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O projeto "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho" consiste na produção de um livro trilíngue (português, inglês e espanhol), impresso e digital, que une arte e cultura, apresentando ingredientes nativos do Pantanal, histórias das comunidades locais, informações técnicas sobre o bioma, acompanhadas de fotos e ilustrações, e receitas da chef Bel Coelho. A proposta inclui também, como contrapartida social, uma palestra, para promover a valorização e preservação do bioma pantaneiro.
O livro “Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho” é uma obra ilustrada que celebra a riqueza cultural e ambiental do pantanal, através do fio narrativo de receitas. Trata-se de um livro de arte, de de cultura, de alimentação e meio ambiente. Um tipo de caderno de viagem pelo bioma, no qual trazemos informações técnicas sobre o BIOMA (e sobre os impactos da água e do fogo em cada um deles), desenhos esquemáticos das camadas do solo, fotografias, pratos e receitas, um glossário ilustrado de 30 produtos nativos de cada bioma, uma ilustração do mapa vivido na experiência, além de índice de produtores e comunidades e informações sobre fornecimento e acesso a esses produtos nativos. Nele, a chef Bel Coelho também apresenta receitas autorais utilizando ingredientes nativos do Pantanal. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos Características: Edição impressa: 1.000 exemplares impressos em versão trilíngue: português, inglês e espanhol.Conteúdo: Aproximadamente 64 páginas com textos informativos, receitas, fotografias de paisagens e comunidades e ilustrações detalhadas de espécies nativas comestíveis, técnicas culinárias e utensílios tradicionais.Versões adicionais: Disponibilidade em versões digitais (português, espanhol e inglês); audiobook em português; versão brochura para impressão sob demandaObjetivo: O livro visa promover a valorização e preservação dos biomas brasileiros, educando o público sobre a importância da biodiversidade e das práticas culturais locais, incentivando a sustentabilidade e o consumo de produtos nativos. Conteúdo do livro, de aproximadamente 64 páginas: Prefácio, Introdução e Índice TEXTOS: - Introdução e informações técnicas sobre bioma- Textos de Bel Coelho com impressões pessoais- Falas e ensinamentos anfitriões locais - pelo menos 5 receitas entre pratos locais e pratos criativos da Bel Coelho FOTOGRAFIAS: - Paisagens do pantanal- Anfitriões de biomas (fisionomias e retratos)- viagem e Bel no processo de pesquisa e escuta- Pratos e receitas durante a viagem ao pantanal- Fotografia de pratos autorais da Bel com produtos nativos em estúdio em São Paulo ILUSTRAÇÕES: - glossário ilustrado de produtos do pantanal: espécies nativas comestíveis, técnicas, utensílios, botânica (aproximadamente 30)- mapa vivido e significativo do percurso realizado- ilustração esquematizada das camadas do solo Índice de Produtores e comunidadesInformações sobre fornecimento e acesso aos produtos nativosÍndice Remissivo (com algumas ilustrações do glossário)AgradecimentosBibliografia
Objetivo Geral O projeto tem como objetivo geral promover a valorização e a preservação do bioma brasileiro através de ações culturais que integram arte, cultura, alimentos e conhecimento tradicional, destacando a riqueza cultural e ambiental do Brasil, incentivando a conscientização e fortalecendo práticas sustentáveis. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do projeto são: 1. Produção e impressão de um livro:Descrição: Desenvolver um livro ilustrado, colorido e trilíngue (português, inglês e espanhol), contendo informações sobre ingredientes nativos do bioma brasileiro Pantanal, textos, fotos e ilustrações que narram a riqueza cultural e ambiental do bioma, bem como receitas autorais de Bel Coelho.- Quantidade: Impressão de 1.000 exemplares, bem como a produção de versão digital em português, espanhol e inglês.- Para produção do livro realizaremos uma pesquisa de campo, que consistirá na realização de uma viagem de pesquisa para documentar as práticas culturais e alimentares das comunidades locais. Essa documentação inclui entrevistas, fotografias, escuta de histórias sobre o bioma e coleta de receitas tradicionais. - Para compor o livro, será criado um glossário ilustrado de espécies nativas comestíveis (com aproximadamente 30 espécies), técnicas culinárias e utensílios tradicionais, promovendo o conhecimento e valorização das culturas locais do bioma.- Distribuiremos exemplares do livro para as comunidades visitadas, em bibliotecas públicas, faculdades e durante eventos culturais, visando o acesso à informação e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. - Produção e impressão de posters de divulgação do conteúdo cultural do projeto, contendo o glossário ilustrado de aproximadamente 30 produtos nativos do Pantanal (entre plantas espécies nativas comestíveis, técnicas, utensílios, botânica) 2. Produção de Edições Digitais e Audiobook: - Desenvolver versão digital do livro e um audiobook com descrição de imagens, acessíveis em português, inglês e espanhol, ampliando o acesso às informações culturais e ambientais. As versões digitais estarão disponíveis nos três idiomas e o audiobook em português.Estima-se que a versão digital do livro e o audiobook sejam baixados por cerca de 1.000 pessoas O conjunto dessas ações culturais visa a integrar e valorizar o conhecimento tradicional das comunidades locais, promovendo a preservação dos biomas brasileiros como um reflexo do fortalecimento cultural. 3. Realização de contrapartidas sociais: - Promover uma palestra / oficina gratuita sobre alimento e educação ambiental, para alunos e professores de escola pública, visando à transmissão de conhecimentos adquiridos ao longo do projeto.
O projeto "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho" visa à valorização e à preservação dos biomas brasileiros através de ações culturais integradas, promovendo a arte e o conhecimento tradicional sobre os ingredientes da região. Este projeto é essencial para fomentar a conscientização sobre a riqueza cultural e ambiental do Brasil, incentivando práticas sustentáveis e o consumo de produtos nativos. Trata-se de um livro que busca utilizar os ingredientes e alimentos brasileiros para valorizar cadeias produtivas sustentáveis e justas socialmente. Acreditamos que as histórias reais dos anfitriões de biomas podem gerar empatia pela causa ambiental, assim como na outra ponta, a culinária criativa pode furar bolhas e conquistar outros horizontes de empatia pela causa. O projeto permite utilizar a alimentação como aliada na luta sócio- ambiental, divulgando modelos replicáveis e cadeias produtivas que funcionam mantendo as florestas em pé. Há 26 anos, a chef e ativista paulistana Bel Coelho traz para a sua cozinha os propósitos e lutas que defende com firmeza e competência. Militante de uma alimentação saudável, sem veneno e acessível para todos, tem como uma de suas principais bandeiras o estímulo ao uso de ingredientes nativos, que ajudam a regenerar o meio ambiente e a não deixar as múltiplas culturas alimentares do Brasil morrerem. Entre os movimentos sociais e organizações que é envolvida, estão a 342, Greenpeace, Slow Food, Instituto Socioambiental, Adus e TUCCA. Desde 2020, é responsável pela cozinha do Cuia Restaurante, que fica dentro da Livraria Megafauna, no edifício Copan, trabalho que lhe rendeu o prêmio de Melhor Endereço Bom e Barato na edição 2021 da Veja Comer e Beber. A chef ainda apresenta o "Food Connection", no canal Sabor e Arte, ao lado do jornalista Josimar Melo e convidados. Na televisão, também apresentou o "Receitas de Viagem", exibido pelo TLC e pela TV Cultura. Para o programa, rodou o país conhecendo e mapeando as culinárias regionais e cadeias do alimento, o que lhe trouxe ainda mais inspiração e repertório para os famosos menus-degustação do Clandestino, seu restaurante itinerante que teve suas atividades pausadas na pandemia, mas que irá retornar em 2024. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme estabelecido pela Lei Rouanet, é fundamental para o financiamento deste projeto, tendo em vista que envolve custos de pesquisa e viagem incompatíveis com a realidade atual do mercado editorial impresso, mas que tem por finalidade fortalecer cadeias produtivas, apresentar o BIOMA do pantanal como patrimônio ambiental e também cultural e social, divulgar produtos nativos e receitas, no intuito de que a variedade de ingredientes nativos chegue um dia à mesa de todos os brasileiros, e que a visibilidade do projeto e do livro possa fortalecer as comunidades locais. Como diz a Bel Coelho: "A preservação de nossas florestas precisa ser pensada de forma integrada à soberania alimentar. Nossos biomas são patrimônios ambiental, cultural e social que precisam ser preservados e valorizados interna e internacionalmente, e para isso, pesquisados e divulgados."" Enquadramento na Lei Rouanet:O projeto "Biomas à Mesa - livro de Bel Coelho" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 O projeto do livro "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho" também atende a diversos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei Rouanet, que são: I. Contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro; II. Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; III. Dar oportunidade para que as categorias e manifestações culturais tenham acesso aos meios de produção, difusão e circulação dos bens culturais; IV. Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI. Proporcionar à população meios de conhecer, apreciar e consumir os bens e valores culturais; VII. Estimular o desenvolvimento da consciência cultural da população, além da formação de plateias e da melhoria de acesso aos bens culturais; VIII. Estimular o mecenato, como forma de apoio e financiamento a projetos culturais e artísticos. Sendo assim, o financiamento através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet é essencial para viabilizar o "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho". O projeto "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho" é uma iniciativa cultural de grande relevância, que integra arte, cultura e conhecimento tradicional para promover a valorização e preservação dos biomas brasileiros. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet é fundamental para o financiamento e viabilização deste projeto, que atende diretamente aos incisos do Art. 1º e aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, contribuindo significativamente para a promoção e difusão da cultura nacional.
LIVRO DE ARTE - EDIÇÃO ESPECIAL TIRAGEM: 1.000 cópias Trilingüe: português, espanhol e inglês 64 páginas MIOLO ( 23 x 30 cm / fechado) Impresso A4/4 CORES Papel Munken Rough 120 - 135g GUARDA Em Colorplus 180g CAPA DURA ou Revestida em papel Couché brilho 150 gr., 5/0 cores Com laminação soft touch frente e hot stamping EDIÇÕES DIGITAIS português, espanhol, inglês, EDIÇÃO DIGITAL AUDIOBOOK com descrição de imagens em português POSTERS: 2.000 posters do glossário de 30 produtos nativos do pantanal
LIVRO DE ARTE - EDIÇÃO ESPECIAL TIRAGEM: 1.000 cópias Trilingüe: português, espanhol e inglês 64 páginas MIOLO ( 23 x 30 cm / fechado) Impresso A4/4 CORES Papel Munken Rough 120 - 135g GUARDA Em Colorplus 180g CAPA DURA ou Revestida em papel Couché brilho 150 gr., 5/0 cores Com laminação soft touch frente e hot stamping EDIÇÃO POPULAR BROCHURA para impressão sob demandaEDIÇÕES DIGITAIS português, espanhol, inglês, EDIÇÃO DIGITAL AUDIOBOOK com descrição de imagens em português POSTERS: 2.000 posters do glossário de 30 produtos nativos do pantanal
A proponente está comprometida em garantir a acessibilidade física e de conteúdo para todas as atividades e produtos do projeto, promovendo a inclusão e a participação de todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência auditiva, visual e com mobilidade reduzida. A seguir, detalhamos as medidas de acessibilidade que serão adotadas para cada um dos produtos do plano anual: As medidas de acessibilidade serão as seguintes: Produto Livro: Acessibilidade física para pessoas com deficiência física: não se aplica;Acessibilidade de Conteúdo para Pessoas com Deficiência Auditiva: não se aplica; Acessibilidade de Conteúdo para Pessoas com Deficiência Visual (Art. 27, II, da IN MinC nº 11/24)As medidas adotadas para promover a acessibilidade às pessoas com deficiências visuais aos conteúdos do projeto são a produção de audiobook Contrapartida social: Acessibilidade física para pessoas com deficiência física: no local onde será realizada haverá acessos adaptados e facilitadores para a locomoção, incluindo rampas e banheiros acessíveis. Acessibilidade de Conteúdo para Pessoas com Deficiência Auditiva: intérprete de librasAcessibilidade de Conteúdo para Pessoas comdeficiência visual (Art. 27, II, da IN MinC nº 11/24): narrador de audiodescrição.
O projeto “Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho” adota uma abordagem inclusiva e acessível, garantindo a ampla distribuição e comercialização de seus produtos para diversos públicos. Dos 1.000 exemplares impressos do livro, parte será distribuído gratuitamente entre as comunidades visitadas (incluindo povos originários, ribeirinhos, quilombolas, produtores agroecológicos e agricultores familiares), bem como para bibliotecas públicas, faculdades e durante eventos culturais. Essa estratégia visa assegurar o acesso à informação, promovendo a valorização do patrimônio cultural e ambiental do Pantanal. Além disso, o projeto prevê a venda do livro em formatos variados para ampliar o acesso e a democratização do conhecimento. A obra estará disponível em uma versão digital trilíngue (português, inglês e espanhol), facilitando o alcance global. Uma versão em audiobook com descrição de imagens em português será produzida, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Também será disponibilizada uma versão brochura de menor custo, que poderá ser adquirida online em plataformas como a Amazon, produzida sob demanda (via BOOKWIRE), possibilitando uma opção mais econômica e sustentável. O projeto incluirá medidas para garantir o retorno às comunidades envolvidas, revertendo parte do lucro obtido com a venda do livro para as comunidades visitadas, diretamente ou por meio de organizações de atuação consolidada na preservação dos biomas brasileiros, como Saúde e Alegria, Instituto Socioambiental (ISA), Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Central do Cerrado, Auá, Cetra e Slow Food. Essa iniciativa assegura que o impacto positivo do projeto seja sentido nas áreas que inspiram e enriquecem a obra, fortalecendo o engajamento comunitário e a sustentabilidade local. Para fomentar a inclusão e o envolvimento cultural, o projeto também prevê a realização de palestra cultural e educativa: Palestra/oficina sobre o alimento e a preservação dos recursos ambientais: Esta palestra será oferecida em eventos públicos ou em faculdades públicas, com foco na disseminação de conhecimentos adquiridos ao longo do projeto. A atividade incluirá demonstrações culinárias utilizando ingredientes nativos do Pantanal, acompanhadas de discussões sobre a importância da preservação ambiental e o uso sustentável dos recursos locais. Essa palestra/oficina visa a ampliar a conscientização sobre a biodiversidade brasileira e seu papel na cultura e na arte, incentivando práticas sustentáveis e responsáveis.Com essa abordagem múltipla e inclusiva, o projeto "Biomas à Mesa - Pantanal, por Bel Coelho" busca não apenas valorizar o patrimônio cultural do Pantanal, mas também garantir que o conhecimento e as práticas sustentáveis se disseminem amplamente, promovendo um impacto duradouro e positivo na preservação dos biomas brasileiros.
Idealização, pesquisa e direção geral: Bel Coelho e Marina AranhaPratos, receitas e curadoria: Bel CoelhoPesquisa e edição de Receitas: Janaina FidalgoDireção de arte: Ateliê Marina Aranha, studio ARADO, studio AllesBlau, Brejo.coTextos: Bel Coelho Mateiro: Jorge FerreiraEcólogo: Jerônimo Villas-BôasProdução: Marina AranhaFotografia dos pratos: Nani Rodrigues Fotografia de viagens: Nay Jinknss ou Nani Rodrigues Produção de conteúdo digital: Brejo.co - Nani Rodrigues e Marcos Lôndero ilustração: Marina Aranha, Bruno Brito, Carol Simó, BrixxFurtadoPesquisa e projeto gráfico: estúdio Arado ou studio AllesBlauDiagramação: studio AllesBlau ou estúdio AradoEdição: Editora CobogóProdução gráfica: Editora CobogóTradução:Revisão e copidesque: Impressão e tratamento da imagem: PSIS Gráfica e EditoraAssessoria executiva: Gustavo Seraphim Bel Coelho - Coordenação geral Premiada chef do Clandestino e apresentadora do Receita de Viagem (TLC Discovery, vencedora de melhor série lifestyle - 2ª Festival Internacional de TV - TELAS - 2015), Bel descobriu cedo sua vocação. De uma família de apreciadores da gastronomia, tem em sua memória afetiva uma forte ligação com a cozinha e com seus sabores. À frente do programa de TV, percorreu mais de 35 cidades brasileiras, aprofundando sua pesquisa e explorando, com um outro olhar, a autêntica cozinha do Brasil e toda a sua riqueza de ingredientes, personagens, costumes e histórias. Bel também apresentou o programa “Food Connection” no canal Sabor e Arte, ao lado do jornalista Josimar Melo, e esteve no ar no Iron Chef Brasil, programa do Netflix. É responsável pelas cozinhas do Cuia Restaurante, no edifício Copa, e do novo Clandestina, na Vila Madalena. Com bom custo-benefício, as receitas cosmopolitas que homenageiam os ingredientes e biomas do Brasil renderam ao Cuia a distinção “Big Gourmand” do Guia Michelin 2024 e o prêmios de “Melhor Endereço Bom e Barato” na edição de 2021 da Veja Comer e Beber. Sua experiência de menus-degustação do antigo Clandestino começo em sua primeira casa, o DUI, fundada em 2010, e migrou para o Beco do Batman, na Vila Madalena, a partir de 2014, quando já incorporava produtos nativos dos biomas aos seus menus, como forma de divulgação e fortalecimento das cadeias produtivas responsáveis. Defensora da agroecologia e de cadeias social e ambientalmente corretas, justas e sustentáveis, os ideais e princípios da chef estão presentes em todas as etapas de seu trabalho: Bel prioriza ingredientes orgânicos, naturais, nativos brasileiros e sazonais em qualquer menu ou projeto que idealiza. Entre os movimentos sociais e organizações que é envolvida, estão a 342, Greenpeace, Slow Food, Instituto Socioambiental, Adus e TUCCA. Formada no Culinary Institute of America, em Nova York, a chef passou por algumas das mais premiadas cozinhas do mundo, como o El Celler de Can Roca, na Espanha, e D.O.M, no Brasil. Foram nessas experiências que adquiriu técnicas e conhecimento de gastronomia contemporânea, que somadas às suas pesquisas, fecham a equação que lhe traz prestígio e reconhecimento desde o início de sua carreira. Incansável, Bel ainda é mãe de dois filhos e viaja o Brasil para conhecer produtores, comunidades tradicionais, cozinhar, dar aulas e participar de atos políticos, enquanto engaja seus seguidores nas redes sociais com campanhas de impacto Marina Aranha - Coordenação geralMarina Aranha é bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo-USP [2002 a 2007], mestre em filosofia do direito também pela USP [2009-2012], e estudante de arquitetura (UnB e Mackenzie, desde 2022). É co-fundadora do Observatório de Heliópolis, do #MeRepresenta e do Instituto Construção e foi gestora do Urban95, projeto de urbanismo voltado à primeira infância, uma parceria do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) com a Fundação Bernard Van Leer. É advogada da União desde 2009, contando com mais de 15 anos de experiência em advocacia e política pública, incluindo assessoria a projetos culturais, revisão de processos de prestação de contas; foi também assessora da Secretaria de Governo da Presidência da República e coordenadora geral do Ministério da Integração Nacional, onde respondia pelas contratações da obra de transposição do rio São Francisco e pode participar das ações de preservação ambiental do projeto. Tem diversas produções acadêmicas e participações em bancas. Atualmente é mãe de Aurora e Gal, produtora e ilustradora. Jerônimo Villas-Bôas (pesquisador e coordenador de conteúdo)Brasileiro, ecólogo e mestre em Gerenciamento Ambiental. Especialista em biodiversidade, há 18 anos atua como consultor de importantes organizações socioambientalistas do Brasil, como Instituto Socioambiental, Instituto Pebiru, Projeto Saúde e Alegria e Instituto Sociedade, População e Natureza. É cofundador da Reenvolver, empresa com a missão de fortalecer cadeias de valor de produtos da sociobiodiversidade (www.reenvolver.com.br). Membro da rede Ashoka desde 2015 e conselheiro do Slow Food Internacional como ponto focal do tema biodiversidade. Janaina Fidalgo (jornalista e escritora)Janaina Fidalgo é jornalista, pós-graduada em gastronomia. Começou sua carreira na Folha de S.Paulo, onde trabalhou dez anos. Editou as páginas de Comida, à época publicadas no caderno de cultura, a Ilustrada. Foi editora-assistente do Paladar, suplemento gastronômico do Estado de S.Paulo, por três anos, e crítica de gastronomia da revista Época São Paulo, publicada pela Editora Globo. Foi co-curadora do Entre Estantes & Panelas, evento mensal com temas relacionados à alimentação que aconteciam na Livraria Cultura. É co-autora de “67 receitas com melo de abelhas nativas” e editora de “Nossos almoços de família”. Atualmente, tem uma agência de comunicação especializada em gastronomia, o estúdio silo. Carmen Maria de Sousa (coordenadora financeira)Foi Gerente de Planejamento/Controle, passando a Diretora Adjunta Administrativo Financeiro da Base7 Projetos Culturais [2003 a 2023], tendo ampla experiência no controle de custos dos projetos em execução, análise de contratos de patrocínio e de prestação de serviços, elaboração das prestações de contas às leis de incentivo e aos patrocinadores, além da elaboração de previsão orçamentária dos projetos em desenvolvimento e formatação para inscrição em editais e leis de incentivo Federal, Estadual e Municipal, bem como controle do fluxo de caixa, planejamento tributário, analise dos balancetes mensais, apoio à analise dos relatórios de auditoria e contabilidade. Apoio à área TI para o desenvolvimento de sistema de controle orçamentário e emissão de relatórios com vistas às prestações de contas da Leis Federal, Estadual e Municipal. Em especial cabe ressaltar que já elaborou cerca de 46 prestações de contas junto ao Ministério da Cultura. Gustavo Seraphim (Assessor executivo)Formado em direito, é mestre em Tecnologia e Sociedade (UTFPR). Tem especialização em gerenciamento de projetos (FGV-SP) e em Gestão e Políticas Culturais (Universidad de Girona-ESP). Atua há mais de 15 anos na criação, planejamento, implementação e gestão de projetos e programas culturais, bem como estruturação e desenvolvimento de projetos para editais e leis de incentivo, controle orçamentário, análises e elaboração de relatórios. Presta consultorias e assessorias para organizações não governamentais, empresas e pessoas físicas, tais como Instituto Porto Seguro, SOMMOS Arte e Cultura, Instituto Arte e Cultura, Instituto Tomie Ohtake, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.