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PRONAC 2411282Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

CAIO FERNANDO ABREU - PARA ALÉM DE SUA ÉPOCA

EMPORIO EMPREENDIMENTO ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,63 mi
Aprovado
R$ 1,63 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-11-04
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Caio Fernando Abreu foi um escritor e jornalista brasileiro, considerado um dos maiores contistas do país. Dono de uma obra atemporal, Caio foi agraciado três vezes pelo "Prêmio Jabuti de Literatura". A mostra expositiva de caráter biográfico pretende investigar a sua vida _ que se revela tão intensa quanto obras emblemáticas, através de textos, fotografias, entrevistas e vídeos, hoje arquivados no Espaço de Documentação e Memória Cultural Delfos da PUC - RS. Considerando pela Academia de Literatura um dos mais prolíficos e criativos escritores das décadas de 1970 a 1990. Seus contos são amplamente conhecidos pelo público, mas Caio ainda escreveu peças teatrais, artigos e resenhas para revistas e jornais, assim como romances para crianças e adultos.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

A exposição "Caio Fernando Abreu - para além do seu tempo" tem como objetivo geral celebrar um dos escritores mais populares e queridos da Literatura brasileira: sua linguagem e temática transgressoras, além do interesse pelo não literário (sua produção literária passa longe dos cânones da Academia e foge às regras da chamada "Literatura convencional"), tornaram a obra do escritor atemporal. Destacam-se como objetivos específicos: 1. Produto Exposição de Artes Realizar uma exposição de médio porte, a partir de um recorte conceitual apresentado pelo curador, referendando e divulgando a obra do escritor para novas gerações de leitores, que terão a oportunidade de compreendê­-la como material artístico e cultural atual, contemporâneo, e relevante por meio de uma catálogo digital que reunirá textos bigráficos e imagens inéditas que remontam a obra de Caio Fernando Abreu; A Exposição ficará em exibição por 60 dias, com uma média de público de 200 pessoas por dia, totalizando um publico de 12 mil pessoas. 2. Produto Contrapartida Social Realizar 08 (oito) oficinas artísticas a partir de releituras propositivas com temáticas alusivas a obra do autor, por meio do Programa Educativo do projeto ampliando a relação da arte com os mais diversos campos do saber e divulgando os processos técnicos construtivos, elementos estéticos e proposições; 3. Produto Revista documental Editar uma publicação no formato impresso e digital reunindo textos, ensaios e imagens ilustrativas que remontam o conceito curatorial e expositivo proposto.

Justificativa

A literatura de Caio Fernando Abreu é testemunha de uma época de extremo autoritarismo, servindo como ponto de partida para reflexões sobre a história não oficial do Brasil e as várias formas de resistência durante o regime militar. No entanto, devemos ressalvar que sua obra não pode ser considerada como "literatura de testemunho" no sentido estrito do termo. Mas é possível fazer uma aproximação com a ideia de "testemunho", uma vez que o autor e suas personagens podem ser vistos como testemunhas de um contexto autoritário ou mesmo sobreviventes de um estado de exceção. Esta aproximação é possível a partir do momento em que identificamos entre seus personagens indivíduos que estiveram engajados na militância, mas que sofreram uma derrota moral, tendo todos seus sonhos desmantelados pela repressão, transformando-se em sobreviventes de uma época de utopias e ideais, lançados em um tempo que não os reconhece mais. BIOGRAFIACaio Fernando Loureiro de Abreu nasceu no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago do Boqueirão, interior do Rio Grande do Sul. Em 1963, mudou-se com a família para Porto Alegre e alguns anos depois, em 1966, publicou na Revista Cláudia seu primeiro conto, O Príncipe Sapo. Começou, em 1967, a estudar Letras e Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas não concluiu nenhum dos cursos por seu interesse pelo jornalismo. No ano seguinte é aprovado em um concurso para trabalhar na redação da Revista Veja e passa a viver em São Paulo. Caio continua escrevendo contos e romances paralelamente ao trabalho de jornalista. Também trabalhou no Rio Janeiro como pesquisador e redator das revistas Manchete e Pais e Filhos; retornou a Porto Alegre em 1972, sendo redator da Zero Hora.Os anos 1970 foram marcados pela publicação de seu primeiro romance Limite Branco e pela forte repressão da ditadura militar. Na época, o escritor — fugindo dos militares — precisou se refugiar no sítio da escritora Hilda Hilst; posteriormente, acaba exilando-se na Europa, onde morou em Londres e Estocolmo, mas depois retorna ao Brasil.Caio é uma das figuras mais importantes da literatura LGBTQIA+ brasileira, sempre dando voz a seus sentimentos e abordando temas tabus como a AIDS e a homossexualidade. Em 1993, quando trabalhava no jornal O Estado de São Paulo, descobriu ser portador do vírus HIV e corajosamente decidiu escrever sobre sua vivência em crônicas publicadas pelo jornal semanalmente. Essa série de crônicas é formada por três cartas e se chama Cartas para Além do Muro. O escritor faleceu em decorrência da AIDS em 25 de fevereiro de 1996, em Porto Alegre. "Saio dessa mais humano e infinitamente melhor, mais paciente — me sinto privilegiado por poder vivenciar minha própria morte com lucidez e fé. (...) Tudo me parece muito lógico: que outra morte eu poderia ter? É a minha cara! (...) Só choro às vezes porque a vida me parece bela. (O sol. As cores. As coisas) Mas é de emoção, não de dor. Tá tudo certo." (trecho da carta a artista Maria Lídia Magliani) OBRACaio Fernando Abreu é um dos mais prolíficos e criativos escritores das décadas de 1970 a 1990. Seus contos são amplamente conhecidos pelo público, mas Caio ainda escreveu peças teatrais, artigos e resenhas para revistas e jornais, assim como romances para crianças e adultos. Suas principais obras são: O Ovo Apunhalado (1975), Morangos Mofados (1982), Triângulo das Águas (1983), Os Dragões não conhecem o Paraíso (1988), Onde Andará Dulce Veiga? (1990) e Ovelhas Negras (1995). E ele também era poeta! Escreveu mais de cem poemas que o público desconhece. Publicou, em jornais e suplementos literários, apenas quatro: Gesto, Prece, Oriente e Press to Open.Sua obra fala sobre instabilidade, inquietude e ausência. Sempre falta algo a Caio, seja dinheiro, tempo ou alguém. A presença constante da ausência é explícita na crônica Existe sempre alguma coisa ausente (Folha de São Paulo, 3 de abril de 1994). E essa falta é dolorosa e profunda, mesmo que não saibamos exatamente o que falta. Ou quem. A vida e a obra de Caio se confundem. Seu mergulho no esoterismo, nas religiões, nas drogas, num jeito alternativo de viver refletem sua busca incessante por sentido.A linguagem de Caio é um reflexo de seu tempo. É importante lembrar que, durante grande parte em que produzia seus textos, o Brasil experienciava anos difíceis de ditadura. Caio abraçou assuntos complicados não só como tema, mas como parte do seu linguajar poético. Seu jeito confuso, de escrita caótica, se alinhava com uma linguagem fluida e dinâmica. Escritor lírico o tempo todo, até em prosa. Fez poesia visceral, cheia de interrogações — numa espécie de "mosaico de falas, pensamentos e divagações" (CHAPLIN, 2010, p. 25). Fez poesia cheia de musicalidade e livre de métrica.O humor ácido é forte característica de sua obra. Explorou a angústia, a efemeridade da vida e das coisas, falou abertamente sobre sexo e sua sexualidade. Falou de enfrentamentos, da busca por identidade, dos assuntos proibidos. Tentou dar significado às suas perdas, dores, amores. O amor foi um assunto imprescindível. Para ele, o amor é quase como uma morte, porque nos desmonta por completo, expõe nossas vulnerabilidades. O amor instaura o caos, destrói tudo que é seguro. E é preciso ter coragem para enfrentar o amor, coragem essa que parecia afugentar as pessoas de seu tempo. Como dito em uma de suas crônicas: "No século XX não se ama. Ninguém quer ninguém. Amar é out, é babaca, é careta" (Extremos da Paixão, em Pequenas Epifanias). E Caio ama profundamente. Afinal, amar também é tornar-se humano, é olhar com novo olhar as pessoas e o mundo. O amor é luz e trevas, a experiência humana mais necessária, porque nos coloca frente à vontade e às limitações não só nossas, mas do outro. E, nesse sentido, poucos foram tão viscerais quanto Caio. Amparado pelo Art 3º da Lei 8.313 de 1991, o projeto expositivo CAIO FERNANDO ABREU - UM ESCRITOR IRREMEDIÁVEL tem como objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Espaço Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural Caio Fernando Abreu Foi escritor, dramaturgo e jornalista. Seu primeiro conto publicado foi O príncipe sapo (1963), na revista Claudia. Em 1968, mudou-se para São Paulo para trabalhar na primeira redação da revista Veja. Entre 1973 e 1974 viveu na Europa. Como jornalista, além de Cláudia e Veja, trabalhou para veículos como Manchete, Zero Hora, O Estado de São Paulo, Folha da Manhã, nas funções de repórter, crítico e cronista. Seus primeiros livros, Inventário do irremediável e O ovo apunhalado foram publicados em 1970. Publicou em vida 10 livros entre contos, novelas e romances, além de sua produção para teatro. Ganhou vários prêmios, entre eles o Jabuti para Triângulo das águas. Um dos grandes marcos de sua obra é a coletânea de contos Morangos mofados (1982). Seu último romance Onde andará Dulce Veiga (1990) foi adaptado para o cinema. Caio Fernando Abreu morreu em 1996, em Porto Alegre, RS, em decorrência da AIDS. Após seu falecimento, antologias de contos, crônicas, cartas seguem sendo publicados. No seu acervo no Delfos, é possível encontrar objetos pessoais como máquina de escrever, laptop, baralhos de tarot, runas cunhadas em argila, cadernos astrológicos, longplays, fitas k7, e também correspondências, clipping, livros, fotografias, datiloscritos e manuscritos.

Especificação técnica

PRODUTO REVISTA 24 págs, 22.5x30.5cm, 4 cores, Ti Escala em Polen Bold 90g. Sistema CTP. Prova Impressão Digital.Alceadeira/grampo, Dobrado, Entrega em Porto Alegre. Tiragem: 2.000 exemplares

Acessibilidade

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: O Santander Cultural, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços; sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas mecânica e motorizada (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. O atendimento à essa medida de acessibilidade não gera nenhum custo adicional. Acessibilidade para deficientes visuais: Legendas em braile para as obras em exposição. Obs.: custo incluido no produto "Exposições de Arte - Produção/Execução". Acessibilidade para deficientes auditivos Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado na exposição, disponibilizados pelo Núcleo Educativo do Santander Cultural, formados para atender diversos públicos com necessidades diferenciadas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos O Santander Cultural, por meio do seu Programa Educativo, mantém monitores treinados à disposição para auxiliar pessoas com deficiência intelectual por meio do seu Programa de Acessibilidade Singular Plural. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: O Santander Cultural, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços; sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas mecânica e motorizada (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. O atendimento à essa medida de acessibilidade não gera nenhum custo adicional. Acessibilidade para deficientes visuais: De acordo com a atividade exercida, um monitor treinado será colocado à disposição pelo Núcleo Educativo do Santander Cultural para fazer o acompanhamento das atividades. Acessibilidade para deficientes auditivos: Tradução em libras para todo eventual conteúdo sonoro que venha a ser apresentado na exposição, disponibilizada pelo Núcleo Educativo do Santander Cultural, formados para atender diversos públicos com necessidades diferenciadas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos O Santander Culturak mantém monitores treinados à disposição para auxiliar pessoas com deficiência intelectual por meio do seu Programa de Acessibilidade Singular Plural.

Democratização do acesso

A parceria com o Santander Cultural é assertiva, uma vez que este equipamento cultural promove o acesso democratizado através de várias iniciativas que eliminam os custos para o público e facilitam a divulgação da programação e a forma de aproveitá-la: os seus programas públicos beneficiam escolas das redes públicas municipal e estadual, além de escolas privadas, universidades e comunidade local, através de agendamento de grupos gratuito, feito pela internet e por telefone. Quando requisitada, a equipe do Núcleo Educativo está apta a oferecer visitas guiadas e oficinas a grupos com portadores de necessidades especiais, incluindo utilização de materiais multisensoriais e interpretes de libras; o conteúdo didático do programa educativo é ministrado aos professores nos cursos de formação a cada exposição; Em atendimento ao prescrito no art. 28 da IN 01/2023 do Ministério da Cultura, informamos que a proposta contempla os incisos VI e VII desse artigo, in verbis: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Jeanne Callegari - Curadoria Poeta e jornalista. Nasceu em Uberaba, MG, em 1981, e cursou Jornalismo na UFSC, em Florianópolis. Escreveu o livro Caio Fernando Abreu: Inventário de um Escritor Irremediável (Seoman, 2008), biografia do autor gaúcho. Seu primeiro livro de poemas, Miolos Frescos, sai em breve pela editora Patuá. Faz parte do grupo de autores que criou o projeto Escritores na Estrada, que vai passar por várias cidades brasileiras com oficinas, batepapos e leituras. Michel Flores - Historiador / Pesquisador Mestre em Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2018), com pesquisa sobre literatura e arte na literatura brasileira contemporânea; Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2014). Possui experiência como tradutor, revisor, professor, arte-educador e produtor cultural. Como arte-educador, participou da concepção e realização de eventos sobre arte e educação e escreveu materiais didáticos para exposições de arte. Atualmente é produtor cultural no Instituto de Cultura da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde desenvolve projetos culturais nas áreas da literatura, artes cênicas, artes visuais e música. Robson Bento Outeiro - Produção Executiva e Coordenação Geral do Projeto Graduado em Administração de Empresas com especialização em Gestão Cultural, Robson Bento Outeiro é diretor da Empório Empreendimento Artísticos e Culturais, que atuou em diversos projetos de relevância nacional e internacional, entre os quais, como coordenador de cenografia e eventos paralelos na Associação Brasil 500 Anos e como gerentes de projetos das itinerâncias da Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500. A partir de 2001, assumiu a coordenação executiva da Brasil Connects Cultura em projetos expositivos na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Veneza - Itália. De 2007 a 2010, respondeu pela área de Gestão e Direção Cultural e de Novos Projetos, do Instituto Sangari, em parceria com AMNH – American Museum of Nature History. Foi responsável, ainda, pela coordenação executiva e direção artística da exposição Brasília 50 Anos – Meio Século da Capital do Brasil, apresentada no Ministério de Vivendas em Madri, com remontagem em Lisboa, Brasília, Buenos Aires e em Santiago do Chile. Entre os anos de 2011 e 2012, atuou na assessoria especial da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, acumulando também a coordenação de artes visuais, dos centros culturais e de museus da cidade. De 2012 a 2016, foi diretor executivo da Fundação Cidade das Artes, ficando responsável pelo planejamento estratégico de reposicionamento da instituição. Fez parte do Conselho Consultivo que formatou a Proposta de Inscrição do SÍTIO ARQUEOLÓGICO CAIS DO VALONGO na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco. Em 2015 foi selecionado pelo Ministério da Cultura da França para atender ao programa Séjour Culture Arts Vivants – Courants du Monde. De volta ao Brasil, assumiu a coordenação executiva da Semana de Arte de São Paulo em suas duas edições . No biênio 2020 e 2021, idealizou e assinou a direção artística de duas obras digitais: Programa de arte-educação Oficinas Fibralab, prêmio Aberj 2021 na categoria mídia audiovisual; e 1) o projeto de memória e patrimônio imaterial “A Nação Efon – Religiosidade e Fé”, disponível no canal @aseolorokepantanal.com. Desde setembro de 2022, vem atuando como conselheiro do Pacto pela Educação @pactopelaeducacao, um movimento da sociedade civil que tem a função de auxiliar na definição de estratégias e planos de ação, que conectem às políticas públicas da área da educação dos municípios e estado do Rio Grande do Sul às realidades e necessidades do século XXI. Atualmente, responde pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê, é Consultor de Projetos Incentivados da Associação Parceiros da Educação e Presidente do Instituto Back 2 Black. Nome: Daniel Morena Função: Projeto e desenvolvimento multimídia Daniel Morena é um artista visual com mais de 20 anos de experiência criando diálogos entre Arte, Cultura, Design e Tecnologia. Ele foi o fundador e Diretor de Criação e Tecnologia da 32Bits, um estúdio de Design Interativo renomado no Brasil. Durante seu tempo na empresa, Daniel liderou o desenvolvimento de mais de dez museus e várias instalações interativas importantes, incluindo o "Beco das Palavras" e “Nós da Língua” no Museu da Língua Portuguesa, "Arte que revela História" no Catavento Cultural, "Livro-Obra", que recria digitalmente o trabalho homônimo de Lygia Clark, e "IRIS", a assistente digital que apresenta conteúdo interativo do Museu do Amanhã. Além de "IRIS+" instalação onde a versão original da “IRIS” ganha recursos de inteligência artificial do IBM/Watson para engajar os visitantes em iniciativas sustentáveis. Graças ao seu conceito inovador, o projeto "IRIS+" foi considerado pelo jornal “The New York Times” como o uso mais disruptivo de inteligência artificial em museus. O processo de criação desse projeto está em um artigo no blog do aam.us, onde se pode ter um insight das soluções desenvolvidas. Daniel também desenvolveu o Lungo, um produto digital que oferece acessibilidade e conteúdo expandido para museus e exposições. Seu trabalho na 32Bits continuou até o final de 2022 - onde participou do projeto de requalificação do Museu do Ipiranga em São Paulo, e o Mundo Zira, exposição interativa que comemora os 90 anos do Ziraldo - quando ele decidiu iniciar a samambaia.digital, estúdio que produz arte e design digital assinado."

Providência

PROJETO ARQUIVADO.