: Dayane Oliveira Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Fotógrafa natural do Arquipélago do Bailique, no Estado do Amapá. Iniciou sua carreira como fotógrafa há mais de 10 anos, tendo como inspirações as famílias ribeirinhas amazônicas e seus cotidianos. Experiências fotográficas: Fotojornalismo e documentário (Internews e IEB- 2023). Fotografou as ações da TECNO BARCA V Residência Artística, no Arquipélago do Bailique à convite da Associação Gira Mundo (2022). 2- Nome: Anderson Barroso Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Diretor teatral, ator, performer, Curador e professor, possui Mestrado em Drama and Film Studies pela University of Pretoria – África do Sul (2017). Pós graduação, Bachelor of Arts Honours in Drama and Film Studies pela University of Pretoria (2015). Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro - Brasil (2014). Tem experiência nas áreas de teatro, performace arte e gestão cultural. Como diretor dirigiu as seguintes produções: Lament (2015), “Razor in the Flesh” (2017) e O Complexo de Dorothy ou o Meu Destino é Pecar (2019). Participou com a video performance Suit's Collapse na Bienal de Arte de Pretoria (Cool Capital) em 2014. Como professor de teatro e diretor facilitou workshops na Amazônia brasileira e no Rio de Janeiro. Como professor universitário substituto lecionou a disciplina de direção teatral 2 no departamento de Drama da WITS University of the Witwatersrand, Johannesburg em 2019. Links dos meus trabalhos: https://www.youtube.com/watch?v=2YBbaBi7saY https://www.youtube.com/watch?v=xJCz2mU1lk8 https://www.youtube.com/watch?v=IgPrQ3LfEiw&t=15s https://www.youtube.com/watch?v=rfwsSuuaA0M&t=59s 3- Nome: Isabel Viana Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Máster em Arteterapia (Instituto IASE/Espanha). Graduada em Artes Cênicas (IFCE/Brasil), especialista em Trauma e Teoria do Apego (ISEP/Espanha). Co-gestora do projeto C.A.S.A- Círculo de Acciones Sociales y Artes Aplicadas, em Barcelona, onde desenvolve atividades de Arte e Cuidados com mulheres migrantes. Há mais de 10 anos facilita grupos tendo a arte como experiência relacional, pedagógica e social. Possui experiência laboral em distintos lugares (Buenos Aires, Valência-ES, Pará, Ceará, Tocantins, Rio de Janeiro e Amapá). Coordenou diversos programas de atenção e práticas de cuidado no Movimento Saúde Mental Comunitária, em Fortaleza, bem como o curso de Arteterapia da instituição e a plataforma virtual Saúde Mental em Casa, em parceria com a Fiocruz. Atualmente também se dedica na assessoria de captação de recursos da Associação Gira Mundo (Amapá) e ao conselho pedagógico e artístico do projeto Tecno Barca, da mesma entidade. Formações complementares: Curso de Neuropedagogia/ Universidade Estadual do Maranhão. Curso Migração e Refúgio/ Universidade Católica de Brasília. Curso Direitos Humanos/ Universidades Católica de Brasília. Curso Mediação de Conflitos/Universidades Católica de Brasília Curso Escuta Qualificada para vulneráveis ao tráfico de pessoas/Escola Nacional de Administração Pública. Gestão de projetos/LinkedIn 4- Nome: Itala Isis Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Artista, educadora e pesquisadora. Doutora em Arte e Cultura Contemporânea (PPGARTES\ UERJ). Mestra em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA\ UFF). Bacharel em Gravura (EBA - UFRJ). Licenciada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas (EBA-UFRJ). Atua principalmente no espaço público com performances e intervenções urbanas. Nos últimos anos tem retomado uma produção plástico-poética, utilizando principalmente técnicas relacionadas à linha (bordado, costura e desenho). Em seus últimos projetos, Costuras Errantes em Catalão - GO (Bolsa Funarte de Residência Artística Estação Cidadania-Cultura 2019) e Linhas da Arte - Linhas da Vida (Prêmio Arte-Escola Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc), realizou mapeamentos de artistas e artesãs que utilizam a linha como elemento de linguagem, além da criação de sites como plataforma de difusão desses saberes. Foi contemplada no Edital Funarte Circulação das Artes - Edição Centro-Oeste com o projeto de intervenção visual Costuras Urbanas, promovendo o encontro entre as tradições têxteis e as tradições da errância urbana. Foi idealizadora, coordenadora e artista urbana no projeto "Entretempos: Imagens Memórias do Morro da Conceição", contemplado pelo Edital Rua Cultural 2022, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa RJ. É conselheira no projeto Tecno Barca desde 2021. Atualmente é professora de desenho na EBA – UFRJ. 5- Nome: David Limaverde Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Arte-educador, artista participativo, e pesquisador Brasileiro vivendo em Amsterdã, Países Baixos, interessado e com experiência em performance art, metodologias participativas/comunitárias, práticas colaborativas e relacionais, bem como disciplinas críticas transversais e abordagens, como estudos anti/de/pós-coloniais, estudos de gênero e queer, pedagogia crítica, estudos subalternos, novo materialismo, e teoria da performance. Ph.D. em Artes e Educação, Faculdade de Belas Artes – Universidade de Barcelona. Direção de tese pelo Dr. Prof. Fernando Hernandez (2017). Mestrado em Teoria Crítica e Estudos Museísticos, PEI – Programa de Estudios Independientes – MACBA (Museo de Arte Contemporânea de Barcelona). Coordenação de Paul B. Preciado (2015). Mestrado em International Performance Research, Diploma duplo – Universidade de Amsterdã e Universidade de Helsinque/Tampere. Coordenação de Dra. Profa. Sruti Bala (2010). Dois anos de pesquisa em Teatro Contemporâneo Chinês – The Central Academy of Drama (中央戏剧学院). Beijing, China (2009). Bacharel em Artes Cênicas, IFCE – Instituto federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Brasil. Direção de trabalho monográfico pela Dra. Profa. Francirama Teixeira e Dra. Profa. Monica Marçal-Domine (2006). Tutor / professor no curso de BA Theatre Education. ArtEZ University of the Arts: artez.nl/en/courses/bachelor/theatre-in-education-zwolle - Zwolle, the Netherlands. (2022– Agosto – Presente). Tutor/professor no curso Master Performing Public Space. Fontys School of the Arts: fontys.edu/performingpublicspace - Tilburg, Países Baixos. (2018 – Agosto – Presente). Diretor artístico, arte-educador e fundador do HoP – Home of Participation: uma organização sediada em Amsterdã que explora e facilita projetos de metodologias de artes participativas para grupos em conflito, risco e para o engajamento cívico. www.homeofparticipation.art. Parte do coletivo artístico OT301.nl. Amsterdã, Países Baixos. (2017 – Janeiro – Presente). Tutor/teacher at the International Master Artist Educator. ArtEZ: artez.nl/en/courses/master/artist-educator – Arnhem, the Netherlands. (2010 – 2022). 6- Nome: Iere Papá Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): É Graduado pelo Curso Superior de Tecnologia em Artes Cênicas – IFCE. É pós-graduado em Técnica Klauss Vianna, e mestre pelo programa de Comunicação e Semiótica na PUC/SP. Integra o Coletivo Teatro Dodecafônico (SP) desde 2014 (https://coletivoteatrododecafonico.com), onde recria e recicla os materiais gerados nas ações estéticas do coletivo, fazendo experimentações com fotografia e video. Faz parte da comissão editorial da RevistaTKV – Poéticas e políticas do corpo (https://www.revistatkv.art.br/), e é conselheire de artistas na residência de arte