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O presente projeto trata do início dos restauros emergenciais da Loja Maçônica União Constante no Município do Rio Grande/RS, que, devidoaos efeitos do tempo e grande volume de chuvas ocorridas no presente ano teve sua cobertura danificada, assim como estruturas internas. Trata-se de prédio tombado a nível Municipal. A Loja teve seu início em 1833 com o nome de Asylo da Virtude, uma Loja irregular que funcionou até 1840 quando se tornou União Geral. Foi na época a fusão de Triângulos e pequenas Lojas que funcionavam em Rio Grande
NOTA PRÉVIAProjeto de Requalificação do PRÉDIO “LOJA MAÇÔNICA UNIÃO CONSTANTE”, situado na Rua Silva Paes, 380 | Rio Grande | RS.Tem por objetivo fornecer a definição e as características da intervenção, especificando os serviços, materiais e métodos referentes à execução. CONCEITUAÇÃO / INTERVENÇÃO / RECOMENDAÇÃOA proposta de intervenção de requalificação do prédio, foi elaborada de forma a respeitar os valores culturais da edificação, tendo como princípios a autenticidade estética, histórica, dos materiais e dos processos construtivos.Busca-se qualificar a edificação nos quesitos de intervenção, manutenção e conservação, buscando a integridade do bem, respeitando suas características, sua memória e seu valor como patrimônio.A execução da obra deverá garantir a autenticidade dos materiais, preservando sempre que possível, os originais. Na impossibilidade de manutenção dos materiais originais deverão ser utilizados outros, compatíveis com os existentes.Tão importante quanto à manutenção dos materiais é a manutenção dos processos construtivos, de suas peculiaridades, evitando a introdução de técnicas que sejam incompatíveis e descaracterizem o sistema existente.Os critérios acima citados deverão ser utilizados durante todo o período da obra, independentemente das alterações que possam vir a ocorrer em virtude de novas descobertas realizadas durante a execução dos trabalhos de restauração. Características arquitetônicas:O prédio apresenta características estéticas formais compositivas de fachada do ecletismo. Térreo, planta simétrica, entrada com hall e jardim, terraço.Cobertura principal em duas águas sobre estrutura tesouras e elementos de madeira. Intervenções ocorridas na cobertura, com a substituição das telhas originais cerâmicas, para fibrocimento. Mantidas as tesouras e elementos de madeira compositivos. Alguns fechamentos e revestimentos posteriores com forrinho de madeira.Cobertura das salas laterais das fachadas com cúpulas de concreto, encimadas com elementos decorativos e com platibanda.Terraço percebe-se a intervenção posterior na cobertura, com a execução de laje deconcreto, com vigas invertidas. Piso lajota com pintura impermeabilização, já com prazo vencido. Fachada apresenta simetria compositiva, gradil metálico e portões de acesso com ornamentos. Piso do passeio externo e hall de ladrilho hidráulico. Platibandas com elementos decorativos, frontão, esquadrias de madeira com vidros coloridos, socoinferior com gateiras. Cimalhas, frisos, ornatos e pilastras em massa. Revestimento externo alvenaria com reboco e pintura. Vitral circular com molduras frisos em massa, centralizada no frontão da platibanda cobertura do Templo.Platibandas de fachada, revestimento e pintura com danos causados pelo sistema de escoamento pluvial comprometido Interior do prédioAlvenarias com reboco e pintura. Revestimento decorativo paredes internas tipo escaiola, na Sala dos Banquetes, até meia altura, com frisos em massa de acabamento superior.Pisos internos em ladrilho hidráulico colorido, com bordas nos corredores e hall, mármore e assoalho de madeira. Rodapés em massa com pintura. Soleiras de granito.Pisos das salas Secretaria e Sala do Venerável intervenção com colocação de piso cerâmico, descaracterizando o ambiente.Escada de acesso à cobertura, de concreto, com revestimento em granitina, peitoril alvenaria e posterior corrimão metálico.Esquadrias de madeira, com pintura. Porta de acesso de madeira, com ornatos entalhes. Quebra vento no hall de madeira, com vidros coloridos. Templo, ambiente com elementos decorativos, pilastras com revestimento de madeira e pintura. Forro em abóbodas de estuque com ornamentos e pintura. Bandeiras e altar com pintura decorativas. Porta de acesso ao templo, madeira com elementos decorativos entalhes e bandeira vitral colorido.Sala dos Primeiros Passos com forro e rodaforro de estuque ricamente decorado. Piso em assoalho de madeira, largura 10 cm, comprometido, deteriorado. Coro superior com peitoril de madeira e mísulas de apoio decoradas. Presença de duas estátuas, em mármore com pedestal.
Objetivo GeralRealização do prédio histórico que abriga a Loja Maçônica União Constante. Objetivos EspecíficosRealização do restauro na cobertura, em paredes e pisos;Realização de plano de educação patrimonial;Liberação de material áudio visual resultante do acompanhamento em vídeo dos trabalhos executados no restauro.
Quanto aos incisos do Art. 1°, atende:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Quanto aos objetivos do Art. 3°, atende:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) POR MEIO DO REGISTRO AUDIOVISUAL DA OBRA DE RESTAURO.III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: CONFORME ENQUADRAMENTO DE PATRIMÔNIO.a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizaçõesculturais, bem como de suas coleções e acervos;b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos PoderesPúblicos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: O prédio Casarão 08, atualmente abrigando o Museu do Doce, da Universidade Federal de Pelotas, foi restaurado no ano de 2012, com parceria do IPHAN _ Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.A Casa no 08 faz parte do conjunto de três casarões representativos do ecletismo, situados na Praça principal de Pelotas, região sul do Rio Grande do Sul, tombados pelo IPHAN em 1977. Foi construída em 1878, para residência do Conselheiro do Império Francisco Antunes Maciel, com projeto atribuído ao arquiteto italiano José Isella.Após a desocupação pela família, na década de 1970, o casarão foi utilizado por várias instituições, mas foi se deteriorando aos poucos.O abandono, no final dos anos 1990, acelerou o processo de deterioração. Adquirido pela Universidade Federal de Pelotas _ UFPEL, em 2006, foi restaurado em 2012, para sediar o Museu do Doce.A construção, decorrente do processo de desenvolvimento e enriquecimento de uma economia centrada na produção e exportação do charque, apresenta riqueza de ornamentação e refinamento de técnicas, materiais construtivos e elementos decorativos, que representavam, na época de sua construção, a segurança econômica de seus proprietários, demonstrando, no interior do edifício, o uso social e enfatizando a função do espaço correspondente.Foram contemplados no restauro os ornatos e revestimentos de fachadas; restauro de forros de estuque, mármores, ladrilhos e azulejos; restauro de escaiolas, rodapés marmorizados, faianças elementos integrados de madeira e ferro e pinturas murais. Referentes à obra civil, forros, pisos e assoalhos, instalações complementares, pinturas, esquadrias e acabamentos.Ocupado pelo Museu do Doce, desde sua restauração, o prédio esteve sempre aberto e em funcionamento, o que garantiu ações por parte da Ufpel referentes a manutenções e conservações periódicas, diminuindo assim as patologias e deteriorações passíveis desde a intervenção.Além das salas de exposição, o Museu do Doce abriga mini auditório, espaço para oficinas e ações educativas, laboratório de conservação, setor administrativo, área de acolhimento e convivência e um local destinado para estudos e pesquisas.
A LOJA MAÇÔNICA UNIÃO CONSTANTE A Loja teve seu início em 1833 com o nome de Asylo da Virtude, uma Loja irregular que funcionou até 1840 quando se tornou União Geral. Foi na época a fusão de Triângulos e pequenas Lojas que funcionavam em Rio Grande A Loja Maçônica União Constante foi fundada em 13 de junho de 1840 com o nome de "União Geral". Sua Carta constitutiva foi trazida a nossa cidade pelo General Bento Gonçalves. Embora Rio Grande fosse um reduto monarquista, o general sai em cortejo junto a seus irmãos maçons, e é calorosamente cumprimentado pelas ruas da cidade. Em 1848 a Loja, após consolidada as suas bases, passa a denominar-se "União Constante". O atual prédio foi inaugurado em primeiro de janeiro de 1875. O projeto de construção foi do arquiteto porto-alegrense Guilherme Ahrons, arquiteto, engenheiro e escultor. Por iniciativa dos membros desta Loja, no ano de 1880 foi construída a Igreja da Conceição em 1880, projeto do mesmo arquiteto, Guilherme Ahrons (pode-se notar a semelhança interna em ambos os prédios). Também foi iniciativa desses irmãos, em 1909, a construção da primeira Igreja no balneário Cassino, Sagrada Família, no mesmo local onde hoje ergue-se a atual na Avenida Rio Grande. Liderados pela Loja Maçônica Acácia Riograndense participamos no projeto e execução do monumento túmulo de Bento Gonçalves em 1910. Quanto ao nosso Templo: A sua cor interna, vermelho segue os princípios do Rito Escocês Antigo e Aceito em que trabalhamos. O mobiliário e adornos vieram da Inglaterra quando da sua inauguração. Em 1875 a iluminação era feita com gás de carvão fornecido na época pelo gasômetro da cidade. A partir de 1922, com a eletrificação o sistema foi trocado para energia elétrica, adaptando os bicos de gás para lâmpadas. As estátuas de Salomão e Hiran vierem de Portugal em 1874 e foram esculpidas pelo artista Mestre Severiano João d'Abreu ao preço de $500 000 (quinhentos mil reis), moeda portuguesa, aproximadamente 500$000 (quinhentos contos de reis). O nosso Livro da Lei, a Bíblia Sagrada, hoje em um relicário, é uma edição de 1848 e foi ofertado à Loja pelo escritor francês Victor Hugo. Possuímos arquivos que se encontram quase todos os livros de atas e de presença desde o ano de 1848 até hoje. O nosso primeiro livro de atas foi perdido em um incêndio no Palácio do Lavradio (Sede da Potência Maçônica que estávamos ligados à época), assim como possui-se móveis mostruários onde podem ser apreciados materiais de época e medalhas maçônicas, quadros com material alusivo a Ordem e de personalidades, obras, revistas e rituais sobre a ordem, uma galeria de bustos modelados em cimento e gesso de maçons famosos. E, em nosso salão de Ágapes, Salão de festas onde podem ser admirada a nossa Galeria de Ex-Veneráveis.
O plano de acessibilidade e plano de educação patrimonial do presente projeto conta com: 1 - Visitação para idosos; 2 - Visitação sensorial para deficientes visuais com áudio descrição; 3 - Impresso 3D do prédio da exedra (maquete tátil); 4 - Visitação com intérpretes de libras para surdos; 5 - Visitação de pessoas com deficiência intelectual com acompanhamento de profissional da área; 6 - Acompanhamento da obra com visitas continuadas de alunos de terceira série de escola pública do município para aprender sobre valorização do patrimônio e pertencimento ao mesmo; 7 – Material audiovisual final do projeto com acompanhamento de toda a obra liberado no youtube e instagram com legendas;
O presente projeto trata de obra de restauro de prédio histórico.Haverá empresa que fará a tomada de vídeos durante todo o andamento da obra, tal serviço é importante para a publicidade e transparênciado serviço que será executado, servindo de acervo resultante do projeto aberto via youtube e páginas da proponente ao público interessado em conhecer a história do prédio, em conhecer o funcionamento de uma obra dessa natureza ou simplesmente ver oque está acontecendo no prédio que fica no centro da cidade, visto que resultará em uma coletânea final com todas as informações e andamento do inicio até o final da presente etapa de restauro, havendo o cuidado com a aplicação de legendas nas partes faladas dos vídeos.Quanto ao plano de educação patrimonial, haverão visitas acompanhados de equipe técnica, que fará a visitação guiada com os visitantes ao prédio, mostrará a obra em realização e abordará o tema da conservação pretendida no local no futuro, com explicação técnica e abordagem das pretenções para conservações curativas no local, contando com descrição de equipamentos, materiais e técnicas pretendidas.
Josiele Pereira Castro:Produtora executiva: Produtora cultural há 10 anos, atuante em projetos deLei Federal de Incentivo à Cultura como proponente em projetos como: Festa do Morango, Rio Grande do Sul Tradição e Cultura e Música paraa Santa Casa.Como funções admimnistrativas em projeto de Lei Federal de Incentivo à Cultura, atuou na Festa Internacional do Churrasco, Adorarte e no OColono e a Cultura. Na Lei de Incentivo à Cultura do Rio Grande do Sul (LIC/RS), na qual se pode verificar o histórico da proponentepelo seu CEPC: 6817 no site do Pró-Cultura RS, realizou o projeto Show em Casa (lives durante a pandemia), Restauros das Cúpulas, Telhado eElétrica da Capela da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas (patrimônio tombado, com prestação de contas aprovada), Reforma do Telhado daCapela Cultural da Beneficência Portuguesa de Pelotas (patrimônio inventariado, com prestação de contas entregue para análise), RestauroInicial doConservatório de Música de Pelotas (patrimônio Tombado, com o projeto em execução), Reforma da Semicúpula do Altar da Capela Cultural daBenficência Portuguesa de Pelotas (patrimônio inventariado, em período de execução) e a Segunda Fase do Restauro do Conservatório deMúsica da UFPEL (projeto aprovado, aguardando a finalização de sua etapa anterior para captar recursos). O presente currículo daproponente, descrito acima, foi focado em suas atividades mais recentes, principalmente em patrimônio.Michele Bandeira Zehretemeyer:Engenheira.FormaçãoEngenheira Civil – UCPel / Pelotas - RS - (2017)Técnica em Edificações – IFSUL /Pelotas - RS - (2012)QualificaçõesDomínio na utilização de programas como: Auto Cad, Sketchup, MS Project, Revit, Auto Cad Civil 3DExperiências Profissional MAXIMIZE ENGENHARIA – Jan.2018 - Atual Endereço: Praça Piratinino de Almeida, n° 8 / sala 24 – Centro, Pelotas RS Cargo: 2021 - Sóciaproprietária2018 - Autônoma Principais Atividades: Elaboração de projetos e execução de obras, acompanhamento de obras, planilhas orçamentárias ememoriais descritivos. Principais obras: - Restauro da Capela da Santa Casa de Pelotas - Restauro das Cúpulas, Telhado e elétrica – Finalizado;- Reforma da Capela da Beneficiencia Portuguesa de Pelotas - Reforma do telhado - finalizado;- Elaboração de projetos e execução de obras de alto padrão - em execução;- Restauro Inicial do Conservatório de Música de Pelotas – em execução;- Construção do anexo de 192m2 da área administrativa da UCPEL – em execução Simone Delanoy - Arquiteta responsável: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas (1986). Especialização em Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (1997). Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas (2012). Arquiteta do quadro efetivo da Prefeitura Municipal de Pelotas,(1987), ocupou o cargo de Especialista em Patrimônio na Unidade Executora do Programa Monumenta em Pelotas de 2001 à 2011, na Secretaria Municipal de Cultura . Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Patrimônio Histórico e Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, preservação, arquitetura e urbanismo, administração, execução e fiscalização de obras de restauração e administração de programas de financiamento. Arquiteta na Empresa Marsou Engenharia Ltda, com experiência em acompanhamento execução de obras e elaboração de projetos
PROJETO ARQUIVADO.