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PRONAC 2411223ArquivadoMecenato

IV Coco Encantado

ASSOCIACAO CULTURAL DA PARAIBA - ACULTPB
Solicitado
R$ 484,9 mil
Aprovado
R$ 484,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Quilombolas
Ano
24

Localização e período

UF principal
PB
Município
Campina Grande
Início
2025-03-03
Término
2025-08-29
Locais de realização (1)
Campina Grande Paraíba

Resumo

O "COCO ENCANTADO" é um festival multicultural que celebra e promove as manifestações culturais afro-indígenas do coco de roda, samba de coco e coco de umbigada. A IV edição do festival será realizada nos dias 25, 26 e 27 de julho de 2025, na Praça da Bandeira, no centro de Campina Grande - PB. O evento contará com apresentações gratuitas de grupos de coco de roda, especialmente quilombolas e indígenas brasileiros, e com a montagem da Feira do Coletivo de mulheres empreendedoras, que, desde a segunda edição do festival, expõem e comercializam produtos artesanais, fortalecendo a economia criativa local. Paralelamente às apresentações, palestras e oficinas sobre a cultura afro-indígena e o coco de roda serão realizadas no Centro Artístico Cultural da UEPB, também no centro da cidade. Além disso, um documentário será produzido para registrar todas as etapas do festival, visando sua divulgação em festivais de cinema e posteriormente na internet.

Sinopse

Palestras 01: A História do Coco de Roda: Tradição Afro-Indígena no Nordeste Brasileiro" Classificação indicativa: Livre Resumo: Esta palestra oferece uma visão histórica sobre as origens do coco de roda, traçando sua evolução desde os tempos coloniais, quando as influências africanas e indígenas começaram a se fundir, até sua consagração como uma importante expressão cultural do nordeste brasileiro. O palestrante discutirá as práticas ancestrais do coco, sua relação com os engenhos de açúcar e a importância da dança e música como formas de resistência cultural. Também será abordado o reconhecimento recente do coco de roda como patrimônio imaterial da Paraíba, destacando sua relevância atual. 02: A Importância da Preservação das Culturas Afro-Indígenas para o enfrentamento da crise climática: Esta palestra aborda a intersecção entre a preservação das culturas afro-indígenas e o enfrentamento da crise climática. Serão discutidas as práticas tradicionais de manejo ambiental e o conhecimento ancestral que essas comunidades possuem, destacando como suas formas de vida sustentáveis contribuem para a conservação da biodiversidade e dos ecossistemas. O palestrante também explorará o papel das culturas afro-indígenas na promoção de uma consciência ecológica, enfatizando a importância de sua valorização e inclusão nas políticas públicas e iniciativas de combate à mudança climática. 03: Economia Criativa e Cultura Popular: Oportunidades e Desafios para as Comunidades Afro-Indígenas" Classificação indicativa: Livre Resumo: Esta palestra abordará as oportunidades e desafios relacionados à economia criativa no contexto das manifestações culturais afro-indígenas, com foco especial no papel das mulheres empreendedoras e artesãs. A parceria com o Coletivo de Mulheres Empreendedoras será discutida como um exemplo bem-sucedido de como a cultura pode impulsionar o desenvolvimento econômico. Serão apresentados modelos de empreendedorismo cultural e as oportunidades de geração de renda a partir da valorização de produtos culturais e da economia criativa no nordeste. Oficinas: 01. Dança e Música do Coco de Roda: Classificação indicativa: Livre Resumo: Esta oficina explora os movimentos corporais e as expressões musicais tradicionais do coco de roda. Os participantes aprenderão os passos rítmicos e as técnicas de percussão, além de conhecerem a importância do canto dentro dessa manifestação cultural. A oficina também abordará o contexto histórico e social em que o coco de roda se desenvolveu, oferecendo uma experiência imersiva e prática. 02. Confecção de Instrumentos Tradicionais: Classificação indicativa: Livre Resumo: Voltada para o público interessado em artesanato e música, esta oficina ensinará as técnicas de fabricação de instrumentos como tambores, pandeiros e ganzás, utilizando materiais tradicionais e sustentáveis. Além da confecção, a oficina abordará o significado cultural e espiritual desses instrumentos nas tradições afro-indígenas. 03. Literatura Oral e Canto Afro-Indígena: Classificação indicativa: Livre Resumo: Esta oficina propõe uma imersão na rica tradição da literatura oral e do canto afro-indígena, abordando o valor simbólico das histórias e canções transmitidas de geração em geração. Os participantes terão a oportunidade de aprender cantos tradicionais e praticar a oralidade, entendendo o papel da poesia falada e do canto como formas de resistência e preservação cultural.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o IV Festival "COCO ENCANTADO" com apresentações de grupos de coco de roda, oficinas e palestras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Organizar um festival de três dias em Campina Grande, Paraíba, nos dias 25, 26 e 27 de julho de 2025, com apresentações de grupos de coco de roda do nordeste brasileiro, especialmente da Paraíba e Pernambuco; - Oferecer oficinas e palestras durante o festival, promovendo a troca de conhecimentos e experiências sobre as tradições do coco de roda e sua importância cultural; - Produzir um documentário abrangendo todas as etapas do processo, incluindo entrevistas com os integrantes dos grupos que se apresentarão, a equipe de produção e o público; - Valorizar a expressão cultural dessas tradições entre grupos quilombolas e comunidades indígenas, promovendo fortalecimento identitário, visibilidade, inclusão e equidade para as comunidades afro-indígenas do nordeste brasileiro; - Atingir um público diversificado de mais de 1000 pessoas, incluindo moradores locais, turistas e interessados em cultura afro-indígena; - Garantir que o evento seja gratuito e aberto ao público, proporcionando acesso igualitário à cultura para todos os segmentos da sociedade; - Envolver as comunidades quilombolas e indígenas no planejamento e execução do festival, fortalecendo a participação comunitária e o empoderamento dessas comunidades; - Divulgar e perpetuar as práticas culturais do coco de roda, samba de coco e coco de umbigada, valorizando suas raízes afro-indígenas; - Fomentar a economia local e o turismo cultural: - Estimular a economia criativa e a geração de renda para os artesãos, artistas e fornecedores locais envolvidos direta e indiretamente no festival.

Justificativa

A origem do coco de roda remonta ao século XVI, com indícios de surgimento dentro dos engenhos açucareiros e posterior difusão ao litoral, especialmente nos estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Sua gênese está fundamentada nas práticas batuqueiras e umbigadas de origem africana, enriquecidas pelas trocas culturais e experiências compartilhadas com comunidades indígenas. A proximidade estética com o toré, dança tradicional indígena, evidencia a influência e o diálogo intercultural que permeiam o coco de roda, entrelaçando literatura oral, música, canto e dança. Em 2021, foi considerado patrimônio imaterial da Paraíba, pela Lei 11.948/2021, o que reforça o nosso compromisso com o inciso VI, Art.1º da Lei 8313/1991, que trata da preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Apesar da riqueza cultural e histórica do coco de roda, ainda há pouca visibilidade e incentivos para essa manifestação cultural. As políticas públicas muitas vezes falham em apoiar os grupos que tradicionalmente mantêm esse estilo vivo, destacando a necessidade urgente de fomento e divulgação dessa tradição. Nesse contexto, é fundamental contribuir para facilitar o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais de forma gratuita, conforme preconiza ainda o Art.1º, inciso I. Neste sentido, o festival Coco Encantado, promovido pela Associação Cultural da Paraíba (ACULTPB), fortalece o coco de roda e seus produtores. Desde a primeira edição, realizada em 2021 em Esperança - PB, o evento cresceu em tamanho e impacto, demonstrando a potência do coco de roda. A presença de grupos indígenas e quilombolas, junto aos mestres do coco de roda, garante priorizar o produto cultural originário do País (Art.1º, inciso IX). Ao promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, o festival atende ao Art.1º, inciso II. O público-alvo do festival é diversificado, abrangendo desde moradores de Campina Grande e região até turistas e entusiastas do coco de roda. A escolha de Campina Grande como sede do festival deve-se à sua infraestrutura adequada e ao seu público receptivo. Além disso, a localização estratégica da cidade facilita o acesso de diversas cidades circunvizinhas, contribuindo para a dinamização da economia local, atraindo turistas e gerando oportunidades para comerciantes, artesãos e prestadores de serviços. Assim, o festival também se alinha aos incisos III, IV e V, que tratam do apoio, valorização e difusão das manifestações culturais, da proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e da salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Um aspecto de relevância no festival Coco Encantado é a produção de um documentário que registra todas as etapas do evento. Esse material, que inclui entrevistas com os grupos participantes, a equipe de produção e o público, tem um papel essencial no registro do evento e na divulgação do festival para um público mais amplo, por meio da disponibilização gratuita do filme na internet. Por fim, os resultados do festival IV Coco Encantado estão plenamente em consonância com o artigo 3º, inciso II, alínea "c" da Lei 8313/91, que trata do fomento à produção cultural e artística por meio da realização de festivais de arte e manifestações folclóricas.

Especificação técnica

Especificação técnica da apresentação dos grupos de coco de roda PalcoDimensões: Largura: 10 metrosProfundidade: 8 metrosAltura: 1,5 metros (considerando o nível do chão) Estrutura: - Palco em estrutura de alumínio ou madeira tratada, com piso antiderrapante.- Projeção lateral para visibilidade, com espaço para a montagem de telões de LED (opcional).- Laterais do palco devem ser abertas para permitir a ventilação e a interação com o público. Acessibilidade: - Rampas de acesso para pessoas com deficiência, garantindo que todos possam acessar o palco.- Espaço para cadeirantes na frente do palco, com sinalização visível. Som Caixas de Som: 8 caixas de som line array (4 de cada lado do palco) com capacidade para cobrir 5.000 pessoas, posicionadas a uma altura adequada para garantir que o som se propague de maneira uniforme.Subwoofers: 4 subwoofers posicionados estrategicamente na frente do palco para proporcionar graves profundos, essenciais para a música do coco de roda.Mesas de Som: Mesa de som digital de pelo menos 24 canais, permitindo mixagens de alta qualidade por técnicos de som experientes para operar o sistema durante as apresentações, garantindo um som claro e balanceado.Microfones: Microfones sem fio para os cantores e mestres do coco, garantindo liberdade de movimento no palco.Microfones para instrumentos musicais, como tambores e pandeiros, com captação adequada para evitar feedback. Iluminação Sistema de Iluminação: Luzes LED de alto desempenho, com capacidade para diferentes cores e efeitos, a serem utilizadas em sincronia com as apresentações. Refletores na frente e laterais do palco, com foco nos artistas, criando um ambiente acolhedor e vibrante.Iluminação de Cenário: Estruturas de iluminação que podem ser ajustadas conforme a intensidade e a temática de cada apresentação, promovendo uma experiência visual atraente. Iluminação especial para momentos de destaque, como solos ou danças em grupo. Especificação técnica das palestras e oficinas 1. Contextualização Geral As palestras e oficinas ocorrerão no Centro Artístico Cultural da UEPB, no centro de Campina Grande - PB, em parceria com mestres culturais, educadores e artistas das comunidades quilombolas, indígenas e de Campina Grande. O público-alvo inclui jovens, adultos, membros de comunidades tradicionais e interessados em cultura popular, sendo todas as atividades classificadas como livres para todos os públicos. 2. Objetivos Pedagógicos Objetivo Geral: Promover a educação e o conhecimento sobre as tradições do coco de roda, através de palestras e oficinas que estimulem o aprendizado prático, o empoderamento comunitário e a valorização do patrimônio imaterial da Paraíba e do nordeste brasileiro. Objetivos Específicos: - Ensinar a história e a importância cultural do coco de roda, enfatizando seu papel como patrimônio imaterial.- Promover a preservação das culturas afro-indígenas, fortalecendo a identidade cultural de quilombolas e indígenas como paradigma fundamental diante das mudanças climáticas.- Desenvolver habilidades artísticas e criativas nos participantes, através da prática do coco de roda e outras expressões culturais.- Capacitar o público para entender e valorizar as tradições culturais, especialmente jovens e crianças.- Criar um espaço de diálogo e aprendizado entre diferentes comunidades, mestres culturais e especialistas. 3. Metodologia Palestras: As palestras seguirão um formato expositivo, mas com espaço para interação, perguntas e trocas de experiências entre os palestrantes e o público. Serão utilizadas imagens, vídeos e trechos musicais para enriquecer a apresentação dos temas e facilitar a assimilação dos conteúdos. Especialistas em cultura popular, mestres do coco de roda e representantes das comunidades tradicionais serão os principais palestrantes. Público: 60 pessoas por palestra. Oficinas: As oficinas serão predominantemente práticas, com atividades orientadas por mestres do coco e facilitadores culturais. Os participantes terão a oportunidade de aprender técnicas de dança, canto, percussão e confecção de instrumentos ligados à cultura do coco de roda. As oficinas também terão momentos reflexivos, onde serão discutidos o significado das práticas culturais e seu impacto social e identitário. Público: 20 pessoas por palestra. 4. Estrutura das Palestras Palestra 1: A História do Coco de Roda: Tradição Afro-Indígena no Nordeste Brasileiro Duração: 1h30Metodologia: Expositiva com suporte audiovisualConteúdo: Origens do coco de roda, sua evolução e importância cultural, relação com a resistência aos engenhos e a cultura afro-indígena.Atividade Complementar: Debate sobre preservação cultural. Palestra 2: A Importância da Preservação das Culturas Afro-Indígenas para o enfrentamento da crise climática: Duração: 1h30Metodologia: Expositiva com roda de conversaConteúdo: O papel das tradições culturais na construção da identidade quilombola e indígena e a preservação dos biomas, a urgência em defender territórios como enfrentamento à crise climática atual.Atividade Complementar: Roda de conversa com mestres da cultura popular. Palestra 3: Economia Criativa e Cultura Popular: Oportunidades e Desafios para as Comunidades Afro-Indígenas Duração: 1h30Metodologia: Expositiva com estudos de casoConteúdo: Modelos de empreendedorismo cultural e a economia criativa em comunidades afro-indígenas.Atividade Complementar: Discussão sobre formas de apoiar empreendedores culturais. 5. Estrutura das Oficinas Oficina 1: Dança e Música do Coco de Roda Duração: 2hFacilitadores: Mestres de coco de roda (quilombolas e indígenas)Conteúdo: Movimentos tradicionais, percussão e canto ligados ao coco de roda.Metodologia: Prática corporal e musical, com instruções ao vivo e dinâmicas em grupo. Oficina 2: Confecção de Instrumentos Tradicionais Duração: 2hFacilitadores: Artesãos locais e integrantes do grupo de coco Coqueiro Alto.Conteúdo: Fabricação de instrumentos como zabumba e pandeiros, utilizando materiais tradicionais.Metodologia: Atividade prática e orientada com discussão sobre os significados culturais dos instrumentos. Oficina 3: "Literatura Oral e Canto Afro-Indígena" Duração: 2hFacilitadores: Dr. Luciano Barbosa JustinoConteúdo: Poesia oral, histórias e canções ligadas ao coco de roda e à tradição afro-indígena.Metodologia: Exposição da discussão da temática na academia, prática coletiva de canto e narrativa, com momentos de reflexão sobre as histórias contadas. 6. Cronograma Geral das Atividades Dia 1 (25/07/2025):Palestra 1: 9h - 10h30Oficina 1: 14h - 16h Apresentação cultural - Praça da bandeira: 18h -22h Dia 2: (26/07/2025) Palestra 2: 9h - 10h30Oficina 2: 14h - 16h Apresentação cultural - Praça da bandeira: 18h -22h Dia 3: (27/07/2025)Palestra 3: 9h - 10h30Oficina 3: 14h - 16h Apresentação cultural - Praça da bandeira: 18h -22h7. Resultados Esperados - Fortalecimento do conhecimento sobre a história e importância do coco de roda entre os participantes.- Desenvolvimento de habilidades artísticas e culturais em jovens, membros de comunidades quilombolas e indígenas, além de demais interessados.- Valorização e preservação das tradições culturais afro-indígenas.- Estímulo à inclusão social e ao desenvolvimento da economia criativa na região.- Criação de um legado cultural, com a produção de registros audiovisuais das atividades educacionais realizadas. 8. Avaliação A avaliação das atividades será por meio da avaliação formativa, e a maneira que buscaremos colher feedback dos participantes será através de questionários distribuídos aos participantes no final das palestras e oficinas, e observações qualitativas por parte dos facilitadores, levando em consideração a participação e o engajamento do público.

Acessibilidade

A escolha da Praça da Bandeira, no centro de Campina Grande - PB, como local das apresentações do IV Festival "COCO ENCANTADO" visa garantir a acessibilidade plena, aproveitando os recursos arquitetônicos da cidade, que já conta com rotas e áreas adaptadas para atender todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência (PCD). Além disso, seguindo as práticas já estabelecidas nas edições anteriores do festival, serão instalados banheiros químicos adaptados para PCDs, assegurando o conforto e a inclusão de todos os participantes. Uma iluminação especial será utilizada para facilitar o acesso de pessoas com baixa sensibilidade à luz, criando um ambiente inclusivo tanto para assistir às apresentações quanto para interagir com as mulheres empreendedoras da Feira do Coletivo, que estará localizada na Praça da Bandeira. A acessibilidade comunicacional será uma prioridade tanto nos materiais de divulgação do festival quanto no documentário produzido. Os conteúdos, especialmente os vídeos voltados para redes sociais, contarão com legendas, textos adaptados para leitores de tela, linguagem simples e tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais), assegurando que o evento seja inclusivo e acessível para todos os públicos. Adicionalmente, a equipe do festival será capacitada para lidar com aspectos de acessibilidade cultural, e profissionais especializados serão contratados para auxiliar tanto na criação dos materiais quanto na produção do evento. Isso garante que o IV Festival "COCO ENCANTADO" seja conduzido de maneira totalmente acessível, permitindo a participação ativa e a interação de todos os públicos, promovendo a inclusão em todos os níveis.

Democratização do acesso

Além das apresentações culturais, o IV Festival "COCO ENCANTADO" oferecerá palestras e oficinas educativas que ocorrerão no Centro Artístico Cultural da UEPB, no centro de Campina Grande. Essas atividades visam aprofundar os conhecimentos sobre a história, as técnicas e a importância cultural do coco de roda. Gratuitas e abertas a todos os interessados, essas oficinas darão prioridade a jovens, quilombolas e indígenas, criando oportunidades para que essas comunidades compartilhem e fortaleçam seus conhecimentos sobre essa tradição cultural. As oficinas não só promovem o desenvolvimento de habilidades artísticas, como também estimulam o entendimento e a valorização das tradições afro-indígenas, gerando um senso de pertencimento e identidade cultural. Além disso, essas atividades fortalecem os laços entre as diferentes comunidades e o público, ampliando o alcance e a visibilidade dessas manifestações culturais. O festival também firmou parcerias importantes, como a com o Coletivo de Mulheres Empreendedoras, que organiza a Feira do Coletivo. Esta parceria representa o compromisso do evento em apoiar iniciativas locais, criando uma plataforma para a comercialização de produtos artesanais e gerando oportunidades econômicas para mulheres da região. Dessa forma, o festival estimula o desenvolvimento socioeconômico e cultural de Campina Grande e das comunidades circunvizinhas. Todas as apresentações culturais, palestras e oficinas serão registradas em áudio e vídeo, com o objetivo de ampliar o impacto do evento e garantir que o conhecimento compartilhado chegue a um público ainda maior. Esses registros, que farão parte do documentário do festival, deixarão um importante legado, permitindo que as experiências e aprendizados vividos durante o IV Festival "COCO ENCANTADO" sejam preservados e transmitidos às gerações futuras. Assim, o festival se estabelece não só como uma celebração cultural, mas também como um espaço de democratização do acesso à cultura, inclusão social e fortalecimento da identidade cultural, impactando positivamente toda a comunidade e perpetuando a importância das tradições do coco de roda.

Ficha técnica

Produtora executiva: Cilene Salmaso é designer de Negócios, Startup Mentor e Professora universitária. Mestra em Administração de Empresas, Inovação e MBA, Especialização em negócios para executivos. Capitadora: Fabiana Medeiros Hiluey Agra: Supervisora do Núcleo de Inovação, Tecnologia e Projetos do SENAI PARAÍBA. Líder Alumini de Comunidade INOVATIVA BRASIL Regional PB. Supervisora do HUB PB - Programa de Pré-Aceleração para Startups do SENAI DEPARTAMENTO REGIONAL DA PARAÍBA. Mestre em Administração pela Universidade Federal de Campina Grande. Diretor artístico: Jefferson Justino de Queiroz (Jorge Elô) é produtor, professor e artista visual. Mestre em Literatura, CEO da Sapientia Educação, professor da rede estadual da Paraíba e presidente da Associação Cultural da Paraíba - ACULTPB. Produtora: Maria Danielle C. Morais Sousa é produtora cultural. Mestra em Serviço Social, possui experiência de produção no curta de animação Retomada Étnica e no II e III Coco Encantado, além de artista visual autodidata, explorando temas femininos em sua poética. Coordenação pedagogica :Rebeca Souza é artista visual. Mestra em Artes Visuais, seu trabalho abrange diversas mídias, incluindo vídeo, desenho, escultura e performance, com foco em questões como memória, ancestralidade e afetos. Assistente de coordenação pedagogica: Erik Kleiver é artista visual, com formação em Comunicação Social. Sua produção artística engloba linguagens diversas para abordar temas como memória, política e espiritualidade. Assistente de produção: Arnilson Montenegro é artista visual, graduado em História. Professor e artista gravador, tem experiência em transmitir técnicas de xilogravura, gravura em metal e grafite, tendo participado de diversas exposições. Assistente de direção artística: Sérgio Nascimento é artista visual, formado em Geografia. Artesão e artista visual, destaca-se em restaurações, organização de exposições e facilitação de oficinas. Design: Flora Santos é artista visual e produtora audiovisual. Graffiteira e ilustradora, atua como diretora de arte em filmes e campanhas publicitárias. Facilitadora de projetos sociais, tem a mulher negra como protagonista de seus trabalhos.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.