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PRONAC 2411829Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PAISAGENS ALÉM DO OCEANO. BURLE MARX NO ANTROPOCENO

DOIS UM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,90 mi
Aprovado
R$ 1,90 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar uma exposição sobre a obra e a trajetória do paisagista e artista Roberto Burle Marx, inserida na programação oficial do Ano da França no Brasil (2025). Acompanha a publicação do catálogo da mostra, reedição de livro e seminário internacional.

Sinopse

À Mesa com Burle Marx (reedição) Um dos maiores prazeres de Burle Marx eram os almoços no seu sitio Santo Antonio da Bica, em Pedra de Guaratiba, onde morou 45 anos. Lá, o anfitrião criava uma atmosfera de música, cercado de amigos, e os recebia com uma profusão de cores e sabores, adornada por seus belos arranjos e inusitadas receitas. Esta foi a abordagem escolhida para contar um pouco da história deste gênio das artes, no livro “À mesa com Burle Marx”. A idéia surgiu de trabalho de pesquisa desenvolvido pela produtora cultural e arquiteta Claudia Pinheiro a partir do conteúdo das anotações registradas durante 20 anos de trabalho e convivência da cenógrafa e arquiteta Cecília Modesto com o paisagista. O próximo passo foi reconstituir o cenário e as receitas em conjunto com seu companheiro e cozinheiro Cleofas César da Silva com quem viajou por diversos países, descobrindo exóticos sabores. As 192 páginas abordam o seu cotidiano no sítio e revelam a intimidade e as criações de Burle Marx, seu estilo de vida único, simples, mas exuberante, sua permanente pesquisa e incansável busca por novos desafios. Está ilustrado com 60 receitas e dividido em 10 tópicos que melhor retratam, o estilo de vida deste multifacetado gênio – amigos, botânica, brasilidade, coleções, desenho, escultura, irreverência, música, paisagismo e pintura. A primeira edição da publicação foi realizada com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (PRONAC 078424).

Objetivos

Geral A partir da teoria e da prática de Burle Marx, promover uma exposição participativa, inclusiva e inovadora que debata sobre soluções baseadas na natureza capazes de contribuir para o enfrentamento dos desafios contemporâneos, principalmente aqueles voltados para água. Visando valorizar o diálogo de Burle Marx com o meio ambiente, biomas diversos, seu trabalho de expedicionário com o estudo e propostas paisagísticas com importância mundial, a exposição atravessa o Atlântico para difundir e revisitar a obra do mais importante arquiteto e paisagista do século XX. De forma inédita, estamos lançando uma iniciativa que transcende fronteiras, com destino à França e ao Brasil, visando compreender as paisagens que unem os dois países na atualidade, sob o contexto da Crise Climática e da necessidade de recuperar e conservar os ecossistemas. A exposição "PAISAGENS ALÉM DO OCEANO. BURLE MARX NO ANTROPOCENO" oferece uma perspectiva singular, explorando o legado e as contribuições de Roberto Burle Marx (1909-1994), renomado paisagista do século XX, em um diálogo entre passado, presente e futuro. Específicos (1) Realizar uma exposição integrante nos eventos da Saison Croisée France-Brésil 2025, no Centro Cultural Solar Ferrão em Salvador, com duração de 04 meses; (2) Produzir e editar um catálogo sobre a mostra, com reprodução de acervo exposto e textos de pesquisadores brasileiros e franceses, 2.000 exemplares, bilíngue, para distribuição gratuita; (3) Reeditar o livro ‘À mesa com Burle-Marx’, com tiragem de 500 exemplares para distribuição gratuita; (4) Realizar um seminário internacional durante a mostra, com duração de 04 dias.

Justificativa

A paisagem é entendida como fundamental para se pensar os desafios contemporâneos das cidades, sobretudo em tempos de Antropoceno e Pandemia. Repensar o território através da paisagem tem sido visto como uma forma de promover e proteger a rede sociocultural e ecológica verde, garantindo a resiliência necessária às alterações climáticas, mas também garantindo a inclusão social. Roberto Burle Marx, maior paisagista do século XX, em sua teoria e prática refletiu sobre o papel da paisagem como expressão complexa da relação entre o homem e a natureza propondo, sob novas perspectivas e técnicas, a valorização e a promoção do verde do território, que inverte a direção do planejamento e do projeto tradicional. Sua teoria e sua prática trazem grandes contribuições, ao pensar soluções baseadas na natureza, na nomenclatura contemporânea, que mobilizem diferentes funções (ambientais, socioculturais e econômicas) e, em uma definição mais ampla, são capazes de se adaptar a cada contexto, valorizando os diversos Biomas. A exposição "PAISAGENS ALÉM DO OCEANO: BURLE MARX NO ANTROPOCENO" apresenta a obra e vida de Roberto Burle Marx, através de suas diversas facetas, explorando sua genialidade e generosidade artística com uma expografia inovadora, inclusiva, participativa, elaborada por um coletivo de mulheres curadoras de Arquitetura, voltada para a experiência dos visitantes com as obras e o pensamento do artista, seu legado e valores atrelados ao meio ambiente, as urgências climáticas e os desafios contemporâneos que seus trabalhos e discurso já comunicavam. Sua arquitetura da paisagem revolucionária, com reputação internacional, tem um impacto em muitas cidades onde atuou, sendo ainda hoje capaz de emocionar seus usuários. Burle Marx foi um artista completo - pintor, escultor, expedicionário e ativista - cuja obra permanece relevante para os desafios contemporâneos, especialmente no contexto das mudanças climáticas. Esta exposição oferece uma oportunidade única de revisitar e difundir seu trabalho, conectando o passado e o presente, e reforçando a importância de soluções baseadas na natureza para o futuro. A exposição tem como objetivo revisitar as viagens, exposições e projetos de Burle Marx na França e no Brasil, com destaque para o projeto do Sítio Burle Marx e os seis pátios localizados na sede da UNESCO em Paris. Nosso interesse também se estende nas amizades e parcerias estabelecidas pelo paisagista. Toda essa narrativa será apresentada de forma imersiva, inclusiva e participativa. A realização de um projeto como o aqui proposto, de extrema relevância histórica, é também auxiliar a preservar e difundir a arte, proporcionando a fruição de diversos públicos por meio de ações de ampliação e mediação do acesso. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País, alinhado com os preceitos da chamada de projetos da iniciativa França-Brasil 2025. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

(1) Exposição A mostra será exibida no Centro Cultural Solar Ferrão, um dos mais significativos equipamentos culturais de Salvador, é um marco histórico que representa a riqueza patrimonial da cidade e sua conexão com o legado cultural do Brasil. Localizado no Pelourinho, o Solar do Ferrão abriga uma série de coleções de arte popular e exposições que resgatam e preservam o patrimônio artístico e cultural da região. Sua arquitetura colonial é um símbolo da memória histórica e das influências que moldaram a Bahia. Escolhê-lo como espaço para esta exposição reforça o compromisso de unir tradição e inovação, proporcionando um diálogo entre o passado e o presente, essencial para repensar a paisagem urbana e suas relações socioculturais e ecológicas. Assim, o Solar do Ferrão torna-se um local ideal para explorar as ideias de Roberto Burle Marx e seu impacto na promoção de soluções baseadas na natureza, reforçando a importância de espaços verdes e sustentáveis para enfrentar os desafios climáticos contemporâneos. Ele se torna ideal também por acolher um público de diferentes realidades socioeconômicas, principalmente aqueles em condição de vulnerabilidade. Expografia ÁREA EXPOSITIVA: cerca de 900m² de área expositiva. FORMATOS DAS OBRAS: Obras originais-chave; projeção mapeada (áreas internas e jardim); fac símiles em formatos interativos (desenhos, fotos, cartas e itens não apresentados na exposição de 1973) + ambientação de espaços (tecidos, objetos, espaços cenografados com atmosfera da vida e obra de Burle Marx); instalação de plantas no jardim externo; entrevistas em audiovisual. As fotos em P&B serão fixadas em molduras desenvolvidas especialmente para a exposição, através da parceria com o IMS. EIXOS TEMÁTICOS: EIXO 1: O jardim, lugar de vida e conexãoO universo inspirador e intercultural do autor, o seu amplo jardim onde é ao mesmo tempo jardineiro, paisagista e ecologista, mas também artista, colecionador, anfitrião e gourmand. Neste eixo serão explorados cenários, objetos e instalações para aproximar os visitantes do personagem Burle Marx. EIXO 2 – O diálogo transatlânticoO foco está nos envios para o exterior, principalmente nas viagens à França. Retrospectiva da exposição de 1973 em Paris e das andanças por Portugal e Londres. É feita uma análise aprofundada da obra de Burle Marx com raízes e tradições francesas. A ideia do projeto expositivo de 1988 em Beaubourg e o diálogo com o paisagista francês Gilles Clément são apresentados – e na medida do possível parcialmente implementados. EIXO 3 – Água, território, clima: viver no mundo no presente e no futuroO papel do jardim de Burle Marx na construção de uma outra forma de habitar o mundo do ponto de vista ecológico e sua importância nas mudanças climáticas, notadamente com a integração dos ecossistemas ao paisagismo de Marx. Além da documentação, este tema será materializado por instalações e projeções. Será ampliado por projetos contemporâneos de arquitetura paisagista realizados por arquitetos paisagistas franceses e brasileiros, com ênfase na influência e legado de Burle Marx, para responder desde a fase de projeto aos desafios das mudanças climáticas e da conservação da água. O desenho de piso do Terreiro de Jesus, reproduzido na escadaria da entrada, a tapeçaria original “Vegetação do Planalto Central”, a planta baixa do Parque do Flamengo digitalizada e as principais obras da exposição, serão reproduzidas considerando maquete táteis e sensoriais, que contemplarão Braille, alto-relevo e cores adequadas. Experiências imersivas e interativas Visita virtual ao Sítio Roberto Burle Marx – IPHAN : A visita virtual ao Sítio Roberto Burle Marx oferece experiências imersivas ao legado de um dos maiores paisagistas do mundo. O sítio, localizado no Rio de Janeiro, é um verdadeiro museu a céu aberto, abrigando uma vasta coleção de plantas tropicais e obras de arte. Através de uma visita virtual interativa, os visitantes poderão explorar os jardins, os sombrais, a casa de Roberto Burle Marx, cozinha e atelier, além de aprender sobre a importância ambiental, histórica e cultural do local. Uma imersão com som, temperatura, luz e umidade demonstrará a importância da conservação deste patrimônio do Sítio, que anteriormente era uma fazenda de bananas com solo empobrecido e degradado, criando a sensação do antes e depois do trabalho de recuperação do meio ambiente e construção de outras paisagens proporcionadas pelo paisagista. Aterro do Flamengo: Uma mesa com superfície interativa dedicada ao projeto do Aterro do Flamengo oferece uma experiência sensorial completa. A mesa inclui, desenhos do projeto, vídeos do parque, capturando a beleza e a funcionalidade do espaço, bem como sons ambiente que transportam os visitantes diretamente para os diferentes recantos do Aterro. Este recurso interativo não apenas educa sobre o desenho e a execução do projeto, mas também proporciona uma conexão emocional com o local. Mapa interativo: O mapa interativo é uma ferramenta inovadora que permite aos visitantes explorar a influência global de Roberto Burle Marx. Os usuários podem marcar no mapa os locais onde conhecem projetos do paisagista, compartilhando suas experiências pessoais e criando uma rede global de admiradores de seu trabalho. Além disso, o mapa fornece dados relevantes sobre questões ambientais, como ilhas de calor, desafios climáticos, desmatamento e outros problemas ecológicos, promovendo uma reflexão sobre a importância da preservação ambiental e o impacto das soluções de Burle Marx em diferentes contextos geográficos. Considerando a implementação da cultura digital, que permitirá a democratização da exposição para a sociedade em geral brasileira, não restrita a Salvador e Paris serão preparados vídeos parciais do audiovisual da exposição como conteúdos digitais, a serem disponibilizados para o público via plataformas online do tipo youtube, veiculados via redes sociais. Ainda será desenvolvido um site e um podcast dedicados a proporcionar uma experiência imersiva e informativa sobre o legado de Roberto Burle Marx. O site será uma plataforma abrangente, repleta de recursos interativos, vídeos, artigos, e imagens de alta qualidade das obras e projetos da exposição, bem como seus eventos paralelos: transmissão dos seminários, filmes e catálogo digital. Os visitantes poderão explorar conteúdos detalhados sobre os diversos aspectos da exposição, desde os jardins e plantas até as técnicas de paisagismo e a importância de Burle Marx. Complementando o site, o podcast oferecerá uma visita completa à exposição, bem como contará com uma série de entrevistas com especialistas em paisagismo, historiadores e pessoas que trabalharam diretamente com Roberto Burle Marx. Ambas as plataformas, site e podcast, serão desenhadas com foco em acessibilidade, incluindo transcrições para pessoas com deficiência auditiva, e compatibilidade com leitores de tela no site para garantir a navegação de pessoas com deficiência visual. Programa EducativoA exposição vai promover um programa educativo, visando o atendimento aos visitantes e escolas da rede pública e privada por monitores especialmente capacitados para atuar junto aos mais diversos públicos. As visitas guiadas serão disponibilizadas durante todo o período da exposição com a presença de profissionais com um olhar sensível para a diversidade humana, entre eles intérpretes de Libras e audiodescritores. (2) Catálogo: publicação com textos de pesquisadores brasileiros e franceses, e ilustrada com imagens apresentadas na exposição. Formato fechado 25 x 34 com, 150 páginas, capa dura, miolo em papel Eurobulk 150/m². Tiragem: 2.000 exemplares (3) Livro À Mesa com Burle-Marx: Formato: 26 x 30 cm, Páginas: 192, Miolo: papel couchê fosco 170 g/m2, Impresso a 4x4 cores; Capa: Capa dura, Papel couchê brilho 150 g/m2, Impressa a 5x0 cores. Tiragem 500 exemplares. (4) Seminário Elos transatlânticos: paisagens entre Brasil e FrançaEm parceria com Jacques Leenhardt, da L'École des Hautes Études en Sciences Sociales, tem por objetivo refletir sobre questões relacionadas com arquitetura, urbanismo e paisagismo, reunindo especialistas dos dois países durante 04 dias. Prevemos a transmissão ao vivo pela internet, e o registro ficará disponível em plataforma digital.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO Acessibilidade física: O Solar do Ferrão oferece acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física com rampas nos principais acessos que atendem às salas expositivas e banheiros. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.Rubrica: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: Produção de audioguia bilíngue português/francês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal).Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line)Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: contamos com profissionais habilitados para o atendimento de público com deficiência cognitiva.Rubrica: Monitor PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade Física: não se aplica.Acessibilidade para PcD visual: audiolivroAcessibilidade para PcD auditivo: não se aplicaAcessibilidade para PcD intelectual: não se aplica PRODUTO LIVROAcessibilidade Física: não se aplica.Acessibilidade para PcD visual: audiolivroAcessibilidade para PcD auditivo: não se aplicaAcessibilidade para PcD intelectual: não se aplica PRODUTO SEMINÁRIOAcessibilidade física: O Solar do Ferrão oferece acessibilidade para idosos e portadores de deficiência física com rampas nos principais acessos que atendem às salas expositivas e banheiros. Para a exposição, prevemos mobiliários adaptados para todos os tipos de públicos destacando pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.Rubrica: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: Audiodescrição.Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: Intérprete de librasRubrica: Intérprete de libras Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: O acesso à exposição será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso III, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); PRODUTO LIVRO - optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); PRODUTO SEMINÁRIO - optamos pelo Inciso III, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados com recursos do PRONAC. Coordenação geral e de produção: DOIS UM/Claudia Pinheiro (proponente)A DOIS/UM PRODUÇÕES constituída em 1996, com sede no Rio de Janeiro, dedica-se à realização de exposições e edições de livros de arte. Tem como diretora e produtora executiva, Claudia Pinheiro, carioca, arquiteta com pós-graduação em Economia Política da Urbanização e em Engenharia do Meio Ambiente. A empresa abriu sua sucursal em Portugal em 2018, no intuito de promover a troca cultural entre Brasil e Portugal, promovendo experiências enriquecedoras com a realização de projetos culturais de interesse mútuo. Dentre os mais de 60 projetos realizados, destacam-se a produção executiva das seguintes exposições e livros: LUCIO COSTA & LE CORBUSIER – CORRESPONDÊNCIAS - Organização em parceria com Julieta Sobral (Casa Lucio Costa) ,Ed Bem te Vi, 2024; SERGIO BERNARDES – 100 ANOS. Museu Nacional de Belas Artes/RJ, –2019; GIANNI RATTO - 100 ANOS, com parceria com o Teatro Scalla de Milão –2017 – SESC/ SP; MESTRES DA GRAVURA – MATRIZES ITALIANAS DO SÉCULO XVI AO XX, em parceria com Istituto per la gráfica de Roma com 51 matrizes do Istituto per la grafica de Roma de mestres como Piranesi, Morandi, Carrá, Tempesta entre outros. Museu Nacional de Belas Artes – RJ -2015/ 2016; “ARQUITETURA PORTUGUESA NO TRAÇO DE LUCIO COSTA” – Rio de Janeiro, 2012 e remontagem no Ano do Brasil em Portugal - Lisboa –, 2013; LÚCIO COSTA – ARQUITETO, exposição que fez parte das comemorações dos 50 anos de Brasília. Museu Nacional– Brasília - DF, 2010; edição do livro “À Mesa com Burle Marx”, 2008, 1ª Ed. Editora Batel, 2ª Ed. Contracapa; edição do livro Carlos Leão - Arquitetura , Coedição Bazar do Tempo / DOIS UM Produções. 2016. CURADORAS MARINA MARTINDoutora em História (linha de pesquisa Política, Memória e Cidades) pela Universidade Estadual de Campinas e em História da Arte pelas Universidades Ca’ Foscari e IUAV de Veneza (2015). Mestre em Conservação e Valorização do Patrimônio Histórico e Cultural pela Université Paris 1-Panthéon-Sorbonne, Universidade de Évora e Università degli studi di Padova (2010). Arquiteta e Urbanista pela Universidade Estadual Paulista, com formação complementar na École d’Architecture de Paris La Villette (2007). Sua vasta experiência profissional inclui a gestão de coleções, a coordenação e o desenho de exposições incluindo a sinalização e a experiência do visitante, o ensino de Expografia/Museografia/Gestão de obras de arte, assim como o trabalho com projetos de conservação e restauração do patrimônio arquitetônico. Desde 2015, dedica-se à organização de mostras de arte, arquitetura e fotografia na Europa, América e Ásia. Atualmente, como pesquisadora independente, concentra seus estudos nas exposições do século XX até a contemporaneidade, ressaltando a relevância das relações culturais internacionais e o impacto da atuação de imigrantes no contexto brasileiro. Paralelamente trabalha no Photo Elysée – Musée Cantonal pour la Photographie, na Suíça, além de integrar o comitê executivo do ICOM-ICAMT (Arquitetura e Técnicas Museais), onde desempenha um papel ativo na promoção e troca de informações sobre arquitetura de museus e na organização de congressos e workshops em âmbito global. PRISCILA MARIA CAPOBIANCO VIEIRAFormada em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo em 2008. Morou em Luanda, Angola, de 2009 a 2012, trabalhando como arquiteta na área de fiscalização de obras, depois como gerente de obras e por fim como compradora para uma construtora, o que a fez viajar para outros países para conhecer fábricas e fornecedores. Em 2015 mudou-se para Paris onde trabalhou em diversos projetos de arquitetura residencial e comercial e estudou história da arte na École du Louvre como auditeur. Em 2022 se mudou para Lisboa, onde mora atualmente. É apaixonada por botânica, e acredita que a arquitetura e o urbanismo devam trabalhar sempre em conjunto com o paisagismo em busca da preservação, valorização e recuperação do meio ambiente. PROJETO EXPOGRÁFICO: PAULA VILELAFormada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Cenografia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e atriz pela Escola de Artes de Laranjeiras CAL-RJ). Docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade UNESA entre 2014 e 2023. Em 2021, ganhou o 1º Lugar no Concurso Nacional de Arquitetura de “Habitação de Interesse Sustentável”, promovido pela Agência GIZ e Secretaria Nacional de Habitação – SNH – Ministério do Desenvolvimento Regional – MDR, em execução no ano de 2024. Tem experiência com cenografia e expografia desde 2010, tendo destaque para as exposições: Rafael e a definição da Beleza (2018), FIESP - São Paulo, Bossa 60, passo a compasso (2018), BNDES - Rio de Janeiro, Gianni Ratto 100 anos (2016), SESC Consolação - São Paulo, Memorabilia - Amador Perez 40 anos (2014), Centro Cultural Correios - Rio de Janeiro, A mão livre de Luiz Carlos Ripper (2013), Centro Cultural Correios - Rio de Janeiro, Art Déco e Art Nouveau – estilos de sedução (2013), Rio de Janeiro, Diálogos: Fayga Ostrower e Alex Gama (2012), Centro Cultural Correios - Rio de Janeiro. Sócia fundadora da produtora FILMES DE BOLSO é idealizadora do longa-metragem “Fernando” com estreia em 2019 pela Distribuidora Olhar e pelo Fundo Setorial do Audiovisual – Ancine. Realizou “Ferrugem”, com exibição no Canal Brasil em 2016. Desenvolveu a dramaturgia de “Uma praça entre dois prédios...”, da Probástica Cia de Teatro, Prêmio de Melhor Iluminação Shell 2017, com direção de Georgette Fadel. Em 2020, dirigiu o espetáculo “Víspora”, no Teatro Poeira, no Rio de Janeiro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.