| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 2,80 mi |
Quatro exposições de artes visuais na Casa França-Brasil, equipamento do Rio de Janeiro (RJ), sendo duas coletivas e duas individuais. Dois programas de formação e capacitação em pesquisa e curadoria de exposições, além de atividades paralelas, compondo assim a programação do projeto.
OBJETIVOS GERAIS Realização de QUATRO EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS, sendo duas coletivas (CASA BRASIL e CASA FLUMINENSE) e duas individuais, com duração de no mínimo três meses cada. Atendendo ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, transcritos abaixo: Art. 2o Na execuça~o do PRONAC, sera~o apoiados programas, projetos e aço~es culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o; Contribuir para a formaça~o de novas plateias e para a formaça~o de uma sociedade mais informada sobre criaça~o arti´stica atrave´s dos temas abordados. II - estimular a expressa~o cultural dos diferentes grupos e comunidades que compo~em a sociedade brasileira;Proporcionar uma experiência atrave´s da participaça~o e interatividade do pu´blico com as obras, sendo um facilitador para compreensa~o dos conteu´dos propostos. III - viabilizar a expressa~o cultural de todas as regio~es do Pai´s e sua difusa~o em escala nacional; Através dos temas essencialmente brasileiros V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais; Exposições gratuitas abertas a todos so públicos VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Exposições gratuitas para o pu´blico passante e escolas convidadas da rede pu´blicaXI - estimular aço~es com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, te´cnicos e estudiosos da cultura brasileira; Divulgar a arte reforçando a experimentaça~o de sentimentos, emoço~es e percepço~es que se manifestam por meio da arte. XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Levar as artes pla´sticas e as obras criadas exclusivamente para o projeto, gratuitamente para a populaçãos divulgando seus artistas VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoça~o da cidadania cultural, da acessibilidade arti´stica e da diversidade; Aumentar o conhecimento e a intimidade das crianças com a arte e uma consciência maior sobre os temas abordados. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto principal: 1ª exposição (coletiva) CASA BRASIL:Uma das exposições previstas recuperará o formato de "Salão" _ tradicional e ainda atual como meio de democrático de inserção institucional _, com edital aberto a todo território nacional, ambicionado o máximo dar visibilidade à produção artística do país em sua diversidade. O processo seletivo ocorrerá com a participação do júri formado pelo conselho curatorial da CASA, além de convidados com profunda relevância no campo cultural. 2ª exposição: Arthur Chaves - A produção do artista alia conhecimentos do desenho, da pinturas e das instalações. Formado em Design de Moda, Arthur experimenta a ampliação de técnicas que se hibridizam e, de certo modo, se esgarçam em encontros ora surpreendentes, ora conflituosos. Nos tecidos, a sobreposição se coaduna a técnicas de impressão, revelando-nos imagens, raras, pois, em sua maioria, a invocação das obras do artista se baseia em abstrações. Na exposição, exploraremos o caráter instalativo para criação de um diálogos entre as materialidades e a própria arquitetura da Casa França Brasil. 3ª exposição (coletiva) CASA FLUMINENSE:A segunda exposição prevista pretende oferecer um mapeamento mais localizado da produção artística do estado do Rio de Janeiro, abarcando suas características intrínsecas e de pluralidade, a partir do encontro de artistas consagrados, em meio de carreira e, sobretudo, emergentes. Um "retrato" da intensa e polifônica paisagem fluminense. 4ª exposição: Melissa de Oliveira - Carioca do Morro do Dendê, Ilha do Governador, a artista tem na fotografia seu foco de expressão. Convivendo com cenas pouco usuais para o grande público, mas muito cotidianas nas comunidades e morros da cidade, Melissa nos apresenta séries onde a força e a potência da vida se explicitam. A descoloração dos cabelos, as disputas com motocicletas que se empinam nos chamados "cavalos de pau", a convivência com o tráfico de drogas são alguns dos assuntos que interessam à artista. Na exposição, traremos as séries mais recentes, assim como apresentaremos emblemáticas obras de sua produção. Produto secundário:Realização de dois programas de formação e capacitação para o público jovem e para a cadeia produtiva das artes visuais: um para artistas, com duração de 60 horas, e outro para pessoas com interesse em pesquisa e curadoria, com duração de 122 horas, contribuindo assim para o desenvolvimento local e nacionalmente das redes de cultura e de economia criativa. O projeto conta ainda com uma série de 36 atividades paralelas à programação principal, que trará aos sábados (dia de maior visitação da Casa), uma oficina, encontro, palestra ou workshop, entre outras atividades, para desdobrar as exposições aos mais diversos públicos, inclusive jovem e infantil. Visitação escolar gratuita: Serão ofertados 20 transportes (5 por exposição) para escolas e instituições de atendimento social, para participação nas atividades. O PROGRAMA EDUCATIVO conta com quadro fixo ao longo das exposições para prospecção da programação a escolas e instituições e para a recepção dos visitantes. Outra ação oferecerá transporte e atendimento especialmente planejados para escolas com ênfase no ensino fundamental no PROGRAMA EDUCATIVO. O objetivo é aproximar esse público dos repertórios institucionais da arte e da cultura, e de promover seu pertencimento a esses segmentos. Comprovadamente, o hábito de frequentar museus e centros culturais surge nas visitas escolares, estendendo-se às famílias e amigos das crianças, que atuam como multiplicadores. A iniciativa também se configura como uma ação social, uma vez que grande parte da população não se considera parte das atividades artístico culturais institucionais de suas cidades, não compreende a ida aos museus e centros culturais como possível e não se apropria do direito de frequentá-los e até pautá-los. Museus e espaços de cultura possuem barreiras invisíveis que, para serem retiradas de fato, requerem ações continuadas e aprofundadas. Serão ainda produzidos mill exemplares de catálogos para cada uma das exposições.
O projeto se enquadra no Art. 1o da Lei 8313/91 nos incisos abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; ______________________________________________________________________________________________ O projeto atende ao Art. 3° da Lei 8313/91 nos incisos abaixo: I - incentivo à formaça~o arti´stica e cultural, mediante: c) instalaça~o e manutença~o de cursos de cara´ter cultural ou arti´stico, destinados à formaça~o, especializaça~o e aperfeiçoamento de pessoal da a´rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte e espeta´culos de artes cênicas ou congêneres; II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: b) ediça~o de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore; IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos; CASA BRASIL também permitirá durante a realização do projeto a implementação de uma estrutura de atendimento e segurança adequada para o público. Assim, os dois acessos da Orla Conde, hoje fechados por ausência de recursos, serão reabertos, somando-se ao acesso principal voltado para a praça compartilhada com o CCBB e ampliando o espaço de atuação da Casa França-Brasil no decorrer da realização do projeto. A reabertura dos portões garantirá o trânsito mais rápido de pessoas entre a Orla e a Avenida Primeiro de Março, criando um fluxo que aumenta exponencialmente a circulação e a experiência de pessoas. A Orla é muito utilizada para atividades de lazer, assim, o projeto também garante a apropriação e o uso da Casa França-Brasil pela população, conectando-a definitivamente com a estrutura da cidade e os seus arredores, abrindo-a completamente à população carioca. CASA BRASIL reflete um reposicionamento da Casa França-Brasil, direcionando-a para os debates culturais contemporâneos. Investe na brasilidade e nas identidades culturais fluminenses, considerando a diversidade de povos que nos constituem, convertendo o equipamento como vetor da reflexão e preservação das múltiplas identidades e das memórias culturais que compõem o estado do Rio de Janeiro e o Brasil, aspectos refletidos nas exposições propostas e que constituem o presente projeto, conforme proposta anexada. Uma encomenda de D. João VI à Grandjean de Montigny, arquiteto da Missão Artística Francesa, a construção que abriga há 35 anos a Casa França-Brasil é um documento histórico arquitetônico do estado. Primeiro registro do estilo neoclássico, o espaço cultural é um pólo de difusão de cultura e referência em arte contemporânea, tendo realizado importantes ações de cultura entre seminários, ciclos de palestras, e outros projetos, além da programação de exposições.Na sua história, as instituições localizadas no prédio desempenharam diversas atividades públicas. "Casa" veio na sua função cultural organizada pelo então secretário de cultura do estado Darcy Ribeiro, em 1983. O projeto de uso do espaço para as atividades culturais foi realizado pelo museólogo francês Pierre Castel com uma equipe brasileira, um ano antes da sua inauguração em 1990. No marco dos 35 anos do equipamento, em março de 2025, quando se pretende lançar efetivamente o projeto ao público, CASA BRASIL contorna a vocação da então "Casa-França", alcunha pela qual é mais conhecida, apontando para as discussões de coloniais e atuais da cultura e da arte.
CASA BRASILPROGRAMAS DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃOPlano metodológico Formação e Capacitação CuratorialResumoA proposta do Imersões Curatoriais é oferecer aos participantes a experiência curatorial em seus aspectos conceituais, históricos e práticos, desde a fundamentação do partido curatorial, à escolha das obras, produção de textos, até sua configuração no espaço e montagem. ObjetivosProporcionar aos participantes um espaço de discussão e reflexão conceitual para construção de projetos curatoriais em consonância com conhecimentos de seus sistemas e atividades de apoio, como programas educativos, design expositivo e coleções. Nessa proposta, os participantes vivenciam todas as etapas de uma mostra, criando coletivamente as propostas curatoriais. Conteúdo ProgramáticoMódulo I - Curadoria, com Marcelo Campos e Ivair Reinaldim O objetivo deste módulo é a construção de um amplo repertório conceitual e teórico, em que os participantes são orientados na definição e produção das atividades relativas à concepção e realização de uma exposição. Serão apresentados e discutidos temas como: A história da arte e o lugar do curador; As curadorias emblemáticas e sua reverberação no sistema da arte; As pautas da contemporaneidade e sua inserção nas curadorias, hoje; A definição de um partido curatorial; Critérios de seleção de artistas e obras. Módulo II - ExposiçõesNessa etapa, os orientadores convidados conduzem a turma nas definições do projeto expográfico. Pesquisa, com Ileana PradillaA proposta do curso Pesquisa é discutir a natureza do trabalho de pesquisa e sua contribuição em mostras de arte contemporânea. Inseridos no processode concepção e montagem, os participantes desenvolvem ferramentas para a elaboração dos conteúdos de apoio para exposições, tais como resumos biográficos, entrevistas e linha do tempo das linguagens/obras apresentadas em mostras. Além de orientações de escrita para elaboração de verbetes, legendas, ficha técnica, minibios dos artistas e textos curatoriais. Expografia, com Leila ScaffA proposta do curso de Expografia é apresentar e discutir conceitos de espaço, os vários suportes museográficos e sua execução, estudos de casos e exercícios práticos para elaboração de um projeto museográfico com seus diversos processos até a montagem final. O curso é dividido em aulas explicativas e de orientações, e aulas práticas para execução de projetos.- A relevância do projeto expográfico;- Experiências expográficas diversas e suas reverberações;- A definição de um partido expográfico;- Experiência de elaboração de um projeto expográfico em etapas;- Realização da expografia para a exposição. Programação Visual, com Fernando LeiteA proposta do curso Programação Visual é apresentar aos participantes a linguagem do design gráfico em exposições, desde a criação de identidade visual até sua implantação nos diversos dispositivos.- Apreensão dos conceitos da exposição; - Elaboração do projeto gráfico em sintonia com o projeto expográfico e curatorial; - Sinalização, legibilidade e visibilidade até tipografia e ilustração; - Letramento manual e digital até o desenvolvimento de projetos; - Objetos gráficos, sinalização do espaço interno e externo;- Material de divulgação e registro fotográfico, os materiais disponíveis e estratégias para adequação orçamentária. Serão convidados orientadores que conduzirão os alunos na etapa da Montagem, Iluminação e Fotografia apresentando conceitos de espaço, dos vários suportes museográficos e sua execução, estudos de casos e exercícios práticos. Profissionais envolvidos e formaçõesMarcelo Campos - Orientador PermanenteProfessor Associado do Departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ e dos Programas de Pós-graduação em Artes (PPGArtes) e em História da Arte (PPGHA). Curador-chefe do Museu de Arte do Rio. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes/ UFRJ. Possui textos publicados em periódicos, livros e catálogos nacionais e internacionais. Autor do livro, Escultura Contemporânea no Brasil: reflexões em dez percursos. Salvador: Editora Caramurê, 2016. Curador de diversas exposições, como, Crônicas Cariocas (2021) com Amanda Bonan, Conceição Evaristo e Luiz Antônio Simas, no MAR; Casa Carioca (2020) com Joice Berth no MAR; À Nordeste (2019) com Bitu Cassundé e Clarissa Diniz no SESC 24 de Maio; O Rio do Samba: resistência e reinvenção (2018) com Nei Lopes, Evandro Salles e Clarissa Diniz, no MAR. Ivair Reinaldim - Orientador PermanenteDocente do Departamento de História e Teoria da Arte da Escola de Belas Artes e do quadro permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV-UFRJ. É líder do Grupo de Pesquisa Lab | HABA - Laboratório de Historiografia da Arte no Brasil e Américas, membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA). Atua como curador independente e desenvolve pesquisa nas áreas de historiografia e teoria da arte, crítica de arte e estudos curatoriais. Ileana Pradilla - Orientadora ConvidadaNasceu em Bogotá, Colômbia. Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio), pós-graduada em História da Arte e da Arquitetura (PUC-Rio) e bacharel em Artes Cênicas (UNIRIO). De 2001 a 2003 foi Diretora da Divisão de Artes Visuais do Instituto Municipal de Arte e Cultura / Rioarte e da Plural Comunicação, Memória& Cultura, entre 2006 e 2015. Lecionou Patrimônio Cultural e Política Cultural no Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes (2005-2006) e Historiografia da Arte, no Instituto de Artes da UERJ, no mesmo período. É autora de Marc Ferrez – Uma cronologia da vida e da Obra (IMS, 2019) e co-autora da Coleção Palavra do Artista (Lacerda Editores/CAHO, 1999). Organizou os livros Galeria de artistas: Centro Empresarial Rio 1983-1990 (FGV, 2021) e Kant. Crítica e estética na Modernidade (Senac, 1999). É pesquisadora no Instituto Moreira Salles desde 2016, onde coordena o Núcleo de Pesquisa em Fotografia. Leila Scaff - Orientadora ConvidadaArquiteta, formada em 1976 pela Universidade de Arquitetura e Urbanismo Santa Úrsula CAU no A2738-3. Sócia e fundadora da firma LSR Arquitetura LTDA, desde 1998 vem atuando em projetos de arquitetura, arquitetura de interiores, projetos de expografia. Em 2011, se tornou uma pessoa com deficiência física, passando a atuar também em projetos de acessibilidade. Passa a participar de grupos que discutem acessibilidade cultural, e de inclusão da pessoa com deficiência. A partir de 2000 inclui, em suas atividades, execução de projetos de expografia e acompanhamento de montagem de exposições de arte e temáticas, atuando em vários museus e centros culturais do Brasil. Fernando Leite – Orientador ConvidadoArtista plástico e designer formado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988). Bolsista da Pollock-Krasner Foundation (2000), Nova York. Realizou exposições individuais e coletivas desde 1987. Em 2008 fundou a Verbo Arte Design, um ateliê voltado a projetos editoriais em arte contemporânea. Desenvolve projetos completos de identidade visual de exposições, sinalização de espaço expositivo, confecção de material didático e de divulgação, catálogos e livros, folders, convites e itens de papelaria. Tem desenvolvido, em parceria com artistas, curadores e produtores culturais, livros e eventos de arte. Tem sido professor-orientador da Escola Sem Sítio desde 2015. Carga horária122 horasTurno: Diurno / Manhã Público-alvoJovens e adultos Número de vagas 20 Critérios de seleçãoInteresse, perfil de estudante, acadêmico ou profissional afinado com as propostas do curso, disponibilidade. O programa tem uma reserva de ao menos 51% das vagas para mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, inclusive de terreiros e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/ sub-representação na sociedade. A seleção é realizada por meio de carta de intenção e entrevista Material de apoio (que será utilizado para execução):Apresentação de vídeos, imagens e leitura de textos Formação ArtísticaResumoO programa Imersões Poéticas é destinado a artistas que buscam orientação, reflexão e questionamento de sua produção diante do cenário contemporâneo. ObjetivosFomentar e apoiar a produção artística, criando redes de diálogos com diferentes interlocutores ligados ao sistema da arte, para estimular a difusão da produção dos participantes. Conteúdo Programático- Apresentação de trabalhos dos participantes, acompanhados pelos orientadores permanentes que trazem referências e propõem exercícios a partir da produção dos artistas participantes. O conteúdo das aulas e exercícios a serem propostos são preparados pelos orientadores em decorrência das questões que se apresentam nos trabalhos dos participantes;- Encontros individuais agendados previamente com dois profissionais - um artista e um teórico, em que o participante apresenta sua pesquisa e recebe a respectiva crítica. Os profissionais são designados aos participantes pelos orientadores;- Visitas a ateliês de diferentes artistas que se dedicam à pesquisas que envolvem materiais e procedimentos específicos. A relação entre material e poética será discutida em tais encontros;- Palestras realizadas por profissionais convidados por indicação dos orientadores, escolhidos a partir dos interesses identificados no grupo. Profissionais envolvidos e formaçõesCadu (Carlos Eduardo Félix da Costa) – OrientadorArtista, professor da PUC-Rio. Contemplado com a bolsa de residência artística Iberê Camargo em 2001 no London Print Studio, e 2008 artista visitante na Universidade de Plymouth a convite do Arts Council (Reino Unido). Em 2012 participou da 30a Bienal de São Paulo. Em 2013 participou da 13a Bienal de Istambul, vencedor do Prêmio Pipa e contemplado com residência artística na Residency Unlimited (Nova York). Em 2014/2016 artista participante dos projetos de residência Plataforma Atacama (Chile), InSite (Mexico) e da 4a Bienal do Fim do Mundo (Argentina). Vencedor do Prêmio Radio Krakow 2015 (Polônia) pela mostra It’s Gonna Rain. Carga horária60 horas por edição (120 horas no total)Turno: Diurno/Manhã ou Tarde Público-alvoJovens e adultos Número de vagas20 Critérios de seleçãoInteresse, perfil de estudante, acadêmico ou profissional afinado com as propostas do curso, disponibilidade. O candidato, necessariamente, deve ter produção artística. O programa tem uma reserva de ao menos 51% das vagas para mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, inclusive de terreiros e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/ sub-representação na sociedade. A seleção é realizada por meio de carta de intenção, portfólio e entrevista Material de apoio (que será utilizado para execução): Apresentação de vídeos, imagens de trabalhos de artistas, leitura de textos de referência selecionados pelos orientadores a partir do perfil do grupo e da produção artística dos participantes. Para ambos os cursos, os estudantes terão acesso a um módulo de empreendedorismo com duração de 4 horas.
Art. 25. As propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac deverão conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei no 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto no 9.404, de 11 de junho de 2018, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A CASA FRANÇA BRASIL está equipada para receber portadores de necessidades especiais com elevador, banheiros equipados e corrimão. Parte do circuito cultural do Centro do Rio, interligado também pela Orla Conde junto a instituições como CCBB, Centro Cultural dos Correios, MAR, entre outras, a Casa França-Brasil é um dos equipamentos mais acessíveis na perspectiva arquitetônica, possuindo rampas e acesso seguro. A presente proposta é a oportunidade para, com recursos, tornar mais acessível a sua programação, além de promover um fórum permanente de acessibilidade dentro da Casa construindo assim uma política mais efetiva. A responsável por este programa é a Cenógrafa e curadora Leila Scaf. Arquiteta, 71 anos. É quadri-amputada desde 2011. Usa próteses nos membros inferiores. Mora sozinha, desde o divórcio em 2013 e faz uma busca constante nas autonomias possíveis. Trabalha em casa, em projetos arquitetônicos, acessibilidade arquitetônica e projetos de expografia. Faz parte de grupos que discutem acessibilidade cultural, em centros culturais e museus. EXPOSIÇÃO/MOSTRAComo medida de inclusão social e de acessibilidade, o grupo de artistas do Ateliê Gaia, do Museu Bispo do Rosário, formado por pessoas com deficiência, será convidado para a produção de uma obra site specific do coletivo para a programação do projeto. O Ateliê e o Museu são ligados ao Instituto Municipal de Assistência à Saúde Mental Juliano Moreira cuja história evidencia a marginalização e o encarceramento (inclusive manicomial) vivida por determinados grupos no Brasil.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as exposições.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras disponíveis para visitas mediadas.CURSOS DE FORMAÇÃOACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo textual será disponibilizado anteriormente para leitura por software no caso da matrícula de deficientes visuais no curso, além de legenda descritiva nas imagens.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras para deficientes auditivos matriculados no curso. PROGRAMAÇÃO PARALELAACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras disponíveis para todas as sessões. CATÁLOGOACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo textual será disponibilizado para leitura por software com legenda descritiva nas imagens. ACESSIBILIDADE A IDOSOS - as visitas ao projeto são acessíveis para idosos O projeto prevê visitações especiais com monitores capacitados para o acompanhamento de idosos - atendendo ao inciso p da IN no 1 do IPHAN de 25 de novembro de 2003. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas.Visitas sensoriais monitoradas por profissional especializado aos produtos resultantes exposição e palestras após qualificação da equipe por meio da condução do fórum de acessibilidade. II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. CURSOS/AÇÃO FORMATIVA ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE A IDOSOS - A CASA FRANÇA BRASIL é acessível para idososO projeto prevê visitações especiais com monitores capacitados para o acompanhamento de idosos - atendendo ao inciso p da IN no 1 do IPHAN de 25 de novembro de 2003. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. Visitas sensoriais monitoradas por profissional especializado aos produtos resultantes exposição e palestras.
EXPOSIÇÕES As exposições serão sempre gratuitas, abertas ao público em geral .§ 3o Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos. Estimativa de público a ser atendido diretamente: 800 crianças que receberão transporte . Serão convidadas 200 crianças por exposição. Serão 5 turmas de 40 alunos para cada uma das exposições.
JOCELINO PESSOA - Proponente e coordenador geral - Desde 2013, a V ARTE, de Jocelino Pessoa, realiza diversos projetos culturais para instituições públicas e privadas. Jocelino fez parte de instituições como Funarte, Museu Bispo do Rosario e Sesc Nacional. Pela V ARTE realizou, entre outras, Narrativas Poéticas - Coleção Santander Brasil, que percorreu nove cidades brasileiras, a exposição Yorúbáiano, de Ayrson Heráclito, no MAR e foi contemplado no Rumos - Itaú Cultural com o projeto Brígida, pelo qual organizou e publicou o livro Brígida Baltar: filmes, além de editais da Lei Aldir Blanc e da Caixa Cultural. EQUIPE DE CURADORIA - A equipe de curadoria é liderada por Marcelo Campos, professor do Instituto de Artes da UERJ e Curador chefe do MAR. Doutor em Artes Visuais pelo PPGAV da Escola de Belas Artes/UFRJ, Marcelo desenvolveu tese de doutorado sobre o conceito de brasilidade na arte contemporânea e realizou diversas instituições no Brasil e no exterior. O professor e artista paulistano Cadu completa o time da curadoria. Sua prática é marcada por uma abordagem transdisciplinar. É professor adjunto da PUC-Rio no departamento de Artes e Design, onde coordena o Laboratório Interdisciplinar em Natureza, Design & Arte (LINDA). A pedagoga Vanessa Rocha assume a coordenação dos PROGRAMAS DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO e do PROGRAMA EDUCATIVO. Foi supervisora de Ensino na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2013-2016) e na Casa França-Brasil (2016-2017). Atualmente é Professora na Secretaria Municipal de Educação do Rio. Programa de Acessibilidade e cenografia - LEILA SCAF - Arquiteta, 65 anos. É quadri-amputada , desde 2011. Usa próteses nos membros inferiores. Mora sozinha, desde o divórcio em 2013 e faz uma busca constante nas autonomias possíveis. Trabalha em casa, em projetos arquitetônicos, acessibilidade arquitetônica e projetos de expografia. Faz parte de grupos que discutem acessibilidade cultural, em centros culturais e museus. Thais Sousa, que integrou o corpo administrativo da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2012-2016) e da Associação de Amigos da Casa França Brasil (2016-2017), atuará no gerenciamento administrativo dos programas educativos.
SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC