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Montagem da peça teatral infantil "Que História é Essa?" a partir do texto de Bela Fausferr. Será realizada uma temporada com 20 apresentações em teatros públicos na cidade de São Paulo, todas as sessões serão acessíveis e gratuitas. Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras e audiodescrição para promover a democratização do acesso para deficientes visuais, surdos e ensurdecidos.
Os primeiros heróis e guardiões da natureza são brasileiros, mas sempre que alguém diz o nome de algum deles (Boitatá, Curupira e Iara), para uma criança, ela acaba perguntando “Que História é Essa?”. As histórias dos povos originários carregam consigo a rica herança cultural, tradições e conhecimentos acumulados ao longo de gerações. Ao compartilhar essas histórias, o projeto irá contribuir para a preservação e valorização da identidade cultural desses povos. Muitas histórias tradicionais dos povos originários estão intrinsecamente ligadas ao meio ambiente e à natureza. Ao compartilhar essas histórias, irá despertar um maior senso de conscientização ambiental na comunidade, incentivando a apreciação e a proteção do ecossistema local. A contação de histórias de povos originários ajuda a ampliar a compreensão e respeito pela diversidade cultural e étnica. Classificação indicativa: LivreDuração: 60 minutosAcessibilidade: Todas as sessões haverão intérpretes de LIBRAS e duas com audiodescrição.
Objetivo Geral Oferecer acesso gratuito e inclusivo a uma peça de teatro para crianças e seus familiares, incentivando a criação de novos públicos, a apreciação do teatro como forma de arte e estimulando a reflexão sobre sustentabilidade ambiental e promovendo o conhecimento dos povos originários brasileiros. O objetivo é auxiliar na democratização da cultura e na inclusão social, atingindo públicos de variados contextos socioeconômicos e assegurando a acessibilidade para PCDs. Objetivos Específicos - Realizar vinte apresentações gratuitas da peça "Que História é Essa?" em teatros públicos na cidade de São Paulo, com o objetivo de atender aproximadamente 4.000 pessoas ao todo.- Oferecer todas as apresentações com intérpretes de LIBRAS, duas com audiodescrição, garantindo acessibilidade para pessoas surdas e ensurdecidas, impactando diretamente este público e promovendo inclusão social.- Fomentar uma cadeia artística e criativa da região paulista, através da contratação de: figurinista, cenógrafa, operadores de som e luz e etc.- Divulgar o espetáculo em escolas públicas, ONGs e centros comunitários, além de campanhas em redes sociais, com o objetivo de mobilizar famílias de áreas periféricas e vulneráveis para participarem das apresentações.- Estabelecer parcerias com organizações que atendem crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo o acesso cultural a esses grupos e garantindo que pelo menos 300 ingressos sejam reservados para esse público.- Promover rodas de conversa após algumas apresentações, envolvendo o público infantil e suas famílias em discussões mediadas sobre os temas da peça, incentivando o engajamento e a reflexão coletiva.- Conscientizar o público sobre as alterações climáticas, crises hídricas, extinção de animais, manifestação de novas doenças e diversas outras problemáticas que se devem à interferência do ser humano no ecossistema por meio do aumento do índice de desmatamento e queimada das florestas, injeção de gases tóxicos na atmosfera, caça e consumo de animais, poluição dos rios e mares e infinitas outras questões que contribuem para o esfacelamento do planeta.
O projeto "Que História é Essa?" procura financiamento através do Sistema de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei Rouanet (Lei no 8.313/91), devido à sua importância social e cultural e à demanda por auxílio financeiro para assegurar sua execução e acessibilidade. A utilização de incentivos fiscais é crucial para garantir a implementação do projeto em um teatro público, com apresentações acessíveis e gratuitas, expandindo o acesso à cultura para crianças e famílias de várias origens sociais, incluindo Pessoas Com Deficiência. O projeto se ajusta ao Artigo 1º da Lei 8.313/91, que estabelece o suporte a ações culturais destinadas à apreciação, criação e propagação de expressões culturais no Brasil. Em particular, ele cumpre os seguintes incisos: Inciso I: A formação de novas plateias e a difusão de bens e serviços culturais de acesso público, o que é concretizado pelas vinte apresentações gratuitas em São Paulo.Inciso II: O estímulo à produção e difusão de eventos artísticos, ao possibilitar a montagem de um espetáculo inédito voltado ao público infantil. Além disso, o projeto está alinhado com os objetivos descritos no Art. 3º da Lei, especialmente: Inciso I: A promoção da distribuição regional equitativa de recursos para a cultura. Embora o projeto ocorra na capital paulista, ele tem uma forte estratégia de democratização, visando alcançar públicos de diversas regiões da cidade, inclusive áreas periféricas.Inciso II: A valorização de manifestações culturais tradicionais e contemporâneas, incentivando a produção teatral voltada ao público infantil, um segmento essencial para a formação de plateias e o fortalecimento da cultura nacional.Inciso V: O acesso aos bens culturais por pessoas de baixa renda, ao proporcionar todas as apresentações de forma gratuita.Inciso VI: A ampliação do acesso de pessoas com deficiência à produção cultural, evidenciado pela oferta de sessões com intérpretes de LIBRAS e audiodescrição.A Lei de Incentivo à Cultura é crucial para a execução de "Que História é Essa?", pois garante que o projeto tenha os recursos necessários para manter sua qualidade artística, acessibilidade e gratuidade, possibilitando um impacto social abrangente.
Peça teatral: A peça será exibida em um teatro público, equipado com um palco italiano. O cenário será de fácil montagem e desmontagem, sendo uma barraca e uma caixa com adereços cênicosDuração: A duração da peça será de aproximadamente 60 minutos, incluindo o tempo de interação com o público infantil, que será estimulado a participar de forma imersiva. Cenografia: O cenário incluirá estruturas leves e modulares, tais como tecidos, e elementos de teatro de animação como bonecos e silhuetas para teatro de sombras, atingindo o imaginário dos espectadores.Figurinos: Os figurinos serão concebidos para enfatizar a dualidade entre o mundo real e o imaginário, pois as personagens irão fazer uma viagem para o mundo dos povos originários, conhecendo cada um deles e forma lúdica.Iluminação: A iluminação irá criar ambientes que se alternam entre a realidade e a história, empregando contrastes e cores que realcem a história..Sonoplastia: A trilha sonora original incluirá canções e efeitos que intensifiquem o sentimento de aventura, mistério e fantasia, enriquecendo a experiência sensorial do público infantil.Recursos de acessibilidade: Haverá intérpretes de LIBRAS em todas as apresentações e duas com audiodescrição. Além da escolha dos espaços serem com rampa de acesso e terem banheiros adaptados. Projeto pedagógico: O espetáculo será empregado como recurso pedagógico para fomentar debates como: alterações climáticas, crises hídricas, extinção de animais, manifestação de novas doenças e diversas outras problemáticas que se devem à interferência do ser humano no ecossistema por meio do aumento do índice de desmatamento e queimada das florestas, injeção de gases tóxicos na atmosfera, caça e consumo de animais, poluição dos rios e mares e infinitas outras questões que contribuem para o esfacelamento do planeta. Depois de algumas apresentações, serão realizadas conversas com o público infantil e seus familiares, conduzidas pela equipe artística, com o objetivo de debater as mensagens passadas pelo espetáculo.
O projeto promoverá a inclusão com foco na comunicacional, através da contratação de intérpretes de Libras para a tradução do espetáculo em todas as apresentações, e duas com audiodescrição, que são totalmente gratuitas. Os intérpretes de Libras participarão da encenação e se posicionarão estrategicamente para que o público surdo possa acompanhar a interpretação visual e a tradução simultânea em LIBRAS. Serão ofertadas fones de ouvido com audiodescrição para atingirmos também as pessoas com deficiência visual. Pretendemos estabelecer parcerias com organizações e coletivos que defendem os direitos de pessoas com deficiências visuais e auditivas para aumentar sua presença nas apresentações. O objetivo dessas parcerias é aumentar a divulgação entre o público de interesse e proporcionar apresentações acessíveis. Os intérpretes contratados irão elaborar um vídeo-convite para publicação nas mídias sociais e na imprensa, para que possamos atingir o público surdo espontâneo. A mídia digital terá texto alternativo. Os teatros públicos da apresentação serão cuidadosamente escolhidos para que estejam de acordo com a acessibilidade física, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida entrem e se acomodem confortavelmente para assistir à peça. Sendo assim, o projeto "Que História é Essa?" possui uma dedicação na missão de democratização do acesso à cultura.
Todas as 20 apresentações da peça serão totalmente gratuitas. Para permitir que pessoas surdas, ensurdecidas e com deficiência visual se envolvam plenamente no espetáculo, haverão intérpretes de LIBRAS em todas as apresentações, bem como duas apresentações com audiodescrição. As apresentações ocorrerão em teatros públicos de forma descentralizada e de fácil acesso na cidade de São Paulo, incluindo bairros periféricos, ajudando a distribuir a oferta cultural por toda a cidade. Além disso, serão estabelecidas colaborações com escolas públicas e ONGs que trabalham com crianças e jovens em vulnerabilidade social, organizando grupos para assistir às apresentações e usando o teatro como um meio de ensinar. Para atrair um público diversificado, o plano de divulgação incluirá campanhas em redes sociais e materiais impressos distribuídos em locais estratégicos da cidade com comunicação acessível. Por fim, o impacto das medidas de democratização será monitorado ao longo da temporada. Isso será feito coletando os comentários do público e analisando o alcance das apresentações. Isso permitirá avaliar o quão bem as estratégias foram usadas e descobrir onde podemos melhorar.
PROPONENTE - Carol Soares A proponente irá organizar juntamente com a produtora executiva toda a organização do projeto, uma vez que este está em seu nome. Bem como é a atriz principal da peça. Responsável por toda gestão administrativa e financeira do projeto. Representará a Cia. Teatral Manga com Leite em todas as etapas e junto aos fornecedores/prestadores de serviço/mídia, etc. Componentes da Cia. Teatral Manga com Leite: Carol Soares (atriz) Iluminadora cênica, atriz e dramaturga. Em formação pelo ETA - Estúdio de Treinamento Artístico desde julho de 2017 vem atuando e produzindo peças teatrais. Além do curso de formação em teatro, estudou o Núcleo de Teoria e Crítica Teatral. Realizou na mesma escola estágio de iluminação cênica.Cursou o Núcleo de Formação Técnica em Iluminação Artística no Teatro Ruth Escobar. Desde abril de 2019, atua como iluminadora e no ETA (nas montagens teatrais dos alunos da escola) e de outros grupos artísticos como freelancer. No audiovisual, participou de duas webséries do Projeto CAIS: “Um amor para o amanhã” e “Tão só, tão seu”. Atualmente é produtora, atriz e dramaturga da Cajá com Jaca Produtora. Trabalha como técnica de montagem de iluminação na Ton Light, tendo realizado pela empresa montagens de grandes eventos, shows e peças teatrais, além de exercer a função de operadora e criadora de luz. Bela Fausferr (diretora e dramaturga) Iniciou seus estudos artísticos com música aos 9 anos de idade com aulas