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PRONAC 2411296Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Olhares sobre o tempo: formação e circulação de histórias de vida

ESPACO IMAGINARIO - ARTES, TECNOLOGIA E EDUCACAO LTDA
Solicitado
R$ 193,6 mil
Aprovado
R$ 193,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento de pessoal
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-07-01
Término

Resumo

Ministrar (01) oficina de sensibilização/formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc. e realizar a circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade.

Sinopse

Oficina de sensibilização para multiplicadores no uso da Tecnologia Social da Memória Desde 2001, o Museu da Pessoa oferece cursos, oficinas e projetos de formação presenciais e à distância para difundir sua metodologia para organizações e movimentos sociais, escolas e grupos comunitários interessados em ser produtores, guardiões e disseminadores de histórias e memórias. Esta é uma oficina destinada a interessados/as em se tornar multiplicadores/as (produtores, guardiões e difusores de histórias) da Tecnologia Social da Memória que queiram realizar projetos de memória com grupos em comunidades, famílias, escolas e bairros. Tal metodologia, que utiliza técnicas da história oral, inclui três etapas fundamentais que se complementam: construir (estímulo à produção de narrativas, coleta de documentos, fotos, objetos etc.); organizar (incentivo a relacionar conteúdos e estabelecer conexões entre eles); e socializar histórias (proposição de socialização, como, por exemplo, o compartilhamento dos conteúdos na Internet). A oficina de sensibilização ocorrerá no Museu de Florianópolis (SESC/SC)*1 localizado na região central de Florianópolis/SC e será realizada em parceria entre o Museu da Pessoa (São Paulo) e o Espaço Imaginário. Serão oferecidas 20 vagas gratuitas para as comunidades. Terá duração total de 28h, será ministrada com módulos teóricos e práticos (presenciais), com o intuito de, aprimorando o conhecimento de jovens e adultos, de qualquer faixa etária e classe social, capacitá-los a multiplicar, produzir, preservar e disseminar memórias sociais coletivas e histórias de vida de grupos, de comunidades, organizações sociais/culturais/religiosas, escolas etc. de Florianópolis/SC. Haverá emissão de certificado aos participantes que alcançarem frequência mínima de 75% das horas/aula ministradas. *1 O espaço é arejado, possui boa iluminação, projetor, acesso à Internet, 4,5 x 7,5m (largura x comprimento - metragem - planta), e é devidamente habilitado e preparado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com sinalização adequada e providos de rampas de acesso, com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes, atendendo aos requisitos dispostos no artigo 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz: “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência (sic), conforme o disposto no artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. O público beneficiado da oficina envolve jovens e adultos, sejam professores, estudantes, líderes comunitários, jornalistas, comerciantes, donas de casa ou guias de turismo. Trinta por cento das vagas serão reservadas a pessoas com deficiência, autodeclaradas pretas e pardas, e a indígenas. Mão de obra necessária para a oficina: 1 (um) coordenador, 1 produtor, 2 formadores do Espaço Imaginário, 1 formador do Museu da Pessoa (SP), 1 estagiário de cinema. A oficina será ministrada por formadores do Espaço Imaginário e pela formadora Sofia Tapajós, do Museu da Pessoa (SP), durante 5 (cinco) dias, preferencialmente aos sábados, sendo 5 (cinco) horas nos primeiros quatro dias e 8 (oito) horas no 5.º e último dia, em formato híbrido (presencial e on-line). Dividida em 8 módulos, com carga horária total de 28 horas, possui um programa que inclui saída de campo com a proposta de gravar 3 entrevistas com pessoas que moram, frequentam ou trabalham no Centro de Florianópolis, preferencialmente idosos. Número de vagas: 15. Local: Museu de Florianópolis (SESC/SC) – Centro – Fpolis/SC PROGRAMA DA OFICINA (28h/aula) Módulo 1 – Introdução (1.º dia - período: manhã - 2h/aula) – com a presença da formadora do Museu da Pessoa (SP) Visita aos espaços expositivos do Museu de Florianópolis (30 min.) Propósito do curso Como o curso está organizado. O que é o Museu da Pessoa. O que é a Tecnologia Social da Memória. Ser formador na Tecnologia Social da Memória. Módulo 2 – Tecnologia Social da Memória: Criar Sentido (1.º dia - período: tarde - 3h/aula) - com a presença da formadora do Museu da Pessoa (SP) Criar sentido Atividade 1 – Diagrama de sentido. Atividade 2 – Linha do tempo coletiva. Atividade 3 – Roda de histórias. Módulo 3 – Tecnologia Social da Memória: Construir Histórias Coletivas (2.