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PRONAC 2411276Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MUDANÇA - Mostra Universitária de Dança

BRUNA RAMOS TOMAZ
Solicitado
R$ 198,6 mil
Aprovado
R$ 198,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-02-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O evento "Mostra Universitária de Dança (MUDANÇA)" é um projeto que propõe a integração dos cursos de graduação em dança das diferentes universidades do país. Nesta primeira edição, o evento adota o tema "Movimentos decoloniais no ensino superior em dança" e coloca seu foco sobre a região Sul, nomeando-se, então, MUDANÇA - SUL. Com duração de 7 dias e ocorrendo de modo virtual e presencial em Curitiba (PR), pretende-se promover um encontro para compreender as ações decoloniais em dança que ocorrem nas universidades. As quatro frentes de ação do evento (1-Mesas Redondas; 2-Residência Artística resultando na Mostra de Residentes; 3-Mostra Itinerante de Videodanças; 4-Publicação de um e-book com Resumos e Críticas, e um levantamento de dados sobre a diversidade de corpos nas graduações em Dança do Sul do Brasil) ocorrerão nos períodos da tarde e noite, de maneira híbrida, com transmissão gratuita pelo YouTube das mostras e mesas, aproximando a comunidade externa à comunidade acadêmica.

Sinopse

“Mostra Universitária de Dança (MUDANÇA)” é um evento artístico-acadêmico que visa reunir múltiplas produções de graduandos em Dança (cursos de Licenciatura e Bacharelado). Neste momento, a Mostra Universitária de Dança (MUDANÇA) terá seu foco em reunir os cursos de graduação em Dança da região Sul do Brasil, assumindo assim o nome MUDANÇA-SUL. Em sua primeira edição traz a temática “Movimentos decoloniais no ensino superior” colocando em relação questões como raça, etnia, classe, gênero e sexualidade e seus atravessamentos dentro dos cursos de graduação em Dança do Sul do Brasil. Quais ações de reconhecimento e descentralização de conhecimentos e saberes têm sido feitas pelos agentes universitários em relação ao tema? Como as produções artístico-acadêmicas realizadas dentro dos cursos superiores em Dança atualizam as formas de produzir, criar, ensinar e aprender dança e se aproximam da comunidade externa? Na 1ª edição a MUDANÇA-SUL acontece majoritariamente com atividades on-line e terá duração de uma semana. Dentro desta semana o evento se propõe a realizar uma mostra de vídeodança que será transmitida de maneira on-line no canal do Youtube do evento; mesas de conversas com docentes das instituições convidadas (UNESPAR Campus Curitiba II - FAP; PUCPR; Uniensino PR; FURB; UCS; UERGS; UFPel; UFSM; UFRGS), com intuito de melhor compreender como os cursos têm colocado em prática os temas acerca das questões decoloniais, e realizados as discussões em sala de aula, através dos currículo das disciplinas, do projetos institucionais de iniciação à docência (PIBID), iniciação científica (IC) e projetos de extensão; e uma residência artística presencial na cidade de Curitiba - PR para seis estudantes das universidades participantes. Todas as atividades objetivam pensar quais caminhos o tema decolonialidade já percorreu dentro dos cursos, onde estão e os que ainda tem de percorrer. O evento acontecerá durante 6 dias, iniciando na segunda-feira com a transmissão ao vivo da primeira parte da Mostra de Videodança Gênero em Cena, no canal do YouTube da MUDANÇA. Nos três dias seguintes serão transmitidas as Mesas Redondas. As mesas seguem as seguintes temáticas: Mesa 1: Decolonialidades nos currículos: os saberes teórico-práticos que atravessam o espaço da sala de aula;Mesa 2: Ensino, pesquisa e extensão: ações de descentralização dos saberes nos programas de desenvolvimento universitário;Mesa 3: Proposições artísticas: cruzamento de práticas artísticas e ações decoloniais por grupos e coletivos na/com a universidade;No quinto dia será transmitida a segunda parte da Mostra de Videodança. Em paralelo a estas atividades do evento, acontecerá a Residência Artística, de maneira presencial, na cidade de Curitiba - PR. A Mostra dos Residentes acontecerá no sábado de maneira presencial e também com transmissão ao vivo pelo canal no YouTube e será a atividade de encerramento do evento. No mês que segue a semana do evento, a Mostra de Videodança Gênero em Cena entra em itinerância, permitindo a pessoas de diversos locais da cidade de Curitiba, assistirem e terem acesso às criações produzidas pelos graduandos em Dança da região sul. Para o registro e a geração de materiais de consulta das diversas reflexões acerca do tema geradas dentro das universidades e através do evento, o MUDANÇA também produzirá e publicará o e-book “Movimentos Decoloniais no ensino superior em Dança no Brasil”. O e-book divulgará uma seleção de resumos e críticas elaboradas por graduandas e graduandos das faculdades de Dança do sul do país. Pretende-se ainda a publicação de um levantamento quantitativo a respeito dos recortes de gênero, sexualidade, raça, etnia, neurodiversidade e corpos com deficiência física dos docentes e discentes que compõem o curso dessas graduações. Estes dados serão coletados por meio do Observatório Corpos que Dançam no Ensino Superior, um questionário feito de maneira on-line e que irá circular durante os seis dias do evento. Este projeto se coloca no lugar de questionar as interações entre a universidade e a comunidade externa, também destaca o poder transformador da dança dentro dos ambientes acadêmicos em diálogo com a sociedade e os temas que a cercam, promovendo uma conscientização profunda sobre a necessidade de preservar esses saberes e espaços de discussão de maneira ampla e democratizada.

