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Esta proposta visa construir um espetáculo musical de médio porte que será uma homenagem ao samba e a força dos orixás na reconstrução de ligações que são indestrutíveis. Através de uma história de amor, ciúme e redenção em um relacionamento homoafetivo que termina tragicamente, abordaremos a violência, racismo e preconceitos que podem surgir por conta de uma relação interracial, ao mesmo tempo que provocaremos uma reflexão sobre os casos de pessoas que abandonam seu país de origem em busca de melhores oportunidades em terra estrangeira.A montagem inédita acontecerá em clubes ou salão de danças e tem como objetivo ampliar a discussão sobre vários preconceitos existentes em nossa sociedade. Pretendemos, como contrapartida, fazer 50% (cinquenta por cento) da temporada com ingressos totalmente gratuitos para as pessoas LGBTQIAPN+, quilombolas e refugiados. Para tanto, recorremos à Lei de Incentivo à Cultura e aporte financeiro de patrocinadores como única forma de viabilização.
A última melodia conta a história do reencontro de Pedro e Marcelo depois da tragédia que marcou o fim do relacionamento entre eles. Enquanto aguardam os novos donos para assinar a venda de um galpão abandonado, eles revisitam o passado ao som de sambas que fizeram do Melodia a casa de shows mais popular e democrática entre pessoas colocadas à margem da sociedade. O espetáculo, composto por 14 pessoas entre atores, músicos e bailarinos, aborda temas como amor, decepção, redenção humana e a constante proteção dos orixás. Ao final, o público é convidado a participar de um grande baile com música ao vivo onde funcionou o Melodia.
Objetivos gerais - Ensaiar e fazer 16 (dezesseis) apresentações do espetáculo musical A ÚLTIMA MELODIA, de Marcio Trinchinatto, na Grande São Paulo, sendo 50% (cinquenta por cento) totalmente gratuita e voltada para pessoas LGBTQIAPN+, quilombolas e refugiados; - Promover a reflexão e fortalecimento de direitos das pessoas LGBTQIAPN+, quilombolas e refugiados; - Promover apresentações totalmente gratuitas e formação de público entre pessoas que têm menor acesso à arte; Objetivos específicos: - Refletir sobre a condição de vida e identificar dinâmicas de violência e abusos sofridos diariamente por pessoas de todos os gêneros, cores, etnias e classes; - Oferecer espetáculos e debates com total acessibilidade, através de espaços adaptados para PcD, cotas de ingressos gratuitos, rampas de acesso, tradução em LIBRAS e audiodescrição; - Promover o resgate da autoestima e empoderamento de minorias; - Incentivar a formação de uma rede de apoio dentro da comunidade, fortalecendo laços fundamentais para a formação do ser humano em sua integridade física, intelectual, autoestima; resgatando valores humanos, dentro de uma Cultura para a Paz.
Entendemos que A última melodia é um projeto relevância significativa por abordar temas que merecem atenção e estão em várias pautas de nossa sociedade. 1) PreconceitoEm um país onde ocorreram 257 mortes violentas de pessoas LGBTQIAPN+ em 2023 (uma a cada 34 horas, segundo o Grupo Gay da Bahia- a maior organização não governamental da América Latina) apresentamos um texto que aborda o preconceito entre essas mesmas pessoas em relação ao casal interracial que protagoniza a história. 2) Crise migratória e xenofobiaSob o ponto de vista da personagem Roberta, o público é convidado a refletir sobre algumas dificuldades de uma advogada que abandona tudo em seu país de origem para tentar uma nova oportunidade de vida na Europa e acaba se deparando com uma crítica situação humanitária; 3) Ode ao SambaO Samba, patrimônio cultural imaterial de nosso povo, é o que permeia e ajuda a revelar os sonhos e angústias dos personagens. Tocado ao vivo por seis músicos, ele é o elemento fundamental que traz a plateia para a fictícia casa de shows Melodia e os convida para um final apoteótico. A Lei de Incentivo à Cultura tem se revelado um grande motor de propulsão da atividade cultural no Brasil desde que foi lançada. Proporcionar A ÚLTIMA MELODIA é uma maneira de identificar e refletir sobre algumas questões importantíssimas que nos atingem e, ao mesmo tempo, valorizar um de nossos maiores patrimônios culturais. Além disso, a Lei de Incentivo à Cultura e o consequente aporte do patrocinador, aparecem como única ferramenta possível para apresentar ao público este projeto inédito; A proposta enquadra-se nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Espetáculo teatral com música ao vivo a ser realizado em clubes ou salões de dança, onde a plateia será convidada para sambar e compor as cenas finais, sob o comando de Giseli Alves, rainha do Carnaval Paulistano, criando assim uma grande apoteose.120 minutos
Todas as apresentações são realizadas em espaços com acessibilidade física garantida e a presença de membros da equipe como facilitadores para auxiliar eventuais necessidades.- acesso de PcD, auditivo e visual, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Acessibilidade física: Rampas, assentos, prioridade e banheiros adaptados onde o espetáculo será apresentado. Deficiente auditivo: tradução em LIBRAS. Deficiente visual: audiodescrição
Pretendemos democratizar e ampliar o alcance do tema central do espetáculo, promovendo a identificação e reflexão sobre os tratamentos hostis dispensados para (e entre) pessoas LGBTQIAPN+, quilombolas e refugiados, além de convidar as plateias para celebrar o samba, nosso maior patrimônio cultural. Nossas estratégias: 1) Ingressos a preços populares durante toda a temporada;2) Espaços totalmente adaptados para PcD;3) Tradução em LIBRAS;4) Audiodescrição;5) Distribuição de 20% (vinte por cento) de ingressos gratuitos para alunos e professores de escolas públicas, ONGs, Centros de apoio à pessoa LGBTQIAPN+, refugiados e pessoas em situação de vulnerabilidade social;6) Distribuição de 10% (dez por cento) de ingressos para patrocinadores;7) Distribuição de 10% (dez por cento) de ingressos para divulgação e assessoria de imprensa. Também pretendemos fazer 08 espetáculos (50% da temporada) com ingressos totalmente gratuitos em clubes, associações de bairros ou salões nas periferias. Elaborado para atender diretamente mais de 2000 pessoas, temos a certeza de que nosso projeto trará incontáveis benefícios para uma sociedade que procura mudanças reais para a Cultura da Paz.
A ÚLTIMA MELODIAEspetáculo musical. Texto: Marcio Trinchinatto Direção cênica: Kleber MontanheiroDireção Musical: Eliane AquinoCoreográfo: Richard BritoIluminação: Rodrigo de OliveiraElenco: 4 atores4 bailarinos6 músicos Currículos Marcio TrinchinattoProponenteAtor Marcio Trinchinatto é um multiartista formado pelo Teatro Escola Célia Helena, onde trabalhou como professor do curso profissionalizante por vários anos, fazendo parceria com Célia Helena, primeiramente como assistente e, em seguida, dividindo palcos. Formado em Educação Artística pelo Centro Universitário Claretiano – São Paulo. No teatro já trabalhou com grandes nomes como Nydia Licia, Gianni Ratto, Renato Borghi, Raul Cortez e Elias Andreatto, entre outros. Entre seus trabalhos como ator, destacam-se o musical O Mambembe, O Auto da Compadecida, Laços Eternos e Doces Ardis, musical inspirado na obra de Chico Buarque. Também dirigiu alguns espetáculos, entre eles Namoro, uma comédia romântica adolescente, o infantil Maroquinhas Fru Fru, A Alma Boa de Setsuan, O Pastelão e a Torta, Madagascar e A Comédia dos Erros, sendo estes últimos em Guarulhos. Foi coach de Raul Cortez no espetáculo Cheque ou Mate em 1998, seguindo o método de interpretação criado pelo russo Constantin Stanislavski. No cinema, atuou em alguns filmes de curta e longa metragem, entre eles Opressão, de Mirela Martinelli e Através da Janela, de Tata Amaral. Foi professor de teatro e Head of Drama na St. Nicholas School, onde trabalhou com alunos de várias nacionalidades na Infant, Junior e Senior Schools, acumulando experiência com o Primary Years Programme (PYP) e International Baccalaureate Diploma Programme (IB Theatre Arts Diploma). Criou o projeto MAD Experience, workshop internacionalmente reconhecido, voltado para adolescentes e professores de arte, que visa unir música, artes visuais, teatro, mídias e expressão corporal num único evento de Performing Arts. Protagonizou o espetáculo A Confissão de Leontina, de Lygia Fagundes Telles, que encerrou sua quarta temporada no Teatro Eva Herz, em São Paulo, e atualmente está em cartaz como ator, diretor e autor de DÓ RÉ MI FU – O Mundo Fora da Escala, projeto que foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo 2023. É autor de textos teatrais e do livro A MENINA QUE CONVERSAVA COM A ESTRELA (Ed. Flamingo/Chiado 2001), premiado como segundo melhor livro infanto juvenil pelo Book Brasil, o qual conta a história da amizade entre uma menina órfã e uma estrela que acaba mudando a vida das crianças de um condomínio. Kleber MontanheiroDiretorKleber Montanheiro é um multiartista reconhecido na cena teatral paulistana; criou cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; cenário e iluminação de Madame de Sade, direção de Roberto Lage, Macbeth, direção de Regina Galdino, entre muitos outros. Dirigiu O Doente Imaginário, de Molière; Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare; e A Odisséia de Arlequino, uma commedia dell’arte inspirada nos canovaccios italianos.Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de A História do Incrível Peixe Orelha. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Recebeu o prêmio São Paulo pelos figurinos da peça Carmen, a Grande Pequena Notável. Em 2018 foi indicado ao prêmio Shell de melhor figurino e ao prêmio Bibi Ferreira de melhor cenografia pelo espetáculo Um Beijo Em Franz Kafka, de Sérgio Roveri, direção Eduardo Figueiredo. Em 2019 foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenografia por Visceral, de Nanna de Castro, dirigido por Dan Rosseto. Foi indicado ainda ao prêmio Aplauso Brasil 2019 pelo figurino de Frida - Viva La Vida, de Humberto Robles, direção de Cacá Rosset.Recebeu o prêmio de melhor figurino e visagismo pelo filme “Ser ou Não Ser” no VI FBCI Festival Brasil de Cinema Internacional, direção de Elder Fraga.Concebeu a expografia das Ocupações Laura Cardoso (2017) e Lima Duarte (2020 - 50a. Ocupação), ambas no Itaú Cultural - Av. Paulista. Criou ainda o projeto da Exposição Lucélia Santos - 50 anos Entre Atos, Lentes e Palcos, em fase de produção, com abertura programada para o início de 2022. Eliane AquinoDiretora musical Eliane Aquino (soprano) é bacharel em canto pela FAAM-FMU tendo se formado na classe do barítonoCarmo Barbosa. Estou piano e viola na Escola Municipal de Música de São Paulo de 89 a 93, tendo anteriormente concluído o curso de piano no Conservatório Musical de Guarulhos (79 a 81).É integrante do Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo desde 2002, tendo atuado anteriormente no Coral da Osesp como cantora e monitora do naipe de sopranos. Atuou como solista em inúmeras obras consagradas do repertório ocidental, dentre elas o "Dixit Dominus"(Georg Friedrich Haendel) , Acis and Galatea (Henry Purcell) , Dido and Aeneas (Henry Purcell) ,L'Orfeo(Monteverdi) , Gloria (Vivaldi) , Spatzenmesse (Mozart) , Missa Diligite (Camargo Guarnieri), Ceremony of Carols (Benjamin Britten).Sua voz está registrada na gravação de álbuns como "Modinhas do Brasil", "Missa in Memoriam a Artur Bispo do Rosário) e Missa in Memoriam a Itamar Assunção(ambas de de Arrigo Barnabé).Além disso, participou da montagem dos espetáculos "Enquanto estiverem acessos os avisos luminosos" de Arrigo Barnabé, realizado no Sesc Ipiranga em 2004 e da “Òpera das Pedras” realizada no Sesc Ipirangaem 2010. Em abril de 2010 interpretou no Centro Cultural São Paulo e no Mosteiro de São Bento as “Leçons de Tenebrae” de Couperin.Como regente atuou à frente de diversos corais, dentre eles; Coral do Colégio Mater Amabilis, Coral doColégio Maria Imaculada, Coral da Sulamérica, Coral da Vivo, Coral da Baxter, Coral da Allergan.Ministrou oficinas de voz nos Sescs Consolação e Pompéia (SP) Rodrigo OliveiraIluminador DRT 31851 Formado Técnico em Iluminação pela SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes de Palco e cursando o 4 Semestre de Artes Visuais na FASC Faculdade Santa Cecília de Pindamonhagaba. Ministrou a Oficina de Teatro e Sombras, junto a Cia. Quase Cinema de Teatro de Sombras, o curso Noções de Iluminação no Centro Paula Souza – ETEC Belém e o projeto Luz em Foco, contemplado pelo PROAC 39/2021. Foi responsável técnico e operacional de iluminação em vários espetáculos, entre os quais se destacam Super Sítio no Teatro Metrópole de Taubaté, Cabeça de Papelão no Teatro Municipal do Espírito Santo, Ópera do Malandro e Carmen, a Pequena Grande Notável no Centro Cultural Banco do Brasil, Crônicas de Cavaleiros e Dragões no Teatro do Sesi Fiesp Paulista, A Bola, Histórias que Rolam no SESC Vila Mariana e A Confissão de Leontina nos Teatros Viradalata, Viga Espaço Cênico e Teatro Eva Herz. Rodrigo também recebeu o Prêmio de Melhor Iluminação no Primeiro Festival de Teatro de Taubaté. Richard BritoCoreógrafoProfessor de dança na Escola Vera Cruz – São Paulo.Mestre e doutorando em Educação.Professor de Educação Física, bailarino, ator, músico instrumentista. Richard é Mestre em Educação: Psicologia da Educação e empresário. Como gestor, faz a administração do espetáculo e a divulgação através das redes sociais. Também usa sua experiência em Educação para mediar o debate Leontinas, que busca identificar e refletir as dinâmicas de violência e abusos sofridos diariamente por pessoas de todos os gêneros, cores e classes. Formado pelo ETA – Estúdio de Treinamento Artístico. Giseli AlvesPassistaGiseli Alves é uma das maiores passistas do Carnaval de São Paulo, colecionando 61 faixas consagradas. Foi Rainha do Carnaval em 1997 e recebeu a condecoração de Passista do Milênio.
PROJETO ARQUIVADO.