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O presente projeto consiste na realização do "Panela do Jazz - Festival de Música Instrumental do Poço da Panela", que visa promover a música instrumental brasileira com base nas sonoridades rítmicas originais e ligadas às matrizes da cultura regional nordestina, por meio de sua fusão com o jazz contemporâneo brasileiro. A programação conta com a realização de shows de música instrumental e intervenções artísticas-culturais, uma feira de economia criativa, encontro de palhaçaria e atividades paralelas de formação e capacitação profissional para estudantes da rede pública de ensino e público em geral.
O Festival Panela do Jazz é um evento anual de música instrumental que tem como objetivo reunir diferentes ações artísticas e educativas de natureza distintas, mas complementares sob o prisma da diversidade cultural nordestina e do conceito de improvisação do jazz. A estrutura do festival é fundamentada na valorização dos patrimônios culturais material e imaterial, visando promover uma ocupação consciente, democrática e produtiva dos espaços públicos. A metodologia curatorial do projeto é pautada na homenagem anual a uma personalidade da música instrumental brasileira ou na adoção de um tema específico para orientar a linha curatorial e seleção dos artistas de cada edição. Esta abordagem visa diversificar a programação do festival, destacando as sonoridades originais e conectadas às matrizes tradicionais da música regional nordestina, bem como suas fusões com o jazz contemporâneo brasileiro. A programação do festival será voltada para artistas e grupos regionais reconhecidos nacionalmente, destacando também talentos emergentes da cena instrumental e o jazz brasileiro. O evento, com duração de dois dias, contará com a realização de diversas apresentações musicais distribuídas entre dois palcos distintos. Os concertos no palco principal serão intercalados por intervenções artísticas-culturais durante os intervalos de cada apresentação. Estas intervenções englobarão manifestações de cultura popular, como cortejos de maracatu de baque virado, afoxés e roda de capoeira, além de performances de artes cênicas, como malabares e dança contemporânea. Concomitantemente ao palco principal, será realizado um “Encontro de Palhaçaria”, um espaço alternativo especialmente destinado ao público infanto-juvenil e concebido para interagir as linguagens circenses que flertam diretamente com o mundo da arte do improviso como conceito criativo de interação com o público: “palhaçaria e mágica”.Como atividade de abertura, o festival promoverá uma mesa redonda com roda de diálogo contendo a participação do homenageado do ano e/ou familiares, músicos, pesquisadores e outros convidados especiais – esta ação é concebida como um gesto em homenagem aos nossos ícones da música, e foca em temas sobre a sua historiografia, o seu legado e a musicalidade de matrizes tradicionais nordestinas em fusão com o jazz contemporâneo brasileiro. As ações formativas e de capacitação profissional do projeto busca promover um ambiente de aprendizado inclusivo e colaborativo, valorizando as diversidades artística-culturais e incentivando o desenvolvimento pessoal e profissional de empreendedoras criativas e músicos locais. A proposta é contribuir diretamente para o fortalecimento da música instrumental e da economia criativa, e o empoderamento de mulheres e grupos historicamente marginalizados que utilizam a criatividade como meio de subsistência. Logo, a Mostra Panela do Jazz é uma ação concebida para combinar a riqueza da música instrumental brasileira com a diversidade da gastronomia local. Essa atividade descentralizada tem como objetivo promover um ambiente culturalmente enriquecedor na cidade, onde os participantes possam experimentar uma sinestesia única entre música e gastronomia. A proposta é realizar concertos temáticos, onde as performances musicais serão especialmente concebidas para acompanhar sessões gastronômicas, proporcionando uma experiência sensorial, com pratos inspirados em temáticas específicas que dialoguem com a proposta curatorial do Panela do Jazz.Classificação indicativa etária: Livre para todos os públicos, com atividades projetadas para atender a diversas faixas etárias, desde crianças até idosos.
OBJETIVO GERAL: O "Panela do Jazz - Festival de Música Instrumental do Poço da Panela" tem como objetivo geral promover o acesso e a valorização da música instrumental brasileira, expandindo o espaço para a atuação de músicos nordestinos, grupos e artistas de outras expressões culturais, além de fomentar a formação de público e o intercâmbio cultural. Busca-se promover a regionalização da produção artística e a experiência da música instrumental no Nordeste brasileiro, facilitando o acesso universal às manifestações culturais e o pleno exercício dos direitos culturais, com ênfase na valorização de recursos humanos e conteúdos locais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (Metas): ● Produzir e realizar a Mostra Panela do Jazz, com quatro (04) dias de exibições de música instrumental e gastronomia, no mês anterior ao Festival Panela do Jazz, incluindo duas (02) apresentações musicais diárias e a participação de dois (02) chefs na criação de pratos temáticos. Essa iniciativa visa fortalecer a formação de público e incentivar a economia local, conectando a música instrumental e a gastronomia no espírito de improvisação característico do jazz; ● Oferecer duas (02) Oficinas de capacitação profissional, sendo uma sobre "Economia Criativa & Sustentabilidade" voltada para mulheres empreendedoras, com atenção especial a mulheres negras de periferias e comunidades tradicionais, e outra sobre "Reciclagem Artística", voltada a jovens de escolas públicas e público geral, com foco na criação de instrumentos musicais e/ou peças decorativas com materiais recicláveis; ● Proporcionar duas (02) Masterclasses com músicos renomados, confirmados na programação oficial do Panela do Jazz, proporcionando uma experiência educativa conduzida por profissionais experientes com o objetivo de transmitir conhecimentos técnicos e compartilhar a paixão pela música. Essa iniciativa visa enriquecer e diversificar os repertórios artísticos e culturais de estudantes de música, amadores e músicos profissionais da região. ● Promover uma mesa redonda com roda de diálogo como cerimônia de abertura do Festival Panela do Jazz, com a participação de, no mínimo, cinco (05) convidados especiais, incluindo músicos, pesquisadores e entusiastas da música instrumental brasileira, seguida de uma Jam Session como encerramento. Esta ação visa a preservação dos bens culturais imateriais e o reconhecimento das personalidades da historiografia da música instrumental e do jazz nacional. ● Realizar o Festival Panela do Jazz, composto por dois (02) dias de evento e um total de dezesseis (16) shows de música instrumental, com oito (08) apresentações diárias distribuídas em dois (02) palcos distintos: cinco (05) no palco principal e três (03) no palco alternativo. Esta iniciativa visa expandir o espaço para artistas e grupos que incorporam o gênero da música regional nordestina como expressão artística autêntica, contribuindo para a construção da identidade do jazz contemporâneo brasileiro. O festival proporciona um ambiente ideal para a difusão e apreciação da música instrumental, o incentivo a novos talentos e o intercâmbio cultural entre artistas e grupos locais e nacionais. ● Transmitir em audiovisual e disponibilizar gratuitamente na plataforma YouTube de todos os dez (10) shows programados para o palco principal do Festival Panela do Jazz, ao longo dos dois dias de evento, permitindo ao público acesso integral em formato Live, ao vivo. Esse objetivo busca democratizar o acesso às apresentações, ampliando o alcance e a abrangência do festival. ● Promover uma (01) intervenção artístico-cultural durante o intervalo de cada show do palco principal, totalizando oito (08) intervenções, sendo: quatro (04) de cultura popular e quatro (04) de artes cênicas. Exemplo: cortejos de maracatu de baque virado e afoxés; performances de malabares e dança contemporânea, respectivamente. Esta ação busca promover a inclusão e a difusão das linguagens artísticas de origens étnico-raciais e valorizar a pluralidade e diversidade das expressões e bens culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira; ● Fomentar a linguagem circense para o público infantojuvenil durante o festival por meio de um encontro de palhaçaria, estabelecido como um segundo polo alternativo do Festival Panela do Jazz, com a realização de oito (08) espetáculos circenses, incluindo apresentações solo, em duplas ou por companhias de circo, ao longo dos dois (02) dias de evento. Esse objetivo visa diversificar as atividades do festival e proporcionar ao público infantojuvenil uma experiência repleta de diversão e alegria, criando um ambiente de risos e brincadeiras improvisadas, onde crianças e suas famílias poderão desfrutar de performances encantadoras, atividades lúdicas e experiências mágicas. ● Organizar e promover a feira de economia criativa, denominada: "Feira Olegarinha de Artes da Mulher"; durante o Festival Panela do Jazz, com até trinta barracas de exposição para a comercialização de produtos e serviços, incluindo itens de decoração, moda, artesanato e gastronomia regional. Esta ação tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico da cadeia produtiva local, promovendo oportunidades de geração de renda para empreendedoras criativas e comerciantes da comunidade e bairros adjacentes; ● Produzir e editar um documentário sobre a realização do Panela do Jazz, incluindo registros dos bastidores, entrevistas com o público e patrocinadores, além de momentos marcantes do festival;
A paisagem cultural brasileira é plural, dinâmica e sensível às intempéries da vida socioeconômica do país. Iniciativas valorosas brotam a todo instante, fervilham conteúdo artístico, mas nem sempre reúnem condições para se consolidar além do momento _ seja porque desprezam planejamento sustentável, seja porque sucumbem aos entraves inerentes à seara da cultura, área polvilhada por incertezas e escassez de investimentos. As nuances do cenário forjam um filtro rigoroso por onde passam apenas projetos bem estruturados, economicamente viáveis, socialmente impactantes e culturalmente significativos, com poder de satisfazer as expectativas de quem realiza, apoia, participa, patrocina ou consome. O Panela do Jazz é um festival de música instrumental que carrega a cultura nordestina em sua essência, atende a todos os requisitos de um empreendimento cultural bem-sucedido e que contribui diretamente para o fomento da cultura brasileira. Nas edições anteriores, o festival congregou diversidade artística, interesse público, desenvolvimento econômico, consciência social e transformação comunitária, com shows de música instrumental, performances de artes cênicas, manifestações de cultura tradicional, ações educativas e uma feira de economia criativa local. Todas as atividades são de acesso gratuito para o público, com espaços reservados para portadores de necessidades especiais, e conta com transmissão em audiovisual de toda a programação do palco principal _ disponibilizados gratuitamente nas plataformas streamings. Deste modo, "garantimos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" em conformidade com o Art. 1º, Inciso I, da Lei 8.313/91. Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso IV, da mesma Lei, que prevê a "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". A metodologia curatorial do Panela do Jazz é pautada na homenagem anual a uma personalidade da música instrumental brasileira ou na adoção de um tema específico para orientar a linha curatorial e seleção do(a)s artistas de cada edição. Ação concebida para destacar as sonoridades originais da música regional nordestina, bem como suas fusões com o jazz contemporâneo brasileiro, convergindo diretamente com o Art. 1º, Inciso "VIII" da Lei 8.313/91: que sugere "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O Panela do Jazz nasceu no bairro do Poço da Panela, Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural do Recife, e renova os laços de uma comunhão alicerçada na pluralidade cultural brasileira, no resgate histórico e no usufruto consciente, produtivo e democrático do espaço público como meio de ocupar as ruas através da celebração da arte e do exercício da cidadania, reacendendo um ambiente propício para combinar música, atividades educativas e economia criativa com valorização dos nossos patrimônios culturais, material e imaterial. O festival prestigia o bairro, a cidade, a população e fortalece os valores culturais, a cidadania e, principalmente, os fazedores de cultura e os bens culturais originários do Brasil. Desta forma, podemos afirmar que o projeto está em total consonância com o Art. 1, dos Incisos "III", "IV" e "IX", que sugerem: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" e "priorizar o produto cultural originário do País". Com seu patrimônio arquitetônico e cultural, o Poço da Panela carrega uma vocação musical histórica, sendo o primeiro local de onde se tem registro de um concerto de piano em Pernambuco. As nuances históricas são acalentadas pela quase inviolabilidade arquitetônica dos casarios e pela paisagem bucólica do bairro. A conservação enseja uma viagem no tempo e empresta ao festival o cenário adequado para refletir sobre a apreciação e a manutenção dos nossos patrimônios culturais (material e imaterial) _ preceitos que dialogam diretamente com o Artigo 1º, Inciso VI, da Lei Rouanet, que visa "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". O Panela do Jazz é a junção de um ambiente que inspira cultura e história com uma linguagem musical que expira arte e criatividade. O festival também desenvolve ações de formação musical e capacitação profissional em economia criativa como atividade paralela à programação, por meio de parcerias com instituições de ensino e/ou centros culturais, em conformidade com o Art. 3, Inciso I, Alínea "d" da Lei 8.313/91, que prevê "ações destinadas à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos". O modelo do Panela do Jazz se equipara, no plano regional, a festivais de porte internacional, com visibilidade para a cadeia produtiva local, garantindo a democratização no acesso gratuito da população à fruição e à produção dos bens culturais e o fomento à produção cultural e artística em geral, em formato híbrido, com transmissão online, para potencializar o plano de difusão e acessibilidade, ampliando o público da música instrumental brasileira e a relevância artística nordestina com abrangência nacional e internacional. Em acordo ao Art. 3º, Inciso II, Alínea "c", que prevê o "fomento à produção cultural e artística", mediante a "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso III, Alínea "d", que prevê a "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico", mediante a "proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais". Observa-se ainda que a gestão do projeto por conta da PRO4 / Panela Hub, produtora pernambucana, que dispõe de uma equipe de profissionais da região, zelando pela valorização da produção local, e considerando os ganhos em produtividade devido à familiaridade com os aspectos culturais e com a realidade do segmento da produção cultural local _ em consonância com o Art. 1º, Inciso II, da Lei 8.313/91, que sugere: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Bem como, busca fomentar o potencial da mulher na música instrumental e em suas especialidades profissionais na cadeia produtiva da cultura, compondo a grade artística e a equipe de produção do festival com mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAP+, como forma de fomento à equidade de gêneros, protagonismo e ao empoderamento e autonomia dessas profissionais da arte _ em consonância com o Decreto nº 11.453, Art. 50, Inciso III, da Lei 8.313 que prevê, dentre outras, "a participação e o protagonismo de agentes culturais e equipes compostas de forma representativa por mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAP+". Toda a atmosfera histórica, artística e cultural como essência e sinergia do festival, proporcionam um ambiente ideal para a difusão da música instrumental, das artes e cultura popular, concretizando o Panela do Jazz como principal vitrine para o fomento de novos talentos e intercâmbio cultural entre artistas e grupos regionais e nacionais, buscando sempre valorizar as diversas linguagens das artes oriundas de nossas manifestações culturais brasileiras. Desta maneira, solicitamos a aprovação desta proposta no PRONAC com seu enquadramento no Art. 18 da Lei 8.313/91. Ressalta-se que a cena regional tem destaque, considerando que doze (12) das dezesseis (16) atrações musicais previstas para a programação serão de artistas nordestinos que valorizam em seus repertórios os elementos musicais da nossa cultura regional, buscando incentivar a inovação, a pesquisa e a experimentação nos diversos campos da música instrumental brasileira e das diversas áreas do nosso mosaico cultural.
O Festival Panela do Jazz se destaca como um projeto comprometido com a promoção da diversidade, representatividade e inclusão de grupos étnicos, sociais e de gênero. Desde a curadoria até a composição da equipe, o festival assegura a participação equitativa de mulheres, pessoas negras, indígenas, quilombolas e LGBTQIAP+. Este compromisso inclusivo permeia toda a programação do festival, refletindo um esforço deliberado para combater o racismo, promover a igualdade de oportunidades e valorizar as manifestações de culturas tradicionais afrobrasileiras e indígenas. Além disso, a Feira Olegarinha de Artes da Mulher cria uma plataforma significativa para mulheres empreendedoras, especialmente aquelas provenientes de comunidades historicamente marginalizadas, promovendo sua visibilidade e valorização no mercado. Ao adotar práticas que promovem a diversidade e a inclusão, o Panela do Jazz visa enriquecer a experiência cultural de seus participantes e espectadores e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Este enfoque garante que o festival seja um espaço inclusivo e enriquecedor, onde todas as expressões e identidades são respeitadas e celebradas, fortalecendo a coesão social e promovendo o respeito mútuo. A gestão do Panela do Jazz também adota uma política de práticas sustentáveis como compromisso fundamental para minimizar o impacto ambiental do evento. O objetivo é reduzir o uso de plástico, optando pela oferta de Eco-copos e outras alternativas sustentáveis para diminuir a geração de resíduos durante o festival. Além disso, será incorporado ao evento um ponto de coleta seletiva de resíduos e materiais recicláveis, tanto provenientes do evento quanto da comunidade local. Essa iniciativa busca reforçar o compromisso do projeto com a gestão responsável de resíduos, promovendo práticas que fomentem uma sociedade mais consciente e engajada na economia circular. Durante a realização do festival, será garantido uma gestão adequada de coleta seletiva com o envolvimento de cooperativas locais de reciclagem e a prefeitura da cidade, assegurando que todos os resíduos sejam processados de maneira eficiente, sustentável e com um suporte logístico apropriado. Ademais, faremos uma triagem interna dos materiais utilizados na comunicação do festival, de modo que possam ser doados para entidades de reaproveitamento, contribuindo assim para a redução do desperdício e a promoção de uma economia criativa circular. A integração de tecnologias verdes também é um dos pilares centrais do Panela do Jazz, alinhado com seu compromisso de ser um modelo de inovação no setor criativo. A direção do festival visa implementar fontes de energia limpa e renovável para alimentar o evento como parte de nossa estratégia de sustentabilidade e princípios de ESG (Environmental, Social, and Governance). Essa abordagem inclui a consideração do uso de energia renovável e soluções como geradores ecoeficientes, que podem ser alimentados por fontes de combustível mais sustentáveis, além da instalação de uma estação de recarga solar para dispositivos móveis, disponível ao público. Essas iniciativas visam reduzir a pegada de carbono do festival, proporcionando aos participantes uma opção ecológica e conveniente para recarregar seus dispositivos durante o evento. Além disso, o projeto também inclui recursos orçamentários para ações de compensação de carbono, como a promoção de mutirões de limpeza de manguezais, plantio de mudas nativas ou apoio a iniciativas de proteção de áreas naturais e restauração de ecossistemas costeiros. Nossa política de práticas sustentáveis é projetada para mitigar o impacto ambiental do Panela do Jazz, promovendo práticas que incentivem a sustentabilidade e a responsabilidade ecológica e social. A implementação de tecnologias verdes e a compensação de carbono reforçam nosso compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) - Agenda 2030, criando um evento que celebre a cultura e contribua positivamente para a sociedade e o nosso ecossistema ambiental.
1. Realização do Festival Panela do Jazz: a) Quantidade de Atividades: 16 shows de música instrumental.b) Divisão dos Shows por palco: - Palco Principal: 10 apresentações; - Palco Alternativo: 6 apresentações;c) Tempo de Apresentação: Cada show terá uma duração de até 1 hora e 30 minutos, com mais 30 minutos para a virada de palco, de um grupo para outro; 2. Intervenções Artística-Culturais: a) Quantidade de Intervenções: 8 intervenções.b) Divisão das Intervenções: - Cultura Popular: 4 intervenções (ex. maracatu de baque virado, afoxé, roda de capoeira); - Artes Cênicas: 4 intervenções (ex. malabares, teatro de rua, dança contemporânea);c) Tempo de Apresentação: cada intervenção terá uma duração de até 30 minutos (intervalos dos shows). 3. Encontro de Palhaçaria: a) Quantidade de Performances: 8 performances por dia (8 artistas por dia ou 4 duplas), ou 2 companhias de circo (1 por dia).b) Tempo de Apresentação: Cada performance terá uma duração de 30 minutos (individual), 1 hora (dupla) ou 4 horas no caso de companhia de circo. 4. Exposição de Produtos da Indústria Criativa - "Feira Olegarinha de Artes da Mulher": a) Quantidade de Barracas: Até 30 barracas.b) Produtos e Serviços: Itens de decoração, moda, artesanato e gastronomia local.c) Duração da Exposição: Durante todo o período do festival (2 dias). 5. Masterclasses: a) Quantidade de Masterclasses: 2 masterclasses.b) Temas: - Masterclass 1 - Técnica de improvisação no jazz: proporcionar aos participantes conhecimentos avançados sobre técnicas de improvisação no jazz, destacando a importância da criatividade e da expressão pessoal na performance musical; - Masterclass 2 - A influência da música regional nordestina no jazz brasileiro: explorar a influência da música regional nordestina no jazz contemporâneo brasileiro, destacando a fusão de ritmos e melodias nordestinas na formação da estética do jazz no Brasil;c) Tempo de Duração: Cada masterclass terá uma duração de até 3 horas. 6. Oficinas de Capacitação Profissional: a) Quantidade de Oficinas: 2 oficinas.b) Temas: - Oficina 1 - “Economia Criativa & Sustentabilidade”: capacitar mulheres empreendedoras do setor da economia criativa para gerenciar suas finanças de forma eficiente, promovendo a responsabilidade social e a sustentabilidade de seus negócios; - Oficina 2 - “Reciclagem Artística”: capacitar jovens alunas e alunos da rede pública de ensino, e público em geral, em criação de instrumentos musicais utilizando técnicas de reutilização criativa de materiais recicláveis;c) Tempo de Duração: Cada oficina terá uma duração de até 6 horas. OBS: A metodologia das ações formativas do Festival Panela do Jazz focará na transmissão de conhecimentos técnicos e artísticos, promovendo o desenvolvimento integral dos participantes e valorizando suas identidades e realidades culturais. A proposta é integrar música, sustentabilidade e economia criativa para a construção de uma sociedade mais inclusiva, responsável e criativa. 7. Mesa Redonda com Roda de Diálogo e Jam Session: a) Quantidade de Atividades: 1 mesa redonda.b) Objetivo: Promover a troca de conhecimentos e experiências entre especialistas, músicos e o público, valorizando a historiografia de nossas personalidades e a importância da música regional nordestina na formação do jazz brasileiro.c) Tempo de Duração: 4 horas. 8. Realização da Mostra Panela do Jazz: a) Quantidade de Apresentações: 8 apresentações (2 por dia durante 4 dias).b) Tempo de Apresentação: Cada show terá uma duração de até 1 hora.c) Chefs convidados: 2 chefs de cozinha.
Material de Comunicação Acessível: Todo o material de comunicação do projeto, incluindo folders, programação e site, será desenvolvido com foco na acessibilidade, seguindo padrões que facilitem a compreensão por pessoas com diferentes tipos de deficiência. Isso incluirá a utilização de fontes de fácil leitura, com tamanho adequado e contraste apropriado para facilitar a visualização por pessoas com deficiência visual ou baixa visão. Além disso, a direção do projeto assegurará que toda a sinalização presente no polo do festival seja acessível, empregando símbolos de fácil compreensão e fornecendo informações em formatos visuais e táteis. Essas medidas visam garantir que todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência visual ou cognitiva, possam se orientar facilmente pelo evento, promovendo assim a inclusão e acessibilidade para todos os participantes; Atendimento Especializado: O projeto contará com equipe treinada para lidar com diferentes situações e disponíveis para oferecer atendimento especializado a pessoas com necessidades específicas, garantindo suporte adequado e proporcionando uma experiência inclusiva durante o evento. O festival também contará com profissionais de saúde e recursos específicos para atender eventuais necessidades emergenciais de participantes com condições médicas específicas; Infraestrutura Física e Área de Descanso Acessíveis: A direção do projeto tem como prioridade a realização de um evento acessível pensando em possibilitar uma experiência com o máximo de autonomia para todas as pessoas, com adequação de espaço para mobilidade e área exclusiva para idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais, assegurando uma visão privilegiada das apresentações e proporcionando uma área de descanso equipada com estrutura, conforto e exercendo o pleno direito do acesso democrático à cultura. Como também a disponibilidade de banheiros químicos tipo PNE de acordo com o item 7.0 da NBR9050; Tradução em Libras e Legendas: Durante todas as atividades do Festival Panela do Jazz, serão disponibilizados intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir a acessibilidade a pessoas surdas ou ensurdecidas. Além disso, todas as produções audiovisuais relacionadas ao projeto contarão com legendas, garantindo um conteúdo acessível e democrático para todo o público; Audiodescrição: O serviço de audiodescrição planejado para o Festival Panela do Jazz é uma ação fundamental que visa garantir a inclusão e a acessibilidade para pessoas com deficiência visual, permitindo que este público possa participar plenamente das diversas atividades e apresentações musicais do evento. Abaixo, detalha-se cada uma das ações propostas para pessoas com deficiência visual: 1. Audiodescrição das Atrações Musicais: Durante as apresentações musicais do festival, que ocorrerão das 16h às 01h em ambas as noites, será oferecida audiodescrição contínua para todas as atrações musicais. Dois audiodescritores estarão presentes para descrever em tempo real as performances musicais, incluindo detalhes sobre a atmosfera do evento, a disposição dos músicos no palco, suas interações, expressões faciais e corporais, além dos aspectos visuais dos instrumentos e do cenário. Equipamentos portáteis de transmissão e recepção serão utilizados, possibilitando que as pessoas com deficiência visual recebam as descrições diretamente em seus dispositivos, garantindo uma experiência rica e detalhada. Além disso, um técnico especializado será responsável pelo suporte técnico dos equipamentos, assegurando que tudo funcione corretamente durante todo o evento. Uma pessoa de apoio também estará disponível para atuar como guia, auxiliando os participantes com deficiência visual a se deslocarem pelo espaço do festival e a encontrarem os melhores lugares para acompanhar as apresentações. 2. Audiodescrição das Mostras de Música Instrumental: As mostras de música instrumental, que ocorrerão ao longo de quatro dias antes do festival principal, também contarão com audiodescrição. Neste caso, serão oferecidas 4 horas de audiodescrição por dia, utilizando o mesmo suporte de equipamentos e equipe especializada. A proposta é garantir que o público com deficiência visual possa vivenciar essas apresentações de forma completa, com descrições detalhadas de todos os elementos visuais que compõem cada espetáculo. A presença dos audiodescritores permitirá que cada nuance da performance seja acessível, ampliando a experiência sensorial dos participantes. 3. Audiodescrição de Aula Espetáculo com Visita Tátil aos Instrumentos: Uma das ações de destaque do serviço de audiodescrição é a aula espetáculo, que incluirá uma visita tátil aos instrumentos musicais durante o período de passagem de som. Nesta atividade, as pessoas com deficiência visual terão a oportunidade de explorar os instrumentos de forma tátil, recebendo informações sobre suas características, texturas, tamanhos e formas, o que enriquece significativamente a experiência musical. A audiodescrição acompanhará cada momento, contextualizando as sensações táteis com informações visuais e auditivas, permitindo uma compreensão mais profunda da música e dos instrumentos. Essa atividade é pensada para proporcionar uma experiência imersiva, onde os participantes possam não apenas ouvir, mas também sentir a música, conectando-se de maneira mais completa com a arte. 4. Transmissão Online com Audiodescrição: A inclusão de audiodescrição na transmissão online do festival é outra medida essencial para ampliar o alcance da acessibilidade. Utilizando o sistema BPlay, será oferecida uma segunda faixa de áudio síncrona à transmissão principal, dedicada exclusivamente à audiodescrição. Isso permitirá que o público com deficiência visual, que não esteja presente fisicamente no evento, possa acompanhar todas as apresentações e atividades do festival em tempo real, com descrições precisas e detalhadas dos elementos visuais. Dois audiodescritores estarão responsáveis por essa tarefa, garantindo que a experiência online seja tão rica e inclusiva quanto a presencial.
O Festival Panela do Jazz adota uma abordagem abrangente para a democratização do acesso, assegurando que suas atividades e produtos sejam amplamente acessíveis a um público diversificado. As ações de democratização incluem acesso gratuito e acessível em todas as atividades previstas no projeto, com o objetivo de eliminar barreiras que possam impedir a participação do público, contribuindo para facilitar, a todas e todos, o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Para ampliar a democratização de acesso ao festival, todas as apresentações musicais do palco principal serão transmitidas ao vivo pela internet. Utilizando plataformas como YouTube e Instagram, o projeto pretende alcançar uma audiência global, permitindo que pessoas que não podem estar presentes fisicamente ainda possam participar e desfrutar do evento em formato virtual. As transmissões serão acompanhadas com intérpretes em Libras, assegurando a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Além disso, realizaremos a gravação e publicação de um vídeo documentário sobre a realização do projeto, com a veiculação em plataformas digitais para alcançar um público maior. Todos os vídeos produzidos terão uma presença atemporal nas redes sociais, o que aumentará o engajamento de audiência para além das fronteiras presenciais, permitindo que pessoas de todo o mundo desfrutem da música instrumental feita no região e promovida através do projeto.Durante a semana que antecede o festival, serão oferecidas masterclass e oficinas gratuitas em parceria com instituições de ensino ou centros culturais sobre temas variados, como técnicas de improvisação e harmonia funcional, empreendedorismo criativo e confecção de instrumentos musicais por meio de materiais reciclados. Essas ações serão conduzidas por profissionais renomados e abertas a todas as pessoas, com uma atenção especial para garantir a participação de jovens estudantes da rede pública de ensino, mulheres, pessoas negras, quilombolas, indígenas, e LGBTQIAP+. Dessa maneira, as atividades formativas buscam proporcionar uma capacitação prática e teórica, incentivando o desenvolvimento de habilidades e a inclusão através do conceito de economia criativa e responsabilidade social.Além das ações mencionadas acima, o projeto também contempla a disponibilização de uma (01) van e um (01) ônibus para o transporte gratuito de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em cumprimento da medida de ampliação do acesso, Inciso II, do art. 28, IN nº 01/2023, que visa “oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”. Esta ação visa tornar o evento mais acessível, inclusivo e acolhedor para todos. Adicionalmente, será implementado um sistema de agendamento online para otimizar a utilização do transporte, assegurando a acessibilidade e facilitando o acesso para todas as pessoas;
GESTÃO DO PROJETO – PRO4 (Proponente) A PRO4/Panela Hub é uma agência criativa pernambucana especializada em produção e marketing cultural. Há mais de 12 anos atuando em produção e projetos culturais na elaboração, captação de recursos, gestão de projetos, realização de eventos, festivais, shows, seminários e exposições; e estratégia de marketing em Trade, Incentivos, Brand Experience, Marketing de responsabilidade. Atividades: Realizar a gestão administrativa e financeira do projeto no que concerne ao planejamento, ordenação e controle das despesas, articulação com fornecedores e contratação dos serviços, supervisão e monitoramento das atividades, promoção do festival e elaboração dos relatórios físicos e financeiros. DIRETOR E CURADOR – ANTONIO PINHÊIRO DE CARVALHO NETO Antonio Pinhêiro é um profissional experiente na área da produção cultural, com 16 anos de atuação em produção técnica, coordenação e supervisão de eventos culturais. Sua carreira começou em 2008 como roadie de bandas locais e diretor de palco pela Prefeitura do Recife e Governo do Estado de Pernambuco, atuando nos principais ciclos festivos da região, como o São João, o Carnaval do Recife, de 2009 até o momento, e o Festival de Inverno de Garanhuns, onde atuou como diretor do Palco Instrumental de 2012 a 2019. Também participou de importantes festivais em Pernambuco, como o “No Ar Coquetel Molotov” (2011 a 2013), “Abril Pro Rock” (2013) e o “Rec'n Play” (2019). Atualmente, está finalizando sua formação em Gestão em Marketing pelo SENAC/SP e atua como Diretor de Planejamento e Produção da PRO4, onde é sócio-diretor, se dedicando à consultoria, criação, concepção e gestão de projetos criativos para instituições, grupos culturais e empresas privadas. É o idealizador, curador e diretor do “Festival Panela do Jazz” e da “MOA – Mostra Olegarinha de Artes da Mulher”, além de ser curador e produtor executivo do "Natora – Festival de Música Independente de Pernambuco". PRODUTOR EXECUTIVO / COORDENADOR GERAL – MARCÍLIO FARIAS DE MOURA Graduado em Gestão e Tecnologia em Eventos e com mais de 28 anos de experiência no setor, tem como trajetória a atuação de produções em grandes eventos importantes. Em 2018 Coordenou a produção do palco da Abertura do Carnaval do Recife de 2018 com o Quinteto Violado, também como Coordenação Geral do evento Semana Bloom 2018, em 2015 e 2017 fez a direção de palco do Festival Hellcifest, em 2013 e 2015 realizou a direção de palco do Festival Contemporâneos, em 2013 a direção de palco do festival Caixa Sonora, em 2012 Coordenou a Produção Técnica do Red Bull Batidas Verticais e em 2010 Red Bull Sound Clash, e atualmente é Diretor Técnico do Festival Coquetel Molotov e Coordenador Geral do Festival Panela do Jazz. COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO E AÇÕES FORMATIVAS – MARCELA FERREIRA DE SOUSA PAES Marcela Paes é Pós-graduada em Psicologia Organizacional, Coaching e Inovação pela UNIT-Pernambuco, e graduada em Gestão de Eventos pela Faculdade Senac Pernambuco, onde recebeu Láurea Acadêmica e prêmios em pesquisa e extensão sobre Marketing de Eventos. Tem mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento humano, oratória, comunicação e gestão de eventos culturais, educacionais e corporativos. Em 2022 e 2023 foi responsável pela coordenação local das ações promocionais do Banco Bradesco no Galo da Madrugada e no São João de Caruaru. Também coordenou a comunicação e masterclasses do Festival Panela do Jazz em 2021 e 2022, e é coordenadora geral do projeto "MOA – Mostra Olegarinha de Artes da Mulher". Em 2021, coordenou o evento Bloom Libertas, focado em mulheres em situação de cárcere, em colaboração com a ONU-Habitat. Além disso, tem ampla experiência como facilitadora e palestrante, ministrando cursos e workshops sobre temas como produção e design de eventos. ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO E IMPRENSA – LUIZA CRISTINA MAIA E SILVA Luiza Maia é jornalista com ampla experiência em planejamento e execução de estratégias de comunicação, além de gestão de equipes para serviços de gerenciamento online, consultoria e assessoria em comunicação. Desde setembro de 2018, atua como Sócia-Diretora da Cognos Comunicação, onde lidera projetos de comunicação para diversos clientes, incluindo o Festival Panela do Jazz, a cantora Priscila Gama, a Banda de Pau e Corda, o cantor e compositor PC Silva, e o grupo de teatro Magiluth. Anteriormente, Luiza atuou como Editora-assistente de Cultura no Diário de Pernambuco de março de 2016 a março de 2018, onde foi responsável pela edição de matérias, seleção de pautas e gerenciamento da equipe do caderno "Viver". Entre março de 2011 e fevereiro de 2016, trabalhou como repórter de Cultura no mesmo jornal, sendo finalista do Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo em 2016 com a série "Cultura Limitada". ASSISTENTE DE PRODUÇÃO EXECUTIVA – BRUNA CRISTINA PESSOA NORONHA Produtora cultural com 10 anos de experiência atuando em diversas áreas de eventos. Atuou como produtora executiva da Associação Cultural e Musical "A Cocada" – responsável pela produção do grupo "A Cocada" no 32º Festival Del Caribe em Santiago, Cuba, e no 2º Afro Festival Internacional do Panamá, em 2012 e 2013, respectivamente; como também foi responsável pela produção geral do Festival de Cultura Popular Abril Pro Coco. Atualmente trabalha como produtora executiva da empresa PRO4. ASSISTENTE DE DIRETOR – VANILMA CAVALCANTE DOS SANTOS Produtora Cultural e Agricultora, Vanilma Cavalcante é nascida e residente na Comunidade de Remanescentes Quilombolas Águas Claras, localizada na zona rural do município de Triunfo, atua desde a infância em movimentos relacionados a luta de direitos e igualdade racial. Em 2008 e 2009 fundou, juntamente com outros membros da comunidade, o Grupo Cultural de Coco de Roda Tradição Quilombola e a Festa da Consciência Negra do Quilombo de Águas Claras, respectivamente. Em 2022 participou como produtora local da "MOA - Mostra Olegarinha de Artes da Mulher" e do "Festival Panela do Jazz", na cidade de Triunfo/PE. Atualmente é Coordenadora de Políticas para a População Negra no município de Triunfo/PE, função que desempenha desde 2014, onde desenvolve o trabalho de fortalecimento da comunidade Quilombola e a luta pela igualdade de direitos e valorização da cultura local. TÉCNICO DO PALCO (Encontro de Palhaçaria) – LUAN JOSÉ CÉSAR DE ALBUQUERQUE Luan José César de Albuquerque, portador de uma disfunção neurológica motora permanente – codificado no CD10 como G80.8 – é formado em Produção Fonográfica pela UNIAESO e possui qualificações em Produção Técnica para Eventos pela "OPS – Eventos, Momentos e Encontros", Fundamentos de Áudio e Acústica pelo "IAV - Instituto de Áudio e Vídeo", e Técnicas de Palco pela "Black Stage Produções". Atuante desde 2018, sua experiência inclui a atuação como técnico de Gravação em eventos como o Festival Somar, Festival Coco de Roda Zumbi de Olinda e na Sambada de Coco do Guadalupe. Luan também participou como técnico do palco instrumental do Festival de Inverno de Garanhuns em 2019, e, desde o mesmo ano, integra a equipe de produção técnica do Panela do Jazz. DIRETORA DE ACESSIBILIDADE – LILIANA BARROS TAVARES Liliana Barros Tavares é especialista em acessibilidade comunicacional, com uma carreira consolidada como doutora em Comunicação pelo PPGCOM/UFPE e mestre em Educação pela UFPE, além de ser graduada em Psicologia. Como sócia-diretora da COM Acessibilidade Comunicacional, Liliana atua como audiodescritora e é idealizadora e coordenadora do Festival VerOuvindo. Desde 2010, tem se dedicado à produção cultural focada na acessibilidade, sendo autora do livro "Verouvindo: Audiodescrição e o Som do Cinema" e organizadora do livro "Notas Proêmias: Acessibilidade Comunicacional para Produções Culturais", contribuindo significativamente para o campo da acessibilidade em produções culturais. Em 2024, recebeu o prêmio Sérgio Mamberti - Agente Cultura Viva da Pessoa com Deficiência, concedido pelo MINC.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.