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PRONAC 2411297Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Projeto VULCÃO: Oficinas Culturais

PROJETO VULCAO
Solicitado
R$ 193,9 mil
Aprovado
R$ 193,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sumaré
Início
2025-03-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Sumaré São Paulo

Resumo

Pretende-se com o projeto Projeto VULCÃO: Oficinas Culturais, massificar a prática de atividades artísticas e culturais desenvolvidas pelo Projeto VULCÃO, através da oferta GRATUITA de oficinas hip hop, ballet e cultura digital para 100 crianças e adolescentes residentes no município de Sumaré/SP.

Sinopse

Não compete

Objetivos

OBJETIVO GERAL - Promover gratuitamente oficinas culturais de hip hop, ballet e cultura digital para 100 crianças e adolescentes, na faixa etária de 06 a 17 anos de idade do município de Sumaré/SP. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Curso / Oficina / Capacitação - Realizar durante 10 meses, oficinas de hip hop, ballet e cultura digital, duas vezes por semana, por turma, sendo 720h/aula e 480 aulas, durante a execução do projeto, distribuídas da seguinte forma: Oficina de Hip Hop Turma Infantil (06 a 11 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula durante a execução do projeto; Turma Juvenil (12 a 17 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula e 80 aulas, durante a execução do projeto. Oficina de Ballet Turma Infantil (06 a 11 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula e 80 aulas, durante a execução do projeto; Turma Juvenil (12 a 17 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula e 80 aulas, durante a execução do projeto. Oficina de Cultura Digital Turma Infantil (06 a 11 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula e 80 aulas, durante a execução do projeto; Turma Juvenil (12 a 17 anos de idade) = 1h30 por dia X 2 aulas semanais = 3h por semana X 4 semanas = 12 horas mês X 10 meses de atividades = 120h/aula e 80 aulas, durante a execução do projeto.

Justificativa

A Região Metropolitana de Campinas - RMC integra dezenove municípios. Os municípios da RMC apesar de estarem em uma região de grande crescimento econômico apresentam diferentes realidades urbanas, que são observadas na qualidade de serviços públicos prestados, em infra-estrutura e renda per capita. A cidade de Sumaré, distante aproximadamente 119 km da capital paulista e com seus 279.545 habitantes (IBGE, 2022), é a segunda maior da Região Metropolitana de Campinas. O município cresceu como "periferia" de Campinas, recebendo um grande número de migrantes, principalmente de baixa renda, que se deslocaram em busca de menor valor do solo urbano. Atualmente, concentra um dos índices mais altos da RMC de crescimento populacional e renda baixa (Fundação SEADE, 2017). De acordo com estudos do Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (CRUZ, 2008), o aumento da mancha urbana de Campinas para Sumaré e Hortolândia ocorreu com precariedade de urbanização e menor valor imobiliário dos loteamentos, apresentado expressivas taxas de crescimento populacional. Em especial, os municípios eixo de expansão sudoestes de Campinas, possuem problemas comuns, como crescimento da violência, déficit habitacional, baixa escolaridade, degradação ambiental, entre outros. Os municípios de Sumaré, Hortolândia e Monte Mor apresentavam o menor índice de renda per capita, em 2000, indicando o eixo mais vulnerável da RMC. Sumaré e Hortolândia aparecem como os municípios que mais receberam migração intra-metropolitana, oriunda principalmente de Campinas. Os dados do IBGE também apontam em Sumaré uma porcentagem alta de vulnerabilidade social, sendo que 6,11% têm rendimento de até 1⁄4 do salário mínimo e 11,34% de até 1⁄2 salário. O baixo índice de escolaridade, mesmo estando em uma região tecnologicamente desenvolvida é uma constante dentre seus munícipes. Estes índices se tornam mais visíveis quando se está próximo à bairros periféricos, onde os índices de violação de direitos de crianças e adolescentes são maiores. Quando falamos em violação de direitos, remetemo-nos aqueles oriundos da negligência, da falta de oportunidades, os espaços escassos de aprendizagem, que deixam esta população vulnerável e suscetível ao uso abusivo de drogas, ao contato com o tráfico, à gravidez na adolescência, a exploração do trabalho infantil e a violência doméstica. Foi através da iniciativa de pais e moradores da Região Administrativa da Área Cura, que vivenciavam as histórias de crianças e adolescestes que ficavam com grande parte de seu tempo ocioso, sem que houvesse um espaço que pudessem desenvolver suas habilidades e promover o seu desenvolvimento de forma sadia, que foi fundado o Projeto Vulcão no ano de 2016. Trata-se de um projeto, que visa o atendimento direto à crianças e adolescentes de 5 à 17 anos de idade, colocando a cultura no centro de uma educação para a vida e promovendo a cidadania, através do acompanhamento familiar e de seu desenvolvimento na escola. Dos 100 alunos atendidos da Região Administrativa da Área Cura, 60% são oriundas do Jardim Nadai; 15% do Parque das Nações; 10% da Vila Sol Nascente; 5% do Jardim Danúbio Azul e; 10% de alunos residentes dos bairros do entorno destes bairros. A instituição possui sua sede em uma região estratégica, circundada por estes bairros, tidos pela população como de grande vulnerabilidade social. Os bairros do entorno onde a entidade está localizada, não possuem infraestrutura pública suficiente para absorver a demanda existente de talentos para a cultura. Neste sentido, se destaca a necessidade de se manter e ampliar espaços que venham promover e desenvolver projetos ligados as expressões artísticas e culturais nestes locais. Este Projeto justifica-se na medida em que busca oportunizar ações que visem valorizar o potencial de criar e apreender, contribuindo com a formação de crianças e adolescentes, proporcionando a superação de suas dificuldades em socialização, despertando as habilidades psicomotoras, aguçando a memória e o ritmo, na produção artística como expressão mais sublime tornando-se a forma de se comunicar, de expor experiências cotidianas ou mesmo pela ampliação do repertório cultural. Pensando neste propósito é que apresentamos este projeto. A presente proposta será aberta gratuitamente, assim como todas as atividades desenvolvidas pela entidade a todas as camadas da população, promovendo a inclusão social, a diversidade e a qualidade artística, estimulando a experimentação e o aprofundamento das questões da arte hoje. A necessidade do uso da Lei de Incentivo à Cultura para financiamento deste projeto, prende-se ao fato de que dificilmente se consegue patrocínio com recursos institucionais (verba direta de empresas) para a realização de atividades artísticas e culturais. O que se vê neste momento é a diminuição, ou até mesmo a retirada dos investimentos neste setor. Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 que o projeto se enquadra, são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados são: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.

Estratégia de execução

Não compete

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO Oficina Hip Hop (Danças Urbanas) Carga horária semanal por turma até 30 alunos: 3h (sendo 1h30 por dia) Número máximo de turmas diárias: 2 (sendo 1 no período da manhã e 1 no período da tarde) Carga horária do profissional: 24 horas mensais Apresentação Hip-Hop é o nome dado ao movimento cultural que engloba o rap (música mais falada que cantada), o break (dança robotizada) e o grafite (artes plásticas). O Hip-Hop envolve música, dança, poesia e a realidade também. É conhecido como Cultura de Rua, que proporciona integração, inserção social e educacional, principalmente de crianças e adolescentes. O Hip-Hop é a oportunidade de expressar por meio da palavra, da dança e do ritmo, a realidade vivida nas ruas. O ensino da dança assume um importante papel para que as crianças e adolescentes possam conhecer o seu corpo, compreender as relações que são estabelecidas entre o fazer, o conhecer, o interpretar e o apreciar a dança. Objetivos • Ressocializar e promover inclusão social, fazendo com que a cooperação entre as crianças e adolescentes sejam de maior intensidade; • Trabalhar na teoria e na prática propostas que integrem o fazer, a apreciação e a contextualização artísticas; • Trabalhar na teoria e na prática propostas educacionais que relacionem o Hip-Hop com as demais disciplinas da Fundação; • Proporcionar as crianças e adolescentes à possibilidade de se expressar e que adquiram coragem de sair em busca de seus sonhos. Metas Conseguir atingir ao máximo os objetivos descritos. Metodologia Avaliações Médicas, Físicas e Posturais;Reuniões/ Treinamento/ Palestras Educativas;Avaliações;Apreciação de dança ao vivo;Discussões e problematização sobre o vivido e apreciado; • Elaboração e aplicação de projetos de ensino; • Desenvolver domínio do comportamento humano; • Desenvolvimento cognitivo; • Desenvolvimento motor; • Desenvolvimento sócioafetivo. Avaliação Diariamente com professores e estagiários. Quinzenalmente pela equipe técnica. Bimestralmente com as famílias. Seleção dos participantes: A participação dos alunos será livre, não havendo seletivas e/ou audições para selecionar os participantes por habilidades, uma vez que o intuito do projeto é promover a experiência da dança. Haverá apenas o limite de turma de acordo com a ordem de inscrições. Serão alunos prioritários aqueles encaminhados pela rede socioassistencial do município, cadastrados em programas de transferência de renda, comprovar ser oriundo de família de baixa renda e alunos com deficiência. Oficina de Ballet Carga horária semanal por turma até 30 alunos: 3h (sendo 1h30 por dia) Número máximo de turmas diárias: 2 (sendo 1 no período da manhã e 1 no período da tarde) Carga horária do profissional: 24 horas mensais Apresentação O ensino da dança assume um importante papel para que os alunos possam conhecer o seu corpo, compreender as relações que são estabelecidas entre o fazer o conhecer, o interpretar e o apreciar a dança. A dança é um dos caminhos para o ensino de diversas artes que a permeiam. Estimula a criatividade, desenvolve as habilidades motoras e sua prática prepara o indivíduo para a integração com o grupo, pois ensina a importância da disciplina do trabalho individual para o andamento do trabalho em equipe. O ballet serve como base para assimilar outros vocabulários de dança tornando compreensíveis as lingua- gens diversas dessa arte. O ensino do ballet contém mais do que a técnica clássica de dança, aborda informações diversas sobre música e compositores já que as peças de repertório do ballet são coreografadas sob as obras de grandes compositores. Além da técnica clássica, um conhecimento sobre música, seus compositores, as peças de repertório, transpassa as artes plásticas na criação de cenários, figurinos e elementos cênicos. As obras de ballet são adaptações da literatura clássica característica de cada momento histórico. E há ainda versões da literatura clássica adaptadas