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Este projeto visa à restauração da estrutura da cobertura da Fazenda da Tafona, tombada como patrimônio estadual em 2016, destacando-se por seu inestimável valor histórico, arquitetônico e ambiental, atingida pelo desastre climático em 2024, tornando a iniciativa ainda mais urgente. Além da intervenção arquitetônica, o projeto apresenta um forte componente de ação social e cultural, com atividades que promovem a inclusão, empregabilidade e formação profissional. Através de diversas linguagens artísticas, como projeção mapeada, música instrumental e a produção de um vídeo documentário e histórico, além da realização de visitas guiadas com foco na acessibilidade, democratização cultural e valorização das comunidades locais.
PRODUTO: BEM IMÓVEL Trata-se do restauro da cobertura e dos forros da edificação da antiga Fazenda da Tafona, com vistas a transformá-la num espaço, que contará a história da fazenda através dos escravos que trabalharam nela. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) VÍDEO HISTÓRICO É um vídeo que contará com a participação da atriz Manu do Monte que irá “costurar” a história do local. O vídeo começa com um coral de crianças indígenas, em frente à casa. Nas vozes há um lamento. As terras onde se encontra a Fazenda hoje, era indígenas a milhares de anos, quando por aqui chegaram os portugueses. Nos dois primeiros minutos iremos falar sobre a terra e sobre o “Distante Povo de São Lourenço” que tinha sua estância justamente nas terras que lhes foram tomadas pelos paulistas, pelos portugueses que foram para Rio Pardo. Fala-se também sobre o fato de que a Tafona está localizada entre dois biomas – o da Mata Atlântica e o Pampa. Manu do Monte começa a narrativa sobre os portugueses e sua ânsia por aumentar as fronteiras do Brasil desbravando o então Continente de São Pedro. Estes portugueses também construíram a casa sede da Fazenda da Tafona... Manu fala um pouco sobre eles, conta um pouco do que se sabe que aconteceu. Ela fala da casa em off,enquanto a casa aparece nas imagens. Depois, ela entra na Tafona (fábrica de farinha e operada por pessoas escravizadas... Ela se refere então ao povo africano que foi trazido à força para o Brasil para aqui trabalhar sem liberdade. A Tafona é uma prova material do trabalho produzido pelas pessoas escravizadas. Manu diz em off, como era feita a farinha de mandioca, enquanto a câmera vai mostrando os equipamentos. Uma pequena entrevista com Lair Vidal, sobre a transformação da farinha de mandioca em diversos alimentos, uma herança deixada pelas pessoas escravizadas. Depois Manu lembra que a Tafona foi instituída como Território Negro, desde agosto de 2023, e que anualmente irá acontecer uma festa para sempre lembrar, abençoar e ser abençoado pelos ancestrais que ali viveram. Imagens dos eventos aparecem. Ao final, se faz referência aos três tipos de raças que compuseram o nossa raíz social. Pouco a pouco, negros e indígenas , depois de mais de 500 anos, estão buscando seus direitos, sabedores da importância de sua história. A família que viveu na Fazenda também é lembrada. Somos feitos de memórias, risos, dores e tristezas e precisamos respeitar a diversidade que nos formou como sociedade, sem preconceito algum e com o olhar amoroso para buscar o equilíbrio e o bem viver para todos, todas e todes. VÍDEO DOCUMENTÁRIO Um vídeo que contará o restauro da edificação da Fazenda Tafona. PROJEÇÃO MAPEADA "João segura firme nas crinas do cavalo baio que cavalga adentrando a mata fechada permeada por sons de noite. O colapso do corpo é mantido em espera pela pequena luz de esperança e o sonho de liberdade que o move. Uma luz que aumenta na medida em que ele sedistancia de Feliciano, seu escravizador. Ali, na escuridão daquela mata, João tem apenas uma coisa em mente: Encontrar o quilombo e então viver, no abraço de Tereza." PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS VISITAÇÃO COM INDÍGENAS = Indígenas de Aldeias das regiões Central e Metropolitana. A Fazenda da Tafona está localizada em uma área que era demarcada como a Fazenda do Povo de São Lourenço, dos Sete Povos das Missões. Essa patrimonializaçao do território onde se encontra hoje a sede da Tafona, aumentou o interesse pela história local. Em entrevista, o historiador Tau Golin, disse estar escrevendo um livro sobre essa novo dado histórico que surgiu após a divulgação de um mapa feito pelo padre jesuíta Tadeu Henis (1753-1756), com auxílio dos indígenas (figura 1, abaixo). Há muito que estudar e verificar a real história local, que não inicia com os portugueses, mas com povos nômades há 12 mil anos, quando chegaram na região de Uruguaiana e depois com a Companhia de Jesus com as demarcações de fazendas de gado dos Sete Povos missioneiros. Há indícios de que a estrada que hoje leva até a Tafona é a antiga estrada indígena que ligava os passos dos rios às terras altas – não alagadiças. Ela está localizada no Distrito de Cordilheira, que o lugar com maior altitude na região. E é por conta dessa história que um dos objetivos é levar indígenas da região para conhecerem a Tafona. VISITAÇÃO COM QUILOMBOLAS = moradores de Quilombos da Região Central e da Região Metropolitana de Porto Alegre. Desde o início das visitações há uma clara intenção dos proprietários em priorizar apenas a mão portuguesa na história da Tafona. Pessoas escravizadas fizeram parte da trajetória da Tafona e são protagonistas desta história. Em agosto de 2023, aconteceu na Tarona o I Território Negro. Uma forma de resgatar o protagonismo de negros e negras na construção e na manutenção do bem. No local havia, no mínimo 30 famílias de pessoas escravizadas que trabalhavam no plantio, na colheita e na transformação da mandioca em farinha. Toda essa atividade era produzida por mãos negras. E o Território Negro foi a forma encontrada para gerar conhecimento e pertencimento nas gerações que se sucederam no município de Cachoeira do Sul. O Território Negro não foi pensado pelos proprietários. Foi um projeto feito a quatro mãos, com representantes do movimento negro de Cachoeira do Sul. Este ano já aconteceu o II Território Negro e o evento já está consta no Calendário de Eventos da Prefeitura. Poucos representantes das famílias de pessoas escravizadas permaneceram na Tafona após a abolição. Suas terras foram divididas entre os herdeiros. Alguns foram para a cidade de Cachoeira do Sul ou da região e outros foram para os Quilombos. Por isso temos a intenção de levar quilombolas para visitação na Fazenda da Tafona. A fábrica de farinha de mandioca que lá se encontra completa, em seu local original é uma prova física do trabalho e da importância do trabalho desenvolvido. Há na Tafona, para além do patrimônio material a questão imaterial da gastronomia e de costumes que muito bem retrata uma das palestrantes, Lair Vidal, estudiosa da questão negra no município e no Estado (currículo anexo). VISITAÇÃO COM ESTUDANTES = estudantes da 5a série da rede púbica de Cachoeira do Sul e seus respectivos professores Cachoeira do Sul é quinto município criado no Rio Grande do Sul e já tem mais de 200 anos de história. É em virtude de toda essa memória coletiva que se prevê a visita dos estudantes da rede pública de ensivo, com o intuito de manter viva essa memória pelas próximas gerações. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL Apresentação artística com a Orquestra Filarmônica de Cachoeira do Sul contendo Violinos, Violas, Violoncello, Contrabaixos Acústico, Piano, Percussão Sinfônica, Flauta Transversal, Oboé, Clarinete, Fagote, Trompete, Trombone e com a performance de Música Sinfônica com solistas e cantores líricos.
OBJETIVO GERAL O projeto visa atender o subitem IV do art. 3º do decreto 11.453/2023, promovendo o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro, promovendo a recuperação da Fazenda Tafona como um centro cultural ativo, gerador de novas oportunidades sociais, culturais e econômicas. O projeto busca também fomentar a participação comunitária em sua execução, integrando ações formativas e promovendo a empregabilidade em um contexto de calamidade pública. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto BEM IMÓVEL: Restaurar a cobertura da Fazenda Tafona (464m2 do corpo principal + 248m2 da Tafona), garantindo a preservação de sua integridade arquitetônica e ambiental. 2) Produto BEM IMÓVEL: Desenvolver uma maquete tátil para acessibilidade de pessoas com deficiência visual, promovendo a inclusão e maior compreensão sensorial do patrimônio. 3) Produto VÍDEO (AUDIOVISUAL): Produzir um vídeo documentário acessível, com libras, audiodescrição e legendas, registrando o processo de restauro e seu impacto na comunidade. 4) Produto VÍDEO (AUDIOVISUAL): Executar 12 sessões gratuitas de projeção mapeada, criando uma experiência artística acessível e imersiva sobre a história da Fazenda. 5) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Promover 14 visitas guiadas gratuitas para alunos da rede pública, conectando jovens ao patrimônio histórico local e incentivando a educação patrimonial. 6) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar 3 visitas guiadas para comunidades quilombolas e 2 para comunidades indígenas, fortalecendo a valorização e reconhecimento de suas contribuições culturais e envolvendo populações minorizadas. 7) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar uma apresentação da Orquestra Filarmônica de Cachoeira do Sul, levando música instrumental de alta qualidade ao público local e fortalecendo o vínculo cultural com o patrimônio.
A Fazenda Tafona, localizada em uma cidade em estado de calamidade pública, é um símbolo vital do patrimônio histórico e cultural do Rio Grande do Sul. Sua preservação, especialmente após os danos causados pelo evento climático extremo de maio de 2024, é crucial para evitar a perda de um legado arquitetônico e cultural único. Este projeto não se limita ao restauro físico da edificação, mas se expande para ações culturais coletivas que promovem a empregabilidade local e o envolvimento comunitário. A realização de oficinas de capacitação e atividades formativas permitirá que moradores da cidade, especialmente aqueles mais afetados pela calamidade, possam desenvolver novas habilidades e participar ativamente do processo de restauração. Além disso, o projeto oferecerá contrapartidas sociais com ações voltadas à educação patrimonial, à inclusão de grupos historicamente marginalizados, e à democratização do acesso à cultura. A transversalidade do projeto se evidencia pela diversidade de linguagens artísticas empregadas, que vão desde a projeção mapeada até a música instrumental e o vídeo documentário. Essas iniciativas culturais não só preservam o patrimônio, mas também reúnem diferentes grupos sociais em torno da valorização e revitalização de sua identidade cultural, promovendo inclusão e acessibilidade para todos os públicos. O restauro da Fazenda Tafona também oferece uma contribuição econômica significativa, atraindo turistas e mobilizando investimentos no setor cultural, gerando benefícios tangíveis para a população de Cachoeira do Sul. Desta forma, o projeto cumpre sua função de promover o patrimônio cultural brasileiro, ao mesmo tempo em que gera impacto social e econômico em uma cidade devastada por uma catástrofe natural. O restauro da Fazenda Tafona é uma oportunidade de transformar a crise local em uma ação coletiva que impulsiona o desenvolvimento social, cultural e econômico. Ao priorizar a formação profissional, a empregabilidade e a inclusão, o projeto vai além da preservação do patrimônio, criando um legado duradouro para a comunidade de Cachoeira do Sul. Assim, o presente projeto cultural atende oArt. 1º da Lei 8.313/91, de modo a: (I) contribuir para facilitar, a todos, os meiospara o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (III) apoiar, valorizar e difundir o conjunto dasmanifestações culturais e seus respectivos criadores; (V) salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar,fazer e viver da sociedade brasileira; e (VI) preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e históricobrasileiro. Assim como atende o Art. 3º da Lei 8.313/91, de modo a: (III) preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural ehistórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusivenaturais, tombados pelos Poderes Públicos; e, c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valorcultural.
Foi anexado ao projeto em tela, no campo "Informações Adicionais", arquivo contendo os seguintes documentos (em virtude de não haver campo específico para cada um deles): Cartas de anuência e currículos dos principais profissionais do projeto; Orçamentos; Planilha de custos detalhada; Plano de gerenciamento de resíduos; Plano de sustentabilidade ambiental e social. Conforme IN n° 11 de 2024, deve ser anexada ao Salic, planilha orçamentária detalhada na extensão .xlsx .xls ou .ods. Contudo, em virtude do sistema permitir o anexo somente de arquivos em extensão .pdf, a planilha foi anexada nesse formato. Para atendimento ao solicitado em legisalção, segue abaixo link de acesso à planilha editável: https://1drv.ms/x/s!AomDnJFlL9iMhPJr8duoY2sxXu4TMg?e=zgwdPu No memorial descritivo também está contemplado a justificativa técnica para a intervenção desejada, pesquisa histórica, análise tipológica e sistema construtivo.
PRODUTO: BEM IMÓVEL A previsão para execução do restauro é de 12 meses de obra. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) VÍDEO HISTÓRICO Duração estimada do vídeo é de 10 minutos. VÍDEO DOCUMENTÁRIO Duração estimada do vídeo é de 10 minutos. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS VISITAÇÃO COM INDÍGENAS = duas visitas de indígenas. VISITAÇÃO COM QUILOMBOLAS = três visitas de quilombolas. VISITAÇÃO COM ESTUDANTES = quatorze visitas com estidantes. Serão realizadas durante o período de execução das obras. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL A duração estimada da apresentação é de 1h e 30 minutos.
PRODUTO: BEM IMÓVEL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição e produção de maquete tátil.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras nos eventos de lançamento e inauguração.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. PRODUTO: VÍDEO (AUDIOVISUAL) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legenda e Libras na reprodução do vídeo.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição e produção de maquete tátil.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras durante as visitas guiadas.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados.
Propomos como meios de democratização do acesso ao bem tombado a garantia de acesso público e permanente, tanto durante quanto após o processo de intervenção. Durante as obras de restauro, serão realizadas visitas guiadas presenciais com palestras, atividades interativas e debates com profissionais qualificados, incluindo intérpretes de libras e audiodescrição. O projeto prioriza o envolvimento de populações minorizadas, como comunidades indígenas e quilombolas, bem como alunos da rede pública de ensino, com o objetivo de ampliar a participação ativa de diferentes grupos sociais no reconhecimento e valorização do patrimônio cultural. As ações de restauro serão amplamente divulgadas através de mídias locais, regionais e virtuais, incluindo redes sociais, com conteúdos e registros das etapas do restauro, acompanhados de vídeos documentais acessíveis. O vídeo documentário produzido será disponbilizado nas redes sociais de forma ampla e totalmente gratuita, contando com Libras, legena e audiodescrição. Para assegurar a democratização do acesso, todas as ações culturais – incluindo as visitas guiadas e o vídeo documentário – serão gratuitas e amplamente acessíveis. Serão adotados os seguintes incisos do art. 30 da IN nº 11/2024 no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte porcento); III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras eaudiodescrição; Dessa forma, o projeto não apenas preserva o patrimônio cultural, mas também contribui diretamente para a formação e empregabilidade de populações minorizadas, fortalecendo a inclusão social e o desenvolvimento cultural sustentável.
ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA FAZENDA DA TAFONA Função: proponente, captação de recursos e gestão de processos decisórios da execução do projeto. Criada em 26 de outubro de 2013, a associação privada sem fins lucrativos, tem por finalidade auxiliar na manutenção, promoção, difusão da Fazenda da Tafona - Casa da Memória e todo o seu acervo, bem como, auxiliar na promoção da cultura, na defesa e conservação do patrimônio histórico, artístico, cultural e ambiental de forma geral. A Fazenda está localizada no interior de Cachoeira do Sul, RS. Seu projeto busca estimular o turismo e apresenta o protagonismo de todas as raças que participaram da história do RioGrande do Sul, e traz um diferencial humanista, que reconhece os papeis desempenhados por todas elas. A Fazenda da Tafona é tombada pelo patrimônio histórico do município de Cachoeira do Sul e do Estado do Rio Grande do Sul e, como museu estadual, faz parte da 5ª região Museolótica, inscrito no Sistema Estadual de Museus – SEM. CRISTINA SEIBERT SCHNEIDER Função: Produção executiva. Doutora em Planejamento Urbano e Regional/ UFRGS (2017). Possui mestrado em História pela Universidade do Vale do Rio dosSinos (2004). Especialista em Neurociência e Comportamento pela PUC/RS (2021). e especialista em Políticas e Gestão Culturalpela Organização dos Estados Ibero- americanos e Universidade Autônoma Metropolitana do México (2011). Graduada emHistória pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2001). Desenvolveu projeto de pesquisa na Universidade de Valladolid naEspanha em 2001 e curso de atualização em Estatística Cultural no Ministério da Cultura da Espanha em 2009. É tambémprofessora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS nos cursos de graduação, especialização e MBAs nas Escolas deHumanidades, Indústria Criativa, Gestão e Negócios desde 2008. Tem experiência na área de Gestão Cultural, com ênfase emPatrimônio Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de projetos, comunicação e comportamento,negociação e gestão de conflitos, linguagens culturais e patrimônio cultural. Ganhadora do terceiro lugar no Prêmio InstitutoPensarte de Gestão Cultural/2007 em São Paulo e no Prêmio Famurs/Codic 2008 na modalidade Patrimônio e Memória e PrêmioCAU/RS 2020. Atualmente é Gestora Cultural nos projetos do Memorial da Cooperativa Santa Clara de Carlos Barbosa, CasaVidal em Taquara e Restauro do Castelo de Pedras Altas, entre outros. EDEGAR BITTENCOURT DA LUZ Função: Arquiteto responsável pela execução da obra. Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – 1960. Cursou Fabricação de Edificação– ministrado pelo Prof. Helmuth Weber da Technisce Hochschule Hannover da Alemanha, na Faculdade de Arquitetura daUniversidade Federal do Rio Grande do Sul – 1967. Participou de diversos Seminários, simpósios e congressos na área. Recebeudiversas premiações como: 1° lugar - Concurso de Projetos para Escolas Pré-Fabricadas, promovido pela comissão Estadual dePrédios Escolares, em equipe com o Arquiteto Celso Carneiro - 1960; Prêmio IPHAN - Medalha Rodrigo Melo Franco De Andrade -1988; Sócio Benemérito do IAB - Depto. Rio Grande do Sul; Prêmio Arquiteto do Ano - Sindicato dos Arquitetos do Rio Grande doSul - 2006. Larga experiência em projetos de restauro (pesquisa histórica, arquitetônica, levantamento cadastral e projeto dereutilização e direção geral de obras de restauração. ARQUIUM CONSTRUÇÕES E RESTAURO LTDA Função: Empresa executora da obra. Empresa especializada e reconhecida no sul do Brasil em obras de restauração. Algumas obras executadas: Restauraçãocobertura do Paço Municipal – estrutura madeira, sub telhado e telha canal; 1100 m² - Porto Alegre / RS; Recuperação erestauração da cobertura Casa Godoy; 301 m² - Porto Alegre / RS; Restauração do prédio Castelinho – Sede Norie; 260 m² -Porto Alegre / RS; Restauração e reciclagem de espaços – Igreja Nossa Senhora das Dores – Porto Alegre / RS; Restauração daReceita Federal em Rio Grande; 6.332,92 m²; Intervenção na estrutura e cobertura do telhado da Capelo Mor da Igreja NossaSenhora das Dores; 250 m² - Porto Alegre / RS; Restauração prédio e rede hidrossanitária – Casa de Cultura Mario Quintana;10.151 m² - Porto Alegre / RS, entre outros. LUÍS FERNANDO ROHDEN Função: Arquiteto responsável pela elaboração do projeto arquitetônico. Arquiteto graduado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Porto Alegre (RS). Especialista em Restauração e Conservação de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA). Mestre em História, ênfase em História Ibero-Americana pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Porto Alegre (RS). Doutor em Arquitetura e Urbanismo, ênfase em Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia – Salvador (BA). Pós-Doutor junto ao Programa de Pós-Graduação em História da PUC/RS MIRIAN RITZEL Função: palestrante nas visistas guiadas. Atuou como assessora técnica do Museu Municipal (1987-2008), assessora técnica e pesquisadora no Arquivo Histórico do Município de Cachoeira do Sul desde 2013, tendo-o dirigido em 2008; conselheira do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural – COMPAHC e do Conselho Municipal de Política Cultural – CMPC, membro e primeira presidente da Associação dos Amigos da Fazenda da Tafona (2018-2020). Atua na pesquisa e divulgação da história de Cachoeira do Sul, em favor da proteção, valorização e divulgação do patrimônio histórico-cultural e busca auxiliar o desenvolvimento cultural da cidade. Integrou também o Grupo de Voluntários pelo Patrimônio, o Grupo Pró-Instalação do Museu de Arte Sacra e o Memorial Nacional do Arroz. JANA CASTOLDI Função: vídeo mapping Apresentou obras em audiovisual expandido e projeção mapeada nos festivais POA em Cena - Projeto Esquadros 2021 e Virada Sustentável Porto Alegre 2021, 2022 e 2023, entre outros. LAIR VIDAL Função: palestrante nas visistas guiadas. Poeta, com publicações no Jornal do Povo e em livro de coletânea “Poetas do Vale”. Primeira presidente do Sindicato dos Professores Municipais, Primeira Conselheira representando os professores da rede municipal no Conselho Municipal de Educação. Liturgista na comunidade de Nossa Senhoar Aparecida Militante da causa negra desde – 1987. Diretora do Museu Municipal Edyr Lima – 2011 Diretora Municipal de Cultura – 2013. Foi Patrona da 38º Feira do Livro de Cachoeira do Sul - 2023. Cidadã Benemérita do Município de Cachoeira do Sul – 2021. Integrante da Academia Cachoeirense de Letras. Palestrante como especialista no resgate da identidade e da cultura negra desde a década de 1980. Presta assessoria como palestrante para as três redes de ensino com os temas "Criança negra nas series iniciais", "Autoestima do aluno negro" e "Contribuição econômica, étnica e cultural dos povos negros para o Brasil". ANDERSON MIGUEL CHRIST Função: Contador e assessoria administrativa e financeira. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade do Valo do Rio dos Sinos (2017). Experiente na área de agenciamentoadministrativo, contábil e financeiro, atuando principalmente nos seguintes temas: contador, elaboração de projetos culturais,captação de recursos, execução financeira e administrativa, prestação de contas física e financeira. Tendo execução ehomologação de prestações de contas aprovadas em diversos projetos aprovados nas Leis de Incentivo à Cultura Federal eEstadual-RS. MIRELA KRUEL Função: diretora de produção do vídeo histórico. Currículo completo anexo no arquivo "INFORMAÇÕES ADICIONAIS". TIAGO BECKENKAMP Função: produtor do vídeo documentário. Currículo completo anexo no arquivo "INFORMAÇÕES ADICIONAIS". DILBER ALONSO Função: diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Cachoeira do Sul. Currículo completo anexo no arquivo "INFORMAÇÕES ADICIONAIS".
PROJETO ARQUIVADO.