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Realizar a 1ª edição "Minimundos: vivências artísticas para crianças", que oferece as oficinas "linguagem da argila", "linguagens gráficas" e "linguagens livres", que criam contextos de investigação sobre linguagens expressivas presentes nos cotidianos das infâncias, bem como realizar a "feirinha de arte minimundos", como mostra do resultado das oficinas aberta ao público.
Não se aplica.
Objetivo Geral O projeto visa criar contextos para investigação sobre linguagens expressivas presentes nos cotidianos das infâncias, como argila, desenho e pintura, elementos da natureza e tinta. Por meio das oficinas, busca-se nutrir e deixar crescer a capacidade imaginativa, psicomotora e relacional, valorizando o lúdico e o protagonismo da criança como ser social. Assim, as atividades têm o objetivo de: - Estimular a criatividade e a expressão pessoal das crianças através de diferentes linguagens artísticas;- Desenvolver habilidades motoras e cognitivas a partir da manipulação de materiais e da exploração sensorial;- Promover a aprendizagem coletiva e a troca de experiências dentro do grupo, incentivando o trabalho em equipe e a cooperação;- Proporcionar uma vivência lúdica e enriquecedora, onde as crianças podem explorar e desenvolver novas formas de percepção e compreensão do mundo ao seu redor;- Proporcionar às crianças não apenas o aprendizado técnico de diversas linguagens, mas também um espaço para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo por meio da arte. Objetivos específicos PRODUTO 1 - OFICINA "LINGUAGEM DA ARGILA": oferecer 4 encontros gratuitos, com 2h30 de duração cada, carga horária total de 10 horas, para explorar inúmeras possibilidades de investigação e criação que envolvem sentidos, marcas e texturas, a partir do trabalho com conceitos de verticalidade e tridimensionalidade; PRODUTO 2 - OFICINA "LINGUAGENS GRÁFICAS": oferecer 4 encontros gratuitos, com 2h30 de duração cada, carga horária total de 10 horas. Por meio da pintura e do desenho, as crianças são incentivadas a investigar as possibilidades de linhas, traços, pinceladas e elementos gráficos como meio de pesquisa para outros aprofundamentos sobre linguagem e criação;PRODUTO 3 - OFICINA "LINGUAGENS LIVRES": oferecer 4 encontros gratuitos, com 2h30 de duração cada, carga horária total de 10 horas. As aulas projetuais têm o caráter de um laboratório de pesquisa, onde, a partir dos interesses do grupo, serão exploradas diferentes linguagens artísticas, que podem incluir argila e pintura, mas incentiva outras investigações criativas. PRODUTO 4 - "FEIRINHA DE ARTE MINIMUNDOS": evento de mostra dos processos das oficinas, gratuito e aberto ao público. A mostra contará com os registros feitos ao longo das oficinas e com a exposição dos trabalhos criados pelas crianças, a fim de valorizar a ideia de continuidade, para que a própria criança entenda seu processo.
O projeto "Minimundos: Vivências Artísticas para Crianças" surge como uma resposta à crescente necessidade de espaços e atividades que promovam o desenvolvimento integral de crianças, em especial em um contexto de desigualdades sociais e limitações no acesso à educação e à cultura. A arte, como linguagem universal e poderosa ferramenta de expressão, oferece um meio acessível e estimulante para que as crianças explorem suas emoções, ampliem seu repertório de experiências e desenvolvam habilidades cognitivas, motoras e sociais essenciais para seu crescimento. A proposta pedagógica funda-se nos seguintes pilares: 1. Estímulo à criatividade e expressão pessoal: em um mundo cada vez mais pautado pela tecnologia e pelo imediatismo, muitas vezes as crianças têm pouca oportunidade de explorar sua criatividade de maneira livre e sem restrições. A arte oferece possibilidades de expressão que vão além das palavras, permitindo que cada criança se manifeste de forma autêntica e pessoal. As oficinas propostas (argila, linguagens gráficas e linguagens livres) foram pensadas para criar um ambiente de exploração, onde as crianças possam investigar diferentes formas de criação e perceber o processo artístico como uma via de descoberta de si mesmas e do mundo. 2. Desenvolvimento cognitivo e sensorial: as atividades artísticas, como o trabalho com argila e a pintura, estimulam a percepção sensorial e o desenvolvimento cognitivo das crianças, uma vez que envolvem coordenação motora, percepção espacial, compreensão de formas e texturas e a capacidade de raciocínio abstrato. O uso de materiais e técnicas variadas oferece estímulos que ajudam as crianças a desenvolverem suas habilidades motoras finas, fundamentais para sua formação intelectual e sensorial. A possibilidade de trabalhar com conceitos como verticalidade, tridimensionalidade e linguagens gráficas amplia suas capacidades de pensamento crítico e imaginação. 3. Acesso à cultura e inclusão social: em muitos contextos sociais, as crianças têm acesso limitado a atividades culturais e educativas de qualidade. Ao oferecer oficinas artísticas gratuitas e com previsão de bolsa para estimular a permanência de 6 crianças de famílias socialmente vulneráveis, em cada uma das 3 oficinas, o projeto visa democratizar o acesso à cultura, proporcionando às crianças uma oportunidade única de vivenciar práticas artísticas que podem enriquecer suas vidas e ampliar seus horizontes. Esse acesso não apenas contribui para a inclusão social, mas também promove o fortalecimento da autoestima e da identidade das crianças, permitindo que elas se vejam como criadoras, e não apenas como espectadoras. 4. Fomento à colaboração e desenvolvimento social: as oficinas são organizadas de maneira que incentivam o trabalho coletivo, permitindo que as crianças compartilhem suas ideias, aprendam umas com as outras e desenvolvam habilidades sociais como empatia, respeito e cooperação. No ambiente de grupo, cada participante tem a chance de influenciar e ser influenciado por seus colegas, criando um espaço para o fortalecimento das relações interpessoais e para o exercício da convivência em sociedade. 5. Impacto a longo prazo no desenvolvimento integral das crianças: o desenvolvimento de habilidades artísticas não se limita ao aspecto criativo, mas tem um impacto duradouro no desenvolvimento pessoal das crianças. O envolvimento com a arte desde a infância pode melhorar o desempenho acadêmico, aumentar a autoestima, melhorar o relacionamento com os pares e até mesmo auxiliar no desenvolvimento de competências socioemocionais. Ao incentivar a exploração artística, o projeto busca, portanto, um impacto positivo que transcenda a experiência das oficinas e se estenda à vida cotidiana e ao futuro das crianças. 6. Complementação ao currículo escolar e à formação cultural: o projeto Minimundos também tem a intenção de complementar a formação escolar das crianças, proporcionando uma educação não formal que se alia ao que é aprendido na escola, oferecendo uma abordagem mais lúdica e interativa. Além disso, as oficinas de arte têm um papel fundamental na formação cultural das crianças, ampliando seus conhecimentos sobre as diversas formas de expressão e permitindo que elas se conectem com a história e as tradições culturais de sua própria comunidade e do mundo. Em um momento em que a educação e a cultura são ferramentas chave para a transformação social, este projeto se propõe a ser um ponto de partida para a construção de novos mundos, onde a imaginação e a expressão pessoal se tornam instrumentos de transformação e inclusão. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
A proposta está alinhada com os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 3: Saúde e Bem-estar 4: Educação de qualidade 10. Redução das desigualdades 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis 16: Paz, Justiça e Instituições eficazes 17: Parcerias e Meios de Implementação
A proposta educativa visa promover o desenvolvimento criativo e sensorial de crianças por meio de atividades artísticas. O projeto está estruturado em três oficinas, cada uma com uma abordagem específica para explorar diferentes formas de expressão artística e estimular a imaginação e a experimentação das crianças. As inscrições para as oficinas serão online, via formulário que será disponibilizado nas redes sociais do projeto, com preenchimento das vagas por ordem de inscrição, respeitada a reserva de vagas para crianças de famílias socialmente vulneráveis. Oficina 1: Linguagem da Argila Objetivo: explorar as possibilidades de investigação e criação utilizando argila, com foco nos conceitos de verticalidade e tridimensionalidade. Metodologia: a oficina propõe uma abordagem prática e sensorial, em que as crianças vão criar formas e texturas a partir da argila, desenvolvendo suas habilidades motoras e a percepção espacial. Carga horária: 4 encontros de 2h30 cada, totalizando 10 horas de atividade. Público alvo: crianças de até 12 anos, sem pré-requisito; Capacidade: 24 crianças, sendo 6 bolsistas Data: março a junho/2025 Horário: sábado, das 10h às 12h30 Local: Espaço Arco - Rua Martinico Prado, 302, Vila Buarque, São Paulo/SP Oficina 2: Linguagens Gráficas Objetivo: incentivar a investigação de diferentes formas de expressão gráfica, como linhas, traços, pinceladas e elementos gráficos, por meio do desenho e da pintura. Metodologia: as crianças são estimuladas a experimentar diferentes técnicas e explorar sua criatividade através da pintura e do desenho, desenvolvendo sua percepção estética e capacidade de expressão visual. Carga horária: 4 encontros de 2h30 cada, totalizando 10 horas de atividade. Público alvo: crianças de até 12 anos, sem pré-requisito; Capacidade: 24 crianças, sendo 6 bolsistas Data: março a junho/2025 Horário: sábado, das 10h às 12h30 Local: Espaço Arco - Rua Martinico Prado, 302, Vila Buarque, São Paulo/SP Oficina 3: Linguagens Livres Objetivo: proporcionar um espaço aberto para a exploração de diversas linguagens artísticas, permitindo que as crianças experimentem livremente diferentes formas de expressão, com base nos interesses do grupo. Metodologia: esta oficina tem um caráter de laboratório de pesquisa, onde as crianças podem trabalhar com argila, pintura ou até outras formas artísticas, sempre com foco na criatividade e na exploração de novas possibilidades expressivas. Carga horária: 4 encontros de 2h30 cada, totalizando 10 horas de atividade. Público alvo: crianças de até 12 anos, sem pré-requisito; Capacidade: 24 crianças, sendo 6 bolsistas Data: março a junho/2025 Horário: sábado, das 10h às 12h30 Local: Espaço Arco - Rua Martinico Prado, 302, Vila Buarque, São Paulo/SP
As atividades serão realizadas em local de fácil acesso, servido por transporte público e que atende aos critérios básicos de acessibilidade, cuja infraestrutura conta com recursos de segurança, facilitadores para locomoção no espaço físico, como rampa de acesso e banheiro PNE, logística de apoio adequada ao tipo de evento.
Como proposta de descentralização e democratização do acesso, todas as oficinas serão gratuitas, com reserva de vagas e bolsa de permanência para crianças de famílias socialmente vulneráveis, que serão preenchidas por meio de parceria com a rede municipal de educação e/ou instituições públicas ou privadas. Serão oferecidas 6 bolsas de permanência, no valor de R$ 80,00 (oitenta reais), para as crianças que comparecerem aos 4 encontros de cada oficina (18 bolsas no total - 3 oficinas). O valor será pago ao responsável da criança bolsista ao final das oficinas, mediante comprovação da presença. A fim de viabilizar o acesso das crianças bolsistas, está prevista verba de transporte para o responsável da criança bolsista, no valor de R$ 20,00 (vinte reais), para ida e volta de cada encontro. A Feirinha de Arte Minumundos também será gratuita e aberta ao público.
Currículo da proponente Carolina Amorim: é empreendedora social e atua como produtora na cena cultural de São Paulo desde 2017. No período de 2013 a 2020, auxiliou instituições privadas e públicas na identificação de recursos para o desenvolvimento social e na criação e implementação de iniciativas sustentáveis de impacto, especialmente ligadas à dança, à música e à educação. Em 2007, se formou em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Universidade de Brasília (UnB) e, em 2010, graduou-se em Direito pelo Centro Universitário de Brasília. Vive em São Paulo desde 2013, quando iniciou sua pesquisa em mecanismos de financiamento de iniciativas para o desenvolvimento social. Funções no projeto: Coordenação do projeto, Gestão Administrativa e Financeira, Assessoria Jurídica. Currículo resumido dos principais participantes: Fernanda Zerbini: artista e arte-educadora, pesquisa sobre a criança, a biodiversidade e a floresta como escola viva. É formada em fotografia pelo Senac e desenvolve trabalhos como ateliêrista com crianças em galerias, museus, sítios e festivais. Exploradora de trilhas para observar a terra e os detalhes da floresta selvagem, atua como inspiradora em ateliês de escolas vivas, projetos de arte e natureza, crianças na floresta e ateliê na floresta, tendo participado e implementado projetos entre Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro. Tem um trabalho de escuta ativa com as crianças, e produz a sua própria pesquisa de pintura junto com elas. Funções no projeto: Oficineira. Paula Rached: Atelierista, sempre teve o foco voltado para práticas e ofícios manuais, o que leva seu interesse à pintura onde seu processo artístico se traduz como um exercício do olhar para cenas afetivas. Além da pintura, tem seu trabalho paralelo com os ofícios de cerâmica e sapataria. Atelierista formada pelo Ateliê Carambola e a Learning by Language (Itália), entende a infância como um período precioso do indivíduo, valorizando de maneira contínua a escuta e o processo de descobertas da criança. Funções no projeto: Oficineira. Poliana Pieratti: graduada em artes cênicas pela Universidade de Brasília e Mestre em Pintura pela Universidade de Lisboa. Conduz narrativas textuais, orais, gestuais e imagéticas. Seus trabalhos já foram encenados em teatros, publicados em revistas, expostos – e discutidos – em universidades, mostras e festivais. Passou por instituições como Teatro Nacional de Brasília, Sesc-DF, Sesc-SP, Funarte, Sebrae, Oi Futuro, Caixa Cultural, Casa França Brasil, Parque Lage, entre outras. Exposições com relevância nacional: “I Mostra nacional Movimento Hotspot”, que circulou por nove cidades brasileiras e “I Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas”, que circulou por sete capitais do Brasil. Presença internacional: “12ª edição das Galerias Abertas das Belas-Artes”, em Lisboa – onde vence o “Prêmio Zet Gallery”, que a seleciona para a “Singular Pace”, em Braga. Em 2023 apresentou “Submersas”, com curadoria de Catarina Duncan – sua primeira individual no Brasil, realizada na Galeria Zipper, em São Paulo. Logo após, ficou três meses na residência Domo Damo, localizada em uma casa icônica do Paulo Mendes da Rocha e participou da 20ª SP - Arte. Como cenógrafa, atuou no teatro e também na música. Fez parte do Centro de Pesquisa Teatral - CPT, orientado por Antunes Filho. Função no projeto: Assistente de produção.
PROJETO ARQUIVADO.