| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08357240000150 | BANCO CSF S/A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
O projeto "Onde há rede, há renda" consiste em capacitações/oficinas de transmissão de saberes do patrimônio imaterial para as mais diversas redes e coletivos culturais brasileiros, abordando suas práticas culturais e o empreendedorismo com foco em geração de renda para estas redes. Os participantes recebem os certificados durante o projeto e possível evento de encerramento com uma Mostra Audiovisual com filmes de curta-metragem sobre cultura imaterial e/ou empreendedorismo cultural. O projeto é inteiramente gratuito à população.
Classificação Indicativa: A classificação dos filmes da mostra será livre.Sinopse do Projeto – "Onde há rede, há renda"O projeto “Onde há rede, há renda” fundamenta-se na ideia de rede enquanto coletividade, articulando grupos e promovendo a formação de pessoas unidas por um patrimônio imaterial comum. Alinha-se diretamente à Instrução Normativa MINC nº 23/2025 (IN 2025), especialmente ao item 8.1.4 do Anexo II, ao propor a geração de benefícios materiais, sociais e ambientais. Desde o início, prevê a remuneração - via recursos incentivados - de mestres detentores de saberes tradicionais, que atuam como formadores e transmissores de conhecimento.Além disso, parte dos participantes das oficinas receberá bolsas de incentivo, valorizando sua atuação. As atividades estimularão a criação de cadeias produtivas sustentáveis com base nas práticas culturais locais, como o Jongo e a Capoeira, integrando essas manifestações à economia criativa regional. Trata-se de uma proposta que ultrapassa o apoio pontual, buscando impacto positivo duradouro e autonomia territorial para os detentores dos bens culturais.Capoeira: Renda, Resistência e ReconhecimentoA Capoeira apresenta potencial de geração de renda por meio de aulas, apresentações, venda de produtos e projetos sociais. A profissionalização da atividade contribui para novas oportunidades e valorização econômica dos mestres.No estudo "Economia Criativa e Capoeira: Uma Análise da Geração de Renda a partir de um Patrimônio Cultural Brasileiro", Robson Luiz Magalhães Coutinho aponta entraves históricos, como a marginalização e ausência de políticas públicas estruturadas. Segundo o autor:“A Capoeira poderá transcender sua condição marginal e consolidar-se como vetor legítimo de desenvolvimento comunitário e inclusão social no Brasil.”Fonte: https://revistatopicos.com.br/artigos/economia-criativa-e-Capoeira-uma-analise-da-geracao-de-renda-a-partir-de-um-patrimonio-cultural-brasileiroCom base nessas reflexões, o projeto visa protagonizar os mestres, promovendo sua autonomia financeira e a valorização de suas práticas por meio de ações concretas de geração de renda.Jongo: Cultura, Produção e Impacto EconômicoO Jongo, expressão afro-brasileira viva, também pode fortalecer a economia de comunidades por meio de oficinas, cursos, turismo, economia solidária e produtos culturais. No artigo "O território do Jongo e seu potencial econômico", Luiz Carlos Prestes Filho defende a visão da cultura como parte de um processo produtivo:“O Jongo pode dar um impulso para muitas cadeias produtivas da economia da cultura.”Fonte: https://vermelho.org.br/2012/11/27/prestes-filho-o-territorio-do-Jongo-e-seu-potencial-economico/O projeto propõe oficinas com mestres que, além de transmitirem saberes, conduzirão módulos práticos sobre geração de renda, convidando também membros da comunidade para compartilhar experiências e boas práticas econômicas em torno do bem cultural trabalhado.A Mostra Multicultural: Encerramento e Novas OportunidadesAo final, será realizada uma Mostra Multicultural, apresentando os resultados das oficinas com performances e produtos gerados pelos participantes. Esse evento fomentará a comercialização de produtos locais e oferecerá visibilidade aos grupos, ampliando as possibilidades de geração de renda e valorizando o território.Citações e Reflexões FinaisSimone Cerqueira, atriz e produtora cultural, em fala destacada no artigo de Prestes, reforça a importância do Jongo na autoestima negra e sua capacidade de gerar renda:“O Jongo pode promover esse encontro com nós mesmos... deve ser uma atividade cultural que gere renda. Os artistas têm que viver do seu trabalho. E o Jongo deve saber viver do Jongo!”Fonte: https://vermelho.org.br/2012/11/27/prestes-filho-o-territorio-do-Jongo-e-seu-potencial-economico/Prestes também sugere a criação de um estudo nacional sobre a cadeia produtiva do Jongo, a exemplo das cadeias do Carnaval e da Música, para entender seu impacto econômico, defendendo a necessidade de planejamento estratégico para maximizar os efeitos da REDE.Rede como Conceito e EstratégiaO título do projeto não é acaso. "Rede" remete à conexão entre pessoas, saberes e territórios, conceito também presente em:-Rede Integrada dos Bens Imateriais Registrados (RIBIR), no Brasil – articula coletivos e associações com bens registrados.-Rede Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial, em Portugal – articula proponentes de manifestações culturais reconhecidas.Esses exemplos mostram que a noção de rede é central para políticas de salvaguarda, e neste projeto, ela se articula diretamente à geração de renda, fortalecendo laços entre comunidades detentoras e promovendo sustentabilidade cultural.Enquadramento NormativoO projeto se encaixa plenamente nas diretrizes da Instrução Normativa MINC nº 23/2025:Item 8.1.4: Geração direta de benefícios materiais, sociais e ambientais aos detentores do bem cultural.Item 8.9.4: Ações como oficinas de transmissão de saberes, palestras, cursos, seminários e fóruns.A proposta é, assim, uma ação educativa e econômica integrada, com produtos e resultados alinhados às diretrizes da política nacional de patrimônio cultural imaterial.
Objetivo geral: O objetivo primordial do projeto "Onde há rede há renda" é visibilizar a força da gente e do fazer brasileiro através da cultura imaterial e transmitir seus saberes para redes e coletivos de pessoas que trabalham e vivem deste fazer. Ou seja, trata-se de um projeto de transmissão de saberes do Patrimônio Imaterial para redes/coletivos que atuam ou que queiram praticar os saberes ancestrais abordados. Nesta edição, o projeto abordará o Jongo e a Capoeira especialmente no território do Espírito Santo. Para tal construção conta com mestres de Jongo e Capoeira na concepção desta edição, conforme descritas na ficha técnica, anuência anexada e informações pedagógicas incluídas.O Jongo e a Capoeira foram tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio cultural imaterial brasileiro. O Jongo do Sudeste foi registrado como patrimônio cultural brasileiro pelo Iphan em 15 de dezembro de 2005. A Capoeira (roda de Capoeira e o ofício dos mestres de Capoeira) foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial brasileiro em 2008 pelo Iphan. A Capoeira também foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial da humanidade pela UNESCO em 2014.A finalidade central do projeto reside na promoção do empoderamento e no estímulo à geração de renda por meio das práticas ancestrais do Jongo e da Capoeira, não apenas preservando as tradições culturais, mas também fornecendo ferramentas de capacitação para que as redes e coletivos participantes prosperem empreendendo nesta área. Assim, o principal resultado almejado é a transformação significativa da vida dos coletivos e das redes de pessoas participantes, capacitando-as a se tornarem líderes empreendedores em suas comunidades a partir do seu próprio patrimônio imaterial, enquanto contribuem para a preservação e perpetuação digna das suas tradições culturais. Objetivos específicos: 1. Oficinas de Cultura Imaterial (Transmissão)Realização de até 20 oficinas de Patrimônio Cultural Imaterial presenciais, sendo até 10 de Jongo e até 10 de Capoeira, ministradas e concebidas por mestres reconhecidos em suas regiões e atuações culturais. Cada oficina visa um público de até 10 redes/coletivos, formados por até 20 integrantes cada. Até 5 representantes de cada rede/coletivo poderão participar das oficinas, totalizando 50 beneficiários por oficina. Desta forma, estima-se que cerca de 1.000 mil pessoas participem das ações presenciais das oficinas oferecidas gratuitamente pelo projeto. A proposta é que cada rede participante seja contemplada com uma bolsa auxílio, que será utilizada pelos seus representantes para custeio de despesas para participação nas atividades educativas ou financiamento de suas próprias práticas culturais. Cada oficina terá duração de até 20h e até 05 dias e abordarão, dentre outras, a prática do Jongo e da roda de Capoeira, além das características sobre empreender e gerar renda com os saberes ancestrais.-Quantidade máxima de oficinas: 20-Grupos contemplados: 200 redes e coletivos beneficiados (10 redes/coletivos por oficina)-Participantes diretos: 1.000 (50 por oficina)-Participantes indiretos: 4.000 (até 20 integrantes por cada rede/coletivo)-Exemplo de grupos contemplados: Poderão ser inscritos e beneficiados grupos considerados "redes/coletivos" com agrupamento mínimo de 02 pessoas, que tenham trabalhos realizados ou que queiram se aprimorar em seus fazeres e saberes culturais mais especificamente no patrimônio imaterial brasileiro (Jongo do Sudeste e Capoeira)BOLSA AUXÍLIO: Cerca de até 100 grupos poderão ser contemplados com bolsa auxílio financeira, através de seleção pública utilizando critérios de vulnerabilidade social, quantidade de participantes, diversidade de seus membros entre outros critérios que o corpo de curadoria (ainda a ser contratado) definir. 2. Oficinas de Cultura Imaterial e Audiovisual (Divulgação e Registro)Realização de até 03 Oficinas contemplando atividades de orientação e utilização do audiovisual como ferramenta de divulgação de sus grupos nas redes sociais para ampliação do conhecimento e do reconhecimento das práticas e dos saberes da cultura/patrimônio imaterial em plataformas digitais, voltada para redes/coletivos de patrimônio e mentorada por mestre cultural que tenha reconhecida atuação em audiovisual/redes sociais/marketing e divulgação. A proposta é trabalhar estratégias de divulgação das práticas realizadas pelo grupo através de elementos do audiovisual (como registros fotográficos, captação de vídeo e de som), visando alcance das pessoas e futura ampliação de suas práticas, inclusive empreendedoras. Cada oficina terá duração de até 20h e 05 dias, para até 10 redes/grupos cada, com até 05 representantes de cada rede em cada oficina, totalizando até 50 pessoas por oficina. No caso desta oficina, outros grupos/redes de patrimônio poderão participar (pra além do recorte Jongo e Capoeira), ampliando assim o alcance da oficina, visando atingir o maior número de pessoas.