Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A exposição inédita "A Amazônia de Margaret Mee" será realizada em Belém (PA), destacando a trajetória e obra da artista inglesa Margaret Mee, que dedicou sua vida à documentação e preservação das espécies botânicas da Amazônia. Prevista edição de catálogo, programa educativo e realização de visitas guiadas sobre o tema. Exibição de vídeos completam a mostra.
Sob curadoria de Sylvia de Botton Brautigam, serão apresentadas 45 aquarelas da "Coleção Amazônica", além de caderno de esboços, todos pertencentes ao Royal Botanic Gardens, Kew, Londres, complementada por obras do mesmo tema de coleções brasileiras, como do Instituto de Botânica de São Paulo, Academia Brasileira de Ciências, Sítio Roberto Burle Marx e coleções particulares. Destaque Especial para a exibição da "Flor da Lua" (Selenicereus wittii), uma rara espécie que floresce apenas uma vez por ano e foi retratada por Mee em sua última expedição à Amazônia, pertencente à Kew. A emissão de selos, com lançamento em 5/7/1972, “Série Preservação da Mata Atlantica–Homenagem a Margaret Mee –conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente e desenvolvimento” também terá destaque na mostra. A edição de catálogo certamente oferecerá um amplo e didático panorama ao público, bem como suporte educacional às visitas escolares programadas. Um vídeo de longa duração, de autoria de Malu de Martino, "Margaret Mee e a Flor da Lua", será exibido. Complementam o projeto, textos explicativos, ampliações fotográficas, reprodução de cronologia, objetos pessoais da artista, cadernos de desenho elaborados em suas viagens ao Amazonas para anotações in loco das espécies encontradas, assim como páginas de seus diários de viagens com anotações de suas experiências neste universo que a fascinou ao longo de suas 15 viagens de reconhecimento. A exposição não só celebra o legado artístico e científico de Margaret Mee, mas também promove a conscientização sobre a preservação ambiental. Sua obra é um testemunho da beleza e fragilidade da flora amazônica, ressaltando a importância de ações globais coordenadas para a conservação da natureza. "A Amazônia de Margaret Mee" oferece ao público brasileiro uma oportunidade única de apreciar e refletir sobre a interdependência da arte, ciência e meio ambiente.
OBJETIVOS GERAIS: Pretende-se a realização de uma exposição inédita em Belém/PA, sobre a presença de Margaret Mee na Amazônia, a qual viajou por 15 vezes àquela região, desenvolvendo extensa pesquisa e documentação das espécies botânicas brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Exposição de Artes - Apresentação de uma seleção de 45 obras da "Coleção Amazônica", em técnica de aquarela, hoje pertencente ao Royal Botanic Kew Garden, em Londres. Obras de outros acervos completam a exposição com aproximadamente 70 itens. Duração prevista: de 10 a 12 semanas. 2) Catálogo - Edição de um catálogo da exposição, com tiragem de 3000 exemplares. 3) Programa educativo - Realização de um programa educativo para educandos, com monitoria, transporte, lanche e material de apoio
A exemplo de tantos outros artistas viajantes que estiveram no Brasil ao longo dos dois últimos séculos, a inglesa Margaret Mee (1909-1988) deixou para nosso país e para toda a humanidade, um importantíssimo legado, na forma de um conjunto de obras que reúne altíssimo valor artístico ao registro científico da flora de diversos ecossistemas. Sua vida e sua obra se constituem, hoje, em um pungente exemplo de dedicação à luta pela preservação de meio ambiente, e da conscientização da necessidade de uma ação global articulada em torno dessa questão. A presente exposição ganha especial relevância por apresentar obras exclusivas do Royal BotanicGardens, traçando um panorama da produção artística de uma incansável pesquisadora e responsável por obras de uma fulgurante beleza, que na fragilidade da aquarela e do papel, emulam a complexidade e a delicadeza de diversas flores da Amazônia. A "Coleção Amazônica" é uma oportunidade única do público brasileiro de fruição destas obras as quais representam as espécies botânicas brasileiras da Região Amazônica. A artista é descrita não apenas como artista, como uma conservacionista. Ao perceber que as espécies que retratava estavam sob ameaça, passou a pintar também a região onde elas eram encontradas, na tentativa de explicitar em sua obra a interdependência da natureza. A exposição "A AMAZONIA DE MARGARET MEE" apresentará, ainda, como atração máxima ao visitante, a Selenicereuswittii, a chamada "Flor da Lua", espécie a qual floresce apenas uma vez por ano e sempre perseguida pela artista; a qual foi finalmente reproduzida em 1988, quando da última expedição de Margaret Mee, realizada um ano antes de seu falecimento. O projeto agrega, portanto, um forte conteúdo de conhecimento e conscientização da preservação ambiental, através da arte e da pesquisa científica.
- Ainda não há exografia da exposição, pois ainda não foi definido o local de realização - Não há programa educativo, pois a equipe de educação será contratada após definição do local e período expositivo
1) Exposição de Artes Além das obras, reproduções, vídeos e objetos fazem parte do projeto. 2) Catálogo 3.000 exemplares em formato e número de páginas a definir (aproximadamente 240p). Distribuição gratuita. 3) Programa Educativo - Monitoria/mediação na exposição com material de suporte - Locação de ônibus, com oferecimento de lanches, para educandos e atendidos pela rede pública.
1) Exposição de Arte Acessibilidade FÍSICA: Todo o fluxo expositivo será desenhado atendendo às normas de acessibilidade da ABNT NBR 9050-2015. Acessibilidade de CONTEÚDO: - Por ser uma exposição que trata não somente de imagens, como também de conteúdo textual, não há impedimento para a fruição aos deficientes auditivos. - Será produzido um vídeo sobre a exposição com interpretação em libras e legenda em português, para os deficientes auditivos, e narração, para os deficientes visuais, exibido no espaço expositivo e disponibilizado na página virtual do projeto. Item orçamentário: Produção de imagem (audiovisual) 2) Catálogo Acessibilidade FÍSICA: N/A Acessibilidade de CONTEÚDO: Versão sonora do livro em formato de audiolivro (em formato MP3 acessível). Esta versão estará disponível para download na página virtual do projeto. Item orçamentário: Audiodescrição 3) Programa Educativo Acessibilidade FÍSICA: Local da exposição será acessível à deficientes físicos. Acessibilidade de CONTEÚDO: Oferecimento de Intérprete em libras para o programa educativo na hora da marcação da escola/instituição.
1) Exposição de Artes A visitação da exposição não terá acréscimo em cima do ingresso do local de exposição e será aberta a todos os públicos. 2) Catálogo O catálogo será distribuído gratuitamente: - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. - 80% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. 3) Programa Educativo O programa educativo será totalmente gratuito para alunos, professores e pessoas atendidas por instituições públicas. Adotaremos como medida de democratização de acesso adicional realizar duas visitas guiadas com a curadoria para o público.
O proponente será responsável pela produção e coordenação do projeto, bem como parte da administração, sendo sua posição como majoritária em todas as decisões do projeto. Proponente: Artepadilla Gestão e Produção Cultural Artepadilla atua há trinta anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória, realizou diversas exposições, publicações e projetos de patrimônio, em diferentes locais do Brasil e exterior, utilizando, por vezes, Lei Federal, Estadual e Municipal de Incentivo à Cultura. Em suas últimas produções, realizou ações de revitalização patrimonial e o plano plurianual do Museu Histórico Nacional, produziu e instalou o “Polo ITALIANORIO”, com evento e exposições temporárias. Em suas últimas produções, destacam-se as exposições “Brecheret Modernista – a imagem indígena como símbolo de brasilidade”, “Amerigo Vespucci -La Piu Bella del Mondo”, “O feminino na obra de Victor Brecheret” e “O olhar germânico e a gênese do Brasil”. Realizou a produção executiva do projeto de segurança para detecção, prevenção e combate a incêndio do Museu Imperial, onde realizou também a exposição “O Olhar Germânico na Gênese do Brasil”, fez a gestão da elaboração de projeto executivo para reforma e adaptação da Casa Geyer e administra a implantação do projeto (obra). Artista Falecida: Margaret Mee Margaret Mee (1909–1988) foi uma artista botânica britânica que explorou e documentou a flora da Amazônia brasileira. Conhecida por suas ilustrações de espécies raras, como o cacto "flor-da-lua," ela usou sua arte para promover a preservação ambiental e alertar sobre o desmatamento na região. Mee deixou um legado de mais de 400 ilustrações e foi homenageada com a Ordem do Cruzeiro do Sul e o título de cidadã honorária do Rio de Janeiro. Em 1988, ela retornou ao Reino Unido para uma exposição no Kew Gardens, pouco antes de falecer em um acidente de carro. Seu trabalho continua inspirando novas gerações de artistas e ambientalistas a proteger a biodiversidade do planeta. Curadoria: Sylvia de Botton Brautigam Sylvia de Botton Brautigam integrou o Conselho Diretor da Fundação Botânica Margaret Mee desde a sua criação (1989). Foi responsável pela maioria das exposições retrospectivas da artista, buscando divulgar seu trabalho e seus ideais, além de valorizar o papel da ilustração botânica para o conhecimento e a consequente consciência da preservação de nosso meio ambiente. Fez diversas exposições, como em 2009/ 14 a exposição “Margaret Mee –100 Anos de Vida e Obra” na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, Palácio das Artes –Fundação Clovis Salgado/ Belo Horizonte, Museu Nacional do Conjunto Cultural da República/ Brasília, Centro Cultural Correios Recife, Estação Cabo Branco de Ciência, Cultura e Arte/ João Pessoa/ PB e Espaço Cultural Correios Juiz de Fora/ MG. Administração: Mariana Oscar/MAPE Cultural Mariana Oscar e sua empresa atua há mais de 20 anos administrando projetos culturais.
PROJETO ARQUIVADO.