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PRONAC 2411604ArquivadoMecenato

Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras

INSTITUTO CAPIXABA DE ACAO SOCIAL E CULTURAL - INSTITUTO CULTURA VIVA
Solicitado
R$ 304,1 mil
Aprovado
R$ 304,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2025-01-01
Término
2025-08-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

O projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras" tem como objetivo promover 2 concertos sinfônicos, 2 concertos didáticos, e a encomenda de 8 composições para Orquestra Sinfônica. O espetáculo musical será uma jornada pelas seis principais paisagens florestais do Brasil: a Amazônia, a Mata Atlântica, o Pantanal, o Cerrado, a Caatinga e o Pampa. A Orquestra Jovem Capixaba apresentará obras musicais inéditas inspiradas em cada uma dessas regiões, com sonoridades, ritmos e melodias que refletem sua fauna, flora e cultura local.Parte dareceita proveniente da venda de ingressos será direcionada para o projeto de reflorestamento "Florestas da Música".

Sinopse

Florestas Brasileiras (Amazônia, Mata Atlântica, Pantanal, Cerrado, Caatinga e Pampa): Uma Jornada Sinfônica pelas Florestas Brasileiras Projeto artístico Diretor Artístico: Eduardo Lucas Descrição do Concerto:O concerto "Florestas Brasileiras" busca proporcionar uma experiência única de conexão com a diversidade natural do Brasil. O espetáculo musical será uma jornada pelas seis principais paisagens florestais do Brasil: a Amazônia, a Mata Atlântica, o Pantanal, o Cerrado, a Caatinga e o Pampa. A Orquestra Jovem Capixaba apresentará peças musicais inéditas inspiradas em cada uma dessas regiões, com sonoridades, ritmos e melodias que refletem sua fauna, flora e cultura local. O projeto "Florestas Brasileiras" pode ser diretamente relacionado com os principais pressupostos do ESG (Environmental, Social, Governance - Ambiental, Social e Governança) e a sustentabilidade ambiental das seguintes formas: Ambiental (E de Environmental):O concerto celebra a diversidade natural do Brasil, proporcionando uma conexão única com as florestas e biomas do país. Essa é uma forma de conscientização ambiental, pois destaca a importância da conservação e da biodiversidade. Através da música, o projeto ressalta a necessidade de preservar esses habitats naturais, que estão ameaçados por desmatamento, poluição, mudanças climáticas e outros problemas ambientais.Social (S de Social): O projeto, ao trazer à luz a riqueza cultural de cada bioma, contribui para o fortalecimento da identidade cultural das comunidades que vivem nessas áreas. Além disso, ao se realizar por meio da Orquestra Jovem Capixaba, o projeto também pode ser visto como uma forma de inclusão social e capacitação juvenil, contribuindo para o desenvolvimento e a promoção de talentos locais.Governança (G de Governance): Embora o conceito de governança seja mais diretamente aplicado a empresas e instituições, também pode ser interpretado neste contexto como a promoção de uma gestão e governança eficaz dos recursos naturais. O projeto destaca a importância dos ecossistemas brasileiros e pode promover a conscientização sobre a necessidade de políticas eficazes de proteção ambiental. Sustentabilidade Ambiental: O concerto enfatiza a riqueza e a fragilidade dos ecossistemas brasileiros, destacando a necessidade de sustentabilidade. Ao conectar as pessoas com a natureza de maneira emocional e estética, pode incentivar comportamentos mais sustentáveis e uma maior apreciação pela natureza. Em suma, o projeto "Florestas Brasileiras" está alinhado com os princípios do ESG e da sustentabilidade ambiental ao enfatizar a importância da conservação da biodiversidade, promover a inclusão e o desenvolvimento social, e encorajar uma melhor governança e cuidado com nossos ecossistemas naturais. Estrutura do Concerto: Abertura - "Canção da Terra": Uma peça que conjuga a riqueza de todos os biomas, estabelecendo o tom do concerto. 8 min (Compositor: Leonardo Gorosito) "Sinfonietta da Amazônia": Inspirada na vastidão e na diversidade da floresta amazônica, a peça terá sons que imitam os sons da fauna e da flora da região, além de incorporar instrumentos tradicionais dos povos indígenas locais. 10 min (Compositor: Nelson Ayres) "Rapsódia da Mata Atlântica": Uma peça que reflete a beleza e a fragilidade dessa floresta costeira, combinando o ritmo do samba e da bossa nova com a sonoridade clássica da orquestra. 10 min (Compositor: Gilson Santos) "Suíte do Pantanal": Esta peça captura a vida exuberante do Pantanal, integrando sons que evocam as aves, os rios e os animais desta região. 10 min (Compositor: Marcelo Rauta) "Melodia do Cerrado": Este movimento retrata a energia e a resiliência deste bioma, misturando ritmos tradicionais do interior do Brasil com a harmonia da orquestra. 10 min (Compositor: Bia Paes Leme) "Concerto da Caatinga": Um movimento que expressa a dureza e a beleza deste ambiente semiárido, com melodias inspiradas nas canções populares do nordeste brasileiro. 10 min (Compositor: Gaia Wilmer) "Dança do Pampa": Esta peça celebra a tradição gaúcha e a rica fauna do Pampa, com a introdução de instrumentos como o acordeão e a gaita.10 min (Compositor: João Rocha) Final - "Canto da União": Uma grandiosa peça que reúne elementos de todas as regiões exploradas, celebrando a união e a diversidade do Brasil. 8 min (Compositor: Aline Gonçalves) Além da música, o concerto também incorporará efeitos de iluminação e projeções visuais (Molaa) para complementar a experiência do público. Cada peça será precedida por uma breve apresentação sobre a região que inspirou a música, destacando sua importância ecológica e os desafios que enfrenta. Essa jornada musical servirá não apenas para encantar e educar o público sobre a riqueza natural do Brasil, mas também para inspirar uma reflexão sobre a importância da conservação e do respeito por todas as formas de vida. "Vozes da Natureza: Uma Jornada Sinfônica pelas Florestas Bras Detalhamento de cada um dos Biomas: Amazônia A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, é extremamente rica em biodiversidade. Flora: Abundam árvores de grande porte, com até 40 metros de altura, como a castanheira e a seringueira. Também são encontradas diversas espécies de palmeiras e lianas. Em razão do clima quente e úmido, muitas plantas desenvolvem estratégias para sobreviver nas sombras, como as epífitas que crescem sobre outras plantas para alcançar a luz solar. Fauna: A fauna é extremamente variada, com milhares de espécies de aves, mamíferos, répteis, anfíbios e peixes. Entre os mais notáveis estão a onça-pintada, o boto-cor-de-rosa, o peixe-boi, o jacaré-açu, a arara-azul-grande e o tucano. Mata Atlântica A Mata Atlântica estende-se ao longo da costa brasileira e é conhecida por sua alta biodiversidade e endemismo. Flora: Possui uma grande diversidade de árvores, lianas, bromélias, orquídeas e outras plantas epífitas. Algumas espécies emblemáticas são o pau-brasil, a araucária e o jequitibá. Fauna: A fauna inclui uma grande diversidade de aves, como o tiê-sangue, a jacutinga e o gavião-pombo. Mamíferos notáveis incluem o mico-leão-dourado, o tamanduá-mirim e a preguiça-de-coleira. Muitas das espécies são endêmicas, o que significa que só ocorrem nesse bioma. Pantanal O Pantanal é a maior planície inundável do mundo, com uma rica fauna aquática e terrestre. Flora: Inclui desde plantas aquáticas, como o aguapé e a vitória-régia, até árvores e arbustos adaptados às flutuações de água, como o ipê e o carandá. Fauna: A fauna é especialmente rica em aves aquáticas e peixes. Destacam-se espécies como a arara-azul-grande, o tuiuiú, a onça-pintada, o jacaré-do-pantanal e a capivara. Cerrado O Cerrado é o bioma savana do Brasil, caracterizado por uma estação seca e úmida. Flora: A vegetação é dominada por árvores esparsas, arbustos e gramíneas, muitas das quais se adaptaram à falta de água e ao fogo. Exemplos notáveis incluem o pequi, o buriti e o ipê. Fauna: A fauna do Cerrado inclui o lobo-guará, a ema, o tatu-canastra, o veado-campeiro e uma grande variedade de aves. Caatinga Flora: A vegetação é composta principalmente por cactos, bromélias, arbustos espinhosos e árvores de pequeno porte, como o mandacaru, o xique-xique e a aroeira. Fauna: Apresenta várias espécies adaptadas ao clima seco, incluindo o jabuti, o tatu-peba, o sagui-do-sertão e aves como o soldadinho-do-araripe. Pampa Os Pampas, também conhecidos como Campos Sulinos, são marcados por extensas áreas de pastagens naturais. Flora: O bioma é dominado por gramíneas, com algumas áreas de florestas de galeria ao longo dos rios e matas de araucárias em altitudes maiores. Destacam-se plantas como o butiá e a corticeira-do-banhado. Fauna: Entre as espécies emblemáticas do Pampa estão o veado-campeiro, a perdiz, a nhandeva e o lobo-guará. É importante também para várias espécies de aves migratórias.

Objetivos

OBJETIVO PRINCIPAL Realizar uma série de concertos sinfônicos e didáticos pela Orquestra Jovem Capixaba, intitulados "Florestas Brasileiras", que celebrarão e explorarão a diversidade cultural e ambiental das principais regiões florestais do Brasil por meio de novas composições musicais e contribuirão com ações ambientais de reflorestamento. Objetivos Específicos:Comissionar Obras Musicais: Encomendar 8 composições musicais inéditas a compositores brasileiros, inspiradas na fauna, flora e cultura das seis principais regiões florestais do Brasil: a Amazônia, a Mata Atlântica, o Pantanal, o Cerrado, a Caatinga e o Pampa. Concertos Sinfônicos: Realizar 2 concertos sinfônicos apresentando as novas composições, proporcionando uma plataforma para o talento dos jovens músicos da Orquestra Jovem Capixaba e uma experiência cultural única para o público. Concertos Didáticos: Realizar 2 concertos didáticos com o objetivo de educar o público sobre a importância da biodiversidade e da conservação ambiental no Brasil, usando a música como ferramenta de aprendizado e conscientização. Promover a Conexão Cultural e Ambiental: Utilizar a música como meio de conectar as pessoas com a diversidade cultural e ambiental do Brasil, inspirando uma maior apreciação e respeito pela nossa rica tapeçaria de ecossistemas e comunidades. Oferecer Masterclasses: Proporcionar a alunos dos respectivos instrumentos a oportunidade de aprender e se aprimorar com a experiência dos solistas convidados através de masterclasses. Desenvolver a Capacidade Musical: Oferecer aos jovens músicos da Orquestra Jovem Capixaba a oportunidade de se desenvolverem musicalmente através do estudo e performance de novas obras musicais, contribuindo para sua formação e carreira musical. Ampliar o Repertório Brasileiro: Contribuir para o repertório de música clássica brasileira com a encomenda de novas obras inspiradas na diversidade natural e cultural do Brasil. Convidar Solistas de Renome: Convidar dois solistas de renome nacional para se apresentarem nos concertos, proporcionando uma oportunidade de aprendizado e inspiração para os jovens músicos da orquestra e oferecendo uma performance de alta qualidade para o público. Desenvolver a ação Florestas da Música: Doar parte da bilheteria do evento para ações de restauro de ecossistemas por meio do reflorestamento que visem: Mitigar as mudanças climáticas; Conservar a biodiversidade; e Promover a sustentabilidade na liuteria tradicional.

Justificativa

Destaque a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, apresentando em quais incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra, bem como quais objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados. "A gente só existe porque a Terra deixa a gente viver. Ela dá vida pra gente. Não tem outra coisa que dá vida. É por isso que a gente chama ela de Mãe Terra." Ailton Krenak O mundo passa por um processo de profunda transformação nas formas de produção de conteúdo cultural, o que é particularmente relevante para o projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras". O amplo acesso aos meios de produção multimídia, que antes eram restritos e concentrados, proporcionou a mais pessoas a possibilidade de compor peças sinfônicas ou produzir concertos. Da mesma forma, o consumo de cultura também se transformou, permitindo que mais pessoas tenham a oportunidade de ouvir mais música orquestral e experimentar mais concertos. O que está em jogo aqui é a democratização das sensações, da audição e da expressão cultural. Mais pessoas estão falando, mais pessoas estão escutando. Mais vozes e opiniões plurais circulando pelo estado e pelo país, aumentando as fronteiras culturais. O Brasil, de um modo geral, compreendeu muito bem esses novos caminhos descentralizadores que o mundo tecnológico abriu para a cultura. A juventude, em toda a sua diversidade, é protagonista desse processo inovador, sempre antenada e curiosa. No panorama cultural brasileiro, estão grandes exemplos dessa apropriação e ressignificação da cultura e das questões ambientais, uma produção conectada e pulsante. Nesse contexto, o projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras" surge como um exemplo dessa nova produção cultural, trazendo ao palco não apenas a música, mas também a diversidade ambiental e cultural do Brasil. Através da música, pretendemos dar voz à rica biodiversidade das florestas brasileiras, e aos jovens artistas capixabas, muitas vezes marginalizados no cenário cultural brasileiro. Com isso, esperamos contribuir para o enriquecimento cultural do país e para a consciência ambiental.Diante disso, a utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é de suma importância para a realização do projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras". A cultura e a arte são pilares fundamentais para o desenvolvimento humano, e o investimento nesses setores contribui para o fortalecimento da identidade cultural, o acesso à cultura e a formação de público.Neste contexto, nosso projeto visa não apenas criar e difundir obras musicais originais inspiradas nos biomas brasileiros, mas também promover a conscientização ambiental, o intercâmbio cultural e a formação de jovens músicos. Todas essas atividades requerem recursos para a comissão de obras, a contratação de solistas renomados, a produção dos concertos, e a logística dos concertos didáticos. A interseção entre a cadeia produtiva da cultura e a consciência ambiental é crucial na era contemporânea, onde os princípios ESG (Environmental, Social and Governance) estão se tornando cada vez mais essenciais. Projetos culturais, como o nosso, têm o potencial de cumprir esses princípios ao promover a educação ambiental, valorizar a diversidade cultural e social, e incentivar práticas de governança transparentes e responsáveis. Além disso, o projeto oferece um retorno cultural e social significativo para a sociedade, desde a capacitação de jovens talentos até a difusão de uma mensagem de preservação ambiental. No entanto, a falta de financiamento é uma barreira comum para a execução de projetos culturais dessa magnitude.Através do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, como a Lei Rouanet, podemos garantir que as atividades do projeto serão executadas com a qualidade e a abrangência necessárias, promovendo a cultura, a educação e a sustentabilidade ambiental. A viabilização financeira deste projeto permitirá que seus benefícios sejam compartilhados com a maior quantidade possível de pessoas, expandindo o impacto cultural e socioambiental das ações propostas. Portanto, o uso de incentivos fiscais para a realização deste projeto não é apenas uma necessidade prática, mas uma estratégia para potencializar a cultura, a formação de jovens músicos, e a conscientização ambiental em nossa sociedade. Isso reforça a importância do diálogo entre a cultura e a sustentabilidade, um componente essencial para construir um futuro mais equitativo e sustentável. Diálogo com o Artigo 1 da Lei nº 8.313/1991O projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras" dialoga profundamente com os eixos fundamentais do desenvolvimento cultural, ao enfocar a valorização do patrimônio cultural e natural do Brasil, a democratização do acesso à cultura, a formação e capacitação de jovens talentos, e a conscientização ambiental. O projeto procura estabelecer uma ponte entre a música e a rica diversidade das paisagens brasileiras, usando a linguagem universal da arte para comunicar a importância da preservação dos nossos biomas e da valorização da nossa cultura. O projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras" se alinha perfeitamente com os eixos descritos Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, dialogando com cada um deles da seguinte forma: I. Acesso e Direitos Culturais: II. Regionalização e Valorização do Local; III. Apoio e Difusão das Manifestações Culturais; IV. Proteção das Expressões Culturais; V. Salvaguarda da Criatividade e Modos de Vida Brasileiros; VI. Preservação do Patrimônio Cultural; VII. Consciência e Respeito Internacional; VIII. Estímulo à Produção de Bens Culturais; IX. Priorização do Produto Cultural Brasileiro: Diálogo com o Artigo 3 da Lei nº 8.313/1991O projeto "Orquestra Jovem Capixaba - Florestas Brasileiras" se alinha fortemente com os objetivos do Artigo 3 da Lei nº 8.313/1991. Vamos detalhar a seguir:I - incentivo à formação artística e cultural:Ao encomendar novas composições musicais, estamos promovendo a pesquisa e o trabalho criativo dos compositores envolvidos.O projeto busca proporcionar uma plataforma para solistas de renome nacional, valorizando seus talentos e contribuições para a arte musical brasileira. Além disso, através dos concertos didáticos, esperamos estimular a participação e o desenvolvimento artístico dos estudantes, contribuindo para a formação cultural dos jovens.II - fomento à produção cultural e artística:A realização de concertos sinfônicos e didáticos se alinha com o fomento à produção cultural e artística.As despesas relacionadas ao transporte de instrumentos musicais e equipamentos essenciais para a realização dos concertos serão cobertas pelo projeto.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:O projeto distribuirá ingressos gratuitamente para os espetáculos, garantindo assim o acesso à cultura para um público mais amplo.A pesquisa sobre os biomas brasileiros e as culturas locais associadas a cada um deles é um componente crucial do projeto, contribuindo para o conhecimento e a valorização dos valores culturais do Brasil.V - apoio a outras atividades culturais e artísticas:A contratação de profissionais especializados para a elaboração e execução do projeto, desde a composição musical até a produção dos concertos, é uma parte fundamental do nosso plano. Além disso, baseia-se no Estatuto da Juventude, Lei 12.852/2013, que define os direitos dos jovens a serem garantidos e promovidos pelo Estado brasileiro. Os 11 direitos destacados no Estatuto, como diversidade, cultura, educação e sustentabilidade, orientam as ações do projeto, reconhecendo a importância de abordar esses direitos de forma integrada. A articulação entre diversas instâncias é essencial para promover o diálogo entre jovens e outras faixas da sociedade, fundamentando as atividades promovidas por jovens e coletivos locais.

Especificação técnica

xxxx

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES MUSICAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espaço reservado na frente do palco, com cadeiras e rampa de acesso, para pessoas com deficiência e idosos; DEFICIENTES AUDITIVOS: - Intérprete de Libras (item na planilha: intérprete de libras); - Legenda no telão das falas das apresentações; CONTRAPARTIDA SOCIAL - CONCERTO DIDÁTICO ACESSIBILIDADE FÍSICA: - O teatro conta com banheiros adaptados, elevadores, espaço para cadeirantes (sem custo para o projeto). CONTRAPARTIDA AMBIENTAL - - Separação e correta destinação de resíduos - Parceria com a associação dos catadores de materiais recicláveis de Vitória - Parte do valor do ingresso destinada a ações de sustentabilidade - Evento livre de descartáveis

Democratização do acesso

Masterclass com Priscila Rato e Alyson Scopel destinada a estudantes de música de projetos sociais da Grande Vitória. Serão disponibilizadas 60 vagas gratuitas para cada masterclass, divididas entre as categorias de ouvintes e participantes ativos.

Ficha técnica

Eduardo Lucas - Direção Geral, Musical e Regência Eduardo Lucas, maestro e musicólogo, destaca-se no Projeto Vale Música e possui uma formação acadêmica robusta, com graduação pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES), mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atualmente cursa doutorado na UNIRIO. Ele coordena o Núcleo de Bandas no Vale Música, incluindo diversos grupos sinfônicos e jazz bands, além de gerenciar o Curso de Introdução à Regência. Na FAMES, atuou como professor e coordenador de vários projetos, incluindo a Orquestra de Violões para escolas estaduais e o curso de Bacharelado em Música Popular, além de presidir o REANP. Lucas é reconhecido também como diretor artístico em eventos importantes como o FEMUSGA, o Festival Internacional de Música de Domingos Martins e o Festival Coreto, e como autor, produtor e curador do e-book "Espírito Samba", que homenageia o carnaval capixaba. É proprietário da editora Tonobooks, tendo publicado 12 livros, e foi laureado com a Comenda Maurício de Oliveira em 2021 e o Prêmio Nacional de Profissionais da Música em 2023. Como presidente do Instituto Cultura Viva e maestro da Orquestra Jovem Capixaba, fundou a Ammor e a Malê Big Band, participou de conferências e bienais, e conduziu diversas bandas sinfônicas, incluindo uma apresentação internacional na Expo Dubai, solidificando sua reputação no cenário musical. Jaqueline Vieira - Responsável financeiro Jaqueline Santos Vieira, contadora, destaca-se por sua versatilidade e sólida formação. Bacharel em Contabilidade pela Multivix, ela complementa sua licenciatura em música na UFES. Cursos como Produção e Gestão Cultural e Agente de Projetos Sociais enriquecem sua bagagem. Ativa na música, participou de diversos projetos, como Banda Junior da PMES e Orquestra Jovem Vale Música. Profissionalmente, Jaqueline atuou em escritórios de contabilidade, destacando-se em controle de alvarás, certidões e gestão financeira. Seu engajamento vai além, contribuindo na criação de instituições culturais como o Instituto Cultura Viva e Instituto das Montanhas, onde é Tesoureira. Como consultora contábil, apoia artistas capixabas notáveis. Habilidades técnicas incluem Pacote Office, Google Drive, Software Domínio Sistemas, Plataforma da Junta Comercial e Portal E-CAC da Receita Federal. Seus interesses permeiam a Produção Cultural, Economia Criativa, Contabilidade no Terceiro Setor e Auditoria Contábil. Jaqueline destaca-se não só por sua formação e experiência, mas por integrar efetivamente contabilidade e cultura em projetos sociais e culturais, evidenciando sua contribuição única e significativa. Júlia Sodré - Direção de Produção Graduada em Turismo/2003 - Universidade de Vila Velha - ES Pós- Graduada em Gestão Cultural/2021 - Universidade Cândido Mendes - RJ É especialista em Leis de Incentivo à Cultura, na Lei da Oscip e foi Gerente de Produção e Difusão Cultural da Prefeitura de Vitória. Criou sua empresa: Júlia Sodré – Gestão de Projetos Musicais. A empresa cria e enquadra projetos em editais culturais e leis de incentivo à cultura e também, planeja e executa projetos musicais nas áreas de Jazz, Blues & Choro. Desde agosto de 2013 é Coordenadora do Projeto Vale Música ES. É também idealizadora, curadora e diretora geral do Manguinhos Jazz & Blues Festival, Vila Velha Jazz & Blues Festival, Cidade do Blues, Música no Parque, Jazz no Museu. Diego Lyra - Coordenador de Produção Diego Lyra é um talentoso artista capixaba nascido e criado no centro da capital Vitória, no Espírito Santo. Com influência artística da família, Diego demonstrou interesse pela música desde cedo, tornando-se cantor e compositor e seguindo os passos de sua tia Bernadeth Lyra, um grande nome da literatura local e nacional. Multifacetado, Diego é fundador da banda KALIFA SAMBAROCK, que já se apresentou em importantes palcos e eventos no Espírito Santo. Com a banda, dividiu o palco com artistas renomados como Seu Jorge, Martinho da Vila, Sambô, Planta e Raiz, B Negão, Negralha (O Rappa), Orquestra Voadora, Marcio Local, Thiago Correa, Mc Marechal, Forfun, Macucos, Casaca, Jair de Oliveira (Jairzinho) e Pretinho da Serrinha, entre outros.Além de sua participação na banda, Diego é a voz da Orquestra AMMOR - A Maravilhosa e Mágica Orquestra de Rua e já viveu o protagonista no espetáculo musical “Hair – Um sonho de Liberdade”, realizado pela Faculdade de Música do ES – FAMES. A peça foi sucesso de crítica e público, recebendo indicações ao prêmio Nacional Brasil de Teatro Musical. Ingride Miranda - Assistente de Produção Ingride Miranda da Silva Narciso, moradora de Novo Horizonte, Serra, Espírito Santo, destaca-se por um currículo diversificado que abrange experiências nas áreas de música, psicologia e segurança do trabalho. Em sua formação acadêmica, Ingride encontra-se no 8º período da Licenciatura em Música na Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES). Adicionalmente, concluiu o curso de Psicologia no Centro Universitário Salesiano (UniSales) em 2022 e obteve formação técnica em Segurança do Trabalho no SENAI em 2017. Na área de formação complementar, sua destacada trajetória inclui diversos cursos, tais como Técnica Vocal para Coros Infantojuvenis, Educação Musical Especial e Inclusiva, Oficina de Canto Popular, e Produção de Eventos Culturais, enriquecendo suas habilidades musicais e educacionais. Paulo Paraguassú - Regente do Coro do ICV Natural de Vitória da Conquista/BA, Paulo Paraguassú possui uma trajetória marcante na área de Educação Musical e Gestão Educacional. Formado em Bacharelado em Canto Lírico pela FAMES (Vitória-ES), Licenciatura em Música pela FAMES (Vitória-ES), e Bacharelado em Música Sacra pelo CETEBES (Vitória-ES), o Paulo Paraguassú também é especializado em Educação Musical pela FABRA (Serra-ES), em Gestão Educacional pela FABRA e em Regência pela FACI-Cachoeiro do Itapemirim.Além disso, possui Especialização em Psicopedagogia Institucional pelo CESAP (Vitória-ES), Especialização em Musicoterapia pela CENSUPEG e Especialização em Canto e em Regência Coral em Música Sacra pelo CETEBES (Vitória-ES), Especialização em Autismo pela UNIVIRTUAL, especialização em Musicoterapia pela CENSUPEG/ Vila Velha(ES). Sinval - Consultor Ambiental Priscila Rato - Violinista (solista) Nasceu no Rio de Janeiro e iniciou os estudos em violino aos 8 anos. É graduada em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui Curso de extensão no International Menuhin Music Academy (IMMA), na Suíça, onde estudou ao lado de Liviu Prunaru e Maxim Vengerov. É Spalla da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) há cinco anos e também integra a Orquestra Johann Sebastian Rio. Já atuou como violinista da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e violinista do Quarteto A Priori e, como camerista, já realizou concertos com Jean Louis Steurmann, Erika Ribeiro, Cristian Budu, Fabio Martino e Leonardo Hilsdorf. Aleyson Scopel - Pianista (solista) Presença de destaque no cenário musical brasileiro, o pianista Aleyson Scopel se apresenta regularmente como solista com as principais orquestras do país, incluindo OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Sinfônica de Porto Alegre e Filarmônica do Amazonas. Suas apresentações anteriores aconteceram em importantes locais do Brasil e do exterior, como Carnegie (Weill) Hall (Nova York), Jordan Hall (Boston), Steinway Hall (Londres), Palau de la Música Catalana (Barcelona), Conservatório de Atenas (Grécia), Salas de Espectáculos de São Paulo, Minas Gerais e Cecília Meireles, Teatro Amazonas e Teatros Municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Recebedor dos prêmios Nelson Freire e Magda Tagliaferro, foi homenageado em diversos concursos internacionais, incluindo o William Kapell e o Villa-Lobos, entre outros.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.