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PRONAC 2411352Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Rock Grande do Sul

CINTIA DA ROSA FERREIRA
Solicitado
R$ 378,7 mil
Aprovado
R$ 378,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-11-20
Término
2025-12-20
Locais de realização (2)
Canoas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Apresentação de um Show de Rock no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, com bandas e artistas remanescentes, que compuseram a cena do Rock Gaúcho no histórico show no Ginásio Gigantinho, em 1985, no Rock Unificado. Show que impulsionou o Rock Gaúcho na década de 80. Apresentação de 2 PocketShow gratuitos, com convidados participantes do projeto, na cidade de Canoas. Realização de um Encontro da Música, com artistas, técnicos e produtores, visando a reflexão sobre o mercado atual da música e seus profissionais, as perspectivas e desafios. Realização de 2 PodCast's com os participantes do projeto. Doação de 150 Cestas básicas para os artistas e técnicos em situação de vulnerabilidade. Doação de 20%(vinte por cento) da bilheteria, para distribuição entre artistas e tecnicos atingidos pela catastrofe climática, com distribuição da verba, através do SATED/RS.

Sinopse

O dia 11 de setembro de 1985 é considerado um dia histórico para o rock gaúcho. Pela primeira vez, com a realização do festival Rock Unificado, bandas da cena local foram atração principal no ginásio Gigantinho, até então palco de estrelas nacionais e internacionais. Apresentaram-se na ocasião 10 bandas: Garotos da Rua, Taranatiriça, Júlio Reny e KM 0, Engenheiros do Hawaii, TNT, Os Replicantes, Astaroth, Prise, Banda de Banda e Os Eles. O show coletivo foi recorde de público pagante para a cena roqueira do estado até então, sendo que entre as mais de 10 mil pessoas presentes no ginásio estava Tadeu Valerio, olheiro da gravadora RCA que buscava bandas para gravar uma coletânea que serviria de cartão de visitas para o rock feito no estado. O resultado foi a gravação da coletânea Rock Grande do Sul, que contava com 4 grupos que participaram do festival (Engenheiros do Hawaii, Garotos da Rua, Os Replicantes e TNT) além da banda DeFalla. Com a boa repercussão do disco, estas bandas foram convidadas a gravar seus discos pela gravadora, tornando-se as principais representantes do Rock Gaúcho da década de 1980 em termos de sucesso comercial e repercussão nacional fazendo com que o Rock gaúcho decolasse de vez. O Projeto Rock Unificado, irá reviver esta época, com a curadoria do produtor musical Alaxandre Birk, participarão do projeto bandas, artistas, músicos remanescentes desta época, que irão se reencontrar no palco para um novo show histórico, com a participação de novas caras do cenário do Rock gaúcho, que farão uma releitutura, cantando os grandes clássicos daquele show épico realizado no Gigantinho. Além disto, o projeto propõe um Debate/Encontro com a participação da comunidade músical de Porto Alegre, além da realização de 2 PodCast, com os artístas e produtores da cena artística gaúcha. Teremos ações de distibuição de Cestas Básicas e auxilio para artistas e técnicos atingidos direta ou indiretamente pela catástrofe climática do Rio Grande do Sul. Serão realizados, também, 2 Pocket Shows em Canoas/RS, um dos locais maisa atingidos pela enchente. Temos a consciencia que o mercado do entretenimento vem sofrendo um baque atras do outro, e que além de resgatar a história do Rock Gaúcho, através de um marco que foi o divisor de aguás para todo um cenário do rock, queremos envolver e dar oportunidade para os profissionais do segmento, num show que também entrará para a história. Classificação indicativa etária: 16 anos. Teremos mais de 150 profissionais envolvidos no projeto, que propiciarão um momento único em cada uma das etapas, além de trazer uma reflexão sobre o atual momento que estamos vivendo.

Objetivos

Objetivos Gerais: 1) O objetivo desse projeto é a realização de um Show de Rock, na cidade de Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna;2) Realizar um Encontro Musical/Debate, entre produtores, músicos, artistas, técnicos e fazedores de cultura, com o objetivo de fomentar o debate em busca de novas perspectivas; 3) Produção e apresentação de Pocket's Show gratuito para aproximadamente 1.000 pessoas, com a participação de artistas convidados que participarão do show principal, no Rock Grande do Sul;04) Promover o debate através de PodCast's, com integrantes do projeto, trazendo uma reflexão sobre atual momento da música e dos artistas. Objetivos Específicos: 1) Realização do SHOW ROCK GRANDE DO SUL, com as bandas de Rock in Roll remanecentes da edição histórica de 1985 realizada no Ginário Gigantinho, do Rock Unificado. 01(uma) apresentação, com 9 atrações, bandas e artistas convidados, para um público de 2.000 a 3.000 pessoas, com duração de 20 minutos cada show, com cobrança de ingressos a preços populares e destinação de 20%(vinte por cento) da venda da bilheteria para artistas e técnicos do RS; 2) Produção e apresentação POCKET SHOW, para aproximadamente 1.000 pessoas, com a participação de artistas do projeto Rock Grande do Sul. 02(duas) Apresentações na cidade de Canoas, gratuito; 3) Gravação e divulgação de PODCAST, com integrantes do projeto, trazendo uma reflexão sobre atual momento da música e dos artistas. Quantidade de 2(dois) PodCast's; 4) Realizar ENCONTRO MUSICAL, entre produtores, músicos, artistas, técnicos e fazedores de cultura, em geral, com o objetivo de fomentar o debate em busca de novas perspectivas. 01(um) Encontro, com 4 horas de duração, 4 debatedores, gratuito, para 200 pessoas; 5) CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar Ensaios Abertos, gratuito, do Show ROCK GRANDE do SUL. 01(uma) apresentação; - Doação de 20%(vinte por cento) do valor arrecadado na bilheteria do show principal, para distribuição a artistas e técnicos em situação de vulnerabilidade no Rio Grande do Sul;- Arrecadar, através do Ingresso Solidário, no show Rock Grande do Sul, alimentos para formar 150(cento e cinquenta) Cestas Básicas, que serão complementadas com venda de ingresso e distribuidas para artistas em situação de vulnerabilidade. Total: 150(cento e cinquenta) cestas. Obs.: O valor complementar NÃO FAZ PARTE dos 20%(vinte por cento) da bilheteria a serem doados; - Contratar 15(quinze) artistas das Arte Cênicas para fazer a recepção do público, como forma de distruibuir renda, promover a transversalidade e criar empregabilidade;

Justificativa

O dia 11 de setembro de 1985 é considerado um dia histórico para o rock gaúcho. Pela primeira vez, com o festival Rock Unificado, bandas da cena local foram atração principal no ginásio Gigantinho, até então palco de estrelas nacionais e internacionais. Apresentaram-se na ocasião 10 bandas: Garotos da Rua, Taranatiriça, Júlio Reny e KM 0, Engenheiros do Hawaii, TNT, Os Replicantes, Astaroth, Prise, Banda de Banda e Os Eles. O show coletivo foi recorde de público pagante para a cena roqueira do estado até então, sendo que entre as mais de 10 mil pessoas presentes no ginásio estava Tadeu Valerio, olheiro da gravadora RCA que buscava bandas para gravar uma coletânea que serviria de cartão de visitas para o rock feito no estado. O resultado foi a coletânea Rock Grande do Sul, que contava com 4 grupos que participaram do festival (Engenheiros do Hawaii, Garotos da Rua, Os Replicantes e TNT) além da banda DeFalla. Com a boa repercussão do disco, estas bandas foram convidadas a gravar seus discos pela gravadora, tornando-se as principais representantes do rock gaúcho da década de 1980 em termos de sucesso comercial e repercussão nacional. O Projeto Rock Grande do Sul, irá reviver esta época, com a curadoria do produtor musical Alexandre Birk, bandas, artistas, músicos irão se reencontrar no palco para um novo show histórico, com a participação de novas caras do cenário do rock gaúcho cantando os grandes clássicos daquele show realizado no Gigantinho. Além disto, o projeto propõe um debate com a realização/participação de 2 PodCast, com os artístas e produtores da cena musical gaúcha eue são referência para muitos músicos de hoje. Teremos ações de distibuição de Cestas Básicas e auxilio para artistas e técnicos atingidos direta ou indiretamente pela catástrofe climática do Rio Grande do Sul. Serão realizados 2 Pocket Shows em Canoas/RS, de forma gratuita com aprticipação de artistas do projeto. Temos a consciencia que o mercado do entretenimento vem sofrendo um baque atras do outro no Rio Grande do Sul, o que nos motivou a encaminhar esta proposta, além de podermos propiciar ao público gaúcho um resgate da história do Rock Gaúcho, de valorizar grandes artistas. Queremos dar oportunidade para os profissionais do segmento, movimentar a cena do Rock e criar oportunidade para novos talentos, num show que também entrará para a história.

Estratégia de execução

Contador Nome Completo do Contador / Registro CRC nº RS 096447/0 Mauricio Kuhn AlvesFunção no Projeto - ContadorBreve CurrículoMauricio é contator e atua na área auxiliando empresas e pessoas fisicas em projetos contabeis, bem como declaração de imposto de renda e prestação de contas em projetos especificos. É atuante na área da cultura, na elaboração de planilia de custos e controles. CÍNTIA FERRER - Proponente - Coodenação Geral e Direção Artistica Performance FUNÇÃO NO PROJETO - Coordenação Geral e dieretora de arte das Performances Atriz, cantora, dubladora, empresária, produtora e terapeuta vibracional, com foco no desenvolvimento humano. Formações principais: Ed. Física/96, Teatro no TEPA/98, Thetahealing/2019. Atua profissionalmente na área artística desde 1999. Diretora da Pinup Produtora Cultural (desde 2008), com foco no teatro corporativo, produção de cursos e espetáculos. Participou de diversas oficinas com professores renomados de canto, dança e teatro do RS e enfatiza a participação no 1° Circuito Broadway em SP/2008, na coordenação de Fernanda Chamma, onde teve aulas com os principais artistas da franquia brasileira da Broadway, sendo pioneira em trazer o estudo prático do teatro musical para o RS, agregando essas novas técnicas. Desde 2009 ministrou mais de 40 edições do “Workshop Broadway” e diversas oficinas e cursos de formação que culminaram em 11 montagens de espetáculos musicais com alunos que vinham de diversas cidades para estudar em Porto Alegre. 2015 abriu a ACTEMUS - Academia de Teatro Musical de Porto Alegre (parada durante a pandemia). Das diversas peças que atuou, enfatiza o “Bailei na Curva” (2000 a 2015), “O Rei da Escória” (premiado no Açorianos) e “Se Meu Ponto G Falasse”, todas do diretor Júlio Conte; “No Ritmo do Amor” dirigida por Patsy Cecato; os musicais “A Caravana da Alegria” (infantil) de Alex Riegel, “Godspell, a esperança” (adaptação da Broadway) dirigido por Zé Adão Barbosa, “Lupi, o musical” com direção de Artur Pinto; “Musicais A La Carte - Sátiras” com direção de Cíntia Ferrer e Raul Voges. Atualmente é cantora humorística na “Banda SeXteto” (desde 2015), com direção de Néstor Monastério, e atua no musical infantil “Peteca, Pião & Pique Pessoa” (direção Izabel Cristina) com estreia em 2021 ao qual foi indicada duas vezes na categoria de "Melhor Atriz”, no Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil e agora concorrendo ao 11º Prêmio Olhares da Cena.

Especificação técnica

- Realização de 01(um) show, Rock Grande do Sul, no Auditório Araújo Vianna, com uma espectativa de público de 2.000 a 3.000 pessoas. Serão 9(nove) atrações, que serão escolhidas pelo curador do projeto, com apresentação de 20 minutos cada. Valor do cachê para cada atração será de R$ 7.600,00(sete mil e seiscentos reais). Total de R$ 68.400,00(sescenta e oito mil quatrocentos reais) ; - Apresentação Performances de 15 artistas na recepção do público(Perna de Pau, Cuspidores de fogo, entre outros) Valor de cachê de cada artista será de R$ 450,00(quatrocentos e cinquenta reais). Total de R$ 6.750,00(seis mil setecentos e cinquenta reais) - Realização de 2(dois) Pocket Shows gratuito, com artistas convidados, na cidade de Canoas, com duração de 60 minutos cada, em datas diferentes. Valor do Cachê já estão inclusos na negociação das apresentações das bandas. Para este evento somente teremos custos de locação de som, luz, camarim e interprete de libras, conforme planilha orçamentária; - Realização do Encontro musical entre artistas, produtores e técnicos. Serão 4 convidados oficiais. Valor do cachê será de R$ 350,00(trezentos e cinquenta reais). Valor total de R$ 1.400,00(mil e quatrocentos reais) - Gravação de 2 (dois) PodCast's. Valor Total dos cachês R$ 1.000,00(Hum mil reais), mais custo de locação/edição e publicação, conforme planilha orçamentária - 4 participantes. Valor por participante de R$ 250,00(duzentos e cinquenta reiais), como ajuda de custos; - Realização de Ensaio Aberto e gratuito do Show ROCK UNIFICADO.

Acessibilidade

Acessebilidade Física: - O local proposto para a realização do Show Rock Grande do Sul, no Auditório Araújo Vianna, possui rampas de acesso, para pessoas com dificuldade de locomoção, bem como guias de locomoção táteis, tótens de identificação e cadeiras especiais e banheiros com acessibilidade universal. - Em Canoas, onde serão realizados os dois Pocket Shows gratuitos terão também os cuidados necessários para garantir a universalidade de acesso exigidas por lei, sem custo adicional para o projeto. - O Encontro Musical a ser realizado na Casa de Cultura Mário Quintana, no Teatro Bruno Kieffer, possui rampas de acesso, para pessoas com dificuldade de locomoção, bem como guias de locomoção táteis, tótens de identificação e cadeiras especiais, bem como banheiro adaptado com acessibilidade universal. Acessibilidade de Conteúdo: - No Show ROCK GRANDE DO SUL será disponibilizado 01(um) interprete de Libras na bilhereria, 01(um) Interprete de Libras na recepção, para acompanhamento/orientação. Total de 2(dois) Valor de R$ 450,00 por interprete. Total R$ 900,00. - Também será disponibilizado 01(um)Interprete de Libras nos outros eventos: Realização dos 02(dois) Pocket Show's a ser realizado em Canoas - 1 Interprete, conforme planilha orçamentaria. 01(um) Encontro Musical, na recepção e na mesa, conforme planilha orçamentária. 1 interprete de Libras. Obs.: Os dois locais escolhidos para a realização dos eventos já possui toda a estrutura para garantir a acessibilidade não sendo necessário recursos extras dentro do projeto.

Democratização do acesso

Acessibilidade de conteúdo: I - Realização de Ensaio Aberto e GRATUITO do Show ROCK GRANDE DO SUL;II - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e dos shows nas redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.III - disponibilizar gratuitamente, na Internet, registros audiovisuais do show Rock Grande do Sul, do Encontro dos músicos, PodCast e os outros eventos referente ao produto principal, como o PocketShow; IV- doar 20% (vinte por cento) do valor arrecadado na bilheterias, para distribuição em caráter social, para artistas e tecnicos que ainda se encontram em situação de vulnerabilidade devido a catastrofe; V - doação de 150(cento e cinquenta) cestas básicas para artistas, técnicos e produtores atingidos pela enchente ou em situação de vulnerabilidade por causa da catastrofe; garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e dos shows nas redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. VI - Gravação e divulgação gratuita nos canais da internet de todos os eventos realizados dentro do projeto.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA - Principais envolvidosPROFISSIONAL FUNÇÃOCintia Ferrer – Proponente e diretora artística das performancesReissoli Moreira – Produção ExecutivaAlexandre Birk – CuradorMarcelo Birk – Direção de PalcoJuliana Thomaz - Divulgador de web, criação de rede e materiais gráficosRodrigo Sapo – Criação de conteudo nas redes sociais(PodCast)Vilmar Carvalho Fotografo de divulgaçãoMaurico Kuhr Alves – ContadorFernando ôchoa - IluminadorInterprete de Libras - a definir Curriculos Resumidos Alexandre Birk - Curador Iniciou com a banda Prisão de Ventre, fundada em 1984, com Marcelo Birck, mais Frank Jorge e Luís Gomes. O seu trabalho se caracterizava pela irreverência e pelo rompimento de padrões consagrados. Esta atitude seria recorrente, com mais ou menos ênfase, nos trabalhos sucessivos de Alexandre. Show Mim Notauro, Você Jane, com a Aristóteles de Ananias Jr. Seu trabalho seguinte foi com a Graforréia Xilarmônica, da qual foi um dos fundadores em 1987 com Frank Jorge, Carlo Pianta e Marcelo Birck. Segundo Alexandre, eles se reuniram espontaneamente, era “uma zoação de rua, que virou um time de futebol, que virou uma banda. Era tudo muito natural”. A banda ganhou o reconhecimento do público do Rio Grande do Sul pela sua proposta inusitada e inovadora, misturando o rock derivado da Jovem Guarda com regionalismos, música brega e humor. O sucesso do grupo iniciou desde o lançamento da sua primeira fita demo, Com Amor, Muito Carinho (1988). Depois apareceram os CDs Coisa de Louco II (1995), Chapinhas de Ouro (1998, ganhador do Prêmio Açorianos) e Graforréia Xilarmônica ao Vivo (2006). Várias das músicas da banda ficaram gravadas na estima do público sulino, como "Amigo Punk", "uma espécie de segundo hino do Rio Grande do Sul", como disse Lívia Guilhermano. Fernando Rosa, diretor do selo Senhor F, considerou a Graforréia "uma das bandas mais importantes e fundamentais da história do rock brasileiro". No perfil disponibilizado pelo SESC de São Paulo, ela é descrita como "uma das principais bandas de rock nacional dos anos 1990. Cult e renovadora, o grupo liderado pelo baixista e vocalista Frank Jorge (ex-Cascavelletes) se caracterizou pelas músicas que uniam Jovem Guarda, rock sessentista, música brega, atonal e vanguarda paulista. Ainda citavam cinema, literatura, histórias em quadrinhos, desenhos animados e regionalismos diversos". Ao mesmo tempo, fez parte da Aristóteles de Ananias Jr., outra banda de rock alternativo, com uma proposta semelhante à da Graforréia, embora com menos ênfase no regionalismo e mais radicalidade na pesquisa experimental do som, incorporando, além disso, muitos referenciais da música erudita. A Aristóteles permaneceu ativa entre 1988 e 1996, e não chegou a ganhar notoriedade em escala tão ampla como a Graforréia, embora tenha sido reconhecida postumamente como uma das mais interessantes bandas cult do estado, deixando influência sobre outros conjuntos, e desenvolvendo o projeto mais radical em termos de música popular em seu contexto, como afirmou o músico e historiador Arthur de Faria. A partir de 1998 participou durante algum tempo do grupo DeFalla, conhecido no circuito do rock nacional pela sua proposta provocativa e polêmica, contribuindo para a banda entrar em uma fase de grande projeção. Conforme descreveu o site Frente Digital, foi a época da sua inserção "no ascendente cenário funkeiro carioca ao explorar o miami bass no disco Miami Rock 2000. O lançamento veicularia o hit "Popozuda Rock ‘n’ Roll" nas rádios e programas de TV de todo o país". Entre 2002 e 2003 atuou com a banda Os Daltons, e em 2005 estava na formação de Justine. Depois de dois recessos a Graforréia reencontrou-se para um show no Festival Morrostock em 2011. Em 2012 voltaram à atividade regular, abrindo com um show no Bar Opinião, comemorando seus 25 anos de carreira e lançamento de três músicas inéditas, um novo single e gravando material para um DVD. A banda desde então iniciou turnês pelas cidades de São Paulo, Chapecó, Pelotas e Caxias do Sul, entre outras, apresentando-se também em países do Prata e em festivais como Lollapalooza em São Paulo e o Floripa Noise em Florianópolis. Em sua participação no Lollapalooza de 2013, abrindo a programação o segundo dia, apresentando-se ao lado de conjuntos internacionais como Tomahawk, Queens Of The Stone Age e Black Keys, a banda foi descrita na imprensa como "um dos grupos mais cultuados do rock nacional, ...] uma referência para um movimento batizado nos anos 90 de 'rock gaúcho'. Reissoli Moreira - Produtor Executivo Reissoli Moreira Iniciou seus trabalhos nas Artes Cênicas em 1994, na Cia das Índias, do diretor Zé Adão Barbosa, onde ajudou a fundar o TEPA (Teatro Escola de Porto Alegre), hoje Casa de Teatro, após ingressar na Cia. Teatro Novo, do diretor Ronald Radde, em 1999, atuou por mais de 10 anos, em vários espetáculos infantis, como: Pluft, O Fantasminha, Branca de Neve e os Sete Anões. Participou de várias produções e eventos, como: Festa do Porto Alegre em Cena, Folias Francesas, Carnaval no Litoral, os espetáculos “Prendi o ar e...Mergulhei !”, de Júlio Conte e direção de Camilo de Lélis e “Joca Fiuza – Um Caipira na Cidade”, no qual, também foi diretor, em 2008. Atuou ainda nos espetáculos adultos DECOTE, com direção de Tiago Melo, baseado na obra de Nelson Rodrigues e, SIMPLESMENTE GILDA, com direção de Leonardo Bizarro, onde também foi produtor. Cursou Administração de Empresas na PUC/RS e dois anos na UFRGS/DAD. Dirigiu e produziu o espetáculo infantil CHAPEUZINHO VERMELHO, com temporadas na Casa de Cultura Mário Quintana, no Teatro Carlos Carvalho e Bruno Kiefer. Foi membro da CAS (Fumproate, em Porto Alegre), durante 3 anos. Participou das comissões de avaliação de projetos de ocupação dos Teatros da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e dos projetos dos Pontos de Cultura pelo Estado do Rio Grande do Sul. Também participou como jurado das Gincanas Culturais de diversas cidades e atua junto ao Sated/RS (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão do Rio Grande do Sul). Produziu e atuei num dos maiores eventos de Porto Alegre, a Via Sacra do Morro da Cruz. Marcelo Birck - diretor de palco Professor no Bacharelado em Música e Tecnologia na Universidade Federal de Santa Maria. ompositor, guitarrista e cantor, com dois CDs solo lançados (2000 e 2008) e obras gravadas por diversos artistas (Pato - Fu, banda Repolho, Irmãos Panarotto, Luciane Cuervo, Graforréia Xilarmônica, entre outros). Seu segundo CD (Timbres Não Mentem Jamais) recebeu patrocínio do Programas Petrobras Cultural, em 2006. Participou de diversos festivais, nacionais e internacionais, como músico (TIM Festival, Isso é Música, Imagem e Comprador, Lolapallooza Brasil), palestrante (GIG Rock, Macondo Circus, Morrostock Open Air Festival) e/ou ministrando oficinas (Abril Pro Rock, Coca Cola Park). Contemplado em 2009 com o Prêmio Interação Estéticas (Funarte), por meio do qual desenvolveu o Projeto Matéria Sonora, uma oficina de construção de instrumentos musicais com material reciclável. Em 2012, teve sua obra "Quarteto 1986" (para quarteto de flautas-doce), publicada na Alemanha, pela editora Tre Fontane. Arranjador e produtor artístico em CDs de artistas como Júpiter Maçã, Sapatos Bicolores, Banda Repolho e Identidade. Trabalha com videoclipes (Rastros de Um Tempo Vertical, Bergamotas e Teclados Qwerty, Cuidado Pedestre) e videoartes (Gambiarritmo, Entrelugares) criados pela interação de diversos formatos, digitais e analógicos. Dentre tais formatos, destaca-se o uso de filmes super-8, o que inclui animações pintadas diretamente em película super8. Como artista visual, realizou diversas exposições, individuais e coletivas, nas quais destacam-se os formatos vídeos e instalações. Bacharel em Composição Musical pela UFRGS (1994), Mestre em Música pela UFG (2006), e Doutor em Artes Visuais pela UFSM (2024).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.