º dia - período: manhã - 2h/aula) Roda de histórias Círculo de histórias – o que é. Círculo de histórias – como fazer. Círculo de histórias – dicas técnicas. Módulo 4 – Tecnologia Social da Memória: Construir Histórias (2.º dia - período: tarde - 3h/aula) Entrevistas Como fazer – Antes da entrevista. Como fazer – Durante a entrevista. Dicas técnicas. Relatos biográficos. Módulo 5 – Tecnologia Social da Memória – Organizar Histórias (3.º dia - período: manhã - 2h/aula) Como catalogar. Códigos de catalogação. Como preservar. Módulo 6 – Tecnologia Social da Memória – Socializar Histórias (3.º dia - período: tarde - 3h/aula) Dicas técnicas para edição de vídeos. Dicas técnicas para a edição de áudios. Transcrição de áudios e vídeos. Formatos de socialização. Módulo 7 – Plano de capacitação/formação (4.º dia – período da manhã - 2h/aula; período da tarde - 3h/aula) Plano de capacitação/formação Releitura do módulo 2. Releitura do módulo 3. Releitura do módulo 4. Releitura do módulo 5. Releitura do módulo 6. Módulo 8 – Edição, finalização e publicação dos conteúdos (5.º dia – período da manhã - 4h/aula; período da tarde - 4h/aula) Atividade final. Encerramento/avaliação da oficina. METODOLOGIA Num primeiro momento da oficina, disposto em círculo, o grupo se apresenta para a roda, facilitando a comunicação e o entrosamento dos participantes — cada um conta, em três minutos, sua história. Antes da explanação da formadora do Museu da Pessoa, as pessoas se dividirão em 3 grupos de 5, com o objetivo de, posteriormente, cada grupo realizar uma entrevista, totalizando, pois, 3 entrevistas a serem gravadas na saída de campo. A exposição dos conteúdos (teoria) será feita de maneira dialogada e com apresentação de slides, com abertura de perguntas ao final de cada módulo. Haverá saída de campo para a realização de entrevistas com, preferencialmente, idosos que frequentam/moram/trabalham no Centro de Florianópolis. O foco das entrevistas nos idosos vem ao encontro da proposta do projeto “Olhares sobre o tempo”, realizado nos anos 2017-2018 pelo Espaço Imaginário — por isso a menção ao título nesta oficina —, e pretende que sejam registradas histórias de vida de pessoas que viveram em tempos mais remotos (dos quais a cidade muitas vezes já não tem mais lembranças ou registros), além de percepções sobre o tempo atual, no qual há uma outra modernidade e tecnologia. O mapeamento dos entrevistados será realizado pelos próprios participantes, que definirão, durante a oficina, primeiramente, critérios de escolha e logo decidirão, com a ajuda do formador do Espaço Imaginário/Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis e da equipe do projeto (produtora executiva e assistente de coordenação), os lugares do Centro onde as pessoas poderão ser encontradas. Exemplos de locais: 1) Praça em frente à Catedral Metropolitana, local turístico da cidade, onde moradores (principalmente idosos) se reúnem para conversar e jogar dominó; 2) Armazém da Renda — centro de referência para divulgar a produção artesanal do município, onde há uma exposição de longa duração sobre os aspectos históricos e culturais que envolvem a atividade e onde as/os rendeiras/os se reúnem para confeccionar as rendas; ou 3) uma associação de aposentados e pensionistas localizada no Centro de Florianópolis. CIRCULAÇÃO DOS CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS E FOTOGRÁFICOS - Esclarecimento A circulação ocorrerá em 4 (quatro) comunidades de Florianópolis, sendo que em cada uma delas serão exibidos 3 conteúdos audiovisuais e cada uma delas receberá uma exposição com 3 fotografias e 3 textos biográficos em banner referentes aos personagens entrevistados nas gravações exibidas. RELAÇÕES ENTRE HISTÓRIA ORAL E TECNOLOGIA SOCIAL DA MEMÓRIA (TSM) Diferentemente da Tecnologia Social da Memória (TSM), a História Oral se restringe mais ao campo acadêmico. A TSM tem enfoque no social e no político, pois acredita que “A história de cada pessoa, grupo ou instituição diz respeito à história de toda a sociedade. Dessa forma, vale garantir que um conteúdo socialmente produzido seja socialmente apropriado [...]” (MUSEU DA PESSOA, 2009). Nesse sentido, a TSM se baseia nas técnicas de História Oral e inclui três etapas fundamentais que se complementam: construir (estímulo à produção de narrativas, coleta de documentos, fotos, objetos etc.); organizar (incentivo a relacionar conteúdos e estabelecer conexões entre eles); e socializar histórias (proposição de socialização, como, por exemplo, o compartilhamento dos conteúdos na Internet). Esse percurso acontece em diferentes dimensões. Começa com cada pessoa contando, organizando e socializando sua própria história. Essa história se relaciona com outras do seu grupo e compõe uma história coletiva. E esta, por sua vez, faz parte de uma rede. mais ampla de histórias dos indivíduos e grupos que compõem a sociedade atual. (MUSEU DA PESSOA, 2009).

Objetivos

Geral: Ministrar uma oficina de sensibilização/formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc. e realizar a circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade. Esta proposta pretende cumprir as prerrogativas do art. 3.º do decreto 11.453, de 23 de março de 2023: a) Entendendo como importante divulgar as narrativas sobre as origens, o trabalho, a família, a cultura e a natureza local das comunidades, especificamente onde a presença dos "nativos" ainda é bem marcante e preservada de alguma forma nos casarios, nos costumes e nas relações com a natureza (pesca, por exemplo), por meio da circulação, pretende "I - Valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matizes e formas de expressão" e "II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira"; b) Por meio da oficina de sensibilização e formação, com vistas a proporcionar aprendizados que registrem, socializem e preservem a memória das suas comunidaes e, assim, estimulem-nas a criar vínculos a partir da escuta, pretende "VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais"; c) Por meio da exibição dos conteúdos fotográficos e audiovisuais nas comunidades, pretende "V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais", compreendendo esse acesso como um direito cultural garantido pela Constituição de 1988. d) Compreendendo como primordial exibir conteúdos fotográficos e audiovisuais, com o objetivo de fortalecer a identidade cultural, criando vínculo entre as gerações, almeja "VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; e) Ao sensibilizar para práticas da preservação da memória, quer "XII - Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento dos recursos humanos para a produção e a difusão culturais" de moradores das comunidades impactadas pelo desordenado desenvolvimento urbano, pela especulação imobiliária e pela falta de políticas públicas, estimulando a criação de movimentos coletivos que mudem a realidade local através do audiovisual. f) Por entender a importância das pessoas que têm relação histórica, social e cultural com a cidade de Florianópolis e colaboram para a sua dinamicidade, por meio da oficina de sensibilização e formação, pretende "XIV - Estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira". g) Por meio de aulas teóricas baseadas na metodologia Tecnologia Social da Memória (TSM) e nas experiências técnicas e nos projetos desenvolvidos do Espaço Imaginário para capacitar jovens e adultos a realizar pesquisa e registro de memórias coletivas e histórias de vida em suas comunidades, ao aproximar jovens e adultos dos valores, saberes e experiências de suas comunidades, almeja "XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação"; Específicos: Produto 1 (principal) _ oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc. - Ministrar oficina para 15 (quinze) multiplicadores/produtores culturais sobre Tecnologia Social da Memória, metodologia desenvolvida pelo Museu da Pessoa (SP); - Promover ações de difusão das informações nas redes sociais (Instagram e Facebook), no site e no canal de Youtube do "Espaço Imaginário _ Arte, tecnologia e educação"; - Promover a acessibilidade ao produto cultural principal (vídeos, fotografias e oficina), por meio das ferramentas legenda, janela de libras e audiodescrição (mixada com o som original e com opção de habilitá-la); - Preservar a memória dos locais, das pessoas e das atividades que elas exercem (saber-fazer), por meio da gravação das entrevistas; - Exaltar e valorizar as histórias de vida dos lugares e dos moradores de Florianópolis, por meio da divulgação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos nas comunidades e nas redes sociais; - Conscientizar para a importância da preservação do patrimônio material/imaterial da cidade, por meio oficina de sensibilização; - Fomentar que os moradores continuem registrando as manifestações culturais de suas comunidades e a valorizem a memória coletiva, por meio oficina de sensibilização e da divulgação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos nas comunidades. Produto 2 _ circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade - Circular com 13 gravações audiovisuais de histórias de vida de personagens de Florianópolis/SC em 4 (quatro) comunidades da cidade; - Expor 3 (três) banners (ampliação das fotografias dos personagens entrevistados durante as aulas práticas da oficina/entrevistas nas saídas de campo realizadas no Centro de Florianópolis), além de 13 (treze) banners dos registros fotográficos (ampliação das fotografias) do arquivo institucional do Espaço Imaginário/Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis; - Incentivar e valorizar sentimentos de identidade, cidadania e pertencimento, por meio da circulação/divulgação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos; - Conscientizar para a importância da preservação do patrimônio material/imaterial da cidade por meio da circulação/divulgação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos nas comunidades. Avaliação dos resultados - Registrar, por meio de fotografia, as aulas teóricas e práticas do projeto; - Computar a presença durante toda a oficina; - Solicitar assinatura em livro de presença na circulação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos; - Aplicar questionário de avaliação aos participantes da oficina respondido via Google Docs: 1. De 1 a 10, como avalia a atuação dos formadores? 2. De 1 a 10, acham que o tempo de oficina foi suficiente para aprender os conteúdos abordados e as práticas em campo? 3. De 1 a 10, como avaliam a saída de campo como exercício prático da oficina? 4. De 1 a 10, como avaliam o espaço e a estrutura da sala do Museu de Florianópolis? 5. Algum assunto de seu interesse deveria ser abordado? 6. Tem algo a compartilhar conosco? (Sua percepção sobre a oficina é muito importante para nós). - Elaborar relatório de avaliação do projeto; Como serão os resultados - 3 entrevistas gravadas no Centro de Florianópolis; - 28 horas de oficina ministradas.

Justificativa

Ministrar uma oficina de sensibilização e formação se torna importante, na medida em que ações em favor da valorização dos afetos, da manutenção dos espaços e em prol das dinâmicas e memórias coletivas da cidade são atos válidos para conscientizar a população do seu valor histórico-cultural; da necessidade de ocupá-la de maneira menos predatória; para alertar do risco de sua descaracterização; da possível destruição dos bens culturais e das manifestações populares; do perigo da inviabilização da sustentabilidade das comunidades, quadros estes que podem ser irreversíveis à sociedade e à paisagem cultural viva e dinâmica. Nesse sentido, ao viabilizar a continuidade das atividades do Espaço Imaginário - Arte, tecnologia e educação — produtora de conteu´do audiovisual e de aço~es ligadas à educaça~o, ao patrimônio cultural e ao meio ambiente fundada em 2011 em Campo Grande/MS, atuante hoje em Floriano´polis/SC e parte da rede de Nu´cleos do Museu da Pessoa (Sa~o Paulo) —, este projeto permite que as pessoas possam exercer práticas de preservação da memória dos lugares e das atividades desenvolvidas por elas em suas comunidades. Do mesmo modo, propor a circulação dos conteúdos fotográficos e audiovisuais do arquivo de imagens do referido Espaço, disponibilizando-os ao público em geral, às instituições culturais, comunitárias, educacionais, entre outras, irá gerar uma importante mobilização regional, com potencial de abrangência, inclusive, nacional. Outrossim, por ser a capital de Santa Catarina um dos mais importantes polos turísticos e tecnológicos do Brasil, que a faz receber investimentos em muitos setores, o produto resultante do projeto poderá contribuir para atrair diferentes agentes por meio do turismo cultural, que movimenta muitas pessoas e serviços, e na Ilha é pouco observado. O Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis, cuja característica são as iniciativas autônomas e o escopo de atuar em territórios, comunidades e temáticas específicas, foi capacitado pelo Museu da Pessoa (São Paulo) com todo o suporte tecnológico para desenvolver projetos individual e colaborativamente. Entre outros programas, o Espaço Imaginário vem desde 2012 realizando trabalhos de documentação e compartilhamento de histórias de vida, por meio de projetos como o "Memórias do Futuro" (2012) — com foco nas brincadeiras de infância e a formação audiovisual para jovens de comunidades; o "Memórias da Costa da Lagoa" (2015) — trabalho etnográfico baseado na metodologia do "Memórias do Futuro", que levou Lia Mattos (coordenadora do Espaço Imaginário) até a Costa da Lagoa, em Florianópolis/SC, para um encontro de 2 (dois) anos com as crianças da comunidade, durante o seu mestrado; e o "Olhares sobre o tempo" (2017) — nova fase do projeto "Memórias do Futuro" cujo propósito é registrar por meio do audiovisual histórias de vida dos mais antigos moradores da Ilha de Santa Catarina. Nesta trajetória, em 2022, começou a aplicar a Tecnologia Social da Memória, metodologia idealizada pelo Museu da Pessoa (São Paulo), em seus trabalhos. Assim, com a captação de imagens e gravações em áudio, vem organizando um arquivo dinâmico com diferentes materiais de pesquisa e temas, como a preservação do patrimônio imaterial local, o turismo cultural, a educação comunitária, as memórias institucionais e outras narrativas. (https://youtube.com/playlist?list=PLBCoaC_sMNJh2mhQD2W3peP9B5BkHnYnm&si=H0a7VKVhpI85Kz5f) O projeto apresentado está alinhado aos seguintes princípios do Art. 1.º do Plano Nacional de Cultura: I _ liberdade de expressão, criação e fruição; III _ respeito aos direitos humanos; IV _ direito de todos à arte e à cultura; V _ direito à informação, à comunicação e à crítica cultural; VI _ direito à memória e às tradições; VIII _ valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável. Do mesmo modo, aos objetivos do Art. 2.º do Plano Nacional de Cultura: I _ reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira; II _ proteger e promover o patrimônio histórico e artístico, material e imaterial; III _ valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais; IV _ promover o direito à memória por meio dos museus, arquivos e coleções; V _ universalizar o acesso à arte e à cultura; VI _ estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; VII _ estimular o pensamento crítico e reflexivo em torno dos valores simbólicos; IX _ desenvolver a economia da cultura, o mercado interno, o consumo cultural e a exportação de bens, serviços e conteúdos culturais; X _ reconhecer os saberes, conhecimentos e expressões tradicionais e os direitos de seus detentores; XII _ profissionalizar e especializar os agentes e gestores culturais; XV _ ampliar a presença e o intercâmbio da cultura brasileira no mundo contemporâneo. Ainda com relação ao Plano Nacional de Cultura, cumpre com a Meta 45, que trata de comunidades ou coletivos beneficiados com ações de comunicação para a Cultura. As ações do proponente já ocorrem por meio de parcerias institucionais e pessoais, porém, com a possibilidade de captar recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, acredita-se que o projeto poderá impulsionar a difusão, estimular e potencializar as ações conjuntas com as comunidades, além de, ao inserir ferramentas de acessibilidade, promover um acesso mais universal ao produto cultural resultante. PRIMEIRA PARTE: ART. 1º DA LEI 8.313/91 DE ACORDO COM AS FINALIDADES: O produto "oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc.." atenderá ao art. 1.º da lei 8.313/91, no que tange a essas finalidades do PRONAC: a) "II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: São muitas as razões pelas quais as cidades brasileiras vêm evidenciando rápidas e intensas transformações estruturais, econômicas, sociais e culturais. Uma delas é resultado da aplicação seja pela iniciativa pública, seja iniciativa privada, de projetos de requalificação urbana, que, para muitos gestores e empreendedores, são benéficos para a sociedade. Grosso modo, essas "revitalizações" muitas vezes podem possibilitar um melhor convívio de pessoas e uma melhor circulação dos espaços, mas, o que se percebe é que, apesar do discurso de "humanizar" as localidades, o objetivo em muitos casos é a prevalência do lucro, para privilégio e usufruto de grupos sociais hegemônicos economicamente. Quer dizer, sua aplicação não leva em conta muitos fatores sociais e culturais dessas localidades. Com a promoção de ações de caráter colaborativo de preservação da memória das comunidades, possibilita-se que elas tenham autonomia e sofram menos com os processos de invisibilidade social e cultural causados por esses processos urbanos desenfreados. b) Ao propor na oficina de sensibilização e formação o conhecimento de técnicas de preservação de histórias de vida, incentivando que sejam produtores/pesquisadores desses conteúdos em suas comunidades, e ao mesmo tempo fomentando a sua aproximação com a história, com os modos de fazer, os saberes e os valores, fortalecendo a identidade cultural local, este projeto almeja "IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". c) VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: Capital do estado de Santa Catarina e localizada na região sul do país, Florianópolis, cuja população estimada é de 537.211 pessoas (censo de 2022 - https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/sc/florianopolis.html), já possui cenários que não diferem muito de algumas comunidades do Rio de Janeiro, como o Vidigal; de regiões de São Paulo, como o Vale do Anhangabaú; e da Bahia, como o Pelourinho. Fato é que o crescimento urbano descontrolado e a criação de grandes áreas de especulação imobiliária faz parte do enredo que está proporcionando uma série de acontecimentos, entre eles a substituição de moradias "nativas" por empreendimentos imobiliários, muitas vezes megalomaníacos, que servem a somente uma parcela da população. As consequências disso são não somente o aumento do custo de vida da região onde eles foram construídos, mas também, e não menos importante, a possibilidade de isolamento e criação de nichos nos quais os habitantes locais são segregados em seus espaços ou mesmo excluídos, tanto pela questão econômica quanto por diferenças culturais ou geracionais. Tudo se agrava quando esses processos são pensados a médio e longo prazos, pois está em jogo a memória coletiva das comunidades e suas práticas culturais, que correm o risco de ser esquecidas ou minorizadas. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: Tal qual o Museu da Pessoa (SP), que entende que a experiência de todos(as) e´ importante, tanto do ponto de vista das singularidades como da coletividade, e que ao longo da vida deixamos rastros nos lugares onde nascemos, moramos, estudamos, trabalhamos e morremos, oferecer uma oficina para estimular/promover aço~es que mantêm vivas diferentes narrativas possibilita o preenchimento de lacunas na histo´ria da cidade, fomenta a preservaça~o dos bens culturais intangi´veis, sejam vivências, saberes-fazer, crenças, tradiço~es e costumes, memo´rias universais que correm o risco de se dispersar ou deixar de existir. O produto "circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade" atenderá ao art. 1.º da lei 8.313/91, no que tange a essas finalidades do PRONAC: a) Entendendo que a divulgação das histórias de vida são capazes de, entre outras coisas, mobilizar a comunidade a encontrar caminhos que solucionem problemas sociais urgentes, almeja "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; b) Ao realizar a circulação dos conteúdos audiovisuais e fotográficos já gravados e registrados pelo Espaço Imaginário numa ação itinerante em lugares estratégicos, como centros comunitários, escolas e universidades, pretende "III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, entendendo que, ao propor tal ação cultural nas comunidades, envolverá a população local e outros colaboradores (imprensa, guias turísticos, artistas locais etc., assim como incentivará e valoriza sentimentos de identidade, cidadania e pertencimento, solidificando referências simbólicas do passado e que ainda significam no presente c) A divulgação dos conteúdos audiovisuais que circularão pela cidade tem o intuito de, ao fomentar a socialização de histórias de vida, com temas que retratam os modos de fazer artesanais, hoje escassos do ponto de vista simbólico e comercial, como a renda, a pesca, pretende "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; d) Ao difundir as histórias de vida para as comunidades, promovendo a interação entre seus moradores e preservando a memória para as futuras gerações, quer "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; e) Considerando importante a divulgação do patrimônio imaterial local, tanto para o fomento do turismo cultural, da educação comunitária, das memórias institucionais quanto da preservação de narrativas, para favorecer os círculos de afeto e os sentimentos de identidade, cidadania e pertencimento, quer "IX - priorizar o produto cultural originário do País". SEGUNDA PARTE: ART. 3º DA LEI 8313/91: ENQUADRAMENTO DOS OBJETIVOS O produto "oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc.", de maneira mais específica, atende ao art. 3º da lei 8.313/91, no que tange à essas finalidades do PRONAC: IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos: a oficina tem o intuito de aprimorar o conhecimento de jovens e adultos, de qualquer faixa etária e classe social, capacitando-os a multiplicar, produzir, preservar e disseminar memórias sociais coletivas e histórias de vida de seus grupos, de suas comunidades, organizações sociais/culturais/religiosas, escolas etc. O produto "circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade", de maneira mais especi´fica, atende ao art. 3° da lei 8.313/91, no que tange à essas finalidades do PRONAC: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: os conteúdos fotográficos e audiovisuais do arquivo de imagens do Espaço Imaginário que circularão pelas comunidades registram uma memória singular, mas que também é universal, pois parte de uma resistência que pretende manter as sociabilidades, o saber-fazer, as crenças, tradições, os costumes e valores das comunidades de Florianópolis/SC. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais: intensifica-se a multiplicação e a interação das ações de preservação, permitindo que as histórias dos habitantes da Ilha de SC sejam divulgadas e mais pessoas as conheçam e ajudem a manter por mais tempo a sua memória para diferentes públicos e gerações.

Especificação técnica

Produto 2 - circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade. As fotografias serão impressas em formato de banner, com 90x70 cm, colorido, em lona, pois facilita sua circulação e montagem em qualquer espaço das comunidades que as receberão.

Acessibilidade

Produto 1 (principal) - oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc. ACESSIBILIDADE FÍSICA – Para a realização das oficinas de sensibilização e formação, o espaço do setor educativo do Museu de Florianópolis (SESC-SC) está devidamente habilitado e preparado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com sinalização adequada e provido de rampas de acesso, com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes, atendendo aos requisitos dispostos no artigo 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz: “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência (sic), conforme o disposto no artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Além disso, as aulas terão o acompanhamento de intérpretes de LIBRAS. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS - x ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS – Os módulos 1 e 2 terão o acompanhamento de intérprete de libras e os módulos 3/4, 5/6 e 7/8 terão janela de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - x Produto 2 – circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade ACESSIBILIDADE FÍSICA – Para a realização das oficinas de sensibilização e formação, serão priorizados os espaços nas comunidades devidamente habilitados e preparados para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, com sinalização adequada e providos de rampas de acesso, com espaço adequado para mobilidade de cadeirantes, atendendo aos requisitos dispostos no artigo 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz: “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência (sic), conforme o disposto no artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS – estagiário de história fará a descrição das fotografias. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS – os 13 vídeos terão audiodescrição e legendagem descritiva ou legenda para surdos e ensurdecidos (LSE). ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - x O seguinte inciso/parágrafo do art. 27 da IN n.º 11, de 30/01/24, será adotado no projeto: Art. 27. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível para cada linguagem artística de seus produtos, sendo devidamente justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Produto 1 - oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc: os módulos 1 e 2 da oficina serão gravados e disponibilizados no canal do Youtube do Espaço Imaginário — que possui mais de mil inscritos, como forma de democratizar o acesso e possibilitar que mais interessados possam assistir aos referidos módulos. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Produto 1 - oficina de sensibilização e formação baseada na Tecnologia Social da Memória para multiplicadores de organizações e movimentos sociais, escolas, grupos comunitários etc.: a seguinte medida do art. 30 da IN nº 1/2024 serão adotadas no projeto: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição (o módulo 1 e 2 ficarão disponíveis por um ano no canal do Youtube do Espaço Imaginário) e a oficina oferecerá um intérprete de libras. Produto 2 - circulação de conteúdos audiovisuais de histórias de vida e de fotografias de personagens de Florianópolis/SC do arquivo de imagens do Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis (Espaço Imaginário) em comunidades da cidade: serão priorizados locais de exibição geograficamente centrais nas comunidades, cujo acesso seja gratuito e facilitado ao maior número de pessoas possível. Estimativa de público produto 1 Oficina de sensibilização e formação: 15 Entrevistados: 3. Estimativa de público produto 2 Circulação: 1.000 pessoas diretamente (250 de cada comunidade). Estimativa de público beneficiado de forma direta: 15 + 3 + 1000 = 1.018. No Youtube, de junho de 2022 a agosto de 2023, houve um total de 53.152 impressões; 478 horas de exibição dos conteúdos e 7.449 visualizações nos 13 vídeos postados, dando uma média de 573 visualizações por vídeo. Já no Instagram, dos 26 reels postados, houve no total 54.870 visualizações, dando uma média de 2.110 visualizações por vídeo. (período de coleta – junho a setembro de 2022). As seguintes medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 serão adotadas no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

Espaço Imaginário Função: coordenador geral, captador de recursos (em parceria) e diretor dos vídeos da oficina O Espaço Imaginário foi criado em 2011, em Campo Grande (MS), com foco na convivência criativa e na cultura da infância. Desde o início a vocação para a sensibilização de educadores para uma atuação mais criativa foi guia das atividades do Espaço Imaginário. Produziu em sua trajetória ações e conteúdos ligados a biografias, infâncias e à convivência criativa e saudável. Como primeira ação, realizou o seminário “A natureza da criança”, levando formação gratuita a mais de 60 educadores e artistas locais. Em 2012, levou o projeto “Memórias do Futuro” a 8 comunidades, entre quilombos, aldeias indígenas, região pantaneira e urbana do MS, ministrando oficina a 20 jovens multiplicadores que passaram por um processo de sensibilização para a cultura da infância e por uma capacitação para a produção audiovisual. Em 2013, dentro desse mesmo projeto, criou o programa “Brinque, conviva e compartilhe”, direcionado a educadores brincantes, que promovia formas criativas de ensino nas escolas e em outras instituições educativas. Em 2015, já abrigado na Lagoa da Conceição, em Florianópolis/SC, com o “Memórias da Costa da Lagoa”, promoveu um trabalho etnográfico após 2 (dois) anos de encontro com as crianças dessa localidade, que culminou na produção de dois vídeos (“A Noite Abençoada” e “Brincos da Costa”). Em 2019 e 2020, em meio à pandemia, parou com as atividades presenciais, mas lançou o projeto “O Fio da Vida”, oito episódios com registros da memória oral de personalidades da Ilha, que deram origem à videobiografia da Dra. Gudrun Burkhard, pioneira da medicina antroposófica no Brasil. Em 2022, começou o curso de formação na Tecnologia Social da Memória para implantar o Núcleo do Museu da Pessoa. https://drive.google.com/drive/folders/1_XhqpVkprMtmxpMiLlP3kOQ2kTf1kfpc Alexandre Basso Função: roteirista, diretor e cinegrafista Graduado em Comunicação na PUC-RS, trabalhou como criativo em diversas agências de propaganda com foco no audiovisual. Desde 1999 vem desenvolvendo roteiros para cinema e projetos ficcionais e documentais, televisão e novas mídias. Atua também nas áreas de direção, fotografia, operação de câmera e edição. Foi fundador da Associação de Cinema e Vídeo de Mato Grosso do Sul – ACVMS (2002). Na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, foi professor de concepção e produção audiovisual em curso à distância oferecido pela instituição (2001). Ao longo da sua trajetória, dirigiu e produziu curtas (Paralelos – 2007; The Beginning – 2001) e documentários (Mitã – 2013; Batatinha e o samba oculto da Bahia – 2006; Entre Rios e Histórias – 2004; Guerreiros da Paz – 2003; Guarnicê - 2002). Atuou como câmera e fotógrafo em filmes autorais e também de outros parceiros. Coordenou projetos audiovisuais na Escola Aberta Navegar (2016-2017), no Cinema da Lagoa (2016), além de ser programador) e no “Memórias do Futuro - Olhares da Infância Brasileira” (2012-2013), projeto realizado em diversos municípios do Mato Grosso do Sul que formou jovens para produzir conteúdo sobre a Cultura da Infância com tecnologia móvel. Fundador do Espaço Imaginário - Artes, tecnologia e educação Ltda — que começou suas ações no Mato Grosso do Sul, mas atualmente está sediado na Lagoa da Conceição, Florianópolis, Santa Catarina —, além de coordenar o Núcleo do Museu da Pessoa de Florianópolis, atualmente executa projetos audiovisuais relacionados à memória e à infância e busca aprofundar conhecimentos ligados à memória, ao desenvolvimento infantil e sua relação com as novas formas de comunicação e entretenimento. https://drive.google.com/drive/folders/1_XhqpVkprMtmxpMiLlP3kOQ2kTf1kfpc Lia Mattos Função: coordenadora da oficina Produtora cultural, antropóloga, educadora e aconselhadora biográfica em formação. Atua há 20 anos como documentarista e arte-educadora e desenvolve trabalhos e pesquisas acerca do universo da memória e do brincar do Brasil. Graduada em Design de Produto pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB (1999), com especialização em Arte-educação, Cultura Brasileira e Linguagens Artísticas Contemporâneas pela Escola de Belas Artes/UFBA (2008), mestre em Antropologia Social (UFSC), doutoranda em Educação – Centro de Estudos da Criança (UMINHO-Portugal). Integrante do Núcleo de Estudos MUSA – UFSC, Arte, Cultura e Sociedade na América Latina e Caribe e do Núcleo de Pesquisadores em Fenomenologia Goenthianística do Território do Brincar – SP. Dirigiu e fez a coordenação pedagógica do projeto “Memórias do Futuro - Olhares da Infância Brasileira” – Fase MS; Foi pesquisadora, articuladora e documentarista das memórias da comunidade da Costa da Lagoa – projeto “Memórias do Futuro”, em Florianópolis – SC (2014-2015); foi professora orientadora na Pós-Graduação Escutas Antropológica das Infâncias – Casa Tombada - São Paulo (2021-2023); Membro Pesquisador do Grupo de Estudos Programa Território do Brincar – Instituto Alana. Coordenou o Curso de formação de educadores – O Livre Brincar – O Nascimento da consciência Humana - com Gandhy Piorski. Atualmente, é coordenadora pedagógica e diretora do Espaço Imaginário – Artes, tecnologia e educação Ltda. https://drive.google.com/drive/folders/1_XhqpVkprMtmxpMiLlP3kOQ2kTf1kfpc Sofia Tapajós (Museu da Pessoa) Função: formadora da oficina Graduada em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Políticas Culturais de Base Comunitária, pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, é colaboradora do Museu da Pessoa há três anos, tendo passado por funções como revisora, entrevistadora, colaboradora do educativo e assessora de colaboração. Além da experiência no museu, articula com coletivos que atuam em territórios indígenas, campesinos e periféricos. https://drive.google.com/drive/folders/1_XhqpVkprMtmxpMiLlP3kOQ2kTf1kfpc Rede Marketing Cultural Função: Coordenação de Produção A Rede Marketing Cultural é uma empresa que desenvolve conteúdos e executa projetos a fim de promover conexões culturais entre as marcas e seu público. Presta serviços de consultoria, planejamento e gestão de projetos, conectando artistas e produtores com instituições e iniciativa culturais. Sua equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. A equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. Desde 2012 intensificando a atuação, potencializando sua relação com a cultura e com a qualidade das ações desenvolvidas. O valor financeiro aportado no projeto cultural contribui para o desenvolvimento local, gerando trabalho e renda para a cadeia produtiva da área incentivada. https://drive.google.com/file/d/1QNXF_lKOVD-Bpop0MN5VCJqDoKN66JPs/view?usp=drive_link Denize Gonzaga Função: assistente de produção Formada em História pela UFSC (2011) e em Museologia pela UNIBAVE (2014), atua na área cultural desde 2007, iniciando como mediadora de exposições no Museu de Arte de Santa Catarina e no Museu da Imagem e do Som (Fundação Catarinense de Cultura - FCC). Trabalhou, de 2013 a 2016, com a produção executiva da banda instrumental catarinense Brass Groove Brasil, acompanhando-a na 16.ª Mostra Sesc Cariri de Culturas (Fortaleza/CE) e na Virada Cultural de São Paulo, ambos em 2015. No campo patrimonial/museológico, colaborou como assistente administrativa no projeto “Cadastro Catarinense de Museus”, do Sistema Estadual de Museus de SC/FCC (2014), foi parecerista da Comissão de Acervo e Pauta do MIS-SC e diretora de acervo da Associação Cultural Cinemateca Catarinense (2016-2019). Realizou a coordenação técnica do X Salão Nacional Victor Meirelles (2008); do Prêmio Nacional Cruz e Sousa de Literatura (2008-2009); da Comissão Catarinense do Livro - COCALI (2009) e do Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2013-2014), todos projetos lançados pela FCC. Do mesmo modo, trabalhou com assistente de montagem no XII Salão Nacional de Artes de Itajaí - SNAI (2010); como organizadora/produtora executiva do Planeta.doc Conferência/Festival Internacional de Cinema Socioambiental (2017) e como produtora executiva do festival Floripa Instrumental (2021 e 2023). Em 2020, executou, por meio do Edital Elisabete Anderle o projeto “A artesania tipográfica de Cleber Teixeira”, que registra em livro o trabalho artesanal do tipógrafo carioca naturalizado em Florianópolis. Atualmente, é produtora cultural; diagramadora; pesquisadora nas áreas de História e Museologia; redatora e revisora textual. https://drive.google.com/drive/folders/1_XhqpVkprMtmxpMiLlP3kOQ2kTf1kfpc

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina