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Lançamento do projeto Adamor do bandolim no Acre,que consiste em 03 shows, seis (06) oficinas gratuitas e duas ( 02) rodas de choro, voltadas a músicos em formação e aperfeiçoamento de músicos profissionais, ministradas por especialistas do Choro. Também será feito o lançamento do ICA-Instituto Choro da Amazônia, que obteve seu registro na receita federal atrvés do CNPM 53056690001-00 em maio do corrente ano, criado a partir da união dos músicos de Choro Tony do bandolim(Acre) e Adamor do bandolim(Pará) com o objetivo de unir os músicos da região norte que representam a Amazônia brasileira.
OBJETIVO DO PROJETO A proposta visa o lançamento do Projeto Adamor do Bandolim _ O Choro na Amazônia no Acre. Inspirado nos moldes do Projeto Pixinguinha, o projeto se destina a promover e celebrar a criação do ICA-Instituto Choro da Amazônia que tem a sua sede em Rio Branco-Acre, criando assim, condições para que através de novos partocinios, verbas parlamentares e apoios das instituições municipais, estaduais e federais ,possa então, o projeto circular pelos demais estados que integram a Amazônia. Além disso, divulgar e valorizar os músicos de choro da região norte, incentivando o intercâmbio cultural e artístico entre músicos locais e de outras regiões do Brasil, garantindo a acessibilidade e inclusão social nas ações do projeto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Promover o Choro como Patrimônio Imaterial Brasileiro: ü Celebrar o reconhecimento do Choro como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN, destacando sua importância cultural e histórica através de eventos e apresentações. 2. Lançamento e Consolidação do Projeto Adamor do Bandolim: ü Realizar ações de divulgação e celebração do projeto Adamor do Bandolim, destacando o papel de Adamor e outros músicos na preservação e valorização do Choro na região Norte. 3. Estabelecer e Fortalecer o Instituto do Choro da Amazônia (ICA): ü Promover o ICA como uma instituição central para a preservação e disseminação do Choro na região Norte, unindo músicos e estados em torno dessa missão cultural. 4. Oferecer Formação e Capacitação em Choro: 4.1.Oficina de Violão com Jorge Simas Realizar 01 Oficina para aprimoramento de técnicas musicais teórico/instrumentais de choro, samba e música popular brasileira, com foco no violão de 6 e 7 cordas, sistematizando os princípios dos elementos da linguagem musical, visando possibilitar o desenvolvimento da leitura, percepção e compreensão musical contextualizada. 4.2. Oficina de Cavaquinho com Paulinho Marques Realizar 01 Oficina para estudo, aplicação e visualização de escalas e acordes, técnicas de musicalidade, digitações em todos os tons e regiões do cavaquinho, técnicas de improviso, linguagem, função do cavaquinho dentro dos gêneros musicais do repertório rítmicos brasileiros, com foco em samba, choro e outros. 4.3. Oficina de Pandeiro com Celsinho Silva Realizar 01 Oficina para músicos de percussão e pandeiro, aprimorando técnicas fundamentais do instrumento, habilidades, ritmos e desenvolvimento musical. 4.4. Oficina de Flauta e Clarinete com Paulo Sergio Santos e Claudio Abrantes Conduzir 02 Oficinas, 1 de flauta e outra de clarinete, para aperfeiçoamento, desenvolvimento de sonoridade, sons e dedilhados, afinação, técnica e leitura dos instrumentos, possibilidades de uso de interfaces eletrônicas a partir da flauta e do clarinete as habilidades necessárias para aproveitar toda a versatilidade e a riqueza timbrística desses instrumentos. 4.5. Oficina de Bandolim com Tony do Bandolim Realizar 01 Oficina de bandolim de forma a incorporar esse instrumento ao conjunto e estilos, escalas, acordes e arpejos, solos e acompanhamentos do universo do samba de raiz, choro e MPB de forma geral. 5. Disseminar a Cultura do Choro Através de Shows Musicais Promover 03 shows musicais com a participação de músicos dos sete estados da Amazônia e convidados de outras regiões, promovendo a integração e a circulação cultural entre diferentes partes do Brasil. Essas apresentações visam destacar a riqueza musical da Amazônia e fomentar o intercâmbio artístico e cultural entre músicos de diversas regiões. Aberto ao público em geral. 6. Facilitar o Acesso ao Choro para Novos Músicos: Oferecer 02 (duas) rodas de choro e convivência musical, aberta ao público, onde os participantes das atividades do projeto, novos músicos e músicos convidados possam demonstrar as técnicas aprendidas nas Oficinas.
JUSTIFICATIVA DO PROJETO: Projeto Adamor do Bandolim _ O Choro na Amazônia-Acre e a criação do ICA-Instituto Choro da Amazônia, representam iniciativas fundamentais para a valorização e preservação da cultura musical da região norte do Brasil, em especial do choro, um dos gêneros mais emblemáticos da música brasileira. Apesar de sua importância cultural, a cena do choro na Amazônia enfrenta desafios relacionados à falta de visibilidade, recursos e oportunidades para os músicos locais. Este projeto é essencial para reverter essa realidade, proporcionando uma plataforma de divulgação e circulação para esses artistas. Além disso, o intercâmbio com músicos de outras regiões do Brasil, viabilizado por meio de oficinas e shows, enriquecerá o repertório e as técnicas dos músicos participantes, promovendo o crescimento artístico e cultural de todos os envolvidos. No final de fevereiro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) reconheceu o Choro como Patrimônio Imaterial do Brasil, um marco significativo para a valorização dessa expressão musical. No entanto, a região Norte, historicamente menos contemplada com recursos federais para a preservação do Choro, tem visto seu patrimônio cultural ser mantido vivo graças ao empenho de músicos dedicados, como Adamor do Bandolim e outros. Com o registro oficial do Choro como patrimônio imaterial, a região Norte agora tem a oportunidade de acessar verbas destinadas à salvaguarda desse legado cultural. Músicos de diversos estados da região, como Adamor do Bandolim (Pará), Tony do Bandolim (Acre), Claudio Abrantes (Amazonas), Edson Ramos (Amapá), Ocimar Almeida (Tocantins), Eliel Ferreira (Rondônia) e Eliel Valente (Roraima), se uniram para fundar o ICA _ Instituto Choro da Amazônia. Este instituto visa não apenas proteger e divulgar o Choro, mas também fortalecer os laços culturais entre os estados da Amazônia. O projeto proposto, que inclui uma série de atividades em espaços culturais de cada capital da região amazônica por onde passar, é uma resposta direta à nova possibilidade de financiamento e um esforço coletivo para garantir que o Choro seja preservado e celebrado em toda a região. Essas ações são fundamentais para a continuidade da tradição do Choro na Amazônia, assegurando que este patrimônio imaterial seja transmitido às futuras gerações e ganhe o reconhecimento e o apoio que merece em nível nacional. Inspirado no modelo bem-sucedido do Projeto Pixinguinha, o projeto pretende a partir do seu lançamento no estado do Acre, sede do ICA,criar as condições para que através de novos partocinios, verbas parlamentares e apoios das instituições municipais, estaduais e federais possa o projeto circular pelos demais estados que integram a Amazônianuma necessidade de descentralizar a produção cultural e de criar oportunidades para que as riquezas musicais da Amazônia sejam reconhecidas em nível nacional. A realização dos três shows, duas rodas de choro e seis oficinas não apenas celebrará a criação do ICA e o legado de Adamor do Bandolim, mas também fortalecerá a identidade cultural da região, contribuindo para a continuidade e expansão do choro na Amazônia. Através dessas atividades, o projeto pretende fortalecer a cena musical do choro na Amazônia, criando novas oportunidades para o desenvolvimento e a circulação dos artistas envolvidos. QUEM É ADAMOR DO BANDOLIM Adamor Lobato Ribeiro, é conhecido como Adamor do Bandolim, nascido em Anajás, no município do Marajó, começou a dedilhar o bandolim com 10 anos de idade tocando escondido o banjo artesanal que ganhou do tio, esculpido em pedaço de fuselagem de avião. Musico autodidata, criou uma identidade de "choro amazônico", criando armadilhas pela harmonia e adicionando suas influências nortistas em cada composição. Dedicando mais de 65 anos a música, se orgulha das sementes que tem plantado. Iniciou sua trajetória musical em 1958, participando de um programa de calouros na Rádio Difusora de Macapá, A apresentação lhe rendeu o primeiro lugar e o primeiro cachê de músico. Sua trajetória como músico lhe renderam prêmios em festivais, enredo de escola de samba referência em livros de choro, tese de TCC de discentes da UFPA - Universidade Federal do Pará, UEPA - Universidade Estadual do Pará e Universidade da Amazônia, livro de partituras pelo IAP - instituto de Artes do Pará, prêmio Destaque na Música 2008, no Baile dos Artistas, 2009 foi homenageado, entre os artistas paraenses, através do calendário Banpará 2009 (inspirado na vida e na arte dos paraenses _ ano II). Menção honrosa pela música Chegou o Zé pelos mais de 35.000 mil acessos por votação online. Sua importância e participação cultural para o Pará e Brasil é reconhecida, em junho de 2018 foi um dos homenageados na Câmara Municipal de Belém na Sessão Solene de " Comendas das mais diversas personalidades que de alguma forma contribuíram dentro suas especificidades com relevantes serviços ao município de Belém" com a medalha e diploma Mérito Cultural e Patrimônio de Belém, recebeu o Título honorífico de cidadão de Belém, além de ser instituído, O Dia Municipal do Choro em Belém a partir e 2019, no dia 29 de maio, data está em se comemora o aniversário de Adamor do Bandolim. Passou por vários grupos musicais, em 1979 fundou o grupo "Gente de Choro", seu choro amazônico assimila as pegadas e batidas de ritmos paraenses, como o Carimbó, Lundu, Lambada e Xote. Seu primeiro LP, 'Chora Marajó e Adamor já mostra nessa obra um estilo ímpar, muito bem definido, uma pegada amazônica que o diferencia dos estilos do resto do país. Suas composições seguem uma linguagem de melodia e harmonia única que mesmo os chorões mais experientes não conseguem acompanhar suas músicas sem conhecer a melodia e harmonia com rigor de detalhes. Os choros geralmente têm três partes, uma pessoa experiente no gênero consegue acompanhar músicas na primeira vez que as escutam. hoje é considerado o maior representante do gênero Choro na Amazônia. O músico tem mais de 6 discos gravados e é uma das grandes referências do estilo no Brasil. Discografia 1983 - LP Chora Marajó , disco vinil. 1999 - Participou do CD Choro Paraense. 2004 - CD Adamor Ribeiro, projeto Uirapurú 2007 - CD Choro Amazônico 2015 - CD Lágrimas da Minha Ilha, patrocinado pela Natura. 2017 - CD Minha Lavra 17/08/2022 - CD Vertentes
É de relevância para este projeto compartilharmos informações sobre as atuais realizações e parcerias do idealizador deste projeto, Tony do Bandolim, considerando a possível aprovação neste edital. Tony obteve aprovação no EDITAL FUNCULTURA 02/2023 com o projeto “Som da Madeira: uma trajetória musical no Acre”, que conta com 02 workshops sobre violão no choro e na música popular brasileira e sobre a história do choro e do samba e uma oficina voltada para pessoas com iniciação musical e alguma prática instrumental, introduzindo conhecimentos básicos teóricos e práticos sobre o choro. Além disso, o projeto contemplado pelo edital a ser realizado em abril de 2024, contará com um show com o grupo Som da Madeira, contribuído tanto para a iniciação e formação musical de jovens acreanos, como para a valorização e difusão do choro localmente, constituindo-se como o mais antigo projeto independente de choro do Acre. Tony Bandolim tem aprovado também o projeto de extensão da Universidade Federal do Acre, chamado “Oficinas de Choro”, que tem como propósito oferecer workshops e performances musicais centradas no gênero do choro, em comemoração ao Dia Nacional do Choro. Essas atividades serão abertas a estudantes do curso de música, de outras disciplinas e à comunidade em geral, com a intenção de promover e disseminar tanto a música instrumental quanto o vocal. O projeto ADAMOR DO BANDOLIM - O CHORO NA AMZONIA - ACRE contará com a parceria da Secretaria de Meio Ambiente e povos indígenas do Acre, que irá realizar palestras sobre o meio ambiente nos locais que serão realizados as oficinas, a fim de ajudar a construir a consciência ambiental e a adoção de boas práticas cotidianas da população, que dificilmente tem acesso à essas informações. Todas estas ações e parcerias previstas demonstram o comprometimento contínuo de Tony com a promoção cultural e educacional do Choro e ampliam o alcance e a relevância cultural das atividades propostas para o projeto ADAMOR DO BANDOLIM - O CHORO NA AMZONIA - ACRE, além de evidenciar sua capacidade de planejar e executar iniciativas musicais bem-sucedidas na área cultural. Como anexo a esta inscrição envio material complementar sobre Tony do Bandolim e os músicos convidados.
Apresentações musicais Serão 3 dias de apresentações gratuitas de Choro e Samba, na Usina das Artes João Donato, em Rio Branco, com um público estimado de 600 pessoas. O 1º dia (18, abril) será a abertura do projeto com a apresentação de 9 músicos de renome nacional e no dia seguinte uma Roda de Choro com a participação de músicos locais. Show com o Grupo Som da Madeira, grupo local, com a participação de convidados dos outros estados. Após a realização das oficinas, haverá o show de encerramento (26, abril) com apresentação de 2 grupos locais, sendo um feminino, com a participação dos músicos que ministraram as oficinas como convidados dos grupos locais. Oficinas Após o final de semana de abertura , realizaremos as 6 oficinas gratuitas na Usina de Artes João Donato na cidade Rio Branco. Será 1 dia de ensino com duração de 4 horas para 7 instrumentos musicais (Violão, Violão de 7 cordas, Cavaquinho, Pandeiro, Flauta, Clarinete e Bandolim), atingindo um total de 60 participantes (10 por turma), entre músicos e estudantes de música locais. O projeto pedagógico para as oficinas propostas no projeto visa maximizar o aprendizado dos participantes, atendendo às necessidades individuais, promovendo a prática musical em grupo e possibilitando uma imersão significativa no universo do Choro, a partir do seguinte plano:● Conteúdo Teórico e Prático: Divisão equilibrada entre teoria e prática, abordando história do Choro com foco nos instrumentos, técnicas instrumentais e aspectos culturais. ● Aulas Interativas: Demonstrações práticas, análise de obras e interação direta entre alunos e professores. ● Níveis de Ensino: Alunos com níveis distintos, desde iniciantes até avançados, para atender diferentes habilidades e conhecimentos musicais dos participantes. ● Recursos Didáticos: Uso de materiais didáticos como partituras, gravações, vídeos e recursos tecnológicos para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. ● Intercâmbio e Apresentações finais: Avaliação de participação e satisfação com apresentações finais em formato de Roda de Choro onde os participantes possam demonstrar o que aprenderam e trocar experiências com a vivência da roda na prática aproveitando a presença de músicos experientes que ministrarão as oficinas.
O proponente se compromete, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei no 13.146, de 2015, e Decreto no 9.404, de 2018, instituindo as seguintes medidas nos produtos culturais previstos no projeto cultural: Oficinas e rodas de Choro Acessibilidade Física: acesso físico facilitado para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): durante a realização das oficinas faremos áudio descrição dos instrumentos e materiais utilizados pelos músicos/oficineiros e haverá um guia-intérprete que auxiliará pessoas PCD e fará a interpretação de libras. Apresentações musicais Acessibilidade Física: acesso físico facilitado para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com rampas de acesso, banheiros adaptados e um elevador especial que dá acesso à plateia. Acessibilidade de Conteúdo (Visual, auditiva e múltipla): todas as sessões contarão com guias-intérpretes, profissionais responsáveis pela comunicação, condução, tradução/interpretação e suporte para pessoas que apresentem algum tipo de necessidade ou deficiência visual, auditiva ou múltipla.
As tres apresentações terão classificação livre e é, portanto, voltado para pessoas de todas as idades e condições sociais, uma vez que os ingressos serão disponibilizados de forma totalmente gratuita. O projeto irá oferecer também, seis oficinas e 2 rodas de Choro gratuitas. Uma presença esperada de 200 espectadores em cada evento. Por isso, podemos afirmar que o projeto prevê as medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos conforme preceitua o Art. 27 da IN MINC No 1/2023, além de também contar com outras medidas de ampliação de acesso, atendendo os seguintes nos Incisos do Art. 28:
Idealizador, Diretor Geral e Coordenador do Projeto - Tony do Bandolim Durante sua trajetória musical, Tony Bandolim atuou como guitarrista solo na banda de rock The Spider de 1965 a 1971 e, posteriormente, entre 1972 e 1978, integrou o grupo de choro Vivaldo Medeiros como violonista e cavaquinista, participando da gravação do disco do 1º Festival Nacional de Choro. Essa diversidade instrumental e sua incursão em gêneros musicais distintos marcaram seu percurso artístico. Entre 1979 e 2000, destacou-se como bandolinista colaborando com diversos artistas renomados, incluindo grandes nomes como Jamelão, Moreira da Silva, Ataulfo Alves Jr., Monarco e Leci Brandão, entre outros. Sua habilidade no bandolim o levou a participar em shows ao lado desses cantores, contribuindo significativamente para a cena musical brasileira. Em especial, sua colaboração com o conjunto Época de Ouro marcou um momento singular em sua carreira, evidenciando seu talento e reconhecimento no universo do choro. Além disso, de dezembro de 2000 a até a data de hoje, Tony manteve sua dedicação à música brasileira como bandolinista e líder do grupo Som da Madeira no estado do Acre. Durante esse período, desempenhou um papel fundamental na fundação do Clube do Choro de Rio Branco, além de assumir a função de diretor de produção e eventos desse clube. Sua atuação musical não se restringiu apenas aos palcos; envolveu-se em iniciativas socioeducativas, utilizando a música como ferramenta para desenvolvimento artístico e social de jovens talentos. Desde 2001, Tony atua como mediador, coordenador e professor em projetos socioculturais, especialmente voltados para jovens, com foco nas comunidades periféricas de Rio Branco, Acre. Essa abordagem busca proporcionar oportunidades e desenvolvimento artístico para jovens talentos, contribuindo para o enriquecimento cultural da região. Ao longo dos anos, ele esteve à frente de projetos culturais, desde coordenador até idealizador, demonstrando seu compromisso com a cultura e educação musical na região. Participou como produtor, diretor musical e coordenador em projetos que variavam desde festivais musicais até iniciativas socioeducativas, promovendo a cultura, música e arte no Acre. Em 2008 e 2009, atuou como bandolinista e líder do grupo Som da Madeira no projeto da prefeitura de Rio Branco, "Choro na Praça", levando a música para espaços públicos. Sua presença como Convidado Especial como bandolinista no palco principal do "Viva o Verão", projeto da Secretaria de Educação nas praias do litoral paranaense em 2009, demonstra o reconhecimento de seu talento musical e sua representatividade na região quando se trata do Choro. Além disso, como Produtor e Apresentador do Projeto "Rio Branco Workshop", realizado mensalmente no Teatro Hélio Melo em 2008, evidencia seu comprometimento em oferecer oportunidades de aprendizado musical na comunidade local. Desde 2003 até 2009, atuou como Coordenador e Bandolinista Líder do Grupo Som da Madeira no projeto "Roda de Choro na Gameleira", Rio Branco, Acre, todas as sextas-feiras, contribuindo para a preservação e difusão do choro na região. No período de 2009 a 2016, Tony Bandolim se dedicou a diversas iniciativas, incluindo a música, educação e articulação cultural. Participou de projetos sociais em parceria com o governo do