Objetivos

GERAL: Com a Mostra Universitária de Dança (MUDANÇA - SUL), objetivamos promover três (3) mesas redondas, uma (1) residência artística e uma (1) mostra artística presencial resultante da residência, doze (12) projeções da mostra itinerante de vídeodança, sendo duas destas transmitidas ao vivo pelo YouTube (canal oficial do evento), além da publicação de um (1) ebook que ficará disponível no site do evento. Com essas diferentes frentes de trabalho, o evento pretende reunir comunidade acadêmica e comunidade externa, com a finalidade de apresentar o que acontece nos cursos de graduação de dança no Sul do país. Além disso, o evento tem a intenção de reunir a comunidade acadêmica colocando as diferentes universidades (UNESPAR Campus Curitiba II; PUCPR; FURB; UCS; UERGS; UFPel; UFSM; UFRGS, etc.) para dialogar sobre assuntos relevantes para estas instituições, bem como, os discentes e docentes que compõe os cursos presenciais de Bacharelado e Licenciatura em Dança na região sul do Brasil. O evento tem a finalidade de ampliar a possibilidade de comunicação entre as universidades, além de fomentar as diversas produções (artísticas e acadêmicas) feitas por estudantes destes cursos. Para tanto, faz-se uso de plataformas digitais, como o youtube e o site do evento, promovendo um acesso ampliado aos objetos resultantes do presente projeto de cultura. Por meio dessas plataformas, de acesso gratuito, objetiva-se, ainda, uma aproximação entre universidade e comunidade externa. ESPECÍFICOS: - Realizar um evento com atividades presenciais (Residência Artística, Mostra de Residentes e Mostra de Videodança Itinerante) e virtuais (Mesas de Debate, lançamento da Mostra de Videodança Itinerante e produção de um e-book) a fim de reunir professores, coordenadores, estudantes e comunidade externa para discutir acerca do tema Movimentos decoloniais no ensino superior. Mesas Redondas Com 1h a 1h30 de duração, transmitidas ao vivo pelo YouTube, com participação de professores das graduações em Dança de diferentes universidades da região Sul, objetiva-se discutir assuntos como as disciplinas curriculares, optativas, projetos de extensão, estágios, projetos de pesquisa, iniciação a docência e como estes podem contribuir para a formação de profissionais da Dança socialmente engajados, bem como, sua relação com a comunidade externa à universidade, reforçando esta enquanto pilar de uma sociedade mais igualitária e democrática. As Mesas de Debate, apesar de tratarem sobre assuntos que afetam e interessam a comunidade interna à universidade, buscam aproximar a comunidade externa e possíveis pessoas interessadas em cursar a graduação, para as atividades desenvolvidas ao longo de uma formação em Dança no ensino superior. Mostra Itinerante de Vídeodança: Gênero em cena Por meio da realização de uma Mostra de Videodança (nomeada Gênero em cena), pretende-se divulgar o trabalho de artistas da dança ainda em formação. Para a realização da mostra será feita uma seleção de 20 videodanças produzidas por graduandos das diferentes cidades da região sul. Estas videodanças serão editadas em dois vídeos com uma hora de duração. Estes vídeos serão transmitidos ao vivo no canal do YouTube do evento em dois momentos (na abertura do evento e no meio da semana do evento). Posteriormente, estes vídeos entram em circulação por meio da projeção destas videodanças em espaços públicos, escolas, estabelecimentos prisionais (BRASIL, Instrução