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PRONAC 2411355Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Assemblage e Memória

IMAGO ESCRITORIO DE ARTE LTDA - ME
Solicitado
R$ 1,51 mi
Aprovado
R$ 1,51 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O presente projeto propõe a realização de uma exposição coletiva reunindo obras de 05 artistas franceses, inserido na programação oficial do Ano da França no Brasil (2025). Acompanha a publicação do catálogo da mostra, e programa educativo.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Geral Expor e promover artistas que incorporam questões ligadas à assemblage e à memória em suas obras, oferecendo uma plataforma para a apreciação e reflexão sobre os modos de integração dessas temáticas às formas visuais; Explorar as interseções entre artistas de gerações e linguagens distintas, unidos por um eixo temático unívoco, que toca simultaneamente no campo da visualidade, da antropologia e da política, investigando modos pelos quais os artistas expressam questões relevantes da atualidade; Estimular o diálogo crítico e a interação entre o público e as obras expostas e, para tanto, explorar a realização de instalações, encorajando a reflexão sobre as estratégias de produção de obras e intervenção artística nos dias de hoje. Específicos (1) Realizar exposição de arte no Paço Imperial, localizado na cidade do Rio de Janeiro com duração de 03 meses; (2) Produzir catálogo da mostra, reunindo textos e imagens, com tiragem de 1.000 exemplares para distribuição gratuita.

Justificativa

Duas questões são comuns aos artistas participantes, e indiciam uma unidade conceitual que permeia o conjunto das obras: o recurso à assemblage (forma de constituir o espaço por acumulação e justaposição de objetos díspares) e a memória (meio de reconstituir o vivido por imagens e fragmentos do tempo). O sentido de abordar o espaço e o tempo de forma descontínua, por recortes e associações não-lineares e repentinas, parece nortear a obra desses artistas, com o intuito de produzir deslocamentos nas concepções homogêneas do real, e de substituir esses códigos de realidade por pulsões líricas e transversais. A colagem de realidades remotas em associações livres remonta ao surrealismo, ao dadaísmo e a Duchamp, entendida como gesto libertário, um gesto que, no dizer de Breton, recuperava os "eventos perdidos"1 na vida banal e cotidiana. Tais considerações são até hoje cruciais para o conceito de transfiguração dos objetos e alteração de seus contextos lógicos, conceito agora recuperado e reatualizado nessa exposição. Trata-se de abraçar um percurso histórico marcado pela poética da insurgência, contra o formalismo, as representações esquemáticas e os programas pré-estabelecidos. As temáticas das obras, portanto, mantêm um elo de ligação entre si, na medida em que, para além de suas formalizações, tocam em questões como identidade, ancestralidade, minorias étnicas e sociais, mestiçagem, territorialidade e patrimônio, em abordagens que, não raras vezes, misturam o público ao individual, o real ao ficcional, o contingente à história e a contemporaneidade à tradição. A ideia, portanto, é revelar a atualidade da questão numa diversidade de imaginários e discursos, desde sofisticados exercícios de experimentação estética até propostas conceituais que tanto lidam com a economia do objeto e do sistema da arte, como ainda com o meio social, as ideologias e os contextos políticos em que se inscrevem. Trata-se, pois, de celebrar a dimensão poética e lírica das práticas da assemblage e do recurso à memória como formas de expressão artística, ao lado de sua força reflexiva como instrumento crítico das sociedades e culturas contemporâneas. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

