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9a edição de Festival de música, em diferentes capitais, com atrações consagradas nacionais e internacionais, artistas convidados e atrações locais. O projeto conta ainda com atividades lúdicas para crianças.
Apresentação musical: Apresentações musicais de grupos de blues e jazz, majoritariamente instrumentais. Classificação indicativa: Livre. Medida de ampliação de acesso: Palestra "Formatação de projetos e captação de recursos" Conteúdo prático com dicas e passo a passo para transformar ideias em projetos e, em seguida, os passos para captar recursos e transformar esses projetos em realidade. Classificação indicativa: Livre.
O "Blues Jazz Brasil Festival 9a edição" tem como objetivos gerais: - O projeto tem como objetivo geral dar continuidade às conquistas culturais e sociais iniciadas com as oito primeiras edições, além de gerar postos de trabalho diretos e indiretos nas regiões abrangidas. Tem ainda como objetivo geral criar espaços para a música de qualidade no Brasil, estilos jazz e blues, através de um festival gratuito de grande porte. Por fim, o projeto tem como objetivo geral continuar impactando positivamente a cultura, a economia criativa e a sociedade, considerando o histórico de ter gerado impacto de mais de 60 milhões de reais nas cidades abrangidas. É importante ressaltar que o projeto iniciou com o nome de Blues Jazz Festival, posteriormente foi rebatizado de Blues Jazz Brasil, Festival BB Seguros de Blues e Jazz, Festival BB Seguridade de Blues e Jazz, retornando agora ao nome "Blues Jazz Brasil". O presente projeto tem como Objetivos Específicos: - Realizar programação de qualidade de blues e jazz, sendo 1 dia de programação em cada uma das capitais abrangidas pelo projeto, com 8 shows por dia, sendo 5 shows de música instrumental e 3 shows de música cantada, mantendo a proporção majoritária da música instrumental. A previsão de público é de 10 mil pessoas por cidade, total de 30 mil pessoas (3 cidades). Para alcançar o público acima estimado, a proponente desenvolverá estratégias de divulgação e engajamento das comunidades da região, para atrair o maior número de pessoas para o evento. O projeto tem ainda, como objetivos: - Criar espaços para a música de qualidade no Brasil, estilos jazz e blues, (para isso será realizado um dia de programação musical de blues e jazz em diferentes capitais brasileiras com diversos músicos e apresentações musicais). - Formar plateia para a música instrumental e proporcionar o livre acesso à cultura (para isso todas as apresentações serão integralmente gratuitas, e amplamente divulgadas, a fim de possibilitar ao maior público possível o acesso ao produto cultural). - Contribuir para a fomentação e manutenção da cultura e da cadeia produtiva. - Promover a democratização da cultura, com acesso gratuito e irrestrito aos produtos culturais. - Ampliar o campo de trabalho para profissionais de toda a cadeira de produção cultural e economia criativa envolvidos. - Promover a interação entre artistas e profissionais envolvidos. - Realizar intercâmbio entre artistas, com consequente troca de conhecimento e arte. - Fomentar produções genuinamente brasileiras, que valorizem as diferentes culturas que contribuíram para a formação da identidade nacional. - Gerar renda e postos temporários de trabalho.
Os festivais de música são palco de encontro entre artistas, profissionais e público, sua natureza amplia o contato e intercâmbio de ideias entre pessoas, promovendo a cultura. Além de gerar postos de trabalho e renda diretos e indiretos nas cidades por onde passam. No entanto, apesar de todo o seu valor cultural e social, um projeto de blues e jazz, gratuito e aberto ao público, em diferentes capitais brasileiras, jamais seria possível sem o Ministério da Cultura e seu mecanismo de incentivo fiscal. Além disso, em total consonância com o Artigo 1o da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; uma vez que o evento é gratuito e de ampla divulgação; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; uma vez que o projeto acontece em diferentes capitais brasileiras, valorizando o interior do Brasil, sempre com atrações locais na programação; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; uma vez que promove programação artística variada, valorizando os criadores e proporcionado a eles espaço para execução e difusão da sua arte; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; uma vez que inclui na sua programação música instrumental brasileira que dialoga com o jazz; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; uma vez que levanta a reflexão da música originária dos escravos e sua condição e conquistas nos Estados Unidos, pois o blues nasceu justamente neste cenário e, a partir dele, o jazz; Em consonância com o Artigo 3o da Lei 8313/91, o presente projeto atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; uma vez que se trata da realização de evento de música. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; uma vez que prevê distribuição gratuita integral dos ingressos. Além dos itens acima citados, gostaríamos de detalhar algumas questões importantes: O presente projeto é um exemplo de sucesso de produto cultural gratuito, que promove a efetiva democratização e interiorização da cultura, assim como pode ser observado em documento anexado, intitulado "Histórico Blues Jazz Brasil", que apresenta visualmente o histórico do festival, que aconteceu pela primeira vez em 2015. Apesar das diversas iniciativas existentes pelo país de interiorização da cultura, ainda existe uma enorme carência de programação cultural de qualidade, sobretudo de música instrumental. Um Festival de Blues e Jazz itinerante GRATUITO agrega um valor duplamente importante: cria novos canais para o contato entre a população e a música instrumental e contato entre a população e os estilos blues e jazz. Ao conhecer novos estilos e formatos, não tão comuns no repertório da programação cultural geral, as pessoas têm a oportunidade de ampliar seu próprio repertório cultural particular e de conhecimento e, assim, ter maiores ferramentas para o seu próprio desenvolvimento pessoal. Ainda sobre o valor dos estilos da presente proposta, resgatamos um breve histórico. Primeiro o Blues, no século XVII, depois o Jazz, no século XX, ambos nasceram na cultura afro em New Orleans, Estados Unidos. Os dois estilos, sobretudo o jazz, influenciaram a música mundial e, no Brasil, foram forte influência para a Bossa Nova, a música popular e a música instrumental brasileiras. Além da influência em gêneros genuinamente brasileiros, o jazz e o blues influenciaram também o surgimento de grupos nacionais nos dois segmentos e a formação de orquestras e big bands. Dessa forma, um Festival itinerante de Blues e Jazz que associe tais segmentos com a própria música feita no Brasil valoriza os músicos brasileiros - que são muitos - desses estilos, mostrando que a música brasileira moderna vai além de ritmos mais conhecidos popularmente como os descritos acima, ressaltando que a arte e os aristas não devem ser encaixados em rótulos pré-estabelecidos.
Os itens previstos na planilha orçamentária referentes à passagens aéreas, hospedagem e transporte, serão executados exclusivamente com os grupos artísticos e equipes técnicas - produtor, diretor de palco, técnico de som, etc... que efetivamente participarão do projeto. Embora seja um Festival, o projeto foi inscrito no produto Apresentação Musical por duas razões: 1) o evento é apenas de Apresentação Musical, cujas apresentações acontecem no mesmo espaço, mesmo palco, mesmo dia, para o mesmo público e 2) o produto Festival não contempla, para a composição da planilha orçamentária, as alíneas necessárias de itens fundamentais para realização das Apresentações Musicais.
Não se aplica
Produto Apresentação musical: Acessibilidade Física: As Apresentações Musicais serão realizadas em local que garanta a locomoção de pessoas idosas, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência para que possam melhor consumir este produto cultural. A Proponente se compromete em providenciar espaço reservado para este público, bem como executar medidas facilitadoras de locomoção tais como instalação de rampas e banheiros químicos (caso necessário) para portadores de necessidades especiais para garantir a acessibilidade física caso o espaço não às disponha. Item da Planilha Orçamentária - Banheiro químico Acessibilidade Visual: Para melhor compreensão das apresentações serão impressos e distribuídos folders em braile com informações sobre a música instrumental e os artistas participantes. Item da Planilha Orçamentária - impressão em braile Acessibilidade Auditiva: Será disponibilizado intérprete em libras durante as apresentações. Item da Planilha Orçamentária - intérprete em libras Acessibilidade Intelectual: Será disponibilizado monitor treinado para atender a pessoas com deficiência intelectual, além de lugar reservado para assistir ao evento. Item da Planilha Orçamentária - recepcionista
Toda a programação será integralmente gratuita e amplamente divulgada à população. Atendendo ao inciso V do artigo 30 da IN 11/2024, o presente projeto irá realizar a palestra gratuita “Formatação de projetos culturais e captação de recursos”. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Currículo da Equipe técnica e na sequência dos Artístas/Grupos Musicais. FUNÇÃO DA PROPONENTE: COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO: sendo responsável por todo processo decisório, pela gestão administrativa, técnico-financeira ejurídica do projeto, bem como responsável por sua realização integral, desde a pré-produção, produção até a prestação de contas final, assumindo todos os direitos eobrigações legais decorrentes da concepção e execução do mesmo. Diretor de produção: Daniel Duarte - Engenheiro elétrico formado pela Unicamp, Daniel Duarte se interessou pela área de eventos e projetos culturais ainda durante a faculdade, gerindo redes sociais e trabalhando como assistente de produção em eventos. Em 2017 já como produtor, atuou no Festival BB Seguros de Blues e Jazz, na gestão das redes sociais e produção. De lá para cá, especializou-se em eventos e cultura e foi produtor do Festival BB Seguros de Blues e Jazz em 2018, 2019, 2020 e 2024. Foi produtor no Blues Jazz Brasil em 2022, no Festival Ihara de Cultura Regional, no Concertos Ihara, no concerto Arte Viva Sinfônica convida Daniel, entre diversos outros. Daniel Duarte trabalhou como produtor e produtor executivo nas edições anteriores do presente Festival. Neste edição, sua empresa, a Rio Terra Entretenimento, passa a ser a proponente do projeto. Produtora executiva: Maria Dolores - jornalista e produtora cultural. Autora do livro "Travessia - a vida de Milton Nascimento", produziu o espetáculo "Canto a Canto - Änïmä Minas interpreta Milton Nascimento", em 2007. Foi Produtora Executiva das turnês "...E a gente sonhando", em 2011, de Milton Nascimento, e "Milton Nascimento - 50 anos de carreira", em 2012. Trabalhou como produtora executiva nas duas cinco primeiras edições do Festival Música do Mundo, de 2009 a 2015 e nas oito primeiras edições do Blues Jazz Festival, de 2015 à 2019. Desempenhará a mesma função no projeto. Diretor de palco: Xandico - foi diretor de palco e responsável técnico da casa de espetáculos Via Funchal, em SP capital, uma das principais casas do ramo durante mais de vinte anos na capital paulista. Xandico foi também produtor técnico de diversos artistas, tendo acompanhado por uma década o cantor Roberto Carlos. Possui um extenso currículo em diversos eventos culturais, tendo atuando nas quatro primeiras edições do Blues Jazz Festival, de 2015 a 2019, e no projeto Concertos Ihara, que levou grandes espetáculos ao ar livre para o interior do Brasil, entre outros. Produtora: Flávia de Sousa Gomes - formada em Egenharia de Produção pela Univerisdade Federal de Itajubá (MG), decidiu aplicar todo o seu conhecimento em Engenharia de Produção e Administração para a área de projetos culturais, trabalhando em projetos de médio a grande porte desde 2017, em produção, entre eles o Festival BB Seguros de Blues e Jazz, o Comgás Transforma, o Invernada Cultural de Tradições Gaúchas, o Festival Japão e a Semana da Cultura de Atibaia, entre outros. Foi produtora do Festival BB Seguros de Blues Jazz de 2017 a 2019 e desempenhará a mesma função no projeto. Assessoria de Imprensa: Maria Inês Costa - uma das mais experientes assessoras de imprensa do segmento de blues e jazz no Brasil, realizou a assessoria da 2, 3 e 4 edições do Blues Jazz Festival, com grande inserção na mídia espontânea. Faz assessoria da casa de blues e jazz paulistana Bourbon Street e de diversos festivais de blues e jazz do Brasil. Possui mais de vinte anos de experiência no ramo. Currículo dos Artistas/Grupos Musicais: Yamandu Costa: Violonista, compositor, arranjador. Especialista em violão de sete cordas, Yamandu Costa constrói composições e releituras de composições clássicas da música latino-americana explorando as possibilidades do instrumento, na mistura de diferentes ritmos com base no improviso e na performance. Atualmente figura entre os maiores instrumentistas do mundo. Leo Gandelman: é um saxofonista, flautista, compositor, arranjador e produtor musical brasileiro. Filho de uma pianista clássica e de um Maestro, Leo Gandelman começou seus estudos musicais com seis anos de idade. Aos 15 anos apresentou-se como solista da Orquestra Sinfônica Brasileira nos “Concertos da Juventude”. Trafegando livremente entre o clássico e o popular, Leo vem desenvolvendo uma carreira de grande sucesso tanto na música popular brasileira, quanto na música de concerto. Seus discos já venderam um total de mais de 500.000 mil cópias, sendo Solar o de maior sucesso. Wagner Tiso e o Som Imaginário: Pianista, arranjador e maestro. Participou do conjunto Sambacana em 1964 e dois anos depois foi trabalhar com o Paulo Moura. Acompanhou diversos artistas, como Cauby Peixoto e Marcos Valle. Em 1970 integrou o grupo a banda Som Imaginário. Logo começou a fazer sucesso no exterior, apresentando-se em Atenas e Montreux. Nos anos 70, foram dele os arranjos para Gonzaguinha, Paulo Moura, Johnny Alf, MPB-4, Dominguinhos, Milton Nascimento e outros. É vencedor de diversos prêmios, entre eles: Ordem dos Músicos do Brasil Melhor álbum instrumental (1974) Prêmio Melhor Música Golden Metais (1991)- pelo filme O grande mentecapto, entre outros. Stanley Jordan: Stanley Jordan é um guitarrista de jazz/jazz fusion. Aclamado como um dos guitarristas que fizeram grandes contribuições técnicas e musicais para o instrumento, principalmente na técnica de tapping, Stanley Jordan já se consolidou no Hall dos músicos mais significativos de sua área. Possui, também, bacharelado em composição de música digital pela Universidade de Princeton. Em 1990, ele lançou o álbum Cornucopia. Extremamente aplaudido e também indicado para o Grammy, Cornucopia não deixou nenhuma dúvida: Stanley Jordan continuava a crescer musicalmente. Jordan, em seguida, se mudou para a gravadora Arista e, em 1994, lançou Bolero. O disco inclui uma versão groove-orientada de Bolero de Ravel. É um dos maiores guitarristas em atividade do mundo, conhecido não só pela inovadora técnica de tocar guitarra quanto por incluir no seu repertório versões de clássicos da música de todo o mundo, inclusive do Brasil, com versões na guitarra para músicas como Clube da Esquina Dois, de Milton Nascimento. Terrie Odabi - a estadounidense foi indicada ao Blues Music Award, o "Grammy" do Blues nos EUA. Seu álbum "My Blue Soul", lançado em 2016, foi considerado um dos 50 melhores álbuns de blues do ano e rendeu comparações com a inefável Etta James. Nuno Mindelis: Músico luso-brasileiro nascido em Angola, Nuno Mindelis é um dos mais conceituados guitarristas de blues do Brasil. Ele se apaixonou pela guitarra aos cinco anos e aos nove já estava tocando instrumentos construídos por ele próprio. Em 1998, foi eleito o melhor guitarrista de blues segundo o concurso mundial de aniversário de 30 anos da revista americana "Guitar Player". Atualmente incorporou referências percussionistas da sua origem, a África, em seus shows, tornando a experiência sonora ainda mais rica. Em 2012, foi incluído na lista 70 mestres brasileiros da guitarra e do violão da revista Rolling Stone Brasil. Escrevendo para o Yahoo!, o crítico Regis Tadeu publicou uma resenha chamando Nuno de "Um dos maiores representantes do blues da América do Sul (...) um compositor de mão cheia" e um "excelente guitarrista." Blues Etílicos: principal conjunto brasileiro de blues em atividade, criado no Rio de Janeiro em 1985, pelo gaitista Flávio Guimarães, o baixista Cláudio Bedran, o guitarrista Otávio Rocha, o guitarrista Greg Wilson e o baterista Gil Eduardo. Os Blues Etílicos gravaram seu primeiro LP, pelo selo independente Satisfaction Discos em 1985, já despontando com sucesso, que foi celebrado em 1990 com o álbum San Ho Zay, que vendeu 35.000 cópias, tendo sido o álbum mais vendido de uma banda de blues brasileira em todos os tempos. O grupo Blues Etílicos já se apresentou com grandes nomes do blues mundial, como BB King entre outros. Tendo também já participado de edições anteriores do Festival BB Seguros de Blues e Jazz. (O casting musical não está fechado e será definido em momento oportuno).
PROJETO ARQUIVADO.