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Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" é um livro de arte fotográfico com imagens e textos que exploram as tradições e a vida cotidiana do povo indígena Krahô. O projeto destaca a riqueza cultural e a resistência desse grupo por meio de uma narrativa visual que valoriza suas práticas e rituais.
"Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" é uma obra que explora a rica e vibrante cultura do povo Krahô, situado na região do Cerrado brasileiro. Através de uma narrativa envolvente, o livro se desdobra em dez capítulos que abordam desde as raízes ancestrais e a história desse povo, até os rituais, as expressões artísticas, e a importância da língua e da educação na preservação de sua identidade cultural. Ao longo das páginas, os leitores são convidados a conhecer a relação intrínseca entre os Krahô e seu ambiente, os desafios contemporâneos que enfrentam, e o papel da fotografia como ferramenta de resistência e empoderamento. Com um olhar voltado para o futuro, a obra enfatiza a necessidade de valorização da diversidade étnica e a importância da preservação das tradições Krahô, fazendo deste livro um registro essencial da cultura viva que resiste e floresce em meio às adversidades. Classificação indicativa etária: Livre.
Objetivo Geral O objetivo geral da proposta "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" é criar e publicar um livro que documente e celebre as práticas tradicionais do povo Krahô, proporcionando uma imersão visual e textual na riqueza cultural dessa comunidade indígena. Através da combinação de fotografias e relatos que destacam a relação dos Krahô com o Cerrado, o projeto visa promover a valorização e a preservação de suas tradições, ao mesmo tempo em que sensibiliza o público sobre a importância da diversidade cultural e da proteção das culturas indígenas no Brasil. Ao destacar a singularidade e a resiliência do povo Krahô, o livro busca não apenas informar, mas também inspirar um maior respeito e apreciação pela herança cultural indígena. Objetivos Específicos Produto: Livro - Produzir e publicar 1.500 cópias do livro "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)", que propõe uma imersão visual na vida dos Krahô, capturando suas tradições, rituais e o cotidiano de uma comunidade que resiste e floresce em meio aos desafios do mundo contemporâneo. O livro terá formato 28 x 28 cm, contendo aproximadamente 500 páginas com imagens e textos que destacam a riqueza cultural do povo indígena Krahô e suas tradições. - Realizar como ampliação de acesso uma palestra para o lançamento do livro, com conversa com o escritor e a equipe de pesquisa do livro, na cidade de São Paulo - SP. Pretende-se alçancar 2.000 pessoas. Produto: Contrapartida social - Realizar como contrapartida social uma oficina de escrita criativa na cidade de São Paulo, SP, voltada para alunos do ensino público, com estimativa de 300 beneficiários.
O projeto "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" surge como uma resposta à necessidade de preservar e divulgar a rica herança cultural do povo Krahô, uma comunidade indígena que resiste e floresce em meio aos desafios contemporâneos. Através da produção deste livro, pretendemos oferecer uma visão aprofundada das práticas e tradições que moldam a identidade Krahô, permitindo que o público tenha acesso a um universo cultural frequentemente desconhecido e sub-representado. A fotografia, aliada a textos informativos, servirá como um elo entre as gerações, conectando os leitores às vivências e aos saberes ancestrais dessa comunidade. O povo Krahô pertence ao tronco linguístico Je e habita a região do Cerrado. Com uma rica herança cultural, os Krahô mantem tradições que se manifestam em rituais, como o Pemp’kahac (Festa da Batata), e em sua organização social, que valoriza a coletividade e o respeito pela natureza. No entanto, como muitos outros povos indígenas no Brasil, os Krahô enfrentam ameaças a sua cultura, que vão desde a invasão de suas terras até a pressão por aculturação. Neste cenário, "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" se apresenta como uma iniciativa crucial para a preservação e promoção da cultura Krahô, utilizando a fotografia como uma poderosa ferramenta de expressão e resistência. O projeto não apenas documenta, mas também celebra a singularidade dos Krahô, dando visibilidade a uma cultura que, apesar de sua importância, é pouco conhecida fora de sua região de origem. O projeto foi concebido com uma abordagem que combina técnica fotográfica e respeito cultural. A narrativa visual que "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)" propõe será construída a partir de imagens que capturam a essência da vida Krahô, explorando desde a espiritualidade expressa nos rituais até os detalhes do cotidiano. Cada fotografia será uma janela para este mundo, buscando transmitir não apenas a estética, mas também os valores, a visão rica e multifacetada dessa comunidade. Além de sua função documental, o projeto visa fomentar o diálogo intercultural e a sensibilização acerca das questões enfrentadas pelos povos indígenas. Em um contexto onde as culturas tradicionais estão constantemente ameaçadas pela modernização e pela aculturação, a publicação deste livro se torna uma ferramenta de resistência e empoderamento. Ao trazer à tona as vozes e histórias dos Krahô, "Sementes do Cerrado" promoverá uma maior conscientização sobre a importância da preservação das culturas indígenas, contribuindo para um futuro onde a diversidade étnica e cultural seja não apenas respeitada, mas também celebrada. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1º da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende o seguinte objetivos previstos pelo art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto está de acordo com o Anexo II da Lei 8.313/91: DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO OU PRIVADO, COM OU SEM FINS LUCRATIVOS Portfólio com as atividades culturais realizadas pelo proponente, que poderá conter: Caso a pessoa jurídica não possua ações de natureza cultural realizadas, a comprovação poderá ser feita por meio de: Currículo dos dirigentes ou da equipe técnica constante na ficha técnica do projeto.
Especificações Técnicas Produto: Livro- Título: "Sementes do Cerrado: A Cultura Viva dos Krahô (volume I)"- Tema: Práticas tradicionais de pesca e coleta artesanal na Baía de Paranaguá e a riqueza cultural do povo indígena Krahô- Quantidade de cópias: 1.500- Formato: 28 x 28 cm- Número de páginas: Aproximadamente 500- Conteúdo: Imagens e textos que destacam as tradições, rituais e cotidiano dos Krahô- Encadernação: Capa dura- Idiomas: Português (com tradução futura para Inglês e Francês) Ampliação de Acesso- Tipo de evento: Palestra para o lançamento do livro- Local: São Paulo, SP- Participação: Conversa com o autor e a equipe de pesquisa do livro- Público-alvo: Pretende-se alcançar 2.000 pessoas Produto: Contrapartida social- Tipo: Oficina de escrita criativa - Local: São Paulo, SP - Público-alvo: Alunos do ensino público - Estimativa de beneficiários: 300 pessoas Plano pedagógico em anexo.
Produto: Livro Acessibilidade Física: Os locais de realização do lançamento do livro serão adequados a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Item na planilha: Montagem e desmontagem Acessibilidade Visual: Será lançada versão em formato de audiobook buscando contemplar pessoas com deficiência visual. Item na planilha: Audiolivro Acessibilidade Auditiva: No lançamento do livro, haverá a presença de um intérprete de libras, para tradução simultânea das atividades e conteúdos. Item na planilha: Intérprete de libras. Acessibilidade Cognitiva: No lançamento do livro, haverá a presença de um Monitor. Item na planilha: Assistentes. Produto: Contrapartida social Acessibilidade física: Realização das oficinas em locais com assentos reservados, sinalizadores, rampas de acesso e corrimões. Item na planilha: Possíveis adequações ao espaço serão realizadas a partir da rubrica Montagem e desmontagem. Acessibilidade visual: Na oficina, haverá monitores especializados para receber e atender pessoas com deficiência visual. Item na planilha: Monitor de acessibilidade. Acessibilidade auditiva: Intérprete de Libras para tradução simultânea na oficina. Item na planilha: Intérprete de Libras. Acessibilidade cognitiva: Monitoria especializada durante o ensaio. Item na planilha: Monitor de acessibilidade.
O plano de distribuição da proposta está de acordo com o disposto no Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Como medida de ampliação do acesso, será adotado os seguintes incisos do Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). Desta forma, serão doados 40% dos ingressos, sendo 10% para patrocinadores, 10% para divulgação e 20% com caráter social e educativo. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Instituto de Educação, Cultura e Lazer - Proponente e Coordenador Geral Fundado em 21 de agosto de 2013, o Instituto de Educação, Cultura e Lazer (IECEL) acredita no potencial de cada indivíduo para desenvolver suas habilidades e alcançar seu máximo, respeitando suas capacidades e estágios de desenvolvimento. Com a cultura e a arte como pilares centrais, o instituto utiliza processos transformadores para fortalecer a autoestima e promover a criatividade diante dos desafios sociais. O IECEL busca ser uma referência nacional em educação e cultura, formando cidadãos responsáveis e colaborativos que impactem positivamente suas comunidades, guiado por valores de ética, integridade, escuta ativa, união e compartilhamento de resultados. O proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica coordenador geral. Vinícius Silveira de Almeida - Coordenador Editorial e Escritor Vinícius Silveira de Almeida é sociólogo e mestre em Administração de Empresas, com uma sólida formação acadêmica e vasta experiência na área cultural e literária. Pós-graduado em Gestão de Projetos Culturais pela ECA/USP e em Produção Cultural, Arte e Entretenimento, Vinícius também possui formação em roteiros pela Academia Internacional de Cinema (AIC). Participou da Bienal do Livro de São Paulo em 2018 e 2022, onde lançou diversas obras. Com uma carreira que abrange tanto a iniciativa privada quanto o setor público, Vinícius é apaixonado pela Administração Pública, área na qual publicou o livro "Formas de cooperação, negociação e conflito no setor público." Reconhecido por suas contribuições literárias e projetos de inovação, foi finalista do Prêmio Mário Covas e recebeu homenagens, como o “Votos de Aplausos” da Câmara de Vereadores de Barueri. Autor de livros como "Foco: o poder da única coisa," "Aqui é Rota" e "Jogo de Verdades," ele também atua como ghostwriter e biógrafo, colaborando com diversas personalidades do mercado literário. Giulianne Martins - Fotógrafa, Edição de Fotos Giulianne Martins é fotógrafa e educadora, com mais de 14 anos de experiência em usar a fotografia como uma ferramenta versátil para comunicação e troca. Seu trabalho é guiado pela crença de que ouvir e representar as comunidades é crucial para a nossa existência coletiva. Em 2021, participou da maior mobilização indígena do Brasil, o Acampamento Terra Livre, onde reafirmou sua convicção de que a defesa dos direitos fundamentais é essencial para a sobrevivência. Formada pelo Instituto de Fotografia de Nova York, Giulianne também se dedica a promover a interação com as comunidades que retrata e a organizar workshops de fotografia para gerar impacto social positivo. Além disso, ela apoia iniciativas para melhorar o acesso à água potável, destacando a conexão entre arte, autonomia e necessidades básicas.
PROJETO ENCERRADO E ARQUIVADO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.