A exposição Assemblage e Memória é uma proposta para o “Ano da França no Brasil”, em regime de co-curadoria entre a crítica de arte brasileira Ligia Canongia e o historiador da arte suíço-brasileiro Adon Peres. Com a apresentação de artistas franceses, alguns com dupla cidadania, mas residentes na França, a exposição põe em evidência a possibilidade do convívio artístico de várias gerações: o consagrado Christian Boltanski, os artistas em meio de carreira Tatiana Trouvé e Adel Abdessemed, e os jovens Tarik Kiswanson e Bertille Bak. A proposta é que cada um esses artistas apresente uma grande instalação, certamente ambiental, onde possam exibir não somente seus atributos matéricos e conceituais, como ainda proporcionar uma experiência perceptiva e sensorial de longo alcance e envolvimento público. Durante o período da exposição, os curadores, junto com a equipe de arte-educação, farão um programa educativo de amplo alcance público, voltado prioritariamente para crianças, estudantes e jovens artistas. Pretendemos a publicação de um catálogo bilíngue, a 4 cores, cerca de 180 páginas e tiragem de 1.000 exemplares, com textos institucionais, textos da curadoria, textos de renomados outros críticos franceses, minibiografias dos artistas participantes e ilustração de todas as obras expostas.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: O Paço Imperial atende às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. Rubrica na planilha: Sem custo, não se aplica Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição, áudio-guiaRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: Contaremos com equipe treinada para atendimento especializado.Rubrica na planilha: Monitores PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: audiolivroRubrica na planilha: Gravação de vozes Acessibilidade para PcD auditivo: Não se aplica.Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: O acesso à exposição será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: Imago Escritório de Arte/Maria Clara Rodrigues (proponente) Curador: Adon PeresDepois de se formar em História da Arte na Universidade de Genebra, foi diretor do Espace Topographie de l'art, centro dedicado à arte contemporânea em Paris, de 2001 à 2011. Durante o mesmo período, foi representante na França da casa de leilões de Zurique Koller Auktionen. Em Genebra, na mesma empresa, foi chefe do departamento de pinturas e fotografias dos séculos XIX e XX, de 1995 a 2001. Foi Consultor artístico para Philip Morris International, Genebra, de 2019 a 2020, e Curador de várias exposições, tais como Peter Wütrich. Les Anges du Monde, Fundação Paulo Coelho & Christina Oiticica, Genebra 2019; Georges Adéagbo. Genève, Suisse d'hier et Genève, Suisse d'aujourd'hui, Maison Tavel e Palais des Nations (ONU), Genebra, 2018; Contemporary Swiss & Lebanese Design - Philippe Cramer & Hicham Ghandour, Audi Foundation, Beirute, 2017; Imaterialidade, SESC, São Paulo, 2015, co-curador com a crítica de arte brasileira Ligia Canongia; Nan Goldin - Heartbeat, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, 2012, co-curadoria com Ligia Canongia; Valérie Belin - Être et Paraître, Maison France-Brésil, Rio de Janeiro, 2011; Bienal de Biwako, Omi-Hachiman, Japão, 2010; Valérie Belin, Sophie Calle e Pierrick Sorin - Demi-vérités, Oi Futuro, Rio de Janeiro, 2009, exposição organizada junto à Ligia Canongia para o Ano da França no Brasil; Vera Röhm - Time's Shadow, Museu da Cidade, Lisboa, 2007; Espaço urbano X Natureza intrínseca, exposição coletiva de artistas brasileiros contemporâneos, com curadoria da suíça-brasileira Evangelina Seiler, em colaboração com o Festival d'Automne, inaugurada em Paris em 2005 para o Ano do Brasil na França e posteriormente exibida no Kunsthalle Fribourg, Suíça, em 2006, e no SESC, São Paulo, em 2008; Sophie Calle - Comme si de rien n'était, Fondation Ledig-Rowohlt, Lavigny, Suíça, 1997. Curadora: Ligia CanongiaÉ crítica de arte e curadora independente, com residência no Rio de Janeiro. Graduada em Letras e pós-graduada em História da Arte e da Arquitetura pela PUC-RJ, é autora e/ou organizadora de diversos livros, dentre eles “Eduardo Sued” (Cosac Naify) “O legado dos anos 60 e 70” (Zahar), “Artur Barrio” (Modo/Petrobras), “Geração 80: Embates de uma geração” (Francisco Alves/Barléu) e “Angelo Venosa” (CosacNaify). Vem realizando trabalhos de curadoria desde a década de 1980, no Brasil e no exterior. Foi titular da coluna de arte do jornal O Globo e assessora da Fundação Nacional de Arte (Funarte), assim como integrou a equipe de curadoria do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Nos últimos anos, assinou, dentre outras, as retrospectivas dos artistas Waltercio Caldas (CCBB – RJ e Brasília), Raymundo Colares (Centro Cultural Light – RJ), Jac Leirner (CCBB - RJ e Brasília) e Angelo Venosa (MAM- RJ, Palácio das Artes- BH e Pinacoteca do Estado de S.Paulo). Fez também curadoria de exposições de grande porte, dentre elas as de Miguel Rio Branco (MAM-RJ), Mario Cravo Neto (CCBB-RJ), José Damasceno (Espace Topographie de l’Art, Paris, Casa França- Brasil e Santander Cultural) e Marcos Chaves (MAR – RJ). De 2009 e 2010, foi curadora da Casa de Cultura Laura Alvim, a convite da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Foi curadora, em parceria com o historiador suiço-brasileiro Adon Peres, das exposições internacionais “Nan Goldin” (MAM-RJ), “Meias-verdades” (Oi Futuro – RJ) e “Imaterialidade” (Sesc – SP). “Meias verdades” apresentou no Brasil os artistas Sophie Calle, Pierrick Sorin e Valerie Belin, junto ao Ano da França no Brasil/2009. Também integrada a essa comemoração, fez a curadoria da exposição “Reflexio”, com 6 artistas-fotógrafos franceses, no Santander Cultural, em Porto Alegre. Os currículos dos artistas podem ser apreciados na apresentação anexada no campo de documentos da proposta.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.