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PRONAC 2411861Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Experiência Sherlock Holmes - Uma viagem literária desde 1854

EXPERIENCIA TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO LTDA
Solicitado
R$ 5,99 mi
Aprovado
R$ 5,99 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2025-03-01
Término

Resumo

O projeto consiste em promover uma exposição imersiva com 14 ambientes que representam os principais pontos da obra do escritor Sir Arthur Conan Doyle, que deu vida ao emblemático personagem Sherlock Holmes.

Sinopse

*1ª PARTE: IMAGINÁRIO* Ao abrir a porta preta marcada como 221 B, somos transportados para o universo de Sherlock Holmes, envolto em mistério. Uma mesa de xadrez antiga em mármore com suas peças espalhadas como se ali, há pouco tempo, tivesse se encerrado uma calorosa disputa, livros, frascos de experimentos químicos, uma lareira empoeirada e objetos do século XIX, revelando a despreocupação do detetive com tudo que não era seu interesse. *2ª PARTE: ENCONTRO* Uma parede vermelha, marcada com as palavras “Um estudo em vermelho”, nos leva a 1887. É aqui que conhecemos Sherlock e Watson, dando início a uma jornada de amizade e aventuras. Aqui, temos vontade e liberdade para tocar, sentir aromas e até decifrar enigmas que nos fazem cada vez mais mergulhar na história. A narrativa se desenrola em um diário que apresenta a dedução única de Sherlock e os mistérios que os cercam, enquanto a iluminação moderna reinventa os elementos fantasiosos e intensos como desertos, flores, profetas, fugas e até anjos vingadores, presentes nos 14 capítulos do livro. *3ª PARTE: SÍMBOLO* O romance “O Signo dos Quatro” (1890) é introduzido em um ambiente nebuloso que revela novos personagens e um enredo intrincado. A rede de apoio de Sherlock, os irregulares de Baker Street, é apresentada, enquanto Sherlock desafia a ciência de dedução com seus intrigantes métodos. As associações tangíveis podem ser intensas ou sutis, querem evidenciar a grandeza da narrativa em um cenário multifacetado e sensorial que explora incessantemente as palavras, as ideias e a rebeldia por trás da mente de Sherlock. *4ª PARTE: AMOR* O coração, símbolo de amor e contradição para Sherlock, aparece em “Um Escândalo na Boêmia”, um dos doze contos publicados em 1892 em “As Aventuras de Sherlock Holmes” com seus intrigantes mistérios que nas mãos de Sherlock vão se desvendando por lógicas, análises, cálculos precisos e sua imbatível capacidade dedutiva. A música do violino ecoa a intensidade do encontro com Irene Adler. A trama se desenvolve em mistérios intrigantes que revelam personagens como James e Charles Mac Carthy, desafiando a mente dedutiva de Sherlock. *5ª PARTE: MEMÓRIAS* Fragmentos de espelhos, páginas impressas, tintas e letras se apresentam de forma contundente sobre nós. O fascínio e a expectativa marcam um tempo em que prensas trabalhavam a todo vapor para trazer jornais e revistas para um público ansioso, sedento por novidades. Nesse clima, a Strand Magazine, que trazia ao mundo, os contos de Sherlock, compilados no livro “As Memórias de Sherlock Holmes”, em 1892, é ambientada em uma Londres vibrante. Histórias como “Silver Blaze” e “O Problema Final” destacam o encontro entre Sherlock e Moriarty, seu maior rival, trazendo uma complexidade emocional à narrativa. *6ª PARTE: ILUSÃO* “O Cão dos Baskerville” (1902) cria um clima sombrio e intrigante, onde mistérios são desvendados em meio a elementos confusos e visões modernas como o grafite que evoca a natureza rebelde de Londres. A narrativa é uma jornada para decifrar o enigma dos Baskerville e outras histórias impactantes. *7ª PARTE: RESGATE* Um quadro investigativo típico, com interrogações, linhas entrelaçadas, observações e análises nos deixam atônitos, intrigados e com vontade de compreender a narrativa intensa e, ao mesmo tempo, reveladora, dos 13 contos complexos e intrigantes de “A volta de Sherlock Holmes” (1905). *8ª PARTE: EMOÇÕES* “O Vale do Medo” (1915) explora as emoções humanas, dividindo-se em duas partes que refletem sobre a natureza das sensações e da alma humana. Não existimos sem emoção e é nesse clima profundo que vamos conhecer e vivenciar ‘A Tragédia de Birlstone’ e ‘Os vingadores’. *9ª PARTE: DESPEDIDA* Em um cenário do final do século XIX, podemos ver um cabideiro, um sobretudo, luvas, cachecol, um chapéu e vestígios de lama de um sapato que evidenciam a recente presença de Sherlock enquanto nos despedimos dele através de “O Último Adeus de Sherlock Holmes” (1917), revelando sua presença em cada conto. *10ª PARTE: VOZ* Em “Histórias de Sherlock Holmes” (1927), ouvimos Sherlock narrar dois dos capítulos. Pela primeira vez, não é Watson que nos conta a história. E é nesse universo de sussurros que nos é apresentado o restante da obra, imersiva, sensorial e, porque não dizer, emocionante, em que vamos sendo guiados ao final da extraordinária obra de Sir Arthur Conan Doyle. *11ª PARTE: VOCAÇÃO* Arthur Conan Doyle, escocês é o foco desse ambiente que narra sua trajetória desde a medicina até a literatura que se encontram aqui, em uma batalha em que já sabemos quem será o vencedor. É como um jogo de tabuleiro, mas não existem dados e não é a sorte que decide o destino, são as escolhas, trazendo assim reflexões inspiradoras sobre vocação e mentes criativas materializadas em uma obra universal. *12ª PARTE: A PONTE* “A Ponte de Thor” um dos contos de Sir Conan Doyle fará a conexão entre a Inglaterra e o Brasil, explorando a imaginação e correspondências entre eventos históricos e a figura de Sherlock. *13ª PARTE: FIDELIDADE* Em uma biblioteca com aroma de café e chocolate, questionamos a fidedignidade das traduções e publicações materializam as incoerências e desafios das publicações e traduções das obras de Sir Doyle. A reflexão sobre a jornada de Sherlock continua, mesmo perto do fim. Vemos aqui um Sherlock que repreende e questiona, a fidedignidade da obra e as inferências feitas ao longo de mais de 130 anos. *14ª PARTE: ARTE* Sherlock Holmes é frequentemente representado por uma lupa e um cachimbo no imaginário coletivo. No entanto, muitos artistas se dedicaram a ilustrar e dar forma ao famoso detetive. Nossa última parada é uma galeria, onde são exibidas algumas dessas criações. De um lado, vemos representações clássicas, com obras de Paul Gustave Doré, Alfred Gilbert e Frederic Dorr Steele. Do outro, uma exposição de releituras contemporâneas que renovam a imagem do detetive. Assim, após mergulhar no pensamento e nas múltiplas faces imaginárias de Sherlock, nos despedimos de um dos personagens mais reais da literatura. E como é elementar, essa viagem literária chega ao fim. Pelo menos, por agora. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

Objetivos

Produto principal: Exposição Área: Artes Visuais Segmento: Exposição Cultural / Artística Geral: Realizar uma exposição imersiva, com 14 ambientes que representam os principais pontos da obra do escritor Sir Conan Doyle, que deu vida ao emblemático personagem Sherlock Holmes. Objetivos Específicos: - Realizar uma exposição imersiva, durante 6 meses, aberta de terça-feira a domingo, em horário a definir conforme programação do espaço escolhido, para um público aproximado de 155 pessoas por dia, totalizando aproximadamente 22.320 pessoas ao final do projeto, contendo os principais pontos da obra do escritor Sir Arthur Conan Doyle, que deu vida ao emblemático personagem Sherlock Holmes. Contrapartida - Realizar 24 visitas guiadas, para aproximadamente 60 alunos e professores da rede pública de educação, por visita, distribuindo aproximadamente 1.440 ingressos gratuitos ao longo do período expositivo; - Realizar a contratação de um estagiário para auxiliar nas demandas gerais de produção, com o objetivo de formação e capacitação de mão-de-obra na área cultural.

Justificativa

Um mergulho fascinante nas narrativas simples e impactantes de um personagem complexo e intrigante por si só. A exposição, além de divulgar a obra de inestimável valor para a literatura mundial, traz ao centro o mais famoso detetive do mundo, Sherlock Holmes, apesar de ele nunca ter existido. Esse notável personagem, astuto e inteligente, que habita o imaginário de muitas gerações, será o foco da exposição. A obra de Sir. Arthur Conan Doyle, contextualizada por símbolos e memorabília dos séculos XIX e XX e também com narrativas atualizadas, modernizadas, traz uma nova experiência, através de uma visão de mundo contemporâneo e artístico. A proponente da presente proposta é Adriana Arinelli que há mais de 30 anos atua na concepção, roteirização, curadoria, direção criativa, planejamento, desenvolvimento e execução de experiências. Sua formação acadêmica em educação e gestão cultural, no Brasil e no exterior, é bastante sólida, e sua trajetória é marcada pela criatividade e pela inovação, embasada nos pressupostos da Economia Criativa e na Economia da Experiência, demonstrada pelo grande número de projetos já realizados. A curadoria de exposições que tem como foco a experiência imersiva envolve a seleção, organização e apresentação de atividades e conteúdos que proporcionam vivências tridimensionais e significativas para o público. Diferente da curadoria tradicional, cujo foco primordial é em obras de arte, a curadoria de experiências engloba diversos campos, como arte, música, audiovisual, e elementos sensoriais como marcas olfativas e sonoras e se materializa através de 5 pressupostos: 1) Narrativa; 2) Interatividade; 3) Contextualização; 4) Diversidade Sensorial; 5) Inovação. Para executar o projeto, a proponente reuniu um coletivo de mulheres, que atuam em suas diferentes expertises no campo das artes e da cultura. Optamos por uma tipologia expográfica experiencial, que possibilite uma imersão na obra de Conan Doyle, utilizando diversos recursos sensoriais e trazendo ao conhecimento do público essa importante obra literária. O principal pressuposto de uma exposição imersiva é a transcendência do papel do visitante como espectador, para o papel de participante, onde experimenta, toca e vivencia os objetos, cenografia, cheiros e sons, que serão as metáforas descritivas das sensações presentes nos contos de Sherlock. Esse coletivo feminino é marcado pela valorização da diversidade, ultrapassando raças, etarismo, opções sexuais, para juntas enaltecerem o feminino através do olhar criativo plural e o compromisso estético, narrativo e democrático, para alcançar um público igualmente diversificado. Outra importante ação do projeto diz respeito à acessibilidade: utilizaremos recursos expográficos que atendam aos diferentes públicos. Para realizar esse propósito, toda a exposição considerará a inclusão integral de deficientes, além de promover a democratização do acesso, incluindo ações sociais que contemplam escolas públicas e um concurso de artes visuais com a releitura das ilustrações da obra em parceria com escolas e universidades. A exposição irá explorar a linha de tempo que acompanha a sequência da obra com publicações entre 1887 e 1927, onde Sherlock Holmes transcende as 1808 páginas da obra de Conan Doyle e se apresenta como um personagem icônico, que ultrapassa gerações e está presente nas mais variadas adaptações em filmes, séries, exposições e palcos de todo o mundo. Traduziremos os conceitos da obra em intervenções, ambientes e substratos físicos através de interações com luz cênica, mapping, sensações e toda intencionalidade das escolhas estéticas em abordar detalhes relevantes da obra. Sherlock Holmes, famoso por desvendar seus crimes por meio de métodos científicos e de lógica dedutiva e cujos livros ainda são editados no mundo inteiro, é ainda uma inspiração para diversas disciplinas. O roteiro será materializado através de metáforas visuais, sensoriais e um esquema coeso de informações envolvendo essas diversas disciplinas transversais à obra, incorporando conceitos didáticos e interativos sobre matemática, química, física, raciocínio lógico, além de literatura e artes. O Circuito expográfico, de 50 minutos, será conduzido por um guia vestido com figurinos temáticos especialmente desenvolvidos para a exposição. A memorabilia do final do século XIV e início do século XX também estará presente na exposição. Os grupos serão formados por, no máximo, 15 pessoas, favorecendo a interação dos visitantes nos espaços temáticos. O projeto tem aderência, especialmente com os artigos 1º e 3º da Lei Rouanet, não só porque pretende promover impactos positivos nas áreas da cultura e educação com o estímulo ao consumo de literatura, mas também porque busca o fomento do desenvolvimento socioeconômico local por meio de projetos com instituições de ensino superior e o acesso gratuito de escolas públicas, além da contratação de profissionais e fornecedores locais para a execução do projeto. O projeto justifica-se e possui conexão com a Lei Rouanet pela capacidade da proposta de enriquecer a vida cultural e educacional do país, já que, não apenas celebra a riqueza da cultura literária, mas também oferece oportunidades de educação, entretenimento, inovação artística e desenvolvimento cultural, contribuindo para o enriquecimento da sociedade brasileira e para a preservação do patrimônio cultural mundial. Assim como contribui para a visão de nossa cidade como um centro criativo e cultural de renome, alinhando-se aos princípios das cidades criativas da UNESCO. O conceito tangível de cidade criativa, reativando pólos urbanos, é ação incontestável da Economia Criativa, com dimensões sociais e culturais, que contribui em termos educacionais e produz significado social por meio de textos e símbolos: expandindo a riqueza cultural da obra com a materialização de cenas e palavras que traduzem as narrativas das histórias e impulsionando a relação criativa dos espectadores com as emoções e a criatividade, fazendo com que os cinco sentidos atuem como recursos para ampliar e ressignificar a grandeza de valorosas obras literárias. Para isso, a obra traz as narrativas e as ambiências paralelas que contam cada uma das histórias de Arthur Conan Doyle. Considerando o exposto, a Lei de Incentivo à Cultura se mostra imprescindível para a realização deste projeto tanto pela relevância cultural da exposição como pela temática central abordada. Visto que a proposta envolve uma exposição imersiva com diversidade de atividades e profissionais, entendemos que somente a partir da Lei Federal de Incentivo à Cultura poderemos realizar esse projeto. Dito isso, o projeto se enquadra nos incisos dos artigos citados abaixo: Sobre o enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91 Destacamos o enquadramento do projeto nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da referida lei, este projeto cultural atenderá aos seguintes objetivos, contidos no Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

Informações relativas à contratação de estagiário: Duração do estágio: 06 meses. Remuneração: Bolsa auxílio no valor de R$1.500,00 / 06 meses de atividade (já incluídos os benefícios). Seleção: por meio de entrevista individual, a partir de divulgação de oportunidade junto a escolas, universidades e cursos técnicos.

Acessibilidade

Produto principal: Exposição Área: Artes Visuais Segmento: Exposição Cultural / Artística MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço selecionado para receber o projeto contará com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e deverá estar adaptado para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Além de sinalização especial para as salas personalizadas. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Sinalização. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: A exposição irá contar com recepcionistas intérpretes de libras, com atendimento fixo aos finais de semana, além de contar com texto expositivo em todas as salas da exposição. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Intérprete de libras / Confecção de painéis explicativos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Haverá mapa tátil nos ambientes da exposição com impressão em braile. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Mapa Tátil / Impressão em Braile. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: A exposição irá contar com monitores especializados para atender ao público neuro divergente e distribuição de protetores auriculares. Item do orçamento para acessibilidade prevista: Monitores de acessibilidade CONTRAPARTIDA: Visita Guiada Como a contrapartida é a visita guiada à exposição, todas as medidas de acessibilidade atendem aos visitantes também durante a contrapartida, com a inclusão de intérprete de libras durante as visitas.

Democratização do acesso

Em conformidade com o exposto no artigo 29 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 do Ministério da Cultura: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em conformidade com o exposto no artigo 30 Instrução Normativa nº 1/2024 do Ministério da Cultura: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Visitas guiadas para escolas públicas do ensino fundamental e médio, com classificação indicativa livre. Em conformidade com o exposto no artigo 32 Instrução Normativa nº 1/2024 do Ministério da Cultura: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; Contratação de um estagiário para acompanhamento nas etapas de produção.

Ficha técnica

PROPONENTE: EXPERIÊNCIA TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO LTDA ME A proponente será responsável pela Direção Criativa, Curadoria e Roteiro e Conteúdo do projeto, sendo responsável por todas as tomadas de decisões e coordenação geral do projeto. Adriana Arinelli é criadora e curadora de experiências imersivas. Com uma trajetória de mais de 30 anos, é uma visionária na concepção e desenvolvimento de experiências que transformam ideias em realidades tangíveis e memoráveis. Ao longo de sua carreira, ela tem se destacado por sua capacidade de integrar arte e narrativa em projetos imersivos, criando ambientes que estimulam os sentidos e evocam emoções profundas. Sua atuação vai além da curadoria. Atua desde a concepção e roteirização até a direção criativa e o desenvolvimento de protótipos e layouts. Cada projeto liderado por Adriana é uma fusão de criatividade e inovação, fundamentada nos princípios da Economia Criativa e da Economia da Experiência. Ao longo de sua carreira, consolidou sua expertise no design de experiências e sua formação acadêmica é igualmente robusta, com dois MBAs, extensões internacionais na Itália e Alemanha, mestrado em Sistemas de Gestão focado na "experiência“ além de ser doutoranda em Gestão de Projetos da Economia Criativa. Sua abordagem interdisciplinar a levou a colaborar com diversas organizações, de grandes corporações como Vivo, Coca-Cola, e Oracle, a instituições acadêmicas como FGV, HSM e IBMEC. Atualmente, Adriana é diretora da Experiência Consultoria e diretora criativa e coordenadora do Backstage Experience, onde continua a moldar experiências que desafiam as percepções tradicionais, sempre com um olhar inovador e um compromisso com a excelência. Claudia Andrade - DIRETORA DE ARTE & CENOGRAFIA (Rubrica: Diretora de Arte) Claudia é diretora de arte, com formação em cinema pela FAAP, especialização em Teatro pela Dalhousie University, no Canadá, e pós-graduação em Production Design pela London Film School. Possui mais de 10 anos de experiência na indústria cinematográfica, atuando tanto no Brasil quanto no exterior. Ao longo de sua carreira, desenvolveu um portfólio diversificado, incluindo filmes de época, suspense, romances e biografias. Entre seus trabalhos mais recentes estão as produções: Desjuntados (Amazon Prime), Olhar Indiscreto (Netflix), Vida Secreta dos Casais 2 (HBO), The American Guest (HBO) e o longa-metragem Marighella. Bianca Turner - ARTISTA VISUAL (Orçamento Vídeo mapping e equipe) Bianca é artista visual e doutoranda em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Possui bacharelado em Design e Prática de Performance pela Central Saint Martins e mestrado em Cenografia pela Royal Central School of Speech and Drama, todos em Londres. Com uma carreira marcada por participações de destaque, integrou a Mostra Verbo de Performance Arte, a 40ª Arte Pará, o 1° Salão de Arte de Goiás, e a performance de abertura da 34ª Bienal de SP, em colaboração com Neo Muyanga e o Coletivo Legítima Defesa. Além disso, participou do 46° SARP (MARP), do Festival SSA Mapping, da Bienal de Curitiba, do 50° Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, e foi premiada no 36° Salão de Jacarezinho em 2021 e no 18°o Salão Ubatuba de Artes Visuais. Sua pesquisa explora a noção de arquivo como imposição imperialista, investigando a expansão do tempo-espaço por meio de recursos audiovisuais e vídeo projeção em relação ao corpo. Desenvolve trabalhos autorais e colabora com grupos de teatro e música. Zanna - SOUND BRANDING (Rubrica: Trilha Sonora) Zanna é cantora, compositora e fundadora da Zanna Sound. Carioca com vivência na Europa e nos EUA, Zanna abriu shows no Montreux Jazz Festival para Herbie Hancock e Morcheeba. Surfista, ciclista e canceriana, é a voz icônica do metrô do Rio de Janeiro, ViaQuatro e ViaMobilidade em São Paulo, e dos aeroportos da Infraero. Seu álbum solo foi indicado três vezes ao Grammy Latino, incluindo Melhor Álbum de MPB. Além da carreira musical, é escritora, autora do primeiro livro de sound branding da América Latina: Sound Branding – A Vida Sonora das Marcas. Zanna foi a primeira jurada da indústria de som em Cannes. Leysa Vidal - ILUMINAÇÃO CENOGRÁFICA (Rubrica: Projeto de Luz) Leysa Vidal é designer de iluminação com mais de 30 anos de experiência. Iniciou sua carreira em 1993 como assistente de Jorginho de Carvalho, e desde então iluminou dezenas de espetáculos, exposições e museus. Ao longo de sua trajetória, colaborou com renomados artistas como Matthias Langhoff, Peter Brook, Antunes Filho, Fernanda Montenegro, Deborah Colker, Aderbal Freire Filho, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Carlota Portella e Renato Vieira. Sua expertise e sensibilidade luminotécnica se destacam em criações artísticas de grande relevância cultural no Brasil. Mariana Rosa - DIRETORA DE ELENCO (Rubrica: Produtor de Elenco) Mariana é atriz, roteirista e diretora com formação em artes cênicas pela Escola de Teatro Célia Helena. É uma artista multifacetada, indicada ao Prêmio Cenym 2022 como Melhor Atriz Coadjuvante no espetáculo Longa Jornada Noite Adentro. Além disso, foi premiada pelo nanometragem ‘Uma Contradição’, que representou o Brasil em festivais internacionais na França e em Portugal. Em 2023, atuou como preparadora e assistente de direção no musical Lisbela e o Prisioneiro. Também é artista plástica, tendo participado da exposição Arte e Olimpíadas em São Paulo. Versa Cultural - CONTROLADORIA E PRESTAÇÃO DE CONTAS (Rubrica: inserida em custos administrativos) VERSA CULTURAL é uma empresa especializada em planejamento, produção e gestão administrativa de projetos de diferentes áreas e segmentos da cultura, como música, artes cênicas, artes plásticas, audiovisual e literatura. Fundada em 2012 por Amanda Leones, a VERSA objetiva promover o desenvolvimento e a difusão da cultura brasileira em suas diferentes manifestações, e está à frente de projetos nos mais diversos portes e formatos, e nos mais diversos espaços. Em seu portfólio, encontra-se uma grande diversidade de áreas e portes de projetos culturais. Em 2012, estreou o espetáculo “A Jornada de Orfeu”, da Cia. Coexistir, pioneiro no Brasil por cumprir temporadas em um Cemitério da capital paulista (2012 a 2014); realizou também a produção administrativa dos musicais “Chaplin” (2015/2018), “Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos” (2015/2016), “Divas” (2016), "Cazuza - Pro dia nascer feliz" (2019), “Aladdin” (2019), e do show circense “Banquete”, realizado no Burlesque Paris 6 By Night (2016/2017); a gestão administrativa dos espetáculos “A Cabala do Dinheiro” (2017), “Jardim de Inverno” (2019), AMIGO (2022), do Documentário “Picuruta” (2017) e da série "Jornada Dupla" (2019/2020), veiculada no Canal Off; a produção geral dos espetáculos “Das Dores – Suíte Strindberg” (2023/2021/2017) e “No Cantinho com Você” (2024/2021), da Epifania Cia. de Teatro e “Dioniso – A Vida Indestrutível” (2017), da Cia. Coexistir, “Jardim de Inverno” (2022), em parceria com a Pietro Arte, dentre outros projetos realizados. A VERSA realizou também a direção executiva dos projetos culturais da Fundação Brasil Meu Amor, estando à frente da produção das turnês, exposições, espetáculos, produções audiovisuais e literárias. Desde 2018, realiza o Festival Ubuntu, que premia e valoriza artistas e agentes culturais da periferia de São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-02-28
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo