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PRONAC 2411729Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AFRODELAS

INSTITUTO GUATA
Solicitado
R$ 198,1 mil
Aprovado
R$ 198,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Cubatão
Início
2025-02-03
Término
2025-08-22
Locais de realização (1)
Cubatão São Paulo

Resumo

Este projeto visa promover a valorização e visibilidade da cultura afro-brasileira nas escolas, através da realização de uma Exposição de Artes Itinerante apresentando dez personalidades de grandes mulheres negras na literatura, arte, dança e música no Brasil. Serão atendidas 2 turmas em cada escola, e cada intervenção dividida em três blocos _ Exposição Afrodelas, Sarau Afrodelas e Oficina de Produção Artística _ o projeto envolve atividades interativas como leituras de poemas, apresentações de músicas e dança, além de oficina de criação de fanzines com materiais recicláveis. Cada ação é pensada para estimular habilidades criativas, a sensibilidade artística e a reflexão crítica sobre a história e o papel da cultura afro-brasileira na sociedade.

Sinopse

1º Momento: Exposição de Artes Nesta etapa, apresentaremos a vida e obra de 10 personalidades femininas negras que marcaram a cultura brasileira. A exposição será montada em estruturas desmontáveis, contendo fotografias e imagens das personalidades, e instalada em locais estratégicos da escola, como o pátio, auditório ou refeitório. Os alunos serão guiados pelos educadores, que farão a mediação da visita como em uma galeria de arte, trazendo informações, curiosidades e aspectos inspiradores de cada artista apresentada. Durante o percurso, os alunos serão incentivados a refletir sobre a importância de conhecer e valorizar as contribuições artísticas de mulheres negras na cultura nacional, despertando neles o interesse pela pesquisa e valorização de artistas que muitas vezes não estão em destaque nos currículos tradicionais. 2º Momento: Oficinas artísticas temáticas. Esse é o momento mão na massa onde os alunos serão os próprios artistas criadores. Cada turma irá escolher através de breve votação qual personalidade apresentada na exposição será representada na oficina artística através de seu viés artístico. Cada personalidade com sua respectiva oficina criativa. Serão elas: 1) Conceição Evaristo: Linguista e escritora afro-brasileira, mineira. Éuma das mais influentes literatas do movimento pós-modernista no Brasil, escrevendo nos gêneros da poesia, romance, conto e ensaio. -Oficina Poemas em Zines: Produção de zines com poemas inspirados nas obras de Conceição Evaristo, celebrando a literatura negra.Objetivo: Incentivar a habilidade literária e a apreciação da poesia, explorando temas de empoderamento feminino e ancestralidade. Estudantes terão contato com trechos de obras de Conceição Evaristo, ampliando sua percepção sobre a importância da representatividade e das vivências afro-brasileiras. 2) Ruth de Souza: Atriz brasileira, considerada uma das grandes damas da dramartugia brasileira e a primeira grande referência para artistas negros na televisão brasileira. Foi a primeira artista brasileira indicada ao prêmio de melhor atriz em um festival internacional de cinema, por seu trabalho em Sinhá Moça (1954)no Festival de Veneza. -Oficina de Colagens e Pintura em Zines:Os alunos criam zines usando colagens com jornais, tecidos e revistas, inspirados em mulheres negras históricas.Objetivo: Desenvolver habilidades de recorte e montagem, promovendo o conhecimento visual das personalidades homenageadas. 3) Mercedes Baptista: Dançarina, carioca e primeira mulher negra a integrar o corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Nascida em Campos dos Goytacazes e de origem humilde, foi a responsável pela criação do balé afro-brasileiro, inspirado nos terreiros de candomblé, elaborando uma codificação próprio para essa dança. Após sofrer muitos preconceitos e receber poucas oportunidades, passou a integrar o Teatro Experimental Negro como bailarina, depois como colaboradora e finalmente como coreógrafa. -Oficina de ritmos: Os educadores irão mostrar ritmos de danças tradicionais da cultura afro-brasileira como o coco e jongo. Objetivo:Desenvolver habilidades corporais e expressivas, explorando o ritmo, a coordenação e a integração de movimentos inspirados nas danças tradicionais. 4) D. Ivone Lara: Importante cantora de compositora brasileira, conhecida com a Rainha do Samba e Grande Dama do Samba, foi a primeira mulher a assinar um samba-enredo e a fazer parte da ala dos compositores de uma escola de Samba. Em 13 de abril, data do seu nascimento, foi instituído o Dia Nacional da Mulher Sambista. -Oficina de musicalização Afro-Brasileira: criação de instrumentos com materiais recicláveis, como chocalhos de cabaça, percussão de coco e tambores.Objetivo: Proporcionar uma experiência prática e histórica sobre o impacto e a riqueza da música afro-brasileira. 5) Carolina Maria de Jesus: Escritora, compositora e poetisa brasileira. Ao mesmo tempo que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da comunidade onde morava nos cadernos que encontrava no material que recolhia, dando origem a seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. -Oficina de Zines com Mini-biografias: Produção de zines com mini-biografias de mulheres como Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez.Objetivo: Fomentar a leitura e o conhecimento biográfico, inspirando os alunos a valorizar histórias de vida. 6) Maria Auxiliadora: Foi uma pintora e artista autodidata brasileira que conquistou reconhecimento nacional e internacional com suas obras que retratam cenas da vida doméstica, rural, festas, danças, religiões afrobrasileiras, temáticas populares brasileiras da vida urbana e do cotidiano em comunidades. -Oficina de escultura com materiais reutilizáveis:criação de esculturas de pequeno porte representando símbolos da cultura afro-brasileira.Objetivo: Desenvolver habilidades de modelagem, com ênfase na sustentabilidade, ao mesmo tempo em que se explora a estética afro-brasileira e sua riqueza simbólica. 7) Elza Soares: Cantora brasileira que ao longo de mais de 60 anos de carreira teve inúmeras músicas no topo da lista de sucessos no Brasil. Foi eleita pela Rádio BBC de Londres como a cantora brasileira do milênio, além de aparecer na 16ª posição da lista das 100 maiores vozes da música brasileira elaborada pela revista Rolling Stone Brasil. Em 2002 o albúm Do Cóccix até o Pescoço lhe garantiu uma indicação ao Grammy. Em dezembro de 2021, tornou-se imortal da Academia Brasileira de Cultura. -Oficina de Poesia Falada: Criação e apresentação de poemas sobre as mulheres homenageadas em forma de slam.Objetivo: Trabalhar habilidades de expressão oral e poesia, incentivando o protagonismo dos alunos na apresentação das histórias das mulheres negras, ampliando sua capacidade de comunicação e reflexão. 8) Vera Passos: Dançarina e coreógrafa cearense, iniciou sua formação em balé clássico co sua mãe Regina Passos, uma das pioneira no ensino da dança no Ceará. Graduada em Dança pela Universidade Federal da Bahia, dançou em companhias como África Poesia, Companhia de Dança Jorge Silva e foi dançarina solista do aclamado Balé Folclórico da Bahia. Em 2008 assumiu a coordenação do Curso preparatório da escola de Dança da Funceb e em 2010 foi convidada para atuar como bailarina, professora e coreógrafa da Viver Brasil Dance Company. -Oficina de ritmos: Os educadores irão mostrar ritmos de danças tradicionais da cultura afro-brasileira como o coco e jongo. Objetivo:Desenvolver habilidades corporais e expressivas, explorando o ritmo, a coordenação e a integração de movimentos inspirados nas danças tradicionais. 9) Alzira Fidalgo: atriz, figurinista e produtora de teatro brasileira, fundadora, ao lado de Uburajara Fidalgo, a companhia de Teatro Profissional do Negro, sendo o trabalho de ambos um exemplo de projeto político que possibilitou o espaço dos negros no teatro no Brasil. Dando continuidade ao projeto de Abdias no Teatro Experimental do Negro, Alzira se preocupou não só com a capacitação teatral do negro pobre ou com a composição étnica negra do teatro. -Oficina de Zines com Mini-biografias: Produção de zines com mini-biografias.Objetivo: Fomentar a leitura e o conhecimento biográfico, inspirando os alunos a valorizar histórias de vida. 10) Lia de Itamaracá: Maria Madalena Correia do Nascimento é uma dançarina, compositora e cantora de ciranda, sendo considerada a mais célebre cirandeira do Brasil. Seu albúm Ciranda sem Fim foi eleito um dos 25 melhores álbuns brasileiros em 2019. -Oficina de ritmos: Os educadores irão mostrar ritmos de danças tradicionais da cultura afro-brasileira como a Ciranda e o Coco de pisada. Objetivo:Desenvolver habilidades corporais e expressivas, explorando o ritmo, a coordenação e a integração de movimentos inspirados nas danças tradicionais. 3º momento: Sarau artístico.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização e o reconhecimento das contribuições artísticas e culturais de mulheres negras na história do Brasil, utilizando a arte como ferramenta pedagógica para fortalecer o letramento racial, incentivar a criatividade e a expressão dos alunos, e fomentar a conscientização sobre diversidade cultural e o combate ao racismo nas escolas. O projeto busca desenvolver uma educação mais inclusiva, que valorize a pluralidade de identidades e incentive a reflexão crítica sobre desigualdades sociais e raciais. Ao apresentar o legado de grandes figuras femininas negras nas áreas da música, literatura, artes visuais e dança, o projeto pretende não apenas resgatar e enaltecer essas histórias e contribuições, mas também capacitar os alunos para se tornarem agentes de mudança, reforçando valores de respeito, equidade e solidariedade para a construção de uma sociedade mais justa e plural. Objetivos Específicos: -Atender gratuitamente 12 escolas da rede pública, implementando o letramento racial de forma inclusiva e acessível, com foco na valorização das identidades afro-brasileiras. -Desenvolver 24 ações culturais e educativas que enalteçam a cultura afro-brasileira, promovendo o contato direto dos alunos com múltiplas expressões artísticas e suas histórias através de Exposição de Artes, Sarau e Oficina de Produção Artística. -Apresentar a vida e obra de 10 mulheres negras pioneiras e influentes na cultura brasileira, através da montagem de uma Exposição Itinerante nas escolas, proporcionando visibilidade, valorização e reforçando seu impacto cultural e social. -Realizar 24 Saraus de cultura afro-brasileira em formato de concurso, promovendo uma experiência educativa e divertida que resgata a riqueza histórica afro-brasileira e incentiva o aprendizado colaborativo entre alunos. -Conduzir 24 oficinas de produção artística, onde cada aluno desenvolverá uma produção artística (com desenhos, poemas, colagens, fanzine e textos curtos), utilizando a arte para explorar e expressar seu aprendizado sobre a cultura afro-brasileira. -Produzir entre 1.200 e 1.500 criações artísticas com materiais recicláveis e reutilizados, como jornais, tampas de garrafa PET, tecidos e tintas, incentivando práticas sustentáveis e oferecendo aos alunos uma experiência prática de criação artística alinhada ao respeito ambiental e social.

Justificativa

Este projeto alinha-se diretamente com os incisos I e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, bem como com os objetivos do inciso II.e do Art. 3º da mesma Lei. A desigualdade no Brasil, de caráter estrutural e sistêmico, é inegável, em especial quando analisamos a fragilidade das políticas públicas para enfrentá-las. Embora pretos e pardos representem 56% da população, 71% das pessoas abaixo da linha da pobreza pertencem a esse grupo, segundo dados do IBGE. Diante dessa realidade, é fundamental entender como as estruturas socioeconômicas contribuem para a perpetuação dessas desigualdades. Segundo Pires e Silva, o racismo estrutural, ao longo da história, foi consolidado como um processo que cria um ciclo de desvantagens para os negros e privilegia os brancos de forma naturalizada. Nesse contexto, a escola desempenha um papel essencial na transformação social, sendo um espaço providencial para o despertar de novas consciências e o resgate cultural. O ambiente educacional deve promover debates e reflexões sobre a nossa história, valorizando todas as contribuições culturais que moldaram a identidade brasileira. A arte é uma forma de experiência que permite aos indivíduos olhar suas emoções e suas conexões com o mundo ao redor, promovendo a reflexão e o desenvolvimento crítico e compreender os processos que resultaram no apagamento de produções culturais e intelectuais negras é crucial para mudanças concretas. Valorizar e dar visibilidade às expressões artísticas, intelectuais e ancestrais afrodescendentes é indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. As artes visuais e as oficinas de arte desempenham um papel transformador no ambiente escolar. No contexto da educação, as práticas artísticas em sua ampla gama de experimentações são ferramentas poderosas para promover o aprendizado, pois engajam os estudantes em processos criativos que ajudam a construir sua identidade cultural e social. Além disso, Paulo Freire argumenta que a educação deve ser um processo de conscientização, onde os alunos se tornem agentes de sua própria história e as oficinas de arte são espaços onde esse saber pode florescer. As exposições, oficinas e práticas de artes visuais nas escolas permitem que os estudantes não apenas aprofundem sua criatividade, mas também se conectem com suas raízes culturais e reflitam sobre a diversidade cultural presente na sociedade. Elas oferecem uma oportunidade de resgatar e valorizar a rica herança cultural afrodescendente, muitas vezes negligenciada nos currículos tradicionais. Através da criação artística e apresentação através da Exposição de Artes, os alunos podem reconhecer e celebrar a importância das produções afro-brasileiras, resgatando figuras femininas negras e histórias que foram silenciadas por séculos de colonialismo. Convergindo com todos os esforços atuais para combater essas realidades, este projeto pretende ser um colaborador na difusão e implementação das novas ODS nacionais instituídas pelo Presidente Lula, na qual a ODS 18 trata diretamente da igualdade racial, ODS 19 - Arte, Cultura e Comunicação e ODS 20 - Direitos do Povos Originários e Comunidades Tradicionais, compondo os três pilares principais do objeto desta proposta. Como destacado por Lula na 78ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, a superação das desigualdades é fundamental para a sustentabilidade e harmonia entre seres humanos e a natureza. Acreditamos que a escola é o local ideal para plantar as sementes do respeito e da valorização da diversidade cultural nas novas gerações. O Brasil, com sua rica formação étnica, precisa promover o respeito à diversidade cultural como forma de construir uma nação mais forte e igualitária. A Lei 10.639/2003 foi um marco na inclusão da história e cultura afro-brasileira nos currículos escolares, mas sua implementação ainda é limitada e este projeto busca contribuir para mudar essa realidade, oferecendo ferramentas para a valorização contínua da cultura afro-brasileira e promovendo debates e reflexões permanentes. A reparação histórica passa também pela valorização da herança cultural afro-brasileira. O projeto visa resgatar e dar visibilidade às produções artísticas afrodescendentes, muitas vezes excluídas dos currículos escolares. As artes visuais, ao lado de outras formas de expressão, atuam como meios poderosos para reconectar os estudantes com suas raízes culturais e promover a conscientização crítica, reconhecendo o valor de grandes artistas e personalidades que moldaram a cultura nacional.

Estratégia de execução

Destacamos que devido não possuir histórico de execução de atividades culturais anteriores, o proponente enquadrou seu orçamento nas diretrizes determinadas pela IN 11/2024 Art. 4º inciso 6, dispensanso dessa forma a comprovação de atuação na área. A OSC não possui nenhum funcionário com registro em carteira de trabalho.

Especificação técnica

Fanzine: Estrutura única, uma dobra Capa: A4 grosso - papel cartão reciclado 240g Tamanho produto acabado: 148mm X 210mm EXPOSIÇÃO - PEÇAS FOTOGRÁFICAS Impressão Fine Art - papel Studio Enhanced Hahnemuhle 210gr Equipamentos - Epson P20.000 e Stylus Pro 9900 Tintas Pigmentadas base mineral aplicadas em Foam Board Acabamento - Laminado Tamanho das peças: 120cmX80cm ESTRUTURA: Cavaletes para quadros Telescópico Retrátil Grande 2,0m Projeto Pedagógico: Este plano pedagógico visa criar um ambiente de aprendizagem dinâmico e engajador, onde os alunos não apenas aprendem sobre a cultura afro-brasileira, mas também se expressam e refletem sobre suas identidades. Ao final do projeto, esperamos que os alunos tenham uma compreensão mais profunda da importância da representatividade, da cultura afro-brasileira e do letramento racial, capacitando-os para se tornarem agentes de mudança em suas comunidades. Linhas de Abordagem: A. MulticulturalismoB. InterculturalidadeC. Educação Crítica Abordagens Didáticas:- Expositiva - Ativa - Investigativa O projeto pedagógico busca não apenas transmitir conhecimento, mas também transformar a forma como os alunos percebem e interagem com questões raciais e culturais. Toda a abordagem pedagógica tem por objetivo estimular a criatividade, a sensibilidade e a valorização da diversidade, de forma lúdica e inclusiva, trabalhando as habilidades artísticas e as competências socioemocionais, utilizando um conteúdo de fácil adesão para todas as idades.

Acessibilidade

O Projeto será desenvolvido dentro das dependência das escolas municipais e estaduais do município de Cubatão, no qual serão utilizadas a estrutura de acessibilidade do próprio equipamento público, todos apresentando as condições exigidas para acesso de cadeirantes e/ou pessoas com mobilidade reduzida. Se tratando de equipamento público municipal, os mesmo devem atender às prerrogativas legais exigidas de oferecimento de estrutura mínima para cadeirantes e público com mobilidade reduzida, como largura adequada das portas, rampas de acesso, barras nos banheiros, entre outros como determina a Lei nº 13.146 de 6 de julho 2015, do Decreto nº3.298 de 20 de dezembro de 1999 e o Decreto nº9.404 de 11 de junho de 2018. Em relação à acessibilidade de conteúdo as arte-educadoras trabalharão com materiais alternativos, caso se faça necessário, como materiais em alto relevo e materiais alternativos como tecidos, EVA, tampinhas de garrafa, jornal, possibilitando produções artísticas através de colagens permitindo aos alunos PCDs executarem as suas experimentações em materiais que possibilitem uma vivência tátil. Em relação aos conteúdos artísticos e audiovisuais que serão trabalhados durante as ações, serão previamente gravados e adaptados para transmissão em audiodescrição e legendas descritivas. O arquivo será disponibilizado ao setor pedagógico de cada unidade escolar e poderá ser baixado e disponibilizado aos alunos não só para o momento das ações, mas também para outros momentos que se façam necessários ou oportunos.

Democratização do acesso

O projeto se desenvolverá de forma itinerante nas escolas municipais e estaduais do município de Cubatão, onde todas as ações serão 100% gratuitas, não sendo efetuado qualquer tipo de cobrança à Secretaria de Educação Municipal, Diretoria de Ensino, às escolas e nem tão pouco aos alunos participantes. Se pretendendo ser o mais democrático, acessível e irrestrito possível, sempre acatando e respeitando os regimentos internos das instituições de ensino parceiras às quais nos vincularemos para o adequado desenvolvimento do projeto. A quantidade de alunos atendidos em cada escola será definida em reunião prévia com cada unidade escolar, respeitando a capacidade do espaço físico disponibilizado para o desenvolvimento da ação e o conteúdo programático curricular de cada sala de aula. Dessa forma, ficará à caráter de direção escolar definir quais serão as turmas contempladas pela ação atendendo ao quantitativo pré-estabelecido. Durante a realização do Sarau Afrodelas serão distribuídos, em forma de premiação aos vencedores, brindes alinhados com a proposta educativa cultural trabalhada (livros infanto-juvenis da cultura afrodescentente) de forma totalmente gratuita aos alunos participantes. Da mesma forma, os Fanzines confeccionados pelos alunos durante a Ação, serão doados às escolas com a sugestão de montagem de um painel da Cultura Afro-brasileira, onde todas as produções ficarão expostas para que os demais alunos possam ter acesso.

Ficha técnica

Gabriela Linhares Lustosa Cargo na Instituição - Vice Diretora Geral Função no Projeto - Coordenadora Geral do Projeto Currículo resumido - Brasiliense, formada em Design de Moda pelo IESB (Brasília-DF) e pós-graduada em Design de Produtos de Moda pelo SENAI-CETIQT (São Paulo-SP). Orientou sua carreira desde o início para a Moda Sustentável e socialmente responsável. Sua atuação se pauta no princípio de que os profissionais da moda podem contribuir na construção de um mundo mais justo, menos desigual e verdadeiramente democrático. Suas experiência pessoais e profissionais são marcadas por experiências em alguns países estrangeiros, como a Índia, Israel e Turquia além de outros países da Europa. Desde 2012 trabalha no setor da moda de forma autoral priorizando a sustentabilidade e a conscientização sobre a cadeia produtiva do setor. No ano de 2022 passou a aturar em projetos incentivados, como o projeto "Mão Empoderadas", realizado em de São Paulo e hoje está em sua 3ª edição onde estruturou oficinas para inclusão de mulheres artesãs de baixa renda no mercado de trabalho. Desde de março 2023 é produtora na empresa Educativo Itinerante, que realiza projetos incentivados de arte-educação nas escolas públicas. Hoje também é sócio fundadora e Vice Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Alex Barros Função no Projeto- Produtor Executivo Currículo Resumido - Profissional historiador pela PUC-SP, possui ampla experiência na área de arte-educação, atuando em instituições renomadas como o CCBB de Brasília, SESC Pompeia e Pinacoteca de São Paulo, onde conduziu atividades com grupos diversos, incluindo estudantes, idosos e pessoas com deficiência (PCDs). Coordenou projetos socio-culturais de grande impacto, como o atendimento de 82 mil alunos e professores da rede pública em nove estados por meio de um projeto de arte-educação via a Lei Rouanet. Também se destacou como guia turístico na Chapada Diamantina, proporcionando experiências educativas sobre história e geografia regionais. Internacionalmente, viveu por dois anos na Índia, onde se aprofundou em meditação Vipassana. Atuou como professor voluntário em Madhya Pradesh e, posteriormente, viajou pela Europa e Ásia, explorando culturas locais e adquirindo habilidades em diferentes contextos. Com experiência como educador em estudos do meio pela empresa Ivian conduz atualmente roteiros para estudantes extra-escolar em visitas a locais histórico-culturais, enriquecendo o processo de aprendizado por meio da imersão nesses ambientes. Sua trajetória reflete um forte compromisso com a educação, sustentabilidade e experiências culturais diversificadas. Anne de Anajaz Martins Função no Projeto - Arte - Educadora Currículo Resumido - Sua trajetória profissional e formativa tem ênfase na educação inclusiva, produção artística e coordenação de projetos culturais. Atualmente, a profissonal atua como Coordenadora de Produção e Educadora de Linguagens Inclusivas na exposição de arte "Trilogia das Aventuras: Alice" (2024), além de ter desempenhado papel semelhante no projeto Educativo Itinerante "Monet à Beira d'água" (2022-2024), onde coordenou atividades artísticas e educativas em várias regiões do Brasil. Com experiência na captação de recursos e parcerias pela ONG Conecta (2016-2021), também foi gestora de oficinas de cultura maker voltadas para a geração de renda em comunidades vulneráveis na CRATERI SLZ (2018-2020). Seu histórico inclui a criação de livros interativos infantis com a marca Brinquedos Criacria (2014-2016) e a coordenação de projetos de artesanato sustentável no Maranhão e Pará com a Rosa de Anajaz Criações Artísticas (2005-2011). Sua formação acadêmica e especializações vão desde Turismo e Lazer, Arteterapia, Museologia e Neuropsicopedagogia. Maurenice Santos Cargo na Instituição - Conselheira Função no Projeto - Coordenação dos monitores Currículo resumido - Paulistana, 41 anos, mulher cisgênero e mãe. Graduada em Administração de Empresas pela Uniesp - 2011 e graduanda em Pedagogia pela Faculdade Cruzeiro do Sul (conclusão 2025), cursista na formação docente em Educação para as Relações Étnicos Raciais (FORMAÇÃO ERER 2024) pela Associação Baobá. Cursos complementares: - Curso Ler o Brasil (2024) na Casa Sueli Carneiro; - Curso de Contação de Histórias - Mário Sankofa (2024) e Curso de Letramento Racial (2024). Atuou no setor Administrativo em diversas empresas na cidade de São Paulo, responsável pela prestação de contas, recursos humanos e auxiliar de gestão. Atualmente é integrante e dançarina da Associação Quiloa Maracatu (desde 2022), mediadora no Coletivo de Escrita Insubmissas (desde 2023), participante do Coletivo Nyansapo - Rodas de Leitura de Lélia Gonzales (2024) e participante do grupo Ilú Oba De Min (2024) Carolina Bovo Criscuolo Cargo na Instituição - Diretora Geral Função no Projeto - Coordenadora Administrativa/Financeira Currículo resumido - Paulistana, 43 anos, graduada em Educação Físicapela UniFMU SP em 2004 e pós-graduada em Saúde Mental pela FACEL em 2008. Durante os anos de 2006 e 2008 trabalhou no Hospital Psiquiátrico Nina Rodrigues em São Luís do Maranhão, desenvolvendo e ministrando diversas oficinas corporais e terapêuticas aos usuários do equipamento. Em paralelo efetuou alguns atendimentos junto ao CAPS II da mesma cidade, com proposituras no ramo da atividade física e terapêutica através do movimento corporal. No Estado de São Paulo, se efetivou como servidora pública do Estado, onde permaneceu por 12 anos atuando na Fundação CASA na execução de medidas socioeducativa para adolescentes em situação de privação de liberdade, incialmente como professora de Educação Física, posteriormente como Coordenadora Pedagógica no ano de 2020 e finalmente com Encarregada de Área Técnica de 2021 à 2022, desligando-se da instituição no ano de 2022. Foi sócio fundadora e ocupou o cargo de Diretora Executiva no Instituto Jurema durante os anos de 2019 à 2022 e mais recentemente atuou na equipe de produção executiva do Projeto Sabores e Lembranças desenvolvido pelo Instituto ADUS. Atualmente sócio fundadora e Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Ana Cândida Pena - Assessoria de Imprensa Currículo Resumido - Jornalista e mestre em Antropologia Social, atua como assessora de comunicação com foco nos temas ligados à cultura, sustentabilidade e políticas públicas. Como assessora de imprensa já atendeu as contas da Biblioteca Mário de Andrade, Instituto Ethos, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre outros. Foi colunista do UOL na editira Ecoa, com artigos sobre a primeira infância e desenvolvimento territorial.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.