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O projeto "I Festival Fronteira em Dança" tem como objetivo promover um evento cultural gratuito voltado para a valorização das tradições gaúchas através de apresentações de danças típicas. Serão realizadas duas noites de festividades no CTG Fronteira Aberta, com a participação de 10 grupos de danças tradicionais, sendo 5 apresentações no primeiro dia e mais 5 no segundo. O evento contará ainda com shows de artistas consagrados da música gaúcha e palestras gratuitas, em plataforma de streaming, sobre "Produção Artística: Curiosidades sobre Danças Tradicionais Gaúchas e Cultura Gaúcha".
A obra "I Festival Fronteira em Dança" será um evento cultural significativo que visa promover e celebrar a rica tradição gaúcha, destacando a importância das danças folclóricas na preservação da identidade cultural da região. O festival ocorrerá ao longo de dois dias e contará com a participação de dez grupos de dança, sendo cinco apresentações no primeiro dia e mais cinco no segundo. Cada grupo trará performances únicas, cuidadosamente coreografadas, que refletem as diversas expressões culturais do Rio Grande do Sul e a influência da fronteira com o Uruguai. As apresentações de dança tradicional serão um dos pontos altos do evento, proporcionando ao público uma imersão nas coreografias que representam as raízes históricas e os costumes locais. Os grupos de dança selecionados para participar do festival são reconhecidos pela excelência e pela dedicação à preservação da cultura gaúcha, sendo verdadeiros embaixadores do tradicionalismo na região. Por meio de suas performances, eles não apenas entreterão o público, mas também educarão sobre a história e os valores que moldaram a cultura gaúcha ao longo dos anos. Para enriquecer ainda mais a programação, o festival contará com a presença de artistas tradicionalistas reconhecidos por sua forte valorização da identidade gaúcha. Entre eles, Chiquito e Bordoneio, um grupo icônico no cenário musical do Rio Grande do Sul, que é aclamado por suas letras que falam do cotidiano e da vida no campo, trazendo à tona o sentimento de pertencimento e orgulho gaúcho. Além deles, Mano Lima e seu grupo também se apresentarão, sendo uma referência na música gaúcha e conhecido por suas canções que exaltam a tradição e a cultura da região. A participação desses artistas renomados visa dar ainda mais peso ao projeto, atraindo um público diversificado e entusiasta da cultura gaúcha. Além das danças, o festival incluirá como contrapartida social duas palestras online gratuitas. A primeira abordará a produção musical, oferecendo insights sobre os processos criativos e técnicos que envolvem a criação de música tradicional e contemporânea. A segunda palestra focará na cultura gaúcha, explorando suas origens, influências e o papel que desempenha na formação da identidade regional. Com uma duração de 30 minutos cada, as palestras serão transmitidas ao vivo, visando alcançar um público amplo e engajado, estimando-se um alcance de aproximadamente 10 mil pessoas. Essa iniciativa busca proporcionar um espaço de aprendizado e discussão sobre temas relevantes à cultura local, tornando-a acessível a todos. O "I Festival Fronteira em Dança" será um evento gratuito, com classificação indicativa livre, garantindo que todas as idades possam participar e desfrutar das apresentações. A programação será cuidadosamente elaborada para proporcionar uma experiência enriquecedora e inesquecível a todos os presentes, celebrando a cultura gaúcha e promovendo a valorização das tradições da fronteira. Este festival não é apenas uma celebração da dança, mas também um importante marco na promoção da cultura local e no fortalecimento da identidade gaúcha, criando laços de união e respeito entre as gerações.
Objetivo Geral: 1) O objetivo geral desse projeto é realizar o "I Festival Fronteira em Dança" na cidade de Santana do Livramento/RS celebrando e preservando as tradições culturais gaúchas através da dança. 2) O objetivo do projeto é dar oportunidade para o público apreciar 10 apresentações de danças tradicionais gaúchas e dois shows de artistas de renome estadual totalmente gratuito, promovendo o acesso à cultura de forma inclusiva, contribuindo para o fortalecimento da identidade regional e proporcionando momentos de integração e valorização da cultura gaúcha. Objetivos Específicos: 1) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 10 apresentações de danças tradicionais gaúchas, divididas em dois dias de evento, com a participação de 5 grupos de dança em cada dia. Oferecer um evento totalmente gratuito, acessível e inclusivo, com expectativa de público de aproximadamente 800 pessoas por dia. Garantir acessibilidade física e de conteúdo durante o evento, com intérprete de Libras em todas as atividades realizadas no palco. 2) FESTIVAL OU FESTA POPULAR (Somente estrutura): Equipamentos e estrutura necessária para execução do festival, que será realizado em 2 dias. 3) APRESENTAÇÃO MUSICAL: Promover dois shows de artistas reconhecidos no cenário musical gaúcho, sendo Mano Lima e Chiquito & Bordoneio, oferecendo entretenimento cultural de qualidade, proporcionando um aumento de visibilidade e incremento na programação dos dois dia de evento, sendo 1 artista por dia. 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar duas palestras para ser disponibilizada em plataforma de streaming gratuito, com duração de 30 minutos cada, abordando os temas de "Produção Artística: Curiosidades sobre Danças Tradicionais Gaúchas e Cultura Gaúcha", com o objetivo de alcançar 10 mil pessoas. As palestras contarão com acessibilidade através de legendagem, versão com audiodescrição e intérprete de libras.
O "I Festival Fronteira Em Dança" nasce de um profundo compromisso com a preservação e promoção da cultura gaúcha, que carrega em suas raízes a força e a alma de um povo que, ao longo dos séculos, construiu sua identidade baseada na tradição, na música, na dança, e no orgulho de suas origens. Em uma região de fronteira, onde os valores culturais se entrelaçam e se renovam, o festival é uma oportunidade única de unir gerações em torno de um patrimônio imaterial que nos pertence, mas que também é parte da riqueza cultural do Brasil. A cultura gaúcha é uma das mais marcantes do país, com seus costumes, seus ritmos, e suas narrativas transmitidas de pai para filho, carregando a história de lutas, conquistas, e a reverência à terra e aos antepassados. É uma cultura que se faz presente no dia a dia da comunidade, nos CTGs, nas rodas de mate, nos bailes e festividades que mantêm viva a chama da tradição. Eventos como este festival não são apenas entretenimento, mas um ato de resistência e de reafirmação da nossa identidade cultural. Oferecer um evento totalmente gratuito à população é um gesto de democratização da cultura, permitindo que pessoas de todas as classes e origens possam vivenciar momentos de alegria, emoção e pertencimento. Muitos dos nossos jovens, crianças e até mesmo adultos não têm acesso facilitado a eventos culturais de grande porte. O festival se propõe a romper essas barreiras, trazendo artistas renomados, apresentações autênticas e oportunidades de interação com a cultura gaúcha de forma gratuita e acessível para todos. Em tempos em que a cultura muitas vezes é relegada a segundo plano, realizar um festival gratuito de grande porte não só resgata e valoriza as tradições, mas também cria espaços de convivência e celebração para a comunidade. O festival fortalece os laços comunitários, desperta o interesse pela nossa rica herança e mostra que a cultura é um direito de todos, e não um privilégio de poucos. Este projeto não é apenas uma celebração, mas uma oportunidade de transformar vidas, de educar, de inspirar e de manter viva a chama crioula que habita o coração de cada gaúcho. É com esse espírito que buscamos o apoio e o incentivo para tornar este festival uma realidade, e assim deixar um legado cultural para as futuras gerações. A contrapartida social do projeto é outro aspecto crucial. A oferta de palestras gratuitas, com foco em produção artística e cultura gaúcha, fortalece ainda mais o caráter transformador do festival. Ao levar conhecimento de forma acessível à comunidade, o projeto contribui para o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens e adultos, ampliando suas perspectivas e abrindo portas para o mercado cultural. Essas palestras funcionam como uma extensão da proposta cultural, trazendo à tona a importância da educação e da formação de novos talentos e agentes culturais. Esse compromisso com a educação e a inclusão reforça o papel do projeto como um catalisador de mudanças positivas. Não se trata apenas de celebrar a cultura gaúcha, mas de criar um espaço onde a cultura se torna uma ferramenta de transformação social, inspirando e capacitando as próximas gerações. Ao unir tradição, arte e conhecimento, o festival consolida-se como um evento de grande relevância para a comunidade e para o estado, alinhando-se aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, que busca democratizar o acesso à cultura e promover a diversidade cultural em todo o Brasil. A realização do "I Festival Fronteira em Dança" demanda o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme estipulado pela Lei 8313/91, devido ao seu papel fundamental na valorização, preservação e disseminação da cultura gaúcha, em especial nas regiões de fronteira. Este festival tem como foco proporcionar acesso gratuito e democrático à arte e à cultura, promovendo o fortalecimento da identidade cultural local e regional através da dança tradicional, uma manifestação artística que carrega consigo séculos de história, tradição e valores enraizados no cotidiano gaúcho. O projeto enquadra-se no inciso III do Art. 1º da Lei, que visa incentivar e apoiar a produção e difusão de manifestações culturais de grupos étnicos e regionais. Além disso, o projeto responde diretamente a diversos objetivos do Art. 3º da referida norma, tais como o apoio às manifestações culturais de grupos populares e a promoção do desenvolvimento da cultura nacional e regional. Através da realização de um evento gratuito e acessível, o festival proporcionará um espaço de troca cultural entre artistas e comunidade, além de oferecer entretenimento de qualidade e promover o pertencimento cultural. A necessidade de utilizar a Lei de Incentivo à Cultura se justifica pela amplitude do projeto, que, sem o apoio financeiro necessário, teria dificuldades em garantir a gratuidade do evento e a qualidade das apresentações. A produção de um festival de dança tradicional envolve custos expressivos com infraestrutura, logística, equipe técnica, artistas e divulgação, e o acesso a recursos através do mecanismo de incentivo é essencial para viabilizar todas essas etapas, mantendo o caráter inclusivo e garantindo que o evento seja acessível para toda a população, independentemente de sua condição socioeconômica. Outro aspecto crucial é a contrapartida social do projeto, que inclui a realização de duas palestras online e gratuitas, abordando temas relevantes como produção artística e a cultura gaúcha. Com isso, o festival vai além do entretenimento e se torna também uma plataforma educativa, ampliando o impacto cultural e formativo para milhares de pessoas. Estima-se que as palestras atinjam cerca de 10 mil espectadores, proporcionando acesso ao conhecimento, independentemente da localização geográfica dos interessados. A importância do projeto também reside na criação de oportunidades para que grupos de dança apresentem seu trabalho em um ambiente de respeito e valorização da cultura tradicional gaúcha, fomentando o intercâmbio cultural e o fortalecimento de identidades regionais. Dessa forma, o festival não só celebra a cultura do Rio Grande do Sul, mas também contribui para a sua continuidade e renovação. O projeto busca financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91), pois tem como principal objetivo fomentar, valorizar e difundir a cultura tradicional gaúcha, especialmente na região de fronteira. A utilização do mecanismo de incentivo cultural é essencial para garantir a realização de um evento de grande porte, com acesso gratuito à população, atendendo a objetivos que estão alinhados com os artigos 1º e 3º da referida Lei. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Inciso III: Estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Inciso V: Apoio à difusão da cultura brasileira e a preservação da cultura popular, étnica e regional.Além disso, os objetivos do Art. 3º serão atendidos, com destaque para: Inciso I: Contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural e artístico do país, com foco na valorização das manifestações culturais regionais, como a música, dança e poesia tradicional gaúcha.Inciso II: Promover o acesso da população às fontes da cultura nacional, através de atividades gratuitas e inclusivas, garantindo a democratização cultural.Inciso V: Incentivar a produção cultural regional, especialmente em áreas com menor acesso a atividades culturais.A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar o financiamento do projeto, considerando que ele demanda uma infraestrutura de alto custo, envolvendo produção artística, técnica, além de logística para os dois dias de apresentações. O uso da Lei garante não apenas a manutenção e preservação da cultura tradicional, mas também assegura que esses bens culturais sejam difundidos de forma acessível e gratuita, beneficiando diretamente a comunidade e a promoção do patrimônio cultural brasileiro.
