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O projeto consiste na viabilização do desfile de carnaval do Grêmio Escola de Samba Paraíso do Tuiutí. Localizada em São Cristovão, é uma escola de samba das comunidades do Morro do Tuiutí e Mangueira, que trabalha para difusão e perpetuação do samba, sendo parte de uma das mais importantes manifestações artísticas populares do mundo: O CARNAVAL.
QUEM TEM MEDO DE XICA MANICONGO? Trago verdades. Não, necessariamente, as suas. Pisei na terra dos antigos, bebi na fonte dos eternos, respirei a fumaça do encantamento e agora vou contar para vocês o que meus olhos leram nos escritos desse mundo, minhas orelhas ouviram diretamente da boca do lado de lá e minha alma sentiu quando a ancestralidade se materializou. A poeira assentada no passado se levantou do chão e me falou do tempo primordial bantu, de quando as energias masculina e feminina emanavam nos exus sem distinção de sexo. Exu de duas cabeças vibra na encruzilhada dessas duas polaridades ordenando o caos criacional, mesmo após Exu Rei ter dividido as energias em dois corpos distintos. São faces de uma mesma moeda. Coexistem e se complementam na veia que corre entre o mundano e o astral. Muito antes da cruz do homem branco rasgar o ar das terras africanas, sacerdotes já cultuavam os antepassados no Reino do Congo, onde ela nasceu varão. Predestinada. Acreditavam serem sagrados os que recebiam a dádiva de conter almas identificadas com o gênero diferente ao do seu corpo nascido, como se um único ser corporificasse os espíritos masculino e o feminino. Uma existência completa, plena, capaz de ser transição entre dois mundos, detentores da sabedoria, comunicadores da ancestralidade. Tais caminhos que se entrecruzam em um só, faziam a mulher transbordar naquele corpo de homem. Sim, o varão era uma cudina congolesa. Uma bela Jimbanda, uma poderosa kimbandeira. Uma sacerdotisa Manicongo, senhora do Congo e da magia. Mas a religião do colonizador europeu demonizou sua existência e crença. Ela disse: “NÃO”. Se recusou a renunciar sua natureza, sua identidade. Pagou alto pelo atrevimento. Escravizada, a fizeram de mercadoria do Reino de Portugal. Seu nome africano se perdeu, ignorado nos cadernos de anotações que escrituravam o roubo da liberdade. Sob as bênçãos de nosso Senhor foi batizada Francisco e transportada para São Salvadorda Bahia de Todos os Santos, a capital da colônia do Brasil. Francisco Manicongo, registrada, assim, impuseram-na obediência a um deus, um rei e um dono. Foi vendida a um sapateiro que muito insistia em mantê-la sob as rédeas do “cistema”. Porém, aquelas vestes, aquelas calças, aquele nome, aquela fé, não a pertenciam. Eles não eram dela. Ela não era deles. Então, ela disse: “NÃO”. Se recusou a renunciar sua natureza, sua identidade. Ela não era Francisco, ela era Francisca, era Xica. Xica Manicongo. E lá se foi Xica: sobranceira, batendo os tamancos, subindo e descendo as ladeiras à serviço ou passeando, envolta no tecido preso à cintura com o nó para frente, como se fazia na sua terra, ao modo Jimbanda. E lá se ia Xica: faceira, no ganho ou na saliência pelos becos e cantos, envolta por braços másculos e línguas alcoviteiras, dissimulando o amor que não ousa se dizer o nome, como feito na sua nova terra ao modo dos hipócritas. E lá se via Xica: afrontosa, na companhia dos “invertidos”, de originários tibiras e çacoaimbeguiras pelos logradouros e matas, envolta na dor e delícia de ser o que se é, como já se fazia nessa terra, ao modo Pindorama. E lá estava Xica: embrenhada na floresta tropical, fazendo calundu, desbatizada indígena, abraçada pela Jurema, deu boa noite àsraízes, fogo no mato, subindo fumaça, aprendendo com o catimbó a adaptar o culto aos seus antepassados, que sem folha nãotem nada, como se fazia nessa terra antes da invasão, ao modo tupinambá. E lá seguia Xica: temida, da cidade alta à cidade baixa com fama de bruxa, feiticeira, sacerdotisa dos desencarnados e das práticas “não cristãs”, envolta pela espiritualidade dos seus ancestrais, como se fazia na sua terra, ao modo quimbanda. Quando a intolerância bradou contra ela em praça pública a ordenou renegar sua religiosidade, abandonar sua fé para oprimir sua existência, Xica disse: “NÃO”. Se recusou a renunciar sua ancestralidade, sua identidade. Quando o ódio vociferou contra ela em praça pública a ordenou se vestir, andar e falar “como se deve”, a atender pelo nome de Francisco, para oprimir sua existência, Xica disse: “NÃO”. Se recusou a renunciar sua natureza, sua identidade. Mais uma vez, pagaria alto pela transgressão. Corpo desobediente. O ultraje foi revidado com uma denúncia à Santa Inquisição em Salvador, pois, pelo comportamento considerado indecente e figura dissidente, Xica Manicongo seria uma criminosa de lesa-majestade aos olhos das Ordenações Manuelinas. Assim, Francisco Manicongo foi fichado pelo Santo Ofício como membro de quadrilha de feiticeiros quimbandas sodomitas. Nas leis dos cidadãos de bem, um pecador a ser martirizado num auto de fé, sacrificável à fogueira publicamente. Destino dos não recomendados à sociedade. Diante de tal encruza, finalmente, Xica disse sim. Se viu obrigada a aceitar a crueldade da prisão interior oferecida como acordo. Contudo, eles NÃO iriam vencer. Então, na luz do dia, lá se via Xica travestida daquilo que não era; enrustida no armário de Francisco. E quando o véu da noite cobria a cidade, lá se ia Xica rodando sua saia pelas brechas das ruas, esquinas, estradas e matos, encantada e zombando. Até que Xica Manicongo pombogirou. E lá se foi Xica: girando com outras entidades andrógenas, mulher de quebrar quebranto, correndo gira livremente pelas pistas e encruzilhadas. A herança do seu afrontamento rompe o ar, ecoando nas gargalhadas de Mavambos, Navalhas, Cabarés, Padilhas, Farrapos, Mulambos... E lá se ouve Xica: reexistindo na oralidade do Pajubá que serpenteia nas línguas de suas sereias, na guerra pela sobrevivência contra as sistemáticas inquisições, como se faz nessa terra campeã de transfeminicídio no mundo. E lá se vê Xica: combativa, subindo e descendo as ladeiras do Tuiuti, pajubando pelas comunidades, favelas, quebradas, universidades, palcos e palanques, em cada uma que se levanta contra a marginalização social e cultural forçada e reconhece a potência revolucionária de sua existência. Inspirada, reverenciando sua transcestralidade e zelando pela história das que pavimentaram esse caminho com suasdores e glórias na luta por visibilidade, respeito e direitos. E aqui está Xica: Manicongo, senhora do Congo, rainha da nossa congada. Coroada e consagrada rainha do Traviarcado. Ela quer as ruas, as casas, as telas, os livros, as salas de aula, os diplomas, os consultórios, as forças armadas, os altares, os parlamentos, as políticas, as presidências... A vida, o amor. Ela NÃO vai recuar. Eles NÃO vão vencer. Nada há de ter sido em vão. O futuro é travesti. Que assim seja! Que assim se faça! Jack Vasconcelos - Carnavalesco
OBJETIVO GERAL: - Fomentar a cultura brasileira através da apresentação de um desfile de carnaval da Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, na Marquês de Sapucaí, consagrando a maior manifestação popular do mundo: o Carnaval. Atendendo aos seguintes incisos do artigo 2º do Decreto 10.755, de 26/07/21:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Levar 2.400 pessoas para participar de um desfile na Marquês de Sapucaí, em uma rica manifestação cultural popular; - Confeccionar 2.400 fantasias; - Confeccionar 6 carros alegóricos;
Sendo o Rio de Janeiro um lugar tipicamente artístico, berço do samba, de grandes manifestações populares e palco do maior espetáculo da terra, nada melhor que fomentar inciativas que abracem a esses preceitos e corroborem para a rica história do carnaval carioca, passando por uma Escola de Samba como a Paraíso do Tuiuti. O G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI foi fundada em 05 de abril de 1954. Nasceu da fusão entre Unidos da Tuiuti, fundada em 1933, com as cores azul e branco e Paraiso das Baianas, fundada em 1940, das quais herdou as suas cores Azul e Amarelo. As negociações para o nascimento da PARAISO DO TUIUTI, foram iniciadas em 1952, mas foi apenas no ano de 1954 que foi concretizada. Constam como fundadores Augusto Pirulito, Joaquim Araquem, Armando, Murilo Aragão, Zeba, Orlando, José Grelha, Alcides Fornalha, Pedro Veneno, Duca, Zequinha, Alvaro, Conceição e Felicia. Até o início dos anos 80 a Escola destacou-se timidamente no cenário do Carnaval Carioca, entretanto, com a chegada da Carnavalesca Maria Augusta a Escola viveu um grande momento de destaque, alcançando o glorioso campeonato de um lugar no Grupo de Acesso A. Sendo uma Escola da comunidade, seus componentes, moradores do morro do Tuiuti e das adjacências em São Cristovão, a agremiação é uma de suas poucas opções de lazer e cultura na região. Por isso o papel da Escola transcende ao desfile de carnaval sendo o principal equipamento cultural da localidade, atendendo a população. Nos últimos anos a escola não parou de crescer e fortalecer-se até que, no grupo A no carnaval de 2000, com enredo "Um Monarca na Fuzarca" do carnavalesco Paulo Menezes consagrou-se Vice Campeã adquirindo o direito de desfilar no ano de 2001 no Grupo Especial com o enredo "Um Mouro no Quilombo", que conquistou a simpatia do público. Considerando sua história e importância social, mas pelo fato de ser uma escola que não desfila tradicionalmente no Grupo Especial, a agremiação possui grande dificuldade de captação de recursos privados diretos tornando o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais fundamental para realização do projeto, viabilização da apresentação do desfile da escola e a distribuição gratuitade fantasias para a Comunidade. Investir no Carnaval é investir na principal vitrine da nossa cultura e permitir a democratização do acesso à cultura. O projeto em questão fomenta à produção cultural e artística, mediante a realização de um dos espetáculo de artes cênicas mais tradicionais do nosso país, o desfile de uma escola de samba no Carnaval do Rio de janeiro. Além de fazer da cidade um palco para este espetáculo, o projeto celebra o samba e a cultura popular como um poderoso instrumento transformador, que agrega ao desenvolvimento humano. Desta forma o projeto estimula liberdade da experimentação, a sensibilidade, a criatividade e a integração ao coletivo. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como às finalidades expressas no Inciso II, Alínea C, da referida norma. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará também os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
Produto: DESFILE DE CARNAVAL - 2.400 componentes - 6 carros alegóricos
Em atendimento ao Art. 18 da IN 05/2017 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT (item 5.4.4 - Espetáculos e programação envolvendo sons e imagens - da referida norma), o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: A quadra da escola, local onde acontecerão os ensaios, é acessível estruturalmente para receber público com deficiência. Haverá garantia de acesso e acomodação para portadores de dificuldade de locomoção e será oferecida a devida orientação para entrada, estadia e saída. Através da ala da velha guarda, a Escola garante a acessibilidade a idosos com fantasias especialmente pensadas para que esses integrantes possam desfilar com conforto e com o destaque que merecem. Com relação a portadoras de deficiência (deficiência auditiva, visual e cognitiva), a escola desfila em uma avenida que permite total acesso a todos. Não existe nenhum impedimento para que o portador de qualquer tipo de deficiência participe do desfile, devendo apenas o mesmo comparecer aos ensaios. Esse procedimento é adotado para todos aqueles que querem desfilar, sejam eles deficiente ou não e visa garantir a qualidade do espetáculo. A ala que o deficiente desfilará permite que a sua fantasia seja utilizada de forma completa, pois a mesma é pensada para atender a esse público. Para a participação de cadeirante no desfile, a fantasia será 100% adaptada a sua necessidade e será garantido o acesso de um acompanhante, caso necessário, para auxiliar durante o percurso que é localizado em um espaço plano e totalmente acessível. Para deficientes visuais e auditivos, são disponibilizados, no Setor 13 da Marquês de Sapucaí, conforme anos anteriores e de responsabilidade da Prefeitura do Rio de Janeiro, pontanto, sem custos para o projeto, fones com audiodescrição do desfile e tradução simultânea realizada por intérprete de Libras possibilitando total participação na experiência da avenida. Para garantir que os portadores de necessidades especiais tenham ciência das condições de acessibilidade, um material será disponibilizado na na quadra para orientar sobre como o portador de necessidades especiais deverá proceder para ter acesso as condições de acessibilidade conferidas e eles.
O produto cultural do projeto terá distribuição, entrada e participação gratuita. "Carnaval 2024 - Quem tem medo de Xica Manicongo?" é centrado na democratização cultural. A escola é o centro cultural de referência para as comunidades do entorno. A confecção de 2.400 fantasias previstas no projeto serão distribuídas a comunidade, que participa também na elaboração e estruturação do desfile. A distribuição será gratuita à população de baixa renda, nos termos do art. 4º do Decreto nº6.135, de 26 de junho de 2007. Acreditamos no envolvimento da comunidade, e sabemos da dificuldade sócio-econômica em que vive a maioria das famílias que frequentam a escola, por isso percebemos que a distribuição gratuita das fantasias produzidas pelo projeto à comunidade do Tuiuti seria um fator primordial para a aproximação desse público. Assim, incentivando essa aproximação, que visa o envolvimento da comunidade nos diversos projetos desenvolvidos pela Escola, estabelecemos como condição para o recebimento das fantasias, a inscrição em uma pré-lista, que será atualizada a partir da presença obrigatória nos ensaios realizados na quadra da Escola, onde estes foliões terão acesso gratuito. Ressaltamos que a presença nos ensaios é importante para garantir a qualidade técnica do desfile, sendo assim a apresentação de um bom resultado do projeto. São desenvolvidos ensaios na quadra da escola em comunidade de baixa renda; Grande parte do Público que irá desfilar pela escola é transportada para o evento em ônibus cedidos pela Escola; As imagens do desfile são disponibilizadas todos os anos na internet, principalmente no youtube, o que torna acessível e democrático a todos os públicos. São realizados gratuitamente ensaios abertos na Rua próxima a comunidade e, quando organizado pela Liesa, na Sapucaí. O projeto adotará os seguintes incisos/medidas do Art.24 da IN nº 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;
O PROPONENTE É RESPONSAVEL PELA COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO NÃO SENDO REMUNERADO PARA ESSE TRABALHO. 1 – Direção de Carnaval:1.1 - André Gonçalves: Foi intérprete oficial da Escola de Samba Tradição nos carnavais dos anos de 1998 até 2003; Foi interprete no GRES Renascer de Jacarepaguá no carnaval de 2008; Foi Diretor Administrativo da Quadra e do barracão do GRES Império Serrano em 2012; Ocupa desde 2016 o cargo de Diretor no GRES Paraíso do Tuiuti; 2 – Mestre de Bateria 2.1 - Marco Antônio da Silva (Mestre Marcão): é um dos mais respeitados mestres de bateria do Carnaval. Ele tem passagem pelas escolas de samba Império da Tijuca, Salgueiro, Cova da Onça (Escola de Uruguaiana), Camisa Verde e Branco e Império da Casa Verde (com Mestre Zoinho, SP). No comando da bateria do Salgueiro, onde ficou por 15 anos consecutivos, acumulou diversos prêmios da categoria, como dois Estandartes de Ouro e Tamborim de Ouro, assim como notas máximas dos jurados. Marcão atua na direção de bateria da escola de samba Cova da Onça, na cidade de Uruguaiana (RS), e na agremiação Imperadores do Samba, em Porto Alegre. 3 - Carnavalesco 3.1 - Jackson Almeida de Vasconcelos: Formado em Artes cênicas (Habilitação em Indumentária pela escola de Belas Artes UFRJ); Experiência Profissional em Carnaval Carnavalesco em: G.R.E.S.E. IMPERIO DA TIJUCA 2004; G.R.E.S. ACADÊMICOS DE SANTA CRUZ 2005; G.R.E.S. UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR 2006, 2007, 2008 e 2009; G.R.E.S. IMPÉRIO SERRANO 2007; G.R.E.S.E. IMPERIO DA TIJUCA 2010; G.R.E.S. UNIDOS DO VIRADOURO 2011; G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI 2012; G.R.E.S. ESTACIO DE SA 2013; G.R.E.S. ESTACIO DE SA 2014; G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI 2015 e 2016; G.R.E.S. UNIAO DA ILHA DO GOVERNADOR 2016; G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI 2017, 2018 e 2019; G.R.E.S. MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL 2020; G.R.E.S UNIDOS DA TIJUCA 2023 e 2024 e G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI 2024 e 2025. Experiência docente: Professor na Universidade Veiga de Almeida no curso de pós graduação em Figurino e Carnaval. Premiações: Tamborim de ouro 2007 (beleza de mensagem pelo enredo do império serrano); Prêmio samba-net 2006 pela união da ilha do governador (melhor conjunto alegórico, melhor alegoria, melhor conjunto de fantasias); Prêmio estrela do carnaval 2008 para o melhor desfile da união da ilha do governador; Prêmio plumas e paetês cultural 2010, melhor figurinista e melhor pesquisador; Prêmio samba-net 2013 melhor figurinista (Estácio de Sá); Prêmio plumas e paetês 2013 melhor figurinista (Estácio de Sá); Prêmio samba-net 2014 melhor figurinista (Estácio de Sá); Prêmio plumas e paetês 2014 melhor figurinista (Estácio de Sá); Prêmio plumas e paetês 2014 melhor pesquisador (Estácio de Sá); Prêmio samba-net 2015 melhor conjunto de fantasia paraíso do Tuiuti; Prêmio plumas e paetês 2015 melhor figurinista e pesquisador paraíso do Tuiuti; Prêmio samba-net 2016 melhor conjunto alegórico, paraíso do Tuiuti; Prêmio estrela do Carnaval 2016, melhor enredo, paraíso do Tuiuti; Prêmio plumas e paetês 2016 melhor pesquisador e figurinista, paraíso do Tuiuti; Prêmio samba-net 2017 melhor enredo, paraíso do Tuiuti; Prêmio plumas e paetês 2017 melhor pesquisador, melhor conjunto alegórico paraíso do Tuiuti. CURRÍCULO DA ESCOLA O G.R.E.S. PARAISO DO TUIUTI foi fundada em 05 de abril de 1954. Nasceu da fusão entre Unidos da Tuiuti, fundada em 1933, com as cores azul e branco e Paraiso das Baianas, fundada em 1940, das quais herdou as suas cores Azul e Amarelo. As negociações para o nascimento da PARAISO DO TUIUTI, foram iniciadas em 1952, mas foi apenas no ano de 1954 que foi concretizada. Constam como fundadores Augusto Pirulito, Joaquim Araquem, Armando, Murilo Aragão, Zeba, Orlando, José Grelha, Alcides Fornalha, Pedro Veneno, Duca, Zequinha, Alvaro, Conceição e Felicia. Até o início dos anos 80 a Escola destacou-se timidamente no cenário do Carnaval Carioca, entretanto, com a chegada da Carnavalesca Maria Augusta a Escola viveu um grande momento de destaque, alcançando o glorioso campeonato de um lugar no Grupo de Acesso A. Sendo uma Escola da comunidade, seus componentes, moradores do morro do Tuiuti e das adjacências em São Cristovão, a agremiação é uma de suas poucas opções de lazer e cultura na região. Por isso o papel da Escola transcende ao desfile de carnaval sendo o principal equipamento cultural da localidade, atendendo a população. Nos últimos anos a escola não parou de crescer e fortalecer-se até que, no grupo A no carnaval de 2000, com enredo “Um Monarca na Fuzarca” do carnavalesco Paulo Menezes consagrou-se Vice Campeã adquirindo o direito de desfilar no ano de 2001 no Grupo Especial com o enredo “Um Mouro no Quilombo”, que conquistou a simpatia do público. Em 2016 a Escola se sagrou vencedora do carnaval da Série A. Em 2018 foi vice campeão com o enredo "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”.
PROJETO ARQUIVADO.