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PRONAC 2411312Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

História Preta da Fotografia Brasileira

AYABA PRODUTORA CRIATIVA LTDA
Solicitado
R$ 2,09 mi
Aprovado
R$ 2,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Cachoeira
Início
2025-02-03
Término
2026-02-09
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "História Preta da Fotografia Brasileira" apresenta um panorama inédito da história da fotografia preta no Brasil, desde o século XIX até a primeira década do século XXI. O produto cultural desenvolvido e apresentado consiste em uma exposição abrangente e educativa que celebra e analisa a contribuição das pessoas negras à fotografia brasileira ao longo da história. Além da exposição, o projeto inclui atividades formativas organizadas pela equipe educativa em cada cidade, uma mesa de abertura e uma de encerramento, onde artistas, curadores e pesquisadores compartilharão suas reflexões sobre o processo de criação da exposição. O objetivo não é explorar como as pessoas negras são representadas na fotografia, mas como elas se apropriaram criativamente da fotografia como perspectiva de autoinscrição visual e de auto representação.

Sinopse

Exposição: O projeto "História Preta da Fotografia Brasileira" apresenta um panorama inédito da história da fotografia preta no Brasil, desde o século XIX até a primeira década do século XXI. O produto cultural desenvolvido e apresentado consiste em uma exposição abrangente e educativa que celebra e analisa a contribuição das pessoas negras à fotografia brasileira ao longo da história Mesa de abertura: Mesa composta por artistas, curadores e pesquisadores convidados que compartilharão suas reflexões sobre o processo de criação da exposição. Mesa de encerramento: Mesa composta por artistas, curadores e pesquisadores convidados que compartilharão suas reflexões sobre o processo de criação da exposição. Atividades formativas: Atividades de formação oferecidas pela equipe educativa de cada local em que a exposição será instalada. Sendo 02 oficinas de processo criativo em Salvador, oficinas de fotografia e cunho ambiental no Rio de Janeiro e 2 oficinas de fotografia e cunho ambiental em São Paulo. Catálogo: Informações sobre as coleção de obras e artistas que compõem a exposição.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar uma exposição com até 40 fotografos para apresentar o panorama da autoinscrição visual de pessoas negras no Brasil através da fotografia, entre o século XIX e a primeira década do século XXI. Objetivos específicos: - Realizar a exposição no Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo;- Realizar atividades formativas organizadas pela equipe educativa de cada cidade;- Realizar uma mesa de abertura, em cada cidade;- Realizar uma mesa de encerramento, em cada cidade;- Promover o debate sobre a inclusão de pessoas negras na fotografia;- Promover o acesso a obras que estão fora dos circuitos comerciais.

Justificativa

A história da presença negra na fotografia brasileira é um campo de estudo em crescente desenvolvimento, que busca trazer à tona narrativas invisibilizadas ao longo dos séculos. A exposição proposta pretende materializar os recentes estudos sobre a presença negra na fotografia brasileira, evidenciando o protagonismo de pessoas negras na constituição de sua autoimagem desde o século XIX até a era contemporânea. Através de fotografias de estúdios do século XIX, álbuns de famílias negras libertas, retratos 3x4 de documentos oficiais, trabalhos de renomados fotógrafos negros e as novas expressões fotográficas como as selfies, a exposição oferece um panorama abrangente e inovador sobre a autoinscrição visual de pessoas negras no Brasil. Trabalhos como os de Sandra Koutsoukos, Georges Ermakoff, Mônica Cardim, Fabiana Beltramin, Gabriela Sampaio e Mauricio Lissovsky dão indícios de que é possível narrar esta história de outro modo, ao mostrar, por exemplo, o agenciamento negro na feitura de fotografias de famílias negras libertas realizadas em estúdios fotográficos ainda no período da escravidão. Os trabalhos de Sampaio e Cardim mostram como o pai de santo Juca Rosa e seus filhos de santo constituem um álbum de família único no século XIX, com fotografias realizadas no estúdio de Alberto Henschel, que pode ser lido a partir de uma perspectiva colecionista do próprio Juca Rosa, mas que via de regra, é lido como uma fotografia de tipos negros ou como provas policiais. Nesse sentido, esta exposição se justifica pela necessidade de se materializar os recentes estudos sobre a presença negra na fotografia brasileira através de uma exposição que pensa o protagonismo de pessoas negras na constituição de sua auto-imagem. O que se inicia no século XIX com a contratação dos serviços de fotógrafos de estúdio e se apresenta nos anos na década de 2020, com a proliferação de si, através das selfies. Assim, o objetivo principal da exposição é apresentar o panorama da autoinscrição visual de pessoas negras no Brasil através da fotografia, vendo-as como sujeitos que tentam deter algum controle sobre sua própria imagem e seu desejo de eternizar-se através dela. Esta é uma exposição inédita no campo da fotografia e que faz parte de um esforço que vem sendo empreendido nestes últimos anos na construção de uma nova história da fotografia brasileira. Deste empreendimento fazem parte a exposição retrospectiva de Walter Firmo, de Eustáquio Neves, de Georges Love, de Wagner Celestino, dos Retratistas do Morro, do Arquivo Zumvi, a exposição retrospectiva de Lita Cerqueira a ser realizada em outubro de 2024, em Salvador e a aquisição do acervo de Januário Garcia pelo Instituto Moreira Salles, por exemplo. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 (Lei de Incentivo à Cultura) como um instrumento crucial para sua realização. Os incisos em destaque incluem: Inciso I, que trata da exibição de obras de arte, no caso, fotografias, que promovem a diversidade cultural brasileira; Inciso III, que envolve a realização de eventos culturais, como a exposição nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, que contribuem para a democratização do acesso à cultura; e Inciso V, que promove e difunde a cultura, ao trazer à luz histórias e narrativas da população negra que foram historicamente marginalizadas. Os objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados incluem: Objetivo I, que é estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivo II, que é garantir a todos os cidadãos plenas condições de exercício dos direitos culturais; Objetivo IV, que é promover e estimular o conhecimento dos bens e valores culturais; e Objetivo VI, que é proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização deste projeto por diversas razões. A Lei permite que o projeto alcance um público amplo e diverso, incluindo comunidades que tradicionalmente têm menos acesso a bens culturais, como pessoas negras, quilombolas, povos indígenas, LGBTQIAP+, e outras em situação de vulnerabilidade. Além disso, o projeto se alinha aos princípios da Lei ao valorizar a diversidade cultural brasileira e promover a inclusão social através da arte e da cultura. O financiamento via Lei de Incentivo à Cultura oferece uma base financeira estável para a realização do projeto, garantindo a qualidade e a abrangência das exposições e atividades paralelas planejadas. A Lei estimula a produção cultural ao permitir que empresas e cidadãos apoiem projetos culturais através de renúncia fiscal, criando uma rede de apoio fundamental para iniciativas culturais inovadoras como esta. Em suma, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é não apenas necessário, mas estratégico para assegurar a realização e o impacto social e cultural do projeto "História Preta da Fotografia Brasileira", que busca reescrever e celebrar as narrativas visuais da população negra no Brasil.

Especificação técnica

As metodologias pedagógicas adotadas serão dinâmicas e participativas, incentivando a interação dos jovens com as obras de arte expostas, estimulando o pensamento crítico, a criatividade e a expressão pessoal. Todas as atividades do programa educativo serão oferecidas de forma gratuita: visitas guiadas, oficinas de arte, debates temáticos e outras experiências enriquecedoras que possam despertar o interesse dos jovens pela cultura afro-brasileira e por questões sociais relevantes. Além disso, o programa educativo buscará integrar a exposição ao ambiente escolar, desenvolvendo materiais didáticos e recursos pedagógicos que possam ser utilizados em sala de aula antes, durante e após a visita à exposição. Isso proporcionará uma experiência mais completa e significativa para os jovens, permitindo que eles aprofundem seu aprendizado e compartilhem suas experiências com colegas e professores. Desta forma, o programa educativo do projeto se torna uma oportunidade para os jovens se conectarem com a arte, a cultura e as questões sociais, contribuindo para sua formação pessoal, acadêmica e cidadã. Ao oferecer uma abordagem inclusiva, dinâmica e integrada, o projeto visa inspirar e capacitar os jovens a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades e na sociedade como um todo.

Acessibilidade

O projeto irá contratar uma empresa especializada em Acessibilidade e diversidade para fornecer consultoria, para que possamos implementar as estratégias de acessibilidade do projeto que abrangem diversas iniciativas para garantir que todas as pessoas, independentemente de suas necessidades e habilidades, possam desfrutar plenamente da experiência da exposição. Serão adotadas as seguintes medidas e precaução: Acessibilidade Física: A exposição será projetada com rampas de acesso, corrimãos e elevadores em todas as áreas, facilitando a circulação de cadeiras de rodas. Banheiros adaptados serão disponibilizados em todos os locais. Acessibilidade Sensorial: Recursos como audiodescrição estarão disponíveis para pessoas com deficiência visual, fornecendo descrições detalhadas das obras de arte. Legendagem em tempo real será oferecida para pessoas surdas ou com deficiência auditiva durante eventos e palestras. Tradução em LIBRAS: Intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) serão providenciados em todas as atividades educativas e palestras, garantindo a participação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Material Educativo Acessível: Folhetos, guias e informações sobre as obras de arte serão disponibilizados em formatos acessíveis, como Braille e áudio, para atender às necessidades de diferentes públicos. Visitas Guiadas Especializadas: Grupos com necessidades específicas, como pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual, terão acesso a visitas guiadas conduzidas por guias treinados e adaptadas para atender às suas necessidades. Sensibilização da Equipe: Todos os colaboradores passarão por treinamento em acessibilidade e inclusão para criar um ambiente acolhedor e inclusivo para os visitantes. Feedback e Melhoria Contínua: Mecanismos de feedback serão disponibilizados para que os visitantes possam fornecer suas opiniões sobre a acessibilidade da exposição. Essas informações serão utilizadas para identificar áreas de melhoria e promover ajustes contínuos. Com essas medidas, o projeto não apenas busca atender às necessidades específicas de diferentes públicos, mas também promover uma cultura de inclusão e diversidade dentro do cenário cultural, tornando a experiência da exposição verdadeiramente acessível para todos.