-Quantidade máxima de oficinas: 03-Grupos contemplados: 30 redes e coletivos beneficiados (10 redes/coletivos por oficina)-Participantes diretos: 150 (50 por oficina)-Participantes indiretos: 600 (até 20 integrantes por cada rede/coletivo)-Exemplo de grupos contemplados: Poderão ser inscritos e beneficiados grupos considerados "redes/coletivos" com agrupamento mínimo de 02 pessoas, que tenham trabalhos realizados ou que queiram se aprimorar em seus fazeres e saberes culturais em diferentes tipos de patrimônio imaterial brasileiro e/ou capixaba.3. Mostra AudiovisualRealizar 01 Mostra Audiovisual com 04 sessões e exibição de até 08 curtas-metragens de documentário nos temas de cultura imaterial (Jongo e Capoeira), visando público de até 800 pessoas por sessão, com alcance global de 3.200 pessoas e até 04 dias de duração/1 sessão por dia. A proposta é que as mostras de cinema possam ocorrer nos espaços onde ocorrerão as oficinas, ou então em espaços comunitários e escolas parceiras.-Quantidade máxima de sessões: 04-Grupos contemplados: Diversos-Participantes diretos: 3.200 (800/sessão)
O projeto "Onde há rede, há renda" se justifica plenamente para o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura por promover a valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro, especialmente o Jongo e a Capoeira, contribuindo diretamente para os fins previstos no Art. 1º e Art. 3º da Lei 8.313/91: Art. 1º - Finalidades da LeiO projeto promove oficinas de Jongo e Capoeira com mestres tradicionais, incentivando a produção cultural imaterial local e fortalecendo redes comunitárias. Com ações formativas, bolsas de incentivo e uma mostra audiovisual, amplia a criação e circulação de expressões culturais populares, garantindo seu exercício e transmissão intergeracional com base em saberes ancestrais. Por ser totalmente gratuito, o projeto contribui - e muito - para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, atuando diretamente no Inciso I.Ao valorizar a potência das pessoas e seus agrupamentos (redes de patrimônio) o projeto promove e estimula a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, atua diretamente no Inciso II. Ao abordar práticas registradas pelo IPHAN como patrimônio imaterial, o projeto contribui diretamente para a preservação, valorização e difusão do Jongo e da Capoeira. As ações incluem oficinas presenciais, mostra audiovisual e conteúdos gratuitos nas redes sociais, assegurando visibilidade e continuidade a essas expressões culturais de matriz africana e importância histórica. Assim, contribui diretamente para o Inciso IV e indiretamente ao Inciso V, ao estimular que essas oficinas contribuam para o processo de sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Art. 3º - Objetivos da Política Nacional de CulturaContribui diretamente ao Inciso I, incentivo à formação artística e cultural, mediante ao item a) concessão de bolsas (neste caso financeiras) de apoio às formações do projeto, mas acima de tudo, diretamente ao item c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. Também atinge diretamente o objetivo do Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições dos produtos e ações realizadas nas oficinas do projeto. Com relação à mostra de cinema/evento final, o projeto ainda atinge o item e) realização de exposições, festivais de arte ou congêneres. O projeto garante acesso gratuito a todas as ações - oficinas, bolsas, audiovisual - com atenção à acessibilidade física e de conteúdo. Com ações descentralizadas e ampla divulgação digital, assegura que coletivos culturais, públicos periféricos e comunidades tradicionais tenham acesso pleno à fruição e produção da cultura. Por isso, contribui diretamente ao Inciso II - Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais:A execução do projeto no Espírito Santo valoriza expressões locais do Jongo e da Capoeira, com protagonismo de mestres e coletivos do território. Ao priorizar ações em comunidades como Porto Grande e redes periféricas, promove a descentralização e o fortalecimento da produção cultural regional, integrando tradição e desenvolvimento comunitário. Assim, atua diretamente ao Inciso III, por promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileiraO projeto promove ações de salvaguarda do patrimônio imaterial por meio da formação de jovens e coletivos nas práticas do Jongo e da Capoeira. A documentação audiovisual, as oficinas e os conteúdos nas redes fortalecem a continuidade e o registro desses saberes, alinhando-se aos esforços de preservação e valorização de bens imateriais reconhecidos nacional e internacionalmente. Assim, contribui para o Inciso V - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.O projeto "Onde Há Rede, Há Renda" fundamenta-se na força coletiva de redes culturais ligadas ao patrimônio imaterial, especialmente no contexto do Jongo e da Capoeira, com ênfase na transmissão de saberes, geração de renda e valorização das culturas tradicionais. O próprio título da proposta traduz seu objetivo central: fortalecer redes culturais enquanto geradoras de renda, com base em seus saberes ancestrais.A proposta está inteiramente alinhada à Instrução Normativa MINC nº 23/2025, especialmente ao item 8.1.4 do Anexo II, que destaca a geração de benefícios materiais, sociais ou ambientais para os detentores dos bens culturais imateriais. Desde sua concepção, o projeto prevê remuneração direta dos mestres (detentores do saber tradicional), além da concessão de bolsas para integrantes das redes/coletivos participantes, assegurando reconhecimento pelo envolvimento e incentivando a permanência e continuidade dessas práticas culturais.No caso da Capoeira, o projeto articula saberes e possibilidades de geração de renda por meio de aulas, oficinas, apresentações, venda de instrumentos e outros produtos culturais. A pesquisa de Robson Luiz Magalhães Coutinho sobre a economia da Capoeira aponta a necessidade de políticas estruturadas para formalização, regulamentação e valorização econômica desses saberes. Ele defende a integração da Capoeira à economia criativa, como ferramenta de desenvolvimento comunitário. "Onde Há Rede, Há Renda" se propõe a ser resposta prática a essas lacunas, ao reconhecer mestres como empreendedores culturais e incentivar formas sustentáveis de repasse e valorização do patrimônio imaterial.Já no campo do Jongo, outro bem registrado pelo IPHAN, a proposta se ancora em estudos como os de Luiz Carlos Prestes Filho, que aponta o potencial econômico do Jongo ao destacar sua relação com cadeias produtivas diversas: turismo, música, audiovisual, educação, entre outras. Prestes sugere o uso estratégico da rede de jongueiros como vetor de desenvolvimento e identidade cultural, defendendo que o Jongo, além de prática ancestral, é também um agente econômico em potencial. O projeto assume esse entendimento como base, promovendo oficinas que estimulam tanto a vivência do Jongo quanto reflexões práticas sobre sua sustentabilidade.As oficinas práticas conduzidas por mestres de Jongo e Capoeira terão um módulo exclusivo voltado à geração de renda no contexto das práticas culturais, sem perder de vista sua dimensão simbólica e identitária. Assim, os participantes, em especial jovens das comunidades detentoras, serão capacitados não apenas na tradição cultural, mas também em formas possíveis de expansão e sustentabilidade dessas tradições dentro da lógica da economia criativa de base comunitária.O projeto culmina em uma Mostra Multicultural com apresentações culturais, audiovisual e espaço de comercialização de produtos locais, reforçando os laços entre cultura e economia local. A mostra se propõe como espaço de exibição de resultados, mas também como nova oportunidade de geração de renda para os grupos participantes.Além de tudo isso, o projeto dialoga com o conceito de "redes" amplamente referenciados, como a Rede Integrada dos Bens Imateriais Registrados (RIBIR) no Brasil e a Rede Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal. Também reforça diretrizes do IPHAN e da própria Lei de Incentivo à Cultura, especialmente quanto aos dispositivos do Art. 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, que tratam da valorização da cultura nacional e da democratização do acesso.Por fim, o projeto reforça práticas recomendadas no item 8.9.4 da IN 2025, que preveem ações como oficinas de transmissão de saberes, formações, palestras e produção de acervo - todas já contempladas de forma estruturada nesta proposta. A presença de mestres detentores desde a concepção até a execução é garantida, conforme exigido pelo item 8.9.2 da mesma normativa.O projeto é, portanto, uma ação de salvaguarda, valorização e desenvolvimento sustentável de bens culturais imateriais, promovendo benefícios diretos e concretos.
IMPORTANTE 1: Cabe ressaltar que quando escrevemos originalmente nossa proposta, ainda havia a possibilidade de escolher o segmento “Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial”, da área cultural “Patrimônio Cultural”, resguardada por diversos benefícios da IN, como por exemplo, o de limite orçamentário, conforme:Art. 7º Para o cumprimento do princípio da não-concentração (…)§ 5º Os limites dos incisos II, III do caput e dos valores máximos previstos nos §§ 2º, 3º e 4º poderão ser superados para projetos de:II - patrimônio cultural; Referência: INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024IMPORTANTE 2: É válido que, durante a avaliação deste projeto (CNIC), sejam consideradas as solicitações enviadas e respondidas neste Pronac nos dias 24/06/2025 e 27/06/2025, que resguardam sobre a necessidade de edição na redação do texto de campos importantes do projeto durante a fase de adequação, como os campos “Objetivos” e “Justificativa”, bem como outros campos em que foram necessárias adequações técnicas, inclusão de informações obrigatórias e anexos previstos na normativa vigente, especialmente no que se refere à definição do bem cultural imaterial a ser trabalhado e à devida apresentação da anuência do(s) mestre(s) detentor(es), conforme dispõe o item 8.9.2 do Anexo II da Instrução Normativa. Tais edições não alteram o objeto do projeto, mas visam aprimorar sua apresentação e alinhamento com os critérios legais e técnicos, de forma a evitar indeferimentos por ausência de informações essenciais, garantindo, assim, a integridade e viabilidade da proposta. Nesse sentido, é fundamental que as solicitações mencionadas sejam devidamente consideradas, no intuito de compreender as motivações jurídicas que amparam as edições realizadas nos campos do projeto, antes de se questionar ou exigir o retorno à versão anterior dos textos — algo que, infelizmente, já ocorreu em outras ocasiões e comprometeu o avanço da proposta.
1. Oficinas de Cultura Imaterial (Transmissão)Formato: Oficinas presenciais teórico-práticasNúmero total: até 20 oficinas (10 de Jongo / 10 de Capoeira)Duração de cada oficina: até 20 horas cada (5 dias | 4h por dia)Público direto: até 50 pessoas por oficina (representantes de até 10 coletivos)Público indireto estimado: 4.000 pessoasMaterial didático: instrumentos tradicionais, apostilas digitais, materiais pedagógicos acessíveis (PDFs, vídeos)Recursos de acessibilidade: Intérprete de Libras, materiais em fonte ampliada e formatos compatíveis com leitores de telaPlano pedagógico básico:As oficinas visam a vivência e transmissão de saberes do Jongo e da Capoeira com mestres reconhecidos, abordando elementos históricos, rituais, ritmo, corporeidade e ancestralidade. A abordagem é comunitária, com foco na sustentabilidade cultural e no empreendedorismo a partir dos saberes praticados.O conteúdo programático completo encontra-se no documento anexo “Projeto Pedagógico Geral”.2. Oficinas de Cultura Imaterial e Audiovisual (Divulgação e Registro)Formato: Oficinas presenciais com atividades práticas e uso de tecnologia sobre patrimônio imaterialNúmero total: até 3 oficinasDuração de cada oficina: até 20 horas (5 dias | 4h por dia) cada.Público direto: até 50 participantes por oficina (representantes de 10 redes/coletivos)Material: celulares, microfones simples, notebooks, roteiro impresso, aplicativos livres de edição de vídeo e imagemRecursos de acessibilidade: Libras, material audiovisual com legendas, recursos visuais explicativosPlano pedagógico básico:Capacitação introdutória em audiovisual com foco em registro e difusão das práticas culturais imateriais. Aborda temas como roteiro básico, linguagem visual, captação de som/imagem, publicação em redes sociais e estratégias de divulgação. Estimula o fortalecimento da identidade cultural coletiva e a visibilidade digital de saberes tradicionais.Conteúdo programático completo disponível no anexo “Projeto Pedagógico Geral”.3. Mostra Audiovisual – Cultura Imaterial e EmpreendedorismoFormato: Exibição pública de filmes + mediação culturalNúmero de sessões: 4 sessõesFilmes exibidos: até 8 curtas-metragens (documentários)Duração total: até 4 dias (1 sessão por dia).Público direto estimado: 800 pessoas por sessão (total: 3.200)Espaços de exibição: Escolas, centros culturais, espaços comunitários parceiros.Formato dos vídeos: Full HD, com acessibilidade (legendas descritivas, Libras, audiodescrição)Mídias: Reprodução digital e posterior publicação online via canal do projetoPlano curatorial básico:A mostra audiovisual apresenta curtas documentais produzidos sobre práticas do Jongo e da Capoeira, saberes populares e empreendedorismo cultural. As sessões serão acompanhadas de rodas de conversa com mestres e produtores. A proposta conecta o cinema à vivência cultural, fortalecendo o reconhecimento social da cultura popular.Roteiro curatorial e descritivo completo no documento anexo “Projeto Pedagógico Geral”.
1. Oficinas de Cultura Imaterial (Transmissão)Acessibilidade Física:-Realização das oficinas em espaços de fácil acesso, com entrada adaptada para cadeirantes (rampas, piso tátil e banheiros acessíveis).-Escolha de locais com sinalização visual clara e espaços amplos para circulação de pessoas com mobilidade reduzida.-Oferta de transporte acessível para participantes com deficiência ou mobilidade limitada, sempre que necessário em parceria com entidadesAcessibilidade de Conteúdo:-Tradução em Libras nas oficinas com apoio de intérprete presencial ou remoto.-Disponibilização de materiais pedagógicos em formatos acessíveis, como fontes ampliadas, arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e linguagem simplificada quando aplicável.-Acolhimento da diversidade de aprendizagem, com dinâmicas sensoriais, corporais e orais, considerando diferentes modos de apropriação do conteúdo.2. Oficinas de Cultura Imaterial e Audiovisual (Divulgação e Registro)Acessibilidade Física:-Espaços equipados com infraestrutura acessível para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida (rampas, banheiros adaptados, sinalização).-Prioridade para salas com equipamentos audiovisuais adaptáveis (ex.: telas maiores, boa acústica e iluminação difusa).Acessibilidade de Conteúdo:-Aulas com intérprete de Libras e recursos visuais explicativos para melhor compreensão de ferramentas digitais.-Softwares e plataformas utilizados com opções de acessibilidade digital (ex.: legendas automáticas, alto contraste, uso de leitores de tela).-Materiais de apoio em múltiplos formatos (PDF acessível, vídeo com legendas, tutoriais em áudio).Obs.: As medidas de acessibilidade das oficinas serão ofertadas e realizadas de acordo com a identificação da necessidade expressada pelo participante (ou grupo participante) na ficha de inscrição.3. Mostra AudiovisualAcessibilidade Física:-Exibição dos filmes em locais com acessibilidade arquitetônica plena, incluindo cadeiras reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.-Espaços com boa visibilidade para pessoas com baixa estatura e sinalização tátil ou visual adequada.Acessibilidade de Conteúdo:-Curtas-metragens com audiodescrição, legendas descritivas e tradução para Libras (na tela ou com intérprete ao vivo).-Mediação cultural acessível: falas introdutórias e debates com intérprete de Libras e linguagem clara, respeitando diferentes níveis de letramento.-Catálogo da mostra - caso produzida - disponível em formatos acessíveis: impresso em fonte ampliada e PDF compatível com leitores de tela.
Todos os produtos culturais gerados pelo projeto “Onde há rede, há renda – 2025” serão distribuídos gratuitamente e de forma ampla à população, com foco na democratização do acesso, especialmente para comunidades, redes e coletivos populares e periféricos. A seguir, descrevemos as formas de acesso a cada um dos três produtos do projeto:1. Oficinas de Cultura Imaterial (Transmissão)As oficinas serão oferecidas gratuitamente, mediante inscrição prévia por redes e coletivos culturais do território beneficiado. O processo de seleção será amplamente divulgado nas redes sociais do projeto, em rádios comunitárias e/ou espaços culturais parceiros, priorizando grupos atuantes em territórios populares e com histórico de atuação em práticas do patrimônio imaterial.Além disso, conteúdos pedagógicos e registros audiovisuais das oficinas (como trechos das falas dos mestres, vivências e/ou reflexões) serão posteriormente editados e disponibilizados gratuitamente nas redes sociais do projeto (Instagram, Facebook, YouTube), ampliando o acesso a quem não pôde participar presencialmente.2. Oficinas de Cultura Imaterial e Audiovisual (Divulgação e Registro)Estas oficinas também serão totalmente gratuitas, com seleção de coletivos interessados em desenvolver habilidades de registro, edição e comunicação audiovisual. A proposta visa instrumentalizar os grupos para que possam divulgar suas próprias práticas nas redes sociais de forma autônoma utilizando a linguagem audiovisual.Parte do conteúdo produzido pelos participantes poderá ser publicado nas redes sociais do projeto, com a devida autorização dos grupos, contribuindo para a circulação digital dos saberes imateriais. Além disso, serão desenvolvidos vídeos curtos e tutoriais educativos com orientações básicas sobre audiovisual para cultura popular, que também serão acessíveis ao público de forma gratuita via internet.3. Mostra AudiovisualA Mostra Audiovisual será totalmente gratuita e aberta ao público, realizada em locais acessíveis e comunitários (escolas, centros culturais, espaços públicos). As sessões ocorrerão priorizando territórios de menor acesso a equipamentos culturais.Adicionalmente, os curtas-metragens exibidos na mostra poderão ser disponibilizados gratuitamente nas redes sociais e no canal oficial do projeto no YouTube, após as sessões presenciais - caso sejam liberadas gratuitamente pelos seus diretores. A publicação será acompanhada de materiais de mediação (como sinopses acessíveis, trechos comentados e/ou legendados), garantindo o acesso digital ao conteúdo para públicos de diversas regiões e perfis.Outras Medidas de Ampliação de Acesso:-Transmissões ao vivo e/ou registros em vídeo de trechos das oficinas e mostras disponibilizados nas redes sociais; (utilizando recursos de custos de divulgação/acessibilidade)-Criação de um acervo digital gratuito com trechos das oficinas, falas dos mestres e bastidores das atividades; (utilizando recursos de custos de divulgação/acessibilidade)-Realização de ações paralelas em comunidades parceiras, como rodas de conversa e exibição de vídeos em pontos de cultura e escolas públicas - caso hajam parcerias firmadas neste sentido;-Utilização de linguagens acessíveis e legendas nos vídeos postados online para garantir inclusão de públicos diverso (utilizando recursos de custos de divulgação/acessibilidade)
Idealização e AdministraçãoMC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções)Produtora e realizadora cultural, baseada em Vitória-ES, responsável por projetos da marca MC, será responsável pela direção geral e administrativa do projeto, como gestão de equipes e coordenação geral de todas as etapas.O Movimento Cidade existe há 06 anos e realiza, ao longo desse tempo, projetos de formação em documentário e videoclipe, projetos de ação sociocultural em comunidades e territórios (oficinas de Capoeira, Jongo), projetos de vídeo documentário etnográfico como “Espírito São”; intervenções artísticas urbanas; encontros e reflexões temáticos; laboratórios imersivos em empreendedorismo, arte urbana, música e audiovisual; batalhas de dança em todos os estilos urbanos e rima; editais e concursos de música, roteiros audiovisuais e de propostas artísticas em performance e arte urbana; e festivais de cinema e música. O MC só existe graças aos incentivadores/patrocinadores dos projetos culturais aprovados em leis de incentivo federal, estadual ou de verba direta. Em 2023 realizou os projetos MC. Arte com mais de 10 intervenções artísticas urbanas nos territórios da Grande Vitória, bem como os projetos MC. Mulheres e a Mostra MC.Pedal. Além disso, realizou o projeto "Geração Olhar do Futuro", um concurso audiovisual nacional voltado para jovens e tematizando os objetivos da sustentabilidade global da ONU. Mestre Fábio Luiz LoureiroConcepção de projeto, Coordenação Pedagógica e OficineiroMestre Fábio Luiz Loureiro é mestre em Educação e Mestre de Capoeira pelo Grupo Beribazu, além de doutor em Educação Física (UFES). Atua há mais de 40 anos na prática e ensino da Capoeira como expressão do patrimônio cultural imaterial. É professor da UFES, coordenador de projetos de extensão e responsável por ações de formação em Capoeira no Brasil e no exterior. Idealizou o primeiro DVD didático de Capoeira lançado na Suíça, além de publicações e cursos sobre Capoeira escolar. Foi responsável pela introdução da Capoeira no ensino superior no ES e teve papel pioneiro no reconhecimento da Capoeira como conteúdo pedagógico. Atua com projetos de salvaguarda, formação docente, inclusão social e difusão internacional da Capoeira, consolidando sua importância como ferramenta de identidade, resistência e educação popular.Mestre Osmara dos Santos GuilhermeConcepção de projeto, Coordenação Pedagógica e OficineiroOsmara dos Santos Guilherme é mestra do Jongo de São Cosme e Damião, natural da comunidade quilombola de Porto Grande, às margens do Rio São Mateus, em Conceição da Barra (ES). Nascida e criada na comunidade, participa ativamente da tradicional Festa de São Cosme e Damião - evento reconhecido como prática de patrimônio vivo - ajudando a organizar as atividades desde a adolescência, ao lado da irmã Antônia. Reconhecida como referência local, Osmara ensina jovens jongueiras, conduz vivências e rodas de Jongo em eventos comunitários e no Festival POCAR, integrando pesquisa etnográfica sobre a cultura negra e os elementos religiosos africanos. Pesquisas acadêmicas destacam sua atuação pedagógica no ensino do Jongo tradicional - cantando toadas, toques e danças - com forte abordagem comunitária e simbólica, valorizando a ancestralidade e regeneração cultural da comunidade quilombola. Sua atuação assegura a salvaguarda do patrimônio imaterial, promovendo a transmissão cultural intergeracional, identidade comunitária e visibilidade para práticas tradicionais.Léo Alves / Leonardo Alves FerreiraConcepção de projeto e Direção GeralSócio-Fundador da MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções)Léo Alves é diretor geral e administrativo do Movimento Cidade, roteirista, produtor cultural e captador de recursos. Natural de Muqui (ES), é mestrando em Tendências e Gestão da Cultura (Univ. de Lisboa) e graduado em Jornalismo pela UFOP. Fundou a Voe Produções e criou o Movimento Cidade em 2018, após ter sido sócio da Caju Produções. Atua com expressões da cultura popular, como Folia de Reis e Boi Pintadinho, e coordenou oficinas de Capoeira e Jongo em parceria com comunidades tradicionais.Lena Cogo Coordenadora de Programação e CuradoriaLena Helena Côgo é produtora cultural com ampla atuação em políticas públicas para cultura popular e patrimônio imaterial. Como coordenadora do Circuito Cultural e do Museu Vivo da Barra do Jucu, liderou projetos como o “Instrumentarte” (focado nas oficinas de Congo em escolas) desde 2006. Ela participou da produção e mobilização de ações como o 26º Festival de Cinema de Vitória, além de integrar comissões de políticas culturais municipais e estaduais, contribuindo para o reconhecimento do Congo como patrimônio capixaba e promovendo a valorização das expressões afro-brasileiras. Lena também desenvolveu materiais audiovisuais – como documentário sobre ensino do Congo nas escolas – assegurando a memória e visibilidade educacional dessas tradições. Ursula Dart Curadoria AudiovisualMestra em Comunicação e Territorialidades (UFES), especialista em Documentário de Criação pela Universidade Autônoma de Barcelona e bacharel em Direito (UFES). Atua na produção e produção executiva de longas-metragens como Os primeiros soldados, Meu pai e eu e Presença. Como diretora de fotografia, assina obras como Exílio e C(elas). Dirigiu a série infantil Olha o Passarinho e os documentários Ecos da Terra e Meninos. É curadora e jurada em festivais como o Festival de Cinema de Vitória e o DOC TV.Marina CastroCoordenadora de Produção e ESGMarina Mantovani Rodrigues de Castro é mestre em Antropologia Social (UFMT), com trajetória voltada à cultura, sustentabilidade e patrimônio imaterial. Atuou na elaboração de laudos antropológicos para comunidades quilombolas da Chapada dos Guimarães (UFMT/INCRA) e integrou projeto de extensão sobre patrimônio cultural quilombola em Mato Grosso. É formada em Ciências Biológicas, com experiência em educação socioambiental e articulação com comunidades tradicionais. Participou da COP28 (UNICEF/Ensina Brasil) e do Fórum Global Schools 2030 (UNESCO). Tem formação em Educação para o Patrimônio (Governo do Ceará/Fundação Demócrito Rocha). Adriana Denadai Espindula Diretora de SustentabilidadeAdriana Denadai é especialista em Sustentabilidade, ESG e Economia Criativa. Coordenou iniciativas como o projeto “Ser Mata Atlântica” - educação ambiental integrada à grade escolar de Vargem Alta - e apoiou programas de mitigação climática, energias renováveis e monitoramento da água em parceria com a SOS Mata Atlântica. Em sua trajetória, ela alia conhecimento de negócios sociais (MBA em Gestão de Negócios Sociais), mestrado em Sustentabilidade e performance em comunicação (podcasts, artigos), sempre centrada na conexão entre cultura, território, meio ambiente e comunidades locais.Dani Nogueira Produtora ExecutivaDani Nogueira é produtora cultural, percussionista e curadora no Espírito Santo, com atuação expressiva na cena da cultura popular. Trabalha como produtora executiva de eventos e masterclasses musicais articulados pela Secult ES, como a Masterclass de Produção Musical com Daniel Silva, realizada na Casa da Música Sônia Cabral (Vitória). Também integra a programação cultural do festival “Movimento Cidade” atuando na equipe como responsável pela produção, criando estratégias para eventos que mesclam arte, vivência e coletividade. Curadora e gestora de exposições com foco em arte e comunidade, ela assinou a curadoria da mostra “[Talvez um dia ainda seja possível]”, desenvolvida para espaços de cultura no ES. Seu trabalho reforça a ligação entre cultura, acessibilidade, patrimônio vivo e formação de redes comunitárias no estado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.