O I Festival Fronteira em Dança surge como uma iniciativa crucial para a valorização e preservação da cultura gaúcha, em um momento em que as tradições enfrentam desafios devido à globalização e à homogenização cultural. O festival será realizado em julho de 2025 e se propõe a celebrar a riqueza das manifestações artísticas e culturais da região, promovendo um espaço de intercâmbio e aprendizado para a comunidade. Contexto e Importância Cultural: A cultura gaúcha é um patrimônio que reflete a identidade e a história do povo do Sul do Brasil. Com suas danças, músicas, costumes e modos de vida, a cultura gaúcha representa uma rica diversidade que merece ser celebrada e divulgada. O festival não só homenageia as tradições locais, mas também serve como um ponto de encontro para artistas, apreciadores e novas gerações, estimulando a troca de saberes e experiências. O evento destaca-se pela inclusão de apresentações variadas, que abrangem desde a trova até danças folclóricas, proporcionando uma vivência completa da cultura gaúcha. Acessibilidade e Inclusão: Um dos principais compromissos do festival é garantir a acessibilidade para todos os públicos. As medidas de acessibilidade física e de conteúdo serão rigorosamente implementadas, com intérpretes de Libras durante todas as apresentações e infraestrutura adequada para pessoas com deficiência. Dessa forma, buscamos assegurar que todos possam vivenciar as emoções e os ensinamentos da cultura gaúcha, promovendo um ambiente inclusivo e acolhedor. Contrapartida Social: As palestras sobre produção musical e cultura gaúcha são uma parte essencial da contrapartida social do festival. Ao oferecer essas palestras online e gratuitas, pretendemos alcançar um público ainda maior, incentivando a formação e o desenvolvimento de novos artistas e produtores culturais. Estimamos atingir cerca de 10.000 pessoas digitalmente, ampliando o alcance do conhecimento e estimulando a participação ativa da comunidade na cena cultural local. Além disso, as palestras proporcionarão um espaço de diálogo e aprendizado, onde os participantes poderão interagir com os palestrantes e enriquecer sua compreensão sobre os temas abordados. Conclusão: O I Festival Fronteira em Dança é uma oportunidade única para celebrar a cultura gaúcha em sua plenitude, promover a inclusão e acessibilidade, e fomentar a formação de novos talentos. Estamos convencidos de que, ao unir a comunidade em torno de suas raízes culturais, podemos fortalecer laços, valorizar a identidade local e inspirar um futuro onde a tradição e a inovação caminham juntas. A realização deste festival representa um passo importante na construção de um espaço cultural vibrante e diversificado, que celebre a riqueza e a beleza da cultura gaúcha.
Especificação Técnica do Produto: PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL O I Festival Fronteira Em Dança será um evento cultural significativo que visa promover a cultura gaúcha e sua diversidade através de apresentações de danças tradicionais artísticas. Abaixo, apresentamos as especificações técnicas detalhadas dos produtos que compõem o festival, incluindo o evento principal. Evento Principal: Festival de DançasNome do Evento: I Festival Fronteira Em DançaData: Julho de 2026Local: CTG Fronteira AbertaCapacidade: Aproximadamente 800 pessoas por diaDuração Total: Dois dias, com início às 19h e término às 22h. Programação Detalhada: Dia 1: 19h00: Abertura do evento. O apresentador dará boas-vindas ao público, apresentando um resumo do festival e as atividades que serão realizadas nos dois dias.19h30: Festival de Danças Tradicionais Gaúchas. Serão 5 grupos de danças, cada um apresentando sua performance por 30 minutos, totalizando aproximadamente 2h30 de danças folclóricas. As apresentações incluirão danças como o fandango, a valsa gaúcha e a xote, enriquecendo a experiência cultural do público.Acessibilidade: Durante todo o evento, haverá a presença de intérprete de Libras, garantindo a inclusão de pessoas surdas e com dificuldades auditivas.Classificação Indicativa: Livre, para que todas as idades possam desfrutar do festival. Dia 2: 19h00: Abertura do segundo dia pelo apresentador, que fará uma breve recapitulação do dia anterior e apresentará a programação do dia.19h30: Festival de Danças Tradicionais Gaúchas. Serão 5 grupos de danças, cada um apresentando sua performance por 30 minutos, totalizando aproximadamente 2h30 de danças folclóricas. As apresentações incluirão danças como o fandango, a valsa gaúcha e a xote, enriquecendo a experiência cultural do público.Acessibilidade: Assim como no primeiro dia, haverá intérprete de Libras em todas as apresentações, além de material informativo disponível em formatos acessíveis.Classificação Indicativa: Livre, proporcionando um ambiente familiar e acolhedor. PRODUTO SECUNDÁRIO: APRESENTAÇÃO MUSICAL O I Festival Fronteira Em Dança será um evento cultural significativo que visa promover a cultura gaúcha e sua diversidade através de apresentações de danças tradicionais artísticas. Abaixo, apresentamos as especificações técnicas detalhadas dos produtos que compõem o festival, incluindo o evento principal. Evento Principal: Festival de DançasNome do Evento: I Festival Fronteira Em DançaData: Julho de 2026Local: CTG Fronteira AbertaCapacidade: Aproximadamente 800 pessoas por diaDuração Total: Dois dias, com início às 19h e término às 22h. Programação Detalhada: Dia 1: 22h00: Intervalo para o público se acomodar e se preparar para o próximo show.23h00: Show com Mano Lima e seu grupo. Este show terá uma duração de aproximadamente 1h, com uma performance rica em tradição gaúcha, celebrando as raízes culturais da região.00h00: Encerramento das atividades do primeiro dia.Acessibilidade: Durante todo o evento, haverá a presença de intérprete de Libras, garantindo a inclusão de pessoas surdas e com dificuldades auditivas.Classificação Indicativa: Livre, para que todas as idades possam desfrutar do festival. Dia 2: 22h00: Intervalo para o público e para os dançarinos se prepararem para o show final.23h00: Show com Chiquito e Bordoneio, uma das bandas mais queridas da tradição gaúcha. O show terá uma duração de 1h30min, trazendo um repertório que celebra a cultura do campo e a musicalidade gaúcha.00h30: Encerramento do festival.Acessibilidade: Assim como no primeiro dia, haverá intérprete de Libras em todas as apresentações, além de material informativo disponível em formatos acessíveis.Classificação Indicativa: Livre, proporcionando um ambiente familiar e acolhedor. CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS Nome das Palestras: "Produção Artística: Curiosidades sobre Danças Tradicionais Gaúchas.""Cultura Gaúcha: Raízes, Tradições e Expressões da Identidade Gaúcha." Formato: As palestras serão realizadas de forma online e gratuita, permitindo que um público amplo tenha acesso ao conteúdo. Duração: Cada palestra terá duração de 30 minutos. Data: As datas exatas das palestras serão definidas em conformidade com o festival. Público-Alvo: Estimamos que as palestras alcancem aproximadamente 10.000 pessoas digitalmente, incluindo jovens, estudantes de música, produtores culturais e qualquer pessoa interessada em aprender sobre produção musical e a riqueza da cultura gaúcha. Material Utilizado: As palestras serão disponibilizadas em plataforma de streaming Youtube do proponente. Essas especificações técnicas visam garantir que o I Festival Fronteira Aberta seja um evento acessível, educativo e de alta qualidade. A proposta não apenas celebrará a rica cultura gaúcha, mas também proporcionará um espaço de aprendizado e inclusão, promovendo o fortalecimento da identidade cultural e a valorização das tradições locais. A realização de palestras e a oferta de eventos gratuitos destacam o compromisso com a democratização do acesso à cultura, beneficiando toda a comunidade.
PRODUTO PRINCIPAL: "I FESTIVAL FRONTEIRA EM DANÇA" - ESPETACULO DE ARTES CÊNICAS: MEDIDA DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local onde será realizado as apresentações de dança será previamente selecionado, para que seja garantida a acessibilidade física para todos os tipos de público, incluindo cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiências. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: O projeto incluirá interpretação em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em toda a programação. Isso permitirá que o público surdo ou com deficiência auditiva tenha acesso à informação por meio da interpretação visual da língua de sinais.MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Disponibilização de monitoria inclusiva para oferecer apoio e orientação durante todo o evento. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar em todo o evento. PRODUTO SECUNDÁRIO: "I FESTIVAL FRONTEIRA EM DANÇA" - APRESENTAÇÃO MUSICAL: MEDIDA DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local onde será realizado as apresentações de dança será previamente selecionado, para que seja garantida a acessibilidade física para todos os tipos de público, incluindo cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiências. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: O projeto incluirá interpretação em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em toda a programação. Isso permitirá que o público surdo ou com deficiência auditiva tenha acesso à informação por meio da interpretação visual da língua de sinais.MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Disponibilização de monitoria inclusiva para oferecer apoio e orientação durante todo o evento. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar em todo o evento. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL MEDIDA DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica, pois o produto é digital. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: As palestras terão versão com audiodescrição. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: As palestras incluirão interpretação em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Isso permitirá que o público surdo ou com deficiência auditiva tenha acesso à informação por meio da interpretação visual da língua de sinais. MEDIDA DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Não se aplica, pois o produto é digital.
O "I Festival Fronteira Em Dança" será totalmente gratuito, assegurando que pessoas de todas as idades e classes sociais possam participar sem qualquer custo. Não haverá cobrança de ingressos para nenhum dos dias de evento, permitindo o livre acesso da comunidade a todas as apresentações artísticas, shows e atividades programadas. Além disso, com o objetivo de ampliar o alcance e promover a democratização cultural, serão realizadas duas palestras gratuitas e online, focadas em Produção Artística: Curiosidades sobre Danças Tradicionais Gaúchas e outra sobre a Cultura Gaúcha. As palestras estarão disponíveis para todos os interessados, de forma acessível e sem restrições de público, com o objetivo de levar conhecimento e capacitação para além dos limites físicos do festival. Essas medidas visam não apenas a participação física da comunidade local, mas também a inclusão virtual, tornando o evento acessível para um público ainda maior, além de promover a educação e o compartilhamento de conhecimentos culturais de forma ampla e gratuita. O projeto atenderá ao disposto no Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, que estabelece: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
COORDENAÇÃO GERAL E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - MAIARA GONÇALVES BARP (ENGAJA ASSESSORIA) Diretora de Projetos Artísticos, de Araranguá, técnica em contabilidade, auxiliar administrativa. Conta com mais de 10 anos de experiência, com trabalhos prestados em várias empresas e projetos. Esteve presente na produção e execução do projeto de filme-documentário Azambuja que foi nacionalmente conhecido e também exibido nas telas de cinema na Itália, de 2019 a 2021. É responsável pela produção e direção de shows da banda instrumental Picumã, realizando trabalhos em seu projeto de 10 shows pelo sul do Brasil. Em 2022 executou o projeto “Teatro para todos”, que produziu três peças de teatro sobre temas diversos que foram exibidas em plataformas digitais e foi um sucesso, sendo utilizado também na educação na rede pública de ensino. Em 2023 esteve à frente dos trabalhos para produção e divulgação de trabalhos de artistas renomados como: Teodoro, Rio Negro e Solimões e Milionário, criando e executando toda a estratégia de divulgação, identidade e também produção dos clipes. Em 2022 foi responsável pela produção executiva do projeto de música erudita dos tenores Juan Pablo e Delazeri, que teve uma grande repercussão no sul do Brasil e que continua emocionando o público por onde passa. Atua também na produção de eventos e palestras, como exemplo pode-se citar o encontro de Engenheiros da região sul de Santa Catarina e também dos Engenheiros e Arquitetos da região do vale do Itajaí, no ano de 2021 e 2022. Em 2023 produziu o novo DVD do Padre Ezequiel Dal Pozzo, que contou com uma grande estrutura e foi gravado em Lajeado-RS. Ainda em 2023 exerceu a função de Direção de Produção do Projeto 1ª Turnê Vida e Tradição que contou com a participação dos artistas Elton Saldanha, Cristiano Quevedo e Padre Ezequiel Dal Pozzo. Em 2024 esteve a frente como Diretora de Produção e Produtora Executiva no projeto Cultura Viva Na Praça, turnê esta que foi um sucesso em Santa Catarina sendo levada para cidades como Blumenau, Florianópolis, Joinville e Balneário Camboriú. Também foi a Coordenadora Geral do Curta Metragem Araranguá: Histórias e Horizontes, projeto este que foi exibido na rede pública de ensino, como forma de levar cultura e conhecimento para mais pessoas, o mesmo está disponível nas plataformas digitais. GRUPO DE DANÇA - CTG FRONTEIRA ABERTA O CTG Fronteira Aberta, fundado em 11 de maio de 1955 em Sant’Ana do Livramento, é uma das entidades mais respeitadas e atuantes no tradicionalismo gaúcho, sendo um verdadeiro ícone da preservação e promoção da cultura na região da fronteira com o Uruguai. Com uma trajetória repleta de conquistas, o CTG se destaca pela excelência de seus grupos de dança, que são verdadeiras referências em todo o estado e além dele. Ao longo dos anos, os grupos de invernada artística do Fronteira Aberta consolidaram seu prestígio através de inúmeros títulos, conquistados em competições estaduais e interestaduais, como o ENART (Encontro de Artes e Tradição Gaúcha) e o FestMirim. Mesmo situados na fronteira, esses grupos são reconhecidos por sua dedicação à preservação das tradições gaúchas, levando o nome de Sant’Ana do Livramento e do CTG a palcos em todo o Rio Grande do Sul e fora dele. Eles já conquistaram títulos importantes, como o de campeões de danças tradicionais em diferentes categorias, o que coloca o Fronteira Aberta como um símbolo de excelência artística dentro do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Cada apresentação dos seus grupos reflete a riqueza e a autenticidade da cultura gaúcha, cativando jurados e público por onde passam. Com uma formação sólida, comprometida com os valores tradicionais, esses grupos também promovem uma renovação constante, incentivando as novas gerações a se envolverem nas atividades culturais e artísticas. A dedicação e o talento de seus dançarinos fazem do CTG Fronteira Aberta uma verdadeira escola de dança e cultura tradicionalista, mantendo viva a chama das tradições, mesmo nos confins da fronteira. Além dos títulos e reconhecimentos, o CTG segue sua missão de levar a cultura gaúcha a todos os cantos, destacando-se como um dos maiores expoentes do tradicionalismo no estado do Rio Grande do Sul. DIREÇÃO ARTÍSTICA - LUIZ FERNANDO BOTINO ESTERIZ Luiz Fernando Botino Esteriz, natural de Santana do Livramento, é uma figura de grande destaque no cenário cultural gaúcho, especialmente nas danças artísticas tradicionalistas. Desde a infância, Luiz esteve imerso no universo das invernadas artísticas, participando ativamente em grupos como o CTG Fronteira Aberta, CTG Presilha do Pago e CTG Rincão da Carolina. Sua dedicação e talento logo o levaram a se tornar instrutor e coordenador das invernadas do CTG Fronteira Aberta, onde alcançou grandes conquistas, incluindo o 1º lugar em danças tradicionais no ENART em 2012, um dos maiores festivais de arte e tradição do Rio Grande do Sul. Sua experiência e profundo conhecimento sobre a cultura e as tradições gaúchas o posicionaram como um dos mais respeitados avaliadores no Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) e no Festival Paranaense de Arte e Tradição (FEPART). Como jurado, Luiz se destacou por sua imparcialidade e profundo entendimento das raízes da cultura gaúcha, sendo constantemente requisitado para compor comissões técnicas em diversos eventos de renome no estado. Além de sua trajetória artística, Luiz também demonstrou grande habilidade como líder e gestor cultural, assumindo o cargo de patrão do CTG Fronteira Aberta em 2020. Sob sua liderança, o CTG se consolidou ainda mais como um centro de referência na promoção das tradições gaúchas, seja através das invernadas, das provas campeiras, ou dos eventos culturais realizados. Seu comprometimento com a preservação e promoção da cultura gaúcha é visível em todas as suas ações, tornando-se uma referência incontestável no tradicionalismo gaúcho. Como diretor artístico, Luiz Fernando Botino Esteriz conquistou uma respeitabilidade única, sendo admirado por sua visão inovadora e, ao mesmo tempo, pelo respeito às tradições que fundamentam a cultura do Rio Grande do Sul. Seu trabalho não apenas eleva o padrão artístico dos CTGs em que atua, mas também inspira novas gerações a seguir e preservar as raízes culturais do estado. PRODUÇÃO EXECUTIVA - MIRIAM MERENCIO ESTEVAM Mirian Merêncio Estevam é diretora de produção, com uma carreira diversificada que abrange desde o cinema até produções artísticas de shows. Com um currículo vasto, possui experiência significativa em projetos de livros, turnês musicais e produções audiovisuais. Atualmente, Mirian atua como diretora de produção em diversos projetos. Em 2022, coordenou e produziu um projeto editorial relacionado à música italiana. No mesmo ano, organizou e gerenciou a turnê instrumental do Grupo Yangos. Em 2023, foi responsável pela produção e direção do DVD instrumental de Ezequiel Dal Pozzo e atualmente coordena a produção e a cobertura da turnê da Banda Instrumental Picumã. Além disso, ela trabalha como produtora de documentários e em diversas produções artísticas. Formada em Engenharia pela ESUCRI em 2022, Mirian possui habilidades em produção audiovisual, gestão de projetos, direção de produção, organização de turnês, produção de documentários, coordenação de eventos e comunicação visual. É fluente em português (nativo) e inglês (avançado). Dentre seus principais projetos, destacam-se o Projeto de Livro de Música Italiana (2022), a Turnê Instrumental com o Grupo Yangos (2022), a Produção Audiovisual do DVD Instrumental de Ezequiel Dal Pozzo (2023), a Cobertura da Turnê da Banda Instrumental Picumã (2023 - Presente) e a Produção de Documentários e Produções Artísticas Diversas. GRUPO MUSICAL - CHIQUITO E BORDONEIO Chiquito & Bordoneio é um grupo de música regionalista gaúcha, fundado em 1995 por Chiquito, ex-integrante do grupo Os Monarcas, após desmanchar a dupla com seu irmão Gildinho. O grupo nasceu em Erechim, Rio Grande do Sul, e rapidamente conquistou destaque no cenário tradicionalista. O nome Bordoneio já existia antes, originário de Marau, e Chiquito o adotou para seu novo projeto, que inicialmente se chamava Chiquito & Os Veteranos. A primeira formação contou com músicos de peso como Mauro Lanfredi, Paulinho Barcellos e Ademar Pereira. Ao longo de sua trajetória, Chiquito & Bordoneio se consolidou como um dos grupos mais representativos da música tradicionalista, com sucessos como "Fungando Poeira", "Da Estância pra Venda", "No Compasso da Sanfona" e "Roda Morena". Em 2013, o grupo reafirmou suas raízes gaúchas ao gravar seu terceiro DVD ao vivo em Erechim, com a participação de grandes nomes da música regional, como Os Monarcas, Os Mirins e Gaúcho da Fronteira. Com mais de 25 anos de carreira, o grupo possui 17 CDs de estúdio, 3 DVDs ao vivo e diversas coletâneas, mantendo um estilo que equilibra o romantismo e a vaneira, sem deixar de lado as tradições gaúchas. ARTISTA E GRUPO - MANO LIMA Mano Lima, nome artístico de Mario Rubens Battanoli de Lima, nascido em 26 de agosto de 1953 em Maçambará, é um renomado cantor e acordeonista brasileiro de música nativista. Conhecido por sua irreverência e pelo uso de um linguajar rústico que retrata o verdadeiro gaúcho do interior, Mano Lima conquistou uma legião de admiradores ao longo de sua carreira. Ele é caracterizado por suas canções que têm como instrumento principal a gaita de botão, que ele mesmo toca com maestria. Suas composições, carregadas de autenticidade, renderam-lhe o apelido de "Filósofo dos Pampas", dada sua capacidade de cantar e defender a cultura do Rio Grande do Sul. Mano Lima recebeu diversas homenagens, incluindo o prêmio Guri em 2016, uma importante distinção concedida pelo grupo RBS.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$35.000,00 em 31/03/2026.