e educação TECNO BARCA (http://www.tecnobarca.com) que acontece no Arquipélago do Bailique (AP), tendo participado da residência como artista em 2012 e 2019. Em 2023 foi docente do curso de Iniciação à dança contemporânea no módulo Histórias de dança e arte contemporânea. Em 2016 atuou na Intervenção urbana “Esquiva” da Cia. 8 Nova Dança, inspirada na vivência com os Xondaro Guarani. Em 2021 ministrou a oficina “Percursos sonoros” ministrado de forma on-line em abril de 2021 no projeto Pluga & Play do Centro Cultural Belchior (Fortaleza-CE), e em 2020, a oficina (12h/a) “Gênero errante” desenvolvida na Casa de Artes (IFCE). Em 2015, foi premiado pela FUNARTE KLAUSS VIANNA, com o projeto BAILIQUE, realizado entre 2016 e 2017. Em 2014 criou a performance “Caracol” (https://www.youtube.com/watch?v=03EAcNYYJgs), apresentada em São Paulo e no Ceará (Fortaleza e Cariri). Em 2012 produziu o documentário do projeto TECNOBARCA (https://vimeo.com/64691926) no Arquipélago do Bailique/AP. Em 2013, também no Amapá, atuou como palhaço e sonoplasta do espetáculo “Mareados” premiado pela FUNARTE | Carequinha, dirigido por Lana Sultani junto a Cia de teatro Desajuste. Com o mesmo grupo participou da Mostra SESC Cariri das Artes/Ce com o espetáculo de palhaços “Mareados”. 2011 e 2012 Cursou o programa Formação de Jovens Brincantes do Instituto Brincante, idealizado por Antônio Nóbrega e Roseane Almeida. Em 2009, no Rio de Janeiro, atuou como ator, percussionista e cantor junto ao grupo de teatro Bando Filhotes de Leão no espetáculo musical de rua “O Califa da Rua do Sabão”, de Arthur Azevedo, dirigido por Sidnei Cruz, tendo-o apresentado no Festival de Inverno de Ouro Preto no mesmo ano. Outros trabalhos: https://vimeo.com/user31086444. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0106450081896000. 7-Nome: Sarah Marques Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): é artista, professora e pesquisadora, interessa-se centralmente pela poética insurgente de artistas latino-americanes. Doutora em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Ciências na Universidade Federal da Bahia (2017), professora colaboradora do Bacharelado em Artes Visuais da Escola de Música e Belas Artes da Universidade Estadual do Paraná desde 2022 e professora convidada do Programa de Pós-Graduação em Lenguajes Artísticos Combinados na Universidad Nacional de las Artes desde 2017. Mestre em Lenguajes Artísticos pela Universidad Nacional de las Artes (2016), possui especialização em Artes Visuais e em Lenguajes Artísticos Combinados (2017). É Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2014) e Licenciada em Artes Visuais pela Universidade do Norte do Paraná (2021). Possui formação técnica em Teatro pelo Palácio das Artes-CEFART (2009). Integra o projeto Políticas de los cuerpos y poéticas feministas en las artes visuales/audiovisuales del sur de Sudamérica en este siglo, investigando produções visuais que, a partir do corpo, desafiam o cânone patriarcal das artes, bem como o projeto Artes visuales expandidas y feminismos. Estrategias emancipatorias del presente desde el sur del sur, que promove o estudo, o conhecimento e o intercâmbio sobre as artes visuais e os feminismos expandidos no sul da América do Sul, especificamente sobre mulheres contemporâneas, lésbicas, travestis, artistas trans e não-binárias da região. Entre os projetos de investigação desenvolvidos destacam-se a pesquisa Limites e tensões do Ensino da Performance nas Artes Visuais (2023) e Corporalidade dissidentes na cena artística latino-americana. É membro do Grupo de Pesquisas Poéticas tecnológicas: corpoaudiovisual desde 2017. Participa do Projeto Tecno Barca - dedicado a processos criativos em arte, educação, meio ambiente, novas tecnologias e intercâmbios culturais junto a comunidades ribeirinhas na Amazônia desde 2014. Participa como artista, organizadora e curadora de eventos artísticos no Brasil e no exterior há mais de quinze anos, podendo destacar a exposição Tempo Corrente (2022, Curitiba) no Museu Municipal de Arte; Intervalo Fórum de Arte, Exposição Nkaringana (Salvador-2020) no Museu Casa do Benin; Encuentro de Acción en vivo y Diferido (Bogotá, 2019); Abril o Corpo no Gamboa Nova (2018); Festival Conquista Ruas (2017, Vitória da Conquista; II Bienal de Performance de Buenos Aires (2017), entre outras. 8- Nome: Patrícia Telles Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): É artista-pesquisadora e professora de Videoarte, Corpo e Espaço e Arte e Tecnologia do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É doutora em Arte e Tecnologia (Universidade de Brasília), mestre em Lenguajes Artísticos Combinados (Universidad Nacional de las Artes - Argentina) e bacharel em Direção Teatral (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Trabalha como videomaker desde 2012, com projetos cênicos, instalações e videoarte. Participou de alguns festivais, entre eles: FIVA - Festival Internacional de Videoarte, Festival Internacional de Arte Eletrônica, FLAVIA - Festival Latinoamericano de Videoarte, Festival Internacional de Filmes Curtíssimos e o Salão de Artes Visuais de Vinhedo. Em 2013 foi premiada no XVI Festival Nacional Cinco Minutos da Fundação de Cultura do Estado da Bahia, em 2019 foi selecionada no II Prêmio Vera Brant (Brasília - DF), na Bienal SACO - Festival de Arte Contemporânea de Antofagasta (Chile) e em 2021 foi indicada ao Prêmio PIPA. Atualmente coordena a Mostra Shigeko - exibição de instalações com vídeo, na UFRN. 9- Nome: Jamie Duncan Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Professor, pesquisador, escritor e tradutor. Mestre em Letras pela Universidade de Sussex (Reino Unido), com especialidade em estudos de letramento; Doutor em linguística com especialização em etnografia pela Universidade de Lancaster (Reino Unido). Atuou por cinco anos como educador e etnógrafo junto a populações em situação de rua e pessoas em moradias sociais em Londres (Reino Unido); Ministrou por 1 ano disciplina de etnografia e linguagem na Universidade de Lancaster (Reino Unido); Traduziu poesias brasileiras publicadas em livros e revistas internacionais, entre elas Modern Poetry in Translation e Bloodaxe Books; Publicou poemas no Jornal California Quarterly e The Pedestrian Sounds Press; Publicou o em inglês o livro Researching Protest Literacies: Literacy as Protest in the Favelas of Rio de Janeiro, com pesquisas de campo desenvolvidas no Brasil; Publicou artigos sobre linguagem e ativismo em algumas revistas acadêmicas, entre elas: Social Movement Studies, Community Literacies Journal e Language and Society; Traduziu o livro Casa do Benin na Bahia: projetos, memórias e narrativas, sobre a memória afrodiaspórica brasileira. Participou da segunda Edição do projeto Tecno Barca com a criação de um diário de bordo e projeções de poesias. Participou da criação, execução e documentação de algumas performances urbanas através do Movimento Cidades (in)Visíveis. Atualmente em processo de conclusão de curso de Graduação em Literatura e Escrita Criativa pela Universidade de Londres. 10- Nome: Alain Kaleck Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Psicólogo e artista visual através da fotografia. Trabalha com fotografia digital e analógica. Em 2023 participou como fotógrafo da TECNO BARCA VI Residência e Festival de Artes no Bailique-AP. Em 2021 foi selecionado como um dos artistas representantes do Amapá no projeto Deriva Cartográfica, apoiado pelo edital Rumos Itaú Cultural 2019 – 2020, onde, em duplas interestaduais, de todos os estados do Brasil, fizemos duplas exposições analógicas em um processo conhecido como film swap (troca de filmes), criando dialógos e imagens entre cidades diferentes. Pesquisador e curador no fotolivro “Voltei porque te amo” em parceria com a Editora Gris de Salvador na Bahia, atualmente em pré-venda. 11- Nome: Bia Medeiros Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Possui graduação em Educação Artística na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, mestrado em Estética - Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), doutorado em Arte e Ciências da Arte- Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), pós-doutorado em Filosofia no Collège International de Philosophie, Paris. Atualmente é professora aposentada da Universidade de Brasília atuando em orientações de Mestrado e Doutorado nos Programas de Pós-graduação em Artes Visuais e Artes Cênicas. Bia Medeiros tem experiência na área de Artes, atuando principalmente em arte contemporânea, arte e tecnologia, arte e performance, composição urbana. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos desde 1992, membro do Grupo Acocoré (Arte, Coletivos, Conexões e Redes) desde 2020. Possui 4 livros publicados, inúmeros artigos, 4 livros organizados, 4 anais da ANPAP organizados. Pesquisadora do CNPq (2008-2011, 2011-2015, 2015-2019). Coordenadora Adjunta para a área de Artes na CAPES-MEC (2005-2010). Suplente na cadeira de Artes Digitais no Conselho Nacional de Cultura-MINC (2007-2009). Presidente da ANPAP (2003-2005). Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Arte-UnB (2003-2004; 2011-2013). 12- Nome: Michel Ribeiro Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): Mestre em Antropologia pelo PPGSA/UFPA, pesquisando grupos de lazer e sociabilidade em Belém, suas dinâmicas sociais e formas de consumo e interação (2016). Desde 2008 realizando estudos e pesquisas com ênfase em Redes Sociais e Cibercultura, como membro do Coletivo Sala Livre. Desde 2017, atua como produtor audiovisual independente na Aruana Filmes, onde desenvolve projetos documentais, filmes institucionais e serviços multimídia no mercado cultural do estado do Pará. Concluiu o curso de Documentário na Academia Internacional de Cinema em 2018 e desde então vem focando seus esforços profissionais no mercado audiovisual, atuando em projetos dentro e fora do estado. 13- Nome: Sereia Caranguejo Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): é Amapaense, Miscigenada, Transgênero, Gênero Fluído, Não-Binárie, Multiartista, Performer, Professore Artista Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá. Associada pela Associação Gira Mundo e participante do Grupo Ap delas @arteperformancedelas.Cursou 2 semestres de Design no Centro de Ensino Superior do Amapá(Ceap). Artista Visual que trabalha com as várias vertentes artísticas, focando em diário de bordo/Memorial/Livro de Artista, Performance, Desenho/Pintura/Ilustração entre outras. Cursou a Especialização em Estudos Teatrais Contemporâneos na UNIFAP. Publicou o Livro Tada a Onça Rosada através do Edital 07/2020 da SECULT/AP com recursos da Lei Aldir Blanc. 14- Nome: Rodrigo Abreu Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): É arte-educador, diretor de arte, performer e ativista. É sócio da Casa OJO, empresa de formação e mediação nas áreas de Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos (2022). Esteve assessor e articulador político no mandato da vereadora de São Paulo Erika Hilton e segue como aliado nas construções do mandato (2020 - 2021). Coordenou o Núcleo de Direção de Arte do Instituto Criar, de cinema, tv e novas mídias, formando jovens das periferias de São Paulo (2018 - 2020). Mestrando em arte-educação na UNESP (2022), com pesquisa em metodologias artivistas e reparadoras de danos socioemocionais para grupos historicamente oprimidos. É formado em Arte Cênicas pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena (RJ 2001-2003) e Bacharelado no curso de Interpretação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO 2008-2013). 15- Nome: Raul Zito Função no projeto: Artista Currículo resumido (2500): É nascido em Cotia-SP e vem produzindo arte pública desde 1997. É artista visual, músico e arte-educador. Suas pesquisas fluem por meio das manifestações originárias e das ininterruptas formas de resistência no eixo África - América Latina. Tem como base principal a fotografia. Atualmente denomina o que faz de “fotografia expandida”, tanto pela hiperdimensão das imagens, quanto pela busca de possibilidades da linguagem fotográfica - como processos fotoquímicos, pesquisas de suportes e interações multi-linguagens. ARTISTAS OFICINEIRAS 1- Nome: Débora Bararuá Função no projeto: Artista Oficineira Currículo resumido (2500): É administradora, formada pela Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP. Licenciada em Teatro pela Universidade Federal do Amapá - UNIFAP. Especializando no Curso de Estudos Teatrais Contemporâneo - UNIFAP. Professora de Teatro, fundadora e presidente da Cooperativa de Trabalho Arte e Cultura Imagem e Cultura. Produtora Cultural, atriz, palhaça e artista visual. Há 19 anos atua na cena cultural do estado do Amapá. Seu trabalho de performer de estátua viva é reconhecido na cena do Estado, atua ainda no audiovisual é produtora do Festival de Curtas de Ficção do Amapá e incentivada pelo grupo Imagem e Cia escreve dramaturgias para serem encenadas. Como pesquisadora busca em seus trabalhos o encontro com sua ancestralidade. Desenvolve trabalhos com reciclagem de tecidos de guarda chuvas e materiais naturais como a palha de milho, folhas secas e galhos. Por meio de oficinas repassa técnicas do manuseio dos resíduos reciclados e naturais para a confecção de artesanato e adereços cênicos. Prêmio de Melhor Caracterização (Cenografia, Figurino e Maquiagem) pela companhia Trecos (In) Mundos no I Festival Curta Teatro Ano: 2016. Prêmio Agenda 2030 promovida por 2CN-Clab- Portugal e PolObs no Brasil, Ano: 2022. 2- Nome: Maria Pinho Gemaque Função no projeto: Artista oficineira Currículo resumido (2500): Mestra em Artes/UFPA, Licenciada em Artes Visuais (UNIFAP), Especialista em Artes Visuais Cultura & Criação (SENAC/AP), Especialista em Metodologia do Ensino de Artes (APOENA) e docente do Governo do Estado do Amapá (GEA). Tem Formação em Desenho Artístico e Pintura pelo Centro de Educação Profissionalizante em Artes Visuais Cândido Portinari, Formação em Gestão Cultural & Empreendimentos Criativos (SENAC/DF). Professora Artista, performer, artesã e desenvolve pesquisas e experimentos sobre processos de criação po(é)ticos na escola na cidade e em comunidades das ribeiras amazônicas. fez parte do grupo de pesquisa GEPETU (Grupo de Estudo, Pesquisa e Experimentação em Teatro e Universidade/UFPA) e do Programa Nacional de Interferência Ambiental (PIA/UNE), atualmente realiza seus trabalhos com o Coletivo Camaradas Crato-CE e Coletivo Psicodélico-AP . É artista-professora, premiada pelo edital 005 de premiação pela SECULT/AP através da Lei Aldir Blanc com projeto arte contemporânea na escola, ganhou o edital circula Amapá com o projeto estante do invisível da SECULT/AP, expôs na galeria donsenado em Brasília com a obra mulheres de fibras: Mulheres do igarapé das mulheres , foi premiada pela FUMCULT/AP com o edital da lei Aldir Blanc em 2021 pela sua trajetória, premiada pela SECULT/AP com o projeto de ecobiojoia no Amapá em 2021, 3 Güera Sala Arthur Leandro Táta Kinamboji de Ensino, Arte e Cultura Afro Amazônica, participei da residência virtual do projeto tecno barca, mostra internacional Rizoma com o Coletivo Psicodélico/AP, participou do festival de performance Corpos urbis no Amapá, da mostra IP com Coletivo Camadas, projeto rotações de cultura premiado pela 10 edição do prêmio FUNARTE para as artes visuais 2014 com intercambio em curitiba no Museu Oscar niemeyer e na Fundacão Curro Velho/PA, residência artística com coletivo camaradas no Crato Ceará em 2013, curadoria e vicencia artística com coletivo camaradas no Centro Cultural Banco do Nordeste em Juazeiro Norte 2011 com a exposição pedaços incubados, exposição (OU)VIMOS SESC/AP 2011, Exposição Demarcações SESC/AP, Exposição Fluxos urbanos SESC/AP 2008, performanace o expurgo acadêmico Faculdade de musica da Rio Grande do Norte, video performance silendus o corpo transformado exposto no Paço das Artes na USP 2007. ARTISTA DA RODA DE CONVERSA 1- Nome: Ellias dos Anjos Função no projeto: Artista debatedor Currículo resumido (2500): Artista natural do Arquipélago do Bailique, Macapá – AP. Do ramo do desenho e da pintura, iniciou sua trajetória “abrindo letras” em embarcações de sua comunidade. Fascinado pelo Rio Amazonas, o artista também se aventura nos caminhos da poesia, escrevendo letras de canções inspiradas na sua vivência como ribeirinho. Em 2012, Ellias viu seu universo artístico se expandir ao participar da Tecno Barca – Um Ateliê Galeria Itinerante Sobre as Terras das Águas, onde pôde vivenciar outras possibilidades artísticas como, por exemplo, a performance. Desde então, o artista é residente do projeto, iniciando como “aluno”, passando por ministrante de residência, até chegar a produção. Interessado em processos de aprendizagem, atualmente Ellias é pedagogo, pós-graduando em Educação Especial e Inclusiva e Diretor Pedagógico Administrativo da Escola Estadual Igarapé Grande do Curuá – escola pública situada na comunidade do Bailique de mesmo nome que a escola e onde o artista é morador de origem. Em 2021 foi convidado a se associar a Gira Mundo e assumir a presidência do Conselho Comunitário da Associação Gira Mundo no Bailique. Alguns trabalhos e informações adicionais: • Co-criador e ex-membro do GRUPO DART – grupo artístico empenhado em (re)vivenciar o cotidiano do Bailique através da poética É PRECISO TRANSVER O MUNDO. Ano 2013. • Exposição de pinturas, esculturas, (trans)versões de elementos/objetos da natureza bailiquiense e desenhos na Biblioteca Pública Elcy Lacerda. Ano 2013. • Ministrante da residência artística É PRECISO TRANSVER O MUNDO e AMBIENT’ART na 2⁰ Edição da Tecno Barca. Ano 2014. • Performance TORRE DE BABEL e outras produções artísticas como vídeo clipe, curtas/entrevistas e outras performances junto ao grupo Dart. Ano 2016. • Criador da proposta artístico pedagógica A TRILHA DO BAILIQUE. Essa proposta foi criada no contexto da pandemia em 2021, funcionando como uma espécie de receita contendo instruções de um jogo de tabuleiro construído com elementos/objetos (qualquer um) da realidade bailiquiense, onde o jogador se movimenta a cada desafio. Tais desafios são relacionados às questões socioambientais e culturais do arquipélago do Bailique. Trabalho desenvolvido na 4⁰ Edição da Tecno Barca. Ano 2021. • Em setembro de 2022 atuou na produção do Festival Tecno Barca – Por Uma Amazônia Viva, em comemoração ao dia da Amazônia. • Assistente de Produção da Residência Artística Tecno Barca V. Ano 2022. • Integra a Equipe Curatorial da Exposição Tecno barca Bailique, juntamente com Luciana Macedo e Joaquim Netto. A exposição é resultado dos 10 anos