Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Exposição de fotografias do bioma caatinga e artesania da região.A exposição apresenta imagens fotográficas registradas pela fotógrafa Lena Trindade, a partir viagem imersiva, focada na natureza única da Caatinga e sua ligação fundamental com a economia criativa da região. A exposição contempla, além do Bioma Caatinga, o artesanato e os artesãos e artesãs deste território sob a ótica do designer Renato Imbroisi, o qualtrabalhou diversos com grupos de artesãos deste território.
A exposição é indicada para todas as idades Detalhamento descritivo da Exposição: Memorial Descritivo com concepção curatorial As fotografias nas paredes, ou painéis, serão em papel fotográfico montadas em chapa PS 3mm As fotografias ampliadas em tecidos de voal serão penduradas no teto. Parede 1 Parede com 246cm Texto de abertura e créditos Parede 2 Parede com 754cm - Artesanato, rendas, bordados – Fotografias / Texto / Citação / Legendas PAREDES 2 Pelas mãos experientes dos mais velhos, o Saber, as Técnicas e a Experiência do povo que habita o bioma Caatinga, vão sendo repassados às novas gerações. Assim o couro, o barro, a renda, a palha e a madeira assim como o Saber que adquirem da Observação da Natureza vão sendo resguardados e reunidos para serem constantemente transformados pela criatividade desse povo exemplo de força e resistência. Parede 3 Parede com 667cm - Artesanato, palha Fotografias / Texto / Citação / Legendas reprodução de fotos em papel fotográfico ou wide print (tecido) Parede 3a Parede 259cm - Profetas da chuva - Penitentes Fotografias / Texto / Citação / Legendas PAREDES 3 As raças caprina e bovina no Nordeste têm grande importância regional. Não só na subsistência do povo com poucos recursos naturais como também pelo uso da sua pele e couro no artesanato. As vestimentas dos vaqueiros mostram além de utilidade na vida do trabalhador, grande beleza e criatividade. São celas, chapéus, casacos, alpargatas etc. confeccionados com grande habilidade por artesãos verdadeiros artistas. Outro artesanato presente nas abundantes feiras e mercados no Nordeste é o derivado do barro. Com esse simples elemento da Natureza grandes artistas reconstituem figuras típicas como o músico, a parteira, o vaqueiro assim como cenas regionais como os retirantes na seca. Parede 4 Parede com 296cm - aves da caatinga fotografias reprodução de fotos em papel fotográfico ou wide print (tecido) Fotografias / Texto / Citação / Legendas Parede 5 Parede com 498cm - fotos de cactos, aves fauna e flora mapa do Brasil sinalizando as áreas de Caatinga reprodução de fotos em papel fotográfico ou wide print (tecido) Parede 5a Parede com 130cm - foto adesivada de paisagem da caatinga PAREDES 4 E 5 A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Não há outro no mundo. Só na avifauna a riqueza é imensa superando em número até mesmo o Pantanal. Há muitos endemismos, ou seja, espécies que só existem em algumas regiões do semiárido do Nordeste. As fibras das diversas palmeiras, como o babaçu, buriti ou a carnaúba dão origem a um rico e original artesanato – esteiras, balaios, redes, cestos, chapéus, bolsas etc. Parede 6 Parede com 227cm com monitor de 55 polegadas para projeção de fotos PAREDE 6 O BIOMA Caatinga tem uma biodiversidade adaptada às altas temperaturas. Assim como a fauna, a flora é também rica em endemismos. Caatinga quer dizer Floresta Branca, pois na época da escassez das chuvas ou propriamente da Seca ou estiagem, sua vegetação perde as folhas tomando um aspecto esbranquiçado. As árvores são baixas, os troncos tortuosos e espinhentos- mecanismos de defesa. Além dos cactos a Caatinga é rica