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Ainda hoje, podemos ouvir os ecos das ancestralidades da música brasileira, vindo de todos os cantos do pais, com influências afro , dos povos originários ,europeia, mas com o tempero e o sotaque da terra , o que torna a nossa música rica e multifacetada , uma das mais admiradas do planeta . O projeto vai apresentar uma serie de apresentações de musica instrumental que vai transitar pela diversidades da música brasileira, pelos principais gêneros surgidos no Brasil , principalmente os com influencias da cultura negra e dos povos originários, como o choro, frevo ,lundus, samba chegando a bossa nova , o samba moderno , que ainda estão presentes nos dias de hoje, ecoando por todo o Brasil. O projeto será franqueado ao publico e tambem realiza palestras e oficinas e vai revitalizar a obra dos grandes autores da musica de raiz brasileira e tambem abre espaço para musicos da nova geração .
Oficina de Choro: Prática Instrumental' A oficina será ministrada pelo violonista, pesquisador de música popular brasileira Alessandro Penezzi A oficina será dividida em 2 eixos , teórico e prratico -. No eixo teórico , os alunos receberão partituras e serão apresentados aos compositores e intérpretes da obra a ser estudada naquele dia. Após conhecerem a música, o compositor, sua história, o gênero de sua origem os alunos partem para o eixo pratico do curso No eixo prático , os os alunos se reunem para estudar a música que foram apresentada e depois organizarão numa roda de choro, fazendo deste momento a prática instrumental em conjunto. Alessandro Penezzi Formou-se em violão erudito em 1997 pela Escola de Música de Piracicaba maestro Ernst Mahle, sob orientação do professor Sergio N. Belluco, e bacharelou em Música Popular pela Unicamp em 2005.Lecionou na EMPEM; na EM&T - Escola de Música e Tecnologia; e ministrou cursos de extensão em violão brasileiro e cavaquinho na Unicamp.Escreveu artigos para revistas especializadas como Guitar Player e Acústico. Atualmente se aplica no desenvolvimento de seu trabalho solo individual e em conjunto com outros artistas, compondo, arranjando, gravando e fazendo apresentações. É professor, colunista da revista Violão Pró, ministra workshops de violão e choro, e é concertista com várias turnês pelo mundo além de possuir um curso online de Violão Brasileiro. Carga Carga horária: 2 horas -as oficinas serão realizadas no periodo de 1 dia com a carga horaria de 2h Público-alvo: Alunos e professortes da rede publica de ensino que tenham um domínio básico do instrumento, Material do aluno: Lápis, borracha, Papel Pautado e seu instrumento.
Atraves de uma serie de apresntações musicais ,resgatar as ancestralidades e diversidade da música no Brasil , promovendo o intercâmbio cultural , percorrendo, gêneros musicais que foram criados no Brasil influenciados por outras culturas , levando para o público espetáculos inéditos promovendo o desenvolvimento sócio/cultural Realizar 24 apresentações musicais, com nomes de destaque da cena musical brasileira e músicos locais, com a participação de músicos convidados de povos africanos e originários Realizar 06 rodas de conversas e oficinas com a participação de nomes expressivos da cultura brasileira e dos povos originários e africanos Realizar 3 apresentações de manifestaçoes culturais relacionadas a cultura afro e de povos originários Promover intercambio de cultural com povos que influenciaram a formação musical brasileira Divulgar a obre de novos autores da musica brasileira de raiz Abrir espaços para novos talentos da musica brasileira , dando oportunidade de se apresentarem no projeto Contribuir com democratização cultural e social , com o ingresso franqueado ao publico Apresentar a diversidade cultural e musical em nosso pais Valorizar o trabalho cultural agregando benefícios junto à comunidade em que estão inseridos, empregando e proporcionando à região uma nova geração de renda durante o projeto, aumentando o faturamento de lojas, restaurantes, hotéis, lanchonetes etc. Difundir valores éticos e morais , incentivando a capacidade de auto-expressão, reforçando a auto-estima e promovendo o exercício da cidadania através do respeito ao patrimônio cultural e ambiental
O projeto vai revitalizar a ancestralidade da cultura musical brasileira, difundindo gêneros musicais que surgiram no Brasil, principalmente os com fortes influências dos povos africanos e originários, revitalizando a identidade musical brasileira. Além dos conceituados músicos da cena brasileira o projeto também terá como convidados músicos de origem africana, indígena e europeia, criando e fortalecendo intercambio com povos ligados as nossas raízes musicais O projeto também vai contribuir para revitalizar manifestações ligadas da cultura afro e dos povos originários, com apresentações de grupos de capoeira, o jongo , congado e dos povos originários , entre outros O projeto vai resgatar a obra de grandes autores brasileiros responsáveis pelo criação e preservação da ancestralidade da música brasileira, entre eles Cartola, Pixinguinha, D Ivone Lara , Nei Lopes, Villa Lobos , Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, , Bezerra da Silva, Milton Nascimento ,Noel Rosa entre outros . O Ecos Brasilis tambem vai apresentar musicas de novos autores que dao continuidade e ajudam a preservar as raizes da musica brasileira . O Ecos Brasilis faz uma homenagem especial a Milton Nascimento , por toda a contribuição musica brasileira conectada aos povos originários e a cultura africana e a Clementina de Jesus ,mulher negra de origem banto e descendente de ex-escravos, considerada uma das mais importantes e influentes cantoras da história do samba. O projeto será oferecido gratuitamente para o público, contribuindo para a democratização e inclusão cultural. Através de apresentações musicais, oficinas, palestras, num ambiente que a história ,a arte e a cultura se encontram , o projeto vai contribuir para divulgação e preservação desse imenso patrimônio cultural do Brasil . O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A utilização da Lei de Incentivo a Cultura é uma forma de incentivar os patrocinadores a apoiarem o projeto
Oficina de Choro: Prática Instrumental' A oficina será ministrada pelo violonista, pesquisador de música popular brasileira Alessandro Penezzi A oficina será dividida em 2 eixos , teórico e prratico -. No eixo teórico , os alunos receberão partituras e serão apresentados aos compositores e intérpretes da obra a ser estudada naquele dia. Após conhecerem a música, o compositor, sua história, o gênero de sua origem os alunos partem para o eixo pratico do curso No eixo prático , os os alunos se reunem para estudar a música que foram apresentada e depois organizarão numa roda de choro, fazendo deste momento a prática instrumental em conjunto. Alessandro Penezzi Formou-se em violão erudito em 1997 pela Escola de Música de Piracicaba maestro Ernst Mahle, sob orientação do professor Sergio N. Belluco, e bacharelou em Música Popular pela Unicamp em 2005.Lecionou na EMPEM; na EM&T - Escola de Música e Tecnologia; e ministrou cursos de extensão em violão brasileiro e cavaquinho na Unicamp.Escreveu artigos para revistas especializadas como Guitar Player e Acústico. Atualmente se aplica no desenvolvimento de seu trabalho solo individual e em conjunto com outros artistas, compondo, arranjando, gravando e fazendo apresentações. É professor, colunista da revista Violão Pró, ministra workshops de violão e choro, e é concertista com várias turnês pelo mundo além de possuir um curso online de Violão Brasileiro. Carga Carga horária: 2 horas -as oficinas serão realizadas no periodo de 1 dia com a carga horaria de 2h Público-alvo: Alunos e professortes da rede publica de ensino que tenham um domínio básico do instrumento, Material do aluno: Lápis, borracha, Papel Pautado e seu instrumento.