particulares. Aos 14, ingressou no curso de Computação Gráfica, na SAGA (School of Art, Game and Animation), ampliando seus conhecimentos técnicos e descobrindo a animação 3D, tendo cada vez mais certeza de qual área queria atuar profissionalmente. Em 2017, produziu o videoclipe Dois Sóis, da banda Carvel, e também participou da produção do evento Filmecon. No ano de 2018, graduou-se em Audiovisual, no Centro Universitário SENAC, campus Santo Amaro. No mesmo ano, foi contemplada pelo Museu da Imagem e do Som, na produção do curta Nervo, exercendo as funções de efeitos visuais e produção. Co-dirigiu o documentário No Instante do Verso (2017), cujos realizadores foram convidados a apresentar o filme na TV Câmara. Em 2019, integrou a equipe do curta-metragem O aniversário de Bete, na fase de pós-produção com efeitos especiais e motion design. Em 2023, formou-se em Teatro pelo ETA – Estúdio e Treinamento Artístico, fundando a Cia. Teatral Manga com Leite (iniciada em 2017), foi voluntária no projeto Enegras e atua como freelancer audiovisual e atriz. Manoela Flor (produtora executiva) Iniciou sua jornada artística no ano 2012 na escola de teatro Priscila Leonor Espaço Arte em Criciúma/SC. De 2014 a 2017 participou de oficinas de teatro com o William Machado na UNESC. Atuou nas peças “A chegada” e “Depois da chegada” no projeto cultural Vivências Culturais Palmeira Alta. Em 2018 idealizou e criou o Projeto Flor e Ser que visa ampliar a cultura e valorizar os artistas do sul de Santa Catarina, com eventos culturais abertos para todo o público. Foi contemplada pelo Edital Cultura Criciúma 2020 com o monólogo “Quebra da Estase” no qual é dramaturga e atriz. Foi contemplada pela Lei Aldir Blanc em 2020 com o projeto “2º Festival Mistura Cultural” no qual é produtora cultural. Em São Paulo concluiu o curso de Técnico em Teatro no SENAC no ano de 2020 e Teatro Bacharelado e Licenciatura na Universidade Anhembi Morumbi em 2023. Atuou e produziu as peças “Migalhas de Você” (2019); “Mancha Roxa” (2021); “Amores Surdos em Repouso” (2021); Dirigiu “Auto da Barca do Inferno” (2021) no qual foi contemplado pelo Edital FunCult - Jovens Artistas - edição 2023, no qual é diretora e produtora, também atuou e produziu nas peças: “Isso não é uma terapia em grupo” (2023) e “InPulso” (2023). Atualmente trabalha como produtora cultural na Gaveta Criativa - produtora artístico cultural, no qual foram selecionadas nos editais: Elisabete Anderle 2023 (Projetos: “Capoeira Beribazu” e “FERTIL - Festival Relâmpago Estudantil”; Lei Paulo Gustavo de Criciúma (Projetos: “Gaveta Criativa 2.0”, “Tutorial Hip Hop Dance” e “Sobre(vivências); Lei Paulo Gustavo Estadual D+ Santa Catarina (Projeto: “FATIA - Festival Anual de Teatro Amador”); Prêmio Catarinense de Cinema (Projeto: “Cineférico - Cinema nas Periferias”). Jaque Nunes (atriz) DRT: 0042776/SP. Atriz, circense, iluminadora cênica e artista educadora. Tem experiência com dança e contação de histórias. É formada no Curso Profissionalizante de Teatro ETA - Estúdio de Treinamento Artístico e em Licenciatura em Arte-Teatro pelo Instituto de Artes da UNESP (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”). Realizou estágio na ETEC de Artes de são Paulo acompanhando aulas de Teatro. Participou de diversas peças de teatro infantil e adulto, sendo algumas das montagens em Inglês. No audiovisual, atuou em webséries do Projeto CAIS e canal ARTWEB, em curtas-metragens e campanhas publicitárias da Giuliana Flores. Participou do ateliê de circo da Fábrica de Cultura Parque Belém de 2017 à 2021 e do projeto Circo da Barra da UNESP em 2017 e 2018. É cofundadora da Híbrida Companhia, onde atua como artista, produtora cultural e oficineira e ministra aulas de teatro profissionalizante no ETA, sendo também responsável pelo Núcleo “A encenação através do Corpo” da mesma escola, além de ser orientadora de circo das Oficinas Culturais de Mauá e educadora assistente de circo na escola Waldorf São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.