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"Aventuras Mágicas na Floresta" visa oferecer sessões do espetáculo interativo "A Magia da Floresta" para crianças de escolas públicas, oferecer oficinas artísticas e um curso para professores da Rede Pública de Ensino, além de realizar um mini-documentário sobre o método interativo do espetáculo.
O espetáculo “A Magia da Floresta”, classificação etária livre, é uma narrativa de tradição oral da cosmogonia dos povos originários da Amazônia. As crianças serão recepcionadas pelo elenco e pela Sarita, uma grande cobra brincalhona e conhecedora de canções e brincadeiras. Elas serão convidadas a subir ao palco e com seus chocalhos (que foram construídos previamente com as professoras, depois da oficina de arte) ajudarão a criar o mundo onde a história se passa. A trama conta a saga de uma Serpente Mágica que no meio da noite escura faz seus olhos dançarem, vendo lá do alto toda a beleza da floresta. Dona Onça se deixa encantar pela dança e exige que a Serpente realize a mágica em seus olhos. Apesar da Serpente deixar que a Onça experimente a magia, a Onça quer cada vez mais e sua soberba faz com que perca sua visão. Ela contará com a ajuda da Sábia Coruja e suas corujinhas para tentar recuperar seus olhos. As crianças serão convidadas a ocupar o lugar das Corujinhas da história e ajudarão Dona Onça a procurar seus olhos. Elas serão conduzidas por uma equipe de atores, arte-educadores e monitores circenses em uma aventura repleta de encenações e atividades circenses, transitando por diversos cenários e instalações que darão vida a uma misteriosa floresta. Num total de duas horas e quinze minutos de espetáculo, 25 minutos são de recepção (brincadeiras cantadas e dançadas com a Sarita), 35 minutos de narrativa de histórias com teatro de sombras, 60 minutos de brincadeira pela floresta [as crianças são divididas em 3 grupos e cada grupo passa 20 minutos em cada cenário (total de uma hora): 1) Floresta de Igapó (acrobacia de solo e equilíbrios em estruturas de bambu), 2) Ninhos (Acrobacias aéreas em tecidos marinhos) e 3) Sentidos da Floresta (atividade sensorial com sons, cheiros e recursos táteis)] e 15 minutos de transição e permanência no espaço cênico Toca da Cobra (túnel e caverna com grafismos de inspiração indígena iluminados por luz negra), onde se dá o desfecho. Será que a Onça vai ganhar seus olhos de volta? A Oficina de Artes tem duração de uma hora e quinze minutos e vai sensibilizar os professores e equipe de coordenação pedagógica das escolas que participarão do projeto. A oficina aborda aspectos teóricos e revela como estes aspectos deram origem ao método do espetáculo interativo, destacando a importancia das artes como ferramenta importante para criação de um senso de experiência no processo de ensino-aprendizagem infantil. O Curso “Brincando com Histórias” oferecerá um espaço de formação sobre o desenvolvimento da Imaginação Infantil, a Narrativa de Histórias, Teatro de Sombras e Movimento para professores de escolas públicas infantis. Com 20 horas de aulas presenciais teóricas e práticas, o Curso pretende favorecer a descoberta do Teatro de Sombras e da Narrativa de histórias como ferramentas artístico pedagógica, instigando um processo de ensino-aprendizagem lúdico e atento às etapas do desenvolvimento cognitivo, motor e emocional. O curso será realizado aos sábados em parceria com a Faculdade Rudolf Steiner. Formadores: Francisco Igliori Gonsales, Leandro Medina, Silvana Marcondes, Urga Maíra, Lisadora Sakugawa (todos também participam da ficha técnica do espetáculo descrita acima), entre outros. O mini-doc "Revelando a Magia da Floresta" terá 15 minutos de duração, trará imagens das sessões do espetáculo “A Magia da Floresta” e de depoimentos dos pesquisadores e idealizadores do método de espetáculos interativos, contando como o brincar de faz de conta coletivo tem um importante papel para o desenvolvimento da imaginação infantil.
Objetivos Gerais 1) Contribuir para a formação cultural de crianças de EMEIs e EMEFs da cidade de São Paulo, ofertando-lhes um espetáculo interativo que promova a construção de uma relação prazerosa e criativa com o campo da arte, em especial com a linguagem teatral e circense. 2) Oferecer ao público experiências que estimulem a expressividade, a criatividade, a imaginação infantil, o protagonismo e a empatia com a diversidade cultural. 3) Contribuir para a preservação da cultura brasileira, encenando narrativas da tradição oral e divulgando músicas, danças e brincadeiras dos povos originários deste país. 4) Contribuir para a formação de educadores da rede pública, incentivando a criação e aplicação de metodologias de ensino que integrem o teatro e as artes às práticas educativas no cotidiano escolar. 5) Dar a conhecer o método de espetáculos interativos para inspirar o exercício do faz de conta coletivo com crianças do ensino infantil e fundamental I. Objetivos Específicos a) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 18 apresentações gratuitas do espetáculo interativo "A Magia da Floresta", com duas horas e 15 minutos de duração, de forma totalmente gratuita para alunos de escolas públicas da rede de ensino da cidade de São Paulo b) OFICINAS: Realizar 9 oficinas de arte gratuitas e prévias ao espetáculo para sensibilizar os professores sobre o método interativo e orientá-los a construir o chocalho que as crianças usarão no espetáculo, oferecendo referências artísticas para a construção do mesmo. c) CURSO: Realizar um curso gratuito de 20 horas para professores da rede pública de ensino infantil municipal, sobre o desenvolvimento da imaginação infantil e o uso de técnicas de teatro, teatro de sombras e movimento como ferramenta artístico-pedagógica na educação infantil. d) Produzir um mini documentário de 15 minutos sobre o método desenvolvido pela equipe de criação dos espetáculos interativos e as bases teóricas que dão suporte a esse método. O documentário será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e plataformas digitais de vídeo.
As experiências artísticas promovem contato com uma diversidade estética, ética, imagética, ritualística da cultura dos diferentes povos que formaram nosso país, promovendo oportunidades de reconhecimento de si, de sua ancestralidade e de projeção de sonhos e desejos para o futuro. As experiências artísticas são como espelhos que permitem, ao mesmo tempo, que nos enxerguemos e consigamos observar nossa identidade e trajetória pessoal em perspectiva com o contexto histórico no qual estamos inseridos. Conforme o artigo I, "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", da Lei 8313/91, o Instituto Bacuri desenvolve realiza desde 2011 o projeto "Arte na Escola". Este projeto pretende contribuir para a promoção da equidade no acesso a experiências culturais que impactam diretamente o desenvolvimento infantil. Ao longo dos últimos 13 anos, o Instituto Bacuri em seu projeto "Brincando com histórias" vem firmando parcerias com Secretarias de Cultura e Educação em diversos municípios do estado, especialmente na cidade de São Paulo, visando a oferta de espetáculos de teatro, circo e música, inteiramente gratuitos, para alunos de Educação Infantil da rede pública de ensino. Esse programa atua em duas frentes complementares: a) espetáculos infantis interativos e b) formação continuada de professores. Assistir espetáculos dentro do espaço escolar como também em teatros e outros espaços culturais, nos parece uma ação extremamente relevante para a formação cultural das crianças não apenas em uma perspectiva de oferecer acesso a bens culturais, mas de colocá-las como protagonistas de um processo vivo de apropriação e reelaboração do cenário cultural em que estão inseridos. Não se trata de simplificar este processo em termos de "levar cultura", nem tão pouco de criar novos "consumidores" da cultura de nosso tempo. Bem entendido, o acesso aos bens culturais é condição necessária (e relevante), mas não suficiente para propiciar a tão desejada "democratização cultural". Para que ela ocorra efetivamente, entendemos que seja preciso investir na formulação e implementação de projetos artísticos que levem em conta o modo como este público em formação compreende, experimenta e interage com os bens culturais com que tem contato. Neste sentido, ao menos 3 ações nos parecem promissoras: • criação de espetáculos teatrais com caráter interativo • a criação de espaços e metodologias de ensino-aprendizagem que promovam a criatividade e a expressividade • investimentos voltados para a formação dos educadores, sensibilizando-os sobre a importância da arte e seu enorme potencial para a elaboração de atividades no cotidiano escolar. Realizar tais ações com crianças em idade pré-escolar é outro aspecto de valor indiscutível, tendo-se em vista que a primeira infância deve ser considerada uma fase crítica e decisiva para a formação do futuro adulto, como nos mostram todas as pesquisas no campo do desenvolvimento infantil. Nas experiências que tivemos no pós-pandemia, os professores, diretores e coordenadores pedagógicos nos relataram que as crianças apresentaram dificuldade de conviver na escola, de brincar juntos, de dividir brinquedos e espaços e de desenvolver um senso de afeto e cuidado com o outro. Por isso a experiência do espetáculo interativo foi tão marcante, pois através dos pactos coletivos teatralizados, da ação teatralizada, as crianças conseguiram partilhar momentos de cumplicidade, cuidado, medo e superação, evidenciando o impacto de uma experiência estética. Certamente a experiência estética reverbera em cada criança individualmente a partir de suas vivências, mas "A Magia da Floresta" proporciona também a experiência enquanto coletividade. Convívio coletivo como um exercício de mediação. De maneira a contribuir com o artigo VIII, "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" da Lei de Fomento à Cultura, o Instituto Bacuri pretende oferecer sessões gratuitas do espetáculo interativo "A Magia da Floresta", concebido a partir das experiências e pesquisas realizadas por Francisco Igliori-Gonsales, Fernanda Gonsales e Lisadora Sakugawa, bem como encontros de formação para professores da Rede Pública de ensino de São Paulo. Desde 1998, a equipe realiza projetos de arte-educação com crianças entre 3 e 9 anos. Nestes mais de 26 anos de atividades com crianças, criaram e desenvolveram uma linguagem artística marcada pelo caráter interativo de espetáculos teatrais, onde a imaginação e a criatividade infantil ocupam lugar central. Os principais estudiosos do desenvolvimento infantil, tais como Vygotsky e Piaget, sempre salientaram a importância de uma postura ativa da criança no processo de aprendizagem. Deste modo, acreditamos que a interatividade de nossa proposta dramatúrgica propicia uma experiência rica em produção de sentidos, uma vez que a criança é convidada a elaborar e a criar a partir dos elementos que lhe são ofertados pelo espetáculo. Acreditamos que dar oportunidade para que crianças de Educação Infantil da rede pública de ensino tenham acesso a este espetáculo interativo, de forma inteiramente gratuita, é uma importante ação de democratização cultural, em sentido amplo. Oferecer às crianças desde a mais tenra idade, experiências prazerosas e criativas no campo das artes cênicas, nos parece a maneira mais promissora de fomentar nestes indivíduos a apreciação pelas artes, em especial pelo teatro e o circo. Além disso, não podemos desconsiderar a relevância da presença das professoras nos espetáculos, juntamente com as crianças contempladas pelo projeto. Acreditamos que a experiência com esta linguagem interativa possa servir de inspiração na elaboração de atividades do cotidiano escolar, especialmente em relação à utilização de histórias e brincadeiras de faz-de-conta, valorizando-se as linguagens artísticas no processo educativo e de formação de seus alunos. A produção de "A Magia da Floresta" foi realizada em 2022, já com recursos da Lei de Incentivo à Cultura e sua circulação aconteceu em quatro Centros de Estudos Unificados da cidade de São Paulo. A partir da percepção do impacto que o projeto teve nas crianças e professores, este novo projeto proporcionará mais 18 sessões de A Magia da Floresta, para crianças, as oficinas de arte e um curso para professores da Rede Pública de Ensino, produzindo uma interface entre cultura e educação, numa abordagem com diversas perspectivas e intencionalidades artístico-pedagógicas.
Espetáculo "A Magia da Floresta" 18 sessões de 2 horas e 15 minutos de espetáculo interativo; 5 espaços cênicos; Elenco composto por um contador de histórias, duas sombristas, três arte-educadores, três monitores circenses, um técnico de luz e um técnico de som Cachê de Atores, sombristas e arte educadores por sessão: R$700,00 Cachê de Monitores circenses por sessão: R$450,00 Cachê de técnicos de som e luz por sessão: R$550,00 Cachê de montadores por dia de montagem ou desmontagem: R$300,00 Mapas de Palco, Cenografia, Dramaturgia e Rider de luz em documento único anexado ao final da proposta. Oficina de artes 9 Oficinas (uma em cada escola que participará do projeto) 1 hora e meia 1 oficineiro Objetivos gerais: Sensibilizar os professores sobre a importância de fomentar o desenvolvimento da imaginação infantil Objetivos específicos: Partilhar as bases teóricas sobre o desenvolvimento da imaginação infantil; Ensinar a confeccionar o chocalho e partilhar seu valor simbólico para o espetáculo; Conhecer grafismos indigenas e formas de criá-los; Experimentar criar grafismos a partir de símbolos de seu cotidiano; Partilhar metodo de ensino para crianças construirem seus chocalhos; Exercitar a criatividade; Entregar material construção de 100 chocalhos; Justificativa: A oficina criará uma oportunidades dos professores terem contato com a base teórica do método dos espetáculos interativos, para que os professores possam aproveitar da experiência estética já percebendo intencionalidades artistico-pedagógicas em relação à história, aos personagens, à brincadeira simbólica, ao imaginar coletivo. A oficina dará ferramentas para criar uma ligação entre uma atividade que acontece dentro da sala de aula na escola e o evento em si. O chocalho criado pelos professores e pelas crianças será uma peça simbólica durante o ritual artístico, já que o som e a ação das crianças ajudarão a criar imagens para contar a história. Público Alvo: Professores de Escolas Públicas da Rede Municipal de Ensino da Cidade de São Paulo que assistirão ao espetáculo “A magia da floresta” Metodologias: Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas; Atividades em grupo; Rodas de partilha Conteúdos: Introdução ao desenvolvimento da imaginação infantil; Correlação de aspectos da imaginação infantil e método de espetáculos interativos; Instrumentalizar os professores a criar chocalhos com as crianças; Papel simbólico do chocalho no espetáculo; Grafismos indigenas Oficineiro: Francisco Igliori Gonsales (curriculo na ficha técnica) Apostila entregue ao professores anexada ao final da proposta. Curso de Formação O Curso “Brincando com Histórias” oferecerá um espaço de formação sobre o desenvolvimento da Imaginação Infantil, a Narrativa de Histórias, Teatro de Sombras e movimento para professores de escolas públicas infantis. Com 20 horas de aulas presenciais teóricas e práticas, o Curso pretende favorecer a descoberta do Teatro de Sombras e da Narrativa de histórias como ferramentas artístico pedagógica, instigando um processo de ensino-aprendizagem lúdico e atento às etapas do desenvolvimento cognitivo, motor e emocional. O curso será realizado aos sábados em parceria com a Faculdade Rudolf Steiner. Carga horária: 5 encontros de 4 horas, totalizando 20 horas/aula Capacidade de atendimento: 50 vagas Objetivos gerais: Sensibilizar os professores sobre a importância de práticas que fomentem o desenvolvimento da imaginação infantil na elaboração de práticas do cotidiano escolar; Contribuir para a formação dos professores com técnicas artísticas que possam ser usadas em sala de aula; Objetivos específicos: Valorizar a narrativa de historias como instrumento privilegiado para o exercicio da imaginação infantil; Refletir sobre a narrativa de histórias na contemporaneidade; Capacitar os professores a criar silhuetas e oferecer fundamentos sobre a projeção de sombras; Experimentar formas de se movimentar aliadas à brincadeira de imaginação coletiva; Exercitar coletivamente a criação de práticas pedagógicas multidisciplinares; Justificativa: Há uma fase marcante do desenvolvimento de habilidades sócio emocionais, éticas e estéticas durante a infância. Cientes do papel da educação infantil e em especial da educação oferecida em escolas públicas no desenvolvimento dessas habilidades, é fundamental que os professores tenham acesso a uma formação continuada de qualidade. Este curso pretende partilhar as técnicas artísticas que fundamentam o espetáculo "A magia da floresta", de maneira que os professores possam usar o método "Brincando com histórias" para trabalhar quaisquer conteúdos programáticos do BNCC com uma tecnologia que cria afeto e significados simbólicos que tornam o aprendizado mais prazeroso e eficaz. Público Alvo: Professores de Escolas Públicas da Rede Municipal de Ensino da Cidade de São Paulo Metodologias de ensino: Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas: Atividades em grupo; Rodas de partilha; Conteúdos: O desenvolvimento da Imaginação infantil; A arte de contar histórias; Ética e estética na arte de contar histórias; Repertório de histórias; Técnicas e poéticas do teatro de sombras; Movimento e imaginação; Método Brincar com histórias; Profissionais envolvidos: Francisco Igliori Gonsales; Leandro Medina; Silvana Marcondes; Urga Maíra; Lisadora Sakugawa e um formador a ser contratado. Conteúdo e currículo completo dos profissionais que ministrarão o curso anexado ao final da proposta. Mini Doc "Revelando a Magia" A partir de imagens das sessões do espetáculo “A Magia da Floresta” e de depoimentos dos pesquisadores e idealizadores do método de espetáculos interativos, o mini documentário vai contar como o brincar de faz de conta coletivo tem um importante papel para o desenvolvimento da imaginação infantil. Duração: 15 minutos Direção, captação de imagens e edição: Leonardo Souza Fotógrafo, cinegrafista e editor de vídeo, com experiência desde 2013, atuando em filmagens artísticas, documentários e mídia alternativa independente, fotografia de palco e eeventos. Arte educador de audiovisual e fotografia Fundador do coletivo audiovisual Colapso Audiovisual, produtora independente que atua desde 2013 Formou-se na Academia Internacional de Cinema, onde cursou Direção de Fotografia para Cinema.
O espetáculo será realizado nos teatros do Centros de Educação Unificados - CEUs - da cidade de São Paulo, que tem arquitetura adaptada para pessoas com deficiência, contando com rampas, elevadores, banheiros e vestiários adaptados. O projeto prevê o contato prévio com as escolas participantes para organizar o cronograma de espetáculo e de formação de seus professores, portanto saberemos de antemão quais são as turmas e crianças que virão e poderemos oferecer as medidas de acessibilidade em cada sessão de acordo com suas necessidades. O proponente se encarregará de oferecer audiodescrição, interpretação em libras e outras medidas de acessibilidade para atender todas as crianças e professores participantes. Além disso, entre suas atividades interativas permanentes, o espetáculo tem um espaço sensorial com delicados estímulos visuais, olfativos e táteis, que poderá atender as crianças que se sintam mais confortáveis num espaço mais compacto.
Os ingressos para o espetáculo, as oficinas e o curso para professores de escolas públicas serão oferecidos de forma totalmente gratuita, adequando-se aos itens III, VI e VII do artigo 28 da IN 01/2023. Será oferecido também um mini-doc sobre o espetáculo e o método interativo do espetáculo, que será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital com acesso livre.
SOBRE O PROPONENTE O Instituto Bacuri, que tem onze anos de atuação em projetos de arte-educação, sustentabilidade, cultura, esporte e desenvolvimento institucional, será remunerado pelas atividades de captação de recursos e locação de equipamentos de som e luz. O Diretor Executivo do Instituto será responsável pela contratação da equipe de colaboradores que realizarão as atividades previstas no projeto, sendo portanto, responsável pela gestão do processo decisório e pelo acompanhamento da execução orçamentária e prestação de contas. Em 2022 o Instituto recebeu o Certificado de Reconhecimento de Instituição Cultural, da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Desde 2017 é considerado uma Organização da Sociedade Civil (OSC), em conformidade às exigências do novo marco regulatório do terceiro setor FICHA TÉCNICA Leandro Medina - Contador de Histórias Poeta, Artista Educador, Pesquisador, Compositor e Dançarino. Integrou o Abaçaí-Balé Folclórico de São Paulo, de 94 à 98. Criou a Cia de Artes do Baque Bolado, em 1996, onde foi diretor artístico e compositor. Foi professor de Artes nos cursos de formação de professores da Fundação Vanzolini, Instituto Tomie Ohtake, CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisa em Educação e Cultura. É pesquisador das brincadeiras populares brasileiras, sendo Assessor Cultural nos eventos da Escola Lycée Pasteur de São Paulo, desde 2011 e no projeto BRINCADIQUÊ, da Rede Marista de Solidariedade, de Curitiba, voltado à primeira infância, de 2014 à 2017. Foi Professor e Coordenador do Curso de Circo Cooperação Criativa, de 2003 à 2010. Foi fundador do grupo Pé de Palavra de Contadores de Histórias, como compositor e diretor musical de espetáculos. Trabalhou com a contadora de histórias Regina Machado, desde 1998, participando do “Boca do Céu, Encontro Internacional de Contadores de Histórias, em 2010, 2012 e 2014. Fundador e diretor artístico do Núcleo Pé de Zamba/São Paulo desde 2009. Foi diretor musical e compositor do Projeto Magia da Floresta, do Instituto Bacuri, em 2022 e diretor musical do espectáculo “Cantiga Moura” do Núcleo Prema/2023. Produtor e criador de conteúdos do podcast “Deixa Que Eu Conto”/Unicef Brasil, assina os capítulos: Amazônia, Inclusão e Vozes da Natureza (2020-2024). Formador de professores da Editora FTD desde 2003. Contador de Histórias e pesquisador das tradições orais desde 2002 Silvana Marcondes - Sombrista Artista visual, trabalha com figurino, cenografia e teatro de sombras. No Teatro realiza figurinos e cenários para diversas companhias como Cia. do Tijolo, Bendita Trupe, Cia. do Feijão, Cia. São Jorge de Variedades e direções diversas como Johana Albuquerque, Miguel Rocha, Marcelo Lazzarato, Georgette Fadel, Vera Lamy, Marcelo Romagnoli e Juliana Jardim. Recebeu Prêmio Shell na categoria Figurino com “O Santo Guerreiro e o Herói Desajustado”/Cia. São Jorge de Variedades, Prêmio Panamco de Teatro Infantil na categoria Figurino com “Por Que o Mar Tanto Chora”/Grupo Meninas do Conto, e prêmio “Pecinha é a Vovozinha”/2023, na categoria figurino com “Noite de brinquedo no terreiro de Yayá” e “Os números e a vida”. Recebeu indicação do Prêmio Shell na categoria figurino com “Nzinga” em 2023. No cinema criou figurino do filme “Meu nome é Bagdá”, direção de Caru Alves, que ganhou Prêmio do Festival de Berlim em 2020. Na moda trabalhou com o estilista Jum Nakao onde coordenou a confecção das roupas de papel do desfile “A Costura do Invisível”/2004. Na televisão realizou co-criação junto a Jum Nakao, dos figurinos de papel em “Hoje é dia de Maria”/Rede Globo. Fundou a Cia de Teatro de Sombras Pavio de Abajour, junto com Evelyn Cristina e Amanda Vieira em 2011. Está em processo de criação de sombras com Urga Maira, no espetáculo “Como Surgiu a Noite – uma lenda Munduruku”. Urga Maíra Cardoso - sombrista Educadora e artista. Se dedica a pesquisas de pedagogias naturais, criança, arte e natureza, imaginário e o livre brincar há mais de 25 anos. Tem trabalho consolidado com histórias de tradição oral e teatro de sombras. Ganhou prêmio como diretora de arte na Sérvia e prêmio da Funarte. Fez tourné pela Europa com os espetáculos “Nhanderuvuçu” e “Como surgiu a noite”. Em 2023 fez imersão na Tailândia sobre teatro de sombras tradicional sagrado da Indonésia. Pedagoga, especializou-se em arte educação pela Eca Nace Nupae USP. Cursou terapia artística na Margareth Haushka e pós graduação em pedagogia Waldorf. Dirigiu projetos sociais de educação em Ibiúna e Carapicuíba, com a Casa Redonda centro de estudos. Trabalhou como Gestora de Território no programa Melhoria da Educação Itaú Social. Desenvolve mentorias de atelie e práticas pedagógicas do livre brincar e crianças natureza em escolas de educação infantil. Coordenou a reconfiguração dos espaços pedagógicos da Escola de educação Infantil Grupo Oficina. Coordenou no Instituto Bacuri projetos voltados para o imaginário e artes. Trabalhou com Instituto Natura, Instituto Península, Bienal em projetos sociais e pedagógicos. Desenvolve mentoria e coordena escolas de educação infantil com foco no imaginario e o brincar na natureza. Francisco Igliori Gonsales - Arte educador e Formador Psicólogo, Mestre e Doutor em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP. Especialista em psicologia do desenvolvimento infantil, é professor no curso de Pedagogia da Faculdade Rudolf Steiner, onde ocupa também o cargo de psicólogo institucional. Entre 2004 e 2011 foi professor de graduação em Psicologia da PUC-SP e de especialização na COGAE-PUC. Em 1998 criou, implementou e coordenou por cerca de 2 décadas, atividades artísticas e circenses para crianças entre 3 e 9 anos de idade, desenvolvendo o método de “Cooperação Criativa” que integra narrativas de histórias, atividades circenses e artes visuais. Método que foi objeto de suas pesquisas de mestrado e doutorado com foco no desenvolvimento da imaginação infantil e suas relações com a aquisição de habilidades motoras. Entre 1998 e 2019, criou e coordenou cursos para crianças junto à Cia. Nau de Ícaros, Galpão Gravidade Zero, Galpão do Circo e Espaço das Artes Atua também como roteirista e produtor executivo de espetáculos interativos para crianças (Tempo de Brincar 2006 / Príncipe Dath 2008 / O Circo Chegou 2012 / A Floresta Encantada 2015, Circo Lambreta 2018 e A Magia da Floresta 2022), realizados nos mais diversos espaços (Sesc, CEUs, Galpões de companhias circenses) Desde 2010 é Diretor Executivo do Instituto Bacuri, onde é responsável pela criação e realização de inúmeros projetos culturais ligados à arte-educação e às culturas tradicionais. Lisadora Sakugawa - arte educadora e produtora Desde 2014 é educadora cultural na Fábrica de Cultura/Catavento Cultural, onde dá aulas de circo para crianças e jovens. Orienta a criação coletiva da dramaturgia de cenas e espetáculos circenses, a partir da relação com o Território ocupado pelos aprendizes e suas manifestações culturais, observando recortes de gênero, raça e classe. Faz planejamento e montagem de espaço aéreo circense, com certificação da NR35.Em 2022 produziu e atuou no espetáculo “A Magia da Floresta”. Colabora com o Instituto Bacuri como produtora e gerente deprojetos. Em 2021 participou do “Papos de Picadeiro” do Circo da Barra/UNESP, falando sobre os diversos espaços e abordagensdo ensino de circo. Em 2019 junto com Rodrigo Matheus, fez a curadoria de Atividades de Formação da 5a edição doFestival Circos do SESC/SP. Fez a preparação corporal da performance Movacidade, da Zózima Trupe/SP para a 11a Bienal de Arquitetura. Desde 2022 realiza oficinas como parte da equipe do Pirambô, pesquisando movimento em estruturas de bambu. Em 2017 dirigiu a montagem da Festa do Circo no Liceu Pasteur de São Paulo. Entre 2008 e 2016 foi Curadora de Circo da Casa de Cultura e Cidadania. Foi coordenadora e arte-educadora da Cooperação Criativa, que integra narrativa de histórias, arte circense e artes visuais (2007 a 2013).
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.