Democratização do acesso

Catálogo da Exposição: Um catálogo detalhado será produzido e estará disponível para venda nos locais da exposição (Caixa Cultural São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador) e online, permitindo que um público mais amplo possa adquirir o material e aprofundar seu conhecimento sobre a história da presença negra na fotografia brasileira. Entradas Gratuitas: A entrada para a exposição será gratuita em todas as cidades. Isso garante que pessoas de diferentes faixas etárias, classes sociais e contextos econômicos possam acessar a exposição sem barreiras financeiras. Distribuição de Material Educativo: Serão distribuídos gratuitamente materiais educativos e informativos relacionados à exposição em escolas públicas, centros comunitários e ONGs que atendem populações em situação de vulnerabilidade. Ativações do espaço: Antes da inauguração oficial em cada cidade, haverá um ensaio aberto para grupos escolares, estudantes de arte e membros de comunidades locais. Esse ensaio aberto proporcionará uma prévia da exposição e uma oportunidade de interação direta com os curadores. Oficinas: Serão oferecidas oficinas de fotografia e técnicas de preservação de imagens em cada local da exposição. As oficinas serão direcionadas para jovens e adultos de comunidades locais, proporcionando acesso ao conhecimento e à prática artística. Transmissão pela Internet: A exposição contará com uma plataforma online que apresentará tours virtuais pela exposição, vídeos de bastidores e entrevistas com os curadores e artistas. Além disso, algumas das mesas de discussão e palestras serão transmitidas ao vivo pela internet, permitindo que um público global tenha acesso às discussões e conteúdos apresentados. Acessibilidade: Todas as instalações da exposição serão projetadas para serem acessíveis a pessoas com deficiência. Isso inclui rampas de acesso, sinalização em braille, guias em áudio e interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para eventos ao vivo. Sessões Especiais: Haverá sessões especiais da exposição dedicadas a grupos específicos, como idosos, quilombolas, indígenas, LGBTQIAP+ e pessoas em situação de vulnerabilidade, com visitas guiadas e atividades educativas personalizadas para atender às necessidades desses públicos. Parcerias com Instituições Educacionais: Serão estabelecidas parcerias com escolas e universidades para promover visitas guiadas e projetos educacionais relacionados à exposição, estimulando o envolvimento de estudantes e professores.

Ficha técnica

Camila Goulart - Coordenadora de produçãoCoordenadora de produção, é bacharel em Direito com pós em História da Arte. Especialista em produção cultural, com vasta experiência em projetos de artes visuais, atualmente supervisora de exposições no IMS e produtora de projetos focados em artes visuais. Iliriana Fontoura - Curadora adjuntaCuradora adjunta, é mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF. Pesquisadora de arquivos fotográficos de famílias negras no sul do país, atua como curadora adjunta no Instituto Moreira Salles e supervisora do educativo do MASP. Janaína Damasceno - Curadora chefeFilósofa e antropóloga, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), coordenadora do grupo de pesquisas Afrovisualidades: estéticas e políticas da imagem negra e curadora da exposição “Walter Firmo: no verbo do silêncio, a síntese do grito”, produzida pelo Instituto Moreira Salles e exibida nos IMS Paulista, no CCBB Rio de Janeiro, no CCBB de Brasília, no CCBB de Belo Horizonte, no Museu de Arte Moderna da Bahia e no IMS Poços de Caldas. Atualmente, realiza curadorias para a Fundação Emma Klabin e vem trabalhando na primeira exposição do fotógrafo norte-americano Gordon Parks no Brasil (IMS). Iliriana Fontoura também participará do corpo curatorial. Mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF, ela vem pesquisando a constituição de arquivos fotográficos de famílias negras no sul do país. E trabalha como curadora adjunta da exposição de Gordon Parks no Instituto Moreira Salles e é supervisora do educativo do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Naymare Azevedo Coordenadora geral e curadoraArtista multidisciplinar, realizadora audiovisual, curadora, pesquisadora e produtora criativa e executiva. Mestra em Cultura e Sociedade pelo Instituto Milton Santos na Universidade Federal da Bahia e Gestora de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Idealizadora e coordenadora geral da plataforma Afrotonizar de formação, imaginação política e produção de narrativas criativas decoloniais. Diretora e fundadora da Ayabá Produtora Criativa e Audiovisual. Co-fundadora da MIMB - Mostra Itinerante de Cinemas Negros e Produtora Executiva do Centro Afrocarioca de Cinema.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.