em bromélias como por exemplo a Macambira ou o Caroá cuja fibra produz um sofisticado artesanato. No livro Os Sertões Euclides da Cunha descrevendo a simplicidade e beleza da casa de um sertanejo cita a rede de Caroá. Temos um Bioma e um povo que nela habita da maior singularidade e riqueza. O Brasil precisa conhecer melhor e valorizar a Caatinga sua cultura e seu original artesanato. Além da floresta de grande porte como a Amazônia e a mata Atlântica precisamos reconhecer a Caatinga como Patrimônio Natural! Parede 7 Parede com 250cm O colorido das casas - das casas reprodução de fotos em papel fotográfico ou wide print (tecido) PAREDE 7 Na arquitetura da Caatinga, no sertão semiárido do Brasil, encontramos a Taipa de mão que é um método construtivo antigo que consiste no entrelaçamento de madeiras que formam vãos. Essas aberturas, posteriormente, são preenchidas com barro. Essa técnica também é conhecida como pau a pique, taipa de sopapo ou taipa de sebe. A terra não é utilizada sozinha, mas sim numa mistura usualmente feita com água e palha. Essa mistura pode ser feita a pés descalços, como assim foram as edificações antigas. Parede 8 Fauna, flora da caatinga reprodução de fotos em papel fotográfico ou wide print (tecido) PAREDE 8 A Fauna e a flora da Caatinga são bastante diversificadas com destaque na fauna para ararinha-azul, sapo-cururu, onça-parda, macaco-prego, asa-branca, cotia, tatu-bola, sagui-do-nordeste, preá, tatu-peba, veado-catingueiro, sagui-do- nordeste, guigó-da-caatinga, jacaré-de-papo-amarelo, e na flora para os cactos, como o mandacaru e xique-xique; as bromélias, como a macambira; e as leguminosas, como a catingueira. Espaço expositivo Frente painel de abertura - autoportante em MDF 2.20mH x 3.00mL x 0.40m adesivo com impressão de Memórias de ofício Verso painel de abertura - autoportante em MDF 2.20mH x 3.00mL x 0.40m foto ampliada de janela com cactos montada em chapa PS 3mm Painel em forma de cacto em MDF de um lado, backlight do outro base com 1.50mL x 2.3mH x 0.40m Praticável em MDF, para exposição de peças artesanais tradicionais, ilustrando as fotos 1.6m diâmetro, divisória vertical em renda, palha ou tecido artesanal 0.50m altura Praticável em MDF para exposição de peças artesanais tradicionais, ilustrando as fotos 2m diâmetro, divisória vertical em renda, palha ou tecido artesanal 0.50m altura Abaixo texto de Otávio Paz que se alinha ao pensamento da curadoria em relação ao artesanato tradicional da Caatinga exposto: “O artesanato não quer durar milênios nem está possuído da pressa de morrer prontamente. Transcorre com os dias, flui conosco, se gasta pouco a pouco, não busca a morte ou tampouco a nega, apenas aceita esse destino. Entre o tempo sem tempo do museu e o tempo acelerado da tecnologia, o artesanato tem o ritmo do tempo humano. É um objeto útil que também é belo; um objeto que dura, mas que um dia, porém se acaba e resigna-se a isto; um objeto que não é único como uma obra de arte e pode ser substituído por outro objeto parecido, mas não idêntico. O artesanato nos ensina a morrer, e fazendo isto, nos ensina a viver.” PAZ, Octavio. O Uso e a Contemplação Painel sensorial em MDF com objetos com texturas que possam ser tocados e sentidos possibilitando a compreensão de texturas do Bioma Caatinga. Vitrine com tampa de acrílico 75 x.75 x 75 cm para expor pequenas peças artesanais tradicionais 3 bases com alturas variadas 75 x 75 x 75cm Para expor artesanato Diversos livretos e pequenos cartazes da Literatura de cordel serão expostos em cordas com pregadores 6 Painéis em voal pendurados no teto com fotos de penitentes com cada um com 1.30L x 2mH O Nordeste brasileiro sempre esteve associado à seca, à dificuldade, à miséria e à pobreza. O sertanejo vive no desamparo, à mercê da sorte. Para vencer tamanha adversidade, desenvolveu, ao longo do tempo, a imensa capacidade de decifrar o invisível, dominar a natureza, ser dono do tempo e do seu destino. Quer salvar seus semelhantes e, para isso, faz como Noé, que construiu sua arca para salvar as espécies do dilúvio. Esses profetas são pessoas escolhidas, com sensibilidade maior e capacidade de observação aguçada. Gente que decifra de maneira clara os sinais que a natureza envia – e que são invisíveis aos olhos dos “homens de gabinete”. São pessoas que merecem lugar de destaque na comunidade, seres privilegiados, respeitados e ouvidos. São os predestinados. Iluminação Iluminação Focal Mista: A iluminação será com spots, com lâmpadas de leds, focados em todas as fotos e nas peças artesanais expostas Sonoplastia O espaço expositivo terá um som ambiente com uma trilha sonora composta especialmente para a exposição Caatinga, que remete a música popular tradicional do território do Bioma Caatinga. Curadores: Lena Trindade e Renato Imbroisi
Objetivo Geral é apresentar uma exposição que represente o Bioma Caatinga e suas especificidades, assim como os saberes e fazeres das comunidades deste vasto território. Pretendemos desta forma dar visibilidade e valorizar este rico bioma brasileiro A exposição apresenta imagens fotográficas registradas pela fotógrafa Lena Trindade, a partir viagem imersiva, focada na natureza única da Caatinga e sua ligação fundamental com a economia criativa da região. Neste longo ciclo de visitas e registros na região da Caatinga, Lena Santana intuitivamente se utiliza de um olhar antropológico sobre o ambiente e seus viventes, em processo análogo à metodologia da pesquisa qualitativa participante, vivenciando, registrando e entrevistando os personagens que tiram do bioma, aparentemente inóspito, seu sustento, sua expressão cultural e saber ancestral. O contraste entre a dureza da natureza, das mãos embrutecidas pelo manusear das matérias que ela provê e a delicadeza dos artefatos criados e a docilidade do povo são marcantes nas imagens da fotógrafa, notória pelas imagens de gente e natureza. As imagens serão ampliadas de forma a proporcionar uma imersão ao público da exposição e serão acompanhadas de exemplares dos materiais e objetos de artesania criados a partir destes, vinculados à artesãos e grupos de artesãos que a produzem, identificando comunidades e regiões de origem. Renato Imbroisi, designer de artesanato, que atuou nesta região regularmente, realizou ações de valorização, divulgação, formação de redes para fortalecimento do fazer artesanal da região. Desta forma a exposição propõe apresentar os grupos locais de artesãos e artesãs, pequenos coletivos vinculados ao fazer artesanal tradicional. Desta forma o projeto visibiliza pontes de intercâmbio e troca de saberes entre comunidades deste território. O artesanato, assim como os artesãos e artesãs ganharão destaque por meio de fotos e de peças artesanais presentes na exposição. A exposição apresenta diversas tipologia do artesanato tradicional do território Caatinga, com imagens ampliadas de fotos do homens e mulheres, da fauna e flora dos Estados Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais. que fazem parte do bioma Caatinga, que ocupa uma área de cerca de 844.453 quilômetros quadrados, o equivalente a 11% do território nacional. A curadoria de Renato Imbroisi e de Lena Trindade, orientarão as impressões fotográficas que deverão constar e compor a cenografia da exposição. Desta forma a exposição propõe a quebra o óbvio, e transcende com leveza e muita criatividade para que os visitantes possam conviver com as imagens belíssimas da CAATINGA, num ambiente cenográfico equilibrado, harmonioso e surpreendente. A exposição será complementada com 5 (cinco)rodas de conversas, com temáticas diversas, referente a toda a riqueza e complexidade do território que a caatinga contém, sendo elas gratuitas com os temas: 1- Tema: a Caatinga - Palestra voltada para Formação de Plateia realizada em escola pública 2- Tema: Fauna e Flora da Caatinga: realizada no próprio Museu do Meio Ambiente 3- Tema: A Arte, artesanato e a força resiliente da Caatinga: realizada no próprio Museu do Meio Ambiente 4- Tema: As ervas medicinais da Caatinga, suas lendas e a força das mulheres da Caatinga: realizada no próprio Museu do Meio Ambiente 5- Tema: A Caatinga para Crianças: realizada no próprio Museu do Meio Ambiente Obs> Todas as rodas de conversa serão gravadas, disponibilizadas no Youtube gratuitamente e terão tradução em Libras, e serão realizadas no espaço da exposição. Por meio do projeto o público poderá conhecer e entender a Caatinga brasileira, a fauna a flora e o seu povo. A exposição será realizada no Museu da Cultura Cearense/CDMAC. equipamento da Secretaria de Cultura do Estado do Ceara, que é gerido pelo instituto Dragão do Mar, localizado em Fortaleza, a rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema. Haverá 1(uma) visita guiada com os curadores, a qual será registra em fotos e vídeo, que resultará em um pequeno documentário, de 15 minutos, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri Na exposição haverá Painel sensorial em MDF com objetos com texturas que possam ser tocados e sentidos possibilitando a compreensão de texturas do Bioma Caatinga. Este painel é uma apresentação sensorial tátil com legendas em braile para contemplar os deficientes visuais. Contrapartida Social Uma palestra dos curadores sobre a Caatinga voltada para professores e alunos da rede pública. Esta Palestra será gravada, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri.
Por meio da Lei de Incentivo iremos Fortalecimento e Visibilidade do Patrimonio Cultural Imaterial e Ambiental da CAATINGA A partir de 1992, a Unesco adotou o conceito de paisagem cultural como uma nova tipologia de reconhecimento dos bens culturais. Duas décadas depois, em 6 de julho de 2012, reconheceu o Rio de Janeiro como a primeira área urbana do mundo a receber a chancela de paisagem cultural. Os locais da cidade valorizados com o título da Unesco são o Pão de Açúcar, o Corcovado, a Floresta da Tijuca, o Aterro do Flamengo, o Jardim Botânico, a praia de Copacabana, e a entrada da Baía de Guanabara. Os bens cariocas incluem ainda o Forte e o Morro do Leme, o Forte de Copacabana e o Arpoador, o Parque do Flamengo e a Enseada de Botafogo. Em consonância com a Unesco, o Iphan regulamentou a paisagem cultural como instrumento de preservação do patrimônio cultural brasileiro em 2009, por meio da Portaria nº 127. Como definição, a chancela de Paisagem Cultural Brasileira é uma porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores. O Brasil é formado, como poucos países do mundo, por enorme diversidade de paisagens, costumes e lugares. Compõem a paisagem cultural o sertanejo e a Caatinga, o candango e o Cerrado, o Pantanal e o boiadeiro, o gaúcho e os pampas, o pescador e os barcos tradicionais, as tradições da mata e as tribos indígenas. Outros tantos personagens e lugares formam o painel das riquezas culturais brasileiras, destacando-se a relação exemplar entre homem e natureza. Portanto, esta exposição contribui para que o Bioma CAATINGA seja mais conhecido, compreendido, valorizado e preservado.
Incluiremos nos anexos o Layout da exposição , assim como a Carta de Interesse do Museu da Cultura Cearense/CDMAC
Textos que estarão na exposição: PAREDE 2 Pelas mãos experientes dos mais velhos, o Saber, as Técnicas e a Experiência do povo que habita o bioma Caatinga, vão sendo repassados às novas gerações. Assim o couro, o barro, a renda, a palha e a madeira assim como o Saber que adquirem da Observação da Natureza vão sendo resguardados e reunidos para serem constantemente transformados pela criatividade desse povo exemplo de força e resistência. PAREDE 3 As raças caprina e bovina no Nordeste têm grande importância regional. Não só na subsistência do povo com poucos recursos naturais como também pelo uso da sua pele e couro no artesanato. As vestimentas dos vaqueiros mostram além de utilidade na vida do trabalhador, grande beleza e criatividade. São celas, chapéus, casacos, alpargatas etc. confeccionados com grande habilidade por artesãos verdadeiros artistas. Outro artesanato presente nas abundantes feiras e mercados no Nordeste é o derivado do barro. Com esse simples elemento da Natureza grandes artistas reconstituem figuras típicas como o músico, a parteira, o vaqueiro assim como cenas regionais como os retirantes na seca. PAREDES 4 E 5 A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Não há outro no mundo. Só na avifauna a riqueza é imensa superando em número até mesmo o Pantanal. Há um grande número de endemismos, ou seja, espécies que só existem em algumas regiões do semiárido do Nordeste. As fibras das diversas palmeiras, como o babaçu, buriti ou a carnaúba dão origem a um rico e original artesanato – esteiras, balaios, redes, cestos, chapéus, bolsas etc. PAREDE 6 O BIOMA Caatinga tem uma biodiversidade adaptada às altas temperaturas. Assim como a fauna, a flora é também rica em endemismos. Caatinga quer dizer Floresta Branca, pois na época da escassez das chuvas ou propriamente da Seca ou estiagem, sua vegetação perde as folhas tomando um aspecto esbranquiçado. As árvores são baixas, os troncos tortuosos e espinhentos- mecanismos de defesa. Alémd dos cactos a Caatinga é rica em bromélias como por exemplo a Macambira ou o Caroá cuja fibra produz um sofisticado artesanato. No livro Os Sertões Euclides da Cunha descrevendo a simplicidade e beleza da casa de um sertanejo cita a rede de Caroá. Temos um Bioma e um povo que nela habita da maior singularidade e riqueza. O Brasil precisa conhecer melhor e valorizar a Caatinga sua cultura e seu original artesanato. Além da floresta de grande porte como a Amazônia e a mata Atlântica precisamos reconhecer a Caatinga como Patrimônio Natural !
O Museu da Cultura Cearense/CDMAC. equipamento da Secretaria de Cultura do Estado do Ceara e gerido pelo lnstituto Dragao do Mar. localizado em Fortaleza a rua Dragao do Mar, 81, na Praia de lracema -mais conhecido como Dragão Dragão do Mar é dotado de todas as condições necessárias para acessibilidade como rampas e elevadores de acesso para pessoas com dificuldades de mobilização. Há estacionamento para carros devidamente sinalizados para idosos e deficientes. Haverá 1(uma) visita guiada com os curadores, a qual será registra em fotos e vídeo, que resultará em um pequeno documentário, de 15 minutos, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri Na exposição haverá Painel sensorial em MDF com objetos com texturas que possam ser tocados e sentidos possibilitando a compreensão de texturas do Bioma Caatinga. Este painel é uma apresentação sensorial tátil com legendas em braile para contemplar os deficientes visuais. Uma palestra dos curadores sobre a Caatinga voltada para professores e alunos da rede pública. Esta Palestra será gravada, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri.
A exposição será gratuita, ou seja sem cobrança de ingressos, possibilitando que todos e todas possam visitar e conhecer a exposição. Haverá 1(uma) visita guiada com os curadores, a qual será registra em fotos e vídeo, que resultará em um pequeno documentário, de 15 minutos, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri Relizaremos 5 (cinco)rodas de conversas, com temáticas diversas, referente a toda a riqueza e complexidade do território que a caatinga contém. Contrapartida Social Uma palestra dos curadores sobre a Caatinga voltada para professores e alunos da rede pública. Esta Palestra será gravada, com tradução em libras. Este vídeo será disponibilizado gratuitamente no canal do Youtube do Instituto Colibri. AS 5 Rodas de Conversa, sobre 5 temáticas serão gravadas , terão tradução em Libras e o vídeo será disponibilizado no canal do Youtubre do Instituto Colibri gratuitamente.
Curadores Renato Imbroisi designer e curador, atua mergulhado no universo da revitalização técnica e estética do artesanato. Tem mais de 140 projetos na área realizados no Brasil, Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Itália e Chile. Estabelece vínculos de longo prazo com as comunidades com as quais trabalha, e frequentemente as assessora visando melhor inserção no mercado e, assim, maior geração de renda. Lena Trindade fotógrafa desde 1975. Seu trabalho se volta para a Natureza, os Tipos Brasileiros, as Festas Populares e o Artesanato. Tem publicações nas principais revistas nacionais e em algumas estrangeiras (México, Japão, França, EEUU). Realiza regularmente exposições sobre temas ligados à cultura nacional. Conselheira da Associação de Fotógrafos da Natureza, AFNATURA. Design Gráfico Ruth Freihof trabalha com programação visual nas áreas de design editorial, logotipo, Sua trajetória é pontuada por exposições individuais e projetos gráficos de importantes eventos relacionados às artes. Como por exemplo o livro obra Krajcberg, de Franz Krajcber. Recebeu os prêmios Max Feffer de Design Gráfico nas categorias Editorial, Editorial e Embalagem e foi juri deste prêmio em 2007. O livro A Rádio Nacional foi indicado para o Prêmio Jabuti na categoria produção e projeto em 2006. Produtora Executiva Maria Bernardete Passos é gestora cultural, com graduação em Estudos Sociais e Pós- Graduação em: Gestão Pública e Gerenciamento de Cidades - UNESP (2002), Especialização em: Gestão Pública do Turismo-2009–UFSC e Gestão Cultural-UERJ (2014) e especializações em: Segmentação do Turismo-2010 – UFSC e Plano Municipal de Cultura -2018 – UFBA. · Em 2007 funda o Instituto Colibri, em Araraquara-SP- Brasil · Em 2010 funda a Filial do Instituto Colibri, em Paraty- RJ- Brasil · Em 2014 abre a empresa MBPassos em 2018 com alteração contratual passa a ser BR Mâo Dupla LTDA ·Em 2021 funda a Filial do Instituto Colibri, em Lisboa – Portugal · Em 2022/2023/2024 preside a Festa Literária da Morada do Sol- Araraquara -SP · Como Presidente do Instituto Colibri coordenou diversos projetos. Abaixo alguns destes projetos: • Festa literária da Morada do Sol ´coordenadora – de 2022 a 2024 • Programa Meu Rumo, coordenadora-projeto voltando para atender adolescentes que tiverem seus direitos violados, de 2015 a 2024 • Por Uma Terra Sem Males- Aldeia Itaxi 2022/2023; • Paraty Presente-Colibri, voltado para crianças de 6 a 14, em 2015, 2016 e 2019; • Centro de Capacitação Colibri, voltado para mulheres e jovens artesãs, de 2011 a 2020; • Paraty Eco Festival, de 2011 a 2018, projeto com o objetivo de fortalecer o patrimônio cultural imaterial de Paraty; Administrativo Pedro Alfradique Scotti Formação acadêmica 2007 - 2014 Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) / Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) – Rio de Janeiro - RJ Doutorado em Sociologia Tese: A desigualdade pelos desiguais; Sociologia das percepções da estrutura social brasileira 2005 - 2007 Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) – Rio de Janeiro - RJ Mestrado em Sociologia Dissertação: Critérios de Equidade para o Ensino Básico no Brasil 2000 - 2003 Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Araraquara – SP Graduação (Bacharelado e Licenciatura) em Ciências Sociais 1998 - 1999 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Belo Horizonte – MG Graduação em Estatística (2 anos - incompleto) Experiência profissional 2010 – 2023 - Atual Instituto Colibri – Paraty-RJ Pesquisa; desenvolvimento institucional; coordenação administrativa; execução de projetos; representação institucional Textos e releases Maria Emília Kubrusly: Escritora e jornalista, autora, entre outros, dos livros Lá e Cá – trocas culturais entre Brasil e países africanos de língua portuguesa (2013) e Desenho de Fibra (2011), ambos em parceria com Renato Imbroisi, para Senac Editoras, e do infantil Aventura no Mar de Dentro (2010), editora Lthu Sensu, RS.
PROJETO ARQUIVADO.