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PRONAC 2411848Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará

SISSA ANELEH BATISTA DE ASSIS LTDA
Solicitado
R$ 5,17 mi
Aprovado
R$ 5,01 mi
Captado
R$ 2,70 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 2,70 mi

Eficiência de captação

53.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-02-03
Término

Resumo

Realização do projeto expositivo Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará com cerca de 200 obras de artistas pioneiras e da nova geração de Fotógrafas do Norte do Brasil pela primeira vez reunidas. O projeto tem proposta de Realidade Expandida, com experiências de interatividade em Realidade Aumentada e imersão em 1 filme VR produzido para a exposição. Para preservação da memória do projeto, terá 1 catálogo com versão impressa e digital. Para novas formas de acesso ao conteúdo e informações da exposição, produziremos 1 APP que permitirá ampliar a acessilidade. A programação educativa presencial ofertará 3 oficinas gratuitas para cada CCBB (total de 12) ministradas por 2 fotógrafas da exposição e 1 artesã de brinquedos de miriti. A programação paralela presencial realizará 4 encontros no total, com artistas e curadora e 4 visitas-guiadas com curadora no CCBB SP, RJ, BH e BSB.

Sinopse

Filme VR Título: Ritual de Cura. Duração: 6'. Sinopse: o filme apresenta um ritual de cura realizado por uma mulher indígena cacica que representará a realização de ritual baseado em sua cultura. Classificação indicativa: Livre. Detalhes técnicos: necessário o uso do óculos VR para assistir o filme com a imersão em realidade virtual.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a itinerância o projeto de exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, somando-se 4 exposições no total, sendo 1 exposição para cada CCBB nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro durante 2025 e 2026. O projeto expositivo apresentará cerca de 200 fotografias, ofertará vivências ambientais e tecnologias emergentes, levando os visitantes para novas experiências expositivas e ambientais com imersão sensorial-espacial e interatividade usando realidade virtual (VR), realidade expandida/mista (XR) e realidade aumentada (AR) de última geração. Além de interação com cenários que plasmam a cultura material amazônica e paraense registrada pelas lentes das fotógrafas. Objetivos Específicos 1. Realizar a exposição com 170 obras com fotografias, vídeo, fotonovelas e jornais fotográficos. 2. Promover a exibição de um Filme VR (audiovisual em realidade virtual) de 7 minutos, feito para a exposição que plasma temática do conjunto de fotografias de mulheres indígenas.3. Criar cenários temáticos que compõem o percurso expositivo, tendo 1 Oca VR para a exibição do filme VR e 2 instalações, sendo Instalação aromática Icamiabas e Instalação Banho de Cheiro.4. Realizar 1 visita-guiada com a curadora da exposição em cada cidade da itinerância. 5. Produzir Catálogo impresso e catálogo digital sobre a exposição com entrega de cópias para todos as praças do CCBB, tendo ISBN, ficha catalográfica e publicação pela Editora do Museu das Mulheres, assim tornando o catálogo nova bibliografia a ser consultada sobre o tema Fotografia Feminina do Pará e Fotografia Amazônica.

