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PRONAC 2411245Expirado o prazo de captação totalMecenato

Aristides Alves - 50 anos de fotografia

P55 EDICAO LTDA
Solicitado
R$ 334,1 mil
Aprovado
R$ 334,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-03-25
Término
2026-03-24
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Literatura e fotografia se atravessam nesse projeto que marca os 50 anos de carreira do renomado fotógrafo Aristides Alves. O artista convida escritores para compor textos a partir de sua arte, resultando em um livro com 30 textos e 50 fotografias tiradas ao longo de sua trajetória. Os textos ficarão a cargo de escritores brasileiros publicados, que deverão tomar a fotografia como inspiração. O livro será distribuído gratuitamente no formato digital na modalidade acessível, com áudio do texto e audiodescrição das imagens. O projeto prevê ainda uma exposição presencial e um site com o conteúdo do livro.

Sinopse

LIVRO "Aristides Alves - 50 anos" reúne 50 fotografias icônicas deste importante fotógrafo brasileiro e 30 textos inéditos de escritores diversos. Nesta obra singular, a imagem e a palavra se entrelaçam, convidando o leitor a uma jornada pela história da fotografia brasileira e a experimentar a magia da criação literária. Através de um diálogo íntimo entre a lente e a escrita, a imagem e a imaginação, o livro celebra a vida e a obra de Aristides Alves e nos convida a refletir sobre a força da fotografia e a beleza da palavra. EXPOSIÇÃO A exposição reunirá 30 quadros, de tamanhos variados, do fotógrafo Aristides Alves, representando temas diversos abordados durante a trajetória de 50 anos do artista. Para cada quadro existirá um legenda explicativa. Além da mostra em si, serão plotados textos de autores diversos que acompanharão as imagens, em um diálogo entre a fotografia e a literatura, PALESTRA A palestra a ser realizada, será divulgada para o grande público, com acesso gratuito e terá uma função de divulgação a respeito do projeto, do livro e do artista junto ao público interessado, e, em especial a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Na palestra serão explanados e debatidos os temas: trajetória de vida de Aristides Alves, temas de interesse de suas obras, processos de criação, detalhes técnicos de sua produção, fortuna crítica sobre a sua obra.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a cultura brasileira através da produção e divulgação de um livro de arte que celebra a trajetória de um dos mais importantes fotógrafos brasileiros, Aristides Alves, estimulando o diálogo entre a fotografia e a literatura. Objetivos Específicos: - Produzir 1.000 exemplares de um livro de arte com 50 fotografias de Aristides Alves e 30 textos de escritores brasileiros, em formato físico - Produzir versão adaptado do livro para o formato digital, incluindo áudio dos textos e audiodescrição das imagens.- Realizar uma exposição presencial das fotografias e dos textos do livro, com acesso gratuito, em um espaço cultural de grande visibilidade.- Criar um site com o conteúdo completo do livro, permitindo o acesso gratuito ao público em geral.- Promover debates e atividades culturais relacionadas ao projeto, como palestras e mesas redondas, com a participação de artistas, escritores e pesquisadores.- Fortalecer a produção cultural brasileira, incentivando a criação de novas obras de arte que dialoguem com diferentes linguagens.

Justificativa

"A câmera é um instrumento que ensina as pessoas a verem sem a câmera" (Dorothea Lange, fotógrafa) Dizem que as fotografias contam uma história, mas se pensarmos bem, é mais acertado dizer que uma fotografia pode contar muitas histórias. Sem informação ou fora do contexto, uma imagem pode gerar muitas versões diferentes de um fato. Pode ser uma prova incontestável da inocência de alguém ou, ao contrário, tornar essa pessoa suspeita de uma ato ilícito. Pode trazer paz ou angústia. Pode fazer uma pessoa sorrir e outra chorar. E com certeza, pode dar asas à imaginação. Por que assim é a arte. A fotografia de Aristides sempre ajudou a contar histórias. Mas histórias reais, muitas vezes acompanhadas de textos informativos sobre os lugares e as manifestações fotografadas. Como exemplo, podemos citar os livros "Upaon-Açu. São Luiz" (2012) e "Museu do Recolhimento dos Humildes" (2018). Neste novo livro, os textos brincam com a realidade, pois partem da imaginação dos autores. O escritor e professor da Universidade de Lion na França, Jérôme Thélot (2004) faz importantes reflexões sobre o assunto. Segundo ele, tanto a Literatura quanto a fotografia são duas formas de arte que se influenciaram mutuamente. Nessa perspectiva, pode-se interpretar que a literatura contribuiu para a invenção da ideia de fotografia, modelando-a, construindo o seu imaginário e desenvolvendo a sua teoria através de obras de ficção. Por conseguinte, percebe-se que, reciprocamente, a fotografia renovou a literatura. Para Natalia Brizuela (2009), PHD pela Universidade Nova Iorque, a literatura vindoura, que chamamos de "contemporânea", situar-se-ia em uma fronteira entre a literatura e as outras artes, bem como em uma zona porosa, de contato, contaminação e de metamorfose. Desse modo, tanto a literatura se transforma, quanto as demais artes são modificadas na literatura. Entre as muitas expansões da arte literária estaria a sua passagem para o campo fotográfico, produzindo, dessa forma, diferentes resultados. Na era em que a tecnologia das imagens está em plena expansão, não é de se admirar que os teóricos, críticos e historiadores da literatura se interessem pela cultura visual, a qual sempre esteve lado a lado com o universo das letras. Nesse sentido, é legítimo que se considere a fotografia como um lugar de debate literário. Nas obras literárias, ela aparece ora em meio ao texto, confirmando ou completando o sentido das palavras, ora colocando em evidência as palavras, ora posicionando-a em oposição ou tensão com as palavras. Seja como for, a fotografia caracteriza-se pelo envolvimento de um discurso público e privado que circunda as imagens. Dentre outros aspectos, este é um projeto provocativo, que tem por objetivo incentivar a leitura e valorizar a arte da fotografia, mas que também traz reflexões sobre a importância da checagem dos fatos, especialmente em tempos de fake news e inteligência artificial. As notas explicativas no final do livro, tem essa tarefa também, de elucidar o leitor sobre a diferença entre imaginação e realidade. O projeto tem por objetivo ainda celebrar os cinquenta anos de trajetória do artista que traz a seguinte fala sobre o projeto: "Procuro através deste livro explorar os limites entre imagem e palavra, criando uma visão renovada, histórias dentro de histórias, o uso de fotografias para expandir as possibilidades de narrativas em texto. O instante fotográfico e a reflexão da literatura se relacionam de forma complementar, trazendo múltiplas perspectivas da criatividade. Uma fotografia interessada em pensar uma narrativa e/ou uma narrativa construtora de imagens. Uma foto provocando metáforas visuais, intertextualidades, interpretando o mundo e posicionando criticamente sobre a realidade."

Especificação técnica

LIVRO. Formato fechado: 24x24 cm (fechado) / 48x24 cm (aberto). Número de páginas: 160 páginas. Miolo em papel couchè fosco 150gr em 4x4 cores com aplicação de verniz base d'água . Capa dura revestida em papel couchê fosco 120 g, em 4x0 cores. Acabamento: costurado, laminação fosca na capa e shinrk individual. 1.000 exemplares EXPOSIÇÃO. Mostra em local de fácil acesso e gratuito, com exibição de 30 fotografias ampliadas e emolduradas, com o formato de 40x40 cm cada. PALESTRA- A ser realizada na Academia de Letras da Bahia, onde também será realizado o lançamento do livro, de modo que o visitante, além de ter o entendimento da trajetória do artista, terá um contato direto com a obra dele. Para a realização da palestra, será convidado um mediador que fará a interlocução entre o público presente e o artista. PROJETO CURATORIAL. A proposta de organização do conteúdo do livro e da exposição é fazer um recorte da trajetória de 50 anos de Aristides Alves como fotógrafo. Com isso, o público presente na exposição e o leitor do livro terá um entendimento bem claro da obra do artista. DIREITOS AUTORAIS. A autorização para reprodução das 50 fotos de Aristides Alves

Acessibilidade

PRODUTO - LIVRO - Acessibilidade física: O proponente se compromete a lançar o livro em local que atenda às especificações de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Assim, ao que compete à acessibilidade física, o local destinado ao lançamento dispõe de rampas e banheiros adequados a portadores de deficiência ou mobilidade reduzida. - Acessibilidade para PcD auditivos: não se aplica - Acessibilidade para PcD visuais: Será produzida, divulgada e disponibilizada versão com recurso de audiodescrição e legenda para portadores de deficiência visual. Os custos necessários para cumprimento desta ação já estão inseridos na planilha orçamentária. - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Destacar profissional responsável e habilitado para atendimento específico para a pessoa que necessite atenção especial, de modo que o projeto contemple a todos que desejem acesso ao conteúdo. Como as possibilidades de limitações são diversas, a coordenação do projeto avaliará de forma individual caso a caso. PRODUTO - EXPOSIÇÃO - Acessibilidade física: O proponente se compromete a realizar a exposição em local que atenda às especificações de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Assim, ao que compete à Acessibilidade física, o local destinado à realização da mostra dispõe de rampas e banheiros adequados a portadores de deficiência ou mobilidade reduzida. - Acessibilidade para PcD auditivos: não se aplica - Acessibilidade para PcD visuais: Nos dias da exposição, o projeto contará com um profissional que poderá fazer o acompanhamento do visitante portador de limitação visual, explicando visualmente cada obra exposta. - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Destacar profissional responsável e habilitado para atendimento específico para a pessoa que necessite atenção especial, de modo que o projeto contemple a todos que desejem acesso ao conteúdo. Como as possibilidades de limitações são diversas, a coordenação do projeto avaliará de forma individual caso a caso. PRODUTO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - PALESTRA - Acessibilidade física: O proponente se compromete a realizar a palestra em local que atenda às especificações de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Assim, ao que compete à acessibilidade física, o local destinado à realização da palestra dispõe de rampas e banheiros adequados a portadores de deficiência ou mobilidade reduzida. - Acessibilidade para PcD auditivos: Será registrada e disponibilizada a gravação da palestra para distribuição gratuita, com legendas, ampliando o acesso a todos que queiram, em especial aos portadores de deficiência visual ou auditiva. Os custos necessários para cumprimento desta ação já estão inseridos na planilha orçamentária. - Acessibilidade para PcD visuais: A apresentação da palestra será em linguagem oral, portanto, apropriada para o acompanhamento de portadores de deficiência visual. - Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Destacar profissional responsável e habilitado para atendimento específico para a pessoa que necessite atenção especial, de modo que o projeto contemple a todos que desejem acesso ao conteúdo. Como as possibilidades de limitações são diversas, a coordenação do projeto avaliará de forma individual caso a caso

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: Em atendimento ao disposto no Artigo 27 da IN Nº 1, de 10 de abril de 2023, especificamos abaixo as medidas que serão adotadas para democratização do acesso: - Serão destinados 10% dos livros (100 exemplares) para distribuição gratuita por parte da empresa patrocinadora do projeto. - Serão destinados 10% dos livros (100 exemplares) para distribuição gratuita com caráter social-educativo. Esses livros serão doados à projetos sociais, escolas, universidades, bibliotecas comunitárias, municipais, estaduais e privadas, desde que tenham reconhecido caráter de acesso gratuito para populações de baixa renda. Esse percentual está descrito no campo "Plano de Distribuição" no item "Distribuição Gratuita" / "População". - Serão destinados até 10% dos livros (100 exemplares) para distribuição gratuita para ações de divulgação do projeto para imprensa e formadores de opinião. - Serão destinados 20% dos livros (200 exemplares) para comercialização ao valor de R$ 35,00, respeitando a indicação de não ultrapassar 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - A comercialização do livro nesta proposta será limitada a 50% da tiragem de 1.000 exemplares, ou seja, 500 exemplares, sendo que a empresa proponente garante que o preço ofertado será limitado a R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), valor abaixo do limite sugerido pela Intrução Normativa. Amplicação de Acesso: Em atendimento ao disposto no Artigo 28 da IN Nº 1, de 10 de abril de 2023 do Ministério da Cultura, recorremos ao inciso indicado abaixo: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Sendo assim, como ação a ser avaliada pelo Ministério da Cultura para esta proposta, o proponente sugere disponibilizar de forma gratuita a versão digital do livro a ser produzido com todo o conteúdo da publicação. Sem dúvida esta é uma ação que visa garantir o acesso ao livro por todos que o desejem.

Ficha técnica

A) FICHA TÉCNICA DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS · P55 Edição - empresa proponente e responsável pela coordenação geral do projeto, coordenação editorial e gráfica, projeto gráfico, editoração eletrônica e prestação de contas, A P55 Edição teve início em 2002, em Salvador, Bahia, e tem como conceito editorial publicações de livros nos segmentos de artes plásticas, cultura brasileira, prosa, poesia, antropologia, gastronomia, fotografia e literatura infantil. A editora tem como principal foco publicações de autores baianos, ou que residam na Bahia, e a disseminação sem restrições da cultura baiana e brasileira a preços acessíveis, seja editando livros raros em domínio público ou publicando livros inéditos. Site www.p55.com.br · Aristides Alves - artista/fotógrafo - nasceu em Belo Horizonte, formado em Jornalismo e Comunicação (1983) pela Universidade Federal da Bahia, situada em Salvador, onde se radicou em 1972. Desenvolveu intensa atividade cultural no campo da fotografia, como um dos fundadores do grupo Fotobahia, que produziu mostras coletivas, cursos, oficinas e encontros anuais realizadas entre 1978 e 1984. Atuou também no campo do fotojornalismo, criando a primeira agência baiana de fotografia - ASA , foi correspondente da agência paulista F4, coordenador do Núcleo de Fotografia da FUNCEB e integrante da diretoria da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil. Ensinou fotografia, trabalhou com pesquisa, curadoria e montagem de exposições. Realizou diversas exposições individuais e participou de importantes coletivas no Brasil e no exterior. Atualmente dedica-se a projetos editoriais, tem 19 livros publicados. Produziu e editou o livro A Fotografia na Bahia_1839/2006, uma referência do pouco que restou da memória fotográfica da Bahia. · Patrícia Si Barreto - produtora - é administradora, mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia - UFBA e tem especialização em Relações Públicas pela Universidade Estadual da Bahia - UNEB. É responsável pela gestão dos projetos e assessoria da presidência da Academia de Letras da Bahia, desde fevereiro de 2021, foi gestora da Casa Rosa entre 2019 e 2023 e assessora da Direção Artística do Teatro Castro Alves entre os anos de 2013 à 2019. Gestora da empresa Ramo Cultural, desenvolve projetos pessoais e presta serviços de consultoria, planejamento, produção, sistematização de informações e geração de conteúdo para espaços culturais de Salvador. É idealizadora, curadora e produtora da mostra “Amar, Verbo Transitivo", vencedora do prêmio Aldir Blanc, 2021, em primeiro lugar na categoria exposição virtual e que virou um livro impresso em 2024 com o apoio do SEBRAE. Fez a coordenação de produção da Galeria Virtual da Academia de Letras da Bahia. Realizou a produção executiva da exposição virtual Benção, da Casa Rosa, com participação de 100 artistas; Fez a coordenação de produção da Exposição Tropicália 50 Anos – 2017, no Foyer do Teatro Castro Alves; e a produção da Exposição TCA em Cartaz – 2015, no mesmo local. · Marcus Vinícius Rodrigues - curador dos textos - é escritor e mestre em literatura pela UFBA, membro da Academia de Letras da Bahia e tem atuado como divulgador de literatura através de festivais, festas literárias e programas de entrevistas no YouTube e em rádio. Comanda o programa Palavra&Ponto no YouTube da Academia de Letras da Bahia. Na Rádio Excelsior da Bahia, FM 106,1, comandou por um ano o programa Letras da Bahia. Já entrevistou, entre outros, Maria Valéria Rezende, Antônio Torres, Milton Hatoum, Ronaldo Correia de Brito, Luiz Ruffato, Micheliny Verunschk, Luciany Aparecida, Kátia Borges, Lívia Natália, Clarissa Macedo, José Inácio Vieira de Melo e Ricardo Ishmael. Publicou, entre outros, os livros Motel Mustang (P55, 2024), O mar que nos abraça (Caramurê, 2019); Café Molotov (7Letras, 2018) e A eternidade da maçã (7Letras, Prêmio Nacional da Academia de Letras da Bahia, 2016) e Pequeno inventário das ausências (poesia, Prêmio Fundação Casa de Jorge Amado, 2001). · Angela Magalhães - Produção de texto: formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1980). Foi bolsista da Fulbright / Capes junto ao International Center of Photography e a Aperture Foundation, NY (1988/89). Na coordenadoria de exposições do Instituto Nacional de Fotografia da Funarte, em parceria com Nadja Fonsêca Peregrino, coordenou as Semanas Nacionais de Fotografia (1982 a 1989) e mais de uma centena de mostras fotográficas, entre elas: José Medeiros-50 anos de Fotografia (1986); mostras regionais brasileiras (84-89); Cuba, Imagens da História, Raul Corrales ( 1987); Uma Sensação do Impossível, coletiva de fotógrafos mexicanos (1987); Nunes Vais-Fotografias da Itália do final do século XIX e início do XX (1988); Madeira Mamoré: Imagem e Memória, Marcos Santilli(1988); A Mecânica do Desejo, Antônio Saggese (1989); Retrospectiva Prêmio Esso de Fotografia (1989); Todo dia é dia de Indio, Milton Guran (1992); Hommage a Trois, fotos de Zeka Araújo, Pedro Vasquez e Walter Firmo, em comemoração aos quinze anos da Galeria de Fotografia da Funarte (1994), entre outras. · Nadja Fonsêca Peregrino - Produção de texto: Mestra em Comunicação(ECO/UFRJ-1990). Por mais de uma década foi professora do Curso Superior de Fotografia da Universidade Estácio de Sá (RJ) e atua como docente no curso de pós-graduação da Universidade Cãndido Mendes desde 2001 no curso Fotografia, imagem, memória e comunicação (RJ). Como curadora realizou mais de 100 exposições apresentadas na Funarte (RJ) e Centro de Artes da UFF (Niterói), tais como as primeiras individuais de Sebastião Salgado e José Medeiros (Galeria de Fotografia, Funarte 1984 e1986) e a mostra coletiva Identidade, do analógico ao digital (UFF, 1992). Desde 1998, atua com Angela Magalhães, como curadora independente, realizando diversos projetos de pesquisa e exposições. Entre as mais recentes destacam-se: Brasil sem Fronteiras, Houston(2000) e Desde la piel que quiere ser vista al sentido invisible (Argentina, Quito, Peru, 2003/2004). Um certo Brasil (coletiva de fotografia contemporânea, 2010), apresentada no Pingyao International Photography Festival, dando início ao projeto de intercâmbio cultural “Distant neighbors”, cuja continuidade se deu em 2011 com a exposição Caminhos da Fé, apresentada no festival Photovisa – Krasnodar, Rússia. Em 2012 realizou mostra Laços de Família, Etnias do Brasil, apresentada no MAM (fevereiro/RJ) e em São Paulo (Fundação Mabe) e A pequena Itália de Niterói, Museu do Ingá (março-abril). Como co-curadora da Casa Das Artes Visuais em João Pessoa (PB), organizou em 2012 as mostras individuais de Evandro Teixeira, João Lobo e Renan Cepeda.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.