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O projeto visa a montagem do segundo espetáculo teatral multimídia voltado para faixa etária infanto juvenil da Cia. Mungunzá de Teatro. O nome provisório do espetáculo é "Era uma Era Noutra Era",e trata-se da continuação do primeiro espetáculo infantojuvenil da Cia. intitulado "Era uma Era".Também estão previstos debates com estudantes acerca dos temas abordados pelo espetáculo.
PRODUTO: ESPETÁCULO TEATRAL Classificação etária: Livre Um reino/sociedade que inicia-se do zero (mas não sem carregar as marcas do passado - outra Era), comandada por um rei tirano e ingênuo que lidará com as mais diversas demandas do povo. Após um imenso incêndio no reino/sociedade, tudo se desfaz e tudo se refaz. Da Era analógica vamos para Era digital. Como seguir? Como manter a memória? Quem terá direito ao futuro? Quem terá direto à memória? O espetáculo se dedicará a trazer à tona, numa linguagem acessível e lúdica, uma discussão sobre três temas que impactam nossa sociedade contemporânea: poder, responsabilidade e (direito à) memória. Serão 12 artistas em cena, de corporeidades plurais, para contar a história de um Reino que nasceu numa Era analógica e, após um incêndio, as personagens acordam na Era Digital, presas como perfis dentro de uma rede social. Sua linha narrativa abordará temas como memória, diversidade, tecnologia e poder. Trazendo à tona a reflexão de como o ser humano vivencia seus processos culturais e cria uma identidade coletiva. Apesar de ser direcionado para o público infanto-juvenil, o espetáculo atingirá diferentes faixas etárias, culturas e regiões, ao propor reflexões sobre cidadania e a difusão lúdica de conteúdos considerados "adultos". Com uma estética e linguagem contemporâneas, será usada tecnologia e referências ao universo digital em cena, a obra possibilitará o debate acerca da construção do espaço público/comum, da convivência com o diferente, do respeito ao próximo e da responsabilidade pelo coletivo. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Temos, então, aqui representada a Era da pós-verdade e a transição do homem no decorrer das Eras. O que caracteriza uma civilização? A memória que ela gera? Como preservar a memória de um coletivo em tempos em que ela é artigo de luxo e venda? E recriada a cada instante? O debate com os integrantes da cia Mungunzá de Teatro com estudantes de escolas públicas levanta questões relevantes a serem discutidos com jovens da nova geração. O debate será veiculado nas mídias sociais da cia, e ficará disponível no youtube. Total de 200 pessoas atendidas.
OBJETIVO GERAL: O principal objetivo com esse projeto é popularizar e a discussão política fora do âmbito polar e partidário. Gerar reflexões sobre cidadania, processos históricos, engajamentos e atuações na sociedade, de forma lúdica e simples, trazendo interesse por um assunto que parece "pertencer apenas aos adultos". Travestir um conteúdo relevante de entretenimento como estratégia para informar e gerar reflexão. Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidadeartística e da diversidade; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar uma temporada de 10 apresentações em São Paulo. - Realizar 2 palestras formativas com estudantes acerca das tematicas abordadas no espetáculos nas cidades contempladas pelo projeto.
A motivação de criar um projeto de cunho duplo com esta temática se deve a um desejo de chegar mais perto das aspirações, dificuldades, anseios e motivações da criança/adolescente contemporâneo. Numa pesquisa feita com crianças e adolescentes das classes A e D, sobre sonhos e perspectivas, o resultado foi o mesmo: traziam imagens retiradas da internet, com mansões, carros de luxo, dinheiro, mulheres e homens padrões. Questionados acerca do que gostariam de fazer, estudar, viajar, ou mesmo outros sonhos que não coubessem em fotos, não souberam responder. A noção de identidade era colada à representação da realidade veiculada nos meios de comunicação para efeito de consumo. Ou seja, o eixo de perspectivas, sonhos e leitura de realidade da criança/adolescente contemporâneo, independente da classe social, são constituídos pela liquidez das redes sociais e meios de comunicação em massa. E possuem grande influência na fase de formação das suas subjetividades. As crianças que nasceram na última década não diferenciam mais os mundos "online" e "offline" em suas experiências cotidianas. Essa geração, chamada geração Alpha, nasce já selecionando os vídeos que querem assistir nos celulares, antes mesmos de saberem ler. São bombardeadas diariamente com grande quantidade de informações numa época onde a informação basta ser compartilhada para se transformar numa "verdade", e nosso sistema político também está aderido à esse funcionamento. Temos vivido, em escala global, uma novela política com capítulos infinitos que sempre surpreendem ao final. Hoje, política não é um assunto que interesse apenas aos "adultos". A criança de hoje experimenta o mundo com um discernimento mais refinado de algumas questões políticas e estão virando adolescentes com engajamento em escala global. É só lembrar de Grata Thunberg que discursou na ONU. Essa geração chegou e o mundo está dado. Perderam a noção do caminho que percorremos para estarmos hoje vivendo um dilema mundial. Até pra nós adultos é difícil entender como viemos parar aqui. E quando se perde a noção de caminho percorrido, se perde a sensação de pertencimento e de propriedade sobre sua história e origem. Oportuno considerar o contexto da atual pandemia global no qual estamos inseridos. Uma conjuntura de fatores históricos, políticos, econômicos, ambientais e culturais nos trouxeram onde nos encontramos hoje: nenhum país possui um sistema de saúde que dê conta de sua população. Ao mesmo tempo, como se a preocupação de uma pandemia não bastasse, nos vemos inseridos em uma nova polarização política gravíssima em nosso país. E temos uma população inteira cindida entre diversas teorias sobre a pandemia. O caminho é longo e temos uma sociedade desinformada que não sabe como encarar os dias que se seguem. Talvez rebobinar a fita da história para ver o ponto exato em que fomos desatentos pudesse ser uma bússola. Começar do fim e refazer os passos até o ponto chave de onde nos perdemos. Onde começamos a pavimentar o chão que se abre sob nossos pés nos dias de hoje? Portanto, trazer nesse momento um projeto que aborde a constituição de uma pólis, desde o princípio, e expõe os modos operantes que regem o seu sistema, é possibilitar a reflexão sobre como a História se forma, como os fatos encadeados ao longo de um tempo culminaram na realidade presente. E como viver é um ato político que se manifesta a partir de pequenas escolhas cotidianas. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Plano de divulgação com estratégias para divulgar e/ou distribuir e/ou promover o projeto. Mídia Digital · Redes Sociais: · Contratação de profissional especializado em gestão de mídias sociais · Contratação de Design para criação de Indenidade Visual · Postagens regulares com atualizações, bastidores e entrevistas nos perfis dos grupos e dos artistas - através das páginas do Facebook e Instagram · Utilização de hashtags relacionadas e reposts · Website: · Manter atualizada a programação/agenda no site dos grupos · Email Marketing: · Envio de newsletters para listas de contatos · Anúncios Online: · Publicidade paga em redes sociais e Google Ads. Mídia Tradicional · Imprensa: · Contratação de Assessoria de imprensa - Envio de releases para jornais, revistas e blogs culturais. · Propostas de entrevistas e cobertura da peça. · Rádio e TV: · Participação em programas locais e entrevistas. · Cartazes e Flyers: · Distribuição em locais estratégicos, como teatros e escolas de atores/atrizes Parcerias e Eventos · Parcerias Locais: · Parceria de divulgação com escolas – que promovam excursões para teatros. Calendário de Ações · Ensaios: Atualização do site, início da campanha nas redes sociais, envio de press releases. · Temporada: Intensificação da divulgação, anúncios pagos, distribuição de cartazes e flyers, últimos esforços de divulgação, promoções finais e envio de lembretes para a lista de contatos. Acompanhamento final nas redes sociais e confirmação de presença com parceiros e imprensa. · Pós Produção/Temporada: Análise de tráfego no site, engajamento nas redes sociais e distribuição de ingressos. Coleta de opiniões e sugestões do público para futuras produções
BATE PAPO FORMATIVA SOBRE ARTE E TECNOLOGIA - Com Cia. Mungunzá de Teatro Duração: 2hPúblico alvo: artistas, estudantes, pesquisadores das artes cênicas, audiovisuais e tecnológicas A conversa discutirá a relação entre arte e tecnologia pelo prisma da criação do espetáculo multimídia "Era uma Era" , abrangendo questões estéticas , artísticas e mercadológicas.Como a arte e tecnologia se fundem em forma e conteúdo dentro das artes cênicas como linguagem e não apenas como plataforma.
Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais : Impressão de programa em braile com o descrição das ações do espetáculo. - Acessibilidade para deficientes auditivos : As Apresentações contarão com intérprete em libras. - Acessibilidade para deficientes intelectuais: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 profissional especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. Produto:Contrapartida Social Acessibilidade física:Os locais escolhidos para realização das palestras formativas serão totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de libreto em braile. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as palestras contarão com tradução em libras. - Acessibilidade para deficientes intelectuais: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 profissional especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto.
De acordo com o Art. 28 da IN nº 02/2024, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
CURRÍCULOS: Leonardo Akio Artista visual, artista gráfico, ator, performer, educador e produtor. Integra a Cia Mungunzá de Teatro desde 2013. Criou e participa das montagens “Epidemia prata” (direção Georgette Fadel), “Poema suspenso para uma cidade em queda” (direção Luiz Fernando Marques Lubi) e “Era uma Era” (espetáculo infantojuvenil direção Verônica Gentilin). É criador e gestor do “Teatro de Contêiner Mungunzá”. Também atua como artista educador no Programa de Iniciação Artística (PIÁ). Trabalhou na Escola Internacional Eugênio Montale como atelierista adaptando a abordagem Reggio Emilia para o contexto da escola. Integrou o núcleo educativo da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e do Centro Cultural São Paulo. Foi assistente de coordenação do teatro Viga Espaço Cênico. Foi oficineiro do Projeto Quixote (expressão artística para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social) e do Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural (aulas de artes para crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual). Participou de exposições coletivas de artes visuais no estado de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba. Marcos Felipe Ator e produtor. Formação em Jornalismo. Fundou a Cia Mungunzá de Teatro em 2006 na conclusão de seu curso no Teatro Escola Macunaíma. É artista e produtor das montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville, “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques, “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Como diretor trabalhou por quatro vezes com o grupo Teatro do Kaos de Cubatão: espetáculos “A Falecida” (de Nelson Rodrigues), “Os sapatos que deixei pelo caminho”, “Hamlet Futebol Clube” e "Vocifera". Pela atuação em “Luis Antonio-Gabriela” foi indicado aos prêmios de melhor ator no APCA e Shell 2011 e eleito melhor ator pelo Portal R7. Foi indicado como melhor ator com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta” nos festivais: FETACAM 2009, 37o FENATA - PR e 5o FENTEPIRA. Em 2015 foi indicado como melhor ator pelo espetáculo “Poema suspenso para uma cidade em queda” no site Aplauso Brasil. Foi um dos idealizadores do Teatro de Contêiner Mungunzá - Centro Cultural estabelecido no centro de São Paulo Sandra Modesto Atriz, arte-educadora, produtora. Formação em Comunicação Social – Jornalismo. Se formou como atriz em 2006 quando fundou a Cia Mungunzá de Teatro juntamente com outros colegas do Teatro Escola Macunaíma. A partir daí atuou e produziu as montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville (ganhou 6 prêmios de melhor atriz em festivais de teatro), “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema Suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques (Lubi), “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Foi assistente de direção nos espetáculos “As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo” e “Lou&Leo”, ambas com direção de Nelson Baskerville. Foi diretora assistente nos espetáculos “A Falecida” de Nelson Rodrigues, direção de Nelson Baskerville e Marcos Felipe, “Os sapatos que deixei pelo caminho” e “Hamlet Futebol Clube”, direção de Marcos Felipe - todas as montagens do Teatro do Kaos (Cubatão). Também fez os figurinos das seguintes montagens: “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin“, Hamlet Futebol Clube” - direção de Marcos Felipe, “Epidemia Prata” - direção de Georgette Fadel e "Vocifera" - direção de Marcos Felipe e Lucas Beda. É idealizadora e gestora do Teatro de Contêiner Mungunzá, inaugurado em 2017. Verônica Gentilin Atriz, dramaturga, arte-educadora, artista visual e produtora. Integra a Cia. Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Atua como arte-educadora de artes integradas no Grão do Centro da Terra. Pesquisa as narrativas digitais e tecnologia criativa dentro de sala de aula. Trabalhou com arte-educação por 16 anos na Casa do Teatro (escola para crianças e adolescentes integrada ao Teatro escola Celia Helena). Trabalhou na rede Estadual de ensino como professora de artes e atuou no programa Vocacional como artista orientadora de Artes Integradas em 2015. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Era uma Era” com a Cia Mungunzá de Teatro e “A[GENTE] com a Cia do Terreno. Criou e executou um projeto de mediação em arte no CCSP, intitulado “Recolhedores de Bocados”, em 2011. Em 2008 teve um microconto publicado pela editora Andross, na antologia de contos e microcontos intitulada “Entrelinhas”. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro como melhor autora junto a Nelson Baskerville pelo espetáculo “Luis Antonio Gabriela”. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante nos festivais de: Campo Mourão (PR), Jundiaí, Pindamonhangaba e Ponta Grossa (PR) com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”. Foi contemplada com o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia como autora do texto “Suspensões”, em 2007. Virginia Iglesias Atriz e produtora da Cia Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Formada em Turismo pela ECA/USP, em 1996. Sua formação como atriz acontece no Teatro Escola Célia Helena em 2008. Participa nas montagens “Por que a criança cozinha na polenta” e “Luis Antonio - Gabriela” - direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda”- direção de Luiz Fernando Marques e “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin. Integrou o Grupo Conexion Latina de 2006 a 2011 tendo participado das montagens “Nuestra Señora de las Nubes”, de Aristides Vargas, “Topografia de um Desnudo”, de Jorge Diaz e “Ridícula Concórdia”, de Humberto Garcia, todas dirigidas por Hugo Villavicenzio, e “Respira”, de Eduardo Adrianzen, dirigida por Carla Lorena Bauche. Participou como atriz, em 2009, do Núcleo de Direção Teatral na Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André/SP. Mestre: Luiz Fernando Marques (Lubi) do Grupo XIX de Teatro. Recebeu o Prêmio de Melhor Atriz na 9a edição do FETA- CAM Festival de Teatro de Campo Mourão (PR) em set/2009 com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”, de Aglaja Veteranyi. Complementar Produções Artísticas: Possui em seu currículo a realização de mais de trinta espetáculos artísticos, transitando entre teatro,dança e eventos culturais. Especializado em gestão de projetos culturais e prestação de contas, já realizou mais de 30 projetos culturais nas esferas municipal, estadual e federal. Em 2011 e 2012 ,em parceria com a bailarina Juliana Moraes realizou os espetáculos Peças Curtas para Desesquecer: uma série coreográfica da Companhia Perdida, direção: Juliana Moraes , Sensorimemórias, direção: Juliana Moraes e (depois de) Antes da Queda, direção de Juliana Moraes No teatro, com a cia As Olívias, realizou o espetáculo As Olívias Palitam, direção de Victor Bittow. Em 2013 , com direção de Johana Albuquerque realizou o espetáculo O Casamento, de Nelson Rodrigues. Em 2014, realizou os espetáculos O Convidado Surpresa, texto de Grégoire Bouillier, direção de Rafael Gomes; Gotas D’águas Sobre Pedras Escaldantes (texto de Rainer Werner Fassbinder, Direção de Rafael Gomes (três indicações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Cenário); Assim é se lhe Parece, texto de Luigi Pirandello, direção Marco Antônio Pâmio (Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator e Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor e Melhor Iluminação); e Não Nem Nada, texto e direção de Vinícius Calderoni (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Autor e Melhor Atriz). Em 2015, realizou os espetáculos Riso Nervoso, texto e direção de Michele Ferreira; ÃrrÃ, texto e direção de Vinícius Calderoni (vencedor do Prêmio Shell de Melhor Autor). Com a bailarina Juliana Moraes, realizou os espetáculos Desmonte e Claro Escuro, direção deGustavo Sol. Realizou a primeira edição do FAM Festival, evento com diversas atrações musicais, no Jockey Club São Paulo. 2016 foi o ano do espetáculo Os Arqueólogos, texto de Vinícius Calderoni, direção de Rafael Gomes (Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Autor, Indicado ao Prêmio Shell e Aplauso Brasil de Melhor Autor e APCA de Melhor espetáculo); Eu Elas, de Juliana Moraes e Qual?Direção de Juliana Moraes e Gustavo Sol No âmbito social/cultural realizou o Projeto Entre Nós ,projeto cultural com oficinas e atrações artísticas em Taipas/ SP. Em 2017 realizou os espetáculos Flutuante, de Caco Galhardo, direção Mauro Baptista Vedia, Não Somos Amigas, texto de Michelle Ferreira, direção de Maria Maya; Chorume, texto e direção de Vinícius Calderoni e Se Existe Eu Ainda Não Encontrei, de Nick Payne, direção de Daniel Alvim. Em 2018 realizou o evento Festival de Artes Performáticas, e o espetáculo A Cachorrada, texto de Maciel Silva, e direção de Joca Andreazza. Em 2019 realizou o espetáculo Experimentando Clarice, de Clarice Lispector, com direção de Renata Augusto, o projeto Ser José Leonilson, de Laerte Késsimos, com direção de Aura Cunha e o espetáculo A Catástofre do Sucesso, de Tenesse Willians, direção de Marco Antônio Pamio. Luiz Fernando Marques (Lubi) nasceu em Santos e integra o Grupo XIX de Teatro desde 2001 e o Teatro Kunyn, desde 2009, no qual dirigiu e co-criou espetáculos. Fora do XIX, criou e dirigiu mais 15 peças em parcerias com grupos de São Paulo, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo e Acre. Suas peças já foram encenadas em mais de 100 cidades no Brasil e 24 no exterior (Cabo Verde, França, Guiana Francesa, Inglaterra, Itália e Portugal). Ao longo de sua trajetória acumula entre prêmios e indicações mais de 15 menções nos principais prêmios do país: Shell, APCA, Cooperativa Paulista de Teatro, Bravo!, Qualidade Brasil, Prêmio Governador do Estado de São Paulo entre outros. Desde 2008, é orientador do Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André. Função do Proponente no projeto: A TEATRO MUNGUNZA LTDA, produtora artística e será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação do espetáculo e devidas prestações de serviço.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.