coreograficamente, tais como obras de Shakespeare, ou mesmo obras da literatura moderna que inspiram ballet da contemporaneidade, transformando conteúdos literários em movimento.A dança permeia o teatro, pois é uma arte cênica. Objetivos • Ressocializar e promover inclusão social, através da dança fazendo com que a cooperação entre as crianças sejam de maior intensidade; • Trabalhar na teoria e na prática propostas para o ensino de dança que integrem o fazer, a apreciação e a contextualização artística; • Conhecer o corpo, explorar os sentidos, experimentar sensações e formas de locomoção; • Explorar sentimentos e experiências vividas cotidianamente, promovendo um amplo conhecimento em diversas artes; • Trabalhar na teoria e na prática propostas educacionais que relacionem a dança às demais disciplinas da Fundação. Metas Conseguir atingir ao máximo os objetivos descritos. Metodologia Avaliações Médicas, Físicas e Posturais; Avaliações;Reuniões/ Treinamento/ Palestras Educativas;Vivências artísticas e exercícios de dança contemporânea; Apreciação de dança ao vivo;Discussões e problematização sobre o vivido e apreciado; • Leituras e discussões de textos;Elaboração e aplicação de projetos de ensino;Desenvolver domínio do comportamento humano;Desenvolvimento cognitivo;Desenvolvimento motor;Desenvolvimento sócio- afetivo. Avaliação Diariamente com professores e estagiários. Quinzenalmente pela equipe técnica. Bimestralmente com as famílias. Seleção dos participantes: A participação dos alunos será livre, não havendo seletivas e/ou audições para selecionar os participantes por habilidades, uma vez que o intuito do projeto é promover a experiência da dança. Haverá apenas o limite de turma de acordo com a ordem de inscrições. Serão alunos prioritários aqueles encaminhados pela rede socioassistencial do município, cadastrados em programas de transferência de renda, comprovar ser oriundo de família de baixa renda e alunos com deficiência. Oficina de Informática (Cultura Digital) Carga horária semanal por turma até 15 alunos: 3h (sendo 1h30 por dia) Número máximo de turmas diárias: 4 (sendo 2 no período da manhã e 2 no período da tarde) Carga horária semanal total do profissional: 30 horas semanais Apresentação A INFORMÁTICA é um local onde através do uso de computadores e seus softwares trabalham-se o raciocínio lógico, a coordenação motora e a criatividade das crianças e adolescentes, contribuindo para seu desenvolvimento pessoal e profissional independente de qual profissão ela desempenhar. Objetivos • Através do desenvolvimento do raciocínio lógico, fazer com que as crianças tenham um ganho na velocidade e na objetividade do pensamento, ajudando assim, a encontrar soluções de uma forma mais rápida e clara as dificuldades encontradas no dia-a-dia; • Familiarização com o computador, através da prática da utilização de textos, elaboração de planilhas e apresentações realizadas durante o período de aprendizagem; • Aprendizado de informática básica e intermediária através da prática dos recursos apresentados pelas ferramentas existentes, tais como: Word, Excel e PowerPoint; • Aprender a usar a internet e os recursos que ela oferece; • Entender e aprender a usar o computador como ferramenta de auxílio nos estudos contribuindo com as demais oficinas; • Através de formas lúdicas, ajudar no desenvolvimento do raciocínio lógico e da coordenação motora das crianças. Meta Conseguir atingir ao máximo os objetivos descritos. Metodologia A oficina INFORMÁTICA acontecerá, para todas as crianças e adolescentes e será orientada por um educador. O trabalho desenvolvido na informática envolve atividades definidas pelo educador através do uso de apostilas para os adolescentes (12 a 14 anos) e pré-adolescentes (10 a 11 anos) e as atividades lúdicas e software infantil para as crianças (6 a 9 anos). O educador participa orientando e ensinado as atividades. Avaliação Diariamente com os professores e estagiários. Quinzenalmente pela equipe técnica Bimestralmente com as famílias.

