| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61533584000155 | BANCO SOCIETE GENÉRALE BRASIL S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
O projeto "CONTRATURNO MUSICAL IMIRIM" visa oferecer formação musical e artística por meio de oficinas, práticas musicais, palestras e o aprendizado de um ou mais instrumentos, gratuitamente, para estudantes entre 10 e 17 anos de escolas públicas localizadas na zona norte de São Paulo, capital.
O projeto “CONTRATURNO MUSICAL IMIRIM” visa democratizar o acesso à educação e formação musical para jovens de 10 a 17 anos, oriundos de escolas públicas da zona norte de São Paulo. Através de oficinas de instrumentos, práticas musicais e atividades socioculturais, oferecidas de forma contínua e gratuita, o projeto busca desenvolver o talento artístico e musical de estudantes em situação de vulnerabilidade social. Além das aulas, serão realizadas apresentações públicas e workshops, promovendo a integração entre os alunos e a comunidade, e fomentando o interesse pela música. Estima-se o impacto direto em mais de 300 jovens por ano, incentivando a formação cultural e cidadã por meio de experiências artísticas transformadoras.
OBJETIVO GERAL: O projeto "CONTRATURNO MUSICAL IMIRIM" tem como objetivo oferecer em caráter contínuo, oficinas musicais gratuitas com aulas de violão, guitarra, violino, piano, percussão, canto/coral e formação de banda para crianças e adolescentes de 10 à 17 anos, de segunda a sábado, durante o período livre do contraturno escolar no formato presencial, além de apresentações gratuitas com a participação dos alunos, professores e músicos renomados, possibilitando maior acesso a esta manifestação cultural. Acreditamos que a música é um meio poderoso para promover a integração social, reduzir a violência e fomentar a cidadania. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Produto 1 - Oficinas para aulas de instrumento musical e canto coralOferecer, em caráter contínuo e gratuito, oficinas gratuitas para diferentes níveis e instrumentos, num período de 10 meses de ano letivo:Canto Coral: 2 turmas (1 Iniciante, 1 Intermediário), 1 aula por semana, 1 hora cada. Tecnica Vocal _ 2 turmas, 1 aula por semana, 1 hora cada _ Guitarra: 7 turmas (4 Iniciante, 3 Intermediário), 1 aula por semana, 1 hora cada. Percussão: 5 turmas (3 Iniciante, 2 Intermediário), 1 aula por semana, 1 hora cada. Piano: 13 turmas (8 Iniciante, 5 Intermediário), 1 aula por semana, 1 hora cada. Prática de Banda: 3 turmas (Intermediárias), 1 aula por semana, 1 horas cada. Violão: 10 turmas (8 Iniciante/Intermediário, 1 Camerata, 1 Intensivo), 1 aula por semana, 1 hora cada. Violino: 2 turmas (1 Iniciante, 1 Intermediário), 1 aula por semana, 1 hora cada. Teoria Musical: 1 turma, 1 aula por semana, 1 hora cada Por ano, estima-se o beneficiamento de, pelo menos, 300 crianças. Produto 2 - Apresentações musicais e recitais- Disponibilizar ao longo de 12 meses, gratuitamente, ao público da região 02 apresentações musicais ao final de cada semestre letivo.- Realizar ao longo de 12 meses, 10 workshops/recitais sobre temas relacionados à música com a apresentação dos alunos e professores do Instituto.Por meio desse produto pretende-se contribuir para a democratização do acesso a música, realizando apresentações musicais, recitais e workshops mensais de forma gratuita aos alunos e aberto ao público da região, com o intuito de promover a participação popular e o acesso à cultura gratuitamente não apenas aos alunos mas tambem as famílias e a comunidade em torno do projeto que podem participar das apresentações e recitais Produto 3 - Contrapartida social - Proporcionar ao longo de 12 meses, atividades socioculturais diversas como passeios a exposições, musicais, teatros, museus, realização de palestras sobre temas como cidadania e meio ambiente, exibição de filmes, e realização de saraus.Essas atividades promovem a participação da comunidade e o acesso à cultura, democratizando o conhecimento musical, permitindo que jovens músicos se apresentem e desenvolvam seu caráter artístico, além de estimular o interesse pelo estudo de seus instrumentos.
Este projeto se justifica pela convicção de que a música pode transformar vidas e proporcionar oportunidades essenciais para o desenvolvimento pessoal. O fundador e atual Diretor, Celso Umberto Luchesi, também músico, identificou uma lacuna significativa: a escassez de propostas culturais gratuitas para jovens de escolas públicas na Zona Norte de São Paulo. Essa realidade reforça a urgência de atuação do Instituto, tornando este projeto não apenas necessário, mas vital para o empoderamento e a formação de cidadãos mais conscientes e engajados. O projeto "CONTRATURNO MUSICAL IMIRIM" converge com a finalidade do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) consubstanciado nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: "Inciso I: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto promove o acesso gratuito à formação educacional musical para jovens em situação de vulnerabilidade, democratizando o conhecimento cultural. Inciso II: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Com as oficinas de diferentes instrumentos e apresentações musicais, o projeto fomenta a criação e a troca de experiências artísticas na comunidade, estimulando a produção e a difusão de bens e serviços culturais. Inciso III: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Por meio da oferta gratuita de aulas de música, o projeto não apenas ensina técnicas musicais, mas também instiga o interesse e a valorização da cultura local." O projeto converge, ainda, com o objetivo descrito na alínea "a" do inciso IV do art. 3º da Lei nº 8.313/91 "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais", promovendo o acesso aos bens culturais, especialmente para populações de baixa renda. O projeto garante que crianças e adolescentes estudantes de escoals públicas tenham acesso a aulas de musica e instrumento e atividades culturais sem custo, permitindo o desenvolvimento de talentos e habilidades. A ação é uma das iniciativas do Instituto Cultural Grão de Areia, uma organização da sociedade civil (OSC) sem fins lucrativos que se dedica a promover a inclusão social e cultural por meio da música, proporcionando desenvolvimento pessoal e criando a oportunidade de profissionalização, com foco em crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, preferencialmente na Zona Norte de São Paulo. O Instituto está registrado pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e foi reconhecido, em 2021, como Ponto de Cultura reconhecido pelo Ministério do Turismo/Secretaria Especial de Cultura/Governo Federal. A realização dos programas previstos nessa iniciativa viabilizará o acesso, sobretudo de jovens de baixa renda, ao aprendizado de música, por meio de oficinas e apresentações musicais gratuitas. No contexto sociocultural da população alcançada pelo Projeto, que localiza seu polo em uma região considerada de vulnerabilidade ou próximas de periferias, o acesso aos bens culturais de cunho sociológico sofre restrição, especialmente por razões econômicas e educacionais. Pelo fato das aulas e apresentações serem gratuitas, os alunos de famílias em situações de instabilidades são os mais beneficiados pelo projeto. Atualmente, o Projeto conta com cerca de 300 alunos por ano (150 por semestre), com as atividades estendidas para o cobrir o contraturno escolar. O projeto visa sempre ampliar o número de atendidos, obtendo crescimento significativo no número de vagasanualmente. Os alunos que se destacam nas aulas/oficinas podem ser contratados como monitores, auxiliares e outras funções de acordo com a qualificação recebida, incentivando assim a profissionalização e a geração de renda na comunidade onde o polo foi instalado. O apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, fundamental para a continuidade das atividades do Instituto, tendo em vista que este programa, implantado desde 2019, vem se mostrando uma ferramenta eficiente na transformação da realidade sociocultural dessa juventude, oriunda de famílias de baixa renda, agregando valores educacionais, sociais, culturais e proporcionando a oportunidade de contato com a arte. Com a implementação do "Contraturno Musical Imirim", pretende-se alcançar um público de 300 crianças por ano, beneficiando indiretamente mais de 1.200 pessoas através de apresentações e eventos comunitários. Em 2021 o Instituto Grão de Areia foi reconhecido como Instituição Cultural e Ponto de Cultura a partir dos critérios estabelecidos na Lei Cultura Viva (13.018/2014). O apoio incondicional do PRONAC será ferramenta indispensável para dar continuidade nessa ação de sucesso. Por meio do apoio previsto pretende-se: - Dar continuidade à oferta de oficinas, workshops e apresentações musicais, mantendo o desenvolvimento deste programa de formação musical aos jovens da região, gratuitamente, além de palestras e atividades socioeducativas a todos os(as) alunos(as) do instituto com programação periódica que permita a difusão e fruição do espaço cultural e de utros espaços culturais na cidade; - Atualizar os instrumentos e ferramentas por meio da aquisição de novos materiais e recursos educativos para as oficinas e apresentações musicais. Esses novos equipamentos permitirão a entrada de novos alunos em diversas turmas e horários, além de proporcionar um aprimoramento significativo na sua formação cultural. - Ampliar a oferta de educadores musicais nas escolas públicas parceiras.
Oferecemos oficinas musicais gratuitas de violão, guitarra, violino, piano, percussão, canto/coral e prática de banda, para atender cerca de 300 jovens por ano. Com uma carga horária anual de aproximadamente 2.160 horas, nossas atividades são projetadas para desenvolver técnica, expressividade e cultura musical. As aulas em grupo incentivam a prática de conjunto, aprimorando habilidades de escuta e colaboração entre os alunos.As principais atividades desenvolvidas são as seguintes: (I) Aulas individuais e coletivas de instrumentos, (II) Aulas teóricas de música, (III) apresentações musicais e recitais e (IV) Atividades socioculturais como passeios, palestras, workshops e saraus. A formação musical completa e de qualidade no domínio da música não pode prescindir dos seguintes aspectos: conhecimento técnico; conhecimento teórico e performance. Além do conhecimento ministrado em oficinas especificas – ensaios, aula de instrumento, apresentações, passeios e atividades socioculturais - os alunos receberão mais informações e subsídios sobre esses assuntos, pois a forma de trabalhar no Instituto tem por proposta integrar o trabalho de todos os professores e propiciar aos educandos uma imersão completa no ambiente musical. Nas oficinas musicais, escopo principal deste projeto, estão previstas aulas individuais ou em grupo. O objetivo dessas aulas é refinar a técnica e expressividade dos jovens músicos, bem como ampliar seu conhecimento de repertório específico e cultura musical. A prática de conjunto é incentivada pelos professores, e nela, os estudantes tomam contato com uma estratégia didática elaborada que lhes permitirá lidar com uma série de questões concernentes à sua formação, entre elas: percepção de si em relação ao grupo, escuta de outros instrumentistas, autorregulação do grupo, regulação da sonoridade, trabalho da musicalidade, conhecimento de repertório, entre outros aspectos. O aperfeiçoamento de procedimentos didáticos se baseia na observação, análise e diagnóstico por parte dos professores que integram o projeto, em constante diálogo com os jovens que podem dessa maneira participar democraticamente de decisões concernentes à sua formação.Atualmente, temos uma média de 2.160 horas de aula por ano, o que se traduz em aproximadamente 216 horas mensais, 47 horas semanais e pouco mais de 9 horas diárias de atividade. Essas oficinas podem ser oferecidas tanto de forma individual quanto em grupo, com um número de alunos que varia de 1 a 20 por oficina. Portanto, não existe um número fixo de alunos por oficina, uma vez que essa quantidade é flexível e depende, em grande parte, do instrumento sendo ensinado.As apresentações musicais e os recitais constituem etapa primordial na formação dos alunos pois proporcionam a vivência da relação palco-plateia. Frente ao público, o desafio é fortalecer a autoestima vencendo os sentimentos de insegurança, timidez e o nervosismo. É neste momento que se formata a personalidade do jovem músico para enfrentar os desafios da carreira profissional, na qual constantemente se exporá a críticas do público em geral. Nas apresentações, um outro aspecto importante da vida de um músico é trabalhado: o controle emocional. O músico consciente sempre se sentirá nervoso antes de enfrentar a plateia; o respeito ao público e à obra do compositor colocam essa responsabilidade. No entanto, o trabalho constante da relação com o público permitirá que cada vez mais os jovens músicos aprendam a conviver com suas emoções, servindo-se delas para contagiar o público, mas sem posicionar-se de forma passiva e prejudicial em relação a elas. Tão importante para a formação do músico quanto as atividades previstas no programa de formação das oficinas musicais é o desenvolvimento sociocultural dos participantes, apropriando-se dos espaços de produção cultural existentes na cidade, enriquecendo seu repertório de referências artísticas e criando parâmetros sólidos de comparação para seu desenvolvimento técnico e artístico, através da observação de modelos de refinada qualidade artística. O Instituto oferece a seus alunos a possibilidade de participar de apresentações teatrais, passeios a exposições e espaços culturais da cidade, tais como sala de concertos e museus, participação em palestras sobre temas relacionados a música, cidadania e meio ambiente, exibição de filmes, realização de saraus, workshops, recitais e apresentações musicais onde os alunos, professores e artistas da comunidade se apresentam e interagem entre si. Os alunos devem apresentar um relatório crítico sobre o espetáculo ou concerto assistido, desenvolvendo dessa forma sua capacidade de apreciação musical e de estabelecer julgamentos de valor artístico, além, é claro de ampliar sua cultura musical. Além disso, estão submetidos ao sistema de Avaliação Contínua. Ao longo das atividades, recebem atenção constante dos professores que monitoram sua participação e aproveitamento segundo critérios bem definidos. Estes podem ser de ordem técnica, expressiva, comportamental e ligados aos valores humanos que se pretende envolver na atividade. Outras informações estão contidas no plano pedagógico e no portfólio do Instituto, anexado na aba de documentos.
Plano de Acessibilidade Integrado – Produtos do Instituto Cultural Grão de Areia Este documento apresenta o Plano de Acessibilidade aplicado aos três produtos culturais do Instituto Cultural Grão de Areia: Oficinas de Música, Apresentação (Recitais) e Contraparida Social (Atividades Socioculturais Diversas). O presente plano incorpora as ações já implementadas em 2024 e 2025 e amplia as diretrizes para garantir acessibilidade física, comunicacional, digital e atitudinal para pessoas com deficiência física, visual, auditiva, intelectual, TEA, síndromes, doenças que gerem limitações e pessoas que desconhecem linguagens ou idiomas. 1. Curso/Oficinas de Música1.1 ObjetivoGarantir que todos os alunos tenham acesso pleno às aulas, conteúdos, materiais e interações pedagógicas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou linguísticas. 1.2 Acessibilidade FísicaSalas com circulação livre e mobiliário adaptável.Rotas acessíveis entre entrada, secretaria, banheiros e salas.Iluminação adequada e controle de ruído para alunos com hipersensibilidade sensorial.Espaços organizados para permitir a movimentação de cadeirantes. 1.3 Acessibilidade Comunicacional e AtitudinalProfessores capacitados em Libras para comunicação cotidiana.Comunicação clara, pausada e objetiva.Linguagem simples e explicações visuais complementares.Estratégias pedagógicas inclusivas para alunos com TEA.Mediação acolhedora e livre de barreiras atitudinais. 1.4 Acessibilidade ao ConteúdoMateriais didáticos com descrição textual e áudio, quando necessário.Vídeos sempre legendados.Partituras ampliadas ou em alto contrastem, quando necessário.Alternativas sensoriais:Descrição tátil e verbal de instrumentos para alunos cegos.Demonstrações visuais e Libras para alunos surdos.Roteiros estruturados para alunos com TEA.Conteúdos traduzidos para Libras quando aplicável.1.5 Acessibilidade DigitalWebsite acessível com tradutor de Libras, textos alternativos e compatibilidade com leitores de tela.Materiais digitais acessíveis na área do aluno.2. Apresentações / Recitais 2.1 ObjetivoGarantir que todos os recitais promovidos pelo Instituto sejam plenamente acessíveis ao público, familiares, alunos e comunidade externa. 2.2 Acessibilidade FísicaEscolha de espaços com rampas, corrimãos e rotas acessíveis.Lugares reservados para cadeirantes e acompanhantes.Banheiros acessíveis.Sinalização visual e tátil, quando possivel.Controle de iluminação e ruído para pessoas com hipersensibilidade sensorial, quando possivel. 2.3 Acessibilidade ComunicacionalIntérprete de Libras em todos os recitais.Legendagem em telão para falas, letras e explicações.Programação impressa em linguagem simples e versão digital acessível.Anúncios transmitidos também de forma visual.2.4 Acessibilidade ao Conteúdo ArtísticoDescrição das performances para pessoas cegas.Informações sobre repertório em braille ou versão digital acessível.Espaços de baixa estimulação sensorial para pessoas com TEA.Mediação cultural inclusiva, explicando conceitos musicais em linguagem acessível, antes das apresentações. 2.5 Acessibilidade AtitudinalEquipe treinada para atendimento inclusivo.Recepção preparada para orientar pessoas com deficiência.Comunicação acolhedora e não discriminatória. 3. Contraparida Social - Atividades Socioculturais Diversas3.1 ObjetivoAssegurar que todas as atividades socioculturais (oficinas, encontros, rodas de conversa, ações comunitárias) sejam acessíveis e inclusivas.3.2 Acessibilidade FísicaEscolha de espaços adaptados com rotas acessíveis.Mesas e cadeiras adequadas para diferentes necessidades, quando tecnciamente possivel. Controle de estímulos sensoriais conforme o tipo de atividade, quando tecnciamente possivel. Sinalização tátil e visual, se necessário ou tecnciamente possivel. 3.3 Acessibilidade ComunicacionalIntérprete de Libras quando houver falas ou mediações.Materiais de apoio com linguagem simples, caso necessário.Recursos visuais para reforçar explicações, caso necessário.Comunicação alternativa para pessoas com dificuldades de fala. 3.4 Acessibilidade ao ConteúdoMateriais digitais acessíveis, se necessário. Vídeos sempre legendados.Conteúdos traduzidos para Libras quando necessário.Adaptação de atividades práticas para pessoas com limitações motoras.Roteiros estruturados e previsíveis para pessoas com TEA.Explicações culturais e linguísticas para pessoas que desconhecem idiomas ou linguagens específicas. 3.5 Acessibilidade AtitudinalEquipe sensibilizada e treinada para acolhimento.Mediação inclusiva, respeitando ritmos e modos de participação.Incentivo à participação ativa de pessoas com deficiência. ConclusãoO Instituto Cultural Grão de Areia reafirma seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade, garantindo que todos os seus produtos culturais — cursos, apresentações e atividades socioculturais — sejam planejados e executados de forma a promover a participação plena e equitativa de todas as pessoas. Este plano consolida as ações já implementadas e amplia as diretrizes para assegurar acessibilidade física, comunicacional, digital e atitudinal em todas as etapas dos projetos.OBSERVAÇÃO: Ressaltamos que parte das ações destacas já foram implementadas na Intituição com recurso de outras fontes, como por exemplo o treinamento dos professores para atendimentos as criança com necessidades especiais, demais itens serão custeados pelos custos vinculado de comunicação e/ou recursos prórprios, se necessário.
O projeto atende às condições de democratização do acesso à população na medida em que as ações que engloba consistem em um trabalho desenvolvido com jovens de baixa renda na periferia da cidade de São Paulo de forma gratuita. Todas as nossas apresentações musicais, recitais, workshops são realizados de forma gratuita e abertos ao público em geral, sem qualquer restrição. Com essa iniciativa pretende-se contribuir para elevação da autoestima dessas pessoas, que passarão a perceber que podem participar de apresentações musicais de qualidade e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento de um novo público consumidor de cultura, fortalecendo o ciclo da economia da cultura. Nesse sentido atenderemos o disposto no artigo 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024. Considerando a acessibilidade cultural como direito básico de todo cidadão, o Instituto Grão de Areia pensa sua diretriz pedagógica à luz da autonomia dos indivíduos, em respeito à sua diversidade e complexidade. Assim, em todas as apresentações musicais, workshops e recitais haverá a participação de um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Destaca-se, ainda, que o projeto contempla a aquisição, prevista em orçamento, de novos instrumentos musicais, bem como o reparo dos que já estão em uso, direcionados a alunos e alunas que não dispõem de recursos para adquiri-los.
O IGDA- Instituto Grão de Areia, declara para os devidos fins e direitos que realizará todas as atividades de gestão administrativa / financeira e decisória, por meio de seus representantes. O Instituto é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, fundada em 2011, que acredita no poder transformador da música como instrumento de inclusão social e cultural. Como gestores do Projeto Contraturno Musical Imirim, oferecemos, em caráter contínuo, a crianças e adolescentes de 10 a 17 anos, educação musical gratuita por meio de oficinas musicais gratuitas no período do contraturno escolar, além de apresentações musicais e recitais gratuitos a toda a comunidade. Localizados na Zona Norte de São Paulo, na Avenida Imirim, 1385, nosso objetivo é democratizar o acesso à música e criar oportunidades para um futuro mais promissor de crianças e jovensConforme estabelecido em seu estatuto social e em suas práticas operacionais, a Diretoria (composta por Ellen Carolina da Silva - Presidente e Luciana Bucharelli (Vice Presidente) e o Conselho de Administração do Instituto, com a assitencia do Conselho Fiscal - são os órgãos responsáveis pela condução estratégica, tática e operacional do projeto. Este compromisso se reflete na própria gênese do Instituto, quenasceu do sonho e da dedicação de Celso Luchesi, músico e advogado", fundado em 2011 para promover inclusão, arte e oportunidades por meio da cultura em sua própria comunidade. Especificamente, os dirigentes do Instituto exercem, de forma ativa e direta, as seguintes responsabilidades: Gestão e Aprovação Estratégica: A Diretoria e o Conselho são responsáveis pela definição das diretrizes gerais do projeto, aprovação de planos de trabalho, orçamentos, cronogramas e seleção de parceiros e fornecedores. Toda decisão relevante para o andamento do projeto passa por deliberação e aprovação explícita dos órgãos diretivos do Instituto. Supervisão de Atividades: Há uma supervisão contínua e detalhada de todas as atividades desenvolvidas, que incluem ensino coletivo e individual de música, apresentações mensais e recitais gratuitos para toda a comunidade, abrangendo diversos estilos e formações musicais. Essa supervisão garante que a execução esteja alinhada com a missão do Instituto de fornecer formação musical e artística de excelência, promovendo o desenvolvimento pessoal e criando oportunidades de profissionalização para jovens em situação de vulnerabilidade social", atendendo "mais de 300 crianças anualmente. Fiscalização Financeira e Contábil: Toda a movimentação financeira, desde a captação até a aplicação dos recursos, é rigorosamente auditada e fiscalizada pela gestão do Instituto. As contas são acompanhadas de perto para assegurar o cumprimento das normas contábeis, fiscais e da Lei Rouanet, bem como dos termos do contrato social e demais legislações aplicáveis. Os dirigentes garantem a transparência e a correta prestação de contas dos recursos incentivados. Recrutamento e Gestão de Equipe: A equipe envolvida na execução do "Projeto Contraturno Musical Imirim" é diretamente contratada e gerenciada pelo Instituto, com a devida qualificação e alinhamento aos objetivos culturais e sociais do GDA. O Instituto Cultural Grão de Areia não se configura como um mero intermediário, mas sim como o verdadeiro gestor e executor do projeto, com uma estrutura de governança clara e um histórico comprovado de atuação direta na promoção da cultura e inclusão social na Zona Norte de São Paulo. CURRICULOS RESUMIDO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DO PROJETO: ELLEN CAROLINA DA SILVA - Presidente do Instituto Cultural Grão de Areia - Advogada há pouco mais de 25 anos, sócia do escritório Luchesi Advogados em São Paulo. Formada em Direito pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Direito empresarial pela mesma Universidade, LLM em Direito Comercial Internacional pela Universidade da Califórnia e mestre em Direito pelo Instituto de Direito Público. Como sócia do escritório Luchesi Advogados é responsável desde 2010 pelo projeto Cultivar que se dedica a fornecer advocacia pro Bono a instituições sem fins lucrativos e pessoas hipossuficientes e nesse ponto o escritório sob a sua supervisão atendeu e pode ajudar centenas de pessoas e várias organizações sociais. Em 2011 participou da fundação do Instituto Cultural Grão de Areia. Iniciando na Instituição como fundadora e diretora, desde 2022 exerce o cargo de Presidente do Instituto. CELSO UMBERTO LUCHESI - Idealizador, Fundador e Diretor do Instituto Cultural Grão de Areia - Mestre em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC/SP em 2005. Certificado Profissional ANBIMA 10 – 2022. MBA em gestão financeira e Risco pela FEA-USP em 2001. Graduado em direito pela Universidade Braz Cubas. Inscrito como violonista clássico na Ordem dos Músicos do Brasil sob nº 24.213, na Secção de São Paulo. Toca vários instrumentos como violão, bandolim, cavaquinho e gaita. Muitas vezes participa das apresentações tocando com alunos e professores. Celso cursou o 1º ano de Composição e Regência na Universidade Estadual de São Paulo -UNESP e depois decidiu tomar novos rumos partindo para advocacia profissional. Porém, sempre manteve ativo tocando em conjuntos amadores, estilos como a mpb, samba, chorinho, entre outros.ANDRE PELOSO - Coordenador Pedagógico - Músico e educador nascido em São Paulo, destacou-se em uma carreira musical versátil, desde sua formação sólida em guitarra e violão até atuações em diversas áreas, incluindo bandas de baile e casas de jazz, além de seu papel como educador musical com mais de 18 anos de experiência. Ele também é um compositor prolífico, criando músicas originais e histórias infantis para promover a educação musical, especialmente por meio de seu projeto “Mr. Musical”. Seu Quarteto André Peloso (QAP) lançou o álbum “Na escuta” em 2018, destacando suas habilidades como intérprete e compositor, e suas colaborações com outros músicos, como a pianista Debora Gurgel, enriqueceram ainda mais suas performances. Em resumo, André Peloso é uma figura influente na cena musical brasileira, deixando um impacto duradouro como educador e artista. FABIO REIS - Professor de violão e canto coral. Articulador cultural do Instituto - Filho de músico, Fafá Reis iniciou sua trajetória musical ainda pequeno, aos dez anos, quando ganhou um cavaquinho do seu pai. Pouco tempo depois foi aprovado para estudar na EMESP Tom Jobim, onde pode aprimorar as técnicas com o cavaquinho. A primeira banda que integrou, chamada Kazuê, tocava samba e choro, e junto dela Fafá Reis desenvolveu sua musicalidade e pode entrar em contato com diversos instrumentos: violão, bandolim e percussão brasileira, dentre outros. Esta experiência foi extremamente enriquecedora, pois através dela pode ingressar em Grupos Estudantis, tal como a Orquestra Mirim de São Paulo, idealizada pelo Projeto Guri e coordenada pelo maestro Marcelo Brasil. Após adquirir repertório e experiência, participou da Cia. Ginga Brasil, realizando turnê internacional, tocando e cantando em lugares como Turquia, Grécia, Suíça e Alemanha. Após este trabalho, foi convidado para participar do projeto “Samba pra vida toda”, onde, tocando pandeiro, teve contato com ícones da música brasileira circulando pelos SESC’s de São Paulo e interior. Após toda essa vivência musical, desenvolveu amplo repertório autoral atravessado por releituras de expressivas e consagradas canções nacionais. GABRIEL DE SÁ ESTEVES - Professor de Violão, guitarra e formação de banda - Figura multifacetada e talentosa, que dedica sua vida à educação musical, à criação artística e à fotografia. Sua paixão e comprometimento com as artes o tornam uma influência inspiradora na comunidade musical e visual. Formado na FAAM em Bacharelado em Música, com Pós-Graduação em Violão: Pedagogia e Perfomance pela FASM. JULIANA FREIRE - Professora de Piano, violino e canto coral - Pós graduada em Musicoterapia Aplicada no Desenvolvimento ao Envelhecimento pela Faculdade Santa Marcelina, Neuro psicopedagogia Institucional e Clínica pela Universidade Paulista, Graduada em Pedagogia pela Universidade Paulista, estudou violino na Universidade Livre de Música, canto pela Universidade de São Paulo (Difusão Cultural), aulas particulares de Piano Erudito e Popular, cursos nas áreas de Musicalização Infantil e Bebes, Educadora Musical desde 1993, musicoterapeuta voluntária no AME Sudeste. Atuou em orquestras sinfônicas como violinista e em bandas como tecladista e backing vocal. JHONATHAS WESLEY (JHOW JHOW) – Professor de Percussão. Músico e percussionista experiente, iniciou a sua carreira aos 7 anos e até os 11 anos fazia shows com seus primos aos finais de semana, onde aprendeu a tocar seu primeiro instrumento, o Tantanzão. Nos 10 anos seguintes estudou e tocou em uma escola de samba da capital – Barroca Zona Sul, onde se formou ritmista. Nessa época também estudou por 3 anos na Escola Alfa com professor Mingo Soares, onde se formou em percussão popular, o que lhe possibilitou entrar na banda do cantor Netinho de Paulo aos 16 anos. Aos 26 anos formou-se músico pela Ordem dos Músicos do Brasil, seguindo a carreira como professor de música e mestre de Escola de Samba. Atualmente, além de professor de percussão, Jhow Jhow segue fazendo shows na Banda do Samba 90 Graus e com diversos artistas. Jhow Jhow entrou no GDA em 2023 fruto de uma parceria que o GDA com o Samba do Rosa., famosa roda de samba localizada na Zona Norte de São Paulo. LUCAS GARCIA - Professor de Violão, guitarra e formação de banda - Natural de Araçatuba, interior de São Paulo, e sua paixão pela música começou desde cedo. Ele aprofundou seus estudos musicais em um conservatório local, onde seu interesse pelo jazz e pela música instrumental brasileira floresceu. Em 2010, ingressou na Faculdade Cantareira, concluindo seu bacharelado em 2013 sob a orientação de respeitados professores, incluindo Djalma Lima e Bob Wyatt.Sua busca por conhecimento o levou a participar de festivais e workshops, onde teve a oportunidade de aprender com músicos renomados, como Lula Galvão e Steve Cardenas de Nova York. Em 2017, concluiu uma pós-graduação em música popular brasileira na UNIFACCAMP e desde então se especializou como educador e músico ativo na cena instrumental de São Paulo. ISABELA FREIRE - Professora de piano e canto coral - Natural de São Paulo, formada em Música pela FMU-SP e atualmente trabalha como professora de música com aulas de piano popular e erudito, bem como Canto e Coral e Musicalização infantil. JUAN DE OLIVEIRA FRANCELINO – Monitor e aluno do Instituto. 17 anos e cursa o 3 ano do ensino médio no Colégio Estadual Augusto Meirelles Filho no Imirim. Aluno destaque do GDA desde junho de 2023 se dedicando as aulas de guitarra e violão.
Análise técnica concluída