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PRONAC 2411076Projeto incluído em pauta para avaliação da CNICMecenato

DÓ RÉ MI FU - O mundo fora da escala

MARCIO VICENTE LOPES
Solicitado
R$ 203,7 mil
Aprovado
R$ 203,7 mil
Captado
R$ 93,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

46.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Guarulhos
Início
2026-04-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Esta proposta visa fazer uma temporada de vinte apresentações com preços populares do espetáculo DÓ RÉ MI FU _ O Mundo fora da escala, uma tragicomédia de Marcio Trinchinatto, que fala sobre a linha tênue que divide a civilidade da barbárie e os prazeres e perigos existentes na vingança.O espetáculo foi contemplado pela Lei de Incentivo Paulo Gustavo na cidade de Guarulhos e fez grande sucesso em sua primeira temporada. A partir de agora, pretendemos levar este texto que reflete sobre o comportamento humano para o grande público na cidade de São Paulo, juntamente com a oficina teatral infantil CORAÇONÊS _ A língua oficial das estrelas, inspirada no livro A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA que, na contramão do espetáculo, propõe identificar, refletir e transformar atitudes desagregantes na infância e adolescência. Em cena, Renata Konsso e Marcio Trinchinatto (que também assina a direção) contam seis histórias cotidianas com desfechos surpreendentes.

Sinopse

DÓ RE MI FUO mundo fora da escala Dó Ré Mi Fu - O Mundo Fora da Escala, protagonizado por Renata Konsso e Marcio Trinchinatto, é considerado um thriller cômico que aborda a linha tênue entre a civilidade e a barbárie. O espetáculo, com duração de 80 minutos, reúne seis cenas independentes que apresentam doze personagens, convidando o público a espiar aspectos humanos sombrios como mediocridade, violência e vingança, sem deixar o humor e a poesia de lado. São histórias que se desenrolam em ambientes como um apartamento gourmet, uma escola de elite e uma UTI de hospital, proporcionando ao espectador uma imersão em comportamentos e situações intimamente relacionadas ao seu próprio cotidiano. Sob a direção e dramaturgia de Marcio Trinchinatto, a peça traz um retrato do mundo pós-pandemia onde o riso e o desconforto se misturam. É uma obra que provoca reflexões sobre a natureza humana e o contexto atual e, talvez, por isso, assuste e faça rir ao mesmo tempo. A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA Marcio Trinchinatto é ator, diretor, professor de teatro, chef de cozinha e confeiteiro. Em seu primeiro livro, ele traz uma receita que desenvolveu durante anos e mistura palco, conversas, despedidas, alunos, risadas, medos, choros, amores e silêncios. Pisciano e tímido, esse viajante do mundo só encontrou coragem para mostrar essa iguaria depois de generosas conversas com sua amiga Sônia Nolasco e o encantador encontro com Victor Grizzo, esse ilustrador que conseguiu traduzir o pedido de “etéreo” em imagens tão significativas que habitam as páginas do livro.Em A MENINA QUE CONVERSAVA COM AS ESTRELAS, a personagem Lara enxerga, sente e fala coisas que só conseguimos entender quando aprendemos Coraçonês, a língua oficial das estrelas do céu. Da janela do seu quarto no sótão, nossa personagem conversa com uma estrela e acaba se inspirando para sugerir transformações na vida de algumas crianças do condomínio do lago. Uma língua diferente, sem nenhuma palavra, mas que pode ser traduzida para o Português, Finlandês, Maori ou qualquer outra língua. Até quem não pode falar, enxergar ou mesmo fazer um único movimento consegue ser fluente.Coraçonês é um mistério que está a ponto de ser desvendado: Por não conter palavras, só sabemos que estamos falando essa língua quando olhamos bem no fundo dos olhos do outro e descobrimos, maravilhados, que os dois seres possuem aquele mesmo brilhozinho especial que vemos nas estrelas. Esse brilho, que dá origem ao Coraçonês, só nasce quando respiramos quatro letras: a-m-o-r. E nunca, nunca mais acaba.Marcio Trinchinatto conta que o processo de escrita deste livro passou por memórias e aprendizados especiais, “Lembro-me que ainda criança achava fabuloso fazer redações usando os nomes dos meus colegas de classe. Todos ficavam esperando minha vez de ler em voz alta para saber onde e como eles se encaixavam na história.A ideia de escrever A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA, no entanto, nasceu durante um período de muito recolhimento, depois de acompanhar uma aluna com um sério problema de saúde, justamente na idade que eu tinha quando escrevi as primeiras redações nas aulas de Português. Testemunhar a luta e a fé de sua mãe mexeu em algo valioso em mim, e pouco tempo depois de vencerem a doença fui eu que perdi minha mãe, o meu coração do lado de fora.A partir daí, a ideia foi criando forma. Juntei alguns nomes e voltei no tempo, reescrevendo minha própria história pelo olhar de Lara.”Trechos do livro"Juliano entendeu tudo, e dos seus olhos que não enxergavam saíram lágrimas quando Lara perguntou por que ele, que era capaz de entender os cinco sentidos, ficaria triste em não ter um deles.Juliano segurou a mão de Lara e agradeceu. Disse que as pessoas o chamavam de anjinho porque ainda não sabiam o quanto Lara era especial. Lara ficou vermelha e sentiu que seu coração estava quase explodindo, mas preferiu não falar mais nada. Tomou um copo inteiro de suco de laranja para disfarçar.Lara ensinou a Juliano que ele não podia mais ter sua mãe por perto, mas podia encontrar sua voz nas músicas que ela adorava. Sua pele permanecia suave como os vestidos que estavam guardados; seu cheiro permanecia no perfume das macarronadas, e ela estaria sempre atenta, lá de cima, onde moram as estrelas, para ouvir suas risadas."

Objetivos

Objetivos gerais: - Ensaiar, apresentar e fazer debates sobre o espetáculo DÓ RÉ MI FU _ O Mundo fora da escala, na cidade de São Paulo, sempre com preços populares; - Disponibilizar oficinas teatrais gratuitas para alunos da rede pública; - Distribuir exemplares do livro infanto-juvenil A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA (Editora Flamingo, 2022) como forma de incentivo à leitura; - Através do teatro, fomentar ações sociais e culturais que venham minimizar efeitos de desigualdade social, violência, exclusão, preconceitos, racismo, entre outros, presentes em todas as esferas da sociedade. Objetivos específicos: - Refletir sobre comportamentos humanos que dividem, excluem e prejudicam o nosso desenvolvimento em sociedade; - Oferecer espetáculos com total acessibilidade, através de espaços adaptados para PcD, cotas de ingressos gratuitos, tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição durante a temporada. - Resgatar o uso da linguagem não violenta entre crianças, adolescentes e adultos; - Democratizar o acesso às artes com ingressos a preços populares e oficinas teatrais gratuitas; - Resgatar o sentimento de autoestima dos alunos, propiciado pelo prazer do fazer artístico teatral; - Despertar, através de nossas oficinas teatrais, potenciais criativos até então estagnados, que poderão ter efeito multiplicador na sociedade;, - Incentivar a formação de uma rede de apoio dentro da comunidade, fortalecendo laços fundamentais para a formação do ser humano em sua integridade física, intelectual, autoestima; resgatando valores humanos, dentro de uma Cultura para a Paz.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura tem se revelado um grande motor de propulsão da atividade coral e teatral no Brasil desde que foi lançada. Proporcionar DÓ RÉ MI FU _ O Mundo Fora da Escala, é uma maneira de identificar e refletir sobre o uso da linguagem violenta -e suas consequências- no cotidiano. Além disso, a Lei de Incentivo à Cultura e o consequente aporte do patrocinador, aparecem como única ferramenta possível para apresentar ao público este projeto inédito que inclui a circulação de um espetáculo teatral com preços populares, oficina teatral para crianças e a distribuição de exemplares do livro A Menina que Conversava com a Estrela, com o objetivo claro de discutir as formas de comunicação entre as pessoas e propor uma mudança de comportamento visando a Cultura pela Paz. A proposta enquadra-se nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Espetáculo DÓ RÉ MI FUApresentações na cidade de São PauloEquipe:Marcio Trinchinatto – ator e diretor;Renata Konsso – atriz;Elis Lucas – sonoplastia;Rodrigo de Oliveira – iluminação. Duração: 90 minutosClassificação: 12 anos Oficina teatral CORAÇONÊSOficinas gratuitas mediante inscriçãoDuração – 2:00 hAlunos do Ensino Fundamental I da rede pública.Conteúdo:- Prévia leitura do livro- Identificação de situações de conflito- Sugestão de solução através da linguagem não violenta.

Acessibilidade

Espetáculo DÓ RÉ MI FU - O Mundo fora da escala Propiciar acesso de PcD, auditivo e visual, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Acessibilidade física: Rampa, assento, prioridade e banheiros adaptados nos espaços onde o espetáculo será apresentado.Deficiência auditiva – tradução em LIBRASDeficiente visual – audiodescrição Uma de nossas oficinas CORAÇONÊS - A língua oficial das estrelas, contará com tradução em LIBRAS.

Democratização do acesso

Pretendemos democratizar e ampliar o alcance do tema central do espetáculo para mais pessoas através das seguintes ações: 1) Ingressos a preços populares em todas as sessões;2) Distribuição de 10% (dez por cento) de ingressos gratuitos para alunos e professores de escolas públicas, Ongs e entidades assistenciais;3) Distribuição de 4% (dez por cento) de ingressos para nossos patrocinadores;4) Distribuição de 4% (cinco por cento) de ingressos para divulgação e assessoria de imprensa. Além das ações de democratização acima, pretendemos fazer 02 apresentações totalmente gratuitas em teatros de prefeituras ou escolas públicas na Grande SÃo Paulo. A união do espetáculo adulto DÓ RÉ MI FU – O mundo fora da escala com a oficina teatral infanto-juvenil Coraçonês – A língua oficial das estrelas proporciona uma grande reflexão sobre a violência cotidiana que todos estamos expostos atualmente. Mais que isso, nos convida a elaborar novas formas de comunicação interpessoal. Elaborado para atender diretamente mais de 5.000 (cinco mil) pessoas com o espetáculo e outras 120 (cento e vinte) crianças com a oficina teatral, temos a certeza de que nosso projeto trará incontáveis benefícios para uma sociedade que reflete e procura mudanças reais na Cultura da Paz, através do entendimento dos nossos atos e suas consequências e a propagação das virtudes da personagem central do livro.

Ficha técnica

DÓ RÉ MI FU – O MUNDO FORA DA ESCALAEspetáculo Teatral Texto e direção: Marcio TrinchinattoElenco: Marcio Trinchinatto e Renata KonssoIluminação: Rodrigo OliveiraSonoplastia:Figurinos: Lilian BonfimPreparação corporal: Priscila OliverProdução: Marcio Trinchinatto e Renata KonssoDivulgação: Katia Marchena e Pombo Correio CORAÇONÊS – A língua oficial das estrelasOficina teatral para criançasOficineiros: Renata Konsso e Marcio Trinchinatto CURRÍCULOS MARCIO TRINCHINATTOAutor, ator, diretor, produtor e oficineiro Formado pelo Teatro Escola Célia Helena, onde trabalhou como professor do curso profissionalizante por vários anos, fazendo parceria com Célia Helena, primeiramente como assistente e, em seguida, dividindo palcos. Formado em Educação Artística pelo Centro Universitário Claretiano – São Paulo. Estudou interpretação no HB Studios de Nova York e foi aluno ouvinte de Jeff Goldblum, na West Acting School de Los Angeles. No teatro já trabalhou com grandes nomes como Nydia Licia, Gianni Ratto, Renato Borghi, Raul Cortez e Elias Andreatto, entre outros. Entre seus trabalhos como ator, destacam-se o musical O Mambembe, O Auto da Compadecida, Laços Eternos e Doces Ardis, musical inspirado na obra de Chico Buarque. Também dirigiu alguns espetáculos, entre eles Namoro, uma comédia romântica adolescente, o infantil Maroquinhas Fru Fru, A Alma Boa de Setsuan, O Pastelão e a Torta, Madagascar e A Comédia dos Erros, sendo estes últimos em Guarulhos. Recentemente protagonizou o espetáculo A Confissão de Leontina, de Lygia Fagundes Telles, no Teatro Eva Herz, em São Paulo. Foi coach de Raul Cortez no espetáculo Cheque ou Mate em 1998, seguindo o método de interpretação criado pelo russo Constantin Stanislavski. No cinema, atuou em alguns filmes de curta e longa metragem, entre eles Opressão, de Mirela Martinelli e Através da Janela, de Tata Amaral. Participou de várias campanhas publicitárias no Brasil e no exterior. Pesquisa o despertar da criatividade e a descoberta e fortalecimento do caminho criativo em uma ou mais faces da Arte com crianças, adolescentes e adultos. Foi professor na Casa do Teatro, Colégio Parthenon e atuou como orientador artístico e diretor de vários núcleos de teatro no Colégio Mater Amabilis por quase 18 anos, à frente da Cia de Teatro Mater, um dos mais expressivos e atuantes grupos do município de Guarulhos, responsável por mais de uma dezena de espetáculos que circularam por teatros municipais em São Paulo, Guarulhos e municípios vizinhos, em campanhas de formação de público, temporadas e espetáculos beneficentes em parcerias com prefeituras. Foi professor de teatro e Head of Drama na St. Nicholas School, onde trabalhou com alunos de várias nacionalidades na Infant, Junior e Senior Schools, acumulando experiência com o Primary Years Programme (PYP) e International Baccalaureate Diploma Programme (IB Theatre Arts Diploma). Foi membro da LAHC – LATIN AMERICAN HEADS CONFERENCE, para a qual criou o projeto MAD Experience, workshop internacionalmente reconhecido, voltado para adolescentes e professores de arte, que visa unir música, artes visuais, teatro, mídias e expressão corporal num único evento de Performing Arts. Atualmente trabalha como professor e dirige núcleos de teatro no colégio Carbonell em Guarulhos e apresenta o quadro O mundo nos Trinx na VRT Channel. É autor dos textos A ÚLTIMA MELODIA e DÓ RÉ MI FU – O Mundo Fora da Escala, ambos para o teatro. Também acaba de lançar seu primeiro livro com o título A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA (Ed. Flamingo/Chiado 2001), o qual conta a história da amizade entre uma menina órfã e uma estrela que acaba mudando a vida das crianças de um condomínio. RENATA KONSSOAtriz, produtora e oficineira Renata Konsso é atriz, educadora e roteirista formada pela SP Escola de Teatro. Faz parte da Cia. Teatro da Chuva desde 2020 e já trabalhou como assistente de direção no Colégio Mater Amabilis de 2014 a 2019 e na Cia. De Teatro Simbiose de 2009 a 2013. Alguns trabalhos realizados:● Atriz, roteirista e diretora no espetáculo áudio visual "Confissões de Sônia" com o Teatro da Chuva.● Atriz e encenadora no Monólogo “Pássaros Cegos” 2016● Criação, direção e atuação na performance “Condição” pelo Coletivo Assim – 2013/2014● Experimento Mód. Vermelho – ‘Você Devia Ter Fechado a Porta’SP Escola de Teatro. Orientação: Caco Mattos. - 2012● Experimento Mód. Azul – Teatro Performativo a partir das obras de Lucia Koch e Peter Greenaway ‘O Avesso do Ser – O que escondo que me destrói?’SP Escola de Teatro. Orientação: Adriana Vaz, Jucca Rodrigues, Matteo Bonfitto e Kil Abreu. - 2012● Experimento Mód. Amarelo – Baseado na Obra ‘Viva o Povo Brasileiro’SP Escola de Teatro. Orientação Roberto Fernandes. - 2011 ● Experimento Mód. Verde – ‘A Gaivota’ de Anton Tchekov RODRIGO OLIVEIRAIluminadorDRT 31851 Formado Técnico em Iluminação pela SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes de Palco e cursando o 4 Semestre de Artes Visuais na Instituição de Educação Superior FASC - Faculdade Santa Cecília de Pindamonhangaba. Ministrou a Oficina de Teatro e Sombras, junto a Cia. Quase Cinema de Teatro de Sombras, o curso Noções de Iluminação no Centro Paula Souza – ETEC Belém e o projeto Luz em Foco, contemplado pelo PROAC 39/2021. Foi responsável técnico e operacional de iluminação em vários espetáculos, entre os quais se destacam Super Sítio no Teatro Metrópole de Taubaté, Cabeça de Papelão no Teatro Municipal do Espírito Santo, Ópera do Malandro e Carmen, a Pequena Grande Notável no Centro Cultural Banco do Brasil, Crônicas de Cavaleiros e Dragões no Teatro do Sesi Fiesp Paulista, A Bola, Histórias que Rolam no SESC Vila Mariana e A Confissão de Leontina nos Teatros Viradalata, Viga Espaço Cênico e Teatro Eva Herz. Rodrigo também recebeu o Prêmio de Melhor Iluminação no Primeiro Festival de Teatro de Taubaté. ELIS LUCAS KONSSOSonoplasta Elís Lucas é cantora, compositora, violonista e sonoplasta, além de ser graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Uninove (2012). Em 2013 iniciou sua carreira musical com a banda Luneta Vinil, com a qual gravou o EP “Tanta Coisa Pra Falar” (2014) e o álbum Tocando Amores (2017), este último, com show de lançamento no Teatro Adamastor e no conceituado Bar Brahma. Em 2016 assinou sua primeira sonoplastia ao lado do músico Edson Luciano e estreou como dramaturga em colaboração com a atriz Renata Konsso, no monólogo “Pássaros Cegos”, montado e apresentado em Guarulhos por meio de crowdfunding. Com a pausa da banda em 2018, iniciou carreira solo com o lançamento de uma sequência de singles com participações de músicos renomados, como Bubu Trompete, conhecido pelos metais dos Los Hermanos. No mesmo ano, estudou composição com Romulo Fróes, compositor conhecido pela canção que deu título ao disco “A Mulher do Fim do Mundo”, de Elza Soares e, recentemente concluiu o curso Narratividades Sonoras, projeto financiado pelo Proac, realizado na Casa de Cultura Vila Guilherme, no qual produziu o podcast “Estúdio Aberto”, onde compartilha seu processo criativo da sonoplastia para a peça “O Canto do Fim do Mundo”, da Cia Bonita de Teatro.

Providência

Projeto encaminhado automaticamente para pauta da reunião da CNIC