Justificativa

O projeto expositivo apresentado foi aprovado no edital de Patrocínio de Projetos Culturais do CCBB 2023-2025, portanto precisaremos usar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiar a realização deste projeto aprovado, conforme orientação do edital e da equipe do CCBB. O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto alcançará os objetivos do Art. 3º da referida norma na seguinte área: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Relevância do projeto A exposição Vetores-Vertentes: Fotográfas do Pará pretende contribuir para a construção do capítulo da história da fotografia brasileira apresentando fotógrafas artistas da Amazônia Brasileira, representantes de mais de quarenta anos de produção fotográfica da região Norte. Baseia-se em recorte com resultados ampliados da tese aprovada no Doutorado em Artes (2018, UnB) sobre a fotografia artística feminina da região Norte de autoria da curadora e pesquisadora Sissa Aneleh. Com recorte curatorial decolonial pautado nas questões de gênero e regionalismo, apresenta cerca de 200 obras contando com fotografias, foto-objetos, instalações fotográficas com vídeos, fotonovelas, jornais fotográficos e áudios com recorte da produção feminina a partir da década de 1980 ao tempo presente, somando obras de doze fotógrafas selecionadas que estarão, pela primeira vez, reunidas em exposição coletiva com itinerância nacional. Estão presentes duas gerações, a primeira são as fotógrafas precursoras Elza Lima, Walda Marques, Cláudia Leão, Flavya Mutran, Barbará Freire, Paula Sampaio e Leila Jinkings; a segunda, reúne Evna Moura, Renata Aguiar, Nailana Thiely e Nai Jinknss. O conceito da exposição, com base temática e histórica, tece interpretação de gêneros da fotografia divididos entre subjetivo e objetivo, experimental e documental, demonstrando os estilos e as temáticas predominantes na fotografia de mulheres identificados nas gerações 80/90 e 00/20. Serão exibidos matizes estético-poéticos da fotografia do Pará pouco conhecidos nacionalmente, abordando a fotografia afetiva da visualidade feminina amazônica e a potência estilística dessas artistas. O projeto expositivo repercutirá a construção da autonomia e da originalidade fotográfica feminina amazônica, encontradas nesta produção fotográfica artística que se verteu para experiências alquímicas e reinterpretação de vertentes - inspiradas em movimentos nacionais e internacionais. Ao passo que se expande na fotografia documental que está sob os vetores da cultura e do imaginário amazônicos, coadunando com a formação de inventários imagéticos ao registrar identidades regionais afroindígenas, quilombolas, caboclas, ribeirinhas e, por extensão, segue na tradição da busca afetiva de registro de outras identidades intercontinentais. Tal reunião de gerações de fotógrafas artistas com produção entresséculos, comprova a historicidade e a consolidação da fotografia feminina do Norte do Brasil que traz em sua gênese vetores-femininos e vertentes-afetivas que iluminam a grafia de luz dessas fotógrafas. Para tanto, esta exposição pretende estimular o conhecimento e a valorização da riqueza da identidade artística do Pará, considerando aspectos territoriais, sociais, multiculturais e ancestrais na seleção da produção de obras das fotógrafas selecionadas.

Estratégia de execução

O projeto de exposição faz parte da programação expositiva do Museu das Mulheres, o primeiro museu brasileiro dedicado às mulheres. Para tanto, foi elaborado pela Diretora Criativa e Curadora Geral Sissa Aneleh, responsável pela área de exposição do museu. Neste projeto o museu terá a oportunidade de levar sua exposição com fotógrafas do Pará para 4 cidades, o grupo de artistas estará reunido pela primeira vez em itinerância nacional. Esperamos alcançar um público de 120 mil visitantes (média de público nas 4 unidades do CCBB) durante o período de exposição, previsto entre dois meses e meio até três meses de duração. A experiência com Realidade Expandida (XR), a qual irá reunir o real e o virtual, será com 1 filme em Realidade Virtual (VR) produzido para a exposição, nesta obra audiovisual teremos cena de mulher indígena que irá apresentar canto e ritual indígena femininos. Esta experiência-vivência ancestral está reservada para acontecer no cenário da OCA no qual o público usará óculos VR para vivenciar esse ritual fazendo parte do filme. Para a experiência em Realidade Aumentada, o público terá QR Codes espalhados nos ambientes externos das salas expositivas do CCBB SP, BH, BSB e RJ para acessar a exibição em RA das fotografias selecionadas presentes na exposição, as quais poderão compor selfies, gravações e memória dessa experiência interativa durante a visitação no CCBB.

Especificação técnica

Catálogo da exposição Formato 27 cm altura x 21 cm largura, capa dura, papel couchê fosco, costurado, gramatura 150 gramas, 300 páginas. Experiência Olfativa Instalação sensorial-fotográfica Icamiabas: desenvolvimento da fragrância para a Instalação fotográfica sensorial, fragrância do Ateliê Olfativo Lila Botica e consultoria durante a exposição. Experiências Imersivas e Interativas Filme VR: Produção de obra audiovisual para exibição em Realidade Virtual (RV) com experiência imersiva. Equipe Consultor RV, Cinematógrafo RV, Assistente de Fotografia, Operador de Som direto, Assistente Técnico, Produtor, Edito, CG / Animador e Finalizador de som ambisônico. Inclui aluguel de locação e equipamentos, cachê de atriz do filme e trilha sonora branca. Duração: 6'. Exibição: durante todo o período da exposição no CCBB DF, SP, RJ e BH Detalhes técnicos: necessário o uso do óculos VR para assistir o filme com a imersão em realidade virtual. Projeto Obras em Realidade Aumentada | Expografia, Edição e Execução: criação de projeto, mapeamento dos espaços das unidades do CCBB, edição de programa de Realidade Aumentada para cada CCBB, testes de exibição, adaptação espacial, manutenção do programa e suporte técnico durante as 4 exposições. Duração: durante todo o período da exposição no CCBB DF, SP, RJ e BH Projeto Pedagógico Material para a oficina de brinquedo de miriti: a oficina construirá brinquedos tradicionais feitos com a madeira do miriti, durante a oficina será confeccionado e pintado cada material de miriti. Material para a oficina de fotografia: será feito um exercício com mural de fotografias impressas, composto com as fotografias dos participantes da oficina de fotografia contemporânea.

Acessibilidade

RESUMO App da exposição com audiodescrição, libras (vídeos) e audioguia; QR Code com audiodescrição e Libras ao lado das obras; Tradutores intérpretes de libras nas oficinas, palestras, vídeos e arte-educadores formados em Libras; peças digitais de publicação com acessibilidade para deficiência auditiva e pessoas cegas, visão subnormal, daltônicas e dislexia; Mapa tátil nas unidades do CCBB. ACESSIBILIDADE ESTRUTURAL NOS CENTROS CULTURAIS DO CCBB Todas unidades, sendo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília 1.Dispõem de rampa de acesso para cadeirantes, elevadores, equipe especializada, estacionamento PcD, rampa alternativa, mapa tátil e sinalização em braille. 2. Guarda volume, balcão de atendimento e sanitários acessíveis. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL 1.Tradução de palestras com artistas da exposição, convidadas e curadora. 2. Peças de divulgação: audiovisual com legendas; vídeos do APP com Libras; peças digitais em redes sociais com descrição e hashtags #paratodosverem #paracegover. Legenda descritiva ou oculta para deficiência auditiva. Leiautes descritivos para autistas. Textos e legendas para deficiência auditiva. Cores de tela de fundo e texto para pessoas cegas, visão subnormal ou daltônicas. Fontes sans serif e leitura simples para pessoas com dislexia ou com visão subnormal. 3. Publicação do catálogo no site do museu com leitura em voz. 4. Audiodescrição em todas as obras com acesso por QR Code no percurso expositivo para ouvir em celular ou tablet. 5. Mapa tátil em braille: sinalização do espaço museal nas 4 cidades: placas de 1 parágrafo para os textos curatoriais; placas com título em libras e espaço para audiodescrição, QR Code com audiodescrição das obras; instalação de medidas de acessibilidade nos espaços. 6. App gratuito com conteúdo da exposição com audiodescrição, audioguia e libras. 7. Audioguias no CCBB RJ. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Qualificação profissional e oportunidades de inclusão profissional: 1. Contratação de profissional Pcd para atuar na exposição na equipe principal. 2. Treinamento da equipe técnica para inclusão, interação e integração do público PcD dentro da equipe e fora (público interno e externo). Atitudes de integração: 1. Vagas nas oficinas de Fotografia. 3. Vagas na oficina de brinquedo de miriti. 4. Programação com acesso para o público PcD. 5. Programação para o público neurodivergente com visita sensorial.

Democratização do acesso

Acreditamos que a democratização de acesso ao nosso projeto expositivo é premissa fundamental para a experiência cultural cidadã. Para tanto, não estaremos comercializando qualquer produto da exposição, os ingressos para acesso à exposição são gratuitos, as oficinas do programa educativo do projeto são gratuitas e para todas as idades, o filme VR tem classificação livre. MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO DO PROJETO DE EXPOSIÇÃO VETORES-VERTENTES: FOTÓGRAFAS DO PARÁ. NOSSA DISTRIBUIÇÃO: 1. Catálogo: lançamento com distribuição gratuita para o público e com caráter social do CCBB SP, BH, BSB e RJ. 2. Ações formativas: oficinas do programa educativo, conforme previsão de 40 mil visitantes por CCBB. Total: 120 participantes por unidade do CCBB. Total geral: 480 pessoas. 3. Distribuição de catálogo: 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para o CCBB SP, BH, DF e RJ. 4. Todos os produtos culturais e materiais de divulgação informarão sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. 5. 100% (cem por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo do material didático da exposição. 6. 100% (cem por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto das miniaturas do banho de cheiro nas unidades do CCBB, inspirada na instalação Banho de Cheiro. 7. Doação de 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). 8. Atividades paralelas do projeto expositivo: 4 Encontros com fotógrafas e curadora, 4 visitas-guiadas com curadora. Sendo 2 atividades no SP, BH, BSB e RJ. Total geral: 8. NOSSA AMPLIAÇÃO DE ACESSO: 1. O programa educativo do projeto ofertará oficinas gratuitas para públicos adulto e infanto-juvenil. 2. Visitas-mediadas do projeto estão previstas para o CCBB SP, conforme solicitação de arte-educadoras que irão receber escolas e público em geral. Nas unidades do CCBB BH, BSB e RJ as visitas-mediadas serão realizadas pelo programa educativo do CCBB. Público: estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 3. Encontro com fotográfas e curadora com Interprétes de Libras nos 4 encontos, sendo 1: SP, BH, BSB e RJ. 4. Realizaremos ações culturais voltadas ao público infantil e infantojuvenil. 5. Disponibilizaremos na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. NOSSAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE: 1. Acessibilidade estrutural: as unidades do CCBB possuem rampa de acesso, banheiro e estacionamento para PcD, mapa tátil e outros diversos recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas. 2. Acessibilidade comunicacional: legendas das obras com libras e QR Code com audiodescrição, textos da exposição com audiodescrição, espaço sensorial e visita-guiada sensorial para o público neurodivergente. Bate-papo com artistas e curadora, além de vídeo para o APP com Interprétes de Libras.

Ficha técnica

Proponente | Museu das Mulheres (nome fantasia do CNPJ): é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Museu de natureza privada, fundado em fevereiro de 2022, tem a Direção e Curadoria Geral de Sissa Aneleh. Apresenta-se no modelo híbrido com programação artística e educativa presencial e virtual, realiza sua programação e atividades presenciais em centros culturais e demais instituições de arte, adota novas virtualidades e tecnologias para a programação virtual com projeto imersivo, interativo e ambientes espaciais do metaverso. Possui as áreas de exposições de artes, cinemateca, educativo, acervo, pesquisa e editora. Sua base de fundação assegura-se nos pilares arte, cultura, história e educação. Para tanto, tece programação híbrida para atender os valores, visão e missão de sua identidade institucional. Nesta constelação, constrói seu acervo para salvaguardar obras de arte e arquivos diversos que compõem a História das Mulheres. Nossa programação já aconteceu na Caixa Cultural de Brasília e de Recife, no Museu Nacional da República de Brasília, no Museu da República do Rio de Janeiro e no Museu Correios (Brasília), somando a realização de 80 produções de projetos e atividades até o segundo semestre de 2024, a saber nossos números: 15 Exposições presencias no Brasil (Rio de Janeiro e Brasília). 2 Exposições internacionais na Alemanha com Realidade Expandida e visita à exposição com óculos VR no Metaverso do Museu das Mulheres com itinerância nas cidades de Manheim, Bonn, Bochum e Berlim. 5 Exposições virtuais de artes no Metaverso do Museu4 Mostras de Cinema 40 Atividades Do Programa Educativo 1 Livro em Execução da Editora do Museu das Mulheres2 Lançamentos de Livros de Autoras Convidadas pela Editora Do Museu Das Mulheres2 Catálogos Lançados | Mostra De Cinema | Exposição12 Bate-papos com artistas. Participações em eventos nacionais e internacionais: 2 internacionais: Gender Inovation Berlim e Bienal de Arte Bochum.5 nacionais: Semana Nacional de Museus 2023 e 2024; Primavera dos Museus 2023 e 2024; 1 MICBR Belém | Mercado de indústrias criativas do Brasil.1 regional: Festival Social Good (Floripa). Representante Legal e Proponente | Diretora Geral Sissa Aneleh (Museu das Mulheres Brasília): Fundadora e Diretora do Museu das Mulheres, Mestra e Doutora em Artes Visuais, Diretora Artística, Curadora e Produtora Executiva. Responsável pela direção do museu nas áreas expositiva, audiovisual, educativa, pesquisa, acervo e editora. Trabalha há mais de 10 anos na área artística, dirigiu projetos aprovados em editais da Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e patrocínio do Goethe Institut, atualmente dirige projeto aprovado no edital do Centro Cultural do Banco do Brasil 2024-2025. Elabora e dirige todos os projetos do museu, é responsável pela captação de recursos e gerenciamento financeiro da instituição. Coordenadora Editorial dos projetos da Editora Museu das Mulheres. Consultora de Projetos de Arte no Laboratório de Inovação Cidadã da UFRJ LABIC (2020 e 2021), coordenação da Pró-Reitora Dra Ivana Bentes. Curadora| Sissa Aneleh: Mestra e Doutora em Artes com pesquisa voltada para mulheres artistas do Pará. Fez a curadoria de 13 exposições, incluindo 1 circulação internacional de exposição com artistas do Brasil na Alemanha passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Possui experiências na curadoria no Museu da República do Rio de Janeiro, Caixa Cultural Brasília e Caixa Cultural Recife, Museu Nacional da República de Brasília, Museu Correios e Museu de Arte de Bochum na Alemanha. Em sua Tese de Doutorado e Dissertação de Mestrado analisou a arte brasileira feminina. Possui artigos científicos publicados em revistas acadêmicas e livros de Portugal, Chile, Colômbia e Brasil. Produtora Executiva | Ângela Magdalena - MADAIART: Produtora com expertise em organização e realização de projetos na área de artes visuais, atividades na produção e desenvolvimento criativo-estratégico de exposições nacionais e internacionais, com experiência em itinerância nacional e execução de exposições nos principais museus e centros culturais do Brasil. Alicerçada na extensa experiência de sua fundadora, Angela Magdalena a qual produziu mais de 400 exposições. Projeto de Expografia e Projeto de Cenário | Estúdio GRU Jeanine Mendes: Diretora do Estúdio GRU, realizou mais de 50 projetos expositivos, desenvolve projetos de cenografia, expográficos e museográficos em museus e instituições culturais para exposições permanentes e temporárias, já desenvolveu projetos na Alemanha, Colômbia, Portugal, China e Brasil. Vasta experiência em exposições com itinerância nacional, em especial no CCBB atuando nas 4 unidades. Designer Gráfica | Tissa Kimoto - Sinalização, Identidade Visual, Divulgação e Catálogo: graduação na faculdade Belas Artes de São Paulo. Desde 2009, é sócia e diretora de arte na Pandoala Estúdio para a área de exposições. Tem como clientes diversas produtoras, empresas e instituições tais como Magnetoscópio de Marcello Dantas, Madai Art, Ayo Cultural, NU Projetos, Sesc, CCBB, Museu da Cidade de São Paulo, Museu do Futebol, Museu do Café, Sakura e Fast Shop. Trabalhou com a elaboração desde a definição de base conceitual da identidade visual, criação e implementação do conteúdo no espaço expositivo, até o acompanhamento de montagem das peças gráficas em intima articulação com o conteúdo e cenografia. Desde 2007, desenvolve projetos de design gráfico, comunicação visual e acessibilidade para as exposições em museus e institutos culturais. Tendo sido responsável pela comunicação visual de projetos como OiR | Outras ideias para o Rio, A exposição Pequeno Príncipe na Oca, Ciclo criar com o que temos para Centro cultural Banco do Brasil e magnetoscopio, Invento – As revoluções que nos inventaram e a exposição permanente do Museu do Café | Santos: Café – Patrimônio Cultural: História, Ciência e Arte. Em 2011, participou do projeto com exposição internacional: Europalia (gigantografia no club brasil) realizada em bruxelas bélgica no Monts des Arts e realizou o design gráfico Hells says No | Peça de teatro Noh para embaixada brasileira no Japão. De 2017 a 2019, foi responsável pela direção de arte local e consultoria de design da Japan House São Paulo, ainda realizando projetos para a casa até os dias de hoje. Projeto de Iluminação | Fernanda Carvalho Lighting Design: arquiteta pela FAUUSP e mestre na área de Design e Arquitetura com a pesquisa “A Construção do Espaço Através da Luz: Uma leitura da obra de Dan Flavin sob o aspecto do Design da Iluminação”. Sua formação autodidata em iluminação se iniciou na área teatral no Teatro da Vertigem em 1999. A empresa já realizou mais de 20 projetos de iluminação, atendendo MASP, Bienal de São Paulo, Itaú Cultural, Museu da Imigração, MAM e outros. SOBRE A EQUIPE DA LIGHTING DESIGN CRISTINA SOUTO Artista plástica, iluminadora cênica, faz pães. Sempre em busca das sombras, dos reflexos, As traquitanas de luz sem fio, e as missões impossíveis são sua especialidade. EMILIA RAMOS Arquiteta, vidreira, cenógrafa, gestora de projetos. Interesse ativo em diversas técnicas do fazer manual: ourivesaria, marcenaria, costura, fundição. Transforma seus ofícios em colaborações para a luz. HELENA CAIXETA Arquiteta, com interesse em cenografia e instalações artísticas. A pesquisa em luz cênica no universo da dança e tecnologia foi ponto de partida para o trabalho de iluminação. LUANA ALVES Arquiteta, cenógrafa e profissional de palco. Tipicamente pisciana e afetada pelo convívio diário com palhaços, o que mais a fascina na luz é o fato de lidar com algo mágico. MELISSA GUIMARÃES Artista plástica, iluminadora cênica, fotógrafa, diretora de palco. Apaixonada por decoração. PAULA CARNELÓS Arquiteta, titular do escritório Acenda, tem feito trabalhos em parceria para projetos complexos. Tem interesse nos astros… e pinta a casa no final de semana.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-06-19
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo