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Realizar exposição interativa de acesso gratuito que conta a história da cidade de Campinas, interior de São Paulo, pela perspectiva de seu desenvolvimento como polo científico nacional.
A classificação indicativa será livre.
Geral Este projeto tem como objetivo geral organizar e produzir obra-instalação macro de arte das novas mídias denominada "Exposição Campinas: a história da capital nacional da ciência, tecnologia e inovação" que propõe ao público uma experiência interativa a partir da realização de instalação multimídia para contar a história do desenvolvimento de Campinas por meio da perspectiva de suas principais instituições de pesquisa científica do município. A cidade, que recebeu o título de "Capital Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação", concentra diversas instituições com prestígio nacional e internacional, colaborando para transformá-la num grande ecossistema de inovação e alta tecnologia nos mais variados campos científicos. Específicos Produto: Exposição de artes · Realizar exposição com acesso gratuito em espaço composto por diversos suportes, tais como interações mecânicas e tecnológicas, design arrojado com iluminação especial, unindo tecnologia e humanização. A exposição será inaugurada em junho, na Estação Cultura, onde ficará durante 03 dias e depois ficará na Casa de Vidro, no Lago do Café, ambos geridos pela Secretaria Municipal de Cultura de Campinas.
O objetivo principal da exposição é contar a história do desenvolvimento da cidade de Campinas, através da divulgação da trajetória de suas principais instituições de pesquisa científica* e de suas mais proeminentes instituições de ensino, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas e a Universidade Estadual de Campinas. A partir do levantamento dos registros histórico, documental e iconográfico, obtidos por meio de pesquisa em acervos públicos e privados, e da realização de entrevistas com cientistas, empresários, gestores e empreendedores do município, pretende-se mostrar à população as ações realizadas por estas instituições, suas experiências e memórias sobre a produção do conhecimento, criação de novas tecnologias e elaboração de projetos inovadores, que conferiram à cidade um círculo virtuoso de desenvolvimento e pujança econômica. A primeira instituição de pesquisa criada no município foi a Imperial Estação Agronômica (atual Instituto Agronômico de Campinas-IAC), em 1887, que hoje possuí um dos mais importantes bancos de germoplasmas do país, responsável pelo vigor da agricultura nacional e até internacional. Beneficiada com a desconcentração industrial da metrópole de São Paulo, Campinas vê a chegada de várias empresas e instituições a partir da década de 1970 _ Embrapa (1972), CPQD (1976), CTI Renato Archer (1982), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (1987), entre outras _ fenômeno que impulsionou potencialmente sua economia e crescente urbanização. Mais recentemente, em 2018, foi inaugurado no CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), o Sirius, um acelerador de partículas considerado a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no país, à disposição da comunidade científica nacional e internacional. Nos próximos anos, outro complexo laboratorial ficará conectado ao Sirius, o Orion, que realizará pesquisas avançadas em patógenos. As instituições citadas são apenas alguns exemplos que evidenciam a trajetória de Campinas em prol da construção de um ecossistema de inovação, polo gerador de pesquisa, produtos e serviços de alta tecnologia, que podem muito bem justificar o título que acaba de ser atribuído à cidade pela Câmara dos Deputados: Campinas, "Capital Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação". No entanto, mais do que contar a história e evidenciar a participação de cada instituição no reconhecimento que tem hoje a cidade, território vocacionado para a inovação (não somente por sua gênese, mas particularmente por sua força extraordinária de trabalho), a exposição busca aproximar o público leigo e escolar do universo estimulante da ciência, tão necessário para a evolução de qualquer sociedade que se pretenda criativa, diversa, inclusiva, educadora e que acima de tudo cultive e preserve sua identidade e sua cultura. *CATI, CNPEM, CTI Renato Archer, EMBRAPA, FITec, Fundação CPQD, IAC, IB, IEA, Instituto Eldorado, Instituto de Pesca, ITAL, IZ, PUC Campinas, SiDi, UNICAMP, Venturus, Vonbraunlabs. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A exposição será bilíngue, com conteúdo atualizado após a primeira montagem.
Produto principal: Exposição de artes visuais O projeto contará com diversas ações de acessibilidade, incluindo conteúdos digitais em inglês. A equipe de mediação receberá treinamento em acessibilidade cultural e atitudinal e a exposição presencial contará com as seguintes ferramentas de acessibilidade: PESSOAS COM DEFICIÊCIA FÍSICA E/OU MOBILIDADE REDUZIDA: - Exposição realizada em local com acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida; - Ergonomia universal; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: - Conteúdo audiovisual e textual contará com legendas e interpretação em Libras; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: - Conteúdo espacial, audiovisual, textual e imagens contará com audiodescrição; - Impressão de textos e legendas em braille, PESSOAS COM NEURODIVERGÊNCIA: - A equipe de mediação estará preparada para auxiliar na interação com cada conteúdo; E a exposição online terá ferramentas de contraste de cores, alternância de tamanho da fonte, inserção de informações de AD de imagens e gráficos, interação com ferramenta automática de Libras, vídeos com legendagem, janelas de libras e AD. Em todas as etapas contamos com avaliações de parceiros e consultores especializados, incluindo pessoas com deficiência.
O projeto garante a democratização de acesso, tendo em vista que todas as atividades oferecidas são totalmente gratuitas. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos o exposto no inciso IX do artigo 30 da IN nº 11/2024 do MinC), a saber: IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC: – disponibilizar transporte gratuito (executivo 45 lugares), aos alunos das escolas da cidade e da região.
Toborino A Toborino Software existe desde 2009 focada em buscar a simplicidade para soluções complexas, facilitando o dia-a-dia e gerando resultados através da criação e do desenvolvimento de soluções de negócios eficazes e funcionais em tecnologia e comunicação. Nossos serviços partem da interpretação do negócio de nossos clientes, verificando seu processo de comunicação interna e identificando oportunidades de ganhos reais no aproveitamento das informações e na organização de seus usuários. Já trabalhamos com diversas empresas e instituições nacionais e internacionais na criação, desenvolvimento, manutenção de websites e também na produção, captação, edição e transmissão de vídeos. Folguedo A Folguedo é um estúdio que atua com educação, cultura, arte e ciência, criando experiências inovadoras e acessíveis que misturam expografia, cenografia, design e tecnologia. Realizamos mais de 60 projetos para exposições, ações, eventos, museus, marcas, sinalização e humanização de espaços. Nosso estúdio realiza desde a conceituação até o produto final em projetos de exposições temporárias, longa duração, baixa, média e alta itinerância em todo o território nacional e no exterior. Claudia Alencar – Sócia Folguedo Claudia respira arte desde que vivia em meio aos rolos de filmes, câmeras e projetores de seu avô cinéfilo. Muitos filmes, livros, viagens, espetáculos e museus a inspiraram e transformaram em uma diretora de arte aberta, versátil e ousada. Encontrou na cenografia o espaço ideal para cultivar e compartilhar seu interesse pelas artes, além de transitar por várias áreas, linguagens e assuntos. Depois de 25 anos como cenógrafa da TV Globo, Claudia criou a Folguedo ao perceber que projetos educativos, científicos e corporativos podem ter um olhar mais artístico e divertido. Leo Bungarten – Sócio Folguedo Leo iniciou sua carreira nos palcos, como ator, mas sua visão de gestão – ou vontade de fazer as coisas funcionarem – o levou para os bastidores. Entrou no mundo da cenografia pela dança e pelo teatro e não parou mais, guiado pelo seu interesse em cultura, acessibilidade e educação. Une o pensamento estratégico com o gosto pelos trabalhos manuais e pela natureza. Arquiteto, urbanista e sócio da Folguedo desde 2005, Leo traz seu perfil múltiplo para o gerenciamento e planejamento dos nossos projetos. Juliana Câmara – Sócia Folguedo Arquiteta e designer, Ju está sempre ligada em novos movimentos e tendências. Em seus anos de faculdade, dividiu seu tempo entre as aulas na UFF, projetos de restauração, urbanismo, residências, escolas e os ensaios de sua banda. Sócia desde 2010, tem ampla experiência em design e gestão de exposições. Valoriza funcionalidade, beleza, acessibilidade e simplicidade nos seus desenhos 3D. É nas pessoas, na música e na arte que ela se inspira para criar as melhores soluções para os projetos da Folguedo.
PROJETO ARQUIVADO.