Os teatros e os Centros Culturais , aonde será realizado o projeto, dispõe de rampas de acesso , cadeiras especiais e banheiros para cadeirantes, alem pessoal qualificado para ajudar e orientar os portadores de necessidades especiais, em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017 do MinC, projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência e pessoas idosas de modo a possibilitar‐lhe o pleno exercício dos seus direitos cultura PRODUTO - APRESENTAÇÕES MUSICAIS Locais de apresentações dispõe de rampas de acesso , cadeiras especiais e banheiros para cadeirantes, alem pessoal qualificado para ajudar e orientar os portadores de necessidades especiais a-ACESSIBILIDADE DEFICIENTES VISUAIS - - Serão reservados lugares especiais para deficientes visuais, que terão acompanhamento de pessoal qualificado da produção local, b- ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Os deficientes fisicos serão acompanhados por pessoal qualificado da produção, que os conduzirá aos assentos especiais e locais dos teatros preparados para estas pessoas. Os locais dispõe de rampas de acesso, cadeiras especiais e banheiros para cadeirantes. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - OFICINAS a-ACESSIBILIDADE FÍSICA: -Os deficientes fisicos serão acompanhados por pessoal qualificado da produção local , que os conduzirá aos assentos especiais dos teatros, preparados para estas pessoas. Os locais dispõe de rampas de acesso, cadeiras especiais e banheiros para cadeirantes. b-ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS : - Pessoal qualificado da produção local para ajudar pessoas portadoras de deficiencia visual . Os locais dispõe de rampas de acesso, cadeiras especiais e banheiros para cadeirantes. c-ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: -Teremos tradutores de libras , quando houver alunos com deficiencia auditiva na turma
A entrada para as apresentações musicais serão franqueadas ao publico ,totalizando 4.500 ingressos , 1500 por cidade , que serão distribuidos 10% para o patrocinador, 10% divulgação e 20% com caráter social, previsto inciso II do art. 27, e o restante para o publico em geral Serao realizadas 06 oficinas/palestras (02 por cidade ) , totalizando 300 vagas , sendo 100 por cidades Serão adotadas no projeto inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo : V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e Oficinas ; O projeto tambem realizará oficinas com entrada franquada ao publico ,no total de 300 vagas 10% para o patrocinador, 10% divulgação e 20% em caráter social, previsto inciso II do art. 27, e o restante para o publico em geral . Será oferecido transporte gratuito a estaudantes da Rede Pública de Ensino , ao público com deficiência , com mobilidade reduzida e aos idosos: A distribuição gratuita sera comprovada, junto ao Salic, por meio de declaração subscrita pelas instituições recebedoras, constando: I - nome do projeto e número do PRONAC; II - o quantitativo de ingressos ou produtos recebidos gratuitamente; III - o compromisso da instituição recebedora de promover a distribuição gratuita à população; e IV - nome da instituição recebedora, CNPJ e dados do seu representante/subscritor (nome, RG e CPF e cargo que exerce
Proponente/ Dirigente Leonardo Velloso F Conde Função: Coordenador do projeto Ficha técnica: Coordenador - Leonardo Conde Se especializou em Produção Cultural ,com formação na PUC_RJ , vem atuando na elaboração e produção de projetos, principalmente na área de música. Foi membro da Comissão Carioca de Cultura e Diretor da Assessoria de Eventos e Projetos Culturais, da Prefeitura do Município do Rio de Janeiro (1997/2000). No Museu da Imagem do Som RJ (2002/2005) foi Coordenador de Projetos Especiais. .Têm elaborado e produzido projetos culturais, utilizando as Leis de Incentivo a Cultura, procurando, sempre que possível, resgatar e revitalizar a obra dos grandes mestres da cultura brasileira, focando na qualidade das produções e resultado para os patrocinadores. Ja trabalhou e produziu os principais nomes da musica brasileira , como Wagner Tiso , Yamandu Costa, Hamilton de Holanda ,João Carlos Assis Brasil, Roberto Menescal, Marcos Valle, Leo Gandelman