Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2411782Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Recontos de Fada

SONIA MARIA WILKE DE SOUZA
Solicitado
R$ 695,3 mil
Aprovado
R$ 695,3 mil
Captado
R$ 119,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
15411811000152AWA DISTRIBUIDORA DE MERCADORIAS E SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 119,2 mil
***904207**RODNEI MARTINS FERREIRA1900-01-01R$ 45,35

Eficiência de captação

17.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-01-04
Término

Resumo

Pretende-se com essa proposta, realizar a publicação da Coletânea Recontos de Fadas, composta pela reedição dos livros infantis:Três Porquinhos e a Responsabilidade e o Chapeuzinho Vermelho e a busca pela Verdadeira Segurança e 04(quatro) novos títulos da autora. Totalizandoseis obras de literatura infantil.

Sinopse

A Coletânea será formada pelas seguintes obras: 1- RAPUNZEL Era uma vez um casal que há muito desejava ter um filho e finalmente a mulher percebeu que seu sonho estava prestes a se realizar. A casa deles tinha uma pequena janela voltada para um belo jardim, cercado por um muro alto, pertencente a uma poderosa feiticeira. Certo dia, a mulher avistou no jardim um canteiro de alfaces, chamadas rapunzel, e desenvolveu um forte desejo de comê-las. Esse desejo se intensificou ao ponto de ela adoecer. Preocupado com a saúde da esposa, o marido decidiu escalar o muro e colher as alfaces para satisfazê-la. A mulher se recuperou rapidamente, mas o desejo aumentou, levando o marido a repetir a ação. Eventualmente, a feiticeira o surpreendeu e, como punição por roubar as alfaces, exigiu a criança que estava por nascer. O pai exerce sua função masculina e se posiciona diante da feiticeira. Suas atitudes são baseadas na ética e na força da lógica. Porém, como a mãe já havia comido a hortaliça envenenada, mesmo que o feitiço tenha sido amenizado em função das atitudes do pai, Rapunzel ainda seria raptada de seus pais, mas apenas aos 12 anos. A menina herda de seu pai essa força do princípio masculino e consegue criar uma forma para sair da torre, usando as tranças em seu benefício, e não permanecer como vítima da feiticeira. Quando consegue se libertar da feiticeira ela se apossa de seu poder pessoal e, ali mesmo na floresta, enquanto volta para casa, avista um rapaz forte e bonito cavalgando em seu cavalo. Rapunzel tem o desejo de conhecê-lo e inicia-se, então, uma outra etapa da vida da jovem. O rapaz, ao avistar aquela jovem tão linda e segura de si, também se apaixona por Rapunzel desejando conhecê-la mais profundamente. 2 - CHAPEUZINHIO VERMELHO E A BUSCA PELA VERDADEIRA SEGURANÇA Chapeuzinho Vermelho é uma menina esperta, disposta a aprender coisas novas sob o olhar atento e acompanhamento de sua mãe. Num lindo dia, a menina recebeu uma incumbência da mãe: ir até a casa da avó com uma cesta de lanche para fazer um piquenique. Mesmo sentindo-se insegura aceita o desafio após sua mãe tê-la orientado sobre os possíveis caminhos, o que encontraria em cada um e o que cada escolha implicaria. E o mais importante ensinamento era que sempre prestasse atenção em como seu corpinho estivesse se sentindo, ou seja, na sua intuição. Chapeuzinho Vermelho, maravilhada com todos os ensinamentos da mãe, põe-se a caminho sentindo-se forte e segura para enfrentar qualquer coisa que acontecesse. Ao chegar em uma encruzilhada, sentiu algo estranho na barriguinha, especialmente no local do intestino, órgão responsável por captar informações sutis relacionadas à intuição, ao se deparar com o lobo que usou de toda a sua esperteza para enganar a menina. Cada sugestão de caminho que o lobo fazia, trazia a sensação ruim à barriguinha dela. Mesmo assim, decidiu acreditar nas histórias do lobo, pois o processo do despertar da consciência implica em erros e acertos a partir de nossas escolhas. Chapeuzinho, distraída pela colheita das flores, perdeu-se na floresta e não percebeu que era seguida pela matilha de lobos. Seu coração disparava, sua barriguinha ia se apertando e a respiração foi ficando cada vez mais difícil. Em sua casa, a avó estranhou a demora da neta, sentiu muito medo de que algo ruim pudesse acometer a menina. No entanto, sabia que era capaz de controlar os pensamentos e emoções negativas. E, assim, colocou toda a sua atenção no que desejava que acontecesse: arrumar o local do piquenique e exercer a confiança de que Chapeuzinho Vermelho era capaz de vencer seus desafios. Foi só mudar os pensamentos que a calma se instalou em seu corpo. Na floresta, Chapeuzinho lembrou-se das orientações da mãe, respirou fundo, perguntou à sua barriguinha como achar o caminho para sair daquela floresta. Ela obteve as respostas por intermédio dos elementos da natureza e encontrou o caminho para a casa da vovó. Chapeuzinho reconheceu o valor das experiências negativas nas nossas vidas e exercitou a grande lição que sua mãe lhe havia ensinado: devia ouvir a si mesma através das sensações do seu corpinho e quanto mais se ouvir, mais segura se sentirá. Em “Chapeuzinho Vermelho e a Busca pela Verdadeira Segurança”, a personagem principal do clássico infantil percorre um caminho de autodesenvolvimento, a partir de lições valiosas a qualquer criança, como a importância da intuição na tomada de decisões. 3- BRANCA DE NEVE Uma rainha, enquanto costurava no inverno, picou o dedo e viu três gotas de sangue caírem sobre a neve. Admirada com o contraste das cores, desejou ter uma filha "alva como a neve, rubra como o sangue e com cabelos negros como o ébano". Logo, deu à luz uma menina com essas características, mas morreu pouco após o nascimento. A filha foi chamada Branca de Neve. O rei casou-se novamente com uma mulher vaidosa e cruel, que, invejando a beleza da enteada, ordenou a um caçador que a matasse. No entanto, o caçador, incapaz de cumprir a ordem, deixou Branca de Neve sozinha na floresta à noite. Ao raiar do dia, Branca de Neve encontra a casa dos 7 anões. Sem ter nenhuma consciência ainda, ela aprenderá com cada um deles os princípios do desenvolvimento da mente e, a partir dessas aprendizagens, passa a se sentir confiante e atenta. pois perde a ingenuidade e adquire a consciência da lei da polaridade, ou seja, tudo tem o seu oposto, existe o bem e o mal, ambos são necessários na jornada do herói. É importante essa perda da ingenuidade para que possa despertar a consciência. Os 7 anões representam as leis que regem a mente consciente e inconsciente e serão os professores que vão ajudá-la nesse despertar, cada um terá um nome específico, de acordo com a lição que representará. Então, quando a madrasta volta e tenta matar Branca de Neve, a menina atenta e intuitiva consegue perceber a intenção por detrás da "boa senhora" e, mais que vencer a maldade da madrasta, ela vence a si mesma, sabendo se cuidar e se proteger O objetivo desta releitura é que através de Branca de Neve as crianças possam descobrir o seu poder pessoal e pedir ajuda quando necessário; é conseguir perceber a maldade, principalmente quando está disfarçada de bondade, e enxergar uma saída a partir disso. Quando ela vence a madrasta, ou melhor, a sua ingenuidade, se fortalece e se vê cheia de autoconfiança e segura de si, percebendo que tem domínio do que acontece. Esta releitura poderá ser muito útil em situações de abuso. Em decorrência desse poder pessoal, o seu coração se abre e ela consegue encontrar e se apaixonar pelo príncipe. A partir desse momento, começa uma outra fase da sua vida, onde se vê muito mais dona de si e muito mais consciente. Pronta para compartilhar a vida com o príncipe. 4 - A BELA ADORMECIDA Esta história abordará a importância de compreender sobre o que é destino, não como algo fatídico ou que não se tem escolhas, mas como uma aprendizagem que é necessária para o despertar da consciência. Nesta releitura, o papel das mulheres sábias na festa do nascimento da pequena princesa, enfatiza a importância da décima terceira mulher sábia que, com sua raiva por ter sido traída ao ser excluída da festa do nascimento da pequena princesa, lança sobre a menina todo o seu ódio e rancor para matá-la. Mesmo que todo o reino fosse modificado para evitar os riscos, a princesa espeta o dedo no fuso e a profecia se cumpre. Foram necessários todos os anos adormecidos, não somente da princesa, mas de todo o reino, de todo o povo daquela comunidade. Durante todo o ciclo de 100 anos as mulheres sábias voltam ao reino e, em profundo silêncio, transmitem a Bela Adormecida lições valiosas àquela jovem que governará o reino a partir de agora. As mulheres testemunham o despertar da Bela Adormecida que, ao abrir os olhos recebe outro nome: Princesa Aurora. Aurora desperta de seu sono profundo cheia de sabedoria, para conduzir o seu povo com maestria e discernimento. Aos poucos ela caminha pelo castelo e, por onde passa, as pessoas, os animais e as plantas também começam a despertar. As mulheres sábias estão junto com ela e, num determinado momento, pede para chamar Malévola. Todas se assustam, pois Malévola era quem havia lançado o feitiço, mas a princesa Aurora não somente a chama como prepara uma grande festa para recebê-la. É aí que Aurora reconhece a força do destino, pois sem esse acontecimento ela não teria se preparado para assumir o reino. Malévola recebe o reconhecimento de Aurora. No povoado, Aurora cria a escola do Despertar da Consciência para que seu povo não precise adormecer por mais 100 anos. 5 - PINÓQUIO A narrativa do Pinóquio será a mesma: um boneco de madeira que é fruto da criação do carpinteiro Gepeto como resultado do seu desejo de ter um filho. Pinóquio desejava ser Humano e, nessa trajetória, mostra-se cheio de complexidades, ingenuidade, impulsividade. Na sua rotina de “Boneco de madeira falante” ele encontra diferentes personagens: o Astuto Gato e a Raposa que o confrontam com o conceito do bem e do mal; a Fada Azul e o Grilo Falante que representam a sua consciência; outros personagens que o auxiliam em sua busca pela verdadeira humanidade. Nessas andanças, seu nariz cresce cada vez que ele diz uma mentira. A adaptação desse conto atemporal focará na visão de o Pinóquio desejar se tornar um menino de verdade, querer se tornar um ser humano e, com isso, ele teve uma inspiração através de um sonho: sonhou que para o seu desejo se realizar precisaria absorver as características de todos os humanos, ou seja, tudo aquilo que é dado como bom e também como mal. Será necessário sentir todas as emoções, todos os medos e todas as alegrias, trazer para dentro do seu corpo e da sua alma o sentimento que só os humanos tem. Dentro dele, cada um dos personagens “briga” por um lugar: um vai morar nos intestinos, o papai vai morar no coração, e os outros vão se alocando em diferentes lugares do seu corpo. A barriga dele vai ficar fazendo um ronque… ronque, pois tudo é muito estranho. Assim ele começa a ter que se relacionar com todos esses aspectos, sentimentos e pensamentos, dentro de si. Durante esse processo de ronque… ronque, Pinóquio começa a compreender o que é ser humano, toda dualidade que se carrega, as certezas e as dúvidas, o certo e o errado, o bem e o mal, e que ele precisa viver tudo isso para que desperte para a sua própria humanidade. Como humano, e não mais como boneco de madeira, ele aprende que todas as experiências pertencem ao mundo interno dele, aprende que o que ele percebe no mundo externo é um reflexo de si mesmo. Isso dá início ao que os humanos chamam de consciência. Assim, ele compreende que para realizar o seu sonho de se tornar um menino de verdade, ele precisa deixar de ser o boneco de madeira, desta maneira nasce um menino que quer correr, jogar bola, brincar, aprender coisas novas… Esse menino deseja viver a vida. 6 - OS TRÊS PORQUINHOS E A RESPONSABILIDADE Três Porquinhos e a Responsabilidade aborda o tema da autorresponsabilidade e a importância de cultivar uma das leis que rege o desenvolvimento humano: a Lei da Imaginação. A vida dos irmãos porquinhos passa por uma mudança quando ficaram maiores pois decidiram que era hora de sair de casa. Cada um deles sonhava em ter um lindo lar onde pudessem curtir tudo que houvesse no mundo. Ao encontrarem um lugar com muitas árvores, vários tipos de frutas e grama verde e macia, decidiram que era ali que viveriam. Cada um imaginou sua casa construída com um material diferente. Palhaço construiu rapidinho uma casa de palha e Palito construiu uma casa de madeira igualmente rápido. Os dois foram brincar. Já Pedrito planejou e construiu uma casa, de pedra, mais trabalhosa, porém segura. Durante a noite, Palhaço e Palito foram atacados por um grupo de lobos que caçava e precisaram abrigar-se na casa de Pedrito, que era a mais bem construída, pois suas casas foram destruídas por terem feito com pressa para passear na floresta. Nessa versão Palhaço assume a responsabilidade por ter construído a casa mal feita, se perdoa, como também pede perdão aos irmãos por tê-los colocado em risco. Nesta releitura do conto clássico “Os Três Porquinhos”, pais, filhos e professores são convidados a refletirem sobre o conceito de que “somos 100% responsáveis por todas as nossas escolhas e suas consequências”, um dos pilares da Leis Naturais aplicado ao desenvolvimento humano.

Objetivos

O objetivo da coletânea é instrumentalizar as crianças, pais e educadores para irem além do bem e do mal, aprender algo a mais além da natureza dualista, aprender sobre a natureza do "nêutron", a terceira parte do átomo, que tende a trazer uma compreensão holística. Compreender que o que é chamado de mal ou negativo, nada mais é do que a parte do átomo denominada de elétron. Se for feita uma análise dos acontecimentos negativos nas vidas das pessoas, constatar-se-á que aquilo que se denomina de ruim num determinado momento da vida, foi um grande impulso para o despertar da consciência, levando-as ao crescimento. Objetivos especificos · Reescrever e promover o lançamento no Brasil dos seguintes livros: Rapunzel; Chapeuzinho Vermelho e a busca pela verdadeira segurança; Branca de Neve; A Bela Adormecida; Pinóquio; Os Três Porquinhos e a Responsabilidade. · Imprimir 500 exemplares de cada um dos 06 livros, totalizando 3.000 exemplares. · Promover a Contrapartida Social, que consiste na realização de palestras, para as quais serão disponibilizadas 2000 vagas no total, destinadas a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, sobre a importância do hábito da leitura e das questões abordadas nos livros e lançados pelo Projeto.

Justificativa

O que hoje se classifica como "Contos de Fadas" nem sempre foi escrito tendo em mente o público infanto-juvenil. Muitas obras clássicas têm origem controversa e passaram por adaptações e remodelações, ao longo do tempo, de tal forma que é comum se considerar contos de fadas como sinônimos de literatura infantil. Isso muito se deve à força da fantasia e do maravilhoso como elementos que fascinam e encantam leitores. A literatura para a infância e pré-adolescência é um dos caminhos que leva esse leitor a desenvolver a imaginação, emoções, valores e sentimentos de forma lúdica e significativa (Ribeiro, 2015). Os contos de fadas, nomeadamente nas suas versões originais, têm uma estrutura que visa demarcar, claramente, o que é o bem e o mal, quem ou o que é bom ou ruim, divide os seres em belos e feios, em poderosos e sem poder. Entende-se que existe a necessidade de compreender a natureza dualista dos eventos, pessoas e circunstâncias a fim de evitar criar crenças e medos limitantes e desnecessários na vida de leitores mais jovens. Para isso, opta-se por textos que contenham ensinamentos pelas Leis Naturais e que possibilitem uma reflexão sobre a "verdade". Mas qual verdade? A verdade das leis que regem o Universo. Elas são impessoais, imutáveis, permanentes, regulam todos os movimentos da Terra e seus filhos, inclusive nós humanos, e atuam independentemente de se ter ou não consciência delas. As Leis Naturais encontram-se no subconsciente desde o nascimento. Então por que não se consegue acessar? Simples: devido às crenças sociais, culturais, mídia, medos e traumas, entre outros. Segundo Gonçalves (As leis naturais que regem o universo, [n.d]) "o Universo é regido por Leis Naturais, e você está contido no Universo. Então, mesmo que você não saiba, não creia ou não aceite, essas leis regem a sua vida. E se você vive contra essas leis, sua vida fica mais difícil e dolorosa. Portanto, se você quer encontrar a felicidade plena e evoluir, é importante que você aprenda sobre isso". O objetivo da coletânea é instrumentalizar as crianças, pais e educadores para irem além do bem e do mal, aprender algo a mais além da natureza dualista, aprender sobre a natureza do "nêutron", a terceira parte do átomo, que tende a trazer uma compreensão holística. Compreender que o que é chamado de mal ou negativo, nada mais é do que a parte do átomo denominada de elétron. Se for feita uma análise dos acontecimentos negativos nas vidas das pessoas, constatar-se-á que aquilo que se denomina de ruim num determinado momento da vida, foi um grande impulso para o despertar da consciência, levando-as ao crescimento. Para uma maior compreensão sobre o conceito do "nêutron" no desenvolvimento humano, ou seja, sair da dualidade e estabilizar os pensamentos e emoções de bem ou de mal, pode-se pensar numa lei denominada "a regra de ouro" que traz a consciência de ética: "não faça aos outros aquilo que não quer que façam a si mesmo". A partir dessa lei muitos códigos de ética profissional, assim como vários aspectos das constituições dos mais diversos países estão aí alicerçados. É importante salientar que o cérebro humano se desenvolve, primordialmente, de zero a 14 anos e suas funções podem ser medidas a partir dos estágios desse desenvolvimento através das ondas elétricas emitidas pelo mesmo: delta, teta, beta, alfa e gama. Se for compreendido como esse desenvolvimento acontece, o cérebro será alimentado com atividades e estímulos que facilitam o despertar fisiológico, elétrico e suas funções químicas. Se aos 7 anos for ensinado a uma criança como usar os dois hemisférios do cérebro para pensar e utilizar o máximo do seu potencial, ela vai conservar esta capacidade na sua vida adulta (Silva; Miele 1977). Os contos de fadas desempenham um papel fundamental no desenvolvimento emocional e cognitivo de crianças, adolescentes e, acredite, dos adultos também. Essas histórias, ricas em símbolos e metáforas que apresentam situações de conflito, perda, triunfo e redenção, a busca de origens, a superação de obstáculos, permitem que os leitores se identifiquem e compreendam suas próprias emoções e as dos outros. Isso, se escritas com consciência e observando as Leis Naturais no desenvolvimento humano. Para compreender as Leis Naturais pode-se observar que o Universo se move em padrões e não permite saltos de uma etapa para outra, por exemplo, não há como uma criança de 5 anos completar 8 no ano seguinte. Ela terá que passar pelos 6 e 7 anos para chegar aos 8. Assim é o desenvolvimento cognitivo, mental, físico e espiritual do desenvolvimento humano. A partir disso torna-se necessário conhecer como essas Leis operam, quais são elas e aprender a viver respeitando-as. As adaptações propostas para esses clássicos podem ajudar as crianças e jovens a lidar com seus próprios medos e dúvidas, permitindo que encontrem soluções criativas para os desafios da vida cotidiana. Além disso, os contos de fadas oferecem um espaço para que a imaginação floresça. Em uma era cada vez mais dominada pela tecnologia, esses textos convidam as crianças a usarem sua criatividade e a desenvolver o pensamento crítico, características fundamentais para alcançar o sucesso na vida e cultivar a autoestima. A partir da perspectiva das Leis Naturais pode-se abordar os estudos da Epigenética, ou seja, como os estímulos ambientais podem ativar ou silenciar determinados genes que foram herdados. Assim, torna-se urgente tratar o ambiente do desenvolvimento infantil, ou seja, a família e a escola. A literatura, aqui entendida como livros infantis, imbuída de conceitos a partir das Leis, "mata dois coelhos com uma única cajadada" de acordo com o dito popular assertivo para esse momento (Lipton, 2007). O objetivo deste projeto, por parte da autora, é criar um material para que as crianças e pré-adolescentes desenvolvam-se, não só no aspecto cognitivo, mas também o foco, a autoconfiança, a educação financeira, o autocontrole, a concentração, a cooperação, a tolerância, a autoliderança e a liderança, etc. (Hill, 2017). Nesse sentido, os livros possibilitam que as crianças cresçam com uma referência interna, ou seja, que a bússola da vida esteja dentro de si mesmas e não na vulnerabilidade externa (Hill, 2017, cap. 5, Iniciativa e Liderança). A Coletânea proposta não se trata apenas de mais uma adaptação, mas de uma possibilidade de reelaboração de elementos ou personagens dos contos de fadas selecionados, com o objetivo de levar o leitor a ressignificações que ampliem o seu horizonte de expectativas e não tragam somente meras reproduções ou recontos de contos de fadas. Os contos de fadas mencionados neste projeto, em sua versão original, sem exceção, são escritos com ênfase no medo e, simbolicamente, a resolução dos conflitos é depositada num personagem externo. A criança aprende, de forma inconsciente, que sempre virá algo externo para tirá-la daquele conflito. E até hoje encontramos adultos aguardando o super-herói para salvá-lo, seja do chefe rigoroso, ou do trabalho enfadonho, etc., sejam homens ou mulheres. Não é ensinado à criança que ela é dotada de uma sabedoria inata que simplesmente precisa ser cultivada. Caberia aqui a seguinte pergunta: por que o adulto, os pais ou professores, não ensinam às crianças sobre a natureza inata do ser humano? Simples, porque os adultos também desconhecem a grandiosidade de sua própria natureza, o poder como criador de sua realidade, a sua capacidade infinita de amar, e assim por diante. A releitura desses clássicos propõe conscientizar e desenvolver, na criança, essa sabedoria construindo e ancorando a autoestima, a segurança, a disciplina e o pensamento crítico. Lipton (2007, p. 180), no Capítulo "O Medo Mata", aborda como o sistema nervoso foi divinamente projetado para entrar no modo defesa quando ameaçado e voltar naturalmente ao modo reparo e descanso a partir do momento em que a ameaça foi solucionada. Porém, quando o estímulo é constante, o sistema nervoso entende que o indivíduo está sob ameaça o tempo todo, interrompendo seu processo natural de autorregulação. Essa é a porta de abertura para o estresse onde as funções principais do corpo começam a ficar comprometidas. Esse "roteiro", compromete o sistema como um todo, dificultando a aprendizagem, a memória, a atenção, assim como os sistemas imunológico, endócrino e neurológico. Se o processo do estresse, seja simples, crônico ou complexo, compromete o adulto que se encontra amadurecido, o que dizer das crianças que estão em fase de estruturação e formação do sistema nervoso. As histórias reescritas sob a ótica da epigenética têm como foco abordar o conflito e considerar a importância da interação com o ambiente e, ao mesmo tempo, apresentar ao pequeno leitor resoluções que ele vai aprender a encontrar dentro de si mesmo. A evolução é demarcada por altos e baixos, prótons e elétrons e, nessa dança de polaridades, encontra-se aceitação, resiliência, amor e, por que não, o Divino. Como curiosidade, os fisicistas conceituam a espiritualidade numa comparação ao gás Hélio, tabela periódica, ou seja, a leveza que eleva. Como seria uma criança crescer com o sentimento de que ela é o herói de sua própria vida, pois carrega no seu sistema nervoso sinapses com o foco na resolução de problemas, e não do "medo de não conseguir", "medo da falta", "medo de perder", medos…? Dentro desta perspectiva, as releituras apresentam uma proposta de estimular a imaginação e o pensamento crítico. A Coletânea será formada pelas seguintes obras: 1- RAPUNZEL Era uma vez um casal que há muito desejava ter um filho e finalmente a mulher percebeu que seu sonho estava prestes a se realizar. A casa deles tinha uma pequena janela voltada para um belo jardim, cercado por um muro alto, pertencente a uma poderosa feiticeira. Certo dia, a mulher avistou no jardim um canteiro de alfaces, chamadas rapunzel, e desenvolveu um forte desejo de comê-las. Esse desejo se intensificou ao ponto de ela adoecer. Preocupado com a saúde da esposa, o marido decidiu escalar o muro e colher as alfaces para satisfazê-la. A mulher se recuperou rapidamente, mas o desejo aumentou, levando o marido a repetir a ação. Eventualmente, a feiticeira o surpreendeu e, como punição por roubar as alfaces, exigiu a criança que estava por nascer. O pai exerce sua função masculina e se posiciona diante da feiticeira. Suas atitudes são baseadas na ética e na força da lógica. Porém, como a mãe já havia comido a hortaliça envenenada, mesmo que o feitiço tenha sido amenizado em função das atitudes do pai, Rapunzel ainda seria raptada de seus pais, mas apenas aos 12 anos. A menina herda de seu pai essa força do princípio masculino e consegue criar uma forma para sair da torre, usando as tranças em seu benefício, e não permanecer como vítima da feiticeira. Quando consegue se libertar da feiticeira ela se apossa de seu poder pessoal e, ali mesmo na floresta, enquanto volta para casa, avista um rapaz forte e bonito cavalgando em seu cavalo. Rapunzel tem o desejo de conhecê-lo e inicia-se, então, uma outra etapa da vida da jovem. O rapaz, ao avistar aquela jovem tão linda e segura de si, também se apaixona por Rapunzel desejando conhecê-la mais profundamente. 2 - CHAPEUZINHIO VERMELHO E A BUSCA PELA VERDADEIRA SEGURANÇA Chapeuzinho Vermelho é uma menina esperta, disposta a aprender coisas novas sob o olhar atento e acompanhamento de sua mãe. Num lindo dia, a menina recebeu uma incumbência da mãe: ir até a casa da avó com uma cesta de lanche para fazer um piquenique. Mesmo sentindo-se insegura aceita o desafio após sua mãe tê-la orientado sobre os possíveis caminhos, o que encontraria em cada um e o que cada escolha implicaria. E o mais importante ensinamento era que sempre prestasse atenção em como seu corpinho estivesse se sentindo, ou seja, na sua intuição. Chapeuzinho Vermelho, maravilhada com todos os ensinamentos da mãe, põe-se a caminho sentindo-se forte e segura para enfrentar qualquer coisa que acontecesse. Ao chegar em uma encruzilhada, sentiu algo estranho na barriguinha, especialmente no local do intestino, órgão responsável por captar informações sutis relacionadas à intuição, ao se deparar com o lobo que usou de toda a sua esperteza para enganar a menina. Cada sugestão de caminho que o lobo fazia, trazia a sensação ruim à barriguinha dela. Mesmo assim, decidiu acreditar nas histórias do lobo, pois o processo do despertar da consciência implica em erros e acertos a partir de nossas escolhas. Chapeuzinho, distraída pela colheita das flores, perdeu-se na floresta e não percebeu que era seguida pela matilha de lobos. Seu coração disparava, sua barriguinha ia se apertando e a respiração foi ficando cada vez mais difícil. Em sua casa, a avó estranhou a demora da neta, sentiu muito medo de que algo ruim pudesse acometer a menina. No entanto, sabia que era capaz de controlar os pensamentos e emoções negativas. E, assim, colocou toda a sua atenção no que desejava que acontecesse: arrumar o local do piquenique e exercer a confiança de que Chapeuzinho Vermelho era capaz de vencer seus desafios. Foi só mudar os pensamentos que a calma se instalou em seu corpo. Na floresta, Chapeuzinho lembrou-se das orientações da mãe, respirou fundo, perguntou à sua barriguinha como achar o caminho para sair daquela floresta. Ela obteve as respostas por intermédio dos elementos da natureza e encontrou o caminho para a casa da vovó. Chapeuzinho reconheceu o valor das experiências negativas nas nossas vidas e exercitou a grande lição que sua mãe lhe havia ensinado: devia ouvir a si mesma através das sensações do seu corpinho e quanto mais se ouvir, mais segura se sentirá. Em "Chapeuzinho Vermelho e a Busca pela Verdadeira Segurança", a personagem principal do clássico infantil percorre um caminho de autodesenvolvimento, a partir de lições valiosas a qualquer criança, como a importância da intuição na tomada de decisões. 3- BRANCA DE NEVE Uma rainha, enquanto costurava no inverno, picou o dedo e viu três gotas de sangue caírem sobre a neve. Admirada com o contraste das cores, desejou ter uma filha "alva como a neve, rubra como o sangue e com cabelos negros como o ébano". Logo, deu à luz uma menina com essas características, mas morreu pouco após o nascimento. A filha foi chamada Branca de Neve. O rei casou-se novamente com uma mulher vaidosa e cruel, que, invejando a beleza da enteada, ordenou a um caçador que a matasse. No entanto, o caçador, incapaz de cumprir a ordem, deixou Branca de Neve sozinha na floresta à noite. Ao raiar do dia, Branca de Neve encontra a casa dos 7 anões. Sem ter nenhuma consciência ainda, ela aprenderá com cada um deles os princípios do desenvolvimento da mente e, a partir dessas aprendizagens, passa a se sentir confiante e atenta. pois perde a ingenuidade e adquire a consciência da lei da polaridade, ou seja, tudo tem o seu oposto, existe o bem e o mal, ambos são necessários na jornada do herói. É importante essa perda da ingenuidade para que possa despertar a consciência. Os 7 anões representam as leis que regem a mente consciente e inconsciente e serão os professores que vão ajudá-la nesse despertar, cada um terá um nome específico, de acordo com a lição que representará. Então, quando a madrasta volta e tenta matar Branca de Neve, a menina atenta e intuitiva consegue perceber a intenção por detrás da "boa senhora" e, mais que vencer a maldade da madrasta, ela vence a si mesma, sabendo se cuidar e se proteger O objetivo desta releitura é que através de Branca de Neve as crianças possam descobrir o seu poder pessoal e pedir ajuda quando necessário; é conseguir perceber a maldade, principalmente quando está disfarçada de bondade, e enxergar uma saída a partir disso. Quando ela vence a madrasta, ou melhor, a sua ingenuidade, se fortalece e se vê cheia de autoconfiança e segura de si, percebendo que tem domínio do que acontece. Esta releitura poderá ser muito útil em situações de abuso. Em decorrência desse poder pessoal, o seu coração se abre e ela consegue encontrar e se apaixonar pelo príncipe. A partir desse momento, começa uma outra fase da sua vida, onde se vê muito mais dona de si e muito mais consciente. Pronta para compartilhar a vida com o príncipe. 4 - A BELA ADORMECIDA Esta história abordará a importância de compreender sobre o que é destino, não como algo fatídico ou que não se tem escolhas, mas como uma aprendizagem que é necessária para o despertar da consciência. Nesta releitura, o papel das mulheres sábias na festa do nascimento da pequena princesa, enfatiza a importância da décima terceira mulher sábia que, com sua raiva por ter sido traída ao ser excluída da festa do nascimento da pequena princesa, lança sobre a menina todo o seu ódio e rancor para matá-la. Mesmo que todo o reino fosse modificado para evitar os riscos, a princesa espeta o dedo no fuso e a profecia se cumpre. Foram necessários todos os anos adormecidos, não somente da princesa, mas de todo o reino, de todo o povo daquela comunidade. Durante todo o ciclo de 100 anos as mulheres sábias voltam ao reino e, em profundo silêncio, transmitem a Bela Adormecida lições valiosas àquela jovem que governará o reino a partir de agora. As mulheres testemunham o despertar da Bela Adormecida que, ao abrir os olhos recebe outro nome: Princesa Aurora. Aurora desperta de seu sono profundo cheia de sabedoria, para conduzir o seu povo com maestria e discernimento. Aos poucos ela caminha pelo castelo e, por onde passa, as pessoas, os animais e as plantas também começam a despertar. As mulheres sábias estão junto com ela e, num determinado momento, pede para chamar Malévola. Todas se assustam, pois Malévola era quem havia lançado o feitiço, mas a princesa Aurora não somente a chama como prepara uma grande festa para recebê-la. É aí que Aurora reconhece a força do destino, pois sem esse acontecimento ela não teria se preparado para assumir o reino. Malévola recebe o reconhecimento de Aurora. No povoado, Aurora cria a escola do Despertar da Consciência para que seu povo não precise adormecer por mais 100 anos. 5 - PINÓQUIO A narrativa do Pinóquio será a mesma: um boneco de madeira que é fruto da criação do carpinteiro Gepeto como resultado do seu desejo de ter um filho. Pinóquio desejava ser Humano e, nessa trajetória, mostra-se cheio de complexidades, ingenuidade, impulsividade. Na sua rotina de "Boneco de madeira falante" ele encontra diferentes personagens: o Astuto Gato e a Raposa que o confrontam com o conceito do bem e do mal; a Fada Azul e o Grilo Falante que representam a sua consciência; outros personagens que o auxiliam em sua busca pela verdadeira humanidade. Nessas andanças, seu nariz cresce cada vez que ele diz uma mentira. A adaptação desse conto atemporal focará na visão de o Pinóquio desejar se tornar um menino de verdade, querer se tornar um ser humano e, com isso, ele teve uma inspiração através de um sonho: sonhou que para o seu desejo se realizar precisaria absorver as características de todos os humanos, ou seja, tudo aquilo que é dado como bom e também como mal. Será necessário sentir todas as emoções, todos os medos e todas as alegrias, trazer para dentro do seu corpo e da sua alma o sentimento que só os humanos tem. Dentro dele, cada um dos personagens "briga" por um lugar: um vai morar nos intestinos, o papai vai morar no coração, e os outros vão se alocando em diferentes lugares do seu corpo. A barriga dele vai ficar fazendo um ronque… ronque, pois tudo é muito estranho. Assim ele começa a ter que se relacionar com todos esses aspectos, sentimentos e pensamentos, dentro de si. Durante esse processo de ronque… ronque, Pinóquio começa a compreender o que é ser humano, toda dualidade que se carrega, as certezas e as dúvidas, o certo e o errado, o bem e o mal, e que ele precisa viver tudo isso para que desperte para a sua própria humanidade. Como humano, e não mais como boneco de madeira, ele aprende que todas as experiências pertencem ao mundo interno dele, aprende que o que ele percebe no mundo externo é um reflexo de si mesmo. Isso dá início ao que os humanos chamam de consciência. Assim, ele compreende que para realizar o seu sonho de se tornar um menino de verdade, ele precisa deixar de ser o boneco de madeira, desta maneira nasce um menino que quer correr, jogar bola, brincar, aprender coisas novas… Esse menino deseja viver a vida. 6 - OS TRÊS PORQUINHOS E A RESPONSABILIDADE Três Porquinhos e a Responsabilidade aborda o tema da autorresponsabilidade e a importância de cultivar uma das leis que rege o desenvolvimento humano: a Lei da Imaginação. A vida dos irmãos porquinhos passa por uma mudança quando ficaram maiores pois decidiram que era hora de sair de casa. Cada um deles sonhava em ter um lindo lar onde pudessem curtir tudo que houvesse no mundo. Ao encontrarem um lugar com muitas árvores, vários tipos de frutas e grama verde e macia, decidiram que era ali que viveriam. Cada um imaginou sua casa construída com um material diferente. Palhaço construiu rapidinho uma casa de palha e Palito construiu uma casa de madeira igualmente rápido. Os dois foram brincar. Já Pedrito planejou e construiu uma casa, de pedra, mais trabalhosa, porém segura. Durante a noite, Palhaço e Palito foram atacados por um grupo de lobos que caçava e precisaram abrigar-se na casa de Pedrito, que era a mais bem construída, pois suas casas foram destruídas por terem feito com pressa para passear na floresta. Nessa versão Palhaço assume a responsabilidade por ter construído a casa mal feita, se perdoa, como também pede perdão aos irmãos por tê-los colocado em risco. Nesta releitura do conto clássico "Os Três Porquinhos", pais, filhos e professores são convidados a refletirem sobre o conceito de que "somos 100% responsáveis por todas as nossas escolhas e suas consequências", um dos pilares da Leis Naturais aplicado ao desenvolvimento humano. Por fim, o projeto contribuirá para a criação de empregos diretos e indiretos, gerando renda na área da cultura, atingindo um dos principais objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A proposta se enquadra expressamente nos seguintes incisos do art. 1° da Lei nº 8.313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." Será alcançado o objetivo elencado no art. 3° da Lei nº 8.313/91, transcrito a seguir:"Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes."

Especificação técnica

Coletânea - 06(seis) livros 500 exemplares por título Total 3000 livros Especifiações: Capa: 29,7x42,3cm, 4x0 cores, CMYK em Triplex Imune 350g. Computer-to-plate (CTP). Prova de cor certificadaISO.Miolo: 44 pgs, 21x29,7cm, 4 cores, CMYK em Off Set Imune 150g. Computer-to-plate (CTP). Prova de corcertificada ISO.Corte/Vinco, Dobrado, Alceado/Grampeado, Encaixotado.

Acessibilidade

PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: O evento de lançamento do livro será realizado em local com estrutura equipada para pessoas com deficiência de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O livro não apresenta restrições para acesso de pessoas com deficiência cognitiva. O evento de lançamento de livro haverá intérprete de libras. Será produzido um vídeo com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. PRODUTO CONTRAPARTIDA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os cinco eventos de contação de história serão realizados em locais com estrutura equipada para pessoas com deficiência de locomoção. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Os eventos de contação de história terão intérprete de libras. Nos eventos de contação de história haverá monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

Para garantir a democratização do acesso da população ao projeto foram adotadas as seguintes ações: I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em relação ao artigo 30 da IN 11/2024 o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Isabel Galvanese - Ilustradora - artista visual, ilustradora, escritora - trabalhou por de 1999 até 2021 no ateliê do artista visual Antônio Carelli, com foco no desenho, pintura, escultura e gravura frequentou em 1998 o ateliê de Mieko Ukeseki ceramista- Cunha/SP. Pós graduação em literatura infanto-juvenil no Instituto Vera Cruz / 2024, trabalha em ateliê próprio produzindo peças de cerâmica, , ilustrações, figurinos, cenários. Fez produção cultural para vários editais do Programa de Ação Cultural de São Paulo- PROAC. Têm 4 livros publicados que escreveu e ilustrou. Além de mais de 10 que ilustrou para outros escritores. Maria Rita Lopes dos Santos - Revisora de texto - Professora de Língua Portuguesa por 34 anos e de outras disciplinas correlatas, de Metodologia do Trabalho Acadêmico e outras, atuei na Rede Pública e Privada de Ensino, Instituições de Ensino Profissional e Instituições de Ensino Superior. Desempenhei a função de Diretora de Escola, fui funcionária da 6ª Coordenadoria Regional de Educação, atuando com TV Escola e no setor de Patrimônio e, em período posterior, no Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE/PROINFO). Atuei na Secretaria de Estado da Educação (SED/SC) e em Instituições de Ensino Superior. Atualmente trabalho com revisão, correção, formatação de diferentes modalidades de textos, Mentoria de Escrita de Texto Acadêmico, Elaboração de Material para empresas, etc. Coordenação Editorial e proponente Sonia Maria Wilke de Souza – Escritora – contadora de histórias e palestrante; formada em psicologia, com atuação na técnica Bio Energetics Medicine, também conhecida como B.E.M. É Co-fundadora do BEM CENTER Florianópolis. Autora de diversos livros infantis com o foco contribuir com a formação emocional e mental das crianças, pois as histórias são recheadas de conceitos das Leis Naturais. Durante esse trabalho escreveu três livros já publicados. Duas são releituras de clássicos e um de sua autoria. Em 2024, será publicado seu 4º livro: Pequenas cerimônias de gratidão, pela Editora Literare, ilustrado por Isabel Galvanese. Participou da Bienal do Livro do Rio de Janeiro em 2023 com sessão de autógrafos do livro Chapeuzinho Vermelho e a busca pela Verdadeira Segurança e da FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty em duas edições 2023 e 2024, com sessão de autógrafos e oficina para pais, educadores e crianças. Promoveu uma sessão de Contação de histórias na Biblioteca Pública do Estado de SC em 2023. Participou da Bienal do Livro de São Paulo/2024: com sessão de autógrafos e ministrou a palestra O papel da educação diante da inteligência artificial e a inteligência humana ao lado da Jornalista Lúcia Leão. Participou da Festa Lítero-Musical (FLIM)/2024, em São José dos Campos, SP. Foi finalista do COCALI/2024, concurso promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) para aquisição de obras dos gêneros literatura, literatura infantojuvenil, biografia e história, publicadas em formato impresso ou digital, de autores catarinenses. Participação no “Sarau Caprichos” em Florianópolis nas edições de 2023 e 2024. Participação na “Semana do Livro Infantil” - 2024 como contadora de histórias na Biblioteca Pública do Estado de Santa Catarina. Participação de uma “Roda de Conversa na Academia Catarinense de Letras” – 2024. Atualmente é aluna no Curso Prático de Capacitação e Aperfeiçoamento em Contação de Histórias ministrado por Lívia Alencar. Produção Executiva - Amil Agência de Cultura - empresa especializada há mais de 10 anos, em captação de recursos, assessoria e consultoria estratégica para Grupos Escoteiros, Projetos Culturais, Projetos de Sustentabilidade e de Investimento Social Privado para organizações de diversos perfis. Elaboração de Projetos e Aprovação de Leis de Incentivo. Atuamos em todo o Brasil para projetos com ou sem leis de incentivo. liderada por Jamil Dias que atua na área há 26 anos, a Amil coleciona cases de sucesso e mais de 2 milhões de recursos captados. Inicialmente, seu proprietário, atuou como produtor cultural dos projetos acadêmicos da Centro de Artes da UFOP, quando graduava em Artes Cênicas – as atividades estavam mais voltadas para produção cultural, com a produção de eventos artísticos, musicais, sarais literários e exposições. Desde 2004 a 2012, atuou Técnico de Cultura do SESC/SC, sendo responsável pelo gerenciamento de projetos culturais da instituição na cidade de Blumenau; principais resultados: Negociação de contratos com outros parceiros, resultando em aumento de atendimentos, descentralização de público, levando os eventos culturais para cerca de (14) quatorze cidades da região. Constituição de uma rede de agentes culturais, Fundações Culturais, Universidades, Escolas Públicas e Particulares, que juntas possibilitam o acesso aos vários eventos na cidade e região. Participação como membro de Conselhos de Cultura, inserindo a instituição como parceira ideal tanto para promoção quanto gestão de projetos culturais. Implantação da Casa SESC, local de produção e atuação das ações culturais da instituição, bem como espaço de convergência às manifestações artísticas locais. Constituinte de convênios com entidades públicas e privadas que visem o fortalecimento da instituição SESC junto ao seu público-alvo, como também à comunidade onde está inserida. Em 2011 fundo Amil Agência de Cultura focada em projetos culturais e produções de eventos. Em 2015, a empresa ampliou o foco e passou a atuar na área de elaboração de projetos e captação. Atualmente, trabalha na produção executiva e cultural de projetos de artistas em diferentes áreas. A atuação consiste na elaboração dos projetos, captação de verbas e recursos e produção executiva, prestação de contas e execução de projetos (texto, fotografia, pesquisa). Principais trabalhos: Produtor Executivo do espetáculo “Entre nós, uma comédia sobre a Diversidade” – Grupo Arte com Quatro Produções/BA nas cidades Blumenau, Pomerode e Rio do Sul; 2015 – Produção e organização do Circuito Catarinense do espetáculo “Beija-me como nos livros” Cia Dezequilibrados/RJ; Produção e organização da do show musical Orquestra Opus & Derico Sciotti - Circuito Sul. Elaboração de projeto, Produção Executiva e Produção de Relatório Final do projeto da Exposição da Artista Plástica Maria Salette Werling Produção e organização da Turnê Syahamba Canta Clássicos, 2016 - Projeto aprovado pela Rouanet em fase de execução e captação; Livro Histórico O Movimento Escoteiro Catarinense – Lançamento do livro 12 cidades catarinenses. Elaboração de projeto, Produção Executiva e Produção de Relatório Final do projeto História da Aviação Catarinense; Produção Executiva do projeto e Produção de Relatório Final da Live Bate Papo com Léo Vieira - Aprovado pelo Prêmio Aldir Blanc de Blumenau. Execução fevereiro de 2021; Produção Executiva e Produção de Relatório Final; Produção Executiva do projeto e Produção de Relatório Final da Live Partilha & Solidão com Léo Vieira e banda - Aprovado pelo Prêmio Aldir Blanc de Blumenau. Execução março de 2021. A partir de 2019 iniciamos Consultoria e Assessoria e Planejamento estratégico de mobilização e captação de recursos para as Organizações da Sociedade Civil (OSCs). Projetos sustentáveis para organizações que visam o desenvolvimento social como estratégia de investimento, articulando parcerias entre terceiro setor, empresas privadas e setor público. Elo entre os projetos socioculturais, seus investidores e organizações sociais, tornando referência na captação de recursos privados e públicos.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2028-12-31
Locais de realização (8)
Belo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroChapecó Santa CatarinaFlorianópolis Santa CatarinaJoinville Santa CatarinaSão Paulo São Paulo