da Residência Tecno Barca no Arquipélago do Bailique, no litoral do Amapá e esteve aberta para visitação em Maio/2023 na Casa do Artesão Amapaense na capital Macapá. (MAIO/2023) • Produtor da Vivência Junina no Bailique. Ação que levou o coreógrafo e bailarino amapaense Lucas Leal para a comunidade Igarapé Grande do Curuá/Bailique para promover uma palestra sobre modos de gestão de uma quadrilha, oficina de customização de indumentárias juninas e oficina de dança/passos de quadrilha. (MAIO/2023) • Assistente de Produção Local (Bailique) das AÇÕES FORMATIVAS TECNO BARCA BAILIQUE. Ações essas onde serão (foram) realizadas oficinas, vivências e palestras abordando temas como: meio ambiente, educação ambiental, empreendedorismo sustentável e eco-arte. (MAIO, JUNHO 2023) • Atualmente (2023), Ellias dos Anjos está em processo de construção de outros projetos com foco na comunidade de Igarapé Grande do Curuá/Bailique. São eles: O GRANDE CURUÁ (projeto de música), CINE CURUÁ (cinema na comunidade), Encontrão das Artes (fomento a produção artística nas escolas do Bailique), Encanto Junino (facilitador da Quadrilha Encanto Junino na comunidade de Igarapé Grande do Curuá). 2- Nome: Napoleão Guedes Função no projeto: Artista debatedor e Oficineiro Currículo resumido (2500): Natural de Santana no Amapá. Possui graduação em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal do Amapá. Tem sete anos de experiência com artes visuais e neste tempo vem desenvolvendo pesquisa com foco em arte-educação e performance arte. No ano de 2022 teve um artigo publicado na Revista APOTHEKE (PPGAV/UDESC) com o título, Encanterias: saberes dissidentes no ensino/aprendizagem de artes visuais e neste aborda temas como a Amazônia, arte-educação, performance, memória e dissidências. Seus principais trabalhos foram desenvolvidos entre as edições da residência Tecno Barca nos anos de 2019, 2021 e 2022. Estes trabalhos e práticas são diálogos com as comunidades ribeirinhas no arquipélago de Bailique no Litoral do Amapá. Em 2019 desenvolveu a prática “Ouço Histórias” que parte da necessidade de conhecer e promover um troca de saberes entre os moradores de duas comunidades no arquipélago. Durante a pandemia de COVID19 pode participar de residência virtual e nela desenvolver duas práticas que foram publicadas em matéria artístico-didático que fora entregue para as crianças de escolas no Bailique. Seguindo a linha das memórias no ano de 2022 desenvolveu junto da artista e pesquisadora Isabel Viana a prática “Quais os cheiros do Bailique?” que buscou junto dos moradores no arquipélago compor uma caixa de memória olfativa. Para além destas práticas, durante as três residências, acionou performances que estiveram expostas em exposições no Museu Sacaca e Casa do Artesão na cidade de Macapá. Artista-etc. esteve como produção no ano de 2017 do festival de performance Corpus Urbis, 2018 produção do 1º Chamado Internacional dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará, 2019 fora um dos curadores da Exposição Multimídia Itinerante Tecno Barca III no Museu Sacaca em Macapá/Ap e oficineiro na mesma exposição. Entre outras coisas tem trabalhado em projetos independentes no circuito de performance arte em Macapá. Em 2018 e 2019 esteve entre os artistas que promoveram a Madrugada de Performance, 2021 esteve em exposição do projeto 'Cidade em Frestas' (Belém-Pa) que virou foto-livro e neste é possível notar a performance “Desterro” na capa, 2022 participou da Mostra Mizura em Macapá. Ultimamente o artista tem interesse em inflexões decolonias e tem focado suas pesquisas no campo da memória e em estudos ligados arte-educação e performance arte. Aberto ao trabalho coletivo e comunitário.
PROJETO ARQUIVADO.