Normativa n°1/2023, Art.28, inciso VIII) e locais de parceiros/apoiadores do evento. Com isso, pretendemos alcançar uma ampla quantidade de pessoas e colaborar para a formação de público para a dança. Residência artísticaCom a realização da Residência Artística Insurgentes, feita num período de seis (6) dias, objetiva-se o intercâmbio de ideias acerca de assuntos como raça, classe e decolonialidade, buscando promover o desenvolvimento e a valorização de pesquisas artístico-acadêmicas em andamento dos graduandos em Dança. Pretende-se, ao final do período de residência, realizar uma mostra de dança que apresentará os resultados finais desta, este momento acontecerá presencialmente em um local a ser escolhido na cidade de Curitiba e concomitantemente transmitida pelo YouTube, marcando o final do MUDANÇA - SUL. A seleção de alunos residentes ocorrerá através de um edital interno, os estudantes selecionados receberão uma bolsa no valor total de R$700,00 (setecentos reais) visando a permanência na cidade sede da residência, além de seus custos de transporte (cidade de matrícula do aluno a Curitiba) e estadia subsidiados pelo evento. No período de residência os alunos farão aulas práticas, teóricas e serão orientados pelo diretor artístico, que será convidado a exercer esta função, sendo este um profissional formado em Dança e atuante no meio artístico. O contato com o profissional da Dança já formado e atuante e a imersão em um processo de criação, objetiva contribuir para a formação de profissionais da área, dando bases teórico-práticas e ampliando seus modos de se fazer, pensar e conceber a criação em dança na cena contemporânea. Publicação de e-book e observatório das universidades Por meio da publicação do E-book "Movimentos Decoloniais no ensino superior em Dança no Brasil", objetiva-se a divulgação de pesquisas em formato de Resumos e Críticas elaboradas por graduandas e graduandos das faculdades de Dança do sul do país. Este arquivo ficará disponível no site do evento, com acesso gratuito, e poderá ser consultado por outros estudantes, bem como pelo público geral interessado em conhecer mais dessa área e seus desdobramentos. Para a publicação de Críticas e Resumos no e-book, será feita uma seleção por meio de um edital interno do evento. A fim de perceber e explicitar quais são as pessoas que têm ocupado os cursos de Dança, tanto como docentes quanto discentes, o e-book também irá divulgar o resultado de um Levantamento de Dados/Observatório feito ao longo do evento e elaborado com o apoio de um especialista em levantamento de dados. Tal levantamento pretende perceber o número de pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+ e pessoas com deficiência ou necessidades especiais dentro das universidades, no corpo docente e discente, servindo assim de material de consulta para possíveis pesquisas na área e para que as universidades consigam, também, perceber as questões que se levantam ao visualizar estes números e buscar, através desta rede de contatos estabelecida pelo MUDANÇA-SUL e por outros meios, melhorar e efetivar ações que assegurem o acesso a uma educação de qualidade para todas as pessoas. Com estas frentes de ação, o evento MUDANÇA- SUL, busca ampliar a comunicação entre comunidade interna e comunidade externa, promovendo diferentes espaços que viabilizam a troca de informações entre docentes, discentes e pessoas, pesquisadoras ou não, que se interessem por dança.