Acre, promovendo Choro e Samba no Café do Teatro, ministrando oficinas de música popular brasileira na UFAC, entre outros. Destaca-se também sua participação no show Tributo a João Nogueira, onde atuou como músico, demonstrando sua versatilidade e contribuição contínua para a cena musical. Em sua extensa e diversificada carreira, Tony Bandolim não apenas se consolidou como um músico talentoso e versátil, mas também como um promotor incansável da cultura e educação musical na região do Acre, e que nesse ano ajudou na criação do ICA-Instituto Choro da Amazônia, sendo eleito como o primeiro presidente do ICA, deixando um legado significativo no panorama cultural da Amazônia e do país. Diretor Artístico - Ivan de Castela Ao longo de sua trajetória, dirigiu diversos espetáculos, colaborando ativamente na criação, direção e organização de produções como "O Homem Filosófico" (teatro) pelo Coletivo de Estudantes em 1995 e 1996, "Cantigas de Liberdade" (show musical com adolescentes reclusas do convívio social) em 2005, "Toadas Amazônicas" (show musical) em 2007, "Show Pela Paz" (show musical) em 2007, "Proteu" (teatro) com texto de José Carlos Sibila em 2017, e "Ikuani" (teatro) com roteiro de Regina Claudia, contribuindo significativamente para a concepção e realização de cada uma dessas produções artísticas ao longo dos anos. Diretor de Produção – Simara Brasil Couto de Abrantes Atualmente cursando o doutorado em Ciências da Educação na Universidad Autônoma de Asunción no Paraguai, onde também concluiu seu mestrado. Possui especialização em Gestão Escolar pela Estadual do Amazonas e Metodologia do Ensino na Educação Básica pela Universidade Federal do Amazonas. Formada em Educação Artística (Desenho) pela Universidade Federal do Amazonas e em Pedagogia pelo Centro Universitário de Maringá - Unicesumar. Como docente, atuou em vários níveis de ensino e instituições, tanto na rede pública quanto na rede particular. Profissional concursada pela Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar- SEDUC/ AM, onde foi Coordenadora Institucional do Programa Ciência na Escola e do Componente Arte do Ensino Fundamental - Anos Finais. Sua formação complementar inclui extensão universitária em Curso de Arqueologia e Educação Patrimonial, Curso em Oficina de Elaboração de Itens da Prova Brasil, e Curso de Tutoria de Ensino à Distância pelo Centro de Treinamento Tecnológico do Amazonas. Também participa em bancas de comissões julgadoras de projetos científicos na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, organiza, participa e apoia feiras e mostras científicas. Produção Executiva - Denise Denise é uma profissional experiente em Produção e Assistência de Produção Cultural, com uma vasta atuação em diversos eventos, desde premiações como o Prêmio Chico Mendes de Florestania e o Arraial Cultural, até festivais como o Festival Varadouro e o Festival Internacional Pachamama Cinema de Fronteira. Sua versatilidade é evidenciada pela participação em eventos de destaque como o espetáculo "Vozes da Floresta" e a Feira do Livro e da Leitura – Bienal - AC, demonstrando seu compromisso em promover a cultura, sustentabilidade, diversidade e acessibilidade a diferentes formas de expressão artística. Além disso, seu papel crucial na organização e logística de atividades culturais como Réveillon, carnaval, Parada Gay, e conferências contribuiu significativamente para o sucesso e fluidez desses eventos ao longo dos anos. Assistente de Produção - Julio Cesar Negreiro Atuando desde 2004 como assistente de produção nos projetos culturais realizados pelo Grupo Som da Madeira. Organizando a logística e articulação na promoção dos projetos como Projeto Show do Mês = SESC /Acre, Projeto Quinta Cultural do Banco da Amazônia Rodas de Choro –Usina de Artes João Donato, Projeto Concertos didáticos – SESC/ACRE e Projeto Chorinho no cinema- Cine Teatro Recreio – Rio Branco/Acre.
PROJETO ARQUIVADO.