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O projeto Curitiba em Cores tem como objetivo transformar a vida de jovens de escolas públicas por meio de oficinas gratuitas de artes visuais e ações de muralismo. Essas atividades visam revitalizar áreas urbanas degradadas, proporcionando uma transformação social e educacional através da arte. O projeto inclui exposições das obras produzidas pelos jovens e murais colaborativos, incentivando a expressão criativa, o fortalecimento da autoestima e a valorização do espaço público.
Palestras sobre Economia Criativa e Mercado de Artes Visuais: Construção de Renda através da Arte 02 palestras para explorar a interseção entre economia criativa e o mercado de artes visuais, destacando como artistas e empreendedores podem construir renda e sustentabilidade por meio de suas práticas criativas. Especialistas do setor compartilharão insights sobre tendências de mercado, estratégias de monetização, e a importância da inovação e da colaboração na promoção da cultura. As palestras abordarão ainda o papel das políticas públicas e das redes de apoio na valorização do trabalho artístico, fornecendo ferramentas práticas e inspiradoras para aqueles que desejam transformar sua paixão pela arte em uma fonte viável de renda. O evento é voltado a artistas, estudantes e interessados no desenvolvimento de competências no campo das artes visuais e do empreendedorismo criativo.
Objetivo Geral: Promover a transformação social e educacional de jovens de escolas públicas por meio de oficinas de artes visuais, com foco na produção artística e no muralismo para revitalização urbana. Objetivos Específicos: Oferecer oficinas gratuitas de artes visuais, abrangendo técnicas como pintura, desenho e grafite. Incentivar a criação de murais artísticos em áreas urbanas degradadas, revitalizando esses espaços e promovendo o engajamento comunitário. Desenvolver a autoestima e as habilidades de expressão artística dos jovens participantes. Organizar exposições das obras criadas durante as oficinas, integrando a comunidade e celebrando a criatividade dos jovens. Contribuir para a conscientização sobre o valor da arte e da cultura na formação de cidadãos mais críticos e participativos. Promover 02 palestras sobre economia criativa, caminhos economicos e negócios para o mercado de artes visuais e imersão para construção de renda para os novos artistas.
A arte é uma poderosa ferramenta de transformação social e educacional. Em contextos de vulnerabilidade, muitos jovens têm acesso limitado a oportunidades criativas e educacionais. O Curitiba em Cores busca preencher essa lacuna, oferecendo um espaço onde os jovens podem explorar seu potencial artístico, desenvolver habilidades práticas e teóricas, além de promover o senso de comunidade e pertencimento por meio da revitalização de áreas urbanas degradadas. Murais colaborativos, além de embelezar o ambiente, geram um impacto social positivo, envolvendo a comunidade e dando aos jovens a oportunidade de ver seu trabalho valorizado no espaço público. O projeto também visa promover o talento de artistas emergentes no mercado de artes, orportunizando e dando visibilidade em um projeto de produto cutural de qualidade com democratização de acesso total do público.
O plano de acessibilidade do projeto garante inclusão total de pessoas com deficiência (PcD) nas oficinas, exposições e ações de muralismo. As medidas incluem: 1. Acessibilidade Física: Espaços adaptados com rampas, corrimãos e transporte acessível; mesas ajustáveis e organização de materiais para PcD. 2. Acessibilidade Comunicacional: Intérpretes de Libras, materiais em braile, vídeos legendados e com audiodescrição. 3. Acessibilidade Cognitiva: Instrutores treinados para trabalhar com PcD intelectual, materiais simplificados e suporte personalizado. 4. Acessibilidade nas Exposições: Exposições com peças táteis, maquetes acessíveis, audiodescrição por QR codes e ambientes sensoriais inclusivos. 5. Sensibilização e Treinamento: Equipe treinada e parcerias com instituições para garantir inclusão, com campanhas de incentivo à participação de PcD. 6. Acompanhamento: Feedback constante dos participantes para melhorias contínuas.
A democratização se dará por meio de várias estratégias: Gratuidade das Oficinas: Todas as atividades formativas serão oferecidas gratuitamente, garantindo que a participação não seja restrita por questões financeiras. Essa medida visa atrair principalmente jovens de escolas públicas, que, em muitos casos, não têm acesso a iniciativas culturais extracurriculares. Ampliação do Alcance Geográfico: O projeto será realizado em locais estratégicos, com fácil acesso por transporte público, permitindo que jovens de diferentes bairros possam participar. Haverá também ações itinerantes, levando as oficinas a escolas públicas e espaços comunitários, ampliando o alcance do projeto. Parcerias com Instituições Públicas e Comunitárias: Estabeleceremos parcerias com escolas públicas, ONGs, coletivos artísticos e grupos comunitários para facilitar a mobilização de participantes, especialmente em regiões de vulnerabilidade social. Essas parcerias são essenciais para alcançar um público diversificado e garantir a presença de artistas emergentes e jovens que, de outra forma, não teriam acesso a esses espaços. Acessibilidade Plena: O projeto garantirá que todos os espaços e materiais utilizados nas oficinas sejam acessíveis a pessoas com deficiência (PCD). Isso incluirá a adaptação física dos ambientes (rampas, banheiros adaptados), materiais em braile, tradução em libras e qualquer outra necessidade identificada pelos participantes. Dessa forma, criamos um espaço inclusivo, onde todos se sintam bem-vindos. Inclusão de Grupos LGBTQIA+ e PCD: Será feita uma mobilização ativa para envolver a comunidade LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, promovendo um ambiente seguro e acolhedor para que esses grupos possam expressar sua arte sem discriminação. Para isso, contaremos com a colaboração de mediadores e facilitadores especializados em diversidade e inclusão. Exposição e Valorização dos Participantes: Ao final das oficinas, os trabalhos dos participantes serão exibidos em exposições abertas ao público, promovendo a visibilidade de seus talentos e oferecendo-lhes uma plataforma para que suas criações sejam reconhecidas. Isso também amplia o acesso da comunidade em geral ao resultado artístico gerado pelo projeto. A democratização de acesso, portanto, não se restringe apenas à participação nas oficinas, mas também à valorização e promoção dos participantes e suas criações. Através dessas ações, o projeto contribuirá para a construção de um espaço cultural mais inclusivo e representativo, onde a arte possa ser vivenciada por todos
EDUARDO ALBUQUERQUE BRITO: Produtor Executivo | Coordenador de Produção | Coordenador Geral Eduardo começou sua jornada na área cultural ainda jovem, desenvolvendo uma sólida experiência na coordenação e produção de eventos de grande porte. Com mais de 15 anos de atuação, participou da criação e execução de festivais e projetos culturais que promoveram o acesso da população a diversas formas de arte, especialmente em Teresina, Piauí, e São Paulo. Sua expertise abrange desde a coordenação de equipes até a idealização de projetos culturais que visam a inclusão social e a democratização da cultura. Coordenador Administrativo no Evento HexaJockey Fm (2006), onde começou a aprender o planejamento de eventos. No Projeto Boca da Noite (2010-2012), coordenou a seleção de bandas para apresentações gratuitas em Teresina. Em 2017, foi o Coordenador de Produção no Projeto Rock Sinfônico, unindo uma banda de rock local e a Orquestra Sinfônica do Piauí. Entre 2021 e 2022, foi Produtor Executivo e Coordenador Geral no Festival de Arte Urbana Retalho, promovendo artes visuais para jovens de comunidades carentes. Em 2023, idealizou o Pop&Art Festival, unindo música, arte urbana e feira de microempreendedores. Coordenou também o Festival Girasol (2022) e a Virada Cultural de São Paulo (2023). HUDSON MELO: Diretor de Criação| Coordenador Artístico | Monitor de artes Hudson Melo, nascido em Teresina, cresceu em uma família de artistas e desde cedo demonstrou interesse pela arte. Autodidata, suas obras são fortemente influenciadas pela cultura no Brasil, especialmente pela xilogravura. Ele desenvolveu um estilo marcado por traços leves e coloridos, misturando o abstrato com o real, e criando elementos tridimensionais. Sua arte dá ênfase na cabeça dos personagens, inspirado em ilustrações infantis. Em 2007, Hudson começou a encarar a arte como profissão, mergulhando no graffiti e muralismo. Participou de festivais internacionais, como o Festival Concreto e o Recifusion no Brasil, e pintou em cidades como Colônia e Berlim. Suas obras foram expostas em galerias de países como EUA, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Chile. Ele também colaborou com marcas como Tok&Stok e participou da criação da sede da Netflix no Brasil. Vitória Arêdes: Coordenadora jurídica| Diretora de Produção Vitória Arêdes é uma advogada e consultora jurídica com expertise em Direito de Entretenimento, Mídia e Cultura. Com formação em Direito e uma paixão pela indústria do entretenimento, ela se especializou nesse campo em constante evolução. Além disso, Vitória Arêdes é pós-graduada em Propriedade Intelectual, Direito do Entretenimento, Mídia e Moda, mantendo-se atualizada com as últimas tendências e desenvolvimentos da indústria. Diego Lima Iglesias Cabral - Coodenador de produção Formado em comunicação social, atuou produtor executivo autônomo no meio underground com eventos de rock no bairro Mocambinho, como o I Mocambinho Underground, ocorrido no início da década de 2000. Entre outros eventos, em 2005 e 2006, produziu o Metal Arena, que reuniu diversas bandas de heavy metal do Nordeste e que na última edição arrecadou mais de meia tonelada de alimentos. O evento contou com cerca de 1000 pessoas e recebeu cobertura da revista especializada Rock Brigade. Foi assessor de imprensa da Fundação Monsenhor Chaves, órgão da Prefeitura de Teresina responsável pela gestão da cultura no município. Neste tempo, acumulou a função de curador e produtor executivo de vários eventos como o Salão Municipal de Fotografia, Salão de Artes Plásticas e Teresina é Pop, festival de música que acontecia durante três dias para comemorar o aniversário da cidade com atrações locais e, em 2008, contou com um show de Arnaldo Antunes. De 2011 a 2013, foi secretário do Conselho Municipal de Cultura, onde fazia o gerenciamento de financiamento de projetos artísticos, além de avaliação de projetos para investimento. Atuou como assessor de imprensa da Secretaria Municipal de Planejamento e Projeto Lagoas do Norte, onde auxiliou na produção de diversos eventos musicais realizados no Parque Lagoas do Norte, além de campanhas ambientais e educativas.
PROJETO ARQUIVADO.