Acessibilidade

O proponente tem, ao longo dos últimos anos, se reestruturando, para facilitar o acesso e possibilitar maior inclusão de pessoas com deficiência a todos os seus espaços, à programação e aos cursos oferecidos, bem como, através da capacitação continuada de seus professores. Orientada por sua própria missão, que é a de promover o livre acesso à cultura e informação, seja por meio de espetáculos, exposições ou pela integração das linguagens artísticas e das práticas culturais, também nos preocupamos em ampliar cada vez mais a nossa cultura de acessibilidade que é uma preocupação constante. Neste sentido, não só investindo na manutenção das oficinas oferecidas, como também em uma postura interna, de ampliação e potencialização da sensibilidade, da percepção e do conhecimento. CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO - Aspecto Arquitetônico (Art. 27, inciso I - IN 11/2024): O espaço físico a ser disponibilizado para a realização das oficinas facilitará a locomoção, tendo prioritariamente banheiros adaptados, rampas de acesso e corrimões; - Aspecto Comunicacional (Art. 27, inciso I - IN 11/2024): 1. Deficientes Auditivos - As atividades principais terão a participação de um intérprete de libras; 2. Deficientes Visuais - A sua condução será realizada através de audiodescrição; - Medidas para garantir acesso ao conteúdo às pessoas com deficiência intelectual (Art. 27, inciso I - IN 11/2024): Para garantir a inclusão plena de pessoas com deficiência intelectual, síndromes ou condições que limitem o acesso ao conteúdo, bem como daquelas que enfrentam barreiras linguísticas, serão adotadas as seguintes medidas: 1. Adaptação da Comunicação e Conteúdos Uso de Linguagem Simples e Clara: Materiais informativos e pedagógicos serão redigidos de forma simplificada, com frases curtas e palavras de fácil compreensão; Textos com Apoio Visual: Serão utilizados pictogramas, infográficos e ilustrações que facilitem a compreensão e; Material Audiovisual Acessível: Os vídeos contarão com legendas simplificadas e intérprete de Libras, sempre que necessário. 2. Metodologias de Ensino e Mediação Inclusiva Estratégias de Aprendizagem Multissensorial: Oficinas e atividades envolverão recursos visuais, táteis e sonoros para facilitar a apreensão do conteúdo. 3. Sensibilização e Capacitação da Equipe Capacitação Contínua: Toda a equipe será treinada em práticas de inclusão e acolhimento de pessoas com deficiência intelectual e em aspectos relacionados à comunicação acessível e; Sensibilização para a Diversidade Cognitiva: As formações incluirão oficinas para desenvolver empatia e promover uma abordagem humanizada e inclusiva.

Democratização do acesso

Além da GRATUIDADE TOTAL da participação das crianças e adolescentes no projeto, os incisos/medidas constante no Art. 30 da IN 11/2024 que serão adotadas no projeto para CADA PRODUTO CADASTRADO no plano de distribuição serão: Produto: Curso / Oficina / Capacitação Área: Artes Cênicas Segmento: Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento Art. 30, inciso VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: O proponente ficará responsável por toda a gestão decisória dos processos administrativos / técnico-financeiros de forma exclusiva, não delegando esta atividade à nenhum contratado pelo projeto. A contratação de profissionais em áreas administrativas prende-se ao fato de que a proponente precisa se valer de profissionais técnicos para auxiliar na execução das ações do projeto. . William Silva dos Santos (COORDENADOR TÉCNICO) - Especialista em Gestão de Projetos pelo Centro Universitário Campos de Andrade - Uniandrade (2008) e em Gestão Organizacional e Recursos Humanos pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar (2007). Possui graduação em Psicologia pelo Instituto Taquaritinguense de Ensino Superior (2006). Atualmente atua como Diretor Executivo da W! Comunicação e Gestão de Projetos Ltda., além de outras empresas que compõem o Grupo - William's Group. Também atua como consultor técnico em diversas instituições públicas, privadas e do terceiro setor nas áreas de: treinamento e seleção de pessoal, analista técnico de projetos (sociais, educacionais, ambientais e artísticos), desenvolvimento de materiais institucionais e didáticos, além de atuar como docente em cursos de curta duração e especialização. Foi presidente e delegado regional do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, e coordenador do projeto Esporte Social financiado pela Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer do Estado de São Paulo - SEJEL. Tem experiência na área de Gestão de Projetos e Políticas Públicas. Foi membro pesquisador do Observatório da Violência e Práticas Exemplares e Grupo de Estudos e Pesquisas em Diversidade Sexual da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras - USP Ribeirão Preto no (Programa Escolas Públicas, subsidiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP como bolsista). Atualmente curso MBA em Dança e Produção Cultural no Estado do Paraná. Letícia da Silva Santos (PROFESSORA DE BALLET): Formação Técnica em Jazz e Ballet Clássico pela Escola Técnica de Artes Municipal "Santa Cecília". Participou de diversos cursos e Workshops com grandes nomes da dança tais como Jair Moraes, Liudimila Polonskaya, Patrícia Werneck, Celso Nascimento. Atua na área da dança desde o ano de 2009. Ministra aulas de Ballet Clássico, sapateado e Jazz na Academia de Dança Thea Dança de Taquaritinga-SP. Participou de diversos festivais, dos quais se destacam Festival de Dança UNIARAXÁ - Araxá-MG, Rio Dance Festival - Rio de Janeiro- RJ, Dança Ribeirão – Ribeirão Preto - SP, dentre outros. Em 2009 participou de aulas de ballet com Lilia Shaw, em 2010 Curso para professores de ballet clássico- Neyde Rossi, em 2009 - Oficina 10x10 com a Cia2 - BCSP - Oficinas de dança contemporânea Teatro Mars - Sonia Mota,Toshiko Oiwa, Samuel Guist, Ruth Amarante 2008- 2007 - CCSP -Oficinas de Dança Contemporânea com Miriam Druwe e Dança Clássica Indiana com Sonia Galvão 2007 - BCSP Oficinas de Dança Contemporânea com Lilia Shaw e Raymundo Costa 2006 - BCSP- Oficinas de Dança Contemporânea com Claudia Palma e Mario Nascimento 2003 - 2008 aulas de ballet com Lilia Shaw, Fabia Vasconcelos, Neyde Rossi, Virginia Abud, Maria Helena Mazzeti. Johny Rodrigues (PROFESSOR DE INFORMÁTICA/CULTURA DIGITAL): Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade Tecnologia de Taquaringa-SP (FATEC), manutenção de micros, assistência técnica, possui experiência na ETEC Dr. Adail Numes da Silva como Técnico ao CLI- Coordenação de Laboratórios de Informática. Hoje atua como educador na Fundação Edmilson na área de informática ministrando cursos básicos (Word, Excel, Power Point), orientação em navegação na internet, aprendizagem ao uso correto do computador. Maicon Lopes (PROFESSOR DE HIP HOP/DANÇAS URBANAS): Brasileiro, graduado na Cia Dança de Rua Pela Vida (ADESCA) – Associação de Desenvolvimento Social Cultural e Artístico, especializado em House Dance em Hip Hop e Popping, participou de vários festivais de porte nacional e internacional, atualmente trabalhando na Fundação Edmilson, Educador na área de dança como professora de Hip Hop, que compõe o núcleo educacional da entidade, trabalhando o estilo cultural como forma de desenvolvimento corporal das crianças e adolescentes que participam de atividades culturais na entidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.