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PRONAC 2411455Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Djaniras: Aonde ninguém chega

39.896.338 ANDRE FORECCHI GIOVANNI
Solicitado
R$ 637,0 mil
Aprovado
R$ 637,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Aracruz
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Aracruz Espírito Santo

Resumo

O projeto Circuito Cultural "Djaniras, aonde ninguém chega" visa a realização das atividades culturais continuadas do coletivo OsViajero, com apresentações de artes cênicas, atividades de cinema itinerante e oficinas de música.

Sinopse

Homem-banda, o show: O espetáculo de artes cênicas “Homem-banda, o show” intersecciona cultura popular, arte de homem-banda e artes circenses, possuindo uma duração de 30 minutos, tendo como público alvo crianças, adolescentes e adultos. Serão realizadas 30 apresentações do espetáculo em questão, nos equipamentos públicos da cidade de Aracruz.Autoria da obra: André ForecchiPersonagem solista : André ForecchiDramaturgia: André Forecchi e Henrique FontesDireção de arte: Thila Paixão Sinopse: André é um jovem sonhador que, confrontado com o vazio de um mundo cheio de facilidades superficiais, escolhe uma vida de desafios. Obcecado com a ideia que a felicidade reside nas coisas difíceis, ele abandona a faculdade para ser artista de rua, pela América Latina. A obsessão por coisas difíceis leva o personagem a um modo único de fazer música: ele cria uma geringonça que permite tocar saxofone e toda sorte de percussões simultaneamente através de cordas e roldanas sem ajuda tecnológica. O caminho dessa busca encontra a música popular brasileira, o baião, o samba e o chorinho, através de composições autorais e releituras de um jeito surpreendentemente novo. A cada tema, mais instrumentos, tudo vai ficando cada vez mais difícil e o personagem, perdendo a saúde mental, começa a se questionar se esse caminho é realmente profícuo. Será que essa busca terá fim? Cine Bandolero: O Cine Bandolero é uma atividade cineclubista itinerante realizada através do Centro Cultural Itinerante Djanira, uma Kombi equipada com projetor, tela e sistema de som alimentado por energia solar, com os quais são promovidas exibições de curtas e longas-metragens, com classificação livre e foco em temáticas sociais relevantes, como negritude, direitos das mulheres, povos indígenas e pessoas com deficiência, dentre outros temas. Cada sessão, com duração total de até 2 horas, inclui exibições seguidas de debates reflexivos com o público, formado principalmente por moradores de comunidades indígenas, rurais e periféricas do Espírito Santo, além disso é oferecido um lanche coletivo com pipoca e suco, momento de sociabilização entre todos. Serão realizadas 20 exibições. Oficina "Dissociando o Corpo" A oficina "Dissociando o Corpo" é uma experiência imersiva que explora a dissociação rítmica e a cultura maker, aplicada à arte de homem-banda. Ministrada por André OsViajero, a oficina oferece aos participantes a oportunidade de desenvolver habilidades musicais através do Método KAD e do Konnakol, uma técnica rítmica indiana, além de promover a construção e adaptação de instrumentos musicais. Com 15 encontros ao longo de 4 meses, a oficina é direcionada a adolescentes a partir de 15 anos, educadores e artistas em geral, incentivando a integração de ritmos brasileiros como o baião, samba e choro em performances interativas. Os participantes aprenderão a aplicar os conceitos de dissociação e coordenação de movimentos em atividades práticas, culminando em uma apresentação final que demonstra o aprendizado adquirido. Workshop Ludicalização O workshop "Ludicalização", desenvolvido por Marcelo Serralva, é uma capacitação de 4 horas voltada para professores da educação infantil da rede pública de Aracruz, com o objetivo de integrar o lúdico no processo de ensino-aprendizagem. Utilizando técnicas de musicalização, gamificação, psicomotricidade, contação de histórias e palhaçaria, o workshop ressignifica brincadeiras tradicionais, oferecendo aos educadores ferramentas criativas e inclusivas para trabalhar em sala de aula. Com atividades práticas e adaptáveis a diferentes faixas etárias, o curso proporciona estratégias para promover a cooperação, o espírito de equipe e a inclusão social entre os alunos, tornando o ambiente escolar mais dinâmico e envolvente.

Objetivos

Objetivos Gerais: O projeto "Djaniras: Aonde Ninguém Chega" tem como objetivos gerais: 1) democratizar o acesso à cultura através de espetáculos de artes cênicas do "homem-banda, o show"; difundir e democratizar a cultura cineclubista através de exibições e debates com o "Cine Bandolero"; proporcionar ações formativas para jovens e adultos através da oficina "Dissociando o corpo", que destrincha elementos da cultura popular e da arte de homem-banda; realizar o workshop "Ludicalização", voltado para professores da educação infantil da rede pública de ensino. O projeto em questão visa a continuidade das atividades culturais do Coletivo OsViajero, utilizando espaços públicos e aparelhos do Estado, promovendo experiências culturais de forma gratuita, inclusiva e democrática. Objetivos Específicos: Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 30 apresentações do espetáculo "Homem-Banda, o Show" em escolas públicas, orfanatos, asilos e no presídio de Aracruz-ES. As apresentações serão gratuitas e ocorrerão ao longo de 6 meses, com foco em proporcionar experiências culturais para diferentes públicos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade.Produto EXIBIÇÃO DE CINEMA ITINERANTE: Realizar 20 exibições gratuitas do "Cine Bandolero", uma atividade cineclubista itinerante que exibirá curtas-metragens com temáticas sociais relevantes. As exibições acontecerão em diferentes comunidades e espaços públicos de Aracruz, buscando alcançar localidades de difícil acesso cultural. As atividades serão distribuídas ao longo de 6 meses.Produto CURSO/OFICINA DE MÚSICA: Realizar 15 oficinas da série "Dissociando o Corpo", com foco em dissociação rítmica e performance musical. As oficinas ocorrerão de forma contínua em uma escola pública de Aracruz, que será selecionada para receber o projeto. Cada oficina terá 2,5 horas de duração e será realizada ao longo do período de 4 meses.Produto WORKSHOP LUDICALIZAÇÃO: Realizar 1 workshop interativo com com o multi artista Marcelo Serralva. Voltada para os professores de CMEIs da rede pública de ensino de Aracruz-ES. Com base no conceito de "ludicalização", criado pelo próprio Marcelo Serralva, que ressignifica as brincadeiras de roda. O termo usa técnicas vindas da musicalização, gamificação, psicomotricidade, contação de histórias, palhaçaria e outras referências para inserir o lúdico-musical em contextos diversos que normalmente não estão relacionados ao brincar. Serão trabalhadas dinâmicas inclusivas e motivacionais, com foco no fazer criativo, espírito de equipe, cooperação, senso de liderança e inclusão social. O workshop terá duração de 4 horas.

Justificativa

O projeto "Djaniras: Aonde Ninguém Chega" visa democratizar o acesso à cultura para públicos de reduzido acesso cultural, como estudantes de escolas públicas, idosos em asilos, crianças em orfanatos e pessoas privadas de liberdade em presídio, no município de Aracruz-ES. O Coletivo Osviajero foi fundado em 2017 pelos irmãos gêmeos André e Davi, que são artistas itinerantes que percorreram mais de 50 mil km a bordo da kombi Djanira, levando arte e cultura à diversas comunidades. A continuidade das atividades culturais do Coletivo OsViajero volta seu olhar e suas ações ao município desde onde nasceu o coletivo. Por meio de apresentações cênicas, exibições de cinema itinerante e oficinas de música, almejamos um impacto direto na formação cultural, na ampliação do repertório artístico das comunidades e no fortalecimento do senso de pertencimento e identidade social da população de Aracruz. A realidade dessas localidades no interior do ES mostra a carência de iniciativas culturais inclusivas, o que torna essencial a implementação deste projeto para garantir que a população mais vulnerável tenha acesso gratuito a atividades de alta qualidade. As apresentações do "Homem-Banda, o Show", as exibições do "Cine Bandolero" e as oficinas "Dissociando o Corpo" e "Ludicalização" proporcionam entretenimento e também são instrumentos de formação artística e cidadã, fundamentais para o desenvolvimento integral das pessoas. O uso de recursos públicos, permitido pelo Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, é indispensável para viabilizar a estrutura necessária para levar essas ações a locais que, historicamente, quase não recebem esse tipo de iniciativa. A aplicação dos recursos permitirá a contratação de profissionais, locação de equipamentos, despesas com deslocamento e a garantia de acessibilidade, como intérpretes de Libras e material adaptado para o público PCD. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet): Inciso II: A produção, promoção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso III: A preservação e difusão do patrimônio cultural, material e imaterial;Inciso V: O apoio a atividades que garantam a democratização do acesso aos bens e serviços culturais.Além disso, de acordo com o Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto contribui diretamente para alcançar os seguintes objetivos: Inciso II, Alínea C: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso III, Alínea D: Apoiar, valorizar e difundir a produção cultural em suas várias formas de expressão, em especial a popular, indígena e afro-brasileira;Inciso V, Alínea B: Apoiar e promover o conhecimento de bens e valores ligados ao patrimônio cultural.Dessa forma, o projeto "Djaniras: Aonde Ninguém Chega" responde a uma necessidade evidente de acesso cultural nas comunidades de Aracruz-ES, ao mesmo tempo em que fomenta a inclusão cultural através da arte, utilizando-se de recursos públicos de maneira transparente e eficiente para atingir esses objetivos.

Especificação técnica

1. Homem-banda: O espetáculo de artes cênicas “Homem-banda, o show” intersecciona cultura popular, arte de homem-banda e artes circenses, possuindo uma duração de 30 minutos, tendo como público alvo crianças, adolescentes e adultos. Serão realizadas 30 apresentações do espetáculo em questão, nos equipamentos públicos da cidade de Aracruz. A autoria da obra é de André Forecchi, que também é o artista solista. A dramaturgia é uma colaboração entre André Forecchi e Henrique Fontes e a Direção de arte de Thila Paixão. O espetáculo foi pensado para ser de fácil montagem, possibilitando assim, inserções em equipamentos públicos diversos, como escolas públicas, auditórios, asilos, orfanatos e presídios. Os objetivos gerais do espetáculo são a provocação sobre as superficialidades do mundo contemporâneo, a busca por felicidade, a valorização da cultura popular, sobretudo a arte rara de homem-banda, e questões sobre a saúde mental. 2. Cine Bandolero é uma atividade cineclubista itinerante, realizada por meio do Centro Cultural Itinerante Djanira, uma Kombi equipada com projetor, tela de projeção e sistema de som alimentado por energia solar. A iniciativa promove a exibição de curtas e longas-metragens com foco em temáticas sociais de grande relevância, como negritude, direitos das mulheres, questões indígenas e inclusão de pessoas com deficiência. Cada sessão tem duração total de até 2 horas, composta por exibições seguidas de debates reflexivos com o público, que inclui principalmente moradores de comunidades indígenas, rurais e periféricas do Espírito Santo, além disso é oferecido um lanche coletivo com pipoca e suco, momento de sociabilização entre todos. O projeto prevê a realização de 20 exibições ao longo do período de 6 meses, democratizando o acesso à cultura audiovisual em áreas socialmente vulneráveis. Proposta Pedagógica: O Cine Bandoleiro é uma criação poética que traz mensagens de luz e sombras, arte que, sobre rodas, desliza por terras distantes, levando encantamento cineclubista a recantos onde a cultura é um eco longínquo. Hoje em dia, as obras transmitidas passam sempre por uma equipe de curadoria que priorizam curtas documentais ou de ficção, que abrangem temáticas de relevância social, colaborando na construção de um mundo mais democrático, justo e igualitário. Vem abordando discussões temáticas como negritude, indígenas, direito das mulheres, moradia, PCD's, lgbtqia+, entre outros, pensando no fortalecimento da base comunitária. 3. Dissociando o Corpo: A oficina "Dissociando o corpo", é uma imersão no mundo singular dos homens-banda e na utilização do rítmo para fins pedagógicos. Essa oficina que é ministrada pelo oficineiro André Forecchi (OsViajero) é direcionada para músicos, artistas em geral e educadores e proporciona para todos participantes (público a partir de 13 anos) mais compreensão rítmica através da teoria e exercícios de dissociação (Método KAD), novas ideias e ferramentas para agregar à performance na cultura popular, aplicação prática de cultura maker e utilização dos exercícios rítmicos na aplicação pedagógica em diferentes contextos, sobretudo com crianças e adolescentes. Duração de cada oficina: 2h15, sendo uma oficina por semana, pelo período de 4 meses. Capacidade: Turma com até 15 pessoas. Plano Pedagógico: A oficina "Dissociando o Corpo" tem como objetivo geral capacitar os participantes a desenvolverem uma maior compreensão rítmica, focada na dissociação de movimentos, além de promover a aplicação prática da cultura maker em performances musicais, especialmente na arte de homem-banda. A oficina será realizada ao longo de 4 meses, com 15 encontros semanais, e destina-se a adolescentes a partir de 15 anos e adultos, sejam eles artistas, educadores ou interessados em música e cultura popular. Ao longo das atividades, os participantes aprenderão a técnica de dissociação rítmica com base no Método KAD e no Konnakol, uma prática rítmica tradicional da Índia. A oficina visa também desenvolver habilidades para a criação e aplicação de movimentos rítmicos em performances artísticas e proporcionar uma introdução à cultura maker, onde os participantes terão a oportunidade de construir e adaptar instrumentos ou dispositivos relacionados à arte de homem-banda. O aprendizado será interativo e prático, com foco na experimentação colaborativa. Os conteúdos abordados incluirão uma introdução à história e à técnica do homem-banda, a teoria rítmica do Konnakol e do Método KAD, exercícios práticos de dissociação rítmica e coordenação de movimentos, e a incorporação de ritmos brasileiros como o baião, samba e choro. Também serão desenvolvidas atividades de cultura maker, com a construção e adaptação de equipamentos que integram a performance. Além disso, serão promovidos exercícios colaborativos para a criação de padrões rítmicos e experimentações musicais em grupo. A oficina será dividida em etapas. No primeiro mês, os participantes serão apresentados ao oficineiro e ao conceito de homem-banda, com foco na introdução ao Konnakol e ao Método KAD. Nas semanas seguintes, serão aprofundados os exercícios práticos de dissociação rítmica, tanto individualmente quanto coletivamente. Nos meses subsequentes, a oficina se concentrará na aplicação prática dos conceitos de dissociação e cultura maker, culminando na integração dessas técnicas com a prática musical. A última semana será dedicada à apresentação final dos participantes, onde eles poderão demonstrar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Cada encontro terá uma duração de 2 horas e 15 minutos, somando um total de 33 horas e 45 minutos de atividades. A avaliação dos participantes será contínua, baseada na sua participação e no desenvolvimento prático dos conceitos ao longo da oficina. Ao final, os participantes farão uma apresentação final integrando as técnicas aprendidas. A oficina contará com 15 vagas disponíveis por encontro. 4. Workshop Ludicalização O workshop "Ludicalização", criado por Marcelo Serralva, é direcionado para professores da rede pública de Aracruz e tem como objetivo incorporar o uso do lúdico no ambiente educacional, utilizando uma abordagem que combina técnicas de musicalização, gamificação, psicomotricidade, contação de histórias e palhaçaria. O conceito ressignifica brincadeiras tradicionais de roda e introduz o lúdico-musical como ferramenta pedagógica, promovendo um aprendizado mais criativo, colaborativo e inclusivo dentro da sala de aula. Duração: até 4h. Capacidade: 100 professores da rede pública. Proposta pedagógica:Com duração de 4 horas, o Workshop "Ludicalização"envolve atividades práticas que podem ser aplicadas diretamente no dia a dia escolar. Técnicas de musicalização são utilizadas para trabalhar coordenação motora e percepção rítmica dos alunos, enquanto a gamificação promove desafios que incentivam o trabalho em equipe e o desenvolvimento de habilidades sociais. A contação de histórias e a palhaçaria criam um ambiente mais envolvente, facilitando o processo de ensino-aprendizagem de maneira divertida e eficaz. Todas as dinâmicas são pensadas para incluir alunos com diferentes perfis e necessidades, oferecendo aos professores ferramentas para promover uma educação mais acessível. Adaptado à realidade dos professores da rede pública de Aracruz, o workshop oferece estratégias que podem ser facilmente aplicadas no contexto escolar, com material simples e acessível mesmo diante de limitações de recursos. A flexibilidade das atividades permite que elas sejam ajustadas para atender diferentes faixas etárias, desde a educação infantil até o ensino fundamental, oferecendo aos professores novas formas de engajar seus alunos e tornar as aulas mais interativas e produtivas.

Acessibilidade

Como medidas de acessibilidade serão realizadas: Acessibilidade AuditivaIntérprete de Libras: Presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas apresentações cênicas “homem-banda o show”, nas oficinas “dissociando o corpo” e workshop “Ludicalização” para facilitar o acesso de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Legenda: Nas exibições de filmes, os mesmos terão legenda descritiva em português e janela em libras. Acessibilidade AtitudinalCapacitação da equipe: Será realizado treinamento da equipe do projeto (produtores, músicos, técnicos) para lidar de forma inclusiva com pessoas com deficiência, incluindo conscientização sobre barreiras atitudinais e como evitá-las a fim de garantir um acolhimento adequado a todo tipo de público.Sinalização clara: Utilização de placas e informações visuais fáceis de entender, com pictogramas e textos claros#PraCegoVer: as publicações veiculadas nas redes sociais contarão com legendas alternativas para pessoas com deficiência visual. Acessibilidade CognitivaComunicação Simples: Uso de linguagem acessível em todos os materiais informativos. Frases curtas, objetivas e com palavras simples para ajudar pessoas com dificuldades cognitivas a entender melhor as informações. Acessibilidade Física: serão priorizadas parcerias com escolas, centros culturais e espaços com acessibilidade física, sempre pensando em incluir um público diverso e de acordo com a realidade de cada comunidade engajada nas ações do projeto.

Democratização do acesso

O projeto "Djaniras: Aonde Ninguém Chega" adotará as seguintes medidas para ampliação de acesso cultural, conforme o artigo 28 da IN nº 01/2023: Inciso IV: Será disponibilizado, na Internet, um registro audiovisual de parte dos espetáculos "Homem-Banda, o Show", das exibições do "Cine Bandolero", do workshop “Ludicalização” e das oficinas "Dissociando o Corpo". Esses registros estarão acessíveis ao público por meio das redes sociais e plataformas digitais do Coletivo OsViajero, com o intuito de ampliar o alcance das atividades para além dos espaços físicos das apresentações, garantindo que pessoas de outras localidades ou com dificuldade de locomoção possam ter acesso ao conteúdo cultural do projeto.Inciso VII: O projeto também incluirá ações voltadas ao público infantojuvenil. As exibições do "Cine Bandolero" terão uma curadoria específica para esse público, com a seleção de curtas-metragens que abordam temas relevantes para crianças e adolescentes, como diversidade, inclusão e cidadania. As apresentações nas escolas públicas e oficinas de música também serão direcionadas ao público jovem, incentivando a formação artística desde cedo.Inciso VIII: Além das apresentações em escolas públicas, orfanatos e asilos, o projeto realizará atividades culturais no presídio de Aracruz, proporcionando acesso à cultura para pessoas privadas de liberdade. Serão realizadas apresentações do espetáculo "Homem-Banda, o Show" e exibições do "Cine Bandolero" no estabelecimento prisional, promovendo a inclusão social por meio da arte.

Ficha técnica

André Forecchi - coordenador de projeto - é artista e produtor cultural especializado na arte de homem-banda, com ampla experiência em música, performance e cultura maker. Formado tecnicamente em mecânica e com estudos em improvisação musical e saxofone, André se destacou por sua pesquisa avançada em dissociação rítmica, baseada no Método KAD e no Konnakol, se aprofundando na arte de homem-banda. Ele já se apresentou em diversos países, incluindo Brasil, Peru, Equador, Colômbia e Irlanda, e participou de uma residência artística de cinco meses na França, onde estudou com Santiago Moreno, um dos maiores homens-banda do mundo. André também desenvolveu seus próprios protótipos de homem-banda e é fluente em português, inglês, espanhol e francês, o que facilita suas colaborações internacionais. Gabriel Bebici - direção técnica do Homem banda show - é um produtor musical, cantor, compositor e multi-instrumentista natural do Paraná. Co-fundador da banda-trio Chorou Bebel, Bebici atua como CEO do selo independente DIV.co e como engenheiro de áudio no estúdio Bravo Lab. Sua carreira começou ainda na infância, apresentando-se em eventos com sua família de músicos. Além de suas performances ao vivo, Bebici se especializou na produção musical e edição de áudio, trabalhando em estúdios profissionais desde a adolescência. Sua experiência abrange uma ampla gama de gêneros e projetos musicais, com destaque no cenário independente. Pedro Fiuza - curador do cinebandoleiro - é diretor de cinema e teatro, roteirista e produtor, nascido em Natal/RN. Graduado em Radialismo e especializado em Cinema pela UFRN, Pedro é sócio-fundador da Casa da Praia Filmes, onde já dirigiu e produziu mais de 26 obras, incluindo curtas, longas-metragens e videoclipes, que circularam por 116 festivais em 25 países, ganhando 61 prêmios. Entre seus trabalhos de destaque estão o curta-metragem "Vai Melhorar", premiado em 29 festivais, e o filme "Sideral", selecionado para o 74º Festival de Cannes. Além do cinema, Pedro também atua como diretor teatral e dramaturgo audiovisual. Priscila Muzy - Intérprete de Libras - é especialista em Libras e Educação Especial/Inclusiva, com formação em Pedagogia. Atua como professora bilíngue de surdos e professora especialista em Deficiência Intelectual e Múltiplas na Prefeitura Municipal de Vila Velha. Atualmente, exerce o cargo de assessora pedagógica em Educação Especial e Surdez na Secretaria Municipal de Educação de Vila Velha. Priscila possui vasta experiência como tradutora e intérprete de Libras em contextos artístico-culturais, incluindo shows, festivais e exposições, contribuindo para a acessibilidade em eventos culturais e educacionais. Karolyna Coutinho Mesquita - produção executiva - é historiadora, educadora e pesquisadora, formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Com experiência em artes circenses e teatro, Karolyna atua em projetos culturais voltados para a preservação do patrimônio imaterial, cultura afro-brasileira e educação patrimonial. Durante os últimos 10 anos, viveu e trabalhou em diversos países da América Latina e Europa, onde desenvolveu projetos de arte educação, circo e ativismo cultural. Além de sua atuação em projetos sociais e culturais, atualmente está envolvida em iniciativas ligadas à Capoeira Angola e tradições afro-brasileiras no Instituto Volta ao Mundo. Kristina Gonçalves - coordenação de comunicação - é estrategista digital, designer e fotógrafa, com uma carreira centrada no desenvolvimento de soft skills e na criação de experiências autênticas através da comunicação e do marketing. Co-fundadora da InovaTe, uma organização sem fins lucrativos voltada para o desenvolvimento social e sustentável, e da Inorama Maker, a primeira empresa de educação "mão na massa" do Espírito Santo, Kristina tem experiência em iniciativas de inovação e educação imersiva. Além de sua atuação no empreendedorismo, é facilitadora de oficinas de Comunicação Não-Violenta e desenvolve projetos de bioarte, como o Artist's Vaginas, com exposições no MIT. Marcelo Serralva - workshop "ludicalização" - natural do RJ, é músico, educador e palestrante que reside em São Paulo. Com mais de 30 anos de carreira musical e 10 anos dedicados à educação. Especializado em educação musical e capacitação de professores, ele desenvolve metodologias que integram música e práticas lúdicas, como o projeto "Ludicalização", focado em psicomotricidade e gamificação. Marcelo é também criador de projetos como "Pequenos Compositores" e do canal "Turminha do Tio Marcelo", voltados para o ensino musical infantil. Com formação em Música e vasta experiência como palestrante, ele atua na formação de educadores em todo o Brasil, utilizando abordagens inovadoras para democratizar o acesso à música.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.