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PRONAC 2411125Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Tática de sobrevivência

55.940.273 JINARLA PEREIRA SILVA DA CRUZ
Solicitado
R$ 104,8 mil
Aprovado
R$ 104,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2025-03-03
Término
2025-09-08
Locais de realização (1)
João Pessoa Paraíba

Resumo

O projeto visa a criação e realização do monólogo teatral "Tática de Sobrevivência", com dramaturgia e trilha sonora autorais, abordando temas de afrofuturismo, resistência, mudança climática, identidade negra e nordestina. Durante o processo de criação, será realizado ensaio aberto ao público. O espetáculo será apresentado gratuitamente na cidade de João Pessoa (Paraíba), seguido de rodas de conversas após cada apresentação.

Sinopse

O monólogo "Tática de Sobrevivência" apresenta uma narrativa de afrofuturismo que entrelaça a ancestralidade e a resistência negra com um futuro distópico. A história gira em torno de Tereza, uma mulher negra e lésbica, que se torna a principal figura de um movimento de resistência em uma João Pessoa futurista, onde a população negra começa a desaparecer devido a experimentos científicos antiéticos. Além de abordar temas de identidade, opressão e pertencimento, o espetáculo também reflete sobre as mudanças climáticas, que já são uma realidade hoje e, no futuro, impactarão diretamente o cotidiano das pessoas, exacerbando as desigualdades sociais. A trama se desenrola em um esconderijo fictício sob o Ponto de Cem Réis, local simbólico de resistência na cidade, conectando a memória da população negra escravizada com os desafios contemporâneos enfrentados por Tereza e sua comunidade. O público acompanha essa luta por sobrevivência enquanto Tereza lida com seus conflitos internos sobre identidade racial e sexual, explorando como a ancestralidade e a cultura popular podem ser as maiores ferramentas para enfrentar as adversidades de um futuro incerto. No final da obra, Tereza realiza um chamado à resistência, envolvendo a plateia em um processo de "despertar" para a luta. Esse movimento de recrutamento convida o público a se unir à resistência liderada por Tereza, baseando-se nos saberes ancestrais e na força da cultura popular como uma tática de sobrevivência e transformação social. Com dramaturgia e trilha sonora autorais, o espetáculo utiliza elementos visuais e sonoros afrofuturistas, criando uma atmosfera que mescla tradição e inovação, ao mesmo tempo em que projeta um futuro onde a cultura negra e nordestina são centrais.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar 04 apresentações teatrais gratuitas e 01 ensaio aberto do monólogo afrofuturista "Tática de sobrevivência" para um público total de 400 pessoas, abordando temas como resistência, identidade afro nordestina e mudanças climáticas, na cidade de João Pessoa (PB) . O projeto pretende proporcionar ao público uma reflexão crítica sobre esses temas e promover o diálogo por meio de rodas de conversa após cada apresentação e interação durante o ensaio aberto. Objetivos específicos: Realizar 4 apresentações gratuitas do monólogo "Tática de Sobrevivência" no Teatro Santa Roza, com público estimado em 100 pessoas por sessão. Realizar 1 ensaio aberto ao público estimado de 50 pessoas, com convite destinado a entidades do movimento negro e LGBT local, permitindo a interação e feedback sobre o processo criativo. Garantir acessibilidade em 100% das apresentações, com a presença de intérpretes de Libras, audiodescrição e monitores capacitados para atender pessoas com deficiência. Realizar debates e rodas de conversa após cada apresentação, criando um espaço de diálogo e troca de ideias sobre os temas abordados no espetáculo.

Justificativa

O projeto "Tática de Sobrevivência" justifica-se pela necessidade de promover e valorizar a identidade negra e nordestina na cidade de João Pessoa, que historicamente enfrentou apagamentos culturais relacionados à contribuição negra. Um exemplo simbólico desse apagamento é a demolição da Igreja do Rosário dos Pretos, um importante espaço de resistência da população negra durante a escravidão, que deu lugar à Praça Vidal de Negreiros, a qual homenageia um militar que enriqueceu às custas do trabalho escravizado. Além disso, o Maracatu de Baque Virado, relatado pelo historiador Andemar Vidal como uma prática comum entre os negros em João Pessoa no início do século XX, foi extinto devido à repressão policial, e hoje há um apagamento dessa história, o que distancia a população pessoense de sua rica herança cultural. O monólogo "Tática de Sobrevivência", com dramaturgia e trilha sonora autorais, busca resgatar essas histórias e projetar um futuro que reconhece e valoriza a ancestralidade. Com base no lema "O futuro é ancestral", o espetáculo propõe uma reflexão sobre a contribuição negra na construção da cidade e do estado da Paraíba, explorando temas como afrofuturismo, resistência e identidade, que dialogam diretamente com a realidade de João Pessoa. Além de abordar o apagamento histórico, o projeto também atua na grave questão da violência contra a mulher, especialmente as mulheres negras. Em 2022, segundo o Atlas da Violência, os estados do Nordeste apresentaram uma chance pelo menos duas vezes maior de uma mulher negra ser vítima de homicídio do que uma mulher não negra. Esse dado revela o cenário de vulnerabilidade em que essas mulheres se encontram. O projeto se propõe a dar protagonismo a mulheres negras e LBTs, tanto na dramaturgia, quanto na atuação e na direção, sob a liderança de uma mulher trans, oferecendo uma resposta artística a essa realidade de violência e invisibilidade. A realização deste projeto com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para superar esses desafios e garantir que essa narrativa seja amplamente divulgada. A cidade de João Pessoa, com mais de 800 mil habitantes, enfrenta uma desigualdade significativa no acesso à cultura, o que reforça a necessidade de iniciativas que dialoguem diretamente com a população negra e periférica. O projeto pretende resgatar memórias e promover o fortalecimento de identidades em uma cidade onde ainda há lacunas significativas na representação e valorização dessas histórias. Enquadramento na Lei 8313/91: O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: Inciso I: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.Inciso II: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atenderá ao seguinte objetivo: Inciso II, Alínea "c": Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A realização das apresentações e das rodas de conversa após cada espetáculo visa fomentar a reflexão sobre a história e a cultura negra local. Espera-se que o projeto contribua para a formação de público, especialmente entre jovens e adultos das periferias de João Pessoa, criando um espaço de diálogo sobre a herança cultural e o papel da população negra no presente e futuro da cidade. Esse projeto representa uma ação estratégica para resgatar e promover a memória negra em João Pessoa, dar visibilidade às mulheres negras e LBTs, e democratizar o acesso à cultura, especialmente para as populações mais vulneráveis.

Especificação técnica

O projeto "Tática de Sobrevivência" consiste na realização de 4 apresentações teatrais gratuitas, com público estimado em torno de 100 pessoas por sessão, totalizando uma expectativa de 400 pessoas ao total. O monólogo será encenado no Teatro Santa Roza, e além das apresentações regulares, haverá um ensaio aberto, com convite específico destinado a entidades do movimento negro e LGBT local, garantindo a representatividade e o envolvimento dessas comunidades, e com uma expectativa de 50 pessoas,. O texto dramatúrgico é autoral e está sendo desenvolvido pela atriz Jinarla, que também protagoniza a peça. A finalização do texto será concluída durante a fase de pré-produção do projeto. A narrativa é construída a partir de um enfoque no afrofuturismo e nos saberes ancestrais, abordando temas de resistência, identidade e mudanças climáticas. No palco, a montagem será composta por Jinarla, que além de atriz, é musicista, cantora e compositora. A trilha sonora original será criada em colaboração com os músicos Fagner Alisson (percussionista e ogan), Laís Oliveira (violoncelo e piano) e Luan Sanches (discotecagem e produtor musical), trazendo uma fusão de ritmos afro-brasileiros e sonoridades futuristas que complementam o conceito do espetáculo. Para garantir a acessibilidade, todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, audiodescrição e monitor capacitado para auxiliar pessoas com deficiência, assegurando que o espetáculo seja inclusivo e acessível a todos. Na equipe técnica, o projeto contará com: Diretora, responsável pela concepção cênica.Técnicos de luz e som, responsáveis pela operação dos equipamentos durante os ensaios e apresentações.Preparadora corporal e preparadora vocal, que irão trabalhar diretamente com a atriz para aprimorar sua performance física e vocal.Produtora, responsável pela logística do projeto.Cada apresentação terá uma duração média de 60 a 70 minutos. Após as apresentações, haverá a realização de debates e rodas de conversa com o público, criando um espaço de troca, diálogo e reflexão sobre os temas abordados no espetáculo, como identidade, ancestralidade e resistência.

Acessibilidade

Todas as atividades do processo de criação, divulgação e apresentação do monólogo “Tática de sobrevivência” contarão com medidas de acessibilidade, incluindo o ensaio aberto e a roda de conversa após a apresentação. Todos as atividades públicas ocorrerão no mesmo teatro e com as mesmas medidas de acessibilidades conforme a seguir: PRODUTO: ESPETÁCULO TEATRAL "TÁTICA DE SOBREVIVÊNCIA" MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Rampas de acesso, banheiros adaptados e cadeiras reservadas. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de Libras e Legendas em vídeos promocionais e materiais audiovisuais relacionados ao espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Monitores Treinados. CUSTOS COM AÇÕES DE ACESSIBILIDADE: Todas as medidas de acessibilidade descritas estão previstas no orçamento do projeto, garantindo que a acessibilidade seja uma prioridade e uma prática integral em todas as sessões do espetáculo e ensaio aberto.

Democratização do acesso

O projeto "Tática de Sobrevivência" busca promover a democratização do acesso à cultura por meio de uma série de medidas que garantem a inclusão e a participação do público em geral, especialmente de grupos historicamente marginalizados. As apresentações do espetáculo serão realizadas gratuitamente no Teatro Santa Roza, assegurando que todos os interessados possam vivenciar a obra, independentemente de sua condição socioeconômica. Para ampliar ainda mais o acesso, será realizado ensaio aberto gratuito ao público, permitindo que pessoas de diferentes comunidades assistam ao processo criativo e se conectem com a temática abordada. Além disso, o projeto prevê a transmissão pela internet de trechos e imagens dos ensaios e das apresentações, com o objetivo de atingir um público ainda mais amplo e diversificado. Essa estratégia de divulgação será realizada através das redes sociais, onde serão compartilhadas imagens e vídeos dos ensaios, trechos das apresentações e depoimentos da atriz e equipe, proporcionando uma experiência imersiva e acessível. Todo o material de divulgação contará com o recurso de acessibilidade de legenda nos vídeos. Para atender ao disposto no artigo 30 da IN nº 11/2024, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso: VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; O ensaio aberto, que já está previsto, será realizado com acessibilidade garantida, incluindo intérprete de Libras e audiodescrição, para assegurar que todas as pessoas possam participar. Essa combinação de ações visa não apenas democratizar o acesso ao espetáculo, mas também fortalecer a formação cultural da comunidade e criar um espaço de diálogo sobre a identidade negra e nordestina.

Ficha técnica

[PROPONENTE] Jinarla Pereira Silva da Cruz - Coordenadora Geral, Atriz e DramaturgaResponsável pela gestão integral do projeto, incluindo decisões técnico-financeiras e supervisão da execução artística e operacional.Mini currículo: Jinarla Pereira é atriz, dramaturga e performer. Graduanda em Teatro pela UFPB e experiência em performace. É ativista negra e LGBT+, tendo já coordenado e atuado em produções culturais focadas na negritude, identidade e cultura popular. Em seu trabalho autoral, explora a potência da ancestralidade e da cultura popular no contexto nordestino, como evidenciado na performance "Meu Sangue, Teu Sangue" que já circulou pela Paraíba, Acre, México e Portugal e realizou o "Bora conhecer a história negra de João Pessoa", uma websérie que conta com mais de 200 mil visualizações nas redes sociais. Danny Barbosa - DiretoraMini currículo: Danny Barbosa é uma diretora, atriz e roteirista preta e trans, com uma trajetória marcante no teatro paraibano e cinema nacional. Formada pelo CENATED e com um vasto repertório de atuações e direções, Danny foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Teatro de Conselheiro Lafaiete (MG), no FESTA - Festival Internacional de Teatro de Palco e Rua de Araçuai (MG), além de conquistar o prêmio de Melhor Atriz no Festival Curta Taquary em 2021 e 2022 e no Festival Aruanda. Em seus trabalhos, Danny explora temas de identidade, resistência e inclusão, com uma sensibilidade única que dialoga com questões de gênero e cultura popular. Lucas Ribeiro Mendes - Diretor de Arte (Figurino e Cenário)Mini currículo: Preto, cineasta, e mestre em Comunicação pela UFPB, Lucas Mendes é educador, produtor cultural e especialista em direção de arte com mais de 15 obras assinadas em audiovisual. Com formação na pedagogia Griô (BA), atua para promover um cinema decolonial que valorize memória e pertencimento. Foi responsável por cursos de cinema para menores em conflito com a lei e oficinas em assentamentos do MST. Realizador dos filmes 8 Linhas (2015) e Avôa (2022), premiado com Melhor Direção pelo IIX CINEVIRADA (BA) e Melhor Filme Nordestino pelo Muído Festival de Cinema (PB), [Nome Completo] também foi roteirista do programa Na Pele (2022), realizado pela Secretaria Nacional de Combate ao Racismo. Gabriela de Souza Arruda - Produtora ExecutivaMini currículo: Gabriela Arruda é produtora cultural, professora e revisora de textos, com formação em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde também concluiu seu mestrado em Literatura Brasileira. Com mais de uma década de experiência, Gabriela atua como produtora independente e nos grupos Coletivo de Teatro Alfenim e Parahyba Rio Mulher, contribuindo para projetos culturais que exploram temas de identidade e resistência. Além de seu trabalho como produtora, Gabriela é revisora de livros e possui experiência na área de letras, com foco em narrativa, literatura e identidade cultural. Líria de Araújo Morays - Preparadora CorporalMini currículo: é Professora Adjunta no Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB. Possui Doutorado em Artes Cênicas e Mestrado em Dança pela UFBA, além de uma Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança e Graduação em Licenciatura em Dança. Destaca-se em improvisação em dança, composição coreográfica, intervenções urbanas, dança contemporânea, performance e preparação corporal. Seu trabalho busca explorar e expandir as fronteiras da dança, promovendo diálogos entre o corpo e o espaço, além de incentivar a reflexão sobre as questões sociais e culturais contemporâneas. Maria Alice Pontes de Carvalho - Preparadora VocalMini currículo: Maria Alice é cantora, compositora, pesquisadora e professora de canto popular, formada em Música pela UFPB. Atualmente é membro fundadora do Coletivo e Escola de Canto KantoKa, integrante do grupo vocal AVA e mestranda em Etnomusicologia pela UFPB. Luan Erick Lima Sanches - Musicista e Técnico de Som (Captação e Produção Musical)Mini currículo: Luan é um talentoso músico e produtor musical que se destaca no cenário desde 2018. Com um disco solo chamado 'Mancha', ele já produziu discos, EPs e singles, além de ganhar o Prêmio da Mostra Protótipo da TV Cultura em 2018 como produtor do projeto DK. Luan já tocou em diversos eventos e festivais e é engenheiro de áudio e produtor de projetos como 'Kolofé - cultura, música e áudio', 'Pajaro', 'Arthur da Silva', 'Fortalece Concert', 'Matemba', 'MC Supershock', 'Larissa Medeiros' e 'Mateus Moura'. Fagner Alisson da Silva - Musicista e OganMini currículo: é um renomado mestre dos ritmos e cantos sagrados das religiões de matriz africana, fundador da Escola de Atabaques Ilú Odara, que atua em comunidades periféricas desde 2015, beneficiando mais de 100 jovens em situação de vulnerabilidade social e econômica. Desde os 12 anos, dedica sua vida à preservação dos ritmos sacros e atualmente ministra aulas online sobre a arte dos tambores. Em 2024, seu trabalho foi destacado no documentário “Ilu Odara - Escola de Atabaques”, contemplado pela Lei Paulo Gustavo. Reconhecido com o título de Dr. Honoris Causa pela Ordem dos Capelães do Brasil em 2022, Fagner também é produtor cultural, musicista e batuqueiro, integrando grupos da cultura popular paraibana, como a Orquestra de Música Negra da Paraíba Oju Orun e o Maracatu Quilombo Nagô. Laís Luana Santos Oliveira - MusicistaMini currículo: Violoncelista que iniciou seus estudos no Curso de Extensão da UFCG. Bacharela pela UFCG, e mestra em música, com ênfase na Produção Artística dos Séculos XX e XX e está como 1º violoncelo da Orquestra Sinfônica da Paraíba, onde já foram realizados diversos concertos com artistas da MPB, como: Zélia Duncan, Chico César, Zé Ramalho, Geraldo Vandré, Cátia de França, entre outros; também já realizou concerto com o cantor e compositor Alceu Valença, juntamente com a orquestra de Ouro Preto. Em concursos de performance, recebeu o 1º lugar no 5º Concurso de Música Jovens Talentos, Troféu Mansueto Barbosa e Finalista no Concurso da Orquestra Criança Cidadã. Karla Carolina da Silva - Assessoria de Comunicação e ImprensaMini currículo: Trabalha com comunicação digital há cerca de 10 anos, é fundadora da Terracota Solo Criativo, atualmente coordena a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura da Paraíba, no Governo do Estado da Paraíba, é colunista do Nossa Fala. Já passou pelas principais agências de publicidade de João Pessoa, atuando nas iniciativas pública e privada. É criadora do “O Que Acontece Por Aqui”, a primeira agenda cultural audiovisual da capital paraibana e atuou como agente comunicadora neste circuito. Tem experiência, além das iniciativas citadas, em campanhas eleitorais enquanto coordenadora de criação e gerenciamento de redes sociais, acompanhamento de candidatos, assessoria de imprensa e fotografia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.