Justificativa

Por se tratar de um evento que objetiva a divulgação dos conhecimentos e movimentos que são desenvolvidos nas graduações de Dança do sul do Brasil, compreendemos a decolonialidade como um tema que atravessa as atividades acadêmicas e suas relações com os contextos externos à universidade, onde se inserem os estudantes nas suas mais diversas atuações. Entende-se, nesse contexto, que a decolonialidade é um movimento caracterizado pela intenção de demarcar, ressaltar e salientar a relevância de influências não-brancas e não-eurocêntricas. Com fins de embasar essa discussão, parte-se da conceituação elaborada por Catherine Walsh, para quem o "decolonial não vem de cima, mas de baixo, das margens e bordas, de pessoas, comunidades, movimentos, coletivos que desafiam, interrompem e transgridem as matrizes do poder colonial em suas práticas de ser, atuação, existência, criação e pensamento. O decolonial [...] É um processo dinâmico sempre em processo de ser feito e refeito dada a permanência e capacidade de reconfigurar a colonialidade do poder" (WALSH, 2014, p. 4, tradução nossa). Na esteira da autora, entende-se que a universidade, pela maneira como se organiza, é uma instituição colonizada e, muitas vezes, colonizadora. A Dança, como campo de saber, caminha na contramão dessa corrente colonial, pois compreende o corpo como detentor de conhecimento não subordinado à mente, mas atuante junto dela. As graduações em dança já estão nas bordas da realidade acadêmica, e por estarem nos limites, possibilitam que outros modos de conhecimento adentrem na universidade, afirmando a importância desse contexto para a produção e consolidação de conhecimentos em diversas áreas, inclusive a Dança. Colocando em diálogo os corpos que compõem os cursos de graduação em Dança, firma-se, então, um compromisso com a percepção crítica a respeito das iniciativas que escapam ou continuam correspondentes a modelos e "lógicas explicatórias fixas, atividades pouco relacionais no que diz respeito às estratégias metodológicas e relações de violência nas concepções de corpo" (BORSATTO, 2022, p.31). Deste modo, o evento oportuniza para cada universidade participante, uma auto análise daquilo que aparece em seus espaços e, no encontro com outras universidades, promove uma formação de cidadãos que, a partir dos assuntos promovidos pelos espaços universitários, colaborem para a formação de uma sociedade mais pacífica, justa e inclusiva. Debatendo ações que atravessam as questões artístico-pedagógicas, busca-se perceber as singularidades regionais que cada curso e seus sujeitos apresentam, trazendo estas a partir da Residência Artística, Mostra de Residentes e de Videodanças, das Mesas de Debate e da publicação de escritas dos graduandos(as) em Dança. Promovendo o encontro destas singularidades, ao longo do evento, abre-se a possibilidade de que se formem coletivos e grupos interestaduais ou regionais que consigam discutir de maneira mais ampla acerca do tema decolonial em cada universidade, colocando uma a serviço da outra no que diz respeito à construção de uma educação mais acessível, inclusiva, equitativa e de qualidade em todos os cursos de dança da região Sul do Brasil. Partindo destas perspectivas, o evento atua promovendo espaços acessíveis de cultura, corroborando para a formação cidadã interessada em questões pertinentes aos seus ambientes de convivência. Além disso, busca reconhecer os saberes obtidos e produzidos dentro e fora das universidades, dando especial destaque às pessoas pretas, mulheres, pessoas LGBTQIAP+ e/ou PCD (Pessoas com Deficiência) e/ou neurodiversos, tanto para a formação da equipe produtora do evento, como através da seleção de alunos contemplados com bolsa de residência, publicação de texto ou apresentação de videodança. Compreendemos que é de extrema importância ter diferentes tipos de registros (videográficos, escritos, orais) que podem trazer diversos olhares sobre um mesmo objeto: a importância das graduações em Dança e da universidade como pilar de uma sociedade justa e igualitária. Para, com isso, integrar os agentes universitários de diferentes cidades e mostrar para a comunidade externa as produções artístico-acadêmicas feitas dentro de um curso de graduação em Dança. O projeto, além de valorizar a educação, a produção artístico-cultural brasileira, suas histórias e memórias e diferentes processos de criação-ensino-aprendizagem, permite que essa diversidade de formatos possa gerar aproximação com a comunidade externa. Especialmente com as transmissões ao vivo de atividades on-line e itinerância das videodanças (Mostra de Videodança), pretendendo alcançar escolas, espaços públicos, estabelecimentos prisionais e espaços privados (como o dos apoiadores/patrocinadores do projeto). Nestes casos, além de atuar na formação de plateia para o campo da Dança, contribuindo com experiências estéticas para diversos públicos de maneira gratuita, o evento também carregará consigo a importância das leis de incentivo para o campo da Dança e da ocupação de espaços de produção e gestão cultural como incentivo aos graduados(as). Ao oferecer oportunidades para os graduados(as), através de um projeto apoiado por Lei de Incentivo e por marcas e empresas que se alinham aos desejos do projeto, mostramos aos estudantes caminhos para a inserção no mercado de trabalho, bem como valorizamos os conhecimentos que estes estão produzindo ao longo de sua formação no ensino superior. Consideramos também que ao aproximar empresas/marcas das produções universitárias, podemos ampliar ainda mais os horizontes da Dança, da Arte e da Cultura na sua contribuição com empreendimentos locais, regionais e nacionais, mostrando o quanto estas áreas podem contribuir para o crescimento e desenvolvimento econômico de um país. REFERÊNCIAS: BORSATTO, Mabile. FORMALISMO SELVAGEM: ARTISTA-DOCENTE, DANÇA E A SOLIDARIEDADE ENTRE OS DISCURSOS. Tese (doutorado) - Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Artes, Programa de Pós-Graduação em Teatro, Florianópolis, 2022. 48 pp. WALSH, Catherine. Notas pedagógicas desde las grietas decoloniales. Clivajes - Revista de Ciências Sociais. México. v. 2. n. 4. p. 1 - 11. jul-dez/2015

Especificação técnica

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA: A Residência Artística acontecerá na cidade de Curitiba - PR e pretende-se que suas atividades sejam sediadas em parceria com uma instituição pública de ensino. Os estudantes selecionados para participar da residência devem chegar na cidade no domingo e iniciarão seus trabalhos na segunda-feira pela manhã. A primeira parte da bolsa-residência (R$350,00) será depositada na conta corrente dos estudantes após sua chegada na cidade e a segunda (R$350,00) será feita ao final da Mostra de Residentes. Os estudantes ficarão em hotel/airbnb previamente selecionado e organizado pela equipe de produção, sendo este próximo ao local do evento. Os estudantes podem usufruir do catering (lanche) preparado para eles no espaço da residência artística durante aulas e orientações, mas devem arcar com os outros custos de alimentação. A equipe do evento fornecerá sugestões de lugares com descontos e parceiros próximos ao local de estadia e residência. De segunda a quinta-feira os estudantes terão aulas práticas coletivas durante a manhã e orientações e direções artísticas individuais durante o período da tarde. Na sexta e no sábado de manhã será feita a montagem do Teatro para a Mostra. A Mostra dos Residentes acontece a partir das 19h30, terá distribuição de ingressos gratuitos uma hora antes de seu início e terá classificação indicativa para maiores de 14 anos. A Mostra dos Residentes também será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da MUDANÇA. Ao final será feito um bate-papo com os estudantes residentes, direção artística e coordenação da residência. No domingo os estudantes retornam às suas cidades. MOSTRA DE VIDEODANÇA: As inscrições para a 1ª Mostra de Videodança Itinerante com o tema gênero em cena serão abertas via edital (xx) que será publicado no site oficial do evento e divulgado em suas respectivas redes sociais. Haverá período de inscrição e, posteriormente, o período de avaliações, feitas por quatro avaliadores. O formulário de inscrição terá um limite de recebimento de 100 inscrições e poderão se inscrever quaisquer estudantes matriculados nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Dança das universidades participantes do evento. Os vídeos deverão ser enviados via formulário de inscrição através de upload do arquivo e também disponibilização de link que direcione para o vídeo no YouTube, na categoria não listado; junto ao vídeo os estudantes também deverão anexar no formulário do evento um resumo de 5 a 10 linhas que fale sobre seu trabalho e suas referências e a Autorização de Uso e Permanência de Imagem assinada. Serão aprovadas 20 videodanças para a mostra. Após aprovadas, a equipe de coordenação e de serviços de audiovisual fará a curadoria destas, organizando-as em dois vídeos que contenham, cada um, 10 videodanças e que totalizam até 1h de duração. A Mostra acontecerá em dois dias divididos ao longo da semana principal do evento, quando ocorrerão também a Residência Artística e as Mesas de Debate. Será transmitida ao vivo via YouTube, de maneira gratuita e aberta à comunidade. Os vídeos da Mostra ficarão salvos apenas de maneira privada no canal, não sendo possível seu acesso por parte do público geral após a transmissão ao vivo. Após o período do evento, essa Mostra também entrará em circulação em alguns espaços da cidade de Curitiba - PR, tornando-se assim uma Mostra Itinerante. Estes locais serão decididos durante o período de pré-produção do produto, tendo como preferência escolas públicas de educação básica, unidades prisionais e espaços de apoiadores/patrocinadores do projeto. Será dada preferência a espaços que tenham projetores ou aparelhos de TV onde os vídeos possam ser transmitidos ao público. A itinerância terá duração de um mês. MESAS DE DEBATE: Para a realização das três (3) mesas de debate que irão acontecer no período da noite, durante três (3) dias diferentes, o coordenador das mesas, irá durante o período de pré-produção, convidar um(a) professor(a) de cada instituição da região Sul, que foi convidada a fazer parte do evento de maneira remota. Das nove instituições convidadas, espera-se que um docente de cada universidade possa fazer parte das mesas de debate. Com a confirmação da participação dos docentes, o coordenador das mesas, irá direcionar cada docente para dialogar em uma mesa: Mesa 1: Decolonialidades nos currículos: os saberes teórico-práticos que atravessam o espaço da sala de aula;Mesa 2: Ensino, pesquisa e extensão: ações de descentralização dos saberes nos programas de desenvolvimento universitário;Mesa 3: Proposições artísticas: cruzamento de práticas artísticas e ações decoloniais por grupos e coletivos na/com a universidade;As mesas de debate dos docentes serão transmitidas ao vivo pelo canal do YouTube da MUDANÇA de maneira gratuita e aberta a comunidade, também serão gravadas, para que após a finalização do evento, os debates permaneçam disponíveis no canal do Youtube do MUDANÇA. E-BOOK: O e-book Movimentos decoloniais no ensino em Dança no Sul do Brasil terá publicação digital em formato de PDF e ficará disponível para download gratuito através do site do evento, reunindo textos de discentes das graduações de dança da região Sul e o resultado de uma pesquisa de levantamento de dados que ocorrerá ao longo do evento. Para a seleção dos textos de discentes, os alunos e alunas interessados em publicar devem submeter suas propostas ao edital interno do evento (edital xx), publicado no site e divulgado nas redes sociais do evento, e se adequar aos critérios e parâmetros ali estabelecidos. Os textos deverão ser enviados através do formulário de inscrição de publicação de resumos e outro para a publicação de críticas, que terá um limite de recebimento de 120 resumos e 80 críticas. Após o processo de seleção com a equipe avaliadora, os textos aceitos passam por uma etapa de revisão e editoração. Assim, esses textos, juntamente das informações obtidas via levantamento de dados, da apresentação do volume, capa, ficha catalográfica e outros textos que compõem essa publicação, irão resultar em um arquivo com 200 a 500 páginas. Após sua publicação, o ebook Movimentos Decoloniais no ensino superior em Dança no Brasil ficará disponível para download no site por tempo ilimitado, ficando o link de acesso também disponível por meio do instagram do evento ou por contato via e-mail.

Acessibilidade

Para promover a Acessibilidade Física no projeto MUDANÇA - SUL, contaremos com as seguintes ações: - Rampas de Acesso: Garantia de que os locais onde ocorrerá a Residência Artística, a Mostra de Residentes e os locais onde ocorrerão as itinerâncias da Mostra de Videodança, estejam equipados com rampas de acesso para cadeiras de rodas, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida possam participar destes momentos do evento ; - Assentos Adaptados: Disponibilizar assentos adaptados nas áreas de exibição das mostras, para garantir conforto e acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e/ou pessoas que necessitem de lugares mais afastados das caixas de som ou focos de luz (no caso de pessoas com TEA ou fotossensíveis); - Equipe de apoio (produção e staff): contratar, caso necessário, pessoas auxiliares especialmente para pessoas cegas ou com baixa visão - tanto participantes quanto espectadores/ouvintes, nas atividades presenciais (Residência Artística; Mostra de Residentes e Mostra de Videodança); Para promover a Acessibilidade de Conteúdo: - Audiodescrição: Contratação de uma equipe para realizar a audiodescrição da Mostra Residentes, que consiste na narração de informações visuais importantes, possibilitando que pessoas cegas ou com baixa visão possam participar das atividades e que tenham acesso completo à experiência proposta. A audiodescrição também será feita para os editais internos do evento (editais de seleção para Residência Artística, Mostra de Videodança e editais de Resumos e Críticas para o e-book). - Tradução para Libras: Disponibilizar equipe de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as Mesas Redondas (on-line), Mostra de Videodeodança (no caso de haver vídeos com fala), e durante a exibição pública da Mostra de Residentes, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam participar das atividades e acompanhar o conteúdo de forma acessível. - Site do evento/Levantamento de dados do Observatório: garantir que o site do evento e o formulário de levantamento de dados do Observatório sejam desenvolvidos de maneira a respeitar as Diretrizes de Acessibilidade de Conteúdo na Web, utilizando em seu conteúdo textos alternativos (descrições de imagens e figuras), fontes com boa legibilidade e hierarquia de títulos (fontes com tamanhos adequados a título, subtítulo, corpo do texto), alto contraste e busca por comando de voz para que este se torne acessível aos programas de leitura de tela que podem ser utilizados por pessoas cegas e de baixa visão.

Democratização do acesso

Ao abordar a temática das ações decoloniais dentro das graduações em dança na região sul, o MUDANÇA-Sul compreende que o espaço da universidade deve ser combativo a quaisquer preconceitos étnico-raciais, de gênero, etaristas ou capacitistas. Formando uma rede de contatos integrada que discute acerca de como tais questões têm sido tratadas dentro dos cursos de graduação, o MUDANÇA alinha-se aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) n°4, n°10 e °16, que visam: garantir e lutar por educação de qualidade que seja inclusiva, equitativa e livre de preconceitos de qualquer ordem, permitindo que os sujeitos construam seus aprendizados a partir e com suas experiências singulares, ajudando com as ferramentas e oportunidades necessárias para a redução das desigualdades dentro dos países. Ao caminhar nesse sentido, o evento pode contribuir para que as instituições criem uma rede de relações de apoio e oportunidades, objetivando o aprendizado de umas com as outras, auxiliando na construção de instituições eficazes que sejam exemplos e modelos de promoção de justiça social e paz. Seguindo estes objetivos, a quarta ação do evento visa a organização, produção e publicação de um e-book que divulgará o resultado do Levantamento de Dados feito ao longo do evento. Tal levantamento pretende perceber o número de pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência ou necessidades especiais dentro das universidades, no corpo docente e discente, servindo assim de material de consulta para possíveis pesquisas na área e para que as universidades consigam, também, perceber as questões que se levantam ao visualizar estes números e buscar, através desta rede de contatos estabelecida pelo MUDANÇA e por outros meios, melhorar e efetivar ações que assegurem o acesso à educação de qualidade para todas as pessoas. O E-book "Movimentos decoloniais no ensino superior em Dança no Sul do Brasil", pretende olhar de maneira crítica e reflexiva para as discussões e acontecimentos do evento MUDANÇA - Sul. Este livro ainda contará com a interlocução, colaboração e orientação do professor Dr. Jessé Cruz (UFSM), que atuará também na produção das Mesas Redondas, desempenhando um papel fundamental nas provocações e colaborações para o desenvolvimento deste projeto. Este e-book será distribuído on-line e de maneira gratuita, disponibilizado para download no site do evento. O MUDANÇA, pensando novamente no ODS n°4 (Educação de Qualidade), promoverá uma Residência Artística para seis (6) estudantes das graduações em Dança participantes do evento. A residência prevê etapas de seleção e aprovação que acontecerão antes do evento oficial e, ao longo do período da residência, cada aluno selecionado receberá uma bolsa auxílio de R$700,00, objetivando que os graduandos desenvolvam suas pesquisas e produções artísticas. Os estudantes serão selecionados mediante envio de proposta e interesse de pesquisa, passarão pela avaliação do diretor artístico da residência e avaliadoras. A residência terá duração de uma semana e acontecerá através de encontros presenciais e quatro (4) das vagas na residência artística serão reservadas para pessoas não-brancas, transgênero e PCD (pessoa com deficiência). No último dia do evento haverá a Mostra da Residência Artística, feita em transmissão ao vivo e gratuita na plataforma YouTube (BRASIL, Instrução Normativa 01/2023, Art.28, inciso IV), ao mesmo tempo a Mostra será pública e gratuita, para quem puder e desejar estar presencialmente no compartilhamento final de processos da residência. Já a Mostra de Videodança Itinerante irá contar com uma etapa de seleção própria, promovendo um espaço que objetiva dar visibilidade a outras produções artísticas de estudantes de dança que não estiveram na residência. A Mostra Itinerante de Videodança irá circular na capital Curitiba durante o mês seguinte ao evento, levando as videodanças para escolas, unidades penitenciárias (BRASIL, Instrução Normativa 01/2021, Art.28, incisos VIII e Art. 29, inciso II) e espaços de apoiadores e patrocinadores do evento. Com tal ação, o evento preocupa-se com a formação de públicos para a dança e a democratização do acesso às criações artísticas produzidas nas graduações em Dança.

Ficha técnica

BRUNA RAMOS TOMAZ: Bruna Ramos Tomaz é artista, docente e pesquisadora. Tem experiência em pesquisa e processos de criação-ensino-aprendizagem no ensino formal e não-formal. Atualmente é professora substituta da rede estadual de ensino do Paraná e produtora cultural independente na cidade de Curitiba - PR. É Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Ao longo de sua graduação foi bolsista do Programa Institucional com Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), do Programa Institucional com Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) e voluntária no Programa Residência Pedagógica. Tem estudos e formação em Jazz, Dança Moderna e Dança Contemporânea. No momento presente também tem aprofundado seus estudos na área de marketing, gestão e produção de conteúdo para redes sociais, como forma de ampliar e alcançar públicos para os projetos artístico-pedagógicos nos quais se insere. FERNANDA GOYA SETUBAL: Fernanda Goya Setubal é pesquisadora, professora e profissional das artes. Tem experiência com docência em letras-espanhol e em dança de salão, na função de profissional das artes, já atuou como dançarina, diretora de cena, ensaísta e produtora cultural e, como pesquisadora, desenvolve um mestrado em tradução na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Possui graduação em Dança - Bacharelado e Licenciatura pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) e licenciatura em Letras - Espanhol pela UFSC. Ao longo das graduações foi bolsista no Programa Institucional com Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID - Letras Espanhol/UFSC), no Programa Residência Pedagógica (UNESPAR) e no Programa Institucional com Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC - Dança/UNESPAR). No momento, enfoca-se em ampliar seus conhecimentos sobre a relação entre as diferentes linguagens artísticas, além de elaborar estudos de pessoas para gestão e produção cultural. NARA CORRÊA VARGAS: Nara Corrêa Vargas é artista e pesquisadora da dança, do corpo e do movimento. É graduada em Dança Bacharelado e Licenciatura pela Universidade Estadual do Paraná - Campus Curitiba II (FAP), durante a graduação participou de dois programas institucionais recebendo bolsa de estudo, no Programa Institucional Científico (PIBIC) e da Residência Pedagógica. Tem experiência como dançarina profissional, participando da Companhia de dança Tangoo Vip; é profissional da dança, atuando como produtora cultural, pesquisadora e escritora sobre processos artísticos. Tem estudos e formação livre em Dança Moderna, Danças Afrorreferenciadas e Dança Contemporânea. JESSÉ CRUZ: Pesquisador, Artista, do Axè, Pai Solo e Professor que tem como foco no estudo do Corpo Negro na Dança cuja pesquisa é baseado na Artes a partir da epistemologia da Macumbaria pelas encruzilhadas metodológicas da A/r/tográfica e da B/Ori/garfia. Professor Adjunto da Universidade Federal de Santa Maria-UFSM/RS, atuando como docente no Curso de Dança - Licenciatura do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Doutor em Educação pela Universidade Federal do Paraná (PPGE-UFPR) com a tese "Borigrafia : um procedimento contracolonial em arte e educação" e Mestre em Educação pela Universidade Regional de Blumenau (PPGE-FURB) com a dissertação "Artografando corpos negros no Ballet Clássica na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil". Licenciado em Arte, pela Universidade Uirapuru - Sorocaba/SP. Produtor Cultural Desenvolve pesquisa e trabalhos em produções nacional como fomentação artística cultural de brincantes da cultura popular: Diretor Coreográfico do Afoxé Omilodê (2014-atualmente - Joinville/SC), Diretor Artístico do Mês da Consciência Negra em Joinville/SC (2014- atualmente), Coreógrafo Comissão de Frente de Escolas de Samba. Premiado no 32o e 34o Festival de Dança de Joinville e Jurado do mesmo Festival em 2022 na categoria de Danças Populares Brasileiras. Professor convidado na disciplina de Danças Brasileiras e coreógrafo junto a ESCOLA DO TEATRO BOLSHOI NO BRASIL (Joinville/SC). Membro da Comissão do conselho científico da Gestão 2022/2024 da ANDA (Associação Nacional de Dança). Orcid: https://orcid.org/0000-0001-8815-9662 LEONARDO DA CRUZ (Kunta Leonardo da Cruz): Leonardo é artista-docente, cresceu e viveu na comunidade quilombola Paiol de Telha em Guarapuava e atualmente reside e desenvolve seus trabalhos em Curitiba e suas regiões metropolitanas. É Bacharel e Licenciado em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) onde iniciou o seu processo como intérprete-criador do trabalho “Entre caboclos e baianas” que tematiza a diáspora – movimento que leva à dispersão de diferentes povos, forçadamente deslocados seus territórios de origem para fugir de perseguições ou do preconceito. Foi professor do projeto Garoto Cidadão na cidade de Araucária - PR durante seis, onde através da educação em dança para jovens meninos e meninas abordou discussões amplas sobre raça, classe, gênero e sexualidade, destacando a dança e a arte como potências para o empoderamento de jovens em comunidades periféricas. Protagonizou e teve sua história narrada no longa-metragem Upa, Neguinho (2022), dirigido por Douglas carvalho dos Santos que, através de uma abordagem documental, mescla o cotidiano na comunidade quilombola com performances na dança, criadas por Leonardo e outros três artistas negros (Laremi Paixão, Samuka e Priscilla Pontes). MAYRA FERNANDES: Diretora de Produção e Produtora Executiva, também é Artista, Pesquisadora e Diretora Teatral e de Audiovisual, uma mulher proeminente no cenário cultural local e nacional. Com formação acadêmica em Teatro pela UNESPAR e especializações em Antropologia Cultural e Neurociência, Psicologia e Mindfulness pela PUC-PR , atualmente aplica-se aos estudos das Leis da Cultura e também ao Audiovisual, ampliando suas perspectivas e trazendo consigo um vasto conhecimento multidisciplinar que se reflete em suas escritas, produções e pesquisas. Gestora da Produtora Cardume Cultural, impulsiona a cena cultural. Seu trabalho vai além das produções teatrais, já elaborou, aprovou e fez gestão de mais de 200 Projetos Culturais via Lei de Incentivo, nas esferas municipal, estadual e federal, e em todas as áreas da Cultura, com ênfase no Teatro, Audiovisual, Música, Festivais e Cultura Popular. Na produção de eventos independentes esteve em importantes realizações como Festival Psicodália, Festival Libélula, Festival de Curitiba - Mostra Oficial e Bienal Internacional de Arte.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.