Produção -Stella Lima Profissional experiente, com vivência de 15 anos na área cultural, adquiridos na gravadora carioca independente do selo Biscoito Fino,no time gerencial da empresa lançando os produtos da empresa no país como os cds e DVDs de Maria Bethânia, Wagner Tiso, Rita Lee e Chico Buarque, ganhadora de 9 Discos de Ouro. Atua ao lado de Leonardo Conde no planejamento e produção de projetos culturais na empresa Saga/VFC Produções, sob Leis de incentivo cultural, em projetos de música e de cinema. Suburbania – Gilson Peranzzetta e Guinga Auditório BNDES) Todos os Pianos – João Carlos Assis Brasil -2019( Auditório BNDES) Zicartola, tempo bom 2019 ( Auditório BNDES)Todos os Pianos – João Carlos Assis Brasil -2018(Espaço Cultural Furnas)Dalva de Oliveira – Estrela do Brasil -2018 ( Caixa Cultural Curitiba)80 Bênçãos Baden Powell – 2017 (Caixa Cultural Salvador)Rosa Passos Canta Tom -2017 (Caixa Cultural Curitiba)Leny Andrade e Quarteto do Rio – Todas as Bossas de Tom Jobim 2017(Auditório BNDES) Turibio Santos - Interprete Nasceu em São Luis do Maranhão em 1943 residindo no Rio de Janeiro desde 1946. Foi atraído para o violão graças ao pai, seresteiro e amador de óperas. Aos doze anos, incentivado pela mãe inicia seus estudos com Antonio Rebelo e mais tarde com Oscar Cáceres. Aos 15 anos assiste a uma conferencia de Villa-Lobos sobre a obra do compositor, que não esquecerá pelo resto da vida. Aos 18 anos, apresentado a Arminda Villa-Lobos em 1961, por Hermínio Bello de Carvalho é por ela convidado a gravar a integral dos Doze Estudos do compositor para o recém fundado Museu Villa-Lobos. A partir daí começa uma carreira internacional coroada em 1965 por um primeiro premio em Paris na ORTF. Para a ERATO Disques grava 18 discos em 18 anos, sendo os dois primeiros gravações de Villa-Lobos. Com excelentes críticas do New York Times, Times de Londres, Le Figaro, e revistas especializadas percorre os cinco continentes sempre preocupado em estar no Brasil. Graças a isso veio a dirigir o Museu Villa-Lobos durante 24 anos, de 1986 a 2010, e criou as classes de violão na UFRJ e na UniRio em 1980, e 81 respectivamente. Entre discos e CDs gravou mais de setenta, criou edições em Paris de autores brasileiros (Max Eschig), é membro da Academia Brasileira de Musica (que já presidiu)e da Academia Maranhense de Letras. Recebeu o grau de oficial da Ordem do Cruzeiro do Sul e da Legion d’Honneur. HAMILTON DE HOLANDA -Interprete Virtuoso, brilhante e único são alguns dos adjetivos para descrever este improvisador e compositor multipremiado que inspira audiências em todo omundo. Hamilton de Holanda nasceu em 30 de março de 1976 em uma família musical. Seu primeiro instrumento, aos quatro anos de idade, foi a Melódica. Dois anos depois (1982), começou sua carreira profissional, aos seis anos de idade, como um prodígio do bandolim em um programa de TV nacional (Fantástico) com uma audiência de milhões de pessoas. Hoje, como compositor, improvisador, líder de banda, a música deste educador transcende os gêneros e encanta o público. A construção de sua música vem do incentivo familiar, da consolidação do diploma universitário em composição e da liberdade das tocatas nas ruas da capital brasileira, Brasília, onde cresceu. Seu primeiro gênero foi o Choro, uma herança cultural brasileira, primo do Jazz.Hamilton foi um dos fundadores da primeira Escola de Choro no mundo (Brasília, 1997) e idealizou a petição ao Congresso Nacional para conceder aoChoro um Dia Nacional. Como resultado, desde 23 de abril de 2000 é comemorado no Brasil o dia Oficial do Choro, por proclamação do entãopresidente brasileiro, expondo a primeira música popular brasileira ao povo. Também em 2000, um ano emblemático para ele, reinventou o tradicionalBandolim de 8 cordas adicionando um par de cordas graves extras afinadas em Dó (indo de 8 a 10) dando-lhe uma voz mais profunda que emancipa oemblemático brasileiro instrumento do legado de algumas de suas influências e gêneros. O aumento no número de cordas, combinado com os solos rápidos,contrapontos e improvisações, inspira uma nova geração a pegar o bandolim de 10 cordas. O tocar e improvisar de Hamilton transcende limitações e gêneros. Hoje ele viaja para os diferentes cantos do planeta "trazendo seu coração na ponta dos dedos", apresentando suas próprias composições com seu som característico. Ele interage com outras tradições musicais, conjuntos e instrumentos. Isso permite que ele seja o solista convidado do Wynton Marsalis e sua Jazz at Lincon Center Orchestra, ou executar suas próprias composições com orquestras sinfônicas de todo o mundo; dos Festivais Rock / Pop ao megashow de Dave Mathews Band no The Gorge; do lendário palco do Central Park em Nova York aos Jogos Olímpicosno Rio de Janeiro; dos nobres museus como o Smithsonian em Washington ou o Grand Palais de Paris até o nosso famoso Carnaval no Rio de Janeiro. Lugarescomo Austrália, Paris, Alemanha, Amsterdã, Roma, Noruega, Los Angeles e outras cidades e festivais ao redor do mundo. Nilze Carvalho - Interprete Ao ser flagrada pelo irmão mais velho tocando "Acorda Maria Bonita" no cavaquinho, Nilze Carvalho, então com 5 anos, começava uma verdadeira história de amor com a música.Aos 6 anos já se apresentava em público, na Rádio Solimões, na extinta TV-Rio com João Roberto Kelly e no Fantástico da TV-GLOBO.Dos 11 aos 14 anos, gravou, como bandolinista, a série de LPs “Choro de Menina”, sendo o 1° e o 4°vol acompanhada pelo conjunto Época de Ouro. Iniciou sua carreira internacional aos 15 fazendo turnês em países como Itália, Espanha, França, Suíça, Holanda, Estados Unidos, Japão, Argentina, China e Austrália. De volta ao Brasil em 2000, Nilze e seus colegas de faculdade fundam o grupo Sururu na Roda, e com eles colecionou 5 CDs e 2 DVD e foi eleito o Melhor Grupo de Samba no Prêmio da Música Brasileira 2014. Em 2002, participou do show “O Samba é a Minha Nobreza” de Hermínio Bello de Carvalho e “Lembranças Cariocas” de Lefê Almeida. Em 2005 Nilze lança o CD (cantado) “Estava Faltando Você”, (Fina Flor) com o qual foi indicada ao Prêmio Tim para melhor cantora de samba. Em 2010 lança o CD “O que é Meu” pela gravadora Biscoito Fino e ganhou em duas categorias no Prêmio da Música Brasileira – Samba na Lapa – Melhor CD e melhor cantora. Nos últimos anos Nilze participou do DVD Samba Social Club 2 e 4, do DVD Gafieira, de Zeca Pagodinho, gravou o samba “Acreditar” ao lado de D. Ivone Lara no DVD Cidade do Samba, gravou a faixa de abertura do CD em homenagem a Clara Nunes, gravou participação especial no CD “Palavras de Guerra” da cantora Olívia Hime e também gravou a faixa Já Mandei Botar Dendê no Sambabook Zeca Pagodinho. Fez diversos shows pelo país e no exterior em países como Itália, França, Espanha, EUA, China, Japão, Austrália, Equador, Senegal (Dez/10 - III FESMAN), Portugal (2013 - Ano Brasil-Portugal). Com o Sururu na Roda viajou para Costa Rica, Guatemala, Tunísia, Belize, EUA e Japão.Nilze já cantou e tocou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira e internacional, como: Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Jair Rodrigues, Zé da Velha e Silvério Pontes, Mart'nália, Olívia Hime, Cristina Buarque, Monarco, Nei Lopes, Nelson Sargento, Hamilton de Holanda, Roberto Silva, Elton Medeiros, Hermínio Bello de Carvalho, Dudu Nobre, Zélia Duncan, Fátima Guedes, Zé Menezes, Roberta Sá, Sadao Watanabe, Stefano Bollani, Marvio Ciribelli, Nicolas Krassik, Ana Costa, Dorina, Teresa Cristina entre outros. Yamandu Costa - Interprete Yamandu Costa (Passo Fundo, Rio Grande do Sul, 1980). Violonista, compositor, arranjador. Especialista em violão de sete cordas, Yamandu Costa constrói composições e releituras de composições clássicas da música latino-americana explorando as possibilidades do instrumento, na mistura de diferentes ritmos com base no improviso e na performance. Além dos discos que escuta na infância, seu pai, Algacir Costa, violonista, trompetista e professor de música, e sua mãe, a cantora Clari Marson, são os responsáveis pelo seu interesse pela música e pelas primeiras aulas de violão. Ainda criança, no Rio Grande do Sul, participa de programas de rádio. Tem aulas de violão dos 7 aos 15 anos, mesmo período em que acompanha o grupo Os Fronteiriços, de seu pai. Depois, tem aulas com o violonista argentino Lúcio Yanel (1946). Aprende a tocar violão de seis, sete - no qual se especializa e oito cordas. Yamandu transita entre diferentes estilos como choro e música clássica, mas também traz em seu repertório ritmos tradicionais gaúchos aprendidos em seu local de origem, como milongas e chamamés, além de estilos latinos, como o tango. Em 1999, grava o disco independente Diamandu, que inclui no repertório “Samba do Avião”, de Tom Jobim (1927-1994), e “Lamento do Morro”, de Garoto (1915-1955). Em 2001, lança o disco Dois Tempos, com Lúcio Yanel. No mesmo ano, ganha projeção nacional com seu primeiro álbum solo, Yamandu. Além de composições próprias, como “Chamamé”, “Cristal” e “Habanera”, Yamandu faz releituras de temas como "Brejeir", de Ernesto Nazareth (1863-1934), e “Flamengo”, de Bonfiglio de Oliveira (1891-1940). As influências latinas aparecem em diversos de seus trabalhos. O disco em que elas sobressaem é El Negro del Blanco (2004), ao lado do clarinetista Paulo Moura (1932-2010). Neste trabalho, são registrados temas como “Duerme Negrito” (Atahualpa Yupanqui), “La Paloma” (Sebastian Yradier) e “Valsa Venezuelana nº 3” (Antônio Lauro). Em 2003, lança Yamandu ao Vivo, com apenas dois temas seus: “Samba Meu” e “Tareco nº 1”, em parceria com Rogério Souza. Com projeção internacional, realiza concertos e grava alguns álbuns em estúdios estrangeiros. Entre eles Tokio Session, Ida e Volta, Lida (2006), gravado no Brasil, mas com algumas faixas tiradas de apresentação no Melbourne Jazz Festival e em 2007, é solista convidado da Orchestre National de France, com regência de Kurt Masur (1927-2015), no concerto da Anistia Internacional, em Paris. Com amplo domínio técnico sobre o violão de sete cordas, desde seu surgimento ele é comparado com o violonista carioca Raphael Rabello (1962-1995). Assim como Rabello, é discípulo da mesma linhagem de Dino Sete Cordas, Meira e Baden Powell (1937-2000), condensando estilos e linguagens de cada um deles. Além da influência desses músicos, Costa imprime identidade própria na forma de tocar, como é mostrado nos arranjos feitos em diferentes discos para as músicas “Sons de Carrilhões”, de João Pernambuco (1883-1947), “Lamentos do Morro”, de Garoto, “Meu Avô”, de Raphael Rabello e “Manhã de Carnaval”, de Luiz Bonfá (1922-2001). Yamandu usa o violão de sete cordas para renovar, através de releituras, clássicos da música latina-americana. Além do virtuosismo e domínio técnico no instrumento, Costa é criticado pelo excesso, marcado por andamentos muito acelerados e grande quantidade de notas, soando, para alguns, com pouco brilho e nitidez. No decorrer dos anos, passa a equilibrar momentos de virtuose com outros mais contidos e equilibrados, colocando a música também a serviço do sentimento e da emoção. Nesse sentido, nota-se um amadurecimento principalmente em trabalhos em duo, com Paulo Moura, Dominguinhos (1941-2013), Hamilton de Holanda (1976) e Valter Costa. Nos discos registrados com esses músicos, aprende a dosar momentos em que ganha destaque como solista com outros em que atua como acompanhante, tocando com equilíbrio e fazendo caminhos harmônicos e linhas de baixo muito originais, criativos e complementares às melodias e aos improvisos de seus parceiros. Como compositor, Yamandu Costa realiza uma obra pensada para uma linguagem violonística, mas também escreve temas para outros instrumentos, como “Samba do Véio”, “Cochichado” e “Luz da Aurora”, feitos em parceria com Hamilton de Holanda. As composições são reflexo de seu aprendizado como instrumentista. Ele não se limita a interpretar obras de apenas um gênero compondo em diferentes estilos, como o “Choro pro Gago”, o “Samba pro Rapha”, ritmos tradicionais gaúchos como “Chamamé” e latinos como “Habanera”. Também compõe a “Suíte Interiores para Violão de 7 Cordas”, “Bandolim de 10 Cordas” e “Orquestra”, escrita pelo violonista em parceria com Hamilton de Holanda, com orquestração do violonista Paulo Aragão, em encomenda feita pelo maestro Roberto Minczuk, com estreia em 2011, em concerto com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Yamandu Costa trabalha renovando a música popular brasileira e latino-americana através do improviso e da exploração do violão de sete cordas, levando mais em consideração a possibilidades do instrumento e a performance do que as exigências de uma interpretação fiel à composição WAGNER TISO Wagner Tiso Veiga é um artista completo. Ao longo de seus 60 anos de carreira, o pianista, regente, compositor e arranjador, foi um dos responsáveis pela criação do Clube da Esquina, tocou e orquestrou para mais de 150 intérpretes diferentes, dentre eles, todos os grandes nomes da música popular brasileira, se apresentou em quase todos os países do mundo e hoje, possui uma obra com mais de 30 álbuns, inúmeras trilhas para cinema, TV e teatro, 2 peças sinfônicas completas e quase 200 arranjos musicais. Nascido na cidade mineira de Três Pontas em 12 de dezembro de 1945, de família com origens ciganas do Leste Europeu, Wagner é filho de um bancário e de uma professora de piano, onde teve o primeiro contato com a música. Ainda criança, conheceu Milton Nascimento, fizeram juntos os estudos do acordeom e suas primeiras descobertas musicais, mudaram-se para Alfenas, e fortaleceram uma amizade que se mantém até hoje. Wagner, ao longo da sua vida, morou em vários países, onde também fez participações musicais com diversos artistas e orquestras sinfônicas locais. Gravou 3 discos na Suíça, e em 1974, participou da gravação do LP Flora Purim em Montreux, no mesmo país. Também gravou Native dancer, de Wayne Shorter, em Los Angeles. Morou na Espanha entre 1988 e 1989 e, em Portugal, por inúmeras vezes entre 1972 e 2000. Tocou com o Quinteto de Cello por toda Europa, como Dinamarca, Alemanha, Paris, etc. Em 2018 realizou o primeiro Festival Internacional de Piano Solo – FIPS em Belo Horizonte com apresentações de vários pianistas renomados e premiação para os artistas revelação. Esta lançando seu primeiro Songbook, e criou ao lado de sua produtora Mariana Lisboa, o Instituto Wagner Tiso. O instituto nasce da vontade de compartilhar o conhecimento adquirido ao longo dos 60 anos de carreira do maestro Wagner Tiso, com interesse de compartilhar seu vasto conhecimento, não tendo a pretensão de erguer uma sede suntuosa para receber seus alunos, o maestro/compositor/arranjador/pianista decidiu unir-se a projetos sociais já estabelecidos, fortalecendo assim iniciativas sociais que nos dias de hoje são de suma importância na construção de oportunidades de carreiras solidas para jovens de baixa renda. Como a musica é o que nos representa, neste inicio de trabalho estamos nos associando a dois grandes projetos sociais, são eles: “Cidade dos Meninos Sa o Vicente de Paulo” e “Projeto Valores de Minas”. Nailor Proveta - Interprete Com mais de 30 anos de carreira, Nailor Proveta é figura de destaque no cenário da música instrumental brasileira. Integrante e fundador da Banda Mantiqueira, compositor e arranjador, além de instrumentista, esteve envolvido em muitos dos melhores e mais relevantes projetos musicais das últimas décadas. Proveta começou na banda municipal de Leme (SP), onde nasceu. Aos 16 anos, já em São Paulo, integrou a orquestra do maestro Sylvio Mazzuca. Depois, liderou a Banda Aquarius e o grupo Sambop Brass, e dividiu o palco com artistas como Natalie Cole e Benny Carter, além de ter seguido em turnês com a orquestra de Ray Conniff. Até hoje, Proveta é um dos clarinetistas mais requisitados do país, mas tem com o saxofone um caso de amor, aliado a um interesse quase científico, expresso através da pesquisa minuciosa dos timbres e sonoridades dessa família de instrumentos. Interprete -Alessandro Penezzi Alessandro Penezzi (Piracicaba, 19 de fevereiro de 1974) é um compositor, arranjador, professor e instrumentista brasileiro. Violonista clássico (erudito) e popular, usando violão de 6 (seis) e 7 (sete) cordas. Multiinstrumentista, toca vários instrumentos musicais como cavaquinho, bandolim, violão tenor, flauta transversal entre outros. Cursou violão popular na Unicamp, e foram seus professores Marcos Cavalcanti e Ulisses Rocha. Atualmente se aplica no desenvolvimento de seu trabalho solo individual e em conjunto com outros artistas, compondo, arranjando, gravando e fazendo apresentações. É professor, colunista da revista Violão Pró, ministra workshops de violão e choro, e é concertista com várias turnês pelo mundo além de possuir um curso online de Violão Brasileiro.
PROJETO ARQUIVADO.