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Circulação nas cidades de Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, do projeto Som na Rural de Recife/PE, que estrategicamente utiliza-se de um antigo veículo Ford 69 modelo Rural costumizado, como equipamento cultural e de intervenção urbana. Serão realizadas 2 apresentações em praças públicas em cada uma das cidades. Um banda própria acompanha o Som na Rural, Banda Rural, desfilando um repertório entre Cocos, Forró pé de Serra, Frevo e Maracatus, culminando com uma grande roda de ciranda.Durante a apresentação, Roger de Renor, fala sobre os ritmos, suas origens e suas festas, enquanto interage com o público e com a Banda.
Serão realizadas duas apresentações em praças públicas nas cidades de Brasília, Belo Horizonte e São Paulo. Um banda própria acompanha o Som na Rural, a Banda Rural composta por músicos oriundos da cultura popular de Pernambuco e práticos nos mais diversos ritmos e estilos de nossas manifestações. Serão escolhidos dois grupos ou músicos pernambucanos que estejam residindo em cada uma das cidades, para partcipação especial. Durante suas apresentações no Som na Rural, a Banda Rural desfilará um repertório entre Cocos, Forró Pé de Serra, Frevo e Maracatus, culminando com uma grande roda de Ciranda. Roger de Renor, apresentador e criador do Som na Rural, fala sobre os ritmos, suas origens e suas festas, enquanto interage com o público e com a Banda, no decorrer da execução do repertório. Antes de cada apresentação um bate papo sobre a música pernambucana contemporânea , processos migratórios inversos de artistas nordestinos e intervenções urbanas. Todas as ações serão gratuitas e com Indicação etária livre.
GERAL: Circular com o projeto Som na Rural, equipamento cultural cenográfico e de intervenção urbana, difundindo a música regional pernambucana com a Banda Rural, banda própria do projeto, e mais 2 músicos/grupos pernambucanos que residam nas cidades como participações especiais. Serão realizadas duas presentações em cada um dos três maiores centros de concentração de migração nordestina: São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. ESPECÍFICOS: Realizar a circulação em três cidades de duas diferentes regiões do Brasil; Realizar duas apresentações em espaços públicos em cada uma das cidades; Realizar cada apresentação com a Banda Rural e mais dois grupos ou músicos pernambucanos que residam em cada cidade e que também trabalhem com música regional. Apresentar bate papo antes de cada apresentação em praça pública, totalizando seis. CONTRAPARTIDA SOCIAL: apresentações abertas ao público em praças públicas.
O projeto Som na Rural tem início em 2008 como um programa de televisão, fruto da colaboração entre a TV Brasil e a TV Viva, ligada ao Centro de Cultura Luiz Freire, localizado em Olinda (PE). Desde então, o Som na Rural evoluiu, transformando-se em uma atividade de rua itinerante que a partir de uma Rural Willys, de 1969, como seu palco móvel, constrói por onde passa um cenário de atividades culturais e sendo também instrumento de intervenção urbana. Ao longo de sua jornada de 15 anos, o Som na Rural consolidou-se como um veículo de fomento à rica cena musical pernambucana e brasileira. Nomes importantes como a rainha Lia de Itamaracá, Isaar, Criolo, Ave Sangria, Otto e Alceu Valença já brilharam sobre seu palco. Com apresentações carregadas de autenticidade e expressão artística, o projeto já ultrapassou as fronteiras de Pernambuco, seu Estado de origem. Com o objetivo de ocupar os espaços urbanos por meio de apresentações artísticas e da música, a Rural passou a circular nas praças, parques e ruas, levando uma alternativa de reocupação e humanização da cidade, discutindo, questionando e propondo novas formas de ocupação dos grandes centros de forma prática, poética e universal através da música regional, nacional ou da cena pernambucana. A música nordestina regional é conhecida mundialmente e muito bem representada em palcos do Brasil, e fora dele, seja em casas de shows, teatros ou em grandiosos espetáculos ao ar livre, inspirando a música popular contempotânea, em inúmeras releituras. Nosso projeto justifica-se por percorrer os centros urbanos de maior concentação de migração nordestina, de diferentes regiões do país, difundindo a música regional, com apresentações no chão, sem recurso de palco, em uma grande roda popular no centro das cidades, interagindo com a população, e com os músicos e artistas locais . Para esta realização, se torna imprescindível a captação via mecenato, entendendo o valor do que estamos produzindo, e depois de 15 anos na tentativa de captação direta nas empresas, sem êxito. Dessa forma, o Mecenato, via lei Rouanet será vital para realização do projeto de difusão e valorização da música regional do nordeste e de PE. Compreendemos estarmos enquadrados em 50% dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I, II, III, VIII e IX: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Como também alcançaremos os objetivos do Art 3º da referida Lei, tais como: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; E sendo gratuito em locais públicos: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Os trechos das passagens aéreas são referentes a 8 pessoas: 5 músicos que compõem a Banda Rural, e Roger de Renor, Nilton Pereira e Paula de Renor, que compõem a ficha técnica do projeto. Os trechos serão: Recife/Brasíla; Brasília/Belo Horizonte; Belo Horizonte/São Paulo e São Paulo/Recife. A Rural, veículo, que é nosso equipamento cultural, será transportado num Reboque Prancha, fazendo esses mesmos trechos. Como não existia item com esta descrição, tive que optar ao que mais se aproximava, que foi "Locação de veículo", explicando no espaço da justificativa. Não aparece na fase de Pós-produção o item "Valoração de mídia", por isso não foi incluído.
As apresentações acontecerão no chão, em frente a Rural. Serão necessárias 4 horas para localizar o automóvel, instalar equipamentos de som, iluminação e telão. Fixação do tapete que delimitará a área de apresentação e passagem de som. Antes de cada apresentação acontecerá um bate papo que terá duração de 40 min, com a participação de Roger de Renor, um artista local, e dois músicos pernambucanos convidado. A duração de cada apresentação da Banda Rural com as participações especiais será de 2,5 horas. A Banda Rural , é uma banda própria que acompanha o Som na Rural, há 5 anos, composta por músicos oriundos da cultura popular de Pernambuco e práticos nos mais diversos ritmos e estilos de nossas manifestações, É a banda base. Essa banda, na planilha orçamentária, chamamos de Banda Nacional ( na perspectiva da cidade que a receberá). Serão 2 apresentações em cada cidade, totalizando 6, com um cachê por apresentação de R$ 8.000,00 ( oito mil reais). O que chamamos de grupo ou músicos locais, são os pernambucanos que moram em cada uma das cidades e que farão participação especial. Neste caso teremos 2 grupo/músicos por cidade, totalizando 12 apresentações. Cada grupo/músicos receberá um cachê de R$ 3.500,00 ( três mil e quinhentos reais) por cada apresentação.
Acessibilidade de Conteúdo: Divulgação também em áudio das atrações da Rural no site do Som na Rural e nas redes sociais; Tradução em Libras em todas as apresentações ; Utilização de painel eletronico de legendagem, fixado em cima da Rural, para digitação em temo real do conteúdo dos debates; Inclusão de legendas nos vídeos de divulgação nas redes sociais; Acessibilidade física Instalação de rampas de acesso para cadeirantes e idosos nos locais das apresentações;
Apresentações todas gratuitas; Utilização de espaços públicos/praças tradicionais da cidade; Bate-papo com o público: temas que dialoguem com a cidade, como soluções e experiências de humanização das cidades a partir da música; Interação com artistas locais e artistas pernambucanos residentes em cada cidade.
Remo Produções Artísticas/PE – Coordenação geral do projeto (Proponente) Produtora com 40 anos de atividades. Atua em projetos de artes cênicas, música e audiovisual desde 1983. Produziu 14 espetáculos de teatro, inclusive com coproduções com grupos da Holanda, Argentina e Portugal. Em 2000 adaptou o armazém 14 no cais do Porto, criando o Teatro Armazém, funcionando por 11 anos, espaço referência para apresentações e formação. Produz o projeto Som na Rural desde 2013. Suas mais recentes produções foram Ciranda Rural e a série para TV Som na Rural- Indo e Voltando-Expedição 10 anos. Coordena e executa o RESIDE/FIT-PE. Paula de Renor/PE – Produção executiva/(Dirigente) Atriz, produtora, curadora, gestora cultural desde 1983. Diretora da Remo Produções. Produziu 14 espetáculos teatrais e 03 coproduções internacionais. Curadora do Festival Janeiro de Grandes Espetáculos por 17 anos. Foi curadora do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto/SP- 2014, Festival do Teatro Brasileiro (DF) 20ª Edição/2019; Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga/2021. Representa LA RED de Promotores Culturais da América Latina e Caribe em Pernambuco/Brasil. Produz o projeto Som na Rural desde 2012 e o seu festival RESIDE.FIT/PE, criado em 2018, fazendo parte do Núcleo dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. ROGER DE RENOR/PE (Apresentação/Montagem) / PE Idealizador e dono do Bar Soparia em 1992. Iniciou carreira em 2001 como roteirista e apresentador do Som da Sopa, na TV U, de 2001 a 2005 aos domingos; Sopa da Cidade, na Rádio Cidade, 2001 a 2004 (programa diário); Som da Sopa na TV U em 2003; Sopa de Auditório, ao vivo, aos domingos, na TV U, 2009/2010; Sopa, na OI FM, de segunda a sexta, de 12 às 13h em 2009; Idealizador e roteirista junto com Nilton Pereira do projeto Som na Rural, transformado em série para Tv, em finalização; Roteirista do longa metragem documentário Ave Sangria, a Banda que nunca acabou . Como ator/bailarino, iniciou sua carreira no Balé Popular do Recife nos anos 80, depois participou do elenco dos espetáculos Salto Alto (1990 a 1996) e Arlequim ( 1992 a 2002). Em vídeo atuou em Último Bolero em Recife/Fernando Spencer – 1998; Coco de Minuto/Bidu Queiroz – 1993; O Mundo é uma Cabeça ? / Bid Queiroz – 1997; Assombrações do Recife Velho – 2000. Em cinema, atuou em Quarup/Rui Guerra – 1989; O Baile Perfumado/Paulo Caldas e Lírio Ferreira- 1996; Conceição/Heitor Dhália-1999; Amarelo Manga/ Cláudio Assis-2003 e Sujeito Oculto/Leo Falcão- 2022. NILTON PEREIRA (Registro fotos/vídeo/Montagem) / PE Fotógrafo, roteirista e diretor de documentários, clips e programas de TV. Em 1981 entra para o audiovisual no cine clube Leila Diniz-Olinda. Desde 1984 trabalha na Tv Viva. Cursou a Escuela de Cine y TV de San Antonio de los Baños-Cuba-1989. Realizou longas e curtas em Cuba, Senegal, Gana, Guiné Bissau, dentre outros, “Desde Cuba hasta Pernambuco”, “Recife/Dakar” e “Dakar/Recife”, “Olhares Cruzados”, “PernamCubanos” , “O Avião tá de Parabéns” . Rebebeu em torno de 10 prêmios em váris festivais de cinema do país e exterior, como “O Jumento é nosso irmão” - premiado na Olimpiade de Vídeos et Télevisions na França. Acompanha de perto a cena Pernambucana. Mestre Salustiano, Chico Science, Mundo Livre, Alceu Valença, Lia de Itamaracá Otto, Devotos...fazem parte dos doc e clips realizados. Desde 2010 dirige e roteiriza o projeto Som na Rural com Roger de Renor.
PROJETO ARQUIVADO.