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PRONAC 2411084Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MAR ABERTO

LUA & MOITARA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,35 mi
Aprovado
R$ 1,35 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-02-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (9)
Salvador BahiaTeresina PiauíAracaju SergipeGuarujá São PauloPiracicaba São PauloRio Claro São PauloSão Paulo São PauloSão Sebastião São PauloVotorantim São Paulo

Resumo

O projeto visa a montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral "Mar Aberto", que explora as linguagens musicais e visuais e combina diferentes técnicas e formatos de teatro, com bonecos - incluindo gigantones e cabeçudos - e recursos de vídeo-mapping. Dividida em três ambientes - o Mar, o Planalto e a Beira-Mar - a encenação faz uma releitura do processo da colonização em terras brasileiras, problematizando as relações entre brancos, negros e indígenas na formação do Brasil e a construção de respostas do povo brasileiro a tal processo, pela via da cultura e da arte, da decolonização e re-antropofagia.

Sinopse

“Mar aberto” é um espetáculo teatral, com duração aproximada de 80 minutos, que encena, em três ambientes - o mar, o planalto e a beira mar, produzidos com recursos de vídeo-mapping e adereços alegóricos - uma história que se passa em uma terra imaginada chamada Praia Brasilis, habitada pelos Praia Brasilianus, um povo miscigenado que vive à beira-mar entre o oceano e o planalto. Influenciados por processos de colonização e modernidade, vindos tanto do mar quanto do planalto, eles enfrentam pressões externas para sua submissão. No entanto, esse povo resiste e constrói sua existência na margem, exercitando uma “re-antropofagia” cultural em resposta às tentativas de dominação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto tem como objetivo geral a montagem, temporada e circulação de "Mar Aberto", um espetáculo teatral que explora a linguagem do teatro, incluindo bonecos, a linguagem musical e a linguagem visual, através do uso de recursos de vídeo-mapping, em um exercício de problematização da colonização do Brasil e de resposta do povo brasileiro em uma perspectiva decolonial. A temporada de estreia, com 12 sessões, será realizada na cidade de São Paulo, em teatro com capacidade média de 400 lugares, estimando-se um público total de 4.800 pessoas. A circulação no estado de São Paulo irá passar pelas cidades de Guarujá, São Sebastião, Piracicaba, Rio Claro e Votorantim, sendo 2 (duas) apresentações por cidade, em teatros com capacidade média de 400 lugares, visando atingir um público de aproximadamente 4.000 pessoas. Além disso, o projeto prevê a circulação pelas cidades de Aracaju/SE, Salvador/BA e Teresina/PI, sendo 2 sessões por cidade, em teatro com capacidade média de 400 lugares No total, o projeto pretende alcançar um público de 11.200 pessoas aproximadamente. Produto principal: Peça Mar Aberto Área: Artes Cênicas Segmento: Teatro OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar a montagem teatral da peça de teatro "Mar Aberto"; - Realizar uma temporada de estreia da peça, com 12 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro com lotação média de 400 lugares. A peça terá duração de 80 minutos e as sessões ocorrerão de sexta a domingo, pelo período de 1 mês, atingindo um público de aproximadamente 4.800 pessoas; - Realizar a circulação do espetáculo pelas cidades de Guarujá, São Sebastião, Piracicaba, Rio Claro e Votorantim, no estado de São Paulo, sendo 2 apresentações por cidade, em teatros com capacidade média de 400 lugares; a circulação também será feita pelas cidades de Aracaju/SE, Salvador/BA e Teresina/PI, sendo 2 sessões por cidade, em teatro com capacidade média de 400 lugares; no total, são 16 apresentações na circulação do espetáculo (somando as sessões da circulação no estado de São Paulo e nos estados do nordeste brasileiro) e um total de público aproximado de 6.400 pessoas nesta ação. Cada sessão terá aproximadamente 80 minutos de duração. CONTRAPARTIDA: - Realizar, em teatro com capacidade mínima de 400 lugares, um ensaio aberto, com aproximadamente 2 horas de duração, gratuito, na abertura da temporada na cidade de São Paulo, direcionado preferencialmente a profissionais das artes cênicas e a alunos e professores, incluindo estudantes de teatro (em cursos livres, escolas e faculdades), sendo que pelo menos 50% dos participantes serão oriundos da rede pública de ensino; - Realizar um bate-papo, ao final do ensaio aberto na cidade de São Paulo, de aproximadamente 40 minutos, com a participação do elenco e do público, mediado pelos autores, pelo diretor da peça e pelo elenco. Este bate-papo será filmado, editado e ficará disponível no YouTube, a fim de compartilhar com um número maior de pessoas e regiões os conceitos trabalhados na montagem, contribuindo, assim, para a formação de plateia e também para a divulgação do espetáculo. Realizar, ao final de uma das sessões em cada capital nordestina que receberá a circulação do espetáculo, um bate-papo de aproximadamente 40 minutos, com a participação do elenco e do público, totalizando 4 bate-papos ao longo da execução do projeto; - Realizar duas oficinas culturais, direcionadas a estudantes de teatro, cenografia e produtores culturais, com os temas "O uso de vídeo-mapping na construção de cenários no teatro contemporâneo" e "Teatro com bonecos, diálogos com a cenografia, a tecnologia e a conscientização ambiental", de modo a apresentar alguns aspectos da inovação tecnológica presente no espetáculo e discutir a necessidade de renovação estética nas artes em diálogo com a tradição e as urgências de nosso tempo. As oficinas, com duração de 120 minutos cada, prevêem a participação de 20 pessoas em cada uma, totalizando 40 pessoas.

Justificativa

O poeta e crítico de arte Ferreira Gullar tem, entre suas reflexões mais conhecidas, a afirmação de que "A arte existe porque a vida não basta"; frase que se completa com: "A função da arte é inventar a realidade". Mas essa invenção, sabemos, é ao mesmo tempo uma resposta e uma pergunta a esta mesma realidade. No caso de "Mar aberto", espetáculo teatral objeto deste projeto, a vida/arte inventada parte da "pseudo descoberta" e colonização do Brasil, abordando como os povos que aqui viviam e aqueles que foram trazidos para cá, inventaram novos modos de viver e de criar a realidade por meio da arte. "Mar aberto" é uma montagem teatral que traz ao palco um espetáculo alegórico voltado para a celebração da cultura brasileira e o debate sobre a participação das artes em nossa formação. Em uma terra imaginária chamada Praia-Brasilis vive um povo que busca satisfazer suas necessidades e vontades. Esse povo habita a região da beira-mar; ali perto está o morro. No mar está uma representação de Fernando Pessoa e seu círculo significativo e característico; no planalto, sobre o morro, vive o povo da metrópole, os modernistas, também caracterizados. O espetáculo se desenvolve com as ações dos de fora sobre o povo da praia, suas influências, tentativas de imposição e interpretações da vida e das coisas. Enquanto vive, o povo, ora se realiza, ora responde às investidas vindas de fora, ora sofre o impacto da assimilação das influências. Porém, num processo de re-antropofagia, busca decolonizar a vida; e decolonizar a vida é uma reivindicação e um exercício de liberdade, um imperativo de existência. Na montagem, os bonecos interagem entre si e com os atores no palco, a partir da referência ao mar e ao planalto, com vozes e sons pré-gravados, em meio às ações de trabalho, de convivência diária e festas populares, valorizando as danças e tradições folclóricas e integrando diversas técnicas, parte constitutiva do espetáculo como um todo. "Traduzir uma parte em outra parte, que é uma questão de vida ou morte"... Será ARTE de viver? Inspirados na reflexão e na poesia de Ferreira Gullar, entendemos que essa é a questão mobilizadora: viver é possível e realizável nessas condições? As finalidades e os pressupostos sustentadores da oferta por lei de recursos viabilizadores de realizações artísticas se coadunam com a presente proposta, num encontro eficaz e produtivo. Tanto a referida lei 8313/91 quanto a produção cultural que aqui se apresenta, buscam favorecer, dispor e estimular, por meio de um Projeto Cultural - no caso, de concepção, encenação e circulação teatral -, a realização contributiva facilitadora, a todos os meios, para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais na medida em que as apresentações e repercussões midiáticas teatrais possibilitarem, seja no teatro ou na sua extensão crítica debatida e disponibilizada em rede mundial. "Mar aberto" parte dessas premissas para promover e estimular a produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais da cidade de São Paulo, dialogando com os conteúdos regionais de povos originários, pretos, descendentes e caiçaras. Trata-se de uma produção que conta com a participação dos membros da equipe no processo de criação do espetáculo (autores, diretores, elenco, cenógrafos, designers de luz e de vídeo-mapping, figurinistas etc.), valorizando a história e as práticas da cultura brasileira, e, por isso, esta é uma forma de apoiar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Além da valorização direta e imediata dos artistas envolvidos na produção, o espetáculo busca proteger e valorizar as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, notadamente responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, trazendo para o palco essas manifestações e assumindo o compromisso de salvaguardar, por meio de processo seriamente conduzido e implementado, a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, estimulando objetivamente a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores, com conhecimento, cultura e memória, resgatando e ressignificando ícones e imaginários artísticos, priorizando, necessariamente, o produto cultural originário ou as releituras dos grupos prioritários do País. Assim, o projeto atende aos seguintes requisitos e objetivos do artigo 1º, da lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto atende também aos seguintes requisitos e objetivos do artigo 3º, da lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.

Especificação técnica

N/A

Acessibilidade

Entendendo que os recursos de acessibilidade devem fazer parte de uma produção cultural por serem essenciais na ampliação efetiva do acesso aos bens culturais e por contribuírem para o combate aos preconceitos que permeiam a sociedade, o projeto pretende promover a inclusão e a acessibilidade de pessoas com deficiência (PCDs), tanto com ações específicas nas apresentações do espetáculo quanto na inserção de personagem PCD (no caso, uma pessoa deficiente visual) e na incorporação de experimentos sensoriais (de visão, tato, olfato e audição) em alguns trechos da apresentação. Além disso, pretende-se contratar uma pessoa com deficiência para fazer parte da equipe de “Mar aberto”. Em termos objetivos, o projeto prevê: Produto principal: Peça Mar Aberto Área: Artes Cênicas Segmento: Teatro MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros selecionados para receber o projeto contam com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e devem estar adaptados para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCDs AUDITIVOS: o projeto prevê acessibilidade para PCD auditivo em sessões com intérprete de Libras, sendo 1 (uma) em São Paulo, 1 (uma) no litoral e 1 (uma) no interior do estado e 1 (uma) em capital nordestina visitada, totalizando 4 (quatro) sessões com acessibilidade auditiva ao longo do projeto. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Intérprete de libras MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCDs VISUAIS: O projeto prevê audiodescrição em todas as sessões, a partir da disponibilização de locução AD para download gratuito em aplicativo de acessibilidade. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Narrador de audiodescrição MEDIDAS DE INCLUSÃO DE PCDS: Contratação de pessoa com deficiência para atuar na equipe do espetáculo em área ainda a ser definida, podendo ser, inclusive, para fazer parte do elenco. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Não haverá necessidade de previsão deste item em orçamento, já que corresponde uma ação de inclusão no projeto como um todo, ou seja, uma das funções será exercida por um Pessoa com Deficiência.

Democratização do acesso

Visando a democratização e a ampliação do acesso aos produtos culturais serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade com o exposto no artigo 29 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em conformidade com o exposto no artigo 30 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas oficinas culturais, conforme descritas no campo objetivos. Em conformidade com o exposto no artigo 32 da Instrução Normativa nº 11/2024 I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; Duração do estágio: 05 meses. Remuneração: Bolsa auxílio no valor de R$ 1.200,00 / 05 meses de atividade (já incluídos os benefícios). Seleção: por meio de entrevista individual, a partir de divulgação de oportunidade junto a escolas, universidades e cursos técnicos.

Ficha técnica

PROPONENTE: LUA & MOITARÁ O proponente será responsável pela tomada de decisões e coordenação geral da execução da proposta, sendo remunerado pelas rubricas Coordenação Administrativo-Financeira do projeto e pela Direção de Produção do espetáculo. LUA & MOITARÁ é uma empresa especializada em planejamento, produção e gestão administrativa de projetos de diferentes áreas e segmentos da cultura (música, artes cênicas, artes plásticas, audiovisual, arte-educação e literatura). Fundada em 2019, a empresa busca promover o desenvolvimento e a difusão da cultura brasileira e está à frente de projetos nos mais diversos portes e formatos. Atuou na direção de produção do curta-metragem da Cia Coexistir de Teatro, Núpcias de Morte, O Rito (2022); na produção executiva do Festival Ubuntu, desde a primeira edição. Realizou a produção executiva e administrativa dos espetáculos No Cantinho com Você e Das Dores - Suíte Strindberg, em parceria com a Versa Cultural e com a Epifania Cia. de Teatro. Participou da produção da exposição O Silêncio que Grita e do espetáculo musical JK, um reencontro com o Brasil, da Fundação Brasil Meu Amor. Atualmente faz a produção administrativa do musical Conserto para dois, em parceria com a Versa Cultural, e a produção geral de oficinas artísticas e pedagógicas, com ênfase na relação entre arte e natureza, para diferentes unidades do SESC - São Paulo. Nome: Antonio Altieri Função: Diretor geral e ator Mini Bio: Ator, produtor, diretor e professor. Atuou durante 13 anos no Teatro-Escola Célia Helena, como aluno, iluminador e professor. Foi orientador de jovens, bibliotecários, crianças, atores e presidiárias. Produziu, dirigiu e atuou em A barra do jovem (criação coletiva). Atuou também em Do homem nada se perde, Os malefícios do tabaco, Pedro e o lobo (bonecos de Jesus Seda, cenário de Elifas Andreato e direção de Célia Helena). Produziu Kalkas, com textos de Anton Tchekhov, e As nuvens, de Aristófanes, que também dirigiu. Graduado em Educação Artística pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (1988), Educomunicador pela ECA/USP (2002), Mestre em Educação pelo Centro Universitário Nove de Julho (2007) e Doutor em Educação pela UNICAMP (2012), com pesquisa sobre os processos teatrais de Augusto Boal. Atuou na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, como Supervisor de ensino, Coordenador e Diretor de escola, além de professor no Ensino Básico e no Ensino Superior e Assistente Técnico-Pedagógico de Arte e Tecnologia em processos de formação de professores. É membro do comitê científico das JITOU (Jornadas Internacionais de Teatro do Oprimido e Universidade). Nome: Henrique Andrade Função: Iluminador Cênico Mini Bio: Formado pela SP Escola de Teatro em Iluminação (2016) e Fotografia pelo Centro Universitário SENAC (2021). Integrou o Centro Cultural Arenart, participando da criação e da operação de luz de O Que Eu Vi, O Que Nós Veremos (2008), Arena Conta Danton (2012), As Vozes de Joana (2013-2014), SEIS (2015), InSane (2015-2016), Clarão nas Estrelas (2017-2018) e Nos Telhados da Cidade (2019), entre outros espetáculos. Foi premiado no XXV FETESP (Festival Estudantil do Estado de São Paulo) como Melhor Iluminação por Arena Conta Danton, em 2012. Trabalhou como operador de luz em: Selvagens: Homem de Olhos Tristes (2014), Do Amor (2015), Os Arqueólogos (2016), Amadores (2016), ODISSEIA (2018), Insones (2018), Casa Submersa (2019), Rapte-me Agora! (2020), Para Duas (2020). Assinou o desenho de luz dos espetáculos FISSURA (2019), No Mundo dos Sonhos (2021), Depois que você abrir os olhos (2021) etc. Assina os desenhos de luz dos shows da cantora Rhaissa Bittar desde 2018 e o desenho de luz do espetáculo Não fossem as sílabas do sábado. Realiza trabalhos como assistente de iluminação para a Iluminadora e Cenógrafa Marisa Bentivegna. Nome: Jairo Mattos Função: Diretor Artístico Mini Bio: Ator, Diretor, Produtor e Palhaço. Com 40 anos de ofício, atuou e dirigiu em Cinema, Tv, Teatro. É cofundador do grupo de teatro Parlapatões, Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. No teatro, atuou em Budro, O Sonho de um Homem Ridículo, Os Coveiros, Barrela, Nossa Vida não vale um Chevrolet, A Comédia dos Erros, etc. Dirigiu os espetáculos Tem café no Bule, Mais Forte, Lágrimas de Vidro, Carro de Paulista, Assim como Rose, Sobre a Arte de Cortar Bifes, Amor por Nelson, Os Cata-Dores, entre outras peças. Na televisão, atuou nas telenovelas Barriga de aluguel, Renascer, O Dono do Mundo, Celebridade, Bang-Bang, Tempos Modernos e Gênesis. No cinema, participou de O Louco por Cinema, Deus Jr, O Escaravelho do Diabo, Eu Odeio Orkut, Trópico de Leão, entre outros filmes. Nome: Jorge Primo Função: Diretor geral e ator Mini Bio: Ator, estudou mímica com Paulo Yutaka, interpretação com Célia Helena e dança contemporânea com Carlos Barreto. Participou do grupo Avesso, atuando em Um trágico acidente e Sonho de uma noite de velório. Atuou, produziu e dirigiu espetáculos do grupo Mutação em peças como Sonhos de um sedutor e A matrona de Éfeso. Atuou e dirigiu as peças A coisa certa e Uma noite com Tchekhov. Entre 2011 e 2013, administrou seu próprio teatro (Espaço 405), em Moema, onde produziu e atuou em Huis Clos (Entre 4 Paredes) e ministrou aulas de interpretação para teatro. Em 2015 e 2016, atuou e dirigiu As desgraças de uma criança, de Martins Pena, com base na commedia dell’arte e no cancioneiro popular brasileiro. Em 2017 e 2018, co-produziu e atuou em Só ando em boa companhia, espetáculo musical. Recentemente, atuou em O doente imaginário, nos teatros Viradalata e Espaço Parlapatões. Nome: Mauricio Germano Função: Musicalização e Composição de trilha sonora (trilha sonora original) Mini Bio: Músico multi-instrumentista, compositor, produtor, arranjador. Cursou Composição e Regência na FAAM e Bandolim e Canto na ULM. Liderou a banda Santo Groove, com músicas autorais e uma releitura dos clássicos do samba rock (2000 a 2010). Produziu e lançou o projeto Samba, Sambinha e Sambão, com composições autorais e influências de, entre outros, Adoniran Barbosa, Cartola, Paulinho da viola e Chico Buarque. Em 2010, foi consultor, assistente de direção musical e músico no espetáculo Samba, Suor Brasileiro. Participou de apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Paris- França. Em 2015, lançou o EP De tudo um pouco, com cinco músicas autorais, nos gêneros samba rock, swing e samba soul. Em 2017, trabalhou em trilhas para teatro, sendo a mais recente a premiada peça Na granja. Em 2017, atuou e fez a direção e os arranjos de Só ando em boa companhia. Em 2018, fez a Direção musical e compôs parte da trilha sonora do longa-metragem #NUDES, de Guily Machovec. Nome: Fabio Brandi Torres Função: Dramaturgo Mini Bio: Escritor, dramaturgo, roteirista e diretor teatral, com indicações aos Prêmios Shell, Humor SP e FEMSA, como Melhor Autor. Assinou o roteiro dos documentários 22 em XXI, parte das comemorações do centenário da Semana de 1922, e Inezita, lançado na 42ª Mostra Internacional de Cinema de SP, além de vários curtas, entre eles: Herr Samba (Alemanha, 2024) Pratomancia (Brasil, 2024) e Meu Primeiro Voo (Brasil, 2023). Foi roteirista das telenovelas Seus Olhos (SBT) e Paixões Proibidas (BAND / RTP), em colaboração com Aimar Labaki e Mário Viana, além de sitcoms no Multishow e na Band. Entre suas várias preparações de texto para teatro, estão: Tutto Nel Mondo è Burla, Medida por Medida, Vão Livre, Se Casamento Fosse Bom... Participou de residências dramatúrgicas em Portugal (2012, 2019 e 2024) e em Cabo Verde (2015). É membro do CDC - Centro de Dramaturgia Contemporânea - e fundador da Cia Prosa dos Ventos. É autor de livros infanto-juvenis e teve a peça Um Conto do Rei Arthur premiada no Concurso Vladimir Maiakovski, com publicação pela Editora Iluminuras. Foi duas vezes vencedor do prêmio de melhor autor do Festival Curta Teatro / SESI, com os textos Subindo! (